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Pesquisa realizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) com 200 empresários da capital mineira, durante o período de 10 a 15 de julho, apontou que a maioria deles (45,45%) está pessimista quanto ao desempenho do comércio no Dia dos Pais, na comparação com a mesma data em 2014. Para 33,33% dos entrevistados, as vendas de 2014 serão superiores as do ano anterior e para 21,21%, elas serão semelhantes.

Para a maior parcela de empresários (54,29%), os fatores que devem prejudicar as vendas são a inadimplência e a inflação. Em seguida aparecem: concorrência (8,57%); obras (8,57%); falta de estacionamento (5,71%); feriados / férias antecipadas (5,71%); insegurança (2,86%); manifestações (2,86%) e não soube opinar (5,71%). Para 5,71% dos entrevistados, nada deve atrapalhar as vendas do Dia dos Pais.

Entre os fatores que podem contribuir com as vendas do Dia dos Pais, 26,67% dos empresários apostam na mudança de estação e na possível chegada de produtos novos. Para 23,33%, as liquidações de inverno auxiliarão o desempenho do comércio durante o período. Em seguida estão: promoções e liquidações (16,67%); término da Copa do Mundo (13,33%); bom atendimento (6,67%); mercado de trabalho aquecido (3,33%); divulgação do estabelecimento (3,33%) e não soube opinar (3,33%). Segundo 3,33% dos entrevistados, nada deve ajudar as vendas do Dia dos Pais.

Para 56,92% dos entrevistados, o tíquete médio para a data não ultrapassará a faixa de R$ 75. Segundo o levantamento da CDL/BH: esperam tíquete de R$ 50,01 a R$ 75 (27,69% dos lojistas); de R$ 30,01 a R$ 50 (26,15%); de R$ 75,01 a R$ 100 (23,08%); de R$ 100,01 a R$ 150 (13,85%); até R$ 30 (3,08%); de R$ 150,01 a R$ 200 (3,08%); de R$ 200,01 a R$ 300 (1,54%) e acima de R$ 400 (1,54%).

A maioria dos empresários (81,63%) acredita que a forma de pagamento que mais será utilizada pelos consumidores neste Dia dos Pais é o dinheiro. Em segundo lugar, aparece o parcelado no cartão, segundo 11,22% dos entrevistados. As demais formas são: parcelado no carnê / crediário (5,1%); à vista no cartão de crédito (1,02%) e parcelado no cartão da própria loja (1,02%).

Entre os lojistas que esperam compras a prazo, a maior parte deles (44,68%) acredita que o consumidor dividirá o valor da compra em três vezes. Em seguida esperam: quatro parcelas (15,96%); seis (13,83%); duas (11,7%); cinco (7,45%); oito (2,13%); dez (2,13%); uma (1,06%) e sete (1,06%).

A vitrine atrativa será utilizada por 27,17% dos lojistas como estratégia para atrair a clientela. Descontos aparecem em segundo lugar, segundo 23,91% dos entrevistados. As demais estratégias que serão utilizadas são: divulgação, propaganda / publicidade (20,65%); outros como não soube responder; atendimento qualificado; redes sociais e sorteios (8,7%); prazo de pagamento (2,17%) e variedade de marcas e produtos (2,17%). Já 15,22% dos empresários não utilizarão nenhuma estratégia específica.

Na opinião da maioria dos entrevistados (50,47%), roupa será o produto que obterá o melhor desempenho de vendas neste Dia dos Pais. Calçados ficarão na vice-liderança da preferência do consumidor, de acordo com 40,19% dos lojistas. Em seguida aparecem: acessórios (2,8%); papelaria e livraria (1,87%); artigos esportivos (1,87%); eletrodomésticos (0,93%); bebidas (0,93%) e artigos de pesca (0,93%).

Quando perguntados se farão estoque maior que o do Dia dos Pais de 2013, 78% dos lojistas responderam que não; 19% que sim e 3% não souberam responder.

Dentre os entrevistados que responderam sim na questão anterior, a maioria (6%) espera ampliar seu estoque em 20%. Em seguida estão: ampliação no estoque em 10% (5%); 30% (3%); 15% (2%); 5% (2%) e 50% (1%).
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