Brasil lidera a lista de países mais abertos a realizar pagamentos de um jeito mais simples, via dispositivos móveis. Levantamento global ressalta a importância de se dar mais força à "economia das pessoas"


Desde seu primeiro dia, o PayPal ajudou a revolucionar a forma com que as pessoas em todo o mundo usam e pensam sobre seu dinheiro. Como parte de sua recente estratégia de recriar a marca mundialmente, o PayPal anuncia hoje os resultados de uma pesquisa realizada em 15 países (Brasil incluído) com o objetivo de compreender tanto o comportamento das pessoas em âmbito global, levando em conta as variações específicas de cada país em relação ao uso do tempo, tecnologia e dinheiro, além de outros elementos centrais da People Economy* (ou, traduzindo do inglês, “Economia das Pessoas”).

“No PayPal sempre nos esforçamos para ser uma marca revolucionária. Em um ambiente em constante mudança, devemos criar com base nas necessidades e variações do mercado”, afirmou Christina Smedley, vice-presidente de Marca Global do PayPal. “É fundamental um conhecimento mais profundo dos valores que nós apoiamos ao redor do mundo – sejam eles de âmbito universal ou regional – para oferecer produtos que capacitem ainda mais as pessoas que utilizam nossos serviços. Em especial, neste mercado efetivamente global do PayPal. Este estudo nos estimula ainda mais nesta missão”.



Um mundo sem filas: um sonho de brasileiros

A pesquisa detectou que 70 % dos consumidores do mercado global consideram que a tecnologia deva fazer com que os pagamentos sejam mais simples, conectados e rápidos, com mais opções e oportunidades. A rotina dos consumidores ao redor do mundo, no entanto, revela um quadro diferente do desejo descrito acima. Por exemplo, os brasileiros são os que mais se incomodam com a espera em filas. 74 % dos entrevistados afirmaram que evitar as filas é a melhor parte de um mundo onde não é preciso se preocupar com os métodos de pagamento. O tempo perdido no trânsito também é outro ponto ressaltado – 33 % dos consumidores do País afirmam que ficar preso no congestionamento é um dos seus principais problemas.

O estudo revela, ainda, que o deslocamento para o trabalho e as rotinas diárias parecem ser os maiores responsáveis pela perda de tempo: todos os países apresentaram uma média superior a uma hora gasta com essas atividades. Os italianos parecem ser os que enfrentam os piores problemas de locomoção no trajeto de ida e volta ao trabalho: gastam mais de 2 horas diárias no trânsito (123 minutos em média), seguidos pelos israelenses (117 minutos). Os russos gastam quase três horas com as tarefas a cada dia (166 minutos), seguidos pelos brasileiros (125 minutos), americanos (118 minutos), chineses (115 minutos) e turcos (112 minutos).

Quando o assunto são filas de espera, trânsito e outras rotinas, os brasileiros relataram perder em média 94 minutos nessas diferentes atividades. A média brasileira está entre as mais altas apresentadas no estudo dos países.

A maioria das pessoas perde até 4 horas de seus dias em tarefas banais

Mais da metade da população global (56 %) perde horas todos os dias esperando em filas para realizar um pagamento, deslocando-se para o trabalho ou perdendo tempo no trânsito, em reuniões inúteis, ou com afazeres diários. Apenas a Alemanha mostrou uma porcentagem significativamente alta (19 %) de sua população que alega ser altamente eficiente e não perder tempo útil.

Na prática, a maioria das pessoas gostaria que a tecnologia ajudasse a mantê-las longe das grandes filas, a exemplo de Cingapura (73 %), China (72%) e Austrália (51%). Já, os consumidores europeus reclamam de serem obrigados a esperar que alguém venha receber o pagamento ou de serem forçados a lidar com dinheiro “vivo” para realizar uma compra. Os maiores índices de insatisfação naquele continente se apresentam na Espanha (55 %), Itália e Rússia (53 %), seguida pela França e Turquia (41 %) e Inglaterra (39 %).

A insatisfação também pode ser notada nas compras online: sites que exigem que um cliente se registre antes de efetuar uma compra estão propensos a perder mais da metade das vendas potenciais na Itália (52 %), no Canadá (51 %) e na Espanha (50%).

Embora o fato de perdermos tempo em atividades diárias não ser uma surpresa, varia muito de país para país a forma com que as pessoas utilizariam esse tempo se tivessem essa oportunidade. Entre aqueles de gostariam de usar esse tempo em atividades mais importantes, os americanos citaram passar mais tempo com a família (54 %), os japoneses gostariam de se dedicar a questões pessoais (63 %), os chineses se dedicariam a mais atividades físicas (48 %) e os hispânicos às atividades de lazer (35 %).

As economias com crescimento acelerado aderem aos serviços móveis

Em todo o mundo, smartphones têm, para as pessoas, a mesma importância que as chaves quando consideramos a lista dos objetos sem os quais as pessoas não saem de casa. Nesta lista, inclusive, os dispositivos móveis são tidos como mais importantes do que dinheiro em espécie ou e cartão de crédito. Esta estatística, aliás, confirma que os pagamentos através de dispositivos móveis são a chave para o futuro das vendas. Na realidade, em algumas das economias de maior crescimento, a maioria da população já utiliza este tipo de pagamento. Na China, 90 % dos entrevistados utilizam seus telefones para realizar pagamentos, assim como na Rússia (85 %), Brasil (aproximadamente 70 %) e Turquia (60 %). Mesmo na China, onde os pagamentos com dispositivos móveis são muito populares, 35 % dos entrevistados responderam que gostariam que esse tipo de pagamento fosse ainda mais simples. O mundo está maduro para uma inovação contínua.

E, no quesito simplicidade, o Brasil aparece no topo da lista dos países que buscam formas mais simples de pagamento por meio de seus dispositivos móveis. 30 % dos entrevistados acham que isso é importante, contra 20 % da média global.

“Embora não estejamos perto de resolver esse impasse, sabemos que podemos pelo menos reduzir o tempo gasto no processo de pagamento de nossos 148 milhões de usuários ativos. Desta forma, estamos lhes devolvendo uma das coisas mais importantes da vida”, adicionou Smedley. “Seja passando mais tempo com a família ou amigos, relaxando, fazendo exercícios ou simplesmente se isolando em lugar silencioso, o valor desse tempo é imensurável”.

Mário Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina, frisa que o estudo destaca que diferentemente das economias desenvolvidas, os mercados emergentes usam mais os dispositivos móveis para pagar. “É motivador saber que estes países adotam estas tendências de uma maneira mais rápida. Além disso, 60% dos nossos entrevistados consideram que os pequenos negócios locais poderiam se beneficiar dos pagamentos móveis ou online”, revelou ele. Segundo o executivo, a região conta com muitos empreendedores e empresas em crescimento que são muito tradicionais e precisam de um impulso para adotar novas tecnologias. “Comunicar estas estatísticas poderia ajuda-las a, finalmente, dar este salto em direção ao comércio eletrônico com transações mais simples, rápidas e seguras”, finaliza Mello.

Seja a irritação de ser obrigado a esperar que o lojista receba o pagamento, seja o aborrecimento de buscar e levar consigo dinheiro em espécie, o desconforto de carregar uma carteira, a falta de confiança nos quiosques ou outras barreiras entre as pessoas e seus desejos, podemos dizer que o mundo está pronto para o que o PayPal oferece: uma forma mais rápida e segura para fazer e receber pagamentos.

(*) People Economy é como o PayPal descreve sua crença de que a vida das pessoas pode e deve ser melhor conectada, mais humana e com um significado mais profundo. Pessoas que produzem, compartilham e colaboram, assim como aquelas que compram, vendem e negociam, estão todas em busca de uma única coisa: mais conteúdo e menos forma. O PayPal aposta na inovação tecnológica, com foco na melhoria dos processos, e com a missão de dar às pessoas o controle direto sobre seu dinheiro.

Para mais informações sobre os resultados deste estudo e para infográficos que ilustram essas descobertas, por favor acesse: www.peopleeconomy.com

Sobre o estudo

A pesquisa foi realizada pela Reputation Leaders, uma empresa de pesquisa independente, entre os dias 29 de abril e 20 de maio de 2014 com 15.105 adultos titulares de contas bancárias e com idades entre 18 e 64 anos em 15 mercados principais. As entrevistas foram realizadas através telefone RDD nos Estados Unidos, e pesquisa online na Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Israel, Itália, Japão, Rússia, Cingapura, Espanha, Turquia e Reino Unido. Os entrevistados foram divididos em quotas em cada um dos países para assegurar que a amostra fosse um mix representativo das populações adultas nacionais em termos de idade e gênero. Os principais resultados demonstram hábitos universais que transcendem as fronteiras, bem como diferenças entre cada um dos países.

Sobre a Reputation Leaders

Reputation Leaders Ltd é uma empresa internacional de pesquisa de mercado independente baseada em Londres e especializada no apoio a empresas para construírem suas reputações por meio do posicionamento de marca, liderança e fins sociais. São especialistas em realizar estudos quantitativos em diferentes países e culturas que conduzem as manchetes das mídias e perspectivas de mercado.

Sobre o PayPal

No PayPal, nós colocamos as pessoas no centro de tudo o que fazemos. Fundada em 1998, a empresa continua a ser a vanguarda da revolução de pagamentos digitais, dando às pessoas o controle direto sobre o seu dinheiro. Por meio de nossas inovações, contribuímos para tornar melhor a vida de 148 milhões de usuários ativos em 26 moedas diferentes, em 203 mercados, processando, diariamente, mais de 9 milhões de transações financeiras. Uma empresa do grupo eBay (Nasdaq: EBAY), o PayPal é a forma mais rápida e segura para enviar e receber pagamentos. O serviço oferece às pessoas formas mais simples de efetuar um pagamento sem compartilhar informações financeiras, e é flexível, pois permite que ele se dê tanto por meio de contas bancárias, quanto usando o saldo em conta PayPal ou os cartões de crédito.
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