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    Telefônica Vivo compra GVT e reforça liderança no Brasil

    Operação irá gerar sinergias de pelo menos € 4,7 bilhões. Como parte do acordo, Vivendi irá adquirir 8,3% da participação que a Telefónica detém na Telecom Itália

    A Telefônica Brasil e Vivendi S.A assinaram acordo definitivo para a venda da GVT – Global Village Telecom para a Telefônica Brasil. As negociações envolvendo as empresas tiveram início em 29 de agosto e a operação inclui pagamento em dinheiro de € 4,663 bilhões, além de 12% do capital social da Telefônica Brasil, após sua integração com a GVT.

    Além disso, Vivendi aceitou a oferta da Telefónica S.A para adquirir 1,1 bilhão de ações ordinárias da participação que a Telefónica detém na Telecom Italia. Esta participação representa atualmente 8,3% do capital com direito a voto da companhia italiana (equivalente a 5,7% do capital social) em troca de 4,5% do capital que a Vivendi receberá na sociedade resultante da aquisição da GVT pela Telefônica Brasil.

    O pagamento total da operação poderá ser financiado por meio da ampliação do capital da Telefônica Brasil. A Telefónica S.A, subscreverá, mediante outra ampliação, sua parte proporcional correspondente à participação de 74% na filial brasileira.

    A operação irá gerar sinergias de pelo menos € 4,7 bilhões. A nova Telefônica Brasil, após a aquisição da GVT, consolidará sua liderança como operadora integrada de comunicação no país, líder em receitas e rentabilidade e com perfil de cliente de alto valor. A operação permitirá ainda à Telefônica Vivo reforçar seu posicionamento em um mercado chave e melhorar seu perfil de crescimento e flexibilidade financeira.

    A GVT detém importante rede de nova geração com mais de 10,4 milhões de casas passadas em 21 estados brasileiros e mais de 2,6 milhões de clientes de banda larga, a maioria fora do Estado de São Paulo.

    A implementação da operação está sujeita à obtenção das autorizações societárias e regulatórias que são aplicáveis, incluindo o Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE e a Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel. A operação reforça o compromisso da Telefónica com o Brasil.