Uso de ingredientes naturais e receitas exclusivas fazem o diferencial da marca, que atua num segmento em que a massa industrializada predomina

Certamente, você conhece uma loja de bolos caseiros. A moda, que começou em 2013 e vem se intensificando a cada ano, agrada públicos de todas as idades. Porém, o cliente se decepciona quando percebe que o bolo, que deveria ter ingredientes frescos e de alta qualidade, apresenta-se massudo, com sabor artificial, como qualquer outro produto industrializado. “É justamente isso que vai balizar o mercado: só manterão sucesso de vendas as empresas que se diferenciarem no produto, oferecendo o que se propõe: bolos realmente caseiros”, diz Paulo Ancona Lopez, consultor que formatou a franquia da marca “Vó, quero bolo!”.

A proposta da “Vó, quero bolo!” nasceu de uma conversa entre os amigos Fernando Cachulo e Willians Navarro, ambos jovens que trabalhavam no mercado financeiro. “Estávamos falando de nossa infância e, coincidentemente, quando íamos à casa de nossas avós, já chegávamos pedindo bolo”, comenta Cachulo. A lembrança, amadurecida, deu origem à empresa e à marca. Porém, para alcançarem a desejada excelência, os sócios decidiram trabalhar apenas com produtos frescos e originais. “Recebemos, diariamente, ovos, mandioca, frutas, cenouras, avelãs e outros ingredientes para a produção dos bolos. Nada aqui é industrializado e, por isso, nossos bolos são sucesso nas seis lojas próprias, todas elas inst aladas na capital paulista”, explica Navarro.

Além dos desejados bolos, complementam o rol de produtos bolos salgados, tortas doces e itens variados, como Brigadeirão e coberturas. “Sempre estamos implantando novidades para que nosso público tenha muitas opções. O problema é tentar retirar algo do nosso cardápio, que já chega a 40 itens, porque o cliente reclama!”, dizem os sócios.

A franquia “Vó, quero bolo!”

Quando Ancona Lopez formatou a franquia da “Vó, quero bolo!”, ficou combinado entre eles que os manuais incluiriam um caderno exclusivo de receitas para que os produtos fossem produzidos em cada loja. “Mesmo crescendo, não temos a intenção de industrializar processos. Por isso, nossos franqueados saberão que nossa franquia é mão na massa, literalmente”, informa Cachulo.

Além desse diferencial, a “Vó, quero bolo!” – que surgiu em 2013 e somente agora começará a franquear – formatou cada passo de sua gestão com base em conceitos modernos e na Meritocracia. “Queremos que, em nossa rede, todos cresçam. Recompensar por mérito é tornar seu colaborador parte do sucesso e reduzir a rotatividade de mão de obra. Por isso, temos treinamento constante das equipes e premiações”, alega Navarro.

Com seis lojas próprias em operação, foi possível pilotar o negócio e entender o que dá certo e o que não funciona nele. Cachulo e Navarro, inclusive, fizeram experiências variadas, como criar produtos em tamanho menores, participar de eventos, implantar delivery, trabalhar aos domingos, criar um cartão fidelidade, participar ativamente das redes sociais e, principalmente, investir em um Centro de Treinamento amplo e completo, que funciona junto à loja do Itaim Bibi (bairro da capital paulista). Segundo eles, muito do que foi testado deu certo e o que não funcionou foi abortado. “Sabemos, por exemplo, que a loja dá mais lucro se ela funcionar sete dias por semana e for instalada em ruas de movimento contínuo de pedestres. Com esse perfil, não precisamos de estacionamento nas lojas, algo desejado, mas não obrigatório”, informam.

Para abrir uma loja da marca “Vó, quero bolo!”, são necessários R$ 200 mil. O futuro franqueado não precisa ter qualquer experiência no segmento, já que passará por treinamento e transferência de know-how. A intenção inicial é a de expandir a marca para todo o Sudeste brasileiro, chegando a 100 lojas em cinco anos. “Esse, certamente, é o negócio de nossas vidas. Por isso, não queremos ser apenas mais uma franqueadora de bolos, nossa intenção é que a marca cresça com consistência, trazendo lucro para nossos parceiros e se tornando, daqui a alguns anos, uma referência no segmento. É para isso que trabalhamos”, finalizam os jovens sócios.

Perfil – Vó, quero bolo!

  • Tipo de negócio: Varejo de bolos caseiros (doces e salgados) e especialidades
  • Ano da fundação: 2013
  • Início da franquia no Brasil: 2014
  • Total de unidades no Brasil: 6 próprias
  • Investimento inicial: de R$ 180 mil a R$ 250 mil (com a taxa de franquia, reserva de capital, pró-labore inclusos – “all in”)
  • Taxa de franquia: de R$ 45 mil a R$ 60 mil
  • Capital de giro: De R$ 10 mil a R$ 20 mil
  • Royalties: 6%
  • Taxa de publicidade: 1%
  • Área mínima: a partir de 120 m2
  • Nº de funcionários: mínimo de 7 para início da operação
  • Faturamento bruto: média de R$ 80 mil
  • Lucro líquido: 10% a 20%
  • Prazo de retorno: até 30 meses
  • Prazo de contrato: 5 anos

Apoio ao franqueado: Orientação na escolha do ponto comercial; tecnologia e know-how para a montagem e administração da loja; projeto arquitetônico e memorial descritivo da obra; treinamento inicial, operacional e reciclagens ao franqueado e equipe; manuais de gestão; consultoria de campo; geração de economia em custos de marketing, comunicação, propaganda e promoções; condições especiais para negociações e acordos firmados junto a fornecedores; assessoria de marketing e assessoria de imprensa; planejamento, pesquisa, orientação e aperfeiçoamento constantes.

Telefone: (11) 3586.8335 | (11) 3586.8350

E-mail: franquia@voquerobolo.com.br

Site: www.voquerobolo.com.br
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