A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), entidade que representa o varejo da capital mineira, encaminhou hoje, ofício aos deputados estaduais pedindo posição contrária ao Projeto de Lei 2.817/2015, que aumenta a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) de energia elétrica da classe comercial e de serviços de 18% para 25%. A proposta também eleva em 2% o ICMS de diversos produtos. De acordo com presidente da CDL/BH, Bruno Falci, o setor não tem condições de absorver mais impostos.

Segundo Falci, os empresários entendem a importância dos tributos para o desenvolvimento econômico e social do país. “Porém, a nossa carga tributária é uma das mais elevadas do mundo. Um novo aumento é inadmissível, pois sufocará lojistas e trabalhadores”, afirmou. “Mais impostos são sinônimos de menor produtividade, menos postos de emprego e poder de compra. Tudo o que o Brasil e os brasileiros não querem e não precisam no momento”, ressalta.

Na opinião do presidente da CDL/BH os governos federal, estadual e municipal devem é administrar melhor os seus gastos ao invés de penalizar a população pelo déficit das contas públicas. “Para tirar o país da atual crise econômica é preciso um sistema tributário justo que não contribua com a extinção de empresas, mas que estimule a produtividade e a geração de mais empregos e renda”, afirmou. “Só assim o Brasil voltará ao caminho do desenvolvimento”, finaliza.
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