quinta-feira, 23 de maio de 2019

Ford apresenta robô inteligente para entregas com veículos autônomos

A Ford apresentou um robô desenvolvido pela Agility Robotics para trabalhar junto com os veículos autônomos, que promete revolucionar o sistema de entregas a domicílio. Dotado de duas pernas e braços, o robô “Digit” se parece com um ser humano e caminha como tal para levar as encomendas até a porta do cliente.

O humanoide foi projetado para se dobrar automaticamente e ser transportado na traseira do veículo, entrando em ação quando ele chega ao seu destino para completar a última etapa da entrega.

“As pessoas usam cada vez mais as compras on-line e o volume de entregas expressas nos EUA dobrou nos últimos 10 anos. Os carros autônomos podem transportar tanto pessoas como produtos e os robôs oferecem uma solução para aquela que é, surpreendentemente, considerada a etapa mais difícil da entrega: o trecho final do veículo até a porta de casa”, diz Ken Washington, vice-presidente de Pesquisa e Engenharia Avançada da Ford.

Feito de material leve, o robô Digit consegue levantar pacotes com até 18 kg, subir e descer escadas, andar em terrenos irregulares e até sofrer esbarrões sem perder o equilíbrio. Como a maioria das residências tem acesso por escadas, sem rampas, seria difícil para um robô com rodas se movimentar nesses locais. Para mapear o ambiente e contornar obstáculos, além de câmeras e sensor óptico LiDAR, o androide usa outro recurso inovador: recebe informações sem fio do poderoso sistema de sensores e computação do veículo. Assim, consegue transitar com agilidade nos mesmos locais que as pessoas sem ter de carregar o peso de um sistema de hardware próprio.

Isso contribui também para economizar energia, um item essencial para negócios de carros autônomos que precisarão operar durante a maior parte do dia.

“Nosso objetivo principal ao trabalhar com os robôs é garantir que eles sejam seguros, confiáveis e capazes de interagir com as pessoas de modo inteligente”, completa Ken Washington. “Nessa parceria com a Agility, buscamos determinar como nossos carros autônomos podem operar com o Digit da melhor forma e entender as vantagens desse futuro método de entrega.”

Shopping Metrô Tucuruvi torna-se um ponto de retirada Pegaki

Com a nova parceria, rede de pontos de retirada visa oferecer maior praticidade ao cliente que não pode esperar pelos Correios para receber produtos adquiridos em e-commerces


A startup de logística Pegaki, que conecta e-commerces ao varejo físico para entrega de mercadorias, acaba de fechar uma parceria com o Shopping Metrô Tucuruvi, principal centro de compras, lazer e serviços da zona norte de São Paulo. O empreendimento contará agora com um ponto de retirada para as compras online de seus clientes e a loja selecionada para abrigar os pedidos é a Stella Semi-Joias, localizada no Piso L2, próximo à entrada do Metrô. O comprador recebe um SMS com a notificação da chegada da mercadoria e tem até sete dias para passar no local e retirar suas compras.

De acordo com o CEO e fundador da Pegaki, João Cristofolini, o Shopping Metrô Tucuruvi está totalmente alinhado às necessidades dos clientes para retirarem suas compras, já que é um local de fácil acesso. "Os shoppings centers são frequentados no dia a dia por pessoas que querem fazer compras, comer alguma coisa ou até mesmo se encontrar com amigos. São locais que oferecem diversas conveniências, como estacionamento, por exemplo. Por isso, essa parceria com o Shopping Metrô Tucuruvi contribui muito com a missão da Pegaki de facilitar a entrega de produtos comprados on-line. Estamos muito otimistas", afirma.

Segundo José Bernardo Milek, superintendente do Shopping Metrô Tucuruvi, o serviço de retirada de produtos vem para agregar ainda mais conveniência aos clientes. “Estamos sempre em busca de facilidades que possam tornar o dia a dia dos nossos clientes cada vez mais prático e tornar-se um parceiro da Pegaki é mais um diferencial de mercado. Além disso, para nós é importante estreitarmos o relacionamento com o público mais conectado que faz compras em lojas virtuais”, explica.

Outro ponto destacado por Milek é a possibilidade de converter as visitas dos clientes da Pegaki em vendas. Isso porque, em média 30% dos clientes que passam no ponto para retirar suas encomendas acabam comprando algum outro produto no local. “Trabalhamos para oferecer tudo que os clientes precisam. Unir essa demanda à possibilidade de potencializar as vendas de nossas lojas, sem dúvida, é o melhor dos cenários”, completa.

Serviço: o ponto de retirada da Pegaki no Shopping Metrô Tucuruvi já está em funcionamento na loja Stella Semi-Joias, localizada no Piso L2, de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 11h às 20h.

Sobre a Pegaki

A rede de pontos de retirada da Pegaki disponibiliza a solução para o problema das entregas não realizadas, sem investimento em infraestruturas caras, como lojas próprias ou lockers. O negócio funciona da seguinte forma: o consumidor compra online em e-commerces e retira seu produto no ponto Pegaki mais conveniente, que são estabelecimentos parceiros que funcionam como pontos de retirada. Dessa forma, a Pegaki traz benefícios para todos as partes envolvidas – os consumidores, os e-commerces, as transportadoras e os estabelecimentos que operam como pontos de retirada.

A Pegaki foi fundada por João Cristofolini (CEO), Ismael Costa (CTO) e Daniel Frantz (COO). Os três executivos possuem vasta experiência no mercado corporativo e de startups. João destaca-se pela construção de uma rede de franquias com mais de 30 unidades pelo Brasil, pela autoria de 6 livros de negócios, além da fundação do ResumoCast, podcast de negócios mais acessado do iTunes no Brasil.

Já Ismael Costa também é CTO e Co-fundador da ConnectMoves e profissional com experiência de dez anos em desenvolvimento de softwares e aplicativos. Por fim, Daniel Frantz foi COO e Sócio da Amplio/Metta Trading por 7 anos e é fundador da Solesto, e-commerce com faturamento de mais de R$ 3,5 milhões por ano.

O perfil dos empreendedores e o potencial disruptivo do negócio da Pegaki vem despertando interesse dos investidores. A empresa foi acelerada pela Cotidiano Aceleradora, em uma primeira rodada de investimento de R$100 mil. Em 2017, a Pegaki recebeu um segundo aporte, de R$360 mil, via EqSeed, plataforma que conecta startups a investidores. O valor foi levantado em apenas 9 dias. Já em 2018, a empresa captou R$ 1,2 milhão pela mesma plataforma. Mais informações: http://pegaki.com.br/

Sobre o Shopping Metrô Tucuruvi

O Shopping Metrô Tucuruvi é a melhor opção de compras, lazer e serviços da região. São mais de 230 lojas em um espaço de 32 mil m2 que conta com marcas líderes, como Renner, Riachuelo, Marisa, Casas Bahia, Magazine Luiza, Preçolândia, Smart Fit e Miniso, além das primeiras Ikesaki e Daiso Japan inauguradas em shopping centers do País. Com acesso integrado à estação Tucuruvi do metrô e a três terminais urbanos de ônibus com 17 linhas para diferentes pontos da cidade, o shopping foi inaugurado em 2013 e recebe 2 milhões de clientes por mês. Saiba mais em www.shoppingmetrotucuruvi.com.br

Natura &Co e Avon unem forças para criar um grupo global de beleza, líder na relação direta com o consumidor

A Natura &Co (B3: NATU3) anuncia a aquisição da Avon Products, Inc. (NYSE: AVP), em uma operação de troca de ações, criando o quarto maior grupo exclusivo de beleza no mundo ao unir empresas de forte compromisso com a geração de impacto social positivo.


A combinação cria um grupo de excelência em cosméticos, multimarca e multicanal, e líder na relação direta com suas consumidoras, por meio das mais de 6,3 milhões de Representantes e Consultoras da Avon e da Natura, presença geográfica global, com 3,2 mil lojas, e uma crescente força digital. Com a Avon, a Natura &Co terá faturamento bruto anual superior a US$ 10 bilhões, mais de 40 mil colaboradores e presença em cem países.

A inclusão da Avon em um portfólio que já conta com Natura, The Body Shop e Aesop amplia a capacidade de Natura &Co de atender seus diferentes perfis de clientes, em diversos canais de distribuição, expandindo sua atuação para novas regiões. Essas marcas icônicas compartilharão a paixão pela beleza e pelos relacionamentos com mais de 200 milhões de consumidoras em todo o mundo, por meio de consultoras e representantes, lojas de varejo, plataformas digitais e e-commerce.

A Avon e a Natura foram fundadas por pessoas movidas por propósitos, atendendo consumidores por meio de uma rede de microempreendedoras independentes, que atuam como embaixadoras das marcas e consultoras de beleza. A Avon, marca com tradição de mais de 130 anos, é a principal plataforma de vendas diretas de produtos de beleza no mundo. Com marcas fortes nas principais categorias do setor e posições competitivas em vários mercados, a empresa tem grande potencial de crescimento futuro.

Natura &Co espera que a combinação desses negócios resulte em sinergias estimadas entre US$ 150 milhões e US$ 250 milhões anuais que serão parcialmente reinvestidos para aumentar ainda mais sua presença nos canais digitais e mídias sociais, em pesquisa e desenvolvimento, iniciativas de marca e expansão da presença geográfica do grupo.

"Sempre olhamos para a Avon com respeito e admiração. A Natura nasceu da paixão pela beleza e pelas relações. A união de hoje cria uma força importante no segmento. A venda direta já era uma rede social antes mesmo de a palavra existir, e a chegada da tecnologia e da globalização apenas multiplicou as oportunidades de se conectar com os consumidores de maneira significativa. O modelo de negócios está evoluindo para a venda por relações e o poder da era digital permite que o grupo vá além de fornecer produtos e consultoria, ampliando o empoderamento das mulheres por meio da independência financeira e do aumento da autoestima. Acreditamos que os negócios podem ser uma força para o bem e, com a Avon, ampliaremos nossos esforços pioneiros para levar valor social, ambiental e econômico a uma rede em constante expansão", afirma Luiz Seabra, cofundador da Natura.

Segundo Roberto Marques, presidente executivo do Conselho de Natura &Co, "após as aquisições da Aesop em 2013 e da The Body Shop em 2017, Natura &Co está dando um passo decisivo para construir um grupo global, multimarca e multicanal, orientado por propósito. A Avon é uma empresa incrível, uma marca icônica, com colaboradores dedicados e mais de cinco milhões de Representantes que também acreditam no poder das relações. Juntos, aprimoraremos nossas crescentes capacidades digitais, nossa rede social de Consultoras e Representantes e alavancaremos nossa presença global de lojas e marcas diferenciadas, conectando e influenciando milhões de consumidores com diferentes perfis diariamente, tornando nosso grupo único, com uma plataforma formidável para o crescimento."

"Esta combinação é o começo de um novo e animador capítulo na história de 130 anos da Avon. É um testemunho do progresso de nossos esforços de transformação da empresa, e acreditamos que isso permitirá acelerar significativamente nossa estratégia e expandir ainda mais nossa operação para o canal online. No ano passado, iniciamos uma jornada para fortalecer a competitividade da Avon ao renovarmos nosso foco na Revendedora, simplificando nossas operações e modernizando e digitalizando nossa marca. Juntamente com a Natura, teremos acesso mais amplo à inovação e a um portfólio de produtos, uma plataforma digital e de comércio eletrônico mais forte, além de dados e ferramentas aprimorados para que as Representantes liderem o crescimento e aumentem a geração de valor para os acionistas. Além disso, com o apoi o da Natura, continuaremos a investir em tecnologia de ponta para aprimorar nossas capacidades digitais e a produtividade de nossas representantes. Tanto a Avon quanto a Natura são organizações orientadas por propósito, e a combinação nos permitirá melhor atender nossas milhões de representantes, alavancando a presença internacional da Avon com o mesmo forte comprometimento de melhorar a experiência e a renda da Revendedora", afirma Jan Zijderveld, CEO da Avon.

"Nosso foco tem sido melhorar a experiência de nossas Representantes, acelerar a expansão internacional, melhorar nossa estrutura de custos, aumentar a flexibilidade financeira e, em última instância, posicionar a empresa para crescimento e sucesso no longo prazo. O Conselho está comprometido em aumentar o valor para os acionistas e essa combinação com a Natura representa uma nova era de crescimento para a Avon. O Conselho da Avon está confiante que a Natura será uma parceira poderosa para a marca, ao mesmo tempo em que oferece mais escala, operações e oportunidades ampliadas para colaboradores e Representantes, além de tremendo potencial de ganho para acionistas de ambas as empresas. Temos a satisfação de apoiar essa combinação transformadora", reforça Chan Galbato, presidente do Conselho da Avon.

Como parte desta transação, foi criada uma nova holding brasileira, Natura Holding S.A. Com base na relação de troca fixa de 0,300 ação de Natura Holding para cada ação da Avon, os acionistas de Natura &Co ficarão com 76% da companhia combinada, enquanto os acionistas da Avon terão aproximadamente 24%. Com base no preço de fechamento da Natura não influenciado por rumores de mercado, em 21 de março de 2019, um dia antes da data em que foi divulgado Fato Relevante confirmando as negociações entre Avon e Natura, a transação representa um prêmio de 28% para os acionistas da Avon e implica um múltiplo Ebitda de 9,5 vezes, ou de 5,6 vezes, presumindo o impacto total das sinergias esperadas. Com base nos preços de fechamento de 21 de maio, a transação avalia o en terprise value da Avon em US$ 3,7 bilhões, e o grupo combinado em aproximadamente US$ 11 bilhões. Após o fechamento da transação, as ações de Natura Holding S.A. serão listadas na B3, com 55% do capital em circulação, além de ADRs listadas na NYSE. Os acionistas da Avon terão a opção de receber ADRs negociados na NYSE ou ações listadas na B3. Outras informações estão no Fato Relevante, que podem ser acessadas pelo https://natu.infoinvest.com.br/ptb/7085/19550_691987.pdf

Após a conclusão da aquisição, o Conselho de Administração da empresa combinada será composto por 13 membros, três dos quais serão designados pela Avon. A transação permanece sujeita às condições finais habituais, incluindo a aprovação tanto pelos acionistas da Natura quanto da Avon, assim como das autoridades antitruste no Brasil e outras jurisdições. A conclusão da operação é esperada para o início de 2020.

A Natura &Co foi assessorada por UBS Investment Bank e Morgan Stanley e Avon foi assessorada por Goldman Sachs. Os membros do Conselho de Administração da Avon também foram assessorados financeiramente por PJT Partners.

Quando a mente não desliga, o corpo (res)sente

Dados do ISMA-BR (International Stress Management Association), comprovam que a síndrome acomete 32% da população que tem sintomas de estresse

Estudo apontam que sintomas físicos de doenças sem aparente razão fisiológica têm fundo emocional. Segundo a Psicóloga e Coach e fundadora da Viva Desenvolvimento Humano, Marcia Ramires, a somatização aparece quando a mente já não sabe lidar com determinado conteúdo, dessa forma ela “joga” para o corpo um sinal, para representar o que está acontecendo e cada órgão afetado pela somatização representa simbolicamente o que está acontecendo.

No ambiente de trabalho, a somatização pode levar o profissional ao seu esgotamento máximo, a Síndrome de Burnout. Cobranças excessivas, assédio moral, metas radicais, relações interpessoais de péssima qualidade, falta de respeito e bom senso, e clima organizacional deficiente e sem motivação que podem levar o funcionário a ter sintomas de esgotamento físico e psicológico. E em alguns casos pode gerar sintomas depressivos, e até mesmo levar a depressão.

Dados do ISMA-BR (International Stress Management Association), comprovam que a síndrome acomete 32% da população que tem sintomas de estresse, e pode levar ao afastamento do trabalho, assim como causar úlceras, diabetes, aumento de colesterol, entre outros problemas de saúde.

“Geralmente as pessoas que sofrem dessa síndrome não se desligam da demanda de trabalho, mantendo a mente em estado de alerta constante e assim ficando exaustas. Tendem a ter um perfil perfeccionista e de autocobrança em demasia, abrem mão de lazer e ócio e deixam o estresse, preocupação e nervosismo tomarem conta. O que reflete em cansaço, desmotivação, e esgotamento extremo”, explica a coach, que também é psicóloga.

Os sintomas podem desencadear um estresse crônico, associados aos motivos citados. “Não expressar os sentimentos pode gerar fantasias exageradas e que são falsas diante da realidade nua e crua, sufocando os limites emocionais e então gerando sinais físicos”, argumenta.

A Síndrome de Burnout acontece quando o indivíduo não consegue lidar com os desafios do trabalho, que estão cada vez mais agressivos devido as necessidades do mercado, como por exemplo o enxugamento de quadro, em que uma pessoa atende a demanda de 3 pessoas.

As doenças refletem o estado mental das pessoas. Claro que todo processo é subjetivo e por isso é necessário contextualizar o que está acontecendo para interpretar e ajudar a pessoa. “A alergia, por exemplo, traz a simbologia sobre a sensação de que pessoas possam estar impedindo o crescimento profissional do indivíduo, que há alguma coisa emperrando seu andar. Como ela não sabe lidar com a situação, a mente manda informações através da alergia, como um alerta para ser visto e trabalhado. A cada momento que se nega os sinais, a situação vai piorando cada vez mais”, afirma a psicóloga e coach.

Segundo Marcia, há outros sintomas bastante sérios que podem advir do estresse em demasia dentro do trabalho e que precisam ser observados. “A ansiedade quando exagerada pode trazer sintomas como sudorese, falta de ar e taquicardia. É uma forma da mente pedir socorro”, reitera.

“Estudos mostram que quando um trauma emocional não é curado e o sistema corporal fica em constante estresse e de modo elevado, pode gerar uma menor função imunológica e incidências de doenças, como o câncer, que está também está associado a ressentimento e culpa. A mente pode e é capaz de produzir doenças em outros órgãos justamente porque o cérebro comanda todo o organismo através de mensageiros químicos”, acrescenta Marcia.

O que fazer

Para Márcia Ramires, todas as emoções existem por um propósito e a principal função delas é garantir a sobrevivência das pessoas diante de alguma variável externa, pode ser para se proteger ou para impulsionar a realização de algo. “A raiva, por exemplo, impulsiona a pessoa a fazer algo, seja construtivo ou destrutivo, mas também é uma forma de resposta à situações frustrantes, desejos e expectativas não respondidas. O primeiro passo então é entender que a raiva não é nem negativa nem positiva, mas sim, o que a pessoa fará com essa emoção é que irá gerar o que é bom ou mal. Quando ela é bem canalizada, pode ser propulsora de mudanças importantes. Caso contrário, pode gerar rancor, mágoas, estresse e comportamentos agressivos e até destrutivos”, enfatiza.

Aquele aperto no peito, sensação de vazio, sufocamento, inquietação, descontentamento e ansiedade é a angústia, que se manifesta como algo muito perturbador, pois é o excesso de questionamento sobre si mesmo, acompanhada de autocobranças e incertezas. “A angústia é um sinal interno que existe um conflito não resolvido e que está impedindo a pessoa de ter ações na vida. Então, quando ela aparecer, a pessoa precisa parar e refletir sobre o que ela significa. Como adverte a psicologia transpessoal, é melhor meditar na emoção para entender o que ela quer lhe dizer. Não empurre o que sente, caso não consiga lidar com ela só, procure ajuda, a psicoterapia ou a hipnoterapia são boas alternativas. Outra forma de saber lidar melhor com ela, é trabalhar sua Inteligência emocional”, aconselha Márcia.

Super Nosso inaugura sua 50ª loja

Nova loja tem novo projeto que reforça conceito gourmet

No dia 30 de maio o Super Nosso inaugura sua 50ª loja, localizada no Trevo Seis Pistas, região do Vila da Serra, em Nova Lima. Com foco em tornar a experiência de compra ainda mais agradável, o Grupo investiu aproximadamente R$ 6 milhões na nova unidade que tem área de 1.200 m² e um novo projeto arquitetônico pensado e desenvolvido pela arquiteta Beth Nejm, com gôndolas mais modernas e novo projeto luminotécnico.

“Estamos com ótimas expectativas com a nova unidade. É uma região nobre, com público exigente, e o que nos motiva é trabalhar para levar o máximo de qualidade em produtos e atendimento, mais qualidade de vida, conforto nas compras e o prazer de ter produtos fresquinhos por perto”, comenta Rafaela Nejm, diretora de marketing do grupo.


Seguindo o modelo das demais unidades, a loja do Vila da Serra no Seis Pistas vai contar com diversos serviços para garantir bons momentos gastronômicos e atendimento de alta qualidade. Serão 120 funcionários e mais de 370 produtos de produção própria na padaria; serviço de sommelier disponível para os clientes com mais de 700 rótulos; hortifruti com produtos selecionados e variedade de orgânicos; açougue gourmet com carnes premium e exóticas - como cordeiro, pato e jacaré - todas manipuladas e embaladas com atmosfera modificada na Indústria Super Nosso e com selo de Inspeção Federal. O destaque é para a linha Angus Super Nosso, com mais de 30 cortes de carnes com selo de certificação da Associação Brasileira de Angus.

Além disso, a loja terá mais de 200 rótulos de cervejas especiais e o já tradicional serviço de culinária japonesa. “A culinária japonesa de alta qualidade e frescor também é reconhecidamente um diferencial do Super Nosso. Tudo feito na hora pela equipe de sushiman, com peixes selecionados e receitas exclusivas, além de contar agora com a linha de pokes”, destaca a diretora.

Segundo ela, para garantir sabor e praticidade para os clientes, a unidade terá ainda produtos prontos, artesanais, como saladas, sanduíches, frango assado, antepastos e patês, pizzas e sorvetes de produção própria.

Sobre o Grupo Super Nosso

O Grupo Super Nosso possui 50 unidades em Belo Horizonte e região metropolitana. São 21 lojas Super Nosso, que é a rede de supermercados gourmet; 11 lojas de proximidade, lojas menores com foco em conveniência, com a bandeira Momento Super Nosso; um canal de vendas online do supermercado (o Super Nosso em Casa); 18 atacarejos com a marca Apoio Mineiro e o canal de vendas online do atacarejo (o Apoio Entrega).

Também integram o Grupo uma indústria, a Raro Alimentos, que manipula carnes e frios com SIF para atender às lojas do Grupo, e uma infraestrutura completa de panificação, que produz pães artesanais e alimentos prontos de marca própria para venda nas lojas. E as distribuidoras especializadas DecMinas e DaMinas, que atendem mais de 800 municípios mineiros. Ao todo, são mais de 8 mil funcionários trabalhando para atender com excelência e oferecer uma ótima experiência de compra. A empresa é uma das maiores do setor varejista em Minas Gerais e ocupa a 19ª posição no ranking nacional da Abras de maiores empresas supermercadistas no Brasil.

In Loco é eleita como uma das 100 Startups mais atraentes do Brasil

A In Loco, empresa de inteligência de dados de localização, entrou para o ranking seleto de 100 Startups to Watch. O ranking elege as empresas que apresentam perfil promissor em inovação e com potencial de transformar mercados, impactar consumidores e transformar indústrias. No funil técnico, as startups selecionadas foram avaliadas por 80 especialistas da EloGroup, Corp.vc e duas importantes publicações e negócios. Vale ressaltar que mais de 2,2 mil empresas participaram das avaliações.

A empresa é destaque na categoria de Marketing e Vendas, pois a In Loco é responsável pela criação de uma tecnologia de localização mais precisa do mercado e capaz de mapear a jornada do consumidor no mundo físico e impactar os consumidores com mensagens contextualizadas via smartphones, isso tudo respeitando a privacidade dos usuários, pois a empresa não coleta ou tem acesso a nenhum tipo de informação pessoal.

A In Loco é uma empresa que começou como um projeto na Universidade Federal de Recife (UFPE) e hoje está prestes a completar cinco anos no mercado. Já conquistou importantes prêmios como Caboré 2018 na categoria serviços de marketing e certificações como Great Place to Work 2019. Atualmente, a empresa possui operações em São Paulo, Recife, Rio de Janeiro, San Francisco (EUA) e conta com mais de 180 pessoas espalhadas nestas unidades.

“Para nós é muito gratificante receber mais um reconhecimento como este, mostramos que estamos no caminho certo. Desde o princípio da criação da In Loco, nosso objetivo é se tornar a plataforma da computação ubíqua e levar conveniência e praticidade para a vida das pessoas, isso tudo respeitando um direito inegável que é o da privacidade”, diz André Ferraz, CEO e cofundador da In Loco.

Sobre a In Loco

A In Loco é uma scale up proprietária de uma tecnologia de localização indoor única no mercado mundial e com compromisso inegociável com a privacidade do cidadão. Por meio de coleta e inteligência de dados de localização, mapeia a jornada do consumidor no mundo offline e usa smartphones para enviar mensagens contextualizadas para influenciar visitas à loja física e prover inteligência a donos de aplicativos. No entanto, a visão da empresa é muito maior: ser a plataforma de tecnologia da era da computação ubíqua. Fundada em 2014, a In Loco processa mais de 16 terabytes de dados de localização por dia, tem uma audiência de 60 milhões de consumidores e possui um time de 180 pessoas distribuídas nos escritórios de Recife, São Paulo, Rio de Janeiro e São Francisco (USA).

Se o presente é digital, o futuro é analítico

Peguei emprestada essa frase dita pelo Marco Bebiano, Diretor de Desenvolvimento de Negócios com Agências do Google Brasil, durante o evento ProXXima 2019. Confesso que só comecei a me envolver mais com analytics há pouco tempo, pois na área de Comunicação Corporativa e Branding ainda não existe muito a cultura de usar estratégias data-driven.

Tiro o chapéu para os profissionais de Marketing e Vendas, que souberam evoluir da antiga "inteligência de mercado" para business insights baseados em big data em tempo real. Entre os exemplos estão a mídia programática, que se planeja sozinha de forma responsiva, campanhas automatizadas com machine learning e anúncios, o retargeting do e-commerce e o acompanhamento em tempo real da performance nas mídias.

A área de comunicação corporativa (e branding) tem trabalhado basicamente em duas frentes: pesquisas robustas a cada um ou dois anos sobre reputação/imagem da marca, às vezes incluindo brand valuation, como é o caso de Interbrand, Kantar Millward Brown ou Reputation Institute - que inclusive produzem rankings anuais; e monitoramento permanente das mídias sociais, usando text analytics e inteligência artificial, em ferramentas como Google Analytics e pesquisa do sentimento dos usuários a partir de palavras-chave, como faz o GPETEC.

Os bots-sentinela (texto ou voz) rastreiam tudo que as pessoas comentam sobre uma marca a partir de uma coleção de palavras e expressões pré-determinadas, e disparam uma resposta-padrão que convida à interação. Assim, se um cliente fala "produto defeituoso", "insatisfeito" ou "Procon" no Facebook, por exemplo, a empresa manda uma mensagem inbox pedindo para ele explicar o que houve. Ou se o ex-hóspede de um hotel faz um elogio ou menciona o destino, recebe um agradecimento e uma oferta promocional, como o Elife Group implantou para seu cliente Enotel Hotels & Resorts. É um ótimo jeito de mapear crises em formação ou oportunidades de negócio.

Entretanto, a "caixa preta" do brand analytics ainda são os indicadores ligados ao brand equity. Estamos falando de entender se e como cada iniciativa da marca impacta o capital reputacional, que por sua vez gera o nível de atratividade da organização para os investidores, talentos, clientes e fornecedores. Nas minhas andanças por empresas que vão de mega-corporações a unicórnios, tenho encontrado situações bem interessantes para ilustrar essa relação que permanece ainda pouco explorada.

Por exemplo, um dos mais cobiçados e maiores bancos de varejo do país precisa saber o quanto o descontentamento com seu app derruba seus indicadores de Admiração, Inovação e Liderança. Uma gigantesca e tradicional marca de alimentos, que pouco sofre variações nas crises devido ao seu sólido capital reputacional, quer descobrir quais submarcas do seu portfólio, apesar de venderem bem, pouco agregam para o valor da marca, e portanto merecem esforços residuais de marketing e comunicação. Será que uma importante empresa de higiene e cosméticos deveria aproveitar a força da sua divisão de saúde para turbinar sua percepção de Inovação e Liderança? Ou essa divisão deveria adotar o sobrenome da marca-mãe para ganhar Confiança e reforçar Diferenciação? Uma empresa com grande tradição e expertise no seu setor, envolvida em escândalos de corrupção, passou por um grande re-branding, mas como de fato ficaram as percepções de Integridade, Confiança, Autenticidade, Advocacy e até Empregabilidade (atração de talentos) - será que os esforços serão suficientes para convencer o público, e quais deles estão trazendo resultados efetivos?

Patricia Galante de Sá
Muitas vezes os dados mostram coisas completamente contra-intuitivas. Pesquisas do GroupCaliber com clientes na Europa mostraram que a marca menos admirada de um certo setor é a dona da mais admirada! - um dado que pode desdobrar várias decisões estratégicas importantes. Ou descobriu que jovens de 18-24 anos da dita "geração saúde" gostam mais da marca centenária de refrigerantes do que os clientes 60+ que ajudaram a consolidá-la no mercado. Quando os dados mostram dois grandes varejistas virtualmente empatados no KPI de Força da Marca (Trust & Like) e se percebe que um deles tem o indicador de Sustentabilidade bem mais alto que o outro, está aí uma oportunidade de alavancagem para o branding dessa empresa!

O monitoramento de mídias digitais não é suficiente para fazer essas correlações mais estratégicas e ligadas aos ativos intangíveis (brand equity), embora acoplar as duas coisas seja o ideal. As pesquisas de branding pontuais e com grandes intervalos de tempo ficam rapidamente obsoletas.

Só nos quatro primeiros meses de 2019 já houve 10 casos no Brasil de grandes marcas enfrentando fake news, acidentes, escândalos e campanhas de comunicação desastrosas. Será que elas sabem a extensão do estrago na sua reputação? Pesquisar Net Promoter Score (recomendação/detração) está muito longe de ser suficiente. Para entender a complexidade envolvida, pense que, durante anos, a Gol, que comprou a finada Varig, manteve esta marca viva porque o seu capital afetivo e reputacional era maior do que o dela mesma! Que na fusão do Itaú com o Unibanco prevaleceu a primeira, pois suas percepções junto ao público em geral eram mais robustas, mas o Unibanco foi mantido na razão social porque agregava em reputação. Que apesar de ser do mesmo grupo da Odebrecht, a força da marca Braskem se manteve alta, devido ao seu estoque reputacional, especialmente ligado ao plástico verde (sustentabilidade) e sua capacidade de inovação.

Moral da história:


  • Os analytics vieram para ficar e vão direcionar todas as estratégias das organizações no futuro (clientes, agências, mídia). Acabou o romantismo dos profissionais que gerenciam com base principalmente em criatividade e intuição.
  • Quanto mais atuais os dados, mais ágeis e melhores as decisões. O contexto muda inesperadamente e os dados ficam rapidamente obsoletos. O planejamento fica cada dia mais fluido em resposta aos analytics.
  • Dados sem reverter em estratégia não servem para nada, são só poluição mental e não insights.
  • Se você trabalha com comunicação e branding, não tenha medo dos analytics, eles são mais fáceis de interpretar do que parece; é pura falta de intimidade.
  • Dados revelam coisas incríveis e por vezes na contramão do senso comum, gerando grandes oportunidades de negócio e correções de rumo.
  • Saiba andar com suas próprias pernas e eduque a sua equipe; não dependa das interpretações e recomendações de terceiros. Empodere-se.



Artigo escrito po Patricia Galante de Sá, especialista em reputação corporativa, branding e sustentabilidade, tendo atuado por mais de 25 anos junto a marcas como Natura, Disney, Sheraton, Louis Vuitton, LATAM e Monsanto. Atualmente associada da consultoria RegeNarrativa e da startup de analytics GroupCaliber, é professora de Branding, Marketing, Sustentabilidade, Ética, Gestão de Serviços e Comportamento do Consumidor na IBE Conveniada FGV, e autora de livros nas áreas de comunicação corporativa, sustentabilidade e inovação. É Relações Públicas, Mestre em Administração pela FGV e formada em Economia para Transição pelo Schumacher College/UK.

terça-feira, 21 de maio de 2019

Brasileirinho Delivery promove sua 2ª Convenção de Franqueados

Franquia reúne franqueados e importantes nomes do mercado em hotel no Rio de Janeiro

O encontro anual de franqueados tem por objetivo proporcionar a troca de experiências técnicas, profissionais, pessoais e o mútuo aprendizado entre franqueados e franqueadora buscando assim, manter um engajamento e sintonia para que todos caminhem no mesmo ritmo. Os resultados geralmente são certeiros, e todos (franqueados e franqueadora) ganham com isso.



Na busca por esse feito, o Brasileirinho Delivery (franquia especializada em comida popular brasileira), promove sua 2ª Convenção de Franqueados no Novotel Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro e reúne grande parte dos seus 90 franqueados.

O encontro que irá até o dia 23, apresentará a todos os franqueados os resultados, evolução e melhorias conquistadas em 2018 e 2019. As novidades e o planejamento já traçados para este segundo semestre e 2020, também serão pautados. Além, é claro, de conteúdos relevantes que agregam o negócio como um todo. De acordo com Jhonathan Ferreira, sócio-presidente do Brasileirinho, nada passará despercebido. “Falaremos sobre todos os assuntos que permeiam nosso negócio: expansão, implantação, arquitetura, consultoria, marketing, marketing digital, vendas, financeiro e tendências de mercado de alimentação”, explica.

Experiência dos grandes

O evento reunirá grandes nomes do cenário empresarial com o objetivo de transferir know-how para os presentes. Entre os convidados: Maurício Galhardo da FF Cube (empresa de consultoria empresarial e de franchising /varejo), no qual dará um treinamento sobre Gestão Financeira; Ciro Bottini (apresentador de televisão, palestrante, locutor, empresário, especialista em comunicação aplicada em vendas e notório por ser o vendedor oficial do canal de TV Shoptime, além de ser um dos maiores nomes em vendas do Brasil) abordará o assunto “vendas” com a palestra: "Vender... vender... vender...", e também o Victor Magnani - Public Affairs & sustainability do IFood, em que falará sobre o cenário de inovação no delivery.

Este último é visto como extrema importância na rede, já que o delivery é um dos grandes diferenciais da marca. O Brasileirinho Delivery já nasceu essa proposta, e por esse motivo, a carrega em seu nome. Recentemente, a inserção da marca na plataforma do Ifood e o desenvolvimento de um APP próprio, promoveram uma grande demanda de desenvolvimento potencializando as cifras, fidelizando clientes, e conquistando muitos outros.

E assim como o Ifood, outros grandes parceiros também estarão presentes nesses dias, como a McCain e a Coca-Cola. A estes, um bate-papo sobre o case de sucesso e a construção da marca para incentivar os franqueados.

“A Convenção é um momento de conexão e encontro de profissionais com diferentes experiências de campo, o que a torna uma oportunidade única para gerar networking e comprometimento. Além disso, as palestras servem como grande incentivo, tirando os franqueados da nossa zona de conforto, e os renovando com ideias e muita disposição para um novo recomeço”, comenta o empresário.

Avaliado como um momento extremamente ímpar, Jhonathan acredita que toda essa troca de informações contribuirá muito para a evolução do negócio em um contexto geral. Por isso ele reforça: “Acreditamos fielmente que essa convenção trará maior engajamento e compromisso por parte dos franqueados em fazer com que a marca se solidifique ainda mais no mercado nacional e seja reconhecida como a principal opção de refeição dos brasileiros”, finaliza.

Sobre o Brasileirinho Delivery

Criado em 2013, o Brasileirinho Delivery é uma empresa que oferece comida típica brasileira no box. Inserida no franchising em 2014, a marca conta com mais de 100 unidades (distribuídas pelo Brasil) e caiu no gosto do brasileiro ao proporcionar uma experiência inusitada pela forma de apresentação do alimento agregada ao delicioso e surpreendente sabor que é enaltecido pela utilização de produtos frescos e de qualidade. Com dois modelos de negócios: Express, modalidade que comporta o formato delivery, e a franquia Full, no qual proporciona uma área para o cliente se alimentar no local, o Brasileirinho exige investimento de R$130 mil e R$150 mil, respectivamente. No cardápio, são mais de 30 sabores entre opções tradicionais, massas, premium, saudáveis e veganas.

Bancos private label são tendência para empresas que buscam cortar custos e expandir produtos

Por meio de plataformas customizáveis, companhias de outros setores vão começar a oferecer serviços bancários

Na esteira da popularização dos bancos digitais, a tendência é que empresas de outras áreas também passem a oferecer serviços como conta corrente, transações e cartões de débito e crédito. A avaliação é de Alex Silva, consultor especializado em finanças on-line. Ele aponta que o modelo de private label banking é atrativo tanto para companhias que desejam reduzir custos e criar uma infraestrutura própria para que seus funcionários recebam e controlem o salário, quanto para aquelas que buscam explorar um mercado ainda muito concentrado no país.


“Hoje qualquer companhia pode ter um banco”, diz Alex, ao fazer uma analogia com a evolução dos e-commerces para ilustrar a evolução que permitiu esse cenário. Uma década atrás, quem criava uma loja virtual precisava desenvolver toda a plataforma do zero. Atualmente, diversos serviços permitem customizá-la de maneira simples, a partir de templates que já estão prontos – o que permite o acesso a negócios do tipo mesmo para empreendedores que não dominam o know-how tecnológico. “Da mesma forma, temos soluções que oferecem uma infraestrutura bancária que pode ser adaptada para determinada marca”, explica.

Do ponto de vista prático, uma das maiores vantagens é a redução dos custos bancários. Para um negócio com mil funcionários, por exemplo, o consultor estima que a economia pode chegar a 70% ao substituir uma instituição tradicional para depositar o salário da equipe por contas geridas pela própria companhia. Os empregados também saem ganhando, com tarifas mais baratas e serviços como DOC e TED com custos menores, por exemplo.

Modelo em prática

Circunscrito ao mercado financeiro, o modelo de private label já é uma realidade. Nos Estados Unidos, uma empresa chamada Bancorp é responsável pelo backend de diversos bancos digitais, ou seja, marcas que customizaram uma plataforma que já estava pronta. Alex Silva aposta que este movimento deve escapar do cercado das fintechs.

“A tecnologia existe e já está bem próxima de nós. Além disso, a partir do momento que crio algo do tipo para meus colaboradores e funciona, porque não abrir para o mercado?”, questiona. Claro, há a dificuldade em competir em um setor extremamente fechado, mas o próprio surgimento dos bancos digitais mostra o quanto o público está carente de novos serviços financeiros.

Em alguns casos, é possível usar uma marca forte para catapultar essa nova frente de trabalho. O Corinthians, por exemplo, lançou um cartão pré-pago atrelado a uma conta digital por meio da plataforma ViViPAY. É uma mostra de como o Brasil segue a tendência, segundo Alex, que trabalha atualmente num projeto de private label para uma rede varejista.

A médio prazo, ele vê, inclusive, perspectivas de integração com outros produtos financeiros que nasceram na internet. “Você pode ter uma tecnologia blockchain dentro do sistema, o que permitiria fazer transações com criptomoedas direto do banco e até receber um salário em Bitcoins. Seria muito interessante”, aponta.

Rei do Mate firma parceria com Mercado Pago para pagamento instantâneo com Código QR

Clientes que utilizarem o método de pagamento com celular, além da comodidade e agilidade, receberão benefícios e descontos

A rede de franquias Rei do Mate firma parceria com o Mercado Pago - fintech do Mercado Livre -, com o objetivo de oferecer aos seus clientes um método de pagamento rápido, cômodo e inovador, via Código QR. Ao consumirem os produtos em uma das unidades da rede, o cliente poderá realizar o processo de pagamento através de qualquer celular, basta apontar a câmera para o código disponibilizado pela loja via o aplicativo do Mercado Pago ou Mercado Livre. As transações ocorrem a partir da conta digital Mercado Pago, gratuita e que permite pagamento com saldo em conta ou cartões de crédito cadastrados.



Além de toda a comodidade e agilidade, ao utilizarem o método de pagamento os consumidores receberão descontos exclusivos no valor de R$ 5,00, até 4 vezes ao mês, para compras a partir de R$ 6,00 nas 300 lojas da rede espalhadas por todo o Brasil, nos próximos meses.

“Como uma das maiores redes de franquia de alimentação do País entendemos que precisamos nos manter em constante inovação, para estarmos alinhados às necessidades da nossa clientela. O tempo, mais do que nunca, é um bem muito precioso. Por isso optamos por essa parceria que alia a agilidade na forma de pagamento à uma ferramenta desenvolvida por uma empresa que já está consolidada nesse mercado”, conta Antonio Carlos Nasraui, Diretor comercial e de marketing do Rei do Mate.

Sobre o Rei do Mate

O Rei do Mate foi fundado em 1978, pelo empresário Kalil Nasraui. A primeira loja, inaugurada na famosa esquina paulista das Avenidas Ipiranga e São João – com apenas 20 m2, conquistou seus primeiros consumidores com uma receita de chá própria, consumida pura ou com leite, limão, caju e maracujá. Foi sucesso na década de 1980, se tornando um ponto tradicional do Centro Paulistano. Por mais de 10 anos, o Rei do Mate manteve 7 lojas próprias, todas em São Paulo, mudando o hábito de consumo de chá dos paulistanos. A entrada da segunda geração da família na empresa, em 1991, estruturou o negócio para que fosse multiplicado como franquia. Foram desenvolvidos novos produtos, novas combinações da bebida – que hoje chega a mais de 100 – e o café e o pão de queijo foram incorporados ao seu cardápio. Hoje, a rede Rei do Mate conta com 300 lojas instaladas em 17 Estados. Com 40 anos de fundação e completando 27 anos de franchising, atualmente, é a maior rede de Casa de mate do País e é considerada também uma das maiores e mais renomadas cafeterias no formato franchising, tendo recebido o Prêmio Melhores Franquias do Brasil, 1º lugar entre as redes de cafeterias do País. Somando a isso, foi contemplada com 5 estrelas entre as 74 melhores redes de 2018/19 – premiação concedida pela Pequenas Empresas & Grandes Negócios, além de receber durante 21 anos consecutivos o Selo Ouro da ABF (Associação Brasileira de Franchising). Por ano, a rede realiza cerca de 20 milhões de atendimentos em suas unidades.