quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Franqueador deve estabelecer critérios sólidos para selecionar franqueados e, assim, garantir o sucesso esperado para 2010

Franqueador deve estabelecer critérios sólidos para selecionar franqueados e, assim, garantir o sucesso esperado para 2010
Advogada especializada em relacionamento de redes varejistas e franqueadoras, Melitha Novoa Prado alerta para a importância de avaliar o perfil psicológico do candidato a franqueado – por meio de testes profissionais – antes mesmo de analisar sua situação financeira para adquirir a franquia

Muito mais do que a quantidade, a franquia deve prezar pela qualidade de seu negócio. O aumento significativo do número de unidades ou do montante do faturamento só ocorre se for precedido de análise qualitativa de cada empresário que levará a marca da franquia à sua região ou área de atuação. Em 2010 – ano que promete crescimento ainda maior de pessoas que desejam montar um negócio próprio – franqueador e franqueado só terão sucesso se estiverem preparados psicológica e emocionalmente para a empreitada. Afinal, o retorno do investimento só virá com a adequada atuação de ambos.

A maior procura por franquias de todos os segmentos em períodos pós-crise, como o atual, exige que o franqueador tenha responsabilidade ao aplicar as ferramentas disponíveis nos seus processos de seleção, com critérios e cuidados bem planejados. Não há especificações na Lei de Franquias (8.955/94) que determine qualquer critério para a seleção, por isso é importante o planejamento adequado de cada empresa em seu respectivo segmento. “Na ânsia de abraçar todas as oportunidades de vendas, o franqueador acaba deixando algumas lacunas que, certamente serão refletidas negativamente no futuro através de desavenças e conflitos. É comprovadamente importante, e possui um valor realmente muito significativo, a análise do perfil psicológico e empresarial do potencial franqueado”, alerta Melitha Novoa Prado, advogada especializada em relacionamento de redes.

A advogada constata, em sua experiência de mais de 20 anos com franquias, que o franqueado “dança conforme a música”, restringindo-se a seguir as regras estabelecidas pelo franqueador. Por isso, a formatação dessas normas e dos critérios do processo de seleção deve ser bastante cuidadosa e detalhada. “Se os indicadores para avaliação forem superficiais ou genéricos, o franqueado não terá o devido discernimento e conhecimento sobre o sistema e o contexto nos quais deverá atuar, e nem terá condições de avaliar a sua real adequação a eles”, observa.

Na avaliação de Melitha, esse papel é do franqueador. É ele quem deve estruturar seu processo de seleção com critérios mínimos necessários, e definir ponto a ponto as regras de atuação do empreendedor, como forma de evitar problemas futuros – muitas vezes, irremediáveis – e garantir um prolongado e saudável relacionamento.

Para a advogada, o processo de seleção adequado deve especificar o perfil empresarial desejado, além de aspectos técnicos e, mais do que isso, o perfil psicológico e emocional do investidor. “A franquia deve contar com o trabalho de psicólogo ou consultoria especializada, para conduzir testes psicológicos específicos que avaliem se o candidato a franqueado tem facilidade em se relacionar com clientes e subordinados, trabalhando em equipe e, principalmente, se tem maturidade e equilíbrio emocional para lidar com adversidades que possam surgir”, opina.

Melitha recomenda criatividade e diversidade na hora de escolher os recursos para essa seleção, que abrangem desde ferramentas de recursos humanos, entrevistas, avaliações, até grafologia e mapa-astral, que devem ser conduzidas em etapas. Sugere, ainda, que a franquia promova palestras de apresentação detalhada e transparente da marca para potenciais franqueados, conduzidas por diferentes gestores. “Nessas reuniões também será possível analisar a desenvoltura do candidato. Outra boa estratégia é realizar ‘test-drives’, colocando-o nas lojas para analisar seu comportamento”, orienta.

Para Melitha, a empresa deve oferecer em seu site o maior número possível de informações sobre seu perfil, de maneira a atrair o empresário mais adequado. O franqueador deve ter claro que o objetivo primordial não é “encantar” o franqueado, mas conquistá-lo, apresentando com a máxima transparência detalhes determinantes da nova parceria, incluindo estimativas com números reais sobre receita e lucros, e a eventual necessidade de dedicação exclusiva e de trabalho nos fins de semana. “Essa consciência e atitudes contribuem para reduzir significativamente o risco de ingresso de franqueados em desacordo com a rede, garantindo assim o retorno de investimento e descartando possíveis frustrações para ambas as partes”, salienta.

A advogada ressalta que disciplina e contratos são importantes, porém não são a única base da relação: “A saúde de uma rede de franquia é baseada principalmente em mútua honestidade, satisfação, prazer, comprometimento e realização pessoal. Por isso, como em qualquer outro relacionamento, todo cuidado e investigação são necessários para atenuar controvérsias indesejáveis”, recomenda.

Resultados do IBGE ampliam o otimismo para o final do ano, afirma Fecomercio

Resultados do IBGE ampliam o otimismo para o final do ano, afirma Fecomercio
Os dados relativos ao desempenho do varejo em outubro, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), confirmam as apostas da Fecomercio em um Natal bastante positivo. “Nossas projeções são de crescimento de 10% a 12% no faturamento do varejo em dezembro deste ano, comparado ao mesmo período do ano passado, e levam em conta uma aceleração dos resultados nos últimos meses, o mesmo fenômeno que vem sendo observado na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE”, afirma Abram Szajman, presidente da Fecomercio.

Segundo a pesquisa do IBGE, em outubro, o Varejo Ampliado cresceu mais de 11% em relação ao ano passado, sendo que as taxas de crescimento anteriores foram mais modestas. Essa perspectiva de aceleração é compartilhada pela Fecomercio que, não somente já captou isso nos seus dados até outubro como projeta essa tendência para os dois últimos meses de 2009 e mesmo para 2010.

Os destaques de desempenho neste final de ano, tanto para a Fecomercio quanto para o IBGE, devem ser os Supermercados, Farmácias e Eletroeletrônicos. Sendo que este último segmento está se recuperando após um ano bastante fraco.

Para a Fecomercio, o resultado do Natal é um bom indicador de como as vendas deverão ser no ano que vem. Se em 2008 o Natal mais fraco antecipou um início de ano complicado para o consumo, em 2010 o início será muito bom, na esteira de uma ampliação significativa do consumo das famílias neste final de ano. Segundo análise do IBGE as expectativas são as mesmas: o final de ano aquecido incida uma boa performance para o varejo em 2010.

Brasileiros vão comprar mais com pré-datados neste Natal

Brasileiros vão comprar mais com pré-datados neste Natal
TeleCheque prevê alta nos cheques honrados

Segundo a TeleCheque, empresa especializada em verificação de crédito em compras com cheques, a previsão do índice de cheques honrados para o mês de dezembro pode chegar a 97,85%. Em novembro, de acordo com pesquisa da empresa, o total de honrados foi de 97,66%, uma expansão de 0,90% frente ao mesmo período de 2008. Por outro lado, a pesquisa desse mês mostrou uma pequena queda (0,10%) de outubro para novembro. "Essa oscilação é considerada normal e não trará grandes impactos. Eventualmente, o consumidor acaba gastando mais com itens não programados, e isso se reflete levemente no índice", explica José Antônio Praxedes Neto, vice-presidente da TeleCheque.

Com a economia aquecida, os brasileiros têm aproveitado o final de ano para fazer as compras de Natal. "Em dezembro de 2008 os brasileiros sofreram com a crise financeira e as compras do Natal foram mais tímidas, com valores de compras mais baixos que o padrão. Tiveram que cortar os gastos, seus ganhos diminuíram e isso impactou no consumo. Porém, com o final da retração, eles retomaram o poder de crédito e estão mais amadurecidos quanto a assumir compromissos com suas dívidas, respeitando seus limites na hora da compra", explica Praxedes.

Com a constante evolução positiva do índice de cheques honrados e para garantir que o lojista lucre mais e os clientes fechem o ano com saldo positivo, a TeleCheque incentiva os parcelamentos e promoções com cheques. "O final do ano é o momento em que se gasta mais com itens de maior valor e com presentes para toda a família e amigos, logo, a melhor opção para o lojista efetuar vendas e evitar a inadimplência é estender os prazos de pagamento. Com isso, ele garante a receita, ja que o cenário para os próximos 6 a 12 meses é de estabilidade, e ainda fideliza o cliente", resume o vice-presidente.

Em novembro, no ranking por Estado, a liderança dos emitentes de cheques honrados ficou com o Rio Grande do Norte (98,65%), um aumento de 0,07% e uma posição na tabela, quando comparado a setembro. Na segunda colocação, com seis posições a mais, está o Estado de São Paulo com 98,21%, seguido de Minas Gerais (98,15%), Sergipe (98,10%), Goiás (98,03%) e Rio de Janeiro (98,03%).

Vale ressaltar que os critérios de pesquisa da TeleCheque levam em conta os valores em reais das transações com cheques - e não a quantidade de folhas de cheques emitidas - metodologia considerada mais adequada à realidade e às necessidades do varejo.

Perfumaria Kay Francis abre sua primeira filial na Barra e aposta em tratamentos estéticos dentro da loja para atrair clientes

Perfumaria Kay Francis abre sua primeira filial na Barra e aposta em tratamentos estéticos dentro da loja para atrair clientes
A primeira filial da Perfumaria Kay Francis na Barra foi inaugurada na primeira quinzena de dezembro no Via Parque Shopping. A marca, que já tem duas lojas no Rio, promete ser um diferencial no conceito de perfumaria. Além de vender produtos nacionais e importados, oferece também serviço. Dentro do espaço funcionará um centro de estética, com tratamentos corporais como massagens, reduções de medidas, peelings, depilação a laser, carboxiterapia.

De acordo com a proprietária, Kay Francis, a idéia é oferecer ao cliente não só produtos, como também bem-estar. “Quem compra perfume, normalmente já tem sua loja de preferência. Buscamos um diferencial para levar o cliente para a nossa”, completa. Dos produtos vendidos na loja, estão marcas nacionais e internacionais, entre elas Yves Sant Laurent, Christian Dior e Ralph Lauren.

A escolha de um shopping como ponto de venda foi fundamental para a sua decisão. No caso do Via Parque o que mais atraiu Kay, foi a fase de crescimento do shopping, que atualmente está trazendo novos lojistas, investindo em marcas de qualidade e buscando novos públicos. “Vejo que hoje em dia o Via Parque está promovendo ações mais incisivas para atrair novos consumidores e por isso acredito que este seja um bom momento para abrir uma loja de perfumes, cujo público é bastante seletivo”, afirma.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Sera ? Pão de Açúcar agora interessado agora na Insinuante ?

Sera ? Pão de Açúcar agora interessado agora na Insinuante ?
Ola a todos.

Notícia que saiu hoje pela manha no Blue Bus:

"Pão de Açúcar agora pensa na Insinuante e suas 250 lojas no Nordeste
Nota na coluna do Ancelmo Gois hoje no Globo diz que Abilio Diniz (Pao de Açucar), recém saído da compra das Casas Bahia, mostrou interesse pela Insinuante, rede com 250 lojas no Nordeste."

Com mais de 50% da produção de grandes indústrias veiculadas à união do GPD com a Casas Bahia, será possível ainda uma maior ampliação ? O que será das grandes industrias nesse sentido ? E os demais players do mercado, será que ainda conseguirão ser competitivos ?

Acredito que num futuro pode até mesmo ocorrer uma compra como essa, mas nesse momento, acredito mais que estejam aproveitando a onda para aumentar o barulho no mercado, valorizar a marca, valorizar as ações do grupo, etc...

Mas como até pouco tempo atrás ninguém acreditaria numa compra como a que ocorreu, o que dizer do futuro próximo ?

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.com.br

Caixa lança linha de crédito de R$ 1 bi para material de construção

Caixa lança linha de crédito de R$ 1 bi para material de construção
As lojas de materiais de construção vão oferecer financiamentos de até R$ 10 mil, com pagamento em até 24 meses.

A nova linha de crédito, o Crediário Caixa Fácil, foi lançada pela Caixa Econômica Federal nesta segunda-feira (14) e conta com recursos que podem atingir R$ 1 bilhão.

Com o crédito, os consumidores poderão escolher a data de vencimento da primeira prestação em até 59 dias após a contratação. O pagamento pode ser feito via boleto bancário ou débito em conta corrente. As taxas de juros do crediário são prefixadas e flexíveis.Baixa renda"Nosso objetivo é expandir o volume e concessão de crédito no segmento, atendendo as necessidades do público de menor renda, com taxas bastante competitivas", disse o vice-presidente de Pessoa Física da CEF, Fábio Lenza.

Mais de 100 lojas em todo o Brasil já estão em processo de contratação com a CEF. Como o crédito será concedido diretamente na loja, cada varejista atuará como correspondente do Caixa Aqui.O crediário Caixa Fácil já oferece crédito para compra de bens de consumo, como eletrodomésticos, eletrônicos, móveis, TV e vídeo e pacotes turísticos.

Fonte: InfoMoney

DIA Comunicação cria campanha de verão para a Drogaria São Paulo

Os enxovais temáticos ficarão nas lojas até o final de janeiro

A agência DIA Comunicação, especializada em Branding, Ponto de Venda e Embalagens, assina a criação das peças da campanha de verão da Drogaria São Paulo. Foram desenvolvidos tags para colocação de preços e móbiles para decoração aérea no interior das lojas.

Ao todo, 250 lojas da rede de drogarias receberam a nova ambientação, que deve permanecer nas lojas até o final de janeiro. A agência criou a arte e o conceito das peças.

O projeto foi desenvolvido para destacar os principais produtos relacionados ao verão, como protetores solares, bronzeadores, hidratantes e shampoos.

"Isso porque, hoje em dia, as farmácias tornaram-se um dos principais canais de compra dos consumidores de produtos relacionados à higiene, beleza e cuidados pessoais", afirma Leonardo Lanzetta, sócio e diretor-executivo da DIA Comunicação.

Sobre a DIA Comunicação:Fundada em 1974, a DIA Comunicação é uma agência de ponto de venda, branding, e embalagens. A empresa possui unidades em São Paulo e no Rio de Janeiro, além de um núcleo de atendimento em Fortaleza. Com metodologias específicas e mais de 70 profissionais, a empresa reúne inteligência, criatividade e inovação. Entre os clientes atendidos, estão todas as marcas de refrigerantes da Coca-Cola, o Grupo Santander Brasil, a Drogaria São Paulo, Ampla, Coelce, Galderma, Revlon, Infoglobo, entre outros.

Sobre a Drogaria São Paulo:Com 66 anos de atuação, a Drogaria São Paulo é líder no mercado de drogarias de São Paulo, com mais de 240 unidades distribuídas em cerca de 50 municípios. Foi pioneira na implantação de farmácias 24 horas no Brasil e, hoje, cerca de 5 milhões de pessoas são atendidas em suas lojas mensalmente.

Super, Hipermercados, Alimentos, Bebidas e Fumo crescem 12,2% e alavancam alta de 8,4% nas vendas do varejo em outubro

Super, Hipermercados, Alimentos, Bebidas e Fumo crescem 12,2% e alavancam alta de 8,4% nas vendas do varejo em outubro
GS&MD - Gouvêa de Souza analisa o desempenho do varejo e aponta ainda: Setor de automóveis cresce 20% e leva varejo ampliado a uma alta de 11,2%

As vendas do varejo brasileiro tiveram em outubro uma expansão de 8,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com números divulgados nesta manhã pelo IBGE. Como tem ocorrido nos últimos meses, o segmento de Hiper, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo impulsionou o desempenho total do varejo, com uma forte alta de 12,2% nas vendas. O setor vem crescendo consistentemente acima da média geral, por conta do aumento da massa salarial da população e da baixa inflação. ”Esse desempenho deverá continuar no período de Natal”, afirma Luiz Goes, sócio sênior e diretor da GS&MD - Gouvêa de Souza. A expectativa é que o setor feche 2009 com o melhor desempenho de sua história, acima dos 7,6% ocorridos em 2006.


Enquanto o varejo brasileiro acelera sua expansão (em agosto e setembro o crescimento foi de 4,8% e 5,1%, respectivamente), nas principais economias do mundo os resultados ainda são negativos: nos Estados Unidos, o varejo teve queda de 3,18% em outubro e de 7,35% no acumulado do ano em relação ao mesmo período de 2008, excluindo automóveis; já na zona do euro, o recuo foi de 2,4% no mês e de 1,8% no acumulado do ano, também na comparação com período equivalente de 2008.


No mercado brasileiro, as vendas de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria avançaram 11,3% em outubro, um ritmo superior aos 8,2% de setembro. Com isso, o setor acumula no ano uma expansão de 11,8% e é o de melhor desempenho entre todas as categorias do varejo brasileiro. O setor de Equipamentos e Materiais para Escritório, Informática e Comunicação, categoria que inclui celulares e computadores e vem sendo nos últimos anos um dos segmentos de maior crescimento, acumula no ano uma alta de 11,3%, tendo crescido 6,7% em outubro. “A base de comparação é muito forte, mas mesmo assim o setor vem apresentando um crescimento consistente”, comenta Goes.


Entre os segmentos mais dependentes de crédito, os números de outubro também são animadores. Em Móveis e eletrodomésticos, as vendas cresceram 3,5%, no quarto mês consecutivo de alta nas vendas. “Embora no acumulado do ano o resultado seja ainda negativo em 0,7%, com a continuidade da redução do IPI para os produtos com baixo consumo de energia, o setor deverá fechar 2009 com um pequeno crescimento em relação a 2009, compensando o forte desaquecimento ocorrido no primeiro trimestre”, explica Goes.


No varejo ampliado, as vendas cresceram 11,2% na comparação anual, levando o acumulado de 2009 a uma expansão de 5,1% em relação aos primeiros dez meses do ano passado. O setor de Veículos e motos, partes e peças teve em outubro um crescimento de 20,0%, devido principalmente à base de comparação fraca. Um ano atrás, o setor automotivo foi o primeiro a sucumbir aos efeitos da crise financeira global, com o corte do crédito ao setor, derrubando as vendas. Material de Construção, porém, continua sua trajetória descendente, com queda de 4,5% em outubro e de 8,9% no acumulado de 2009. “Esse foi o único segmento do varejo a apresentar recuo nas vendas, mas o ritmo da queda tem diminuído mês a mês, o que é bastante positivo”, afirma Luiz Goes.

Outra nota positiva do varejo brasileiro foi que todas as Unidades da Federação apresentaram crescimento – à exceção do Tocantins. “O crescimento do varejo foi generalizado no país, mostrando que as condições macroeconômicas vêm melhorando de forma consistente neste segundo semestre”, conclui o especialista.

Nova promoção no KFC lança refeição com preço acessível

Nova promoção no KFC lança refeição com preço acessível
A KFC lança mais uma campanha de descontos na hora do almoço. O cliente pode escolher uma tirinha de frango + um pedaço de frango + três acompanhamentos (arroz, feijão, farofa, salada, purê ou batata frita) + um refrigerante de 300ml, por apenas R$ 10,50. É o Banquete Refeição Mix.

O gerente geral da KFC, Fabiano Lima, explica que a ideia é oferecer um programa de preços acessíveis com a qualidade KFC. “Fizemos outras campanhas de desconto durante ano e foi um sucesso. Por isso decidimos criar um programa fixo para manter as ofertas, sempre alterando as opções de produtos”, explica Fabiano.

Ele lembra que todos os produtos estão dentro do alinhamento mundial da marca e são comercializados em diversos países com enorme sucesso. A campanha será trabalhada em outdoor, busdoor e banca de jornais.

Sobre o KFC


A KFC, maior rede de frango do mundo, presente em mais de 80 países, pertence à Yum! Brands. Em 2007 a BFFC (Brazil Fast Food Corporation), dona do Bob´s, fechou negociação com a Yum! para administrar a KFC no Brasil, com unidades próprias e franqueadas. Atualmente, a rede tem 11 unidades. O cardápio inclui uma variedade de produtos, como snacks, baldes, sanduíches, além de pratos que foram feitos exclusivamente para os brasileiros.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Ações para Rentabilizar o Varejo

Ações para Rentabilizar o Varejo
* Por Soeli de Oliveira

Por que algumas empresas do varejo conseguem ganhar dinheiro enquanto outras estão empatando ou perdendo?

Como sócia de uma empresa de consultoria especializada em desenvolver estratégias de crescimento para o varejo, busquei compreender os motivos para que isso aconteça. Eis aqui algumas das respostas por mim encontradas, apenas a título de contribuição, sem a mínima pretensão em dar a palavra final ou de esgotar esse tema tão complexo:

1 - São especialistas no que fazem e nutrem um profundo respeito pelos clientes.

2 - Souberam definir claramente o seu posicionamento, sabem quem são os seus clientes e o que eles precisam. Em muitos casos até mesmo melhor do que esses.

3 - Atendem a demanda de nichos de mercado onde a concorrência é menor.

4 - Promovem sistematicamente ações para aumentar as vendas e os lucros.

5 – Focam mais no seu público-alvo do que nos seus concorrentes.

6 – Contratam as pessoas certas, aquelas que têm prazer em atender e servir as pessoas.

7 – Procuram encantar os clientes com um atendimento atencioso e personalizado.

8 – Encaram as comunicações de marketing como coisa séria. Preferem divulgar seu bom atendimento, seus produtos de moda e de marca do que liquidações e promoções.

9 – Chamam mais atenção para a qualidade e variedade de seus produtos e serviços e menos para os preços.

10 – Disponibilizam educação continuada para seus colaboradores.

11 – Mantêm somente gerentes-líderes que são exemplos em dedicação e comprometimento, que agem como donos do negócio e não temem “sombra”, formando novos líderes.

12 – Se integram na sociedade e realizam ações de responsabilidade social.

13 – Mantêm canais abertos para conhecer as expectativas, sugestões e reclamações dos clientes.

14 – Se esmeram no seu “merchandising” dentro das lojas para estimular as vendas.

15 - Reduzem custos em tudo que podem, investindo em logística e na redução de estoques.


(*) Soeli de Oliveira é consultora e Palestrante do Instituto Tecnológico de Negócios Ltda. nas áreas de varejo, vendas, Atendimento e motivação

Comércio varejista de BH: Expectativa é que o setor feche o ano com crescimento de 6,5%

Comércio varejista de BH: Expectativa é que o setor feche o ano com crescimento de 6,5%
Lojistas mais otimistas e vendas voltando ao mesmo patamar de antes da crise ou se não melhor.

Além disso, a recomposição da riqueza das famílias e a expansão das classes C e D, aliados à normalização das concessões de crédito, taxa de juros mais baixas e inflação dentro da meta estabelecida pelo Banco Central. Estes são alguns dos fatores que segundo o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Roberto Alfeu, indicam que o comércio varejista de Belo Horizonte pode fechar o ano de 2009 com crescimento de 6,5% na comparação com 2008. “As vendas no acumulado do ano, de janeiro a outubro, são um bom termômetro para este otimismo. Elas cresceram 4,9%”, explicou.

O presidente da CDL/BH lembra que no mês de outubro, continuamos a observar a tendência de melhora do cenário econômico brasileiro, iniciada no meio do ano. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram criadas 230.956 vagas em outubro, o melhor número desde que a série começou em 1992. “Resultado da contratação de 1,43 milhões de pessoas e da demissão de 1,2 milhões, o que permitiu o expressivo saldo positivo”, disse. “Os setores que mais empregaram foram o da indústria de transformação (74.552), seguido pelo de serviços (69.581), incluindo aí o setor comercial”, completou.

Crescimento – Na comparação com setembro, as vendas no mês de outubro cresceram 2,9%, resultado da comemoração do Dia das Crianças. O setor de brinquedos cresceu 113,7%. Nos outros setores que apresentaram crescimento como produtos farmacêuticos (+13,4%); supermercados e produtos alimentícios (+7,8%); máquinas, eletrodomésticos, móveis e louças ((+6,9%); ferragens, material elétrico e construções (+5,8%) e tecidos, vestuário, armarinho e calçados (+4,1%), as vendas são resultado da recuperação do crédito, da injeção de novos recursos e do lançamento de novidades. Na comparação com outubro do ano anterior (Out.09/Out.08), as vendas do comércio varejista da capital mineira cresceram 3,4%.

Expectativas 2010 – “É certo que o Brasil vai se expandir a um bom ritmo em 2010, mas o resultado final do crescimento no próximo ano pode variar numa faixa bastante ampla. 2010 será ano eleitoral e em consequência disso algumas previsões podem não se consolidar”, afirmou Alfeu. Para o presidente da CDL/BH, a taxa básica de juros, Selic, deve-se elevar em meados de 2010, em consequência de uma demanda maior, o que pode inflacionar a inflação.

“O consumo teve papel importante no crescimento econômico em 2009. Apesar dos consumidores se apresentarem mais receosos, a ampliação da renda, manutenção do emprego e medidas de incentivo ao consumo foram suficientes para manter a dinâmica comercial”, explicou Roberto Alfeu. Para ele, com o retorno do crédito aliado a taxa de juros menores, e prazos de financiamentos mais longos, essa tendência deve-se manter em 2010. “Isto ampliará ainda mais o consumo e o comércio varejista de Belo Horizonte deve crescer 7,5% em 2010”, disse.

“Considerando a crise que se formou no passado, 2009 pode ser considerado com um bom ano e 2010 deve ser ainda melhor”, concluiu.

Acesso à internet quase dobra em três anos e mais da metade dos brasileiros já possui celular

Acesso à internet quase dobra em três anos e mais da metade dos brasileiros já possui celular
Em três anos, o percentual de brasileiros que acessou ao menos uma vez a internet aumentou 75,3%, totalizando 56 milhões de usuários, na faixa etária de 10 anos ou mais. Além disso, mais da metade da população brasileira, 53,8%, já possui celular. Desse total, quatro entre dez pessoas usam o aparelho como único telefone pessoal, o que corresponde a 38,6 milhões de usuários.
Brasileiros mais conectados

As informações são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) sobre Acesso à Internet e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal, divulgada nesta sexta pelo IBGE. Os dados chegam duas semanas após o anúncio do governo brasileiro sobre o Plano de Banda Larga Nacional, que pretende levar a internet rápida a metade de todos os domicílios no país até 2014.

O levantamento mostra que a inclusão digital da população brasileira está crescendo, mas ainda revela desigualdades e, até mesmo, desinteresse – 32,8% das pessoas entrevistadas, do grupo dos que nunca acessaram a internet, dizem que não querem ou não acham necessário usá-la. No total, 104,7 milhões de brasileiros ainda não acessam internet.

Brasileiros conectadosO acesso por banda larga duplicou nos últimos três anos. Dos que acessaram a Internet de casa, 80,3% o fizeram somente através de banda larga em 2008, frente aos 41,2% de 2005. As lan houses são o segundo lugar de onde os brasileiros mais acessam a rede, seguido do ambiente de trabalho.

Entretanto, as diferenças regionais no uso da internet, independente do tipo de conexão, permanecem. A região Sudeste ainda tem o maior percentual de usuários (40,3%), seguido do Centro-Oeste (39,4%), Sul (38,7%), Norte (27,5%) e Nordeste (25,1%). O Centro-Oeste se destacou no quesito banda larga: 93,4% dos usuários usam a internet rápida como principal forma de acesso.

A boa notícia é que em todos os níveis de escolaridade foi observado aumento do acesso à rede, principalmente na camada da população com menor escolaridade, na qual o crescimento desse acesso foi mais intenso.

Também houve mudança no principal motivo que leva as pessoas a usarem a internet: 83,2% usaram a rede em 2008 principalmente para se comunicar com outras pessoas – em 2005, o principal motivo era educação ou aprendizado, que caiu para o terceiro lugar em 2008.

Celular ganha importância

Para boa parte da população brasileira (44,7%), o celular é o único telefone pessoal. No contingente dos ocupados, o percentual dos que tinham celular para uso pessoal em 2008 (63,6%) foi superior ao dos não ocupados (40,6%).

Mas, apesar de mais da metade dos brasileiros já ter celular, a posse do aparelho ainda está relacionada à maior escolaridade e renda. As pessoas que tinham em 2008 celular apresentaram um número médio de anos de estudo superior (9,2) ao das que não tinham (5,2), e o percentual dos que possuíam celular é crescente com o aumento da faixa de rendimento.

Fonte: UOL

Nota do Caio:
Analistas dizem que 2010 será o ano do m-commerce (mobile commerce) e algumas empresas já começam a colher bons resultados nessa área. Ainda existem muitas empresas que ainda não possuem sequer site ou página na Internet. Excelente oportunidade para aqueles que estão chegando na frente...

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Livro Sugerido: As marcas no divã - Jaime Troiano

As Marcas No Divã: Uma Análise de Consumidores e Criação de Valor
Jaime Troiano

Descrição do livro (via Submarino):

Um dos maiores especialistas da área no Brasil, Jaime Troiano compartilha suas experiências em livro que trata da conexão entre consumidores e marcas - e de como tal vínculo cria valor para as empresasHá 25 anos, o dia-a-dia profissional de Jaime Troiano consiste em tentar compreender a fundo o consumidor, a fim de identificar o papel que as marcas desempenham em sua vida - e na vida das empresas. Seja como executivo de multinacionais (Young & Rubicam, MPM-Lintas, BBDO), seja como sócio-diretor da Troiano Consultoria de Marca, ao longo desse período ele testemunhou a evolução dos processos que envolvem a gestão de marcas, sua construção, seu desenvolvimento e sua multiplicação em novas áreas de produtos e serviços.

O livro As Marcas No Divã nasceu do desejo de Troiano de organizar os aprendizados dessa longa vivência, de modo a poder compartilhar seu repertório de conhecimentos e experiências num momento em que grandes desafios se impõem às organizações modernas. A obra mescla textos inéditos com os principais papers e estudos produzidos pelo autor acerca da conexão entre consumidores e marcas e de como esse vínculo cria valor para as empresas.

A gestão de marca, segundo Troiano, há tempos se alinha entre as grandes preocupações das empresas mais profissionais e estruturadas - branding seria, assim, apenas uma terminologia recente para uma atividade que sempre inquietou executivos de marketing e de comunicação. Na atualidade, porém, dois fatores marcam a diferença da moderna administração de marca: a existência de muitas e eficientes ferramentas à disposição do gestor, e a convicção de que a atividade deve ser disseminada por toda a empresa, ainda que liderada pelos profissionais de marketing e comunicação.

De forma clara, quase didática, Troiano explica essas ferramentas de gestão de marca e comenta a eficiência de sua aplicação, ao mesmo tempo em que passeia por temas como motivações emocionais do consumidor, estudos de etnografia da marca, segmentação de mercado, peculiaridades dos públicos feminino e jovem, identidade visual e sistemas de medição de resultados, entre outros.

Como atrativo extra, o livro traz também um capítulo inteiramente dedicado a cases brasileiros, com a descrição de suas respectivas análises de comportamento de consumidor e de gestão de marca.

Para saber mais ou adquirir este livro, clique aqui

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
http://www.falandodevarejo.com.br/

26 impulsionadores da motivação no mundo

26 impulsionadores da motivação no mundo

Uma pesquisa realizada pela Right Management revelou que a força de trabalho motivada é 50% mais produtiva do que a desmotivada.Algumas empresas e profissionais acreditam que a motivação está relacionada diretamente com recompensas materiais, podendo ser em forma de aumento salarial ou até mesmo uma gratificação extra por determinada atividade desenvolvida. "É interessante notar que as afirmações relacionadas com recompensa e reconhecimento mostram relações significativas com a motivação, mas não foram as que apresentaram maior correlação. Funcionários motivados esperam mais do que incentivos materiais", afirma a diretora comercial da Right Management, Márcia Palmeira.

Principais impulsionadores da motivação

Mas, se a motivação não está diretamente ligada à recompensa material, quais são os principais impulsionadores da motivação?
De acordo com o estudo, os motivos são os seguintes:

  • Comprometimento com os valores básicos da organização em que trabalha;
  • Valorização dos produtos e serviços pelos clientes;
  • Opiniões levadas em consideração;
  • Entendimento perfeito sobre o trabalho esperado;
  • Contribuição para atender às necessidades dos clientes;
  • Recompensa com justiça;
  • Valorização dos colaboradores por parte dos líderes;
  • Todos são tratados com respeito;
  • Concentração na atividade desenvolvida no local de trabalho;
  • Objetivos pessoais relacionados com o plano de negócios da área;
  • Compreensão clara da missão da organização;
  • Capacidade dos líderes em fazer da empresa um sucesso;
  • Incentivo para assumir novas responsabilidades;
  • Envolvimento da empresa no suporte à comunidade;
  • Oportunidades de carreira na organização;
  • Equilibro entre trabalho e interesses pessoais;
  • A empresa permitir o equilíbrio razoável entre família e trabalho;
  • Pressão razoável na função exercida;
  • Investimento suficiente para bom desempenho da organização;
  • Salário competitivo comparado como cargos semelhantes dentro da empresa;
  • Apoio necessário do gerente imediato para realização do trabalho;
  • Capacidade das pessoas em realizar seu trabalho com eficácia;
  • Empresa eficaz em atrair e reter talentos;
  • Autoridade necessária para realizar bem o trabalho;
  • A empresa promover a saúde e o bem-estar;
  • Investimento na aprendizagem e desenvolvimento das pessoas
Sobre a pesquisa

O levantamento foi realizado com cerca de 30 mil funcionários em 15 países e pediu aos entrevistados que indicassem o nível de concordância ou discordância com 90 afirmações específicas envolvendo a eficácia organizacional. As respostas foram correlacionadas com os relatórios de autoavaliação dos entrevistados sobre seu nível de motivação.

Fonte: InfoMoney

O Varejo Precisa se Reinventar para Sobreviver

O Varejo Precisa se Reinventar para Sobreviver
Por Soeli de Oliveira*

A competitividade globalizada impõe novos conceitos de produtos, processos e formatos de lojas. A cada dia surgem novas tecnologias e inovações na forma de ser e de operar os negócios.

O desenvolvimento contínuo de novas tecnologias e inovações geram uma crescente ampliação de benefícios aos clientes e asseguram a competitividade das empresas.

Por mais que estas novas tecnologias agreguem valor, o elemento humano ainda é fundamental para o bom desempenho das vendas. Sabe-se que clientes gostam e compram mais em lojas que possuem vendedores motivados, qualificados e dispostos a atendê-los.

Por maiores que sejam os avanços tecnológicos e a disponibilidade de produtos e informações na internet, gente ainda gosta de ser atendida por gente que as ajudem a escolher e a tomarem as melhores decisões. A prova disso é o grande número de pessoas que desligam o telefone ao serem atendidas por secretárias eletrônicas, e o espantoso volume de carinhos de compras abandonados, sem concretizarem as compras, nos sites de comércio eletrônico. Em alguns sites o número de compras iniciadas e não terminadas é superior aos pedidos fechados.

Três tendências são hoje uma constante no varejo: a busca de conveniência, a customização e a indulgência.

Conveniência


No ritmo frenético atual as pessoas valorizam cada vez mais a oferta de facilidades e conveniências. Comprar tem que ser sinônimo de prazer e não de sacrifício. Os clientes ditam o mix dos produtos, como querem as embalagens, as entregas e como querem pagar. Varejistas que não facilitam as compras, impondo formas de pagamento que favorecem apenas os seus processos internos, sem levar em conta o que é mais conveniente para os clientes estão com os dias contados.

Customização

Reconhecer e respeitar a necessidade dos clientes de serem tratados e atendidos como importantes e únicos, faz parte do modo de ser e proceder do varejo contemporâneo.

Comerciantes que concebem seus negócios apenas como transações comerciais, a simples troca de produtos e serviços por dinheiro, conseguirão no máximo serem sobreviventes “bóias-frias” do varejo.

Para crescer e até mesmo para se manter no mercado, clonar ou apenas neutralizar as ações da concorrência não são mais suficientes.

As necessidades dos consumidores estão mais sofisticadas e o alto desempenho no varejo está reservado aos que entenderem que estão diante de um novo mercado, formado por novos consumidores, que nas suas compras buscam além de coisas comuns. Estão atrás de produtos, serviços e atendimento personalizados, feitos sob medida para eles.

Indulgência

O sentimento de “eu mereço” é cada vez mais perceptível na sociedade atual. Muitos produtos de luxo são comprados muito mais como forma de recompensa emocional do que pelo desejo de demonstrar status.

Uma posição sólida no mercado e na mente dos clientes está reservada para os que conhecem os clientes em profundidade, e buscam a inovação e a diferenciação com persistência, de forma a tornar a experiência de compra um momento inesquecível.

Soeli de Oliveira é Consultora e Palestrante do Instituto Tecnológico de Negócio nas Áreas de Varejo, Vendas, Motivação e Atendimento.

Boas notícias: venda a crédito cresce e recuperação de crédito dispara em novembro

Boas notícias: venda a crédito cresce e recuperação de crédito dispara em novembro
Segundo a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a média diária de consultas ao Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), em novembro, comparada com outubro passado, cresceu + 7,7% e no SCPC/Cheque + 14%

Para Alencar Burti, presidente da ACSP, “Todas as nossas previsões estão respaldadas pelos fatos. Confira conosco a essa evolução no mercado”.Consultas – As consultas ao SCPC (vendas a prazo) da ACSP cresceram + 0,4%, em novembro, sobre o mesmo mês do ano anterior, sendo a primeira alta ao longo deste ano. Esse dado reflete a volta do crédito. As consultas ao SCPC/Cheque (vendas à vista) cresceram + 4,4%, em novembro (comparado com mesmo mês de 2008). Foram empurradas pelo crescimento da massa salarial e pela primeira parcela do 13º salário. Na comparação mensal, o SCPC apresentou ligeira queda de – 0,5% e o SCPC/Cheque alta de + 5,2%.

Deve-se destacar que o mês de novembro teve dois dias úteis a menos que outubro, assim sendo o SCPC ajustado pela média diária cresceu + 7,7%, enquanto o SCPC/Cheque cresceu + 14% na mesma comparação.

Inadimplência: Os registros recebidos (carnês que entraram para o cadastro), em novembro, em comparação com novembro de 2008, caíram – 2,9% e, na comparação com o mês anterior, teve queda de – 5,0%. Os registros cancelados (carnês que saíram do cadastro) apresentaram alta de + 10,6% graças à volta do crédito, alongamento dos prazos, descontos e outras facilidades oferecidas pelo comércio nas renegociações, além da própria recuperação do emprego. Na comparação com o mês anterior, houve alta de + 3,1%, na recuperação de crédito.

ACSP lança manual didático que orienta sobre o recebimento de cheques

ACSP lança manual didático que orienta sobre o recebimento de cheques

Linguagem didática, de fácil assimilação, e visual atraente com ilustrações diretas. Tudo isso está presente no novo manual “Tudo Que Você Precisa Saber Sobre O Cheque Para Não Correr Riscos” lançado, neste mês de novembro, pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP).O conteúdo do material foi desenvolvido pela área de Produtos e Serviços da instituição, sendo a divisão de Marketing responsável pela produção e nova identidade visual. “Foi necessária a reformulação desse material para dialogarmos de maneira mais direta com o empreendedor sobre os cuidados que ele deve ter com o recebimento de cheques”, alerta a superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi. “Cheques devem sim ser bem recebidos. Contudo, o empresário deve estar atento para golpes, fraudes, além do famigerado ‘documento sem fundo’ que impacta o setor”, ressalta Sandra.

Para mais informações, entre em contato pelo e-mail marketing@acspnet.com.br

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

C&A inaugura sua primeira loja "verde" no país

A C&A inaugurou hoje sua primeira loja "verde" no Brasil e a segunda do mundo

A primeira foi inaugurada em 2008, em Mainz, na Alemanha. O espaço no centro da Capital gaúcha (Rua dos Andradas, 1620) foi totalmente remodelado e adota conceitos de sustentabilidade com o objetivo de racionalizar o consumo de água, de energia e, consequentemente, de emissão de C0².

Haverá um local exclusivo de informações sobre sustentabilidade e com coleções sustentáveis da C&A, como camisetas de algodão orgânico, sacolas retornáveis, chinelos de pneu reciclado e camisetas de malha feitas com garrafas pet recicladas. O local ainda contará com coletor de lixo eletrônico, como celulares, pilhas e baterias; painéis com ações de sustentabilidade da C&A e monitores especialmente treinados para dar informações sobre o assunto.

Outra novidade é o telhado verde na cobertura, com 640 m², que estará finalizado em fevereiro do ano que vem. Além de promover a biodiversidade, o isolamento térmico acarretará a redução do calor e do frio no interior da loja e, conseqüentemente, a menor necessidade do uso do ar condicionado.

Outras iniciativas diminuem os impactos ambientais gerados pela reforma e no funcionamento da unidade. São elas:

Iluminação inteligente, com lâmpadas econômicas e sensores de presença nas escadas;

Paredes claras as quais melhoram as condições térmicas, reduzindo o uso de ar condicionado;

Uso de painéis solares, instalados na cobertura, para o aquecimento da água dos chuveiros;

Gerenciamento remoto de demanda que controla o uso do ar condicionado conforme a temperatura e o número de usuários na loja;

Troca dos motores das escadas rolantes;

Substituição de grande parte dos equipamentos eletrônicos por modelos de baixo consumo;

Chuveiros e torneiras de baixa vazão;

Mictório a seco (sem água);

Sistema de irrigação eficiente, com 50% de aproveitamento de águas pluviais para irrigação do telhado verde, eliminando o uso de água potável;

Uso de tintas com quantidade mínima de substâncias nocivas à saúde.


Fonte: BlogArPuro

Alunos da Fatec Tatuí vencem 2º Prêmio Varejo Sustentável Wal-Mart Brasil

Alunos da Fatec Tatuí vencem 2º Prêmio Varejo Sustentável Wal-Mart Brasil
Alunos dos cursos de Automação Industrial e Gestão Empresarial da Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Tatuí, foram os campeões do 2º Prêmio Varejo Sustentável Wal-Mart Brasil. A competição visa estimular e difundir pesquisas e propostas de estudantes para o desenvolvimento da sustentabilidade em toda a cadeia varejista e este ano contou com mais de 600 trabalhos inscritos.

Os estudantes conquistaram o 1º lugar com o projeto “Modelo Sustentável de Hortas Orgânicas Comunitárias visando à redução da Emissão de Resíduos ao aterro Sanitário”. O objetivo é estimular a sociedade e o poder público, para que os resíduos orgânicos sejam recolhidos e transformados em adubo – que, por sua vez, será empregado especialmente na produção de alimentos.

Como prêmio a autora do projeto, Nicole Poles, 19, fará uma visita técnica ao Departamento de Sustentabilidade do Wal-Mart Internacional em Bentonville, nos Estados Unidos. Os demais integrantes da equipe, Juliano Rodrigues e Luiz Silveira, farão a visita ao Departamento de Sustentabilidade do Walmart Brasil em Barueri. Caso o projeto seja implantando pelo Wal-Mart, os alunos receberão um prêmio adicional de R$ 12 mil.

Fonte: Centro Paula Souza

8 dicas para aumentar seu conhecimento em marketing

8 dicas para aumentar seu conhecimento em marketing
Ola a todos !


Hoje eu trago para vocês um artigo muito interessante de um grande amigo, o Jony Lan, especialista em estratégia, marketing e novos negócios e autor do blog MKT Mais.


Boa leitura !


8 dicas para aumentar seu conhecimento em marketing
por Jony Lan

Já parou para pensar que as vezes ficamos muito tempo sem estudar, só executando nossas atividades diárias, caindo numa rotina sem fim e que no final acabamos fazendo as mesmas coisas?Não, você não é esse tipo de pessoa, essa pessoa não existe, não é verdade? Somos "o cara", afinal somos o fulano da empresa X. Mas se em algum momento das nossas vidas precisarmos aprimorar os nossos conhecimentos, o que devemos fazer?Pensando nisso, resolvi rascunhar 8 práticas que acredito que possam ajudar às pessoas a aumentar o conhecimento de marketing e assim, enxergar com outros olhos uma rotina diária que pode nos assolar. Essas dicas representam um pouco da minha experiência profissional em diversas áreas, mas que aqui focarei para marketing.

Marketing é ciência social e como tal, não existe teoria. Teoria é aquilo que você faz quando ferve a água no nível do mar e quando atinge 100 graus ela começa a ebulir. Você pode fazer isso várias vezes e o resultado é o mesmo. Em marketing isso não acontece. Tenha isso em mente. Dito isto, vamos às 8 dicas:

1 - Leia bastante, mas não leia qualquer coisa. Se você quer ter mais conhecimento em marketing, faça como os gurus. Eles lêem bastante, são acadêmicos, quase nunca trabalharam em empresas. Mas dão palestras caras e são contratados por diversas empresas mega globais para dizer poucos conceitos genéricos e altamente estratégicos.

2 - Tenha prazer em visitar lojas, supermercados, ouvir clientes, analisar, ver cenários e ambientes. Para conhecer mais sobre marketing, você tem que gostar de marketing. Senão não faz sentido.

3 - O Marketing, como todo conceito, se resume a poucas variáveis, o resto são variantes dessas variáveis, suas aplicabilidades e seus resultados. Descubra essas variáveis e entenderá todo o resto que ler sobre marketing.

4 - Escreva, escrever cria um senso lógico das coisas. Somos metade racionais, metade emocionais. Qualquer coisa escrita que faça sentido potencializa suas futuras ações de marketing.

5 - Sabia diferenciar o que é marketing, vendas e comunicação. Muita gente confunde marketing com vendas e principalmente com propaganda. Cuidado, o marketing é o guarda chuva que abriga tudo isso. Saiba diferenciar, assim você analisará cada macaco no seu galho.

6 - Converse com profissionais que trabalham em volta do marketing. Não precisa ser gerente ou diretor, as vezes eles mesmos não sabem todo o processo. Converse com os analistas, coordenadores, supervisores. Estes colocam a mão na massa do que é feito e sabem como medir o resultado das ações. Profissionais de vendas também são boas fontes de informações. Quando aprender a converter informações em aplicações, saberá como tirar proveito de cada conversa.

7 - Tente enxergar como era o marketing na pré-história, no período romano, na época dos Faraos, nas religiões e onde mais puder aplicar o marketing, isso exercitará a sua mente e você irá descobrir se é ou não criativo.

8 - Coloque a mão na massa. A melhor forma de aprender mais sobre marketing é praticando. Quando eu tinha 7 anos de idade eu ganhei o meu primeiro dinheiro fazendo um pedaço do marketing de uma loja de auto peças. Fique aí imaginando que parte do marketing eu fiz com 7 anos de idade, mas o importante é que eu fui lá e fiz.

Acho que com essas 8 práticas você pode começar a conhecer mais sobre marketing. Muitos profissionais que trabalham com marketing acabam fazendo só um pedaço do marketing e para a felicidade ou não deles, fazem durante 5, 6, 10 anos a mesma coisa. É como se você repetisse a receita de uma omelete com algumas variações. O produto é o mesmo, o resultado que ele vai trazer é diferente, mas o cheiro, o gosto, sempre serão iguais.

E nunca deixe de estudar, o melhor aprendizado para ter em marketing ou qualquer outro assunto é não parar nunca de aprender. Recentemente falei com um ex-superintendente do Bradesco, hoje aposentado. Aprendi com ele em uma conversa de 20 minutos e ele aprendeu comigo alguns dos meus pontos de vista. Em outra oportunidade conversei com o presidente de uma editora pequena, ele me mostrou o que muito empresário, inclusive ele, faz, tem medo de arriscar em algo que foge do comum. E no marketing, o que é comum é commoditie. Não traz um lugar ao sol, só o mesmo limite, os mesmos resultados e lembre-se, o mundo evolui dinamicamente. Como dizem, nunca almoce sozinho. Pratique!

Abs,
Jony Lan
jonylan@mktmais.com

Mundo Verde abre duas novas lojas em SP e chega a Sergipe

Mundo Verde abre duas novas lojas em SP e chega a Sergipe
Inauguração dupla em Bela Vista e Vila Clementino marca estratégia de destacar o estado nos planos de expansão da rede. Para 2010, estão previstas 25 novas lojas em SP, das 40 projetadas para o país

É cada vez maior o interesse do paulista por um estilo de vida mais saudável. Prova disso é que a rede MUNDO VERDE – franquia nascida há 22 anos no Rio de Janeiro e considerada uma referência no mercado de produtos naturais e orgânicos e para bem-estar no país – acaba de abrir mais duas lojas em São Paulo. Com as novas unidades de Bela Vista e Vila Clementino, na zona sul paulistana, sobe para 23 o número de franqueadas da rede no estado e 148 em todo o Brasil.

“O Mundo Verde vem realizando grandes esforços para atender aos pedidos da população de São Paulo, que deseja consumir mais produtos naturais, com conveniência e, principalmente, informação de qualidade”, afirma Marcos Leite, diretor de Operações da rede. Segundo ele, a dupla inauguração em São Paulo marca a estratégia do Mundo Verde de focar o estado em seu plano de expansão para o biênio 2010/2011.

Somente no ano que vem, a rede pretende abrir 25 novas lojas em São Paulo, do total de 40 que a rede planeja para o país – o dobro das unidades abertas este ano (20). Para sustentar esta meta, a franquia já assegurou seu lugar na Feira ABF Expo Franchising 2010, reservando um estande de 70 m2. “Atualmente, já existem cerca de 40 investidores interessados em abrir lojas no estado. A próxima a ser inaugurada será em janeiro, no bairro de Higienópolis”, antecipa o diretor.

Segundo Marcos Leite, o principal estímulo é o aumento no faturamento da rede, que atingirá 25% este ano no Brasil, em relação a 2008, e chegará a 50% entre as 21 lojas já em operação em São Paulo. O plano ambicioso de crescimento da rede – que elegeu como focos os estados de São Paulo e Minas Gerais e a Região Sul – foi desenhado pelo grupo de sócios-investidores ligados ao Axxon Group, que assumiu o controle da franquia em agosto. O Axxon é gestor de fundos de private equity, que administra no Brasil recursos do Banco Natixis, da França.

Expansão no Nordeste e no Brasil


A rede Mundo Verde também avança no Nordeste: acaba de abrir uma unidade em Aracaju (SE) e planeja para os próximos dias a abertura de sua segunda loja em Maceió (AL). Com a recente inauguração em Sergipe, sobe para 17 o número de estados em que a marca já está presente (AL, BA, CE, ES, GO, MA, MG, PA, PR, PB, PE, RJ, RN, RS, SP, SE e SC), além do Distrito Federal. Ainda este mês, a rede abre outra loja em Ipanema, na zona sul carioca, encerrando 2009 com 150 unidades no Brasil, além de uma franquia em Portugal, na região do Porto.

A abertura, em Maceió (AL), da 24ª unidade Mundo Verde no Nordeste integra a estratégia de continuar expandindo a marca na região. “Queremos entrar em algumas capitais e cidades do interior onde ainda não estamos presentes”, explica o diretor Marcos Leite. Segundo ele, o Mundo Verde planeja abrir uma unidade em Teresina (PI) e quer ampliar sua presença em algumas capitais onde já possui lojas, como Natal (RN) e João Pessoa (PB), e em cidades de grande e médio portes no interior.

Atualmente, a marca está presente em 10 cidades nordestinas: Salvador (BA), Fortaleza (CE), Recife (PE), Petrolina (PE), Fernando de Noronha (PE), São Luís (MA), Natal (RN), João Pessoa (PB) e Maceió (AL). Os estados do Ceará, Pernambuco e Bahia, cada qual com seis lojas, empatam na terceira colocação em número de unidades da rede. A segunda fica com São Paulo, com 23 lojas. A liderança permanece com o Rio de Janeiro, onde a marca já possui 86 lojas.

Selic conservadora prejudica produto nacional, diz Fecomercio

Selic conservadora prejudica produto nacional, diz Fecomercio
O ano termina com a taxa Selic em 8,75%. Ou seja, nada muda na política conservadora do Banco Central. Não era de se esperar um novo número para finalizar 2009. Resta aguardar o próximo ano, que já acena com um possível aumento da taxa. "O Banco Central tende a elevar os juros mantendo a valorização cambial, a despeito dos efeitos negativos sobre o produto nacional e do absoluto controle dos preços", afirma Abram Szajman, presidente da Fecomercio.

Enquanto o governo argumenta que a taxa de juros básica deve ser mantida ou aumentada em 2010 devido aos riscos inflacionários com a retomada do crescimento da economia, a Fecomercio aponta três motivos para que a Selic não seja elevada:

a) Os gastos do Governo vão ficar ainda mais altos, o que vai prejudicar o pagamento das dívidas no próximo ano.

b) O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) está sinalizando que vai permanecer abaixo da meta de inflação – de 4,5% em 2009, acumulando em 10 meses do ano incremento de 3,50%, e de 4,12% em 12 meses -, portanto não há necessidade de se aumentar os juros.

c) O Real vai ficar ainda mais valorizado frente ao dólar, o que prejudica a competitividade dos produtos nacionais, possibilitando a entrada de importados mais baratos.

Sobre a Fecomercio: A Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Representa 152 sindicatos patronais, que abrangem cerca de 600 mil empresas e respondem por 11% do PIB paulista – cerca de 4% do PIB brasileiro – gerando em torno de cinco milhões de empregos.

Envelhecida, Lacoste tenta conquistar um público mais jovem

Envelhecida, Lacoste tenta conquistar um público mais jovem
A Lacoste viveu o pesadelo de ver seus consumidores envelhecerem. A conquista de um público mais jovem parece ser a senha para seu crescimento - sobretudo em mercados como o Brasil

Num mundo marcado pela efemeridade como é o da moda, poucas empresas podem se orgulhar de ter uma marca tão longeva quanto a francesa Lacoste. Fundada em 1933, a empresa está hoje presente em 112 países e fatura quase 1,5 bilhão de euros. Seu logotipo, um inconfundível crocodilo verde, é imediatamente associado a roupas esportivas voltadas para um público de alto poder aquisitivo, na maioria praticante (ou apenas amante) de tênis e golfe. Com o passar dos anos, o pesadelo de muitas empresas tornou-se realidade para a Lacoste. Seus consumidores envelheceram - e, junto com eles, a percepção que os jovens consumidores têm da marca. (Segundo a própria empresa, a Lacoste é tida como uma marca voltada para homens de 40 a 55 anos.) As vendas mostraram o que isso podia significar.

No início desta década, o crescimento mundial médio da companhia não passava de 4% ao ano. Para combater a estagnação e a perspectiva de decréscimo ainda maior no número de consumidores com o passar dos anos, em 2000 a Lacoste iniciou o trabalho de renovação de sua marca, de modo a torná-la popular entre consumidores de 25 a 35 anos - faixa etária ávida por consumir produtos de moda e tecnologia. Esse esforço vem gerando bons resultados na Europa e nos Estados Unidos, disse a EXAME o espanhol José Luis Durán, ex-presidente mundial do Carrefour, contratado em julho para ocupar o cargo de principal executivo do grupo francês Devanley, que detém 35% da Lacoste e é responsável pela gestão da marca no mundo. “Agora chegou a vez do Brasil. É daqui que virá boa parte do nosso crescimento nos próximos anos.”

Para atrair o público jovem, a Lacoste manteve seu logotipo intacto em produtos completamente novos - processo que começou lá fora e agora ganha força no Brasil. As linhas de roupas, antes limitadas a algumas peças esportivas e às tradicionais camisas tipo polo, cresceram cerca de 40%, alcançando 350 modelos diferentes. Entre os novos produtos estão bolsas, tênis, óculos e até um celular, que a companhia pretende lançar no início de 2010. A abrangência do público foi ampliada. Crianças e mulheres jovens, normalmente consumidoras mais entusiasmadas, entraram no foco da empresa.

A intenção é atrair famílias inteiras para dentro das lojas. Isso mostra como a Lacoste, normalmente associada à qualidade e ao conservadorismo, precisou rever alguns de seus conceitos - mais especificamente sua elegância discreta baseada em tons como preto, branco e azul-marinho. Cerca de 60 tonalidades vibrantes, como laranja, verde, lilás e amarelo, ganharam força nas coleções. No setor de vestuário, quanto maior o sortimento de produtos de uma marca, mais ela é percebida como moderna e jovial, diz Ruy Santiago, da consultoria Bain&Co., especializado no setor de consumo. É assim que as empresas mostram que estão antenadas.”

Neste ano, estima-se que o público jovem responderá por quase 15% do faturamento da Lacoste no Brasil - ante 7% em 2008. Mundialmente, há indicadores ainda mais expressivos. A taxa média de crescimento anual é cerca de 15% - quase quatro vezes a do início da década.

Além de renovar o portfólio de produtos, a operação brasileira da Lacoste vem reformando sua rede de lojas. Até o fim do ano, cerca de 85% de suas 60 franquias terá os móveis em tons sóbrios substituídos por prateleiras brancas e algumas araras. A ideia é deixar o ambiente com um ar mais despojado - além de permitir que o cliente manuseie com mais facilidade as peças. Os consumidores jovens são autossuficientes e informais, diz Ricardo Palmari, presidente da Lacoste no Brasil. Não fazia sentido mantermos vendedores monopolizando o acesso às roupas. Ao mesmo tempo, a Lacoste vai reforçar sua atuação em lojas multimarcas. A empresa pretende dobrar a presença nesses pontos nos próximos três anos, alcançando 700 lojas no país. Com tudo isso, o Brasil deixará de ser uma operação irrelevante para se tornar a quarta maior do grupo, diz Durán.

A busca pelo público jovem - e pela própria juventude - é quase um imperativo no mundo da moda. Marcas como Ralph Lauren, Hugo Boss e Tommy Hilfiger vêm investindo há pelo menos dez anos nesse público para acelerar o crescimento, sobretudo por meio da venda de acessórios como bolsas, óculos e sapatos. Para não colocar em risco a reputação da grife, essas empresas criaram subcategorias de produtos, diz Markus Stricker, sócio da consultoria AT Kearney especializado em varejo e bens de consumo. Dessa forma, elas conseguem atrair novos consumidores sem abrir mão da aura de nobreza que permeia sua história. Na alemã Hugo Boss, estima-se que menos de 50% do faturamento mundial de 1,6 bilhão de euros em 2008 veio de seus prestigiados paletós - no ano 2000, essa linha respondia por 70% da receita total. Ganhará o jogo quem convencer a moçada de que é possível ser cool e quase aristocrático ao mesmo tempo.

Fonte: Portal Exame

Lei do Inquilinato

Lei do Inquilinato
Roberto Alfeu, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), comemora vetos parciais de Lula a Lei do Inquilinato

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou parcialmente a Lei do Inquilinato. Entre os itens vetados, está o que determina concessão de liminar para desocupação do imóvel em 15 dias quando houver pedido de retomada em razão de melhor proposta apresentada por terceiros. Também foi vetado o parágrafo que previa a concordância do proprietário do imóvel para a manutenção do contrato de aluguel em eventuais mudanças societárias do inquilino pessoa jurídica.

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) em conjunto com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) participaram em Brasília de um movimento para que o presidente Lula vetasse alguns artigos. “A questão da renovação do contrato de aluguel, considerado o ponto mais polêmico do projeto de lei, foi uma das nossas reivindicações”, afirmou Alfeu. “Depois que o empresário arruma a loja e valoriza o ponto e se vê obrigado a renovar o aluguel, pode perder tudo. Já que um terceiro pode oferecer uma proposta de aluguel melhor e caso o lojista não puder cobri-la, perderá todo o investimento”, completou.

Para o presidente da CDL/BH, a Lei do Inquilinato é trágica para o varejo e um tiro nas micro e pequenas empresas. “Justamente aquelas que sustentaram o consumo e não demitiram durante o mais grave período da crise econômica”, disse.

Foi vetada também a aplicação imediata da lei, que não passa a valer a partir de hoje. A lei terá o prazo de 45 dias para entrar em vigor. A razão da extensão do prazo é dar tempo hábil para que as pessoas afetadas pelas normas conheçam o conteúdo do texto e estudem seus efeitos.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Fusão Pão de Açúcar/Casas Bahia ameaça B2W

Um estudo da Serasa Experian Hitwise, solução que fornece informações sobre a interação de 90 mil pessoas em 60 mil websites do Brasil, revela que a Nova PontoCom, associação online entre o Grupo Pão de Açúcar e as Casas Bahia, pode ameaçar a liderança do grupo B2W, formado por Americanas.com e Submarino, que hoje detém quase o dobro do share de visitas da nova associação.

A pesquisa aponta que a potencial ameaça vem da elevada taxa de crescimento dos sites que hoje formam a Nova PontoCom (Casas Bahia, Extra e Ponto Frio). Estes cresceram 70,5% em seu market share de visitas entre abril, quando começou a medição no país, até novembro deste ano.

No mesmo período, os sites da B2W cresceram 11,7%. Ainda conforme o levantamento, a fusão Pão de Açúcar/Casas Bahia consolida o grupo no segundo lugar do varejo online nacional.


Porém, mesmo com a associação, a B2W mantém a liderança em share de visitas entre os varejistas online, com 44,81%.


A Nova PontoCom, por sua vez, agora vice líder com share de 22,25%, ultrapassa com folga o Magazine Luiza, que tem 8,87% do share de visitas e ocupa a terceira posição.


Já o site da Casas Bahia é o quarto no ranking, com 8,21%, tendo o Extra em seguida, com 8,03%. O Ponto Frio fica na sétima posição, 6,01%, atrás do Shoptime, 6,63%.


A Serasa Experian Hitwise também indica que a divisão acionária da Nova PontoCom ficará com 17% para as Casas Bahia e 83% para o Pão de Açúcar.

A análise revela, ainda, que a partilha não reflete o share de visitas entre os dois grupos, já que a Casas Bahia detêm 36,4% do share de visitas do grupo, enquanto que o Pão de Açúcar, representado por Extra e Ponto Frio, soma 63,3%.

Fonte: Baguete

ABRAVEST apresenta Norma de Padronização do Vestuário Infantil/Bebê

A nova norma da ABNT padroniza as medidas do vestuário bebê/infantil, além de regularizar o desempenho dos uniformes infantis

Depois de 17 anos em defesa da padronização de medidas do vestuário, a ABRAVEST (Associação Brasileira do Vetsuário), juntamente com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e o apoio da FIT 0/16 (Feira Internacional do Setor Infanto/Juvenil e Bebê), dá mais um passo pela profissionalização da moda no país: em 30 de novembro deste ano a padronização das medidas do vestuário bebê/infantil foi oficialmente homologada.

A primeira vitória da ABRAVEST foi em janeiro deste ano, em que a oficialização dos termos de padronização do vestuário adulto foi apresentada em um grande evento que envolveu 70% dos fabricantes de meias do país (entre eles Lupo, Triffil, Penalty, Puket), e 98% dos grandes magazines (C&A, Marisa, Pernambucanas, Renner, Carreffour). Com a área bebê/infantil, o apoio não deve ser menor, já que na fase de pesquisa pública pela internet, houve apenas um voto contra a padronização, e seis sugestões de mudanças (que eram basicamente sobre adições de medidas).

Após diversas consultas com anatomistas, associações de médicos pediatras, confeccionistas, modelistas e demais profissionais conhecedores do assunto, foi elaborado um conjunto de 24 medidas corporais que melhorassem a fabricação de qualquer peça de vestuário. A regularização do desempenho de uniformes escolares também está inclusa. As novas normas são de adesão livre, e são vendidas pela ABNT, com descontos especiais para micro e pequenas empresas.

Amanhã (9), à partir das 11h no Auditório da Confederação Nacional da Indústria (São Paulo), estarão reunidos representantes da indústria, varejo e imprensa para a apresentação oficial da Norma de Padronização do Vestuário Infantil/Bebê (NBR 15800).

Mas por que aderir a padronização de medidas do vestuário bebê/infantil?

A ABRAVEST e todos os seus apoiadores defendem a Norma de Padronização do Vestuário Infantil/Bebê (NBR 15800) por acreditar que tamanhos baseados nas medidas, e não na idade (como anteriormente feito), são mais bem aceitos pela anatomia infantil, melhorando aspectos como conforto e praticidade. Além disso, a garantia de saber com certeza qual o tamanho da peça, leva o cliente a aderir sem receios ao e-commerce, facilitando as vendas e diminuindo as trocas; e também “abre os portões” do país para a exportação.

Para tal conhecimento de tamanho, as novas etiquetas das peças infantis já carregam informações amplificadas, como altura e medidas de circunferência do tronco e da cintura.

Informações de Compra das Normas:

Norma: ABNT NBR 15778:2009
Uniforme escolar - Requisitos de desempenho e segurança
Valor: R$ 19,50 (R$ 6,63 para micro e pequenas empresas)
Link: http://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=57089
Objetivo: Esta Norma estabelece os requisitos de desempenho e segurança para uniformes escolares.

Norma: ABNT NBR 15800:2009
Vestuário – Referenciais de medidas do corpo humano – Vestibilidade de roupas para bebê e infanto-juvenil
Valor: R$ 65,50 (R$ 22,27 para micro e pequenas empresas)
Link: http://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=57236
Objetivo: Esta Norma estabelece uma forma de indicação de tamanhos que indique, de maneira direta e fácil de entender, as medidas corporais de bebês, crianças e adolescentes às quais está destinado o vestuário. Na condição de micro e pequena empresa é possível solicitar desconto de 66% ao adquirir as normais, através de convênio firmado entre ABNT e SEBRAE.

Para mais informações, a ABRAVEST funciona das 08:30 às 17:00 hr, no endereço Rua Chico Pontes, 1500 - Mart Center - Vila Guilherme (São Paulo, SP). O telefone é (11) 2901-4333, ou (11) 2909-9420.

Fonte: Portal da Moda

Fecomércio: Comércio terá melhor Natal em 11 anos

Fecomércio: Comércio terá melhor Natal em 11 anos
O comércio terá neste Natal a maior taxa de crescimento de vendas em 11 anos. Projeção da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio -SP) indica que a receita do varejo deve crescer 12% este mês em relação a igual período de 2008.

No ano passado, o faturamento do comércio em dezembro caiu 1,2% na comparação com o mesmo mês de 2007.

"Teremos o melhor Natal desde 1998, a última vez que as vendas aumentaram 12% em dezembro na comparação anual", diz o diretor executivo Antonio Carlos Borges. Entre os setores que devem apresentar as maiores taxas de crescimento em dezembro estão eletrodomésticos e eletroeletrônicos, com alta de 27%, lojas de departamento (19%), farmácias e perfumarias (18%), vestuário, tecidos e calçados (12%) e material de construção (11%).

O Magazine Luiza, segunda maior rede de eletroeletrônicos e móveis do País, depois da união do Ponto Frio e Extra Eletro com as Casas Bahia anunciada na sexta-feira, confirma o vigor atual das vendas. Na primeira semana do mês, o faturamento da companhia cresceu 25% em relação ao mesmo período de dezembro de 2008, levando em conta as mesmas lojas, afirma o superintendente da rede, Marcelo Silva. "Este será o melhor Natal dos últimos cinco anos", prevê.

Duas pesquisas nacionais feitas este mês pela Fecomércio, com cerca de 1.500 entrevistados, entre consumidores e empresários do varejo, sinalizam otimismo generalizado.A enquete com consumidores revela que 57% dos entrevistados abriram mão de algum sonho de consumo no ano passado por causa da crise e esse desejo represado deve se realizar neste fim de ano.

Segundo a enquete, eletrodomésticos com 18% das indicações dos consumidores, carros (11%) e televisores (10%) estão entre os produtos com maiores índices de intenção de compra para este fim de ano. Como são itens de alto valor unitário, isso reforça a tese de que o gasto será elevado neste Natal. Para 2010, o maior sonho de consumo apontado pelos entrevistados é a compra de um carro (31%), seguido por imóvel (18%) e viagem (9%).

Para Borges, esse cenário favorável para o consumo, sustentado pelo crescimento da renda, do emprego e do crédito, deve perdurar no ano que vem. Para o ano todo de 2010, ele projeta crescimento de vendas do varejo de 6%. O economista ressalta que, em dois anos, 2009 e 2010, a receita anual do setor será ampliada em 10%. Neste ano, o varejo deve crescer 4%.

Inadimplência


"Nada deve estragar o cenário favorável para o varejo no ano que vem", prevê Borges, lembrando que se trata de um ano eleitoral. Nem mesmo o crescimento da inadimplência deste mês, com 20% dos consumidores com contas em atraso, ante 14% em novembro e 15% em dezembro de 2008, preocupa o economista. É que o indicador dos consumidores inadimplentes que declararam que não terão condições de quitar as dívidas ficou estabilizado em 6% .

O diretor da Fecomércio ressalta que o elemento-chave para o consumidor se planejar é a expectativa em relação ao emprego. E essa variável continua favorável tanto na ótica dos consumidores como do lado dos empregadores. Segundo pesquisa com consumidores, 81,4% dos entrevistados acreditam que o emprego vai crescer no ano que vem e 71,1% têm expectativas muito positivas em relação a sua situação profissional no próximo ano.

Do lado das empresas varejistas, o cenário também é favorável, com 76,9% das companhias declarando que vão ampliar o emprego no ano que vem.

Fonte: Agência Estado

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Campanha de Recuperação de Crédito da CDL/BH

Campanha de Recuperação de Crédito da CDL/BH
10.062 consumidores quitaram seus débitos durante campanha

A Campanha de Recuperação de Crédito da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), realizada de 30/11 a 04/12 recebeu 31.606 pessoas, sendo que 10.062 quitaram seus débitos. As facilidades de pagamento incluiram descontos que chegaram a 55%. O parcelamento da dívida também podia ser feito em até três vezes com descontos de até 45% sobre o valor corrigido (entrada e duas parcelas).

O objetivo da campanha foi reduzir a inadimplência no mercado, recuperar o poder de crédito do consumidor e aquecer as vendas no comércio. “Oferecemos aos consumidores condições especiais para que ele pudesse pagar as dívidas e ter o crédito estabelecido”, afirmou o presidente da CDL/BH, Roberto Alfeu.

Zinzane e Casual Street inauguram no Via Parque Shopping

Zinzane e Casual Street inauguram no Via Parque Shopping
Em dezembro, o Via Parque Shopping ganhará mais duas lojas para incrementar as opções de compras para o Natal. A Casual Street trará mais uma opção para as mulheres de 30 a 50 anos, com peças de qualidade, garantindo sempre um bom preço. Há 15 anos no mercado, a marca possui mais cinco unidades em outros pontos da cidade como Ipanema, Centro, Copacabana e Gávea. A previsão de inauguração é no início de dezembro.

Já a Zinzane, que também complementará o mix voltado para o vestuário feminino do Via Parque, abre no mesmo mês. Com sete anos de experiência no mercado da moda jovem, a marca possui 16 filiais espalhadas por Brasília, Salvador, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná. Para 2010, a previsão é que inaugure mais 20 lojas em todo Brasil.

Franceses dominam o varejo no Brasil

Franceses dominam o varejo no Brasil
Na última década o crescimento do varejo brasileiro atraiu a atenção de grupos franceses como Carrefour, Leroy Merlin e da varejista Casino Guichard-Perrachon Et Cie, que é dona de 50% do capital votante do Grupo Pão de Açúcar (GPA) e recentemente anunciou o controle da empresa, em seu site.

Segundo Eduardo Seixas, diretor da consultoria Alvarez & Marsal, os estrangeiros se sentem atraídos pelo potencial de desenvolvimento brasileiro. "Investimentos de empresas estrangeiras vêm crescendo significativamente e isso deve-se ao bom momento da nossa economia. Se você vai para países já desenvolvidos a perspectiva de crescimento, geralmente é menor."

Para a gigante francesa Casino, o momento é de comemoração, tanto que a empresa considerou positivo o acordo entre a Globex Utilidades, recentemente adquirida pelo GPA, que agora, com 51% do capital passará controlar a também a Casas Bahia.

A companhia afirmou que o acordo "vai permitir ao Grupo Pão de Açúcar consolidar sua posição de liderança em distribuição no Brasil" e espera que sua receita no mercado brasileiro continue crescendo com a aquisição.

Fonte: DCI

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Pesquisa trimestral ABF e Provar/ FIA registra aumento de 32,3% no faturamento do setor de franquia

Pesquisa trimestral ABF e Provar/ FIA registra aumento de 32,3% no faturamento do setor de franquia
O crescimento em relação ao mesmo período do ano passado foi de 4%

Der acordo com a pesquisa, levando em consideração somente as redes que responderam a pesquisa, até o final do ano espera-se uma expansão no faturamento do setor de franquias de 32,3%, acima dos 28,3% de 2008. É o que revelou a pesquisa do 4º trimestre, referente aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2009, levando em consideração a participação das redes na pesquisa. O estudo realizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), em parceria com o Provar – Programa de Administração de Varejo, da Fundação Instituto de Administração (FIA), analisa trimestralmente o desempenho do setor. De acordo com os dados coletados, foi possível confirmar o impacto positivo da crise econômica sobre as redes de franchising, anunciado pela entidade nos primeiros meses de recessão econômica.

“Vale ressaltar que a amostra de empresas varia de um trimestre para o outro e que, por isso, os resultados apresentados também variam. Além disso, o estudo não engloba todas as empresas do setor, mas sem dúvida é um reflexo dos bons resultados obtidos até agora”, diz Ricardo Bomeny, presidente da ABF.

Compreendem a pesquisa os seguintes segmentos do setor de franquias: Acessórios pessoais e calçados; Alimentação; Bebidas, cafés, doces e salgados; Beleza, saúde e produtos naturais; Comunicação, informática e eletrônicos; Construção e imobiliárias; Cosméticos e perfumaria; Escolas de idiomas; Limpeza e conservação; Móveis, decoração e presentes; Negócios, serviços e conveniência; Serviços automotivos; e Vestuário.

Ao todo 8.416 lojas estão representadas, das quais 89,2% correspondem a unidades franqueadas.

A amostra fez um paralelo em relação ao crescimento do setor: no 3º trimestre deste ano, o aumento de lojas próprias foi de 1,7%, enquanto a expectativa de expansão para o 4º trimestre é um pouco mais alta, 2,1%. Já para as lojas franqueadas, a expectativa gira em torno de 5,5% contra 2,9% no trimestre anterior. A expectativa em relação à expansão de lojas franqueadas é de 6,8%. No trimestre passado essa variação foi menor, de 3,3%.

O setor de Alimentação foi o que apresentou maior expectativa de aumento em número de unidades, 5% contra 1,6% do trimestre anterior. Este segmento espera crescer 1,9% em número de lojas próprias no 4º trimestre. Em relação às lojas franqueadas, a perspectiva de aumento dobra, ou seja, para 6,8% contra 3,3% do trimestre passado. Em 2007, o faturamento do 4º trimestre foi 15,5% maior em relação ao anterior. Em 2008, esse número caiu para 9,7% no mesmo período e, para 2009, a expectativa é de uma leve retomada, para 10,3%, no quarto trimestre.

As empresas que integram os segmentos de Acessórios pessoais e calçados; Bebidas, cafés, doces e salgados; Beleza, saúde e produtos naturais; Cosméticos e perfumaria; Móveis, decoração e presentes; e Vestuário foram agregadas no conjunto das franquias que comercializam bens. Estas redes esperam expandir em 2,8% o seu número de lojas próprias. O aumento esperado de unidades franqueadas para o 4º trimestre é de 4,8%. Para essas empresas, a expectativa de ampliação no número total de lojas é de 4,6%. Em 2008 o faturamento do 4º trimestre cresceu 31,4% em relação ao 3º. Nesse ano, a expectativa é de um aumento de 34,4%. A crise financeira mundial alavancou os investimentos destes segmentos em 8,9%, contra 8,5% no 3º trimestre.

Pela divisão do estudo, os setores de Comunicação, informática e eletrônicos; Construção e imobiliárias; Escolas de idiomas; Limpeza e conservação; Negócios, serviços e conveniência; e Serviços automotivos apresentam uma perspectiva de elevar em 0,4% o número de lojas próprias contra uma redução de 0,4% no trimestre passado. Já a expectativa de aumentar o número de unidades franqueadas é de 7,1%, contra 6,6% no período anterior.

Entre as franquias do setor de serviços a expectativa de crescimento no número total de lojas é de 6,4%, acima dos 5,9% do 3º trimestre. O faturamento também deve crescer 24,3%, em relação ao mesmo período do ano passado. Em relação ao 3º trimestre desse ano, estima-se que o faturamento cresça 20,1%.

“O estudo não serve apenas como evidência da importância do setor, mas auxilia o empresário no diagnóstico de situações específicas de seu mercado e o ajuda na tomada de decisões. O desafio para o próximo ano é conseguir separar o crescimento sustentável do excesso de euforia que pode tomar conta do mercado em geral”, afirma Nuno Manoel Dias Fouto, do Provar/FIA.

Diversos tipos de franchising registraram bom desempenho. Prova é que quase todas as redes mantiveram os planos de expansão. “O consolidado desta amostra é importante para refletirmos sobre os desafios do setor”, conclui Ricardo Camargo, diretor executivo da ABF.

Números gerais do setor de franquias não representados na amostra:

A expectativa é obter aumento de 14,5% no faturamento neste ano, que pulará de R$ 55 bilhões para R$ 63 bilhões. Para 2010, a projeção é crescer 15%. A ABF estima uma expansão de 6% no número de unidades franqueadas em 2009, com mais de 80 empresas aderindo ao sistema de franquia, representando um total de 76 mil novas unidades no período.

Pão de Açúcar compra as Casas Bahia

Pão de Açúcar compra as Casas Bahia
O Pão de Açúcar e as Casas Bahia fecharam negociação na madrugada desta sexta-feira, 4, e serão uma empresa só, por meio da Globex, com o controle do grupo de Abílio Diniz. Em resumo, o Pão de Açúcar agora é dono das Casas Bahia, uma vez que a Globex deterá 51% do capital da empresa resultante. A empresa vai se manifestar oficialmente às 10h30, por meio de Fato Relevante.

No início de junho, o Grupo Pão de Açúcar bateu o martelo para a compra do Ponto Frio (controlada pela Globex) e se transformou na maior companhia do varejo brasileiro - superando o rival Carrefour -, com faturamento de R$ 26 bilhões, 79 mil funcionários e mais de mil lojas espalhadas por 18 Estados. Após ter até anunciado que não estava no páreo, o grupo comandado por Abilio Diniz desbancou redes apontadas como favoritas à compra da companhia, como o Magazine Luiza e a Lojas Insinuante, líder na região Nordeste. A transação inclui as 455 lojas físicas do Ponto Frio, a loja virtual, a participação na financeira Investcred e centros de distribuição.

A empresa de Abílio Diniz também ampliou sua presença no setor do atacarejo em 2009, por meio da rede Assai. A empresa comprou a participação de 40% que ainda não detinha do capital da Assai em julho. O total a ser pago pela participação será de R$ 175 milhões, valor que pode chegar a R$ 200 milhões.

Fonte: Sonia Racy, publicadas no O Estado de S. Paulo

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Supermercado eleva as contratações de temporários para Natal

Supermercado eleva as contratações de temporários para Natal
As grandes redes de supermercados Grupo Pão de Açúcar, Walmart e Carrefour começam a se preparar para atender à demanda no Natal, tanto que vão reforçar seus quadros de atendimento. Isso vai impactar o segmento em termos de vagas temporárias, tanto que, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), neste mês o setor contará com força extra e a contratação de 11,5 mil pessoas para vagas temporárias de fim de ano. Para a Abras, 13% dos temporários têm chances de ficar com a vaga.

No GPA, maior rede de supermercados do País, foram disponibilizadas 6,4 mil oportunidades de trabalho. Há vagas para temporários e também para efetivos, que irão atender aos clientes das lojas de bandeiras da empresa neste fim de ano. A maioria das oportunidades [4.700] são para São Paulo. A seleção acontece até o dia 10 de dezembro, de segunda a quinta feira, a partir das 8h00.

"Estamos com diversas promoções e condições diferenciadas de crédito para garantir ao cliente a melhor experiência de compra neste Natal. Contribui para isso a força adicional de vendas vinda com a contratação de mais de 6 mil trabalhadores pelo Grupo neste fim de ano", destaca Ramatis Rodrigues, vice presidente executivo do Grupo Pão de Açúcar.

O Carrefour anunciou 2.450 temporários nas lojas neste fim de ano. Há vagas nos 17 estados em que a rede opera, das quais 1.422 estão em São Paulo. As principais oportunidades são para: caixa, fiscal de loja, balconista, auxiliar de perecíveis, padeiro, confeiteiro, açougueiro e peixeiro. Para concorrer às vagas é preciso ter segundo grau completo.

De olho nas vendas de dezembro, principalmente com a alta confiança do consumidor, aumento do crédito e redução do IPI, o Walmart Brasil abriu 3.400 vagas de trabalho temporário nas lojas de todo o País.

No que diz respeito às encomendas para o Natal, o grupo já aumentou 25% os estoques de vídeo e informática e 15% os itens da linha branca, como fogões e máquinas de lavar roupas, produtos estes que estão com redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até 31 de março de 2010.

Fonte: DCI

Blitz: Yogoberry

Olá a todos.

Complementando um pouco a dúvida do Sr. Sergio Burlamaqui, o qual perguntou sobre como é possível ensinar o consumidor a gostar de um novo produto, veja esse exemplo, da inauguração de uma unidade da Yogoberry, especializada em frozen yougurt.

Essa foto foi tirada no Shopping ABC, no ultimo final de semana.

Para promover o produto, no dia de inauguração, o mesmo era gratuito !

O que para alguns pode soar como loucura, é uma excelente maneira de divulgar o produto, principalmente se o mesmo for realmente bom. Cria um grande buzz positivo.

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.com.br

Dúvidas de leitores: Produtos saudáveis

Dúvidas de leitores: Produtos saudáveis
Pergunta enviada por Sergio Burlamaqui, de Guarapari (ES)

Olá Caio, tudo bom?!
Há alguns meses atrás entrei em contato com você pois estava querendo abrir um pequeno negócio...
Hoje estou a poucos passos de realizar este meu sonho. Optei por abrir uma lanchonete, mas uma lanchonete diferenciada, capaz de oferecer uma alimentação rápida mas com um mix de produtos mais saudáveis do que as lanchonetes mais comuns. Gostaria de obter algumas dicas sobre este ramo, o que é interessante e o que não é, como e onde divulgar e quais recursos ou mídias são mais eficazes?

Morava no Rio de Janeiro e há 6 meses me mudei para Guarapari - ES, que possui uma sazonalidade muito grande. Que outros serviços ou mix de produtos poderia agregar à lanchonete para "sobreviver" em épocas menos movimentadas. Estou pensando em trabalhar um tipo de produto (bebida - mas que não será o carro-chefe da loja neste primeiro momento) que não faz parte da cultura do capixaba. Que "táticas" eu posso utilizar para criar esta cultura de consumo nos consumidores. Como apresentar um produto a um mercado que não tem cultura de consumo deste produto?

Sei que são muitas dúvidas, mas gostaria muito de ouvir suas sugestões e suas opiniões.
Muito obrigado! Como sempre, seu blog continua sendo uma das melhores referências para o mundo do varejo na Internet.

Grande abraço,
Sérgio Burlamaqui


Olá Sergio !
É sempre uma satisfação poder ajudar pessoas como você.
Vamos lá...

Então estamos falando de um negócio, no qual, pela sua pesquisa, não faz parte da cultura local.
Acredito que já tenha citado isso em outra resposta, para outro leitor, mas vale sempre lembrar a história:

Lembro que vi em uma reportagem ou entrevista sobre o Habib´s na qual para entrar no mercado mexicano, eles montaram um trailer onde seria instalada a loja e durante duas semanas “distribuíram” esfihas e kibes para a população. Essa foi uma excelente sacada para "educar" o consumidor local sobre o produto.

Acho que se você não puder arcar com uma distribuição (que seja somente no dia da inauguração, por exemplo), tente trabalhar ao menos um preço especial.Em minha opinião, este tipo de oferta funciona como melhor propaganda do que qualquer outro tipo de propaganda ou panfletagem. Filas na porta, e clientes saindo satisfeitos e com sorriso de “quero mais” serão sempre sua melhor propaganda.

Mas em contrapartida, você deve estudar se o produto que na verdade você acredita que “não faz parte” na verdade “não caiu no gosto” da cultura capixaba em outra tentativas. Isso pode acontecer, afinal, nem todos no Brasil tomam chimarrão, por exemplo.

A comida saudável é uma excelente idéia. Acredito que um caminho legal nesse sentido é buscar informar ao máximo os benefícios que cada prato elaborado pode trazer, fornecendo até mesmo, quantidade de calorias, fibras e até mesmo vitaminas que cada um oferece. Acredito que um trabalho junto a uma nutricionista pode gerar interessantes resultados.

Você deve tomar um cuidado muito grande para que os alimentos não sejam vendidos quase que como medicações, mas a grosso modo, que tal um suco bronzeador, ou uma vitamina que ajuda a recuperar a aliviar o stress ? E por que não pratos elaborados nas ondas de dietas famosas, como pratos com baixos teores de carboidratos ou baseados em um estilo vegetariano de vida ?

Brinque com a linguagem, crie um ambiente divertido.
Como vê, são diversas as possibilidades, e com certeza, grandes as oportunidades.

Espero ter lhe ajudado,
Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.com.br

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Seminário: O Quê Todo Executivo Precisa Saber Sobre Mídia Social (e seus funcionários já sabem).

Seminário: O Quê Todo Executivo Precisa Saber Sobre Mídia Social (e seus funcionários já sabem).
Você é um executivo ocupado perdendo terreno para os seus funcionários quando o assunto é entender o que está acontecendo com a internet e essa tal de mídia social? O seus funcionários estão se perguntando quando a "diretoria" vai perceber o poder da mídia social? Então você não está sozinho.

Durante o web seminário "O Quê Todo Executivo Precisa Saber sobre Tecnologia (e seus funcionários já sabem)" você será guiado através das melhores práticas para determinar a sua estratégia de mídia social, desenvolver uma política corporativa, educar os seus funcionários, monitorar o progresso e resultados, e para se preparar para o grande salto que os próximos anos prometem quando a questão é tecnologia para os negócios.

A mídia social se apresenta como a melhor ferramenta de marketing já surgida no mundo dos negócios. Por que? Ela oferece uma revolucionária maneira para a empresa se conectar com clientes, potenciais negócios, mídia, parceiros, funcionários; para gerenciar a reputação de uma marca e para influenciar a percepção das pessoas.

Blogs, Podcasts, Facebook, Twitter, iPhone e Mobile Marketing, Flickr, YouTube, SEO, Cloud Computing, RSS... são tantas as maneiras de se manter conectado com o mundo que fica quase impossível se manter atualizado sobre o quê pode ser feito.

Esse web seminário único sobre mídia social e tecnologia irá ajudar o executivo a entender como a mídia social pode ter um impacto positivo em todas os setores de uma empresa - do design de um produto até vendas e marketing, passando pelo atendimento ao cliente e recursos humanos. No final do web seminário você vai entender o que é mídia social e como se posicionar para 2010 e além.

QUEM DEVE PARTICIPAR:
Gestores de Marketing, Vendas e Negócios responsáveis por alavancar novos negócios em 2010.

QUANDO ACONTECE:
15 de Dezembro, das 15:00 as 17:00hs Duração: 2 horas

ONDE:
Internet, web seminário

INVESTIMENTO:
R$ 130,00 por participante

PALESTRANTE:
Ricardo Jordão Magalhães, Presidente e Fundador da BIZREVOLUTION

COMO SE INSCREVER:
(11) 4153-0885 ou pelo falecom@bizrevolution.com

Faturamento por metro!

Faturamento por metro!
Olá a todos.
Segue abaixo a transcrição da matéria publicada no site Exclusivo.com.br, na qual participei.
Para quem desejar acessar a matéria diretamente no site, clique aqui.

Faturamento por metro!
por Lia Nara Bau

Metodologia auxilia a mensurar lucratividade e identificar fluxo dentro loja

Planejar a loja e controlar seus resultados através do cálculo de faturamento por metro quadrado é uma estratégia muito utilizada no varejo. Metodologia bastante comum no ramo de supermercados, ela pode auxiliar qualquer segmento do comércio a estruturar as suas vendas e os seus resultados. O diretor de planejamento estratégico da Fantasy Publicidade e Propaganda e autor do blog 'Falando de Varejo', Caio Camargo (São Paulo/SP), explica que a venda por metro quadrado é uma maneira adotada por algumas empresas para mensurar a lucratividade, bem como detectar áreas de melhor fluxo de clientes e vendas, as chamadas "áreas quentes" de um estabelecimento.

"Através de uma análise geral (cálculo do faturamento mensal dividido pela área de vendas), é possível descobrir quais produtos estão vendendo acima ou abaixo do esperado, bem como descobrir quais produtos estão ocupando mais espaço do que deveriam, visto que não geram lucratividade para a loja", esclarece. Conforme o tamanho da loja, é possível saber o resultado financeiro esperado. Com isto, pode-se estabelecer um planejamento mais próximo da realidade. Por exemplo, se uma ponto-de-venda de 500m² tem um faturamento planejado de R$ 200 mil por mês, isto equivale a dizer que o metro quadrado deve rentabilizar R$ 400 por mês.

"Qualquer produto exposto que esteja rendendo abaixo disso deverá ser melhor trabalhado no ponto-de-venda", assinala. Esse trabalho poderá ser feito através de uma promoção ou até mesmo com a realocação deste produto dentro da loja, buscando uma área que propicie uma melhor venda. Com o tempo, ele diz que o lojista consegue identificar as áreas de sua loja que precisam ser melhor trabalhadas, bem como as áreas que funcionam sempre bem para promoções ou lançamentos de produtos.

CONTROLE - A ferramenta de cálculo de vendas por metro quadrado auxilia na abertura da loja e também no controle periódico do faturamento. Camargo salienta que o varejo é dinâmico e a todo momento são lançados novos produtos, assim como alguns são retirados do mercado. Dessa forma, o trabalho de equalização do faturamento da loja deve ser constantemente trabalhado. "Acredito que, num primeiro momento, no momento de abertura da loja, essa ferramenta facilita a concretização de alguns objetivos", frisa. Já no momento seguinte, durante o controle periódico, ele diz que, além de assegurar que as vendas estão caminhando conforme o planejado, ela ajuda a identificar quais produtos novos estão funcionando e quais produtos podem ser retirados do ponto-de-venda.

Gerencie os dados

Tendo em mãos a ferramenta de cálculo de faturamento por metro quadrado, é fundamental utilizá-la e analisá-la da maneira adequada. Caso contrário, de nada adianta mobilizar recursos para levantar tais dados, se eles não forem empregados satisfatoriamente. Para Camargo, mais importante do que o dado em si, é o gerenciamento desta informação. Ele ressalta que quanto melhor o lojista conseguir administrar os dados mês a mês, mais respostas ele conseguirá encontrar em busca de uma melhor rentabilidade dentro do ponto-de-venda. "Mas os dados não fazem mágica sozinhos. É necessário buscar sempre agir na medida que se identifique produtos ou serviços que não estão rentabilizando como o esperado", assinala.

De maneira geral, Camargo aponta que o lojista irá perceber que apenas alguns produtos são os grandes responsáveis pela maior parte do faturamento. Dessa maneira, ele poderá identificar e até mesmo intensificar as ações promocionais sobre esses produtos. "Mesmo assim, vale a pena ter os outros produtos na loja, pois eles garantem variedade e opção aos olhos do consumidor. Busque trabalhar de forma atrativa esses outros produtos, buscando ampliar a margem de participação destes", complementa.

Fonte: Lia Nara Bau/Jornal Exclusivo

FRCH Design Worldwide chega ao Brasil

Uma das maiores empresas mundiais de design e arquitetura, responsável pela criação de importantes lojas internacionais, instala no Brasil seu escritório operacional com equipe de varejo brasileira na direção.

A norte-americana FRCH Design Worldwide, uma das maiores empresas mundiais de design e arquitetura, anunciou o início da sua operação no Brasil essa semana. A operação brasileira foi montada em Curitiba e será responsável pela atuação da empresa em toda América do Sul.

“Estamos interessados principalmente no Brasil por ser um mercado em crescimento, que tem uma população jovem e que valoriza cada vez mais o varejo. A FRCH oferece um serviço que agrega valor exatamente a esse mercado”, afirma Jim Tippmann, presidente mundial da FRCH. “O Brasil tem um enorme potencial e os segmentos de varejo que mais têm crescido se ajustam perfeitamente à nossa experiência internacional e, por isso, decidimos montar uma operação no Brasil.”, complementa Tippmann.

“Inicialmente, iremos atuar com design de lojas, shopping centers e hotéis”, anuncia Sérgio Barbi, Diretor responsável pela empresa no Brasil. “Nosso ponto forte é uma equipe brasileira que conhece muito bem o consumidor, os negócios e a cultura daqui, aliada à experiência e talento dos profissionais da FRCH no exterior. Temos um time multinacional trabalhando no Brasil”, complementa Barbi. Sérgio Barbi acumula 20 anos de experiência no varejo nacional e, nos últimos 10, esteve a frente do franchising O Boticário, conhecida rede de franquias de perfumes e cosméticos com mais de 2.700 lojas no Brasil. Sérgio é Diretor de Expansão da ABF (Associação Brasileira de Franchising) e Membro do Conselho da norte-americana A.R.E. (Association for Retail Environments).

Na estruturação da equipe brasileira, Carlo Endrigo lidera a equipe de design e arquitetura no Brasil. Já as estratégias de marketing e relacionamento com clientes estão sob a responsabilidade de Desirée Peron, especialista em marketing de relacionamento.

A FRCH é uma empresa de design, arquitetura, comunicação visual e estratégia de varejo, que atua há 40 anos no mercado. Sua sede mundial está localizada na cidade de Cincinnati, estado de Ohio, nos Estados Unidos. Entre seus clientes figuram marcas globais como Mc Donald´s, Starbucks, American Girl, BlackBerry, Disney, CNN, Hilton, Harley-Davidson além da elegante Tiffany&Co. Além da sede sul americana na cidade de Curitiba, a empresa já planeja a abertura de uma filial em São Paulo no próximo ano.