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Itens de Michael Jackson somem das lojas em São Paulo

Procura dispara após morte do artista; no mundo, catálogo disputa espaço com fenômenos do pop atual

Mesmo após sua morte, Michael Jackson continua sendo sinônimo de vendas. Os artigos relacionados ao cantor - CD's, DVD's e livros - praticamente sumiram das prateleiras das redes especializadas de São Paulo. A Livraria Cultura, por exemplo, informou nesta sexta-feira, 26, ao estadao.com.br, que o catálogo de discos do cantor está esgotado em todas as suas unidades. Lá, o mais procurado foi a edição comemorativa dos 25 anos de Thriller, CD divisor de águas da carreira do rei do pop.

Segundo a assessoria de imprensa da Cultura, mais discos chegarão na primeira quinzena de julho. Na FNAC da Avenida Paulista, a mais movimentada da rede, a procura pelos itens do cantor aumentou já noite de quinta-feira, quando foi declarada sua morte após uma parada cardíaca, disseram funcionários. No stand dedicado ao artista só o que se vê são fotos, o que de acordo com a livraria é uma forma de homenagear Jackson.

O mesmo aconteceu na Saraiva Megastore do Shopping Ibirapuera. "As vendas realmente saltaram, foram muito boas e continuam sendo", disse Luis Antonio Ferreira, encarregado do setor de música. "80% das compras hoje foram Michael Jackson", afirmou, sem citar números, assim como as outras duas livrarias, que devem divulgar um balanço nos próximos dias.

Mundialmente, a morte do astro também refletiu nas vendas de seu catálogo. Na Amazon.com, por exemplo, maior loja virtual do planeta, os quinze primeiros itens do Top 100 dos mais vendidos são itens que levam o nome de Michael Jackson. No iTunes, maior ponto de venda de música online do mundo, as canções do artista também dividem espaço no topo com fenômenos recentes do pop, como Lady GaGa e Black Eyed Peas.

Ao longo de sua carreira de mais de três décadas, Jackson acumulou cerca de 750 milhões de discos vendidos. Só Thriller (1982) rendeu mais de 100 milhões de cópias - recorde que lhe confere o título de álbum mais vendido do planeta.

Fonte: Estadão

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