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Global Franchise acompanha Wizard Idiomas à China para implantar rede de escolas de idiomas no país

A viagem incluirá uma análise aprofundada do mercado e os primeiros passos para a implantação da empresa em solo chinês, além de um encontro com o Embaixador Norte- Americano na China, Jon Meade Huntsman Jr.

Já está na China a equipe formada por consultores da Global Franchise e executivos da Wizard Idiomas. A intenção do grupo é a de iniciar a implantação da rede de ensino de idiomas em solo chinês. “A partir dessa visita, será possível definir quantas e onde serão implantadas as primeiras Wizard, além de serem determinados critérios de expansão concretos”, diz Paulo César Mauro, presidente da Global Franchise.

Na pauta da viagem está uma reunião com Jon Huntsman Jr., Embaixador Norte-Americano na China. “Esse e outros contatos serão importantes para que o estudo de viabilidade do negócio seja mais preciso e, assim, a Wizard possa entrar no mercado chinês com segurança para os novos franqueados”, explica Mauro.

Ainda não há números que indiquem com precisão quantas serão as unidades implantadas pela marca nos próximos anos. Uma coisa, porém, é certa: em poucos meses, as primeiras unidades serão inauguradas.

Outras franquias na China

A Global Franchise também está atuando na implantação de outras marcas brasileiras – como Habib´s e Carmem Steffens – na China. Recentemente, a consultoria inaugurou um escritório em Tiajin – fruto de uma joint-venture com o grupo chinês Real Intercontinent.

Segundo Mauro, a implantação das marcas citadas é o primeiro trabalho da filial de sua consultoria na China. “Queremos mostrar às franquias brasileiras a forte economia chinesa. Trata-se de um mercado em franca expansão em todos os sentidos, inclusive com as franquias”, ilustra. “Faz parte da programação das viagens apresentar os canais governamentais de apoio à entrada das empresas e também um grupo investidores locais interessados em novos negócios na China”.

O consultor afirma que o mercado chinês tem características próprias e, apesar da economia ser totalmente capitalista, o regime ainda é comunista e centralizador. “É necessário ter um sócio local que conheça as características políticas e econômicas do país para facilitar a introdução das franquias brasileiras, ainda desconhecidas na China. O país tem poucas franquias de porte, a maioria são americanas que atuam na área alimentícia”.

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