sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Rei do Mate cresce 15% e quer abrir mais 40 unidades

A rede Rei do Mate comemora o desempenho de 2009, quando cresceu 15% em numero de unidades comparado com o mesmo período do ano anterior, e pretende continuar acelerada expansão este ano, com a meta de assinar 40 novos contratos com franqueados e aproveitando o crescimento das classes C e D.

No ano passado, a rede também assinou 40 contratos e inaugurou 24 novas franquias, chegando a 280 pontos em operação em 17 estados brasileiros. A companhia registrou ainda bom aumento nas vendas, que atribuiu principalmente ao "constante processo de revitalização das lojas que contempla mudança no layout, unidades, logotipo, cardápio, uniforme dos funcionários", que foi consolidado em 2009.

De acordo com João Baptista, diretor de Franquias do Rei do Mate, grande parte das unidades já passou pelo retrofit, o que estimula resultados positivos e mudanças.

Com os bons números conquistados pelas lojas até dezembro, as expectativas são boas para os próximos meses, quando devem continuar sua expansão, sendo que as principais praças de crescimento da rede serão São Paulo, Rio de Janeiro, além de regiões no Sul do País como Paraná e Santa Catarina.

A rede, que possui 30 anos de mercado, afirma que também está se modernizando para atender a clientes de diferentes classes sociais e se beneficiando com o momento do aumento da classe C e D.

Fonte: DCI

Incentivo fiscal deve seguir para a construção

Incentivo fiscal deve seguir para a construção
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse ontem, não ver necessidade em uma nova prorrogação da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre os produtos da linha branca e os automóveis. Porém, ele havia afirmado também nesta semana que para o setor de construção civil, os incentivos fiscais podem continuar.

Segundo o ministro, o governo avaliará a continuidade da redução do IPI para esses itens, mas, na sua opinião, não há mais necessidade de estímulos nessas áreas. "Se houver alguma coisa comprovando que é necessário manter, certamente o governo vai ter sensibilidade. Eu, particularmente, acho que não precisa. A economia está boa", disse ao sair de reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Os incentivos foram renovados no final do ano passado, sendo que a redução do IPI acaba neste domingo (31), já para os automóveis do tipo flex e aqueles movidos exclusivamente a álcool vence em 31 de março.

Mas em 30 itens de materiais de construção a redução se estende até 30 de junho, sendo que está sendo estudada a possibilidade de manter os estímulos.

Fonte: DCI

Em ano de Copa do Mundo, ACSP entra em campo com finanças pessoais

Em ano de Copa do Mundo, ACSP entra em campo com finanças pessoais
Em ano de Copa do Mundo, Movimento de Apoio ao Consumidor da ACSP entra no gramado virtual com finanças pessoais

Após o sucesso em 2009 do Bate-Bola Financeiro, jogo didático sobre consumo consciente promovido pelo Movimento de Apoio ao Consumidor (MAC), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) em parceria com a Visa, o número de adeptos está aumentando nesse ano de Copa do Mundo.

O game une dois conceitos inéditos para fomentar consumo consciente, em um jogo de futebol temático da FIFA. Esse bate-bola descontraído, com caráter educacional, pode ser acessado no portal da ACSP (http://www.mac.batebolafinanceiro.com.br/).

De acordo com a superintendente de Produtos e Serviços da ACSP, Roseli Garcia, esse jogo estimula crianças, jovens e adultos a aprenderem conceitos de finanças pessoais enquanto se divertem. “Denominado de Bate-Bola Financeiro, esse jogo de PC ensina como realizar um orçamento doméstico, poupar dinheiro e utilizar crédito de forma correta. Essa versão estará disponível em mais de 16 países”, destaca Roseli.

Com o mesmo conceito moderno de jogos futebol para videogames, o usuário tem a opção de jogar com o computador ou contra um amigo, além de poder escolher as seleções para a disputa. O diferencial é que para efetuar os passes e chutes, durante a partida, o usuário deve responder a uma questão de economia, que varia entre os níveis fácil, médio e difícil. “A dinâmica é bastante simples e objetiva e, caso a pessoa erre a resposta, automaticamente, o adversário rouba a bola. É bastante divertido”, pontua Roseli.

O Movimento de Apoio ao Consumidor (MAC) é um programa que visa à orientação do consumidor inadimplente, estimulando práticas de Educação Financeira. Nos postos de atendimento do SCPC, é possível contar com equipes qualificadas para atendimento do público que possui a intenção de regularizar seus débitos e voltar a contar com linhas de crédito no mercado. Uma das iniciativas mais conhecidas do serviço é o novo manual de planejamento do orçamento doméstico, distribuído em cada atendimento prestado.

Sobre a ACSP:

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em seus mais de 115 anos de história, atua diretamente na defesa da livre iniciativa e, ao longo de sua trajetória, tem estado sempre ao lado do empresário, contribuindo para o desenvolvimento do comércio, da indústria e da prestação de serviços no país. No ambiente de negócios, a ACSP administra o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), que dispõe do mais moderno e completo banco de dados de informações comerciais, com dados de pessoas e empresas, além de cobertura nacional. Oferece soluções inteligentes para todas as etapas do negócio, como prospecção, gestão de crédito, acompanhamento de carteira e recuperação. Com o apoio da alta tecnologia, o SCPC está preparado para atender às novas demandas decorrentes da implantação do Cadastro Positivo, com modelos estatísticos desenvolvidos com exclusividade para cada tipo de negócio.

Para mais informações, visite o site www.acsp.com.br ou ligue para (11) 3244-3030.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Pós-crise: consumidor atentará à reputação social das empresas, dizem CEOs

Pós-crise: consumidor atentará à reputação social das empresas, dizem CEOs
Os CEOs (diretores-executivos) de empresas ao redor do mundo acreditam que, por conta da crise econômica, os consumidores darão mais importância à reputação social das empresas, buscarão gastar menos e serão mais ativos no desenvolvimento de produtos.

As conclusões são da 13ª edição da Pesquisa Anual Global de CEOs, realizada pela PricewaterhouseCoopers e divulgada nesta quarta-feira (27) durante o Fórum Social Mundial em Davos (Suíça). Para a edição, foram ouvidos 1.198 CEOs de 52 países, durante o último trimestre de 2009.

Comportamento

Ao serem questionados sobre “Como o comportamento dos consumidores irá mudar no longo prazo?”, 64% dos entrevistados disseram que eles irão dar mais ênfase a aspectos ambientais e sociais antes de fazer uma compra.

Outros 63% dos CEOs acreditam que os consumidores vão gastar menos e poupar mais, enquanto 60% responderam que eles estarão mais envolvidos no desenvolvimento de produtos e serviços.

Além disso, 54% dos diretores-executivos de todo o mundo disseram que os consumidores vão dar mais ênfase para marcas familiares, enquanto 36% responderam que eles darão uma atenção maior ao país de origem dos produtos que irão adquirir.

Preocupação

De acordo com os dados, empresas de Tecnologia, do Varejo e de Entretenimento e Mídia foram as que se mostraram mais preocupadas com as mudanças no comportamento dos consumidores, com 66%, 64% e 60%, nesta ordem, dos CEOs apontando tal preocupação.

Por outro lado, empresas do setor público, de Engenharia e Construção e de Bancos e Mercado de Capitais mostraram-se as menos preocupadas com a questão, com 26%, 37% e 37% das respostas dos CEOs, respectivamente.

Fonte: InfoMoney


Quero-Quero ser grande

Presidente Peter Furukawa revela que a rede varejista deverá sair às compras para chegar a 400 lojas e R$ 1,5 bilhão de faturamento até 2015

O presidente da rede Quero-Quero, Peter Furukawa, tem uma missão ousada para a empresa fundada 42 anos atrás em Santo Cristo (RS): saltar de 177 para 400 lojas num prazo de até cinco anos. Caso isso aconteça, a rede adquirida em 2008 pelo fundo norte-americano de private equity Advent chegaria a um faturamento de R$ 1,5 bilhão - mais que o dobro do registrado em 2009, quando somou aproximadamente R$ 700 milhões.

Para atingir essas metas, Furukawa, que está há oito meses na presidência, precisará dar escala nacional à Quero-Quero. Hoje, das 177 lojas, apenas duas não ficam no Rio Grande do Sul. Os primeiros passos, segundo ele, deverão ser dados em Santa Catarina, onde já existem duas unidades, e também no Paraná.

Ex-executivo do Submarino e da rede Casas Pernambucanas, Furukawa diz haver muito espaço para a Quero-Quero crescer no país. A ideia é preencher um espaço pouco ocupado pelas grandes redes concorrentes: materiais de construção, carro-chefe dos negócios da empresa. "Queremos ser consolidadores dessa indústria", garante Furukawa. Tamanho crescimento acontecerá tanto de maneira orgânica quanto por meio aquisições. No entanto, como bom oriental, o executivo não deixa de lado certa dose de precaução: "Isso se uma nova crise não surgir. Vai saber se esta recessão não tomará a forma de um W!?".

Apesar de o mapa da expansão ter Santa Catarina e Paraná como pontos de partida, Furukawa prepara, também, uma segunda etapa. Na mira, as regiões sudeste e centro-oeste. "Espero que até o final de 2010 possamos anunciar algo bem agressivo", antecipa. Segundo ele, a Quero-Quero sairá às compras, mas as investidas dependerão da disposição dos vendedores. "Para sair negócio, não basta a gente querer comprar. Eles têm que querer vender", explica.

Depois de ser adquirida pela Advent, no ano passado, a sede da empresa foi transferida de Santo Cristo para Cachoeirinha, região metropolitana de Porto Alegre.

Fonte: Revista Amanhã


Vídeo: É tempo de liquidação - Caio Camargo participa de reportagem para TV FECOMERCIO

Vídeo: É tempo de liquidação - Caio Camargo participa de reportagem para TV FECOMERCIO
Ola a todos.

Esse é o vídeo da última edição da TV Fecomércio, no qual mostra a reportagem "É tempo de liquidação", no qual fala sobre as liquidações dos grandes magazines após o período de festas e de como é possível aproveitar a situação para vender mais.

Tive a oportunidades de participar da matéria, falando um pouco sobre as oportunidades ao pequeno varejo. Espero que gostem.



Mais informações sobre a TV Fecomercio no www.fecomercio.com.br

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.com.br


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Redes fazem estoque para últimos dias de IPI reduzido

Redes fazem estoque para últimos dias de IPI reduzido
O consumidor terá um fôlego extra de 30 a 45 dias para comprar geladeiras, fogões e máquinas de lavar com Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido, mesmo que o governo não renove o benefício tributário que termina no dia 31 deste mês.

Embora o varejo desta vez não tenha feito grandes estoques preventivos, como ocorreu no fim de outubro quando o IPI reduzido para linha branca dos produtos de menor consumo de energia foi renovado pela primeira vez, indústrias calculam que, pelas suas vendas, as lojas tenham estoque de até 45 dias de produtos comprados com IPI reduzido para bancar as promoções.

Nas lojas do Ponto Frio, do Extra e do Extra Eletro, redes do Grupo Pão de Açúcar, a ordem é manter os preços reduzidos de fogões, geladeiras e máquinas de lavar até o fim dos estoques. Segundo a empresa, o estoque médio da companhia para esse tipo de produto varia entre 30 e 45 dias. Isso significa que as promoções teriam fôlego até meados de março, dependendo do ritmo das vendas.

O Walmart é outra grande rede varejista que está disposta a bancar as promoções. A empresa informa, por meio de sua assessoria, que "após o encerramento do prazo da redução do IPI, iremos repassar o benefício até o final dos estoques."

Já as Casas Bahia, que aguardam o sinal verde do governo para se unir ao grupo Pão de Açúcar, não revelam a sua estratégia de mercado após o fim do corte do IPI. Nas últimas semanas, a rede é uma das que mais tem usado o IPI reduzido como mote de suas campanha.

Fonte: DCI


Varejo de calçados prevê vender até 80% mais

Varejo de calçados prevê vender até 80% mais
Por causa da média de crescimento acima de 30%, o que significa um faturamento próximo a R$ 2,9 bilhões em 2009, no setor de franquias, empresas como Via Uno, Arezzo e Mentha Pimenta estão com as apostas maiores nesse modelo de negócios para alavancar as vendas e recuperar o crescimento tímido na ordem de 5%, por causa da instabilidade econômica do primeiro semestre de 2009. Elas esperam crescer 80% neste ano, segundo Ricardo Camargo, diretor executivo da Associação Brasileira de Franquias (ABF). "É um segmento forte e em expansão [cresceu 20% em performance de vendas] e representa muito para o crescimento do franchising no Brasil."

Na rede Via Uno, que conta atualmente com 267 lojas, a previsão é de que sejam abertas 60 novas unidades em 2010, conta o diretor de Marketing da rede, Paulo Kieling. "O cenário para os negócios está se desenhando mais positivo neste ano, por isso vamos vender mais", declara.

De acordo com Kieling, a marca está animada com as projeções otimistas para a economia neste ano, tanto que espera viabilizar sua expansão para o exterior "Nosso projeto é abrir mais 10 lojas no exterior, cinco em cada um dos países que já trabalhamos [França e Argentina]", diz.

Segundo o diretor da Via Uno, a estratégia de crescimento da rede é manter o foco dos investimentos em tecnologia e qualidade, além da publicidade, para valorizar os calçados e fortalecer o nome da empresa para conquistar novos franqueados. "Trabalhamos isso há mais de três anos e vamos lançar novidades todos os meses para agradar o consumidor", afirma Paulo Kieling.

Outra que enxerga crescimento com a abertura de franquias este ano é a Mentha Pimenta, instalada na Rua Pamplona [loja-conceito], nos Jardins, bairro nobre de São Paulo. Em 2009, a empresa iniciou seu plano de reestruturação para captar franqueados, como forma de ampliar suas operações para as grandes capitais brasileiras. "Estamos com três lojas [próprias], e no fim do ano passado começamos a negociar algumas franquias para este ano", diz Andressa Bertaglia, diretora da Mentha Pimenta.

Para o professor do Programa de Administração do Varejo (Provar) Cláudio Felizoni, o cenário econômico do pós-crise abre uma janela para empresas brasileiras investirem em ampliação dos negócios no exterior, por causa da valorização do real frente ao dólar. "Os ativos lá fora estão menos valorizados, então eles ganham poder de investimentos que antes não tinham."

Segundo Felizoni, a estratégia de ampliar a participação no mercado com franquias possibilita que as empresas ganhem fôlego para projetar um crescimento acima do previsto para o setor, porque diminui a necessidade de investimentos com caixa próprio da empresa e divide a responsabilidade da gestão com o franqueado. "É um modelo onde a franqueadora terá um risco menor."

Disputa

Para ganhar fôlego e driblar a concorrência que é forte com os calçados chineses, que chegam às lojas com preços mais competitivos, as marcas brasileiras apostam em estratégias de marketing mais agressivas e na venda de itens mais bem elaborados. Consequentemente com valor agregado maior, conta Paulo Kieling. "Nossa estratégia é sair do campo de competição dos chineses e também oferecer novidades, mas com qualidade", diz.

Cláudio Felizoni explica que o impacto dos produtos chineses é algo a ser considerado. Para ele, os resultados do setor em 2009, de crescimento menor, são reflexo claro da perda de mercado para itens chineses que já correspondem a 30 milhões de pares por ano. "Esse sentimento é corroborado pelo crescimento do varejo."

Concorrência

Na Arezzo, uma das maiores redes calçadista da América Latina a expectativa é abrir 25 lojas em 2010. Dados recentes da companhia indicam 247 franquias. A rede criou a marca Schutz, um novo formato de loja que deverá ter sapatos cerca de 20% mais baratos do que os de uma loja Arezzo. Ano passado, a rede faturou R$ 550 milhões frente a R$ 485 milhões de em 2008.

De acordo com Fábio Figueiredo, gerente de Franquias da Arezzo, a marca chamada de Ana Capri, cuja primeira unidade foi inaugurada há um ano, teve seu formato testado e a empresa acredita que há espaço no mercado para abrir 200 lojas em quatro ou cinco anos. A marca deverá ter três unidades ao fim deste ano, e estão sendo fechados os contratos de novas lojas. "Fizemos uma pesquisa mundial e vimos que na Europa já há lojas que oferecem serviços. A Ana Capri terá uma loja de cerca de 100 m² e espaço para spa de unhas, por exemplo. Nosso franqueado também pede outras opções de negócio", disse o executivo.

Já, a rede Authentic Feet, com 66 unidades, apesar não vender outros artigos esportivos, mas apenas calçados especializados, também acredita em um grande impacto nas vendas com os eventos como Copa e Olimpíadas, e afirma que ampliará em 30% o investimento em marketing e campanhas para o ano que vem. "Vamos crescer de 15% a 20% em 2010, mas o mercado em geral aposta em um crescimento de 30%, com o fim da crise, com as eleições e estabilidade econômica", diz Mazhar Obeid, diretor de franquias da rede. Ele diz que fornecedores como Nike, Adidas e Mizuno estão acelerando investimentos e fabricação de itens específicos para a Copa do Mundo. Ano passado, a rede abriu 13 franquias e para 2010 abrirá ao menos 10 lojas, além de investir em treinamento e atendimento, o que acredita que a diferenciará de seus concorrentes.

Interessadas em lucrar até 80% mais com projetos de expansão viabilizados no setor de franquias, que em 2009 apresentou a melhor média de crescimento (acima de 30%) e faturamento na ordem de R$ 2,9 bilhões só no segmento calçadista, redes como Via Uno, Arezzo e Mentha Pimenta estimam abrir em torno de cem lojas em 2010. De acordo com Ricardo Camargo, diretor executivo da Associação Brasileira de Franquias (ABF), "o segmento cresceu 20% em performance de vendas de franquias no ano passado".

Fonte: DCI


Spoleto fecha 2009 com crescimento de 15%

O ano de 2009 foi bastante positivo para o Spoleto. A maior rede de culinária italiana do país registrou faturamento de R$ 290 milhões, 15% a mais em relação a 2008.

A rede alcançou também crescimento de 19% em pontos de venda, com 36 novas lojas. Hoje o Spoleto conta com 272 restaurantes - 249 no Brasil e 23 no exterior (21 no México e dois na Espanha). A projeção é manter o mesmo ritmo e assinar 36 novas unidades ao longo do ano, chegando ao faturamento de R$ 326 milhões (o equivalente a 12% de crescimento).

O Spoleto pertence ao sistema Umbria, formado ainda pelas redes alimentícias Domino’s Pizza e Koni Store e controlador das lojas próprias, distribuidora, fábrica e franquias das três marcas. A empresa 100% brasileira de gestão de food service, que atua nos segmentos fabril e de varejo, registrou crescimento de 18%, chegando ao faturamento de R$ 362 milhões. No período, foram assinadas 50 novas lojas (com previsão de abertura até 2011). Hoje o Umbria conta com 338 restaurantes e o objetivo é em 2010 conquistar 45 novos pontos para as três marcas do grupo, chegando a aproximadamente 380 lojas.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Entrevista: Edmour Saiani - NRF 2010.

No começo do mês, aconteceu em Nova Iorque a 99a. edição da NRF, evento de grande destaque no varejo mundial, onde são anualmente discutidas e apontadas as tendências e expectativas para o mercado. Para falar sobre o assunto o Falando de Varejo convidou o consultor Edmour Saiani, da Ponto de Referência que esteve por lá e agora nos conta as principais novidades.

Falando de Varejo (FV): Não dá para falar sobre o ano passado sem citarmos a crise ou os aspectos negativos ou positivos que se pode extrair desta para todos. Nesse ano, qual foi o foco da feira? Os americanos ainda sentem o efeito da crise, sob o aspecto do consumo? Quais ações os varejistas tomaram para buscar o reaquecimento do consumo?

Saiani: Sim, e muito. Ainda estão com um misto de medo e humildade. Mais incerteza do que medo nesse ano. Mas ainda estão humildes. Os caras fizeram muita coisa. Tendências e pendências. Voltaram a focar o consumidor, ou pelo menos a falar mais nisso e em atendimento como fonte de manter o Cliente. E os bem sucedidos se vangloriam de ter uma coisa que todo mundo deveria ter, mas não tem: uma cultura empresarial que dê prazer às pessoas que trabalham na empresa. Claro, sustentabilidade e redes sociais ainda estão nas tendências.

FV: Quais foram os tipos de varejo que mais sentiram os efeitos da crise por lá? Tanto o varejo de foco mais popular, quanto o varejo de luxo foram afetados? Houve algum tipo de migração de consumidores, ou efeito que possa ser citado?

Saiani: Claro que o de luxo sentiu mais. Principalmente porque o mercado aspiracional de luxo teve o seu tapete puxado e ganhou consciência, ao mesmo tempo em que perdeu o poder de consumir coisas de menor necessidade. Todo mundo ficou no que precisava. O que eles desejavam continuou como sonho. O varejo popular nadou de braçada e cresceu mais do que a média. Afinal, downtrading no mundo inteiro causa isso. Quem comprava na Abercrombie foi para a American Eagle. Quem comprava na American Eagle teve que descer pra Uniqlo. E quem comprava na Uniqlo mergulhou na Target.

FV: E o que pode ser observado ou que de fato ocorreu no comportamento de compra do consumidor americano? Como a crise afetou sua maneira de consumir e comprar?

Saiani: Muito mais conservadorismo, análise crítica na hora da compra e tentar comprar o mesmo que comprava antes, ou menos, por muito menos.

FV: Em termos de novas tecnologias no ponto de venda, o que virá pela frente? Quais as tendências?

Saiani: Mais do que tecnologia no ponto de venda, onde o RFID ainda é uma tendência, o que causou interesse de todos foram as redes sociais. O Cliente sabe mais das marcas do que elas dos Clientes. As redes sociais vão permitir que as marcas conheçam melhor os seus Clientes. Elas são a coqueluche da tecnologia. Meu Deus, coqueluche é muito velho.

FV: No Brasil a principal preocupação de varejistas e de alguns setores da indústria está nas grandes fusões que estão sendo realizadas e nas especulações de novas fusões que vem sendo divulgadas pelo mercado. Os maiores grupos varejistas vêm anunciando investimentos e expansões recordes para este ano dentro do mercado brasileiro. Lá fora, a tendência observada é a mesma, ou existe uma maior precaução nesse sentido?

Saiani: O Brasil está atrasado nisso. Lá as fusões já aconteceram há anos. Os mercados são muito mais concentrados. O Brasil só está reproduzindo o que lá já acontece.

FV: Por último, pode ser observado que há uma série de eventos ocorrendo nos próximos dias, por diversas entidades, sobre o que foi observado na NRF 2010, inclusive alguns onde você participará como palestrante. Poderia nos falar mais sobre esses eventos?

Saiani: A gente não organiza nenhum evento. Mas participa de muitos. Da Azov no Rio, dia 27, e em Sampa, dia 28, que são os melhores porque juntam a opinião de consultores nota mil, organizado pelo meu amigo Luiz Antonio Secco. Do CDL de Porto Alegre no Almoço do Varejo, amanhã, dia 26. E na ABF, sexta, dia 29, de manhã. Ah, tem dia 9 na Associação Comercial em Sampa. Abaixo, alguns eventos, que também podem ser vistos em nosso site: www.pdr.com.br

Agenda de eventos:

Almoço do Varejo – CDL
26/01 - Em Porto Alegre, no Centro de Evento do Hotel Plaza São Rafael, das 12h às 14h.
Mais informações e inscrições: www.cdlpoa.com.br

Seminários de Varejo Internacional – Azov
27/01 – No Rio de Janeiro, Hotel Sofitel, das 9h às 13h.
28/01 – Em São Paulo, no Espaço APAS, das 9h às 13h.
Mais informações e inscrições: www.azov.com.br

Encontro Pós NRF – ABF
29/01 – Em São Paulo, na Vila Olímpia, das 9h às 12:30h
Mais informações e inscrições: http://www.pontodereferencia.com.br/email/NRF2010/seminario29.jpg


Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.com.br


Redes moveleiras planejam pegar carona no crescimento imobiliário

Redes moveleiras planejam pegar carona no crescimento imobiliário
Redes do segmento de móveis e decoração, mercado que em São Paulo movimenta R$ 7 bilhões por ano, estão animadas com a possibilidade de crescer até 40% em vendas neste ano, com o boom do setor imobiliário e aproveitar a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a linha de móveis. Para alavancar os negócios e pegar carona nos lançamentos habitacionais, empresas como Tok&Stock, D&D, Blue Gardênia e Cecília Dale fazem planos de investir em inaugurações e ampliação das unidades em locais estratégicos, principalmente em regiões onde há previsão de entregas dos imóveis vendidos entre 2006 e 2007.

De acordo com o professor Cláudio Felizoni, do Programa de Administração do Varejo (Provar), este ano será favorável para o setor porque, com o aumento da renda das famílias, as vendas de bens duráveis, principalmente para a casa, como móveis, eletroeletrônicos e decoração poderão ter alta significativa. "É de se esperar que bens duráveis terão um crescimento neste ano."

O professor ressalta que a procura por itens para a casa terão também como impulsionador a maior oferta de crédito para as compras no varejo. "Bens com maior valor agregado geralmente são comprados à prazo."

Para aproveitar o momento, a redes Blue Gardênia inaugurou novas unidades em bairros como Jardins, região nobre da cidade de São Paulo (em funcionamento desde novembro passado). "Temos sentido um aumento na procura desses artigos em áreas onde o crescimento imobiliário é forte. Por isso abrimos a nova loja. Exemplo da alta nas vendas é a unidade de Santos (Baixada Santista), onde o crescimento imobiliário aumentou a procura por esses produtos, no ano passado", conta Mirian Gotfryd, proprietária da rede. Segundo a empresária, a expectativa é que em 2010 as vendas na rede sejam 40% maiores do que no ano passado.

Outra empresa que acredita na possibilidade de crescimento superior aos dois dígitos com a comercialização de itens para decoração é a Cecília Dale, rede com 6 lojas. Para a gerente de Marketing da empresa, Paola Dale, com a ajuda do setor imobiliário, a previsão é este ano vendas 10% maiores. "Com mais gente comprando imóveis, as lojas de decoração sentem uma procura maior", diz.

Na Tok&Stock, gigante do segmento de decoração, com 45 unidades, a estimativa é de crescimento superior a 7% em mesmas lojas, com investimento investir na abertura de e ampliações de unidades em: São Paulo e nas regiões Sul e Centro Oeste, áreas onde a rede enxerga como mais oportunas para este segmento no período, segundo Nilo Signorini, gerente de planejamento comercial da rede. "Este ano vamos ampliar a loja de Pinheiros [SP]."

Apesar das ampliações de lojas em pontos estratégicos Signorin acredita que o formato de lojas menores usado para as unidades dos shopping centers será a grande aposta da rede para sua expansão. "É um novo projeto de lojas que estamos usando para viabilizar nossa expansão nos shopping centers", diz o executivo.

Para o gerente de planejamento da Tok&Stock ainda é difícil avaliar se a redução do IPI tiveram impacto no crescimento das vendas, mas acredita que no ano passado houve uma migração das vendas de móveis para acessórios e utensílios para o lar, além de uma diminuição do tíquete médio dos clientes. "Agora já não é mais novidade [isenção do IPI]. Talvez tivesse um efeito maior se fosse no começo, como aconteceu com a linha branca", diz.

De olho em ganhar mercado também com vendas para as classes AB, a Marabraz - concorrente da Bartira, fábrica de móveis das Casas Bahia - rede com mais de cem lojas em São Paulo e famosa por vender móveis a preços baixos para as classes CD a grande aposta agora são as novas linhas de produtos para atender esse publico consumidor. "Agora queremos chegar à classe A", conta Nasser Fares, diretor-geral da Marabraz. Para Fares, a expectativa é vender ao longo deste ano, até mesmo 10% mais do que em 2009, por causa dos estímulos fiscais (isenção do IPI) que devem baratear os preços dos móveis até 31 de março. "Acredito que com isso as vendas serão melhores."

Liquidação

Interessado em aproximar suas lojas do consumidor final e crescer acima de 10% em 2010, o shopping D&D, que conta com mais de 170 lojas aposta na parceria com as construtoras para divulgar o centro de compras e atrair os clientes com novidades oferecidas já no momento da compra do imóvel, conta Silvia Zuccherelli, superintendente do empreendimento. "O crescimento imobiliário vai alavancar nossas vendas neste ano", diz.

Para este início de ano, a expectativa do mall é ver o movimento em suas lojas crescer 10% com as promoções de até 70% de desconto do tradicional "Bota Fora D&D", liquidação que acontece todos os anos janeiro e fevereiro. "Neste ano, vamos trabalhar para superar nossas metas."

O D&D também pretende investir neste ano em campanhas publicitárias, como chamariz para as lojas - a do bota fora foi criada pela J3P. Além da campanha a rede acredita no reconhecimento do mall como referência de item com qualidade e preços atrativos. Segundo a superintendente do shopping, para acompanhar o crescimento do setor, está nos planos da empresa uma futura expansão do empreendimento. "Vamos ampliar, sim. Mas ainda não temos nada definido."

Escritórios

Para atender à demanda das empresas, que pretendem aumentar os investimentos neste ano, a Alberflx decidiu ampliar sua fábrica, que agora terá uma nova área de 8.000 m² de área construída - antes era apenas a fábrica de 20.000 m² de área construída.

O local será destinado à estocagem de matéria-prima, cartonagem e toda a linha mobiliário completa destinada à pronta entrega "Fast Office". A empresa também investiu na compra de maquinários, para cortes a laser para melhorar a qualidade dos produtos e ganhar em agilidade na fabricação e entrega das mercadorias.

O consumo no País deve continuar aquecido nos próximos meses, por causa do aumento da renda da população e, a melhora nas condições de emprego e crédito, segundo projeções da assessoria econômica da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecormercio-SP). Exemplo do potencial de consumo dos brasileiros foi a alta, em janeiro, em comparação a dezembro, de 2,9% do indicador: Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurado mensalmente pela entidade. O índice passou dos 134,8 pontos para os 138,7 pontos e permanece no nível de satisfação (abaixo de 100 pontos indica uma percepção de insatisfação, enquanto acima de 100 - com limite de 200 pontos - indica satisfação). O índice é composto por sete itens. Quatro deles - Emprego Atual, Renda Atual, Compra a Prazo e Nível de Consumo Atual - comparam a expectativa do consumidor em relação a igual período do ano passado. Já as variáveis Perspectiva Profissional, Perspectiva de Consumo e Momento para Duráveis mostram a expectativa do consumidor em relação ao futuro.

Donas de um mercado que movimenta R$ 7 bilhões por ano em São Paulo, lojas de móveis e artigos para decoração como Blue Gardênia, Tok&Strock, Cecília Dale e o shopping D&D estão animadas com as projeções otimistas do setor imobiliário e já planejam pegar carona para crescer 40% neste ano.

A ideia é expor lançamentos do setor nos modelos de habitação decorados e apresentados aos clientes das construtoras e imobiliárias no pré-venda de imóveis. Outra aposta das redes é a abertura de novas unidades em cidades como Santos (SP), que estão em alta na venda de imóveis por causa dos royalties do pré-sal, que deverá aquecer a economia no litoral dos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, a partir de 2010.

Para Mirian Gotfryd, proprietária das lojas Blue Gardênia, a grande expectativa do setor neste ano é aproveitar a entrega dos apartamentos vendidos entre 2006 e 2007 para aumentar o faturamento da rede em até 40% - o tempo médio para entrega de um imóvel comprado na planta é 2 anos. Segundo a empresária, a estratégia da rede agora é inaugurar lojas em locais onde o setor imobiliário está aquecido, para garantir os lucros futuros. "Por isso, abrimos a nova loja em Santos", comentou Mirian .

Fonte: DCI

McDonald's lucra US$ 1,2 bilhão no 4º trimestre

McDonald's lucra US$ 1,2 bilhão no 4º trimestre
A rede norte-americana de fast- food McDonald's anunciou na sexta-feira (22) que registrou lucrou de US$ 4,551 bilhões em 2009, o que representa uma alta de 6% em relação ao ano anterior.

Em comunicado, a rede também afirmou que o seu lucro no último trimestre do ano passado foi de US$ 1,2168 bilhão, um aumento de 23% frente ao mesmo período de 2008.

Os resultados superaram as previsões dos analistas, sendo que o seu ganho por ação no último trimestre do ano foi de US$ 1,11, frente aos US$ 0,87 do mesmo período do ano anterior, um aumento de 28%. De acordo com o McDonald's, esse valor inclui US$ 0,08 recuperados após resolver os problemas em uma operação de 2007 sobre uma transação de licenças na América Latina.

Já as suas vendas aumentaram 7% no último trimestre do ano, chegando a US$ 5,973 bilhões, embora no acumulado de 2009 tenha registrado queda de 3%, ficando em US$ 22,744 bilhões.

O continente que apresentou maior crescimento em comparação a 2008, foi a Europa, com 5,2%, seguido por Ásia-Pacífico, Oriente Médio e África (3,4%) e Estados Unidos (2,6%).

No ano passado, a gigante de fast-food ainda serviu 60 milhões de consumidores por dia, o que significa um aumento diário superior aos 2 milhões com relação ao ano anterior.

A rede norte-americana de fast-food McDonald's atingiu lucrou 23% mais lucro no último trimestre de 2009, com US$ 1,2168 bilhão, superando as previsões dos analistas.

Fonte: DCI


Formalização Muda Varejo Farmacêutico

Formalização Muda Varejo Farmacêutico
A substituição tributária e a introdução da nota fiscal eletrônica abriram ainda mais espaço para as grandes redes

O regime de substituição tributária e a introdução da nota fiscal eletrônica causaram uma reviravolta no varejo farmacêutico. Drogarias que conseguiam sobreviver por meio da sonegação fiscal estão saindo do mercado, abrindo um espaço ainda maior para as grandes cadeias de farmácias. A formalização acelerou a concentração do setor e atraiu a atenção das grandes redes de hipermercados, como Pão de Açúcar, Carrefour e Wal-Mart.

As cinco maiores redes - Pague Menos, Drogaria São Paulo, Pacheco, Drogasil e Droga Raia - elevaram em 35% sua participação de mercado em apenas dois anos, segundo estatísticas do setor. Em dezembro de 2006, as cinco varejistas controlavam apenas 16,5% das vendas. Em dezembro de 2008, essa participação já alcançava 22,2%.

Fonte: Valor On-line



sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Multiplan recebe licença para construção do JundiaíShopping

Multiplan recebe licença para construção do JundiaíShopping
A Multiplan, uma das maiores empresas de shopping centers do Brasil, recebeu a licença para o desenvolvimento do JundiaíShopping. O centro de compras terá, em uma primeira fase, 35.418 m² de Área Bruta Locável (ABL), 193 lojas (17 âncoras e megalojas) e 2.079 vagas de estacionamento. O investimento total é estimado em R$ 240 milhões. As obras devem ser iniciadas em seis meses e a inauguração está prevista para setembro de 2012. O terreno de 45.000 m² onde será erguido o shopping está localizado na Avenida Nove de Julho, a principal da cidade. Serão construídos dois pisos de lojas e um terceiro com cinemas multiplex, além de três subsolos para o estacionamento. O projeto inclui ainda duas torres comerciais de 10 andares cada e prevê uma expansão do shopping de 13.260 m² de ABL.

Fonte: Mercado & Consumo

25 de Março pede aprovação de dois projetos

25 de Março pede aprovação de dois projetos
Conhecida pelo grande movimento e comércio tumultuado, a região da Rua 25 de Março pode passar por um processo de revitalização que espera ser aprovado este ano. Outro projeto, o de criação de um bolsão para estacionamento de carros em um terreno no Parque Dom Pedro, nos arredores, também aguarda aprovação e apoio da Prefeitura de São Paulo, de acordo com Marcelo Mouawad, diretor União dos Lojistas da 25 de Março e Adjacências (Univinco).

O diretor afirmou recentemente ao DCI que a revitalização contemplaria melhoras nas ruas, como a troca de calçamento, melhor iluminação e sinalização. Porém, a maior dificuldade será organizar as reformas sem atrapalhar o grande fluxo de consumidores da região, o que teria que ser feito no meio do ano.

Para facilitar o acesso de carros, também estão trabalhando com a Prefeitura no projeto do bolsão, pensando ainda em uma melhor forma de ligar a 25 de Março ao Parque Dom Pedro, onde ficaria o estacionamento.Segundo Mouawad, a periferia da região onde havia apenas estacionamentos privados também está recebendo um número maior de restaurantes e negócios, e mesmo a própria 25 de Março, sem espaço, vê um crescimento vertical das lojas e aumento de galerias.

Fonte: DCI

"Mercado da beleza" dispara no Brasil, diz "Financial Times"

"Mercado da beleza" dispara no Brasil, diz "Financial Times"
O crescimento da classe média no Brasil, com a entrada de mais de 20 milhões de pessoas que saíram da pobreza nos últimos seis anos, fez o mercado de produtos de beleza disparar no Brasil, segundo reportagem do diário britânico "Financial Times" ("FT").

Embora a expansão da economia brasileira tenha sido errática desde os anos 90, o mercado de produtos de beleza tem crescido a uma taxa de mais de 10% ao ano, segundo dados da Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos no Brasil), citados no texto.

"O papel da mulher na economia tem crescido expressivamente, disse o executivo-chefe da Natura, Alessandro Carlucci, ao "FT". Segundo ele, apenas 40% das brasileiras têm batom, por exemplo, por isso o potencial para crescimento é enorme. O Brasil se tornou o terceiro maior mercado de produtos de beleza, depois de Estados Unidos e Japão, diz a reportagem --que destaca ainda que o país é o segundo maior mercado para cirurgia plástica cosmética.

O Brasil se tornou o maior mercado de cosméticos do mundo para a americana Avon desde o terceiro trimestre de 2009 --em 2008, as vendas da Avon já chegavam a US$ 1,67 bilhão, contra US$ 2,1 bilhões da Natura, segundo a reportagem.

"Desde o ano passado, mais da metade dos 200 milhões de habitantes do Brasil foram classificados como de classe média", diz o "FT". "A recente transformação nas vidas dos brasileiros se deve em grande parte à baixa inflação e à estabilidade econômica trazidas por políticas econômicas ortodoxas desde meados dos anos 90 --câmbio flutuante, metas de inflação e reduções no deficit público-- e à expansão dos programas de transferência de renda sob o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde 2003", afirma a reportagem. "Acreditamos que o Brasil continuará a ser um mercado exuberante", disse Carlucci. "Esse [de cosméticos] é um setor que não depende de crédito e no qual ainda há muito espaço para crescer."

Fonte: Folha Online

Varejo de Construção cresce 4,2% em 2009

Varejo de Construção cresce 4,2% em 2009
Segundo a pesquisa interna da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), o varejo do setor apresentou um crescimento de 4,2% em 2009, em relação ao ano anterior, atingindo faturamento total de R$ 45,04 bilhões. De acordo com a associação, no mês de dezembro, o crescimento em relação a novembro foi de 4,5%. Já em relação a dezembro de 2008, a alta registrada foi de 20%. A entidade representa 138 mil lojas de material de construção no país.

Fonte: Giro News

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart farão investimento recorde no País

O Grupo Pão de Açúcar, rede líder no setor supermercadista no mercado brasileiro, anunciou que vai investir R$ 5 bilhões em três anos (2010-2012) na ampliação de sua presença no mercado. A estratégia é aplicar o dinheiro na abertura de novas lojas, reformas, aquisição de terrenos em locais estratégicos para futuras inaugurações e novos negócios, que neste ano devem crescer também nos setores de farmácias e postos de gasolina com a bandeira Extra, disse o vice-presidente executivo de operações sênior ou COO (Chief Operating Officer), Enéas Pestana. "Consideramos que somos varejistas, não só de alimentos. Por isso vamos ampliar nossa atuação onde pudermos usar nossa plataforma de vendas", disse ele.

Se comparados os investimentos previstos pelo GPA para os próximos três anos com o triênio anterior (2007-2009), quando foram investidos R$ 2,9 bilhões, incluindo aquisições, os investimentos serão 70% maiores. De acordo com o executivo, a maior parte do dinheiro investido sairá de "caixa próprio" - sem a necessidade de empréstimo - e será usado na abertura de 300 novas lojas, o que deve elevar a área total de vendas do grupo entre 8% e 9% ao ano, e gerar no total 100 mil postos de trabalho direto na rede. Este ano, a empresa estima abrir 100 novas lojas.

Pestana declarou não descartarem fusões e aquisições para o setor, porém não revelou se está nos planos do GPA incorporar outras redes. "Se tiver aderência estratégica e rentabilidade então temos interesse em investir", diz. Os valores anunciados pelo grupo não consideram eventuais custos de expansão nas redes de eletrônicos Ponto Frio e Casas Bahia, incorporadas à empresa em 2009. "Falta consolidar a entrada das Casas Bahia no grupo. Mas, neste segmento, não é prioridade sair abrindo lojas".

Para o professor Nuno Fouto, do Programa de Administração do Varejo (Provar), o interesse das empresas em aumentar os investimentos neste momento, é devido à capacidade que o País oferece de crescimento para o setor. "Existem locais onde essas empresas ainda não atuam e, geralmente, são mal cobertos por redes menores", diz.

Prioridades

Para o executivo do GPA, um dos focos da rede neste ano será a abertura de novas lojas nos segmentos de farmácias e postos de gasolina - a tendência é que os novos pontos tenham a bandeira Extra e, "não estejam vinculados apenas às lojas de super e hipermercados", afirmou.Segundo Enéas Pestana, uma das prioridades do grupo para o período é a expansão da rede para as Regiões Norte e Centro-Oeste, regiões onde a economia está aquecida e cresce mais rápido. Nessas áreas, a empresa pretende brigar com a concorrência através das marcas: Extra Supermercado e Assai, bandeira que vende no atacado e varejo (atacarejo). "Hoje o norte é o segundo maior mercado consumidor do País".

Para o vice-presidente executivo do Pão de Açúcar, a estratégia da empresa é investir na marca Extra, que tem se mostrado mais forte do que outras como: Sendas e Barateiro, que poderão ser convertidas em unidades do Extra Supermercados e Extra Fácil, ou mesmo do Pão de Açúcar, que estão entre as prioridades de expansão da empresa.

Concorrência

No momento em que o GPA anuncia seus planos ousados de investimentos recordes, a concorrência também demonstra musculatura e interesse em manter seus mercados. O Walmart Brasil, terceiro colocado no ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), pretende investir R$ 2,2 bilhões em sua expansão neste ano. De acordo com Héctor Núñez, presidente do Walmart, o foco é inaugurar lojas de bandeiras mais populares, como Maxxi Atacado e TodoDia, na Região Nordeste, para aproveitar o crescimento da renda da população. "Nossa prioridade é atingir o publico de menor renda", disse o Núñes.

Segundo colocado no ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o Carrefour anunciou que pretende investir R$ 2,5 bilhões em sua expansão orgânica no País, entre os anos de 2010 e 2011. A quantia é considerada o maior investimento feito pela rede francesa desde que começou sua operação no Brasil, em 1975. Para o Carrefour, o Brasil, onde possui lojas em 18 Estados, representa a terceira maior operação da rede no mundo. De acordo com a companhia, o valor será aplicado na inauguração e reformas de lojas, além da construção de Centros de Distribuição (CDs) e a abertura de sua loja virtual, prevista para o primeiro semestre deste ano. Conforme a rede, o foco dos investimentos ao longo deste ano será o fortalecimento de suas bandeiras nas Regiões Norte e Nordeste brasileiras, por causa do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) das regiões e do aumento de renda das classes emergentes. Para o período, a empresa pretende continuar a investir na bandeira Atacadão, que vende tanto no atacado como no varejo (atacarejo).

A briga pelo consumidor brasileiro, disposto a aumentar seus gastos, animou as grandes redes de supermercados a programar investimentos pesados para os próximos anos.

O Grupo Pão de Açúcar (GPA), o Carrefour e o Walmart, anunciaram ontem gastos bilionários na ampliação de suas redes. Somados, os investimentos das três gigantes do setor totalizarão R$ 9,7 bilhões nos próximos anos.

Mais agressivo, o Pão de Açúcar investirá, de 2010 a 2012, cerca de 70% mais do que no último triênio. Serão R$ 5 bilhões em 300 lojas, reforma de unidades e expansão em drogarias e postos de gasolina, segundo Enéas Pestana, vice-presidente executivo de Operações do grupo. "Vamos ampliar nossa atuação onde pudermos usar nossa plataforma de vendas", garantiu.

Em segundo lugar no ranking supermercadista, os franceses do Carrefour investirão R$ 2,5 bilhões em seu crescimento orgânico no País no biênio 2010 e 2011. A quantia é considerada o maior investimento feito pelo grupo em 35 anos de operação no País.

Para a rede, a importância da subsidiária brasileira é determinante para os resultados globais da companhia. O Brasil é o terceiro maior mercado para o Carrefour no mundo. De acordo com a empresa, o foco para o seu crescimento serão os mercados das regiões Norte e Nordeste, onde se espera uma disputa ferrenha com o Pão de Açúcar.

Também interessada no crescimento do poder aquisitivo das classes C e D no nordeste, o Walmart pretende injetar cerca de R$ 2,2 bilhões em seu plano de crescimento neste ano no mercado interno.

Segundo Héctor Núñez, presidente do grupo no País, o foco é inaugurar lojas de bandeiras mais populares, como Maxxi Atacado e TodoDia, para aproveitar o crescimento da renda da população. "A prioridade é atingir o público de menor renda", disse.

Para o professor Nuno Fouto, do Programa de Administração do Varejo (Provar), o interesse das empresas em aumentar os investimentos neste momento deve-se à capacidade do País de crescer. "Existem regiões onde essas empresas ainda não atuam e que, geralmente, são mal cobertas por redes menores", disse.

Fonte: DCI

GP vende participação de 7% na BR Malls

GP vende participação de 7% na BR Malls
A BR Malls, uma das líderes do setor de shopping centers, com participações em 35 centros de compras, informou por meio de comunicado divulgado ontem, que a GP Investimentos vendeu a participação de 6,78% que possuía na companhia. A operação movimentou cerca de R$ 300 milhões, o equivalente a R$ 21,90 por ação.

De acordo com o comunicado, "a mencionada alienação não implicou em alteração na estrutura administrativa da Companhia, tendo os membros do Conselho de Administração e da Diretoria permanecido os mesmos". A saída já era esperada por investidores, em abril, a GP já havia vendido 10% dos papéis que detinha e outros 45% foram vendidos em julho, na oferta de ações realizada pela BR Malls.

Com isso, a BR Malls viu suas ações subirem 4,68% e ficarem entre as mais negociadas na Bovespa nesta quarta-feira. Esta semana, a companhia também divulgou uma prévia dos seus resultados, sendo que no ano, suas vendas totais atingiram R$ 11 bilhões, alta de 13,5% frente a 2008.

Fonte: DCI

Lojas Americanas já aparece entre as 250 maiores varejistas do mundo

Lojas Americanas já aparece entre as 250 maiores varejistas do mundo
A Lojas Americanas já figura entre as 250 maiores redes de varejo do mundo, segundo levantamento realizado em conjunto pela consultoria Deloitte e a revista Stores, especializada no setor. É a primeira vez que a empresa figura na pesquisa, que já está em sua 13ª edição.

De acordo com o levantamento, que leva em conta os dados referentes ao ano fiscal de 2008, a Americanas encerrou o exercício com faturamento de US$ 3,886 bilhões, montante que a colocou na posição de número 200 no ranking. A rede Wal-Mart ficou no topo da lista com uma receita global de US$ 405,6 bilhões, seguida pelo Carrefour, que faturou US$ 129,8 bilhões.

O crescimento da Americanas foi um dos mais acentuados entre as empresas citadas no levantamento. Entre 2003 e 2008, a taxa anual de crescimento de suas vendas no varejo foi de 29,2%, o que a colocou em 11º lugar entre as 250 companhias da pesquisa. A russa Euroset, especializada no mercado de eletrônicos, liderou entre as de crescimento mais elevado nesse intervalo.

O Grupo Pão de Açúcar, no 92º lugar, foi a mais bem colocada empresa brasileira entre os maiores varejistas do mundo. Na sequência, entre os brasileiros, aparece a Casas Bahia, na 131º colocação. Como são de 2008, os dados do levantamento ainda não levam em conta a união entre os dois grupos, anunciada há pouco mais de um mês.

Em análises sobre os mercados de maior potencial para as varejistas, o estudo afirma que o Brasil já se recuperou de uma “recessão modesta”, o que faz com que os prognósticos para a economia do país sejam bastante positivos. Baixa inflação há quase duas décadas, políticas de inclusão social do governo federal – e a consequente redução da desigualdade – e a escolha do Rio de Janeiro como sede da Olimpíada de 2016, entre outros fatores, fazem com que o País “represente uma grande oportunidade (de negócios) para os varejistas”.

Fonte: IG

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Dúvida de leitores: Mix de produto

Dúvida de leitores: Mix de produto
Pergunta enviada por Camila Coutinho

Prezado Sr Caio Camargo,

Boa Tarde!!! Estou com algumas duvidas referentes a montagem de uma loja de material de construção (básico, ferragens, elétrica e hidráulica) e procurando na internet encontrei seu blog... vi algumas matérias publicadas sobre este setor, que li e gostei.

Enfim, estou elaborando um plano de negocio visando a abertura de uma loja de material de construção, para tanto, na parte financeira e operacional, devo abordar os gastos que terei para "colocar a loja em funcionamento", isto inclui os produtos iniciais que deverei comprar.


É aí que está a dúvida. Quais produtos são essenciais em uma loja de material de construção recém aberta, com 170m² ?

Poderia também me informar em quais associações posso encontrar informações detalhadas sobre este mercado, perfil dos clientes? Anamaco? tem mais alguma?

Muito Obrigada!
Camila Coutinho


Olá Camila.

Quem tem informações sobre o mercado e o perfil do cliente do setor de materiais para construção são: a Anamaco, a Latin Panel e o Popai que recentemente realizou uma surpreendente pesquisa no setor (é possível encontrar alguns dados procurando aqui no blog, na barra de busca).

Quanto ao mix, infelizmente não existe nenhuma receita de bolo pronta para uma loja. Dentro das quatro categorias que você mencionou sugiro você pesquisar atentamente o mercado local e ver qual das categorias possui maior demanda na região. Dentro disso, foque um mix mais completo sobre essa categoria, e de maneira a aproveitar o espaço reduzido, nas demais categorias, foque nos produtos essenciais (ou em menos marcas).

Em termos gerais, um bom mix de loja, para cada tipo de produto deve contar com em média três marcas distintas, sendo essas uma de preço de combate, uma de bom benefício, e a marca líder, se esta possuir um preço mais elevado. Também é possível focar em apenas dois produtos, trabalhando com um produto focado em preço e a marca líder de mercado em sua região.

Espero ter lhe ajudado.

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
http://www.falandodevarejo.com.br/

Soluções do varejo para facilitar a vida do consumidor

Soluções do varejo para facilitar a vida do consumidor
por Christiany Zanotto Sena

Facilidade é a palavra-chave para atrair e fidelizar o consumidor contemporâneo. Em meio à cansativa rotina da mulher ou do homem encarregado pelas compras, proporcionar um ambiente com serviços e projetos que facilitem a vida do consumidor pode ser o segredo do sucesso no varejo.

Hoje, o consumidor deixou de lado o hábito de comprar produtos para montar um estoque em casa, como fazia na década de 80 e meados de 90, por exemplo. A compra agora é restrita aos itens de real necessidade no dia-a-dia e para poucos dias. Por isso, o consumidor passou a aumentar o número de visitas ao supermercado, o que aumenta a possibilidade de compra não planejada, a chamada compra por impulso. Cada ida à loja tornou-se mais significante e mais corrida.

Quando pensamos em facilitar a compra, e conseqüentemente a vida do consumidor, o primeiro passo diz respeito à organização da loja. Um ponto de venda efetivamente organizado atrai a atenção daqueles que se preocupam em passar o menor tempo possível na loja. Expor os produtos de forma lógica, separando áreas específicas para bebidas, alimentos prontos, alimentos secos, entre outros, facilita a busca de cada item e torna a compra mais prática.

As vantagens em torno de uma boa organização são evidentes para os dois lados: o consumidor pode encontrar o que quer com rapidez, enquanto a loja fortalece a imagem de preocupação com o cliente, já que trabalha para o seu conforto.

Claro que medidas de praxe, como expor produtos de maior giro no fundo da loja para forçar o tráfego e aumentar a permanência do consumidor na loja, não estão descartadas. No entanto, se enquanto caminha pelos corredores, o shopper consegue ter uma visão lógica de sua organização, as chances de ele se lembrar de produtos que precisa em cada categoria são muito maiores!
Nesse quesito, também vale apostar na técnica de cross merchandising. Esse tipo de exposição casada, em que um produto complementar é exposto em um ponto extra, criado ao lado de um produto alvo, reforça a lembrança do consumidor e aumenta a probabilidade da compra de produtos fora da lista planejada.

Na mesma linha está a exposição de produtos próximo à área de check out. Esses produtos também aumentam a chance de compra não planejada, porque dão ao consumidor a possibilidade de ter acesso a itens que ele não deu importância na gôndola, devido à pressa. No momento em que ele passa alguns minutos na fila para pagar, esses produtos atraem sua atenção e podem despertar seu interesse.

O segundo passo para facilitar a compra está associado à identificação de produtos. A última coisa que o consumidor deseja é chegar ao corredor da categoria e ter que gastar alguns minutos procurando determinado item. Para solucionar o problema, entram em cena os projetos de ambientação de gôndola.

O conceito é simples: trata-se de decorar todos os pontos visíveis da gôndola de forma a delimitar toda a área de exposição do produto com faixas e materiais personalizados da marca exposta ou da própria loja. Em meio à diversidade de produtos expostos no corredor, a partir dessa decoração, ele pode identificar exatamente o produto que procura, de forma rápida e eficaz. Existem algumas lojas que já possuem testeiras iluminadas, para categorias de produto, que ajudam nesse conceito de sinalização para o consumidor.

Os objetivos dessa ambientação passam pela maior rotatividade de produtos, geração de tráfego e facilidade de identificação de produtos por categoria ou marca. Vale lembrar que as grandes marcas do varejo possuem projetos de ambientação próprios, que podem ser negociados durante as vendas. Além de criar pontos extras de exposição, sempre são bem-vindos às lojas.
Para identificar o melhor projeto de exposição, vale ter em vista o resultado que se deseja alcançar com o investimento. Se a loja deseja passar uma imagem de produtos premium, de maior valor agregado, uma boa dica é apostar em estruturas consideradas mais "agressivas", com peças mais arrojadas, iluminadas. Caso a intenção seja apenas demarcar território e definir os produtos, modelos mais simples cumprem bem o papel.

Além das ações para organizar a exposição e auxiliar na identificação dos produtos, as ações realizadas pelos anunciantes na loja também pode ajudar a reforçar a lembrança do consumidor, como degustações, sampling, promoções. Essas ações ainda proporcionam um ganho extra: a fidelização. Estar presente na vida e na mente do shopper passa segurança e confiança ao consumidor, conceitos que muitas vezes são tão importantes quanto o quesito preço. Essa lembrança também pode ser determinante no ato da compra, pois o recall da marca ou das ações é o que vem à tona quando ele está no processo de escolha ou em dúvida.

Uma loja corretamente dividida e sinalizada torna-se um ambiente agradável, que leva à compra com conforto e praticidade. Junto com promoções e outras ações para estimular a compra, forma um conjunto essencial para estreitar e otimizar o relacionamento entre consumidor e o ponto de venda. Cabe aos lojistas determinar as melhores práticas para atrair e fidelizar o seu consumidor.

*Christiany Zanotto Sena é diretora comercial da AZ4 Group

Grupo Pão de Açúcar vai investir R$ 5 bilhões até 2012

Grupo Pão de Açúcar vai investir R$ 5 bilhões até 2012
Maior empresa de varejo da América Latina anuncia investimento recorde para os próximos três anos

O Grupo Pão de Açúcar começa 2010 com otimismo e confiança e anuncia um investimento recorde de R$ 5 bilhões no Brasil para os próximos três anos (2010/2012). O maior plano investimento da companhia para um único triênio representa uma elevação de 70% ante o valor aplicado no período anterior (2007/2009), imediatamente comparável, que foi de R$ 2,9 bilhão (incluindo aquisições).

Os investimentos anunciados representam os avanços registrados nos últimos dois anos e, mais significativamente em 2009, período em que consolidou sua estrutura financeira, fundamentada em bases sustentáveis e de avanços nas vendas, especialmente das unidades já existentes, além do aumento no fluxo de clientes e do ticket médio, fatos que estimulam a adoção de um plano de crescimento bastante agressivo para os próximos anos. E, para garantir ainda mais o sucesso de sua estratégia, a Companhia começa o ano com um time fortalecido e um programa de cultura interna consolidado, mantendo o foco no resultado e nos ganhos de eficiência, iniciados em 2008.

A economia brasileira inicia o ano de 2010 em um cenário mais positivo e de maior consistência, com aumento do número de empregos e crescimento da renda, principalmente das classes C e D. Para Abilio Diniz, presidente do Conselho de Administração do Grupo, os investimentos que serão realizados pelo Grupo mostram a confiança da empresa e de seus acionistas no Brasil e no seu forte potencial de crescimento. “Vivemos um grande momento e veremos uma economia ainda mais robusta nos próximos anos. Vamos acompanhar esse movimento e acelerar nosso processo de expansão orgânica com a ampliação dos nossos diferentes formatos direcionando-os segundo o mercado e respectivo perfil consumidor, além de ampliar as vendas nas lojas já existentes”, declara.

O valor de R$ 5 bilhões inclui a abertura de aproximadamente 300 novas lojas até 2012, o que representa uma elevação média de 8% a 9% da área de vendas a cada ano. Somente em 2010, o Grupo projeta a inauguração de aproximadamente 100 novas lojas, cujo foco está nos formatos Extra Fácil (loja de conveniência), Extra Supermercado e Assai (atacarejo); reformas de lojas existentes, aquisições de terrenos estratégicos, que darão suporte ao crescimento nos próximos anos, infra-estrutura e logística. A companhia também continuará investindo em negócios como postos de combustível e drogarias.

Com forte compromisso na geração de empregos e promoção da renda, o plano de investimentos e expansão previsto pelo Grupo para os próximos três anos irá contribuir com a geração de cerca de 100 mil postos de trabalho, entre empregos diretos e indiretos. Somente neste ano, serão 40 mil vagas, sendo 10 mil para colaboradores diretamente contratados pela Companhia. O Grupo Pão de Açúcar, considerando a associação com Casas Bahia, é hoje o maior empregador privado do país, com 137 mil colaboradores.

Fonte: Conexao Dinheiro

Venda de celular vai a 23 milhões em 2009

O comércio de celulares fechou o ano de 2009 alcançando a marca do segundo maior desempenho de toda a história da telefonia móvel no País. Ao todo, foram vendidos 23,3 milhões de celulares ao longo do ano.

O melhor resultado nas vendas de celulares ainda é o de 2008, quando foram habilitados 29,6 milhões de aparelhos. Segundo a Anatel, as vendas de dezembro foram as melhores do ano, com 4,2 milhões de celulares comercializados.

O mercado de telefonia móvel no País chega, com o resultado aos 173,9 milhões de telefones celulares em operação, o que representou um crescimento de 15,47% em relação a dezembro de 2008, quando existiam no País 150,6 milhões de telefones móveis em funcionamento.

Os números do mês de dezembro costumam ser maiores em função dos esforços das operadoras e fabricantes para as vendas de Natal. Alguns modelos são anunciados no decorrer do ano e, cultivada a expectativa somam-se aos portfólios das empresas nas prateleiras natalinas. Isso, somado a um cenário de incentivo ao consumo no período pós-crise financeira pode ter composto o cenário do último fim de ano.

Os dados do balanço do ano passado foram divulgados ontem pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

O destaque entre os celulares foi para a categoria dos smartphones - telefones com mais funcionalidades e acesso à internet -, que nas vendas de dezembro, somados aos modems 3G alcançaram 544 mil aparelhos. A expectativa do mercado é que estes aparelhos garantam a demanda do acesso à internet móvel, que cresce como principal alternativa de rentabilidade às operadoras por oferecer serviços de alto valor agregado.

De acordo com os dados de 2009, em cada grupo de 10 pessoas, 9 têm celular no Brasil. Em cinco estados já existem mais de um celular por habitante, como é o caso de São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. Do total de celulares em operação, 82,55% são pré-pagos e 17,45% são pós-pagos.

Comércio

O ritmo de vendas do varejo começou 2010 mais acelerado do que terminou 2009 na comparação interanual, sinalizando um início de ano forte para as indústrias, com grande volume de pedidos. Na primeira quinzena deste mês, o número de consultas para vendas à vista cresceu 8,5% em relação a igual período de 2009, segundo a Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

As consultas para negócios a prazo cresceram 5,1% nas mesmas bases de comparação. Na média das duas formas de pagamento, a alta foi de 6,8% sobre a primeira quinzena de 2009.

Fonte: Agencia Estado (via DCI)

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Pão de Açúcar de olho na Insinuante

Empresário Abílio Diniz estaria interessado em comprar a rede varejista baiana

Informações que circulam no mercado sinalizam que o apetite de compra do empresário Abílio Diniz, controlador do Pão de Açúcar, grupo que no ano passado incorporou o Ponto Frio e as Casas Bahia, pode abocanhar outras empresas neste ano. O próximo alvo poderia ser a baiana Insinuante, hoje a terceira rede de varejo do País, com cerca de 220 lojas em 11 estados, a maioria na Região Norte e Nordeste, praças onde a presença do Pão de Açúcar, do Ponto Frio e das Casas Bahia ainda é tímida.

A compra também é estratégica, tendo em vista o incremento do mercado consumidor local. A disposição na mesa de negociações, no entanto, pode mudar a qualquer momento. Vale lembrar que a própria Insinuante tinha se candidatado a comprar o Ponto Frio em 2009.

O posicionamento oficial do Pão de Açúcar é de não comentar o que considera especulação. A Insinuante, por sua vez, não se manifestou. Na outra ponta, a expectativa é que o Walmart e o Carrefour, que brigam com o Pão de Açúcar pela liderança do setor, anunciem novas aquisições para fazer frente às investidas de Abílio Diniz.

Fonte: M&M Online



Nota do Caio: Desde o dia do anúncio da compra das Casas Bahia o mercado já vem falando nisso. Acredito que pelo menos por enquanto, é só uma maneira de manter-se sob os holofotes. Pelas notícias divulgadas até o momento pelos principais veículos, ainda há um certo clima de incertezas sobre ações e atitudes no que diz respeito à posicionamento de lojas e marcas resultantes da fusão.

Ainda há muito a se organizar até que seja possível um novo grande passo, até pq. o terreno onde a Insinuante atua, o varejo classe C do nordeste ainda é uma incógnita aos gestores das duas redes.

E você, o que acha disso tudo ? Especulação apenas ou fato ? Acredita que a Globex saberia atuar de forma eficiente no Nordeste ? Será que alguma outra rede sairia na frente e compraria a Insinuante, ou será que a Insinuante poderia surpreender a todos e comprar alguma rede ?


Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
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Varejo pode ser solução para microsseguro

Varejo pode ser solução para microsseguro
Os microsseguros, produtos voltados para as classes mais baixas, com cobertura máxima de até R$ 10 mil, ainda não começaram a ser comercializados no país, mas representam um potencial imenso para o setor. O problema, afirma o presidente da seguradora Chubb do Brasil, Acácio Rosa Queiroz Silva, é encontrar o canal certo de distribuição.

Acompanhe:

Qual o potencial do microsseguro no país?

"O microsseguro tem um potencial de atrair 30 milhões de novos segurados no Brasil. Nosso problema ainda é a distribuição, já que o produto, que tem um custo barato, a partir de uns R$ 0,30, e não pode ser cobrado pelos bancos. Imagine, só o boleto bancário custa R$ 2.

Alguma solução em vista?

Vejo potencial para que esses seguros sejam vendidos em lojas de varejo no país. Em outros mercados como Índia e México, os microsseguros são comercializados por cooperativas. E no Brasil, não temos esta tradição.

Qual a vantagem para o varejo, que já vende bem seguros massificados, cujo valor é maior?

Para os lojistas a vantagem é que este produto pode ajudar a aumentar a lealdade dos clientes. Além do mais, o varejo esta crescendo e precisa diversificar os serviços. Acredito que o comércio vai crescer em média 10% ao ano nos próximos 10 anos. Nesta velocidade, o setor vai dobrar em sete anos. E o mercado de seguros vai aproveitar esta tendência trazendo novos produtos, como o seguro de responsabilidade social que ainda não emplacaram no país.

Fonte: Brasil Econômico

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Brasileiros estão entre mais dispostos a gastar em supérfluos em 2010, diz pesquisa

Brasileiros estão entre mais dispostos a gastar em supérfluos em 2010, diz pesquisa
Os consumidores brasileiros e os asiáticos são os mais dispostos a retomar neste ano gastos em despesas que não são tidas como essenciais, como reformas da casa, artigos tecnológicos e férias.

Esta é uma das conclusões de uma pesquisa da consultoria Nielsen, que entrevistou em dezembro do ano passado 17.500 usuários de internet em 29 países para saber sobre sua confiança na economia, suas principais preocupações e seus hábitos de consumo.

A pesquisa coloca o Brasil no terceiro lugar do ranking de otimismo em relação à recuperação econômica.

De acordo com o estudo, o índice de confiança dos brasileiros é de 110, em uma escala de 0 a 200. Apenas Índia e Indonésia estão à frente do Brasil. Há seis meses, o índice brasileiro era de 96, colocando o país na quarta posição.

Artigos supérfluos No Brasil, 49% dos entrevistados consideram que 2010 será um bom ou um excelente momento para voltar a gastar em artigos supérfluos e 38% acreditam que o ano "não será tão bom".

A confiança dos brasileiros contrasta com a de outros países latino-americanos. Apenas 33% dos argentinos e 29% dos mexicanos pensam da mesma forma. Nos Estados Unidos, 31% dos ouvidos se disseram dispostos a investir em artigos supérfluos.

Segundo a pesquisa da Nielsen, 39% dos brasileiros planejam gastar dinheiro em férias, 43% em artigos tecnológicos e 40% em reformas em suas residências.

Apenas 11% dos entrevistados dizem não ter nenhum dinheiro sobrando para gastar com itens que não são essenciais.

Confiança global O índice de confiança dos consumidores ao redor do mundo subiu de 82 para 87 entre junho e dezembro de 2009.

"A pesquisa da Nielsen mostra que nos últimos seis meses, os consumidores se tornaram mais confiantes na retomada de crescimento econômico de seus países", disse James Russo, vice-presidente da consultoria.

Russo explicou que a expectativa de recuperação econômica é maior nos países em desenvolvimento do que nos desenvolvidos.

Mais de 90% dos americanos e dos britânicos ouvidos consideram que seus países continuam em recessão, enquanto 83% dos chineses e 60% dos cingapurenses dizem que suas economias já está crescendo novamente.

No Brasil, apenas 32% dos ouvidos acreditam que o país permanece em recessão, enquanto na Argentina e no México esse percentual chega a 69% e a 92% respectivamente. No primeiro trimestre de 2009, 69% dos brasileiros viam o país em crise.

Ásia Os asiáticos, assim como os latino-americanos, são os consumidores com o índice de confiança na economia mais alto. Os europeus seguem sendo os mais pessimistas.

Na lista dos dez primeiros colocados no ranking de otimismo, seis países são da Ásia e dois da Oceania. Brasil e Canadá completam o grupo.

Hong Kong foi o país que teve maior crescimento em seu índice de confiança: foram 21 pontos de elevação. Com isso, o país saltou para a sétima posição.

Na outra ponta da tabela, o país em que o pessimismo mais cresceu foi o Emirados Árabes Unidos em decorrência da crise financeira de Dubai no final do ano.

Fonte: UOL/ BBC Brasil

Varejo brasileiro ganha holofotes

Varejo brasileiro ganha holofotes
Frequentadora há oito anos da Retail's Big Show, a maior feira de varejo do mundo realizada em Nova York, a presidente da rede varejista Magazine Luiza pela primeira vez volta ao Brasil com o bloco de anotações praticamente em branco.

Luiza Trajano, que percorre estande por estande em busca de novidades de gestão na área, desta vez testemunhou uma mudança de tendência.

Na feira realizada há 99 anos, as principais tendência no varejo desta vez vieram do Brasil. Reportagem especial de seis páginas publicada hoje na edição impressa do Brasil Econômico mostra o sucesso do modelo brasileiro de varejo.

Além do Magazine Luiza, participaram do evento redes como Livrarias Saraiva e Cacau Show. Modelos de atendimento, expansão agressiva e investimentos em multicanais de vendas foram os destaques brasileiros apresentados durante a feira.

O Brasil teve o maior número de participantes no evento, ao lado do Canadá, com 27% do total de estrangeiros. Neste ano, 600 brasileiros seguiram os passos de Luiza Trajano rumo a Nova York.

O modelo de negócios de vendas online do Submarino foi citado em palestras de representantes do varejo americano, ao lado de cases como o da Amazon. Outros consultores estrangeiros apontaram a Boticário como uma das empresas brasileiras com maior potencial para internacionalização.

Mas o varejo brasileiro não mostrou apenas suas iniciativas vitoriosas. Ao contrário, os representantes que estiveram na feira voltam com lições em áreas como logística e embalagens mais adequadas à nova realidade. A reportagem mostra ainda mudanças importantes no varejo dos países do Leste Europeu, muito diferente do que temos no mercado brasileiro.

Falta de transparência e corrupção ainda fazem com que estas regiões tenham dificuldades em atingir seu potencial.

Fonte: Brasil Econômico

Outros blogs: Edson Zogbi

Ola a todos
Hoje gostaria de trazer uma novidade de um grande amigo, Edson Zogbi.
A partir de 01/02/2010, Zogbi estará escrevendo e publicando seu novo livro em seu blog:


"É um jeito novo de escrever e tem tudo a ver com as novas tendências do mercado editorial. É um livro Free, conteúdo gratuito e liberado para cópias - à vontade! No final do livro, previsto para daqui uns 6 meses, será feito um arquivo em pdf para quem quiser guardar, enviar para amigos, inimigos, etc.
Os leitores do blog também têm a possibilidade de participar com comentários que poderão ser incluídos no conteúdo do livro, ou não.
Além disso, haverá um concurso para a melhor capa (e contracapa), que será incluída no arquivo final em pdf.

O título do livro é: O FUTURO DO COMÉRCIO E DO CONSUMO - O que vai mudar no jeito de comercializar produtos diretamente ao consumidor nos próximos anos"
Acompanhem o blog do Edson Zogbi no www.edsonzogbi.blogspot.com
Um grande abraço e boas vendas
Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO

Cursos de férias da faculdade da CDL/BH

Cursos de férias da faculdade da CDL/BH
A Fatec Comércio, faculdade da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) está com inscrições abertas para os cursos de férias:

· Emissão de Notas Fiscais Eletrônicas
· Fale Bem: Técnicas de Oratória
· Informática Básica
· Excel Avançado
· Administração de Crédito e Cobrança – Pessoa Física
· Inteligência Emocional
· Telemarketing: Desenvolvimento Profissional do Operador
· Departamento Pessoal: Rotinas e Legislação Trabalhista
· Contabilidade Para Não Contadores
· Liderança: Produzindo Resultados em Equipe

As inscrições podem ser feitas pelo telefone (31) 3249-1660 ou pessoalmente à Avenida João Pinheiro, 515, no bairro Funcionários. Outras informações no site www.cdlbh.com.br.

Redes de comércio fazem arrecadação para ajudar o Haiti

Redes de comércio fazem arrecadação para ajudar o Haiti
Os supermercados do Grupo Pão de Açúcar (GPA) estão engajados na campanha de captação de recursos em prol das vítimas do terremoto no Haiti - na semana passada. Até 30 de janeiro, as lojas: Pão de Açúcar, Extra e CompreBem de São Paulo, Brasília, Ceará, Pernambuco e Bahia receberão doações de alimentos não perecíveis e água mineral.

Segundo a rede, os donativos devem ser depositados nos carrinhos localizados nas frentes dos caixas. Para agilizar o transporte desses produtos, a empresa envolverá sua área de logística que fará a arrecadação e transporte dos produtos provenientes das 222 lojas participantes da Campanha até os postos do governo, responsáveis pela entrega dos donativos às vítimas no Haiti.
A iniciativa não inédita para o GPA. Para ajudar às famílias atingidas pelas chuvas em Angra dos Reis, nos primeiros dias do mês, a empresa também montou postos de coleta de alimentos, roupas e cobertores em suas lojas das redes Pão de Açúcar, ABC CompreBem, Sendas, Extra Hipermercados e Assai do Rio de Janeiro e Vale do Paraíba.

Na oportunidade, a empresa doou 1.500 cestas básicas para as famílias afetadas pelas chuvas na região de Angra dos Reis e do Vale do Paraíba. Em comunicado, a empresa declara que as ações fazem parte de sua política de responsabilidade socioambiental e, que tem como objetivo atuar em três grandes causas: Multiplicar Consciência no Consumo, Dividir com a Comunidade e Somar Qualidade de Vida. "Todas as frentes têm programas relacionados aos negócios do grupo."

Fonte: DCI


Nota do Caio: No último sábado (16/01/10), o McDonalds também iniciou uma campanha, onde a cada Big Mac vendido, o McDonalds por meio da Arcos Dourados doará R$ 1,00 à Federação Internacional da Cruz Vermelha e ao Crescente Vermelho, para ajudar as vitimas do terremoto. A campanha vai até o dia 22/01, e vale tanto para a McOferta, quanto para o BigMac vendido de forma individual. Mais informações: www.mcdonalds.com.br

Comércio prevê vender 40% mais na Páscoa

Comércio prevê vender 40% mais na Páscoa
Neste ano, a Páscoa, principal época de vendas para o varejo especializado em chocolates e doces e, considerada o segundo Natal para o setor de supermercados, promete ser uma das melhores nos últimos tempos. Na previsão de docerias e chocolaterias, os números expressivos do varejo das vendas em dezembro podem se repetir na Páscoa. Por isso, redes como Cacau Show, Ofner, Kopenhagen e Brasil Cacau -ambas do grupo CRM já estimam um aumento de 40% na comercialização de itens sazonais na data.

Segundo Stefenson Soalheiro, gerente de Marketing da Cacau Show, rede com 850 lojas franqueadas em todos estados do País - em 2009, a rede contava com 653 franquias- , a abertura de novas unidades e o lançamento de novos produtos trarão aumento de 42% no faturamento da empresa durante a Páscoa deste ano. Para Soalheiro, a expectativa para a data é sempre muito boa, porque, entre os meses de março e abril são vendidos 38% da produção anual da fábrica. "É a melhor época do ano para as nossas lojas", comemora.

Para atender à demanda deste ano, a rede pretende produzir 2.400 toneladas de chocolate, em forma de ovos de Páscoa e outros produtos sazonais da época. "Ano passado tivemos 1.200 toneladas, mas este ano vamos dobrar."

Na CRM, a expectativa é vender 480 toneladas de chocolates com a marca Kopenhagem, nesta Páscoa. Apenas da linha Kopenhagem (não sazonais), estima-se a comercialização de 240 toneladas de produtos e mais um reforço de 240 toneladas "dos sazonais", como ovos, coelhos e cenouras. Em outras épocas a marca costuma vender 120 toneladas de produtos de linha por mês.

De acordo com Renata Vichi, presidente do grupo, a data representa 30% do faturamento anual, considerando todas as bandeiras da empresa. "Nessa época o volume que comercializamos costuma dobrar", diz.

Segundo Renata, o crescimento deste ano deve acontecer, principalmente por causa das novas unidades da chocolateria Kopenhagen, marca com mais de 80 anos e, que abriu 25 lojas desde a Páscoa do ano passado. "Além disso, uma campanha de mídia e lançamento de uma linha nova, diferenciada do que há no mercado contribuirão para o incremento nas vendas deste ano", afirma a executiva.

Há um ano no mercado, a Brasil Cacau, marca do grupo CRM que completa um ano neste mês, terá aumento de 15% nas vendas em sua segunda Páscoa e terá 100 - 50 de itens sazonais e 60 de produtos de linha - toneladas de produtos nas lojas nos meses de março e abril, quando acontecem as vendas dos itens para a data. "A rede está começando, mas acreditamos que terá crescimento nas vendas também."

Fabricação própria

Outra que já se movimenta para as vendas de Páscoa é a Ofner, onde os produtos chegarão às prateleiras entre a primeira e a segunda semana de março. Para Laury Roman, diretor comercial da tradicional confeitaria paulistana, as vendas deste ano estarão aquecidas, por causa da melhora na economia e do sucesso nas vendas de Natal. "Terão crescimento de 10% - sobre o mesmo período de 2009 - porque as vendas no final do ano foram excelentes e servem de termômetro para nós, até pela proximidade entre datas."

Como aposta para as vendas dos ovos Páscoa e itens da época, a rede comprou maquinário na Holanda e vai produzir o próprio chocolate - em anos anteriores a empresa fazia apenas os modelos de ovos e bombons. "Isso nos dará um salto de qualidade e a flexibilidade que precisamos para a produção", diz Roman.

Para dar conta da produção, que neste ano será de 60 toneladas de chocolate, e vendas, a empresa terá 105 funcionários temporários para as áreas de: fabricação, call center, atendimento nas lojas e atendimento de vendas nas empresas, uma espécie de vendas diretas. "Estamos nos programando para vender mais e atender bem", explica o diretor.

Supermercados

Nos supermercados a expectativa é que as vendas de itens sazonais para a Páscoa sejam aquecidas. Nas lojas do Grupo Pão de Açúcar (GPA), a estimativa é de crescimento acima de 15% do volume de vendas desses produtos, com relação ao mesmo período do ano passado, época na qual a rede vendeu 1,8 milhão de quilos de chocolate, segundo Diogo Paiva, responsável pelo departamento de itens sazonais do Grupo. "Dizem que o Natal é o cheiro da Páscoa. Então, como tivemos um Natal com boas vendas, esperamos resultado semelhante no período."

De acordo com Paiva, a alta nas vendas de chocolates neste ano serão também um reflexo do fim da incerteza econômica, que no primeiro trimestre do ano passado prejudicou as vendas no varejo, por causa da crise. "Neste ano o consumidor vai comprar mais. Ano passado muita gente estava com medo da crise e preferiu guardar o dinheiro", conta.

Diogo comenta também que a rede pretende alavancar as vendas com promoções e facilidade no parcelamento das compras, que são mais acentuadas nas duas semanas que anteriores à data, quando 75% dos consumidores vão às lojas. "Para nós é uma data muito importante e, pode ser considerado o segundo Natal em pico de vendas", explica.

Com relação às negociações com os fornecedores, o funcionário do Pão de Açúcar afirma que estão em estágio final: "Teremos alguns produtos nas lojas já na primeira semana de fevereiro", conta Paiva, que acredita na possibilidade de vender 2% a 3% do total esperado neste ano durante este período de pré-Páscoa. "É mais como uma estratégia de divulgação, para dar um gostinho da data e marcar a presença do grupo."

Para o período, a empresa também acredita nas vendas de itens das marcas próprias Qualitá e Taeq, que segundo Diogo terão crescimento de acima de 30% sobre o volume comercializado no ano passado. "Apostamos em novidades em toda a linha [90 itens novos, de todas as marcas]."

As redes Carrefour e Walmart Brasil foram procuradas pela reportagem, mas informaram que ainda não têm números fechados sobre o período para divulgação.

As varejistas do setor de chocolaterias e confeitarias já começam a se movimentar para alavancar as vendas de Páscoa neste ano e esperam lucrar 40% mais do que em 2009. A data é a principal para as vendas do segmento e é considerada o segundo Natal em vendas de itens sazonais para os supermercados.

Exemplo de otimismo para as vendas do período está na Cacau Show, que vê a possibilidade de crescer 42% em vendas por causa da abertura de novas lojas - ano passado eram 653 franquias e, hoje, são 850. "É a melhor época do ano para as nossas lojas", diz Stefenson Soalheiro, gerente de Marketing da empresa. No grupo CRM, que detém as marcas Kopenhagem e Brasil Cacau, as vendas de Páscoa representam 30% do faturamento anual e gera a expectativa de vender 15% mais que no ano passado nas duas marcas, conta Renata Vichi, presidente da empresa.

Outra que aposta no período é a Ofner, que neste ano começará a fazer o próprio chocolate para os ovos, bombons e itens sazonais para a Páscoa. A empresa pretende contratar 105 temporários para a data.


Fonte: DCI

GS&MD promovem evento sobre a NRF

GS&MD promovem evento sobre a NRF
Pós-NRF acontecerá em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre, trazendo aos executivos brasileiros as principais tendências e inovações do varejo mundial

Para apresentar ao mercado brasileiro as principais tendências discutidas durante a 99a Convenção Anual da NRF – National Retail Federation, que aconteceu na semana passada (de 10 a 13/01), em Nova York, a GS&MD - Gouvêa de Souza, empresa de consultoria especializada em varejo, marketing e distribuição, promoverá o evento “Pós-NRF” em quatro capitais brasileiras. São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre, sediarão o encontro sobre a maior convenção de varejo do mundo.

Na ocasião, Marcos Gouvêa e Alberto Serrentino, entre outros especialistas, farão uma síntese dos principais assuntos que movimentaram o evento.

Entre as principais conclusões da NRF 2010 está o fato de que a crise modificou completamente o comportamento dos consumidores, que deixam o impulso de lado e começam a realizar suas comprar mais racionalmente. “Não existe mais aquele consumo desenfreado e inconsequente”, explica Serrentino. “E isso obriga as empresas a repensar suas estratégias sobre como atrair e manter consumidores”.

Um dos destaques vai para o crescimento do varejo online, impulsionado, em parte, pela saturação de lojas no mercado americano depois de quase uma década de fartura. Para Serrentino, está claro que não haverá lugar para todos, e que os “sobreviventes” serão aquelas empresas que apresentarem as melhores propostas e forem mais eficazes.

Outro tema que voltou às rodas de discussão, assim como no ano anterior, foi o da empresa voltada ao cliente (customer centricity), ou seja, a necessidade do aprofundamento no o conhecimento de compradores e consumidores, entendendo os atributos mais valorizados. Em outras palavras, o período é de “back to the basics”, onde não há espaço para grandes inovações, e sim, para o aperfeiçoamento do que já se faz para o consumidor, para fazê-lo ainda melhor. Hoje, no mercado americano, mais vale ser consistente do que inovador. Execução é fundamental.

Marcos Gouvêa, diretor-geral da GS&MD - Gouvêa de Souza, lembra que o um aspecto muito importante dessa mudança é que o foco estratégico vem crescentemente migrando para o consumidor. “O mercado americano, pelo menos nos discursos dos executivos, está mais preocupado com o atendimento ao cliente, apesar de ainda não enxergarmos isso no dia a dia de Nova York. Mesmo assim, o simples discurso de que é preciso ter foco no consumidor, e não em processos ou tecnologia, é quase uma revolução, pois nunca tínhamos ouvido tanta ênfase nesse ponto”, comenta Gouvêa. “Em um mercado em que preço virou commodity, a oportunidade de diferenciação está nas pessoas”, finaliza.

Serviço:

Pós-NRF GS&MD- Gouvêa de Souza:

02/02 – São Paulo, no Hotel Renaissance, na Al. Santos, 2233;
03/02 – Rio de Janeiro, No Hotel Sofitel, na Av. Atlântica, 4240, Copacabana;
04/02 – Belo Horizonte, no Hotel Mercure Belo Horizonte Lourdes, na Av.do Contorno, 7315;
10/02 – Porto Alegre, na Federasul, no Largo Visconde de Cairú, 17, 7º andar, Palácio do Comércio.

Horário: das 8h30 às 12h20
Informações: (11) 3405-6666 ou eventos@gsmd.com.br

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Alerta ao varejista para o pagamento de "Taxas Caça Níquel"

Contribuição sindical é compulsória e deve ser recolhida até 31 de janeiro;
empresas devem entrar em contato com a Fecomercio ou sua entidade sindical para saber se boleto recebido é verdadeiro



A Fecomercio, por meio de sua assessoria jurídica, alerta micro e pequenas empresas sobre o pagamento de taxas indevidas, ou ainda, conhecidas como “Caça Níquel”. A Federação recebe diversas reclamações por semana de empresários que, ao abrirem seus estabelecimentos já são surpreendidos com cobranças feitas por meio de boletos bancários, sem saberem ao certo qual a dinâmica da nova realidade. Na maioria das vezes, o prazo de vencimento é muito curto, o que faz com que o empresário, mesmo sem saber do que se trata, efetue o pagamento.


As entidades fantasmas conseguem, por meio das publicações do Diário Oficial, as informações de criação de novas empresas e, dessa forma, passam a enviar os boletos de cobrança. Todo esse processo quase sempre passa despercebido pelos verdadeiros órgãos.


Segundo a Fecomercio, as principais queixas surgem logo após o pagamento da taxa. Os empresários, após perceberem o equívoco, procuram a Federação ou outras entidades de classe, no intuito de obter informações para reaverem o valor despendido. A preocupação da Fecomercio se volta, principalmente, para as entidades que não possuem registro no Ministério do Trabalho e Emprego e utilizam nomenclaturas para ludibriar os empresários, cobrando taxas que são próprias de entidades sindicais, como Contribuição Assistencial, Sindical e Confederativa.

Além de utilizar a nomenclatura de Contribuição Assistencial, essas entidades fantasmas utilizam frequentemente outras “taxas” para atingir o fim ilícito, como Contribuição Empresarial, oriunda da ACESP (Associação Comercial do Estado de São Paulo) e a Contribuição Associativa, esta última relacionada ao Sindicato Nacional Comercial.



A Fecomercio aconselha que os empresários verifiquem junto aos respectivos sindicatos se as taxas cobradas são realmente lícitas. Caso já tenham efetuado o pagamento, é importante que compareçam à agência bancária mencionada no boleto exigindo o estorno do valor, se possível por escrito. Outra providência a ser tomada é comparecer à delegacia e registrar o ocorrido.

“É muito importante ligar para a entidade sindical patronal para confirmar a legalidade dessa cobrança. Isso é vital para se prevenir contra fraudes desse tipo”, afirma Luis Antonio Flora, diretor jurídico da Fecomercio.

Saiba mais sobre a Contribuição Sindical

1) O que é a Contribuição Sindical?


É a principal fonte de custeio das entidades sindicais e tem suas porcentagens divididas entre o Ministério do Trabalho (20%), Confederação (5%), Federação (15%) e Sindicato (60%). É obrigatória a todos os integrantes da categoria representada pelos sindicatos, independentemente de filiação como associado. Destina-se a custear as atividades dos sindicatos de representação perante autoridades, órgãos públicos, conselhos e comissões, gastos com convênios, parcerias e obtenção de outros benefícios em favor da categoria.
A contribuição sindical é a única que decorre exclusivamente de lei e, portanto, tem imposição automática anualmente, com vencimento sempre em 31 de janeiro.
Fundamento legal: arts. 578 e 589 da CLT.

2) O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) pode fiscalizar o recolhimento da Contribuição Sindical?

Sim. Considerando que uma parte do valor arrecadado com esta contribuição (20%) é destinada automaticamente ao Ministério do Trabalho, este tem competência para fiscalizar seu recolhimento, através das Superintendências Regionais do Trabalho (SRT). Nesse sentido, a SRT/SP, reiteradamente tem oficiado à FECOMERCIO para que esta Entidade alerte seus representados a respeito da obrigatoriedade do recolhimento da contribuição sindical.

3) Qual a diferença entre a Contribuição Assistencial e a Associativa?

A criação da contribuição assistencial encontra previsão constitucional e destina-se, principalmente, a custear os gastos com as Negociações Coletivas ou participação em Dissídios Coletivos. Por ter essa finalidade, também é prevista na Convenção Coletiva de Trabalho, a qual é aprovada pelas assembléias entre as categorias profissional e patronal. É impositiva a todos os integrantes da categoria, filiados ou não, empresários com ou sem empregados.
Fundamento legal: arts. 548, “a” e 578, ambos da CLT e art. 8º, IV da Constituição Federal.

Por outro lado, a contribuição associativa é uma espécie de mensalidade cobrada pelos sindicatos apenas de associados, os quais obtêm benefícios especiais decorrentes da associação (descontos em serviços, cursos, planos especiais de viagens, estadia em hotéis, entre outros). Só é obrigatória para os associados. Fundamento legal: art. 548, “b” da CLT.

A contribuição assistencial é instituída durante as Negociações Coletivas e prevista no próprio instrumento coletivo de trabalho (Convenção). Já a contribuição associativa deve estar prevista no Estatuto da entidade sindical para ser impositiva aos associados.

4) O que é a Contribuição Confederativa?

A instituição da contribuição confederativa também encontra guarida na Constituição Federal. Destina-se ao custeio da interligação do Sistema Confederativo de Representação Sindical, ou seja, de ações conjuntas e constante comunicação entre a Confederação, Federação e respectivos Sindicatos a fim de garantir a defesa dos interesses da categoria em mais de um nível de representação (local, regional e nacional). Tal contribuição, uma vez instituída por competente e específica assembléia, torna-se obrigatória a todos os integrantes da categoria.
Fundamento legal: art. 548, “b” da CLT e art. 8º, IV da Constituição Federal.

5) A ME ou EPP optante pelo Simples Nacional deve recolher a Contribuição Sindical?


Sim. Na Lei Complementar 123/06, que instituiu o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, não há qualquer previsão de que a micro ou pequena empresa está isenta do pagamento da contribuição sindical. E, além da referida contribuição ser destinada às entidades sindicais (sindicatos, federações e confederações) e não à União, a isenção deve ser expressa, tendo em vista sua natureza tributária.
Por fim, vale lembrar que existe uma recente decisão do Tribunal Regional do Trabalho de SP (Acórdão 2009044958, exarado nos autos do Processo TRT/SP 00195200700402007) que confirma esta obrigatoriedade.
Fundamento legal: art. 13, § 3º da LC 123/06 c/c arts. 111, II e 176 do CTN.

6) Qual tabela deve ser consultada para efetuar o recolhimento da Contribuição Sindical?


A tabela divulgada anualmente pela confederação que representa a respectiva categoria (exemplo: comércio, indústria e transporte). Após a extinção do Maior Valor de Referência - MVR (previsto no art. 580, III, da CLT) e a fim de suprir a extinção do índice de correção, cada confederação efetuou estudos técnicos e elaborou sua própria tabela.

7) Como identificar entidades sindicais ilegais e associações “fantasmas”?

Anualmente, diversos sindicatos ilegais e associações “fantasmas” enviam boletos às empresas para confundi-los com o recolhimento das contribuições obrigatórias. Isto geralmente ocorre no início do ano, na mesma época do recolhimento da contribuição sindical. Para confirmar se um sindicato é ou não legalizado, basta solicitar o número do Código Sindical da entidade e verificar sua regularidade junto à Superintendência Regional do Trabalho da localidade (todas as entidades sindicais, obrigatoriamente, devem ser registradas junto ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e as Superintendências têm essa informação). Além disso, no website do MTE (http://www.mte.gov.br/) existe uma ferramenta de pesquisa de entidades sindicais regulares.

Já no caso das associações, a regra é bem simples: não existe qualquer contribuição compulsória em favor das associações, exceto para aqueles que se associaram voluntariamente e de forma expressa. Não existe “associação automática” e, portanto, todos os boletos enviados por essas associações podem ser desconsiderados por aqueles que não são sócios.

Atenção: a contribuição sindical é devida apenas às entidades sindicais legalizadas e representantes da categoria econômica específica da empresa. Na dúvida sobre qual entidade sindical é a legítima para receber os valores, deve-se proceder à pesquisa de enquadramento sindical.

8) O SIMPEC – Sindicato das Micro e Pequenas Empresas do Comércio do Estado de São Paulo e o SIMPRESS – Sindicato das Micro e Pequenas Empresas de Prestação de Serviços do Estado de São Paulo têm legitimidade para impor contribuições de natureza sindical aos empresários?

Não. Tanto o SIMPEC como o SIMPRESS, atualmente estão com seus registros cassados junto ao Ministério do Trabalho e Emprego em decorrência de decisões judiciais definitivas. Portanto, não possuem qualquer legitimidade para impor ou receber valores de contribuições de natureza sindical.

Ademais, que SIMPEC e SIMPRESS também não possuem legitimidade para celebrar convenção coletiva de trabalho, justamente pela falta de regularidade de seu registro sindical junto ao MTE. Micros e Pequenos empresários deverão proceder à pesquisa de enquadramento sindical para verificar qual o sindicato legítimo para receber suas contribuições.

Fonte: FECOMERCIO