sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Copa como tema para volta às aulas

Copa como tema para volta às aulas
Quem apostou na Copa do Mundo de Futebol para alavancar as vendas de material escolar se deu bem. Com a proximidade do evento esportivo, em junho, na África do Sul, as redes viram as vendas de itens de volta às aulas deste ano subirem 10% em relação às de 2009, número acima do esperado pelo comércio, que previa crescer 5% com a data este ano. De acordo com especialistas consultados pela reportagem, até o final do período de vendas - meados de março- o setor pode chegar a um novo recorde de vendas de material escolar.

Para o comércio especializado, a época é considerada a mais importante para o setor, considerando-se o ano todo, pois corresponde a 65% das vendas anuais de artigos de papelaria. Segundo José Lupoli Júnior, professor de Marketing da Universidade de São Paulo (USP) e do Programa de Administração do Varejo (Provar), investir em produtos licenciados é a melhor aposta para alavancar as vendas da volta às aulas, principalmente quando se oferecem artigos com motivos de efemérides. "Esses artigos têm uma saída melhor e também possibilitam uma margem maior para o varejista", conta. "É claro que em caso de eventos como a Copa a demanda é maior, mas é importante investir em temas de artistas e filmes também", ressalta.

Para o Lupoli, as vendas de itens de volta às aulas este ano devem se confirmar mais aquecidas, fruto da disposição maior do consumidor para gastar. "O setor deve apresentar bons resultados até o meio de março", diz.

No Grupo Pão de Açúcar (GPA), o destaque são as vendas de cadernos licenciados, com capa da Seleção Brasileira de Futebol. Cada capa representa um país e o ano em que o Brasil venceu o campeonato mundial de futebol. O último modelo representa a "Força Extra" para a vitória na África do Sul em 2010, diz a rede. Só nas lojas Extra foram vendidas mais de 300 mil unidades do produto, em apenas um mês.

Segundo a rede, o caderno é fruto de uma parceria que garantiu à empresa o repasse para o consumidor a R$ 4,90 -um caderno custa em média R$ 13. O GPA garante que os estoques foram renovados para atender à demanda que continua forte pelo item. De acordo com a assessoria do GPA, a procura por outros itens também foi surpreendente: a de canetas importadas apresentou alta de 122% de demanda, a de porta-material, 22%, e a de acessórios para escrita, 22%.

Outra que viu as vendas de material escolar baterem recorde neste ano é o Walmart Brasil, terceira colocada no ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). De acordo com a varejista, a procura por artigos para as aulas foi 14% maior do que no mesmo período de 2009.

Já o Carrefour afirmou que as vendas de volta às aulas também são importantes para os resultados da companhia, mas ainda não tem o balanço das vendas na área fechado para informar.

Papelarias

Hoslei Pimenta, gerente comercial da Kalunga, rede com mais de 60 lojas e que atende tanto por atacado como a varejo, acredita que a rede terá crescimento de 15% com as vendas de volta às aulas no primeiro bimestre de 2010. A estratégia da rede foi apostar mais em itens da Copa para o retorno do recesso escolar de meio de ano, em agosto. "As vendas também crescem bastante nesse mês, tanto que a gente as chama de minivolta às aulas", afirma. "Acreditamos nestes produtos como motivo para mídia e estamos investindo, sim", explica.

De acordo com o gerente, a expectativa é de manter o ritmo acelerado de vendas até a segunda semana de março. "Temos de aproveitar. No ano passado crescemos 8%, e este ano as vendas estão bem melhores." Em recente entrevista ao DCI, Pimenta afirmou que a aposta da rede para o período era tamanha que fez com que a empresa adiantasse de um mês os preparativos para comercializar o material escolar.

Segundo o gerente, no primeiro trimestre do ano a companhia fatura 30% do total do ano. "É a época mais forte para nós", confirma Pimenta. Para ele, a estratégia para atrair o consumidor neste ano foi a facilidade de parcelamento, que pôde ser feito em até 10 vezes sem juros em todas as unidades da empresa. "É uma forma de garantir ao consumidor o acesso às novidades que a loja vai ter", contou Hoslei, na época.

Na Armarinhos Fernando, referência em artigos de papelaria na Rua Vinte e Cinco de Março, em São Paulo, e que vai inaugurar uma nova unidade na próxima semana na capital paulista, as vendas de material escolar bateram as expectativas por causa das ofertas de cadernos a preços até 20% menores que os da concorrência, garante Ondamar Ferreira, gerente da loja matriz da rede. "Tivemos um pico de vendas de 45 dias com vendas fortes."

Segundo Ferreira, a exposição dos materiais escolares nas lojas começou na última semana de dezembro. Foram adiantadas em uma semana para aproveitar também o momento de euforia dos consumidores no fim do ano e aumentar os resultados. "Mudamos no primeiro fim de semana depois do Natal, para aproveitar a melhor época para o nosso negócio."

A professora Heloísa Omini, da pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), acredita que investir produtos com temas de eventos esportivos é uma boa, mas alerta para o fato de que para não transformar a oportunidade de lucros em prejuízo é necessário planejar as compras com antecedência e manter um controle rigoroso dos estoques para atender à procura mais forte pelos produtos. "quem compra de última hora acaba pagando mais caro", conta.

Sem itens da Copa, e prejudicada pelas fortes chuvas na cidade de São Paulo, a rede Semaan viu crescimento tímido nas vendas, se comparado com as concorrentes. De acordo com Marcelo Moawad, dono da empresa, a alta foi dentro da média anual do setor e abaixo das expectativas da companhia para este ano - 5% entre janeiro e fevereiro. "Não chegamos a aproveitar o tema", diz o empresário. Segundo Moawad, as vendas em dias sem chuva foram "ótimas": "Vendemos mais de 10%".

Quem apostou no tema Copa do Mundo de Futebol para alavancar as vendas de material escolar e impulsionar a área de marketing esportivo, com a criação de eventos segmentados, já comemora resultados positivos. Com a proximidade do evento em junho, na África do Sul, as redes do varejo viram as vendas de itens para a volta às aulas subir 10% em relação às de 2009, acima do esperado graças à venda de produtos licenciados com alusão à Copa.

José Lupoli Júnior, do Programa de Administração do Varejo (Provar), diz que investir em produtos desse tipo foi a melhor aposta para alavancar as vendas de volta às aulas: "Esses artigos têm melhor saída." Nas lojas Extra, do Grupo Pão de Açúcar, em apenas um mês foram vendidas mais de 300 mil unidades de cadernos licenciados com capa da seleção brasileira. O Walmart contabilizou recorde de venda de material escolar, com crescimento de 14%.

As agências de marketing esportivo também preveem crescimento graças à Copa, com a compra de mídia e com eventos corporativos paralelos. O empresário José Cocco, da agência que leva seu nome, prevê crescer até 20% com a expansão dos investimentos de anunciantes.

Fonte: DCI

Dicico abre 12 lojas e busca crescer no interior

A Dicico anuncia a abertura de 12 lojas em 2010, muitas no interior paulista. Atualmente com 42 unidades em operação em todo o estado de São Paulo, sendo 7 no interior paulista, a empresa deve chegar a novas praças na região, alcançando a marca de 54 lojas até o fim do ano.

Além das inaugurações, a Dicico aposta em unidades já em funcionamento, como a de Mogi Guaçu, próxima de Campinas e cidade estratégica para a Dicico. A expectativa da Dicico é de que a operação no interior paulista supere a marca de 30% do total do faturamento da rede.

"Vamos concentrar nosso crescimento no interior paulista, com diversos formatos de loja. O interior é estratégico para a Dicico, devido ao alto potencial de consumo da população da região. Em cidades onde já operamos, como Mogi Guaçu, a idéia é reforçar cada vez mais nossa presença e nossos laços com a comunidade local com promoções e serviços exclusivos direcionados para a região. Os profissionais ligados à construção civil também são nossa prioridade", comenta Claudio Fortuna, diretor de Marketing da Dicico.

Outra do ramo que busca ampliar sua atuação no mercado é a C&C Casa e Construção, concorrente, como a Dicico, de Leroy Merlin e Telhanorte, ente outras. Hoje, a C&C reforça as ações voltadas à preservação ambiental ao realizar evento sobre certificação ambiental para os seus parceiros, com o Instituto Falcão Bauer de Qualidade, de certificação acreditado pelo Inmetro para abordar o Selo Ecológico Falcão Bauer.

Fonte: DCI


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Varejo se prepara para uma Páscoa com alto fluxo de vendas

Segundo Alshop, lojistas acreditam em consumidores ainda mais confiantes na compra de chocolates e similares nesta primeira Páscoa pós-crise econômica

Com a chegada da Páscoa coincidindo com o fim do período de altas temperaturas, e as condições econômicas dos consumidores apresentando-se cada vez melhores, o consumo de chocolates atrairá um fluxo ainda maior de pessoas às lojas nesta Páscoa, uma realidade que já vêm movimentando o varejo que atua na venda de ovos típicos da data, além de chocolates em barra, bombons, entre outros gêneros do produto.

Para este ano, a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) espera um crescimento de 28% nas vendas, motivando um avanço também no número de funcionários temporários para atender a demanda de mais clientes nos estabelecimentos, com expectativa de aproximadamente 15 mil novos profissionais atuando no comércio varejista na data, um acréscimo de cerca de 4% ante ao mesmo período de 2009.

As principais representantes do setor de chocolates apostam ainda na criação de ovos com tamanhos ainda maiores do que nos anos anteriores, além de novas linhas de produtos dirigidos à diferentes públicos, seduzindo desde crianças, eternas apreciadoras do doce, até adultos de paladares mais exigentes, gerando vendas ainda mais expressivas.

“A confiança do consumidor na economia nacional estimula o crescimento das vendas no varejo neste período, que certamente terá um desempenho expressivo em comparação ao ano passado, fazendo com que a Páscoa cumpra com a sua parte dentro do calendário promocional do setor varejista”, comenta o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun.

Será o ano da VW?

Será o ano da VW?
por Evaldo Costa*

Nos últimos anos tivemos algumas mudanças importantes na liderança do mercado global automobilístico. Depois da queda de GM e do mercado americano, assistimos a Toyota assumir a posição de líder no ranking dos maiores fabricantes.

Vimos nesta primeira década do novo século, a China assumir a condição de maior produtor de veículos do planeta, desbancando a soberania dos americanos. E as mudanças não ficaram por aí. Pela primeira vez, também, testemunhamos o bloco oriental, liderado por Japão, China e Coréia, assumir a liderança na produção de veículos automotores. Condição essa, que durante todo o século passado pertenceu ao bloco ocidental.

Voltando as marcas, mudanças continuam ocorrendo na parte de cima da tabela dos grandes construtores, em parte, fortalecidas por parcerias, joint venture, fusões e aquisições. Além disso, as principais marcas estão destinando volumosos investimentos nos mercados mais expressivos visando ampliação do market share.

Na última semana, durante a convenção da National Automobile Dealers Association – NADA, em Orlando, nos Estados Unidos, assisti a uma apresentação do presidente e CEO da Volkswagen, Stefan Jacoby na qual ele disse que a marca está alocando pesados investimentos no mercado Norte Americano para alcançar a meta de produzir 800 mil unidades anuais até 2018.
Os investimentos vem justamente no momento em que a Volkswagen começa a dar sinais de recuperação naquele mercado. Além do apetite da marca que, naturalmente, compete pela liderança global, ela tem a seu favor o aperto financeiro americano que parece “empurrar” os consumidores para veículos mais econômicos que é uma de suas especialidades.

A seu favor, pode contar, também, a crise da GM, os problemas enfrentados recentemente pela Toyota e Honda dando origem a gigantesco recall, com potencial de abalar a credibilidade das marcas japonesas. Nunca é demais lembrar que a Volkswagen está se preparando para competir em outros segmentos de mercado, como é o caso do badalado lançamento da Amarok. No mercado americano, está a caminho, o novo Touareg, na opção hibrida e o sucessor do Beetle.
Para atingir a sua meta de crescimento a Volkswagen foca cinco pilares: produção, organização, produtos, marca e a rede de distribuição. Isso parece já estar acontecendo, pois segundo Jacoby a marca saiu da décima sexta para a quinta posição no ranking de satisfação dos concessionários americanos com o fabricante. Para ele, ainda há espaço para melhorar de posição neste quesito, nos próximos anos.


(*) Evaldo Costa é Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil. Escritor, consultor, conferencista e professor, é autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”

Carrefour terá centro de distribuição em Manaus

Carrefour terá centro de distribuição em Manaus
Em comemoração aos dez anos de presença do Carrefour em Manaus (AM), ontem a rede inaugurou o seu novo centro de distribuição (CD) na cidade e anunciou os parceiros reconhecidos como Destaques Carrefour de Líderes do Amazonas. O grupo já soma seis unidades, o que faz de Manaus a terceira cidade com maior quantidade de hipermercados na operação brasileira da rede.

Com a inauguração do novo CD, serão gerados 150 novos empregos, entre diretos e indiretos, que, somados àqueles criados nos seis hipermercados, resultam em 4.000 postos de trabalho. "Manaus é um polo estratégico para o Carrefour no País, com altos índices de crescimento", atesta Luiz Fernando Rego, Diretor Regional Norte-Nordeste do Carrefour, por meio de nota.

As categorias de produtos de grande consumo, autosserviço, itens eletro e bazar estão entre os segmentos atendidos pelo novo CD em Manaus. O centro de distribuição tem câmaras de multitemperaturas para armazenar refrigerados, congelados, frutas, legumes e verduras.

Internacional

Enquanto, no Brasil, os negócios vão bem, fora daqui o cenário é mais incerto ao Carrefour. Uma greve em protesto contra corte de empregos provocou o fechamento de um terço dos hipermercados operados pelo Carrefour, a segunda maior varejista do mundo, na Bélgica.

A greve de ontem, realizada um dia depois de o Carrefour anunciar que 1.672 empregos serão cortados e 21 lojas, desativadas em consequência da segunda reestruturação em três anos da companhia no País, também levou ao fechamento de um quarto dos supermercados da rede.

Foram afetadas 18 das 56 principais lojas do Carrefour e 15 dos 61 pontos-de-venda menores, de acordo com o porta-voz da empresa, Lars Vervoort. Ações de greve espontânea surgiram nesta quarta-feira, mas a representante sindical Irene Petre afirmou que não houve uma convocação de greve organizada.

Os três principais sindicatos belgas farão reuniões na quinta-feira para chegar a um acordo sobre um plano comum, segundo Irene. Além dos cortes de vagas, o Carrefour pretende congelar os salários dos funcionários restantes. As informações são da Dow Jones.

Fonte: DCI

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Dúvidas de leitores: Recomendação para papelaria

Dúvidas de leitores: Recomendação para papelaria
Pergunta enviada por Carolina Tavares, de Recife

Olá

Boa Tarde.

Estou pretendendo abrir uma pequena papelaria e gostaria de saber mais sobre o assunto.

Seria possivel me indicar livros, publicações, mais sites especificos e profissionais na area de arquitetura para varejo em Recife ?

Obrigada,
Carolina Tavares


Olá Carol.

Não tenho contato de arquitetos de Recife, ou que sejam experienciados em varejo.

Existem bons profissionais que conheço da região do Nordeste, e que talvez possam lhe dar alguma ajuda.

Um deles é o Frederico Alecrim, da Ponto de referencia. O site dele é www.fredericoalecrim.com.br

Sobre livros, acredito que o primeiro passo talvez seja mesmo o Merchandising no ponto-de-venda da Regina Blessa. Ele vai lhe dar algumas noções importantes sobre o assunto. Os livros da empresa do Frederico, a Ponto de Referencia, intitulados “Loja Viva” e “Ponto de Referencia” também são muitos bons para um bom start.

Vale sempre a pena também buscar material em sites e revistas como o PEGN (Pequenas Empresas Grandes Negócios) ou “Meu Próprio Negócio”, da Editora OnLine.

Deixo aberto também o espaço aos leitores do blog, caso desejem recomendar um site, revista ou profissional....

Espero ter lhe ajudado

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.com.br


Novo aliado do varejo

Novo aliado do varejo
Celulares devem ganhar importância como meio de compra e comparação de preços, diz pesquisa

Pesquisa realizada nos Estados Unidos pela Sterling Commerce - empresa do grupo AT&T - apontou que entre os consumidores mais jovens, o uso do telefone celular como um canal de experiência consistente é algo que se espera do setor varejista. O estudo ouviu 1.024 pessoas nos últimos três meses.

De acordo com os resultados, existe uma grande tendência de evolução do mobile commerce, principalmente entre as mulheres e consumidores de maior poder aquisitivo. Neste sentido, cerca de 85% dos entrevistados, por exemplo, querem poder comprar um item online e devolvê-lo em uma loja física enquanto 67% querem poder fazer o pedido online e apanhar a mercadoria na loja.

Considerando apenas os consumidores com idade entre 18 e 44 anos, 33% dos entrevistados revelaram interesse em acessar informações sobre produtos utilizando seus celulares na loja. Quando o assunto é comparação de preços, 35% afirmaram que provavelmente usariam os dispositivos móveis para fazê-la.

Os dados mostram ainda que 31% dos entrevistados verificariam no celular se há um item em estoque. "Os varejistas que tiverem seus processos de gestão de pedidos e visibilidade de estoques em ordem estarão mais bem capacitados para incorporar o canal móvel na experiência de compras do consumidor ao aproveitarem este crescente interesse", disse Jim Bengier, executivo da área global de varejo na Sterling Commerce.

Fonte: Meio & Mensagem


Renner estreia novo formato de lojas no 2º semestre

Renner estreia novo formato de lojas no 2º semestre
A rede de lojas Renner vai inaugurar duas lojas no formato compacto no segundo semestre deste ano. Ainda sem local definido, as unidades terão 1.200 metros quadrados de área líquida de vendas, informou o diretor de Relações com Investidores da varejista, José Carlos Hruby.

Segundo Hruby, a área de vendas média das lojas atualmente em operação está em torno de 2.100 metros quadrados. "O projeto de lojas compactas, que ainda será concluído, incluiu um estudo mapeado por regiões e Estados, apresentando os mercados menores com público-alvo em número suficiente que justifique a viabilização de uma loja", disse o executivo.

Ainda segundo o diretor, as lojas compactas contarão com investimentos entre R$ 2,5 milhões e R$ 3 milhões - ante R$ 5 milhões a R$ 6 milhões destinados às unidades convencionais- e serão localizadas em cidades com até 200 mil habitantes.

Além da abertura de lojas compactas -um modelo já adotado por outras varejistas como Lojas Americanas e C&A -, a Renner vai inaugurar em abril deste ano sua primeira loja de rua, na avenida Paulista, em São Paulo, e que contará com 3 mil metros quadrados de área de vendas.

Números de 2009 agradam mercado

Investidores reagiram bem ao resultado trimestral e de 2009 divulgado na noite de segunda-feira pela Renner. As ações da empresa exibiam alta de 3,92%, a R$ 28,98, às 16h08, respondendo pela maior valorização da carteira teórica do Ibovespa. O índice cedia 2,11% no mesmo horário.

A varejista reportou um lucro líquido de R$ 100,3 milhões no quarto trimestre de 2009, avanço de 53,4% ante o mesmo intervalo do ano anterior. Em relatório, a equipe de análise do HSBC destacou que o crescimento da receita ficou ligeiramente acima das expectativas, chegando a 16% ante projeção de 14%. Já a expansão das vendas no conceito mesmas lojas foi de 9,5% e ficou pouco abaixo da estimativa do banco, de 10%.

Após a divulgação dos resultados, o HSBC optou por manter a classificação de "neutra" para os papéis da Renner, com preço-alvo de R$ 42.

Já a Link Investimentos ressaltou, além do aumento das vendas nas mesmas lojas, as melhoras nas margens e a queda nas perdas com inadimplência.

"A empresa continua com uma posição financeira bastante sólida, portanto, esse resultado deve trazer um bom momento para as suas ações no curto prazo", disse a Link em relatório.

Em contrapartida, a Link considera o potencial de valorização no longo prazo ainda limitado e optou por manter a recomendação de abaixo do desempenho do mercado para os papéis da Renner.

Mais otimista, o UBS elevou o preço-alvo para as ações da Renner de R$ 45 para R$ 49,50, recomendando compra dos papéis da varejista.

Fonte: Terra


Alta do consumo é sustentável, dizem executivos

Alta do consumo é sustentável, dizem executivos
Em encontro sobre tendências do varejo, representantes de diversos setores mostram-se confiantes quanto ao futuro, mas cobram investimentos públicos em infra-estrutura

Desemprego em queda, massa salarial crescendo e confiança do consumidor em alta. A conjunção desses fatores indica que o consumo no Brasil seguirá, nos próximos anos, sua trajetória ascendente, beneficiado pela estabilidade econômica, colocada à prova durante a mais recente crise financeira mundial.

Mas o futuro pujante sinalizado pelas oportunidades de crescimento em faixas menos favorecidas da população e em regiões distantes dos grandes centros só se tornará realidade com investimentos públicos em infra-estrutura, especialmente na área de transportes.

Tais opiniões ecoaram no auditório da Câmara Americana de Comérico (Amcham), em São Paulo. Por duas horas na manhã da terça-feira 23, executivos representantes de diversos setores ligados a bens de consumo expuseram tendências e perspectivas para o varejo brasileiro.

Sob o tema "Para onde vai o dinheiro do brasileiro em 2010", participaram do debate: Carlos Werner, diretor de marketing da Samsung, Eduardo Macedo, da consultoria Gouvêa de Souza, Paulo Maffei, CEO da Nazca Cosméticos, Ricardo Flora, diretor comercial do grupo Jereissati, Sérgio Leme, diretor comercial da Whirlpool, e Westermann Geraldes, VP de vendas da Nestlé.

O painel teve a moderação da editora adjunta do Meio & Mensagem, Edianez Parente, e foi precedido por uma apresentação de Eduardo Ragasol, presidente da Nielsen Brasil.

"O Brasil entrou, sem dúvida em uma fase de crescimento sustentável. E as classes de nível socioeconômico médio e baixo continuarão a impulsionar este crescimento pelos próximos anos. Em 2009, 46% do crescimento do varejo foi propiciado pelo consumidor médio", afirmou Ragasol, na abertura do encontro.

Em 2009, as cestas de produtos estudadas pela Nielsen, apresentaram um aumento de vendas em volume de 2,2%. Das 159 categorias da amostra, 42% tiveram crescimento real. Ragasol diz que é possível identificar pontos comuns nos campeões de incremento de venda - como iogurtes funcionais e fraldas descartáveis em pacotes econômicos.

Segundo a Nielsen, são cinco os vetores que mais mexem, hoje, com o consumidor varejista: o benefício do produto em relação à saúde do consumidor, a sua praticidade, a sua sofisticação, o seu custo-benefício e o seu fator recompensador.

"A combinação de dois desses vetores turbina os resultados. É um conceito poderoso para impulsionar o crescimento", analisou.

Também foi unânime entre os presentes a existência de gargalos enormes na infra-estrutura do País. Para Paulo Maffei, não bastará a sofisticação cada vez maior dos produtos e canais do varejo brasileiro se o governo não fizer sua parte.

"É preciso que os governantes propiciem a expansão e invistam corretamente o dinheiro dos nossos impostos. Devemos estar atentos e cobrar por isso", disse o CEO da Naza, que também mostrou preocupação com a falta de qualificação de profissionais tanto para o alto escalão das empresas como para oferecer serviços condizentes ao nível de exigência que o consumidor brasileiro está alcançando.

Fonte: Meio & Mensagem

Junho deve liderar vendas de eletroeletrônicos no Rio em 2010

Pesquisa do Simerj mostra ainda que ventiladores, ar condicionados e celulares continuam na preferência das intenções de compra dos consumidores até março

Pesquisa do Sindicato do Comércio Varejista de Material Elétrico, Eletrônicos e Eletrodomésticos do Município do Rio de Janeiro (Simerj) aponta que junho, entre os demais meses do ano, é o período com maior intenção de compra de produtos eletroeletrônicos por parte de consumidores em 2010, com 14,24%, seguido por dezembro e fevereiro, com 9,31% e 8,50%, respectivamente. Promovido em parceria com a Fecomércio-RJ, o levantamento também mostrou que ventiladores, ar condicionados e celulares lideram as pretensões de compra dos cariocas, principalmente no primeiro semestre.

A pesquisa, realizada entre 14 e 21 de janeiro, ouviu cerca de 2,8 mil pessoas em cinco locais da Região Metropolitana do Rio de Janeiro e avaliou as pretensões de compra de dez produtos (cinco eletrodomésticos e cinco eletrônicos): ventilador, televisão, aparelho de som, ar condicionado, telefone celular, computador, aparelho de DVD, máquina de lavar, fogão e geladeira.

De acordo com o estudo, o fato de que muitos trabalhadores aproveitam junho para tirar férias, dando-lhes mais tempo para pesquisar preços, pode ser um dos fatores que explicaria a preferência dos consumidores pelo mês. Uma possível renda adicional decorrente da venda de parte das férias, associada ao pagamento da primeira parcela do 13º salário dos funcionários públicos, que possuem significativa participação no mercado de trabalho carioca, também são outras razões que poderiam corroborar a tendência.

Ainda em 2010, dezembro reúne 9,31% das pretensões de compra, em que pesam, principalmente, a presença do Natal e o acréscimo da renda do trabalhador com a entrada do décimo terceiro salário para impulsionar o mercado de eletroeletrônicos no período. Já em fevereiro, que obteve 8,50% das intenções, fatores conjunturais, como o aumento do poder de compra da população, a retomada do crédito e da confiança do consumidor, são considerados determinantes para o aquecimento das vendas no curto prazo.



Pretensões de compra

Como no final do ano passado, quando liderou as intenções de compra, o ventilador é o produto que obteve a maior índice pretensão de compra até março, com 50,36% da preferência dos potenciais consumidores. Outros eletroeletrônicos que registraram demanda elevada no período foram: o telefone celular, o aparelho de DVD, o ar condicionado e a televisão, com 34,55%, 24%, 22,33% e 16,79%, respectivamente. No caso do ventilador e do ar condicionado, as altas temperaturas do verão acabam justificando a grande procura por estes produtos.

O eletroeletrônico que registrou a mais baixa demanda entre os dez produtos da pesquisa até março foi o aparelho de som, com 11,43% das intenções durante o período em análise. Outros equipamentos que registraram pouca procura foram: o computador (13,09%), o fogão (13,45%) e a geladeira (13,67%).


Cheque pré-datado volta a ganhar força no comércio

Cheque pré-datado volta a ganhar força no comércio
O comércio brasileiro está redescobrindo as vantagens de oferecer aos consumidores o financiamento das compras via cheque pré-datado. No início deste ano, a modalidade de financiamento, que até há pouco tempo parecia relegada ao passado, superou em 3,7 vezes o pagamento de compras com cheques à vista. De acordo com a TeleCheque, empresa especializada em verificação de crédito pessoal, em janeiro, 78,28% dos pagamentos foram feitos com cheques pré-datados e 21,72% à vista. Muitos varejistas também não abrem mão de oferecer aos clientes o crediário próprio. Os números explicam esse aparente retrocesso: o parcelamento das compras via cheque ou carnê significa corte significativo de custos para os lojistas, informa o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL-BH), Roberto Alfeu.

Segundo ele, o cheque pré-datado tinha sido esquecido pelo comércio porque os lojistas não faziam conta de gastos com taxa de administração dos cartões de crédito, taxa de antecipação de recebíveis e aluguel de máquinas, que, somadas, representam entre 7% e 8% das vendas efetuadas com o dinheiro de plástico. “O custo do cheque é somente a inadimplência, que é pequena. Por isso, o comércio está voltando a dar preferência a essa forma de pagamento”, explica. Se o calote for de 2%, por exemplo, o uso desse instrumento representa uma economia de 6% frente ao pagamento com cartão.

Por outro lado, na opinião do empresário, o consumidor também ganha ao fazer uso do cheque pré-datado. “Existe um efeito psicológico quando uma pessoa paga uma conta com cheque. O consumidor consegue administrar melhor as suas contas quando faz uso dessa forma de pagamento. Evita o crédito rotativo, que tem taxas superiores a 300% ao ano, e também compras por impulso. Quando emite um cheque, ele sabe que o dinheiro deverá estar na conta para cobri-lo”, justifica.

Walter Iamamura é sócio proprietário da Gregory, loja de roupas femininas que tem três unidades em shopping centers de Belo Horizonte. A empresa chegou à capital mineira em 2006 e, de início, recebia uma quantidade de cheques sem fundos muito grande. Foi quando ele resolveu usar as garantias oferecidas pela CDL para proteger o lojista. “Foi uma ótima decisão. O número de cheques que voltam diminuiu e economizamos com as taxas e os custos do cartão”, diz.

Segundo a TeleCheque, nos primeiros seis meses de 2010 a emissão de cheques pré-datados deverá alcançar 80,5% dos cheques emitidos, o que significaria um incremento de 0,21% na oferta de crédito nesse instrumento em comparação com igual período no ano anterior. O volume de cheques pré-datados no acumulado de 2009 deverá somar R$ 2,15 trilhões – 78,26% do total de cheques emitidos –, o que representa um crescimento de R$ 210 bilhões. O aumento em relação a 2008 é de 10,8%. A estimativa é do vice-presidente da TeleCheque, José Antônio Praxedes Neto.

O bom e velho carnê também tem seu espaço garantido no varejo. O diretor-geral da rede de eletrodomésticos Eletrozema, Romeu Zema, presente em 202 municípios mineiros, admite que tem preferência pelo crediário próprio. Na rede, que está em todas as regiões do estado, com exceção de da Região Metropolitana de Belo Horizonte e Zona da Mata, 50% das vendas são realizadas com essa forma de pagamento. “Nossos clientes preferem o crediário. Além disso, ficamos livres das taxas cobradas pelas empresas de cartão. Nossa inadimplência é baixa. O crediário compensa”, afirma.

Na opinião de Praxedes, o varejo brasileiro está ganhando consciência da sua importância para o crescimento do consumo consciente. Por isso, oferece crédito direto aos consumidores por meio de cheques pré-datados e crediário próprio. “Isso facilita o consumo da população que tem dificuldade de acesso às modalidades de crédito oferecidas com intermediação do mercado financeiro”, observa.

Fonte: Estado de Minas
por Zulmira Furbino


Venda direta fecha o ano com alta de 18,4%

Venda direta fecha o ano com alta de 18,4%
Com resultados positivos, as empresas que apostam nas vendas diretas, como Natura, Avon e Jequiti, por exemplo, comemoram o crescimento de 18,4% nos negócios na comparação entre 2009 e o ano anterior, o que representa uma movimentação de R$ 21,858 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (Abevd). Descontado o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), acumulado em 4,3%, o crescimento real obtido pelo setor foi: 14,1%.

Para Lírio Cipriani, presidente da Abevd, os resultados confirmam as previsões do mercado. Em nota, o executivo afirma que o cenário deixa os especialistas satisfeitos. "Num ano de adversidades para a maioria dos setores da economia, as vendas diretas geraram oportunidade de emprego e renda para 2,3 milhões de pessoas que foram à luta e fizeram o setor movimentar bilhões de reais, além de ajudar o País na arrecadação de impostos", diz o executivo.

Composto por empresas de segmentos diversos, as vendas diretas constituem um setor cada vez mais relevante para a economia, 88% das empresas focadas em cuidados pessoais, 6% de suplementos nutricionais, 5% de cuidados do lar, e 1% de serviços e outros.

Em 2009, o contingente de revendedores autônomos comercializou mais de 1,7 bilhão de itens, superando a performance do ano anterior em 10%. O número representa uma venda de 30 produtos ou serviços por domicílio brasileiro, considerando os 57 milhões de domicílios estimados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Há um ano, a média de venda por domicílio era de 28 itens.

Ano passado, o setor contou com 2,377 milhões de revendedores, 17,7% mais que 2008. Conforme analisado nos trimestres do ano, a Abevd aponta o crescimento na quantidade de "distribuidores" como responsável pela expansão deste canal de vendas e principal consequentemente pelo forte crescimento dos negócios na área.

Fonte: DCI
por Wilian Miron


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Varejo brasileiro fecha ano com crescimento de 5,9%

Varejo brasileiro fecha ano com crescimento de 5,9%
Vendas crescem 9,1% em dezembro na comparação anual. Setor de supermercados tem melhor desempenho da década e automóveis fecham ano com forte expansão.

São Paulo, 23 de fevereiro de 2010 - Números divulgados nesta manhã pelo IBGE mostram que as vendas do varejo brasileiro avançaram 9,1% em dezembro em relação ao mesmo mês do ano passado, fazendo com que o setor fechasse 2009 com alta de 5,9% em relação a 2008. “Pelo sexto ano consecutivo, o varejo teve crescimento acima do PIB”, comenta Luiz Goes, sócio-sênior e diretor da GS&MD - Gouvêa de Souza, consultoria especializada em varejo e distribuição. O resultado do varejo em 2009 ficou dentro das expectativas da empresa, entre 5,5% e 6%.

O segmento de Hiper, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo teve mais uma vez um crescimento acima da média do varejo, com expansão de 9,7% em dezembro e 8,3% em 2009. “Essa expansão deve-se ao aumento da massa salarial da população e à baixa inflação, uma combinação que fez o setor fechar o ano com o melhor desempenho da década, acima dos 7,6% de 2006”, afirma Goes.

O segmento do varejo com o melhor desempenho no ano foi o de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, cujas vendas avançaram 10,7% em dezembro, acumulando no ano uma expansão de 11,8%. Equipamentos e Materiais para Escritório, Informática e Comunicação, categoria que inclui celulares e computadores e vem sendo nos últimos anos um dos segmentos de maior expansão, teve em dezembro um crescimento de 3,7%, fechando o ano em +10,6%. “Em dezembro de 2008, as vendas do setor haviam crescido 35,6%, mas mesmo com essa forte base de comparação o setor continua em grande expansão”, comenta Goes.

Entre os segmentos mais dependentes de crédito, os números de dezembro também foram bastante positivos. Em Móveis e eletrodomésticos, as vendas avançaram 13,2%, no sexto mês consecutivo de alta nas vendas, e o resultado acumulado do ano ficou positivo em 2,1%. “Ao longo do segundo semestre, o setor conseguiu compensar o forte desaquecimento do início do ano, impulsionado pela redução do IPI e pela conjuntura econômica mais positiva”, explica o consultor.

No varejo ampliado, as vendas cresceram 14,3% em dezembro e 6,9% no ano. O setor de Veículos e motos, partes e peças avançou 28,2% em dezembro e fechou 2009 com alta de 11,1%, um resultado extremamente positivo se for levado em conta o crescimento de 22,6% obtido no ano anterior. O segmento de Material de Construção, por sua vez, teve em dezembro seu melhor resultado desde julho de 2008, com alta de 16,8%, mas mesmo assim o segmento fechou o ano com queda de 5,9%. Outro setor em recuperação é o de Tecidos, vestuário e calçados, com crescimento de 5,8% em dezembro (terceiro mês consecutivo de alta, depois de 11 quedas consecutivas). “O setor fechou o ano com declínio de 2,8%, mas a recuperação nos últimos meses prenuncia um 2010 mais positivo”, afirma.

“O crescimento do varejo foi generalizado no país, mostrando que as condições macroeconômicas vêm melhorando de forma consistente neste segundo semestre”, analisa o especialista. Para a GS&MD - Gouvêa de Souza, o varejo brasileiro deve ter em 2010 um desempenho bastante positivo. “As vendas novamente crescerão acima do PIB nacional, desta vez reforçadas pelos bens duráveis, que trarão uma contribuição mais efetiva do que em 2009 ao crescimento do mercado”, finaliza Goes.

Casas Bahia abre mais 3 lojas no mercado baiano

Casas Bahia abre mais 3 lojas no mercado baiano
A rede Casas Bahia, líder em venda de eletrodomésticos e móveis no País, com mais de 500 lojas, continua sua expansão no nordeste brasileiro e no Estado da Bahia com a abertura de mais três lojas, alcançando mais de 15 unidades neste mercado.

Uma delas vai ser aberta hoje na cidade de Candeias, no interior do estado, que envolve o polo industrial e o Porto de Aratu. De acordo com a rede, a inauguração representa mais um passo na interiorização da atuação do grupo no estado. Com a abertura foram criados 32 novos empregos. Os Municípios de Feira de Santana e Lauro de Freitas também já contam com unidades da marca.

No mesmo dia, a Casas Bahia inaugura mais duas filiais em Salvador, na região central da capital. Uma das unidades é uma nova loja-conceito do grupo no Shopping Piedade, que já possui outra loja da rede. Nesta filial serão 50 colaboradores, numa mega loja de cerca de 2,5 mil metros quadrados. A rede ainda deve promover shows para os consumidores locais, já que a ideia deve ser a de marcar as aberturas das lojas para o público emergente e, por isso, estão previstos alguns pocket shows de artistas baianos em cada uma das inaugurações.

Também está em construção o novo centro de distribuição (CD) da empresa no Município de Camaçari, em substituição ao que funciona atualmente no bairro de Pirajá, com investimentos previstos de R$ 40 milhões e geração de 400 empregos diretos.

Mesmo com a fusão de Casas Bahia e Globex, do Grupo Pão de Açúcar (GPA), no final do ano passado, a previsão é de que as bandeiras do grupo sejam mantidas, sendo a Casas Bahia destinada às classes C e D, principalmente.

Logo depois do anúncio da transação, o empresário Michael Klein, que estava à frente da rede e agora faz parte do conselho da nova empresa, afirmou que existem cerca de 100 lojas da Casas Bahia e do Ponto Frio que são conflitantes, ou seja, ficam em uma mesma rua ou shopping, havendo a possibilidade, quando estiverem localizadas em imóveis contíguos, de serem unificadas, adotando uma marca ou outra, conforme o público do local. A bandeira do Ponto Frio se posicionará para as classes A, B e C.

O grupo está realizando pesquisas para saber qual marca é mais forte em cada uma das cidades brasileiras. A megaempresa terá faturamento que se estima em mais de R$ 18,5 bilhões e tem 1.015 lojas em todo o País.

Fonte: DCI


MegaMatte encerra 2009 com alta de 50% no faturamento


A MegaMatte encerrou 2009 com faturamento de R$ 34 milhões, 52 pontos de venda e 180 novos postos de trabalho. A rede cresceu 50% em faturamento em relação ao ano anterior e projeta aumentar esse índice para 60% em 2010. A perspectiva para este ano é chegar a 80 unidades, gerando mais 400 empregos diretos.

A perspectiva para este ano é chegar a 80 unidades, gerando mais 400 empregos diretos. A previsão é fechar 20 contratos de franquias MegaMatte só em SP em 2010. “O mercado paulista é um dos focos do nosso crescimento. Três lojas já foram inauguradas em diferentes áreas de São Paulo, estamos captando o retorno de nossos clientes”, explica o diretor de desenvolvimento da empresa, Rogério Gama.

"Nosso objetivo é reforçar valores ligados à sustentabilidade. Já produzimos o matte 100% natural, com erva orgânica, somos a primeira franquia a atuar dentro do conceito internacional de Comércio Justo e, agora, a primeira rede de alimentação com uma loja verde, no Itaim Bibi, em SP."


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Santander Van Gogh com novo projeto de marca e ambientação

Com a marca "Santander Van Gogh", agência cria ambientação específica para clientes preferenciais

A DIA Comunicação, agência de Ponto de Venda, Branding e Embalagens, desenvolveu todo o projeto de branding, identidade visual e ambientação para o segmento de alta renda do Banco Santander. A marca "Santander Van Gogh" contará com ambientação específica em 240 agências.

O projeto de criação da marca, sub-marcas e ambientação das agências teve início em março de 2009. O objetivo era marcar o ingresso da instituição no segmento de alta renda, criando uma identidade para atender um público selecionado, com pouco tempo disponível para gerenciamento de renda, porém consciente da necessidade de uma boa gestão financeira.

"Buscamos criar uma marca que, ao mesmo tempo, gerasse a identificação e admiração dos clientes atuais do Banco Real (Van Gogh), atraísse os clientes preferenciais do Santander e despertasse o interesse de clientes de grande potencial no mercado", explica Gilberto Strunck, sócio-diretor da DIA Comunicação.

Para a ambientação, haverá um espaço reservado especificamente para o cliente preferencial. "Ao criarmos o projeto de ambientação, buscamos priorizar um ambiente convidativo, confortável, leve, clean e contemporâneo. Além disso, procuramos formar um ambiente que incentivasse experiências, promovesse interação e proximidade e, principalmente, que transmitisse a sensação de uma sala de estar", acrescenta.

A DIA Comunicação atende o Grupo Santander Brasil no que se refere à identidade visual e comunicação no PDV desde 2006.

Walmart é a marca mais valiosa do mundo

Oito empresas brasileiras aparecem entre as 500 primeiras do ranking produzido pela Brand Finance

Pelo segundo ano consecutivo, a rede Walmart foi considerada a marca mais valiosa do mundo segundo estudo da Brand Finance, consultoria independente com sede em Londres e escritórios em mais 17 países, incluindo o Brasil. A marca da rede varejista americana foi avaliada em US$ 41, 4 bilhões, um incremento de 1,8% em comparação a 2009.

A segunda colocação do ranking das 500 marcas mais valiosas do mundo ficou com o Google. Avaliada em US$ 36,2 bilhões, a gigante da Internet ganhou três posições em relação a 2009, deixando para trás a Coca-Cola, a IBM e Microsoft, que completam o Top 5 da lista.

O banco Santander, que mais do que dobrou o valor de sua marca e subiu da 41ª posição para a 12ª, e a montadora Mitsubishi, que cresceu impressionantes 493% e saltou da 220ª para a 25ª, foram as empresas com as ascensões mais vigorosas do relatório.

Outro destaque do ranking é o aumento de empresas brasileiras: são 8 em 2010, contra 6 em 2009. O Bradesco é a mais bem posicionado. O banco subiu da 75ª colocação para a 42ª, com sua marca avaliada em 13,2 bilhões.

Também aparecem na lista o Banco Itaú (115º), o Banco do Brasil (117º lugar), a Petrobrás (147º), a Oi (196º), a Vivo (194º), a Gerdau (437 º) e a Vale (486º).

"As condições desfavoráveis das economias de países desenvolvidos afetaram o valor das marcas. No Brasil, a força do mercado e a pouca intensidade da crise fizeram com que as marcas saíssem fortalecidas", analisa Gilson Nunes, diretor da Brand Finance no Brasil. Nunes , no entanto, não acredita que os bancos brasileiros possam sustentar suas posições no ranking do ano que vem.

"São marcas muito regionais, com mais de 90% do negócio delas concentrado no Brasil", justifica.

A Brand Finance produz o relatório das 500 marcas mais valiosas do mundo com base em levantamento financeiro sobre as empresas e impressões de especialistas em avaliar a penetração das marcas.

Fonte: Meio & Mensagem
por Jonas Furtado


Mercado de cartões entra em fase de disputa

Mercado de cartões entra em fase de disputa
O aumento da renda da população e a expectativa de maior utilização de meios eletrônicos de pagamento abrem espaço para que novas empresas passem a explorar o mercado de credenciamento de cartões no País, hoje dominado por Cielo (ex-VisaNet) e Redecard. Além da associação entre Santander e GetNet, anunciada em janeiro, outras companhias estão de olho nesse mercado. É o caso da Tsys, segunda maior credenciadora no mundo, que se instalou no País há dois anos. "Esperamos explorar o mercado de credenciamento ainda neste ano", disse o diretor de expansão da companhia, Antonio Jorge de Castro Bueno.

A Cielo tem exclusividade com a Visa, mas o contrato termina em junho. Já a Redecard não possui exclusividade formal com a Mastercard, mas até o momento é sua única credenciadora. As duas empresas já traçam suas estratégias para enfrentar a nova concorrência. Santander e GetNet já anunciaram que passarão a credenciar Mastercard para a base de clientes pessoa jurídica do banco espanhol no Brasil ainda neste semestre. Futuramente, outras bandeiras poderão ser incorporadas à rede.

O consultor Boanerges Ramos Freire, especialista em serviços financeiros, acredita que outros bancos podem se interessar por esse mercado e repetir o modelo do Santander, que cuida do relacionamento com o cliente, enquanto a parceira se dedica à parte operacional. "Vamos ver uma mudança no mercado com os novos concorrentes. As credenciadoras irão atrair novos estabelecimentos oferecendo taxas mais baixas ou a ampliação dos serviços." Os especialistas na área acreditam também na ampliação das redes regionais de credenciamento. O próprio presidente da Redecard, Roberto Medeiros, reconhece que essas redes já são representativas nas regiões em que atuam. "A Sorocred tem uma fatia de mercado expressiva onde atua. E o Banrisul também", diz. A Sorocred atua principalmente na região de Sorocaba (SP), em mais de 150 mil estabelecimentos. Já o Banrisul possui uma rede própria no Rio Grande do Sul, chamada de BanriCompras.

A rede regional que atualmente tem a maior participação no território brasileiro é a Hipercard. A credenciadora teve origem na rede de supermercados Bompreço, no Nordeste, e agora está presente em cerca de 450 mil estabelecimentos. No entanto, a empresa, que foi comprada pelo Unibanco em 2004, trabalha apenas com a própria bandeira.

Gilberto Dib, da Dib & Associados, destaca a migração para os meios de pagamento eletrônicos e o avanço das redes regionais como ponto de partida para a expansão do número de credenciadores no Brasil. Ele destaca que o potencial de crescimento do mercado permite a entrada de novas empresas sem que as duas líderes percam seus clientes. "O mercado é muito maior do que os 3 milhões de estabelecimentos de Cielo e Redecard", defende. Para Castro Bueno, da Tsys, porém, ainda é muito difícil competir com Cielo e Redecard. "Para chegar onde chegaram foi necessário dez anos de atuação", diz. No entanto, o executivo acredita que há espaço para crescer regionalmente ou em determinados nichos da economia. Atualmente, a Tsys trabalha no Brasil como processadora dos cartões Mastercard emitidos pelo Carrefour. São cerca de 100 mil, mas o centro de dados da empresa está preparado para processar transações de 33 milhões de plásticos. A estrutura robusta tem um objetivo: entrar na área de credenciamento no Brasil.

Fonte: O Estado de S.Paulo


ACSP realiza Encontro Setorial sobre comércio atacadista, varejista e indústria

ACSP realiza Encontro Setorial sobre comércio atacadista, varejista e indústria
A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) promove, na quinta-feira (04/03), em sua sede na Rua Boa Vista, 51, 9º andar (Centro-SP), o primeiro Encontro Setorial de 2010. Com programação inédita em dois períodos, manhã e tarde, o evento reunirá especialistas que discutirão tendências sobre o comércio atacadista, varejista e a indústria.

De acordo com a superintendente de Marketing, Sandra Turchi, após a realização de quatro eventos setoriais no ano de 2009, a instituição continuará investindo nesta dinâmica de compartilhamento de informações com empresários. “Identificamos que as necessidades das empresas que atuam no comércio atacadista, varejista ou prestação de serviços, são diferentes das que atuam na indústria, embora façam parte do mesmo segmento. Por essa razão, o evento terá um novo formato em 2010”, destaca Sandra.

Os Encontros Setoriais da ACSP têm o objetivo de reunir os principais setores da economia para a discussão de temas relevantes que propiciem traçar o cenário de cada grupo e entender suas principais necessidades.

As análises geradas em cada Encontro Setorial serão utilizadas para apoiar as implementações que impulsionem os negócios nas empresas. A ACSP, com esse projeto, pretende apoiar todos os segmentos da economia, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e econômico do Brasil.

Programação:

Comércio atacadista e varejista – período da manhã

Público alvo: Associados e não associados que atuam no segmento de alimentos e bebidas. Empresários ou gerentes de micro, pequenas e médias empresas que atuam no comércio varejista, atacadista ou na prestação de serviços na cidade de SP.

| 08h30 – Credenciamento e Welcome Coffee
| 09h00 – Abertura – Sandra Turchi
| 09h15 – Panorama – Ulisses Gamboa – Instituto de Economia da ACSP
| 09h35 – Palestra: Comportamento do Consumidor de Baixa Renda – Renato Meirelles – Data Popular
| 10h30 – Coffee Break
| 10h45 – Mais Segurança nas Vendas com Cheque – Cecília Rezende – SCPC/PF
| 11h05 – Painel
| 11h20 – Palestra: Sustentabilidade no Varejo – Roberta Cardoso – Coordenadora Técnica do Programa de Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo FGV/EAESP
| 12h00 – Encerramento

Indústrias – período da tarde

Público alvo: Associados e não associados que atuam no segmento de alimentos e bebidas. Empresários ou gerentes de micro, pequenas e médias empresas que atuam na indústria de alimentos e bebidas.

| 14h00 – Credenciamento e Welcome Coffee
| 14h30 – Abertura - Dr. Márcio Aranha
| 14h40 – Panorama – Ulisses Gamboa – Instituto de Economia ACSP
| 15h00 – Palestra: Comportamento do Consumidor de Baixa Renda – Renato Meirelles – Data Popular
| 15h45 – Coffee Break
| 16h00 – Compartilhamento de Informações PJ – Marcos Tibiriçá – Gerente de PJ SCPC
| 16h40 – Tendências Mundiais e os Desafios para a Indústria de Alimentos e Bebidas no Brasil - Marco Aurélio C. Lima – Diretor de Negócios da GFK
| 17h15 – Painel
| 17h30 – Encerramento

Para mais informações, visite o site www.acsp.com.br ou ligue para (11) 3244-3030.


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Varejo comemora alta de vendas no Carnaval

Varejo comemora alta de vendas no Carnaval
Confiante na melhoria da economia, e animado com o feriado de Carnaval, o consumidor brasileiro resolveu gastar mais para fazer a festa neste ano, o que elevou em 60% o movimento nos supermercados e superou as expectativas das varejistas, que viram as vendas de itens como bebidas, carnes e carvão saltar 12% sobre as do mesmo período do ano passado. Antes, a expectativa de vendas para o feriado era de até 40%, segundo a assessoria das três principais redes do setor: Grupo Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart. O Pão de Açúcar declara que superou a meta de crescimento em vendas de produtos sazonais, que antes da folia era próximo a 15% na comparação entre o fim de semana de carnaval e o mesmo período do ano passado. De acordo com a empresa, considerando apenas as lojas do Extra, a alta foi superior a 60% nas operações da rede no período, o que representa 45% mais vendas do que o esperado. Para o Pão de Açúcar, o crescimento inesperado das vendas aconteceu devido às promoções e ao mix variado de produtos que a empresa pôs à disposição dos clientes para a data. Entre os destaques estão as cervejas, que seguem uma trajetória de alta nas vendas em todas as bandeiras de super e hipermercados do Grupo Pão de Açúcar.

No Carrefour, a expectativa pelas vendas nos quatro dias de folia fez a rede antecipar as negociações com a indústria a fim de conseguir melhores preços e itens exclusivos no segmento de bebidas e alimentos. Segundo a varejista, a projeção inicial era vender 25% mais produtos da categoria cervejas, com promoções no estilo "combinado de cerveja e carvão", ou "Leve 4 e Pague 3". A rede estima que no feriado as vendas de itens sazonais cresceram 12% sobre 2009. Outra que teve como a grande vedete deste carnaval a venda de cervejas e carnes foi o Walmart, que estima ter alcançado 40% e 28% de crescimento respectivamente, na venda de produtos para churrasco no fim de semana.

Fonte: DCI

Redes de comida saudável miram expansão

Redes de comida saudável miram expansão
Redes voltadas para uma alimentação mais saudável, como Salad Creations, Mega Matte, Seletti e Yoggi , descobrem novo nicho no mercado e têm planos agressivos de expansão, aproveitando o aumento crescente do gasto com alimentação fora de casa e mudanças de hábito dos consumidores, ganhando ainda mais espaço dentro dos shopping centers. A rede norte-americana Salad Creations, por exemplo, chegou recentemente no Brasil e aposta no mercado, com previsão de chegar a até 25 lojas este ano.

De acordo com Alexandre Botelho, sócio da rede no País, a marca chegou ao Brasil em 2007 e já está acelerando a sua expansão e sendo mais procurada por investidores. Atualmente, conta com 11 unidades em diversas cidades. A previsão é que seu faturamento tenha um crescimento entre 10% e 20% frente ao ano passado.

A Salad Creations foi criada em 2004 na Flórida, nos Estados Unidos, onde possui mais de 74 lojas, e o Brasil foi um dos escolhidos para a internacionalização da rede, que também começa a expandir no Canadá, Inglaterra, Kuait, México, Panamá, entre outros. "No início ninguém nos conhecia, mas hoje temos uma visibilidade muito maior. Desde setembro de 2009 especialmente a procura por parte de franqueados aumentou. Fomos pioneiros nesse segmento e vimos que vários outros surgiram nesse tempo", afirma o executivo.

Por enquanto, o foco da rede é o mercado de shopping centers e ela acredita que é possível abrir cerca de mais 80 lojas em centros de compras brasileiros. O público atingido é principalmente das classes A e B e seu tíquete médio atual é de em média R$ 20,00. Além do crescimento no número de lojas, outras adaptações estão sendo feitas no Brasil, como o aumento do mix de produtos e um novo formato de quiosques. As lojas também não importam mais produtos desde 2009, utilizando fornecedores locais.

Segundo Botelho ainda estão previstas campanhas de marketing mais agressivas para o meio do ano, com a intenção de combater a sazonalidade do mercado. "As pessoas não comem comida saudável sempre e vamos estimular isso, mostrando que nossas saladas são completas e sustentam", explica.

Outra rede de franquias do segmento que tem se destacado é a carioca Mega Matte, que só em 2009 cresceu 50% em faturamento em relação ao ano anterior, fechando com receita de R$ 34 milhões e 52 pontos-de-venda. Para este ano, segundo Rogério Gama, diretor de desenvolvimento da marca, a intenção é crescer novamente de 47% a 50% no faturamento e chegar a 80 lojas, com 100 contratos assinados com franqueados.

De acordo com Gama, a rede está mais conhecida e ampliando o número de interessados, hoje, as unidades estão principalmente concentradas no Rio de Janeiro e um dos focos será o mercado paulista, com 24 lojas a serem inauguradas. Também estão sendo criados novos formatos de lojas, mais baratos e que devem facilitar a expansão para outros locais, como um modelo mais compacto e o de quiosques.

A rede, que não vende refrigerantes e cigarros, por exemplo, procura ainda ter um posicionamento ligado à questões de sustentabilidade. "Na verdade quando um consumidor consome o nosso mate ele está escolhendo uma marca também, o que nos diferencia. A opção por esse segmento foi muito mais da própria natureza e convicção dos fundadores da rede. Investimos também na nossa primeira loja sustentável e realizamos ações sociais", explica o diretor.

Modelo

A Seletti - Rede de Culinária Saudável, criada em 2007, também vislumbra crescimento e começa a trabalhar com o modelo franquias no segundo trimestre desse ano. Hoje, conta com sete lojas próprias em São Paulo, mas acredita que tem espaço para alcançar a 150 lojas em até 10 anos, com um terço de lojas próprias e dois terços de franquias. Para este ano, a meta é finalizar o ano com 20 lojas, entre próprias e franqueadas.

Em 2009, a marca teve um crescimento de 35% nas mesmas lojas, desempenho que quer repetir este ano. "A alimentação saudável é um tsunami de tendência, é um negócio enorme que está chegando e um mercado ainda pouco explorado no Brasil", afirma Luis Felipe Campos, proprietário da Seletti. O empresário ainda lembra que a alimentação fora de casa está conquistando novos consumidores, sendo que a expectativa é de que em cerca de três anos mais 5 milhões de consumidores das classes C e D passem a gastar com no setor.

Para Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store, que comercializa franquias, a alimentação saudável trata-se de um segmento que veio para ficar e em franca expansão: "Não é mais moda, estamos alterando nossos hábitos de consumo. Mesmo grandes redes de fast-food e outras marcas estão oferecendo saladas e opções como grelhados, grãos, etc.", diz. A especialista afirma que também está atendendo novos clientes na área e novas redes ainda devem surgir.

Na área de sobremesas e sorvetes, a procura por opções menos calóricas também cresce e começam a se espalhar redes de frozzen yogurt (sorvete de iogurte, sem gordura). A rede de franquias carioca Yoggi é uma delas, que está se estruturando e agora quer expandir para outros mercados como o de São Paulo. A marca já tem mais de 10 unidades e deve chegar a 50 lojas este ano.

Segundo Bruno Grossman, um dos sócios-diretores da Yoggi, a procura de franqueados está muito grande e chegam a receber 100 pedidos e consultas de interessados por semana. "Sempre tivemos ao objetivo de ser uma grande rede e sinônimo de frozzen yogurt no Brasil. Há uma bolha de lojas de frozzen yogurt no mercado, no Rio, por exemplo, há uma em cada quarteirão, mas estamos estruturados, focamos a padronização, supervisão das lojas e estamos crescendo mais rápido com franquias", diz.

A marca ainda tem uma parceria com a rede Koni Store, do Grupo Umbria (que detém ainda a Spoleto e Domino's Pizza) para abrir algumas unidades dentro de restaurantes da Koni Store, no modelo store in store.

Redes voltadas para alimentação mais saudável como a americana Salad Creations e as brasileiras Mega Matte, Seletti e Yoggi têm planos mais agressivos de expansão este ano.

Fonte: DCI
por: Danielle Fonseca


"Fortaleza Liquida" busca elevar vendas em 25%

"Fortaleza Liquida" busca elevar vendas em 25%
Maior abrangência: além das tradicionais lojas do Centro, a promoção envolverá setores como supermercados

Com a expectativa de incrementar o faturamento do comércio da Capital em 25% em relação a igual período do ano passado, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Fortaleza realiza, entre os dias 4 e 14 de março, o Fortaleza Liquida - uma promoção, que consistirá em oferecer descontos nos preços dos produtos de diversos segmentos varejistas da cidade, com intuito de combater o arrefecimento natural nas vendas no pós-Carnaval.

Nova concepção


O evento já é realizado com sucesso em outros estados e, pela primeira vez, chega ao Ceará. "O Fortaleza Liquida tem uma concepção muito diferente do Liquida Centro, que era mais restrito. Há mais profissionalismo, além da participação da rede hoteleira, shopping centers e lojas de rua. O comércio fortalezense já estava merecendo isso", aposta Freitas Cordeiro, presidente da CDL.

A novidade do evento - em relação aos demais realizados no País - é que os supermercados (através da Super Rede) também irão aderir ao projeto, colocando uma série de itens com preços especiais. "Mais de 2 mil pontos de venda já se cadastraram e a previsão é de que esse número pule para 3 mil lojistas", comemora Freitas, que ressalta a participação do governo estadual em ampliar esse número, através do parcelamento em até três vezes do ICMS a ser apurado na campanha.

Quanto ao percentual máximo de descontos oferecidos, Freitas Cordeiro disse ser difícil mensurar, por conta da variedade de segmentos e produtos. "Vai depender de cada artigo. A gente orienta que o benefício seja concedido de forma que o consumidor o perceba. Com transparência e ética poderemos firmar o Fortaleza Liquida no calendário oficial de eventos da cidade", assinala.

Segundo o CDL, com o apoio do Sebrae, três mil funcionários do comércio estão sendo treinados e capacitados para o trabalho específico no período de liquidação.

"É uma ação que beneficia a todos: consumidor, comerciante, empregado e governo do Estado", resume Freitas.

Sorteios

Para estimular ainda mais os consumidores a comprarem durante os 11 dias de promoção, serão sorteados dois carros, 10 motos e 10 notebooks. O cupom será fornecido ao cliente após R$ 25 em compras. O sorteio será realizado no fechamento do Fortaleza Liquida, com show do cantor e compositor Fábio Júnior, no Siará Hall. O artista também será o garoto propaganda do evento. "Esperamos entre 10 e 12 mil pessoas no show de encerramento", projeta Freitas. Para ir ao show, o consumidor terá de reunir cinco cupons e pagar mais R$ 25.

De acordo com a CDL, todos os pontos de vendas autorizados estarão identificados com cartazes, bandeirolas e faixas.

Fonte: Diario do Nordeste


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Remédio agora só atrás do balcão das farmácias

Remédio agora só atrás do balcão das farmácias
A partir de hoje, farmácias de todo País estão proibidas de expor medicamentos sem prescrição médica em prateleiras ao alcance do público. Essa é uma das determinações da RDC 44 (Resolução da Diretoria Colegiada número 44), da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), publicada em agosto.

Com a vigência da nova regulamentação para o setor, o consumidor terá de recorrer ao farmacêutico para conseguir qualquer tipo de medicamento. Quem aproveitava a ida à farmácia para comprar doces, bebidas ou pilhas, por exemplo, agora terá que procurar outro estabelecimento, pois estes comércios estão proibidos de vender itens de conveniência.

Enquanto as pequenas lojas se mobilizaram para se adequar à regulamentação, as grandes redes confiaram em liminar (decisão provisória da Justiça) pedida pela Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias) em outubro, para que as normas não fossem aplicadas às integrantes da entidade.

"Isso é algo incoerente. Não é possível que só os pequenos estejam obrigados a se adequar", reclamou o presidente do Sincofarma-ABC (Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do ABC), Clóvis Pimentel.

ILEGALIDADE - Por sua vez, o presidente executivo da Abrafarma, Sergio Mena Barreto, garantiu que todas as farmácias estão desobrigadas a cumprir a resolução.

Para ele, além da RDC 44 ser ilegal, seu cumprimento deve causar prejuízos a comerciantes e clientes. "Os consumidores não irão ter mais à disposição uma série de produtos e serviços. E os empresários serão obrigados a aumentar os preços dos itens que restarem."

A Anvisa, porém, contesta esta alegação. Para a agência federal, ainda que algumas farmácias tenham o direito, por liminar, a vender itens de conveniência e dispor medicamentos nas gôndolas, todas as farmácias estão obrigadas a cumprir o restante da nova regulamentação.
A loja que desobedecer a RDC 44 está sujeita a multas entre R$2.000 e R$ 1,5 milhão, além da possibilidade de ter mercadorias apreendidas e destruídas. Existe ainda a chance de interdição e até cancelamento do alvará destas farmácias.

Para consumidor, determinação atrasa atendimento

Para consumidores da região, a vigência da RDC 44 (Resolução da Diretoria Colegiada número 44), da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) poderá prejudicar o atendimento das farmácias. "Agora vai ficar muito pior, porque será mais difícil escolher o medicamento. Para comprar qualquer coisa, serei obrigada a pegar fila", lamentou-se a prensista Solange Cruaia, 45 anos.

A mesma reclamação tem o vendedor Paulo Bellotti, 44. "É mais fácil e prático chegar à farmácia, pegar o remédio na prateleira e ir para o caixa. Agora vão aumentar as filas, porque para tudo vai precisar do atendente."

Já o aposentado Miguel Caron, 59, acredita que a resolução não vai evitar a automedicação.EE
Farmácias pequenas já seguem a lei

Cosméticos no lugar de medicamentos. Essa foi a situação encontrada pelo Diário em pequenas farmácias visitadas ontem no Grande ABC. Terminou hoje o prazo de seis meses para que as lojas se adaptassem à RDC 44 (Resolução da Diretoria Colegiada número 44) da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Responsável por uma farmácia no Centro de São Caetano, Maria Conceição, 35 anos, tentava na tarde de ontem adequar o estabelecimento à resolução da Anvisa. "Vou ter de abrir espaço nas prateleiras, mas ainda não sei exatamente como eu vou fazer", comentou, enquanto ela e outros funcionários mudavam a localização dos medicamentos.

O comerciante Alcides Diniz, 44, contou que sua farmácia na Vila Apiaí, em Santo André, está dentro das normas da RDC 44 há três meses, desde a mudança para um novo salão comercial. "Aproveitei a transferência para deixar tudo dentro da lei", disse. Nas prateleiras próximas ao consumidor há apenas cosméticos e produtos de higiene pessoal.

Solução semelhante para encher as gôndolas foi tomada há um mês pelo comerciante Deives Scotti, 56, segundo contou o dono de farmácia. Lá, os comprimidos e remédios deram lugar a pastas de dente e desodorantes nas prateleiras.

OPINIÕES - A resolução divide opiniões. Para Scotti, as novas regras ajudam a combater a automedicação. "Acredito que o cliente que é consciente também gostou. Tem muita gente que, por não ter informação, e acaba fazendo misturas perigosas de medicamentos. Agora esses clientes terão que pedir auxílio para o farmacêutico."

O presidente do Sincofarma-ABC (Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do ABC), Clóvis Pimentel. opinou que a resolução é positiva. "Acho tão boa que a minha farmácia já está com tudo adaptado faz tempo", destacou.

Já Diniz afirmou que está ouvindo várias reclamações. "Eu acho essa lei uma grande bobagem. Tenho vários clientes, principalmente os de mais idosos, que reclamam que já não conseguem pedir o remédio que costumavam usar. Eles identificavam o medicamento pela embalagem", disse.

Automedicação pode mascarar sintomas de doenças

Segundo a professora de toxicologia da Faculdade de Medicina do ABC, Irene Videira de Lima, a automedicação pode levar a problemas graves de saúde.

"Se usado em grandes quantidades, o Paracetamol pode causar problemas no fígado. Já a Dipirona causa queda de pressão e alterações na constituição sanguínea. Um antibiótico usado sem necessidade faz com que as bactérias fiquem resistentes ao tratamento", explicou.

Outro perigo, segundo Irene, é o de o medicamento que não foi receitado esconder sintomas de doenças. "Quando a pessoa toma um remédio para amenizar uma dor de estômago, ela pode estar escondendo uma úlcera", destacou a especialista.

Para a professora, regras como a RDC 44 podem ajudar a diminuir o número de pessoas que fazem tratamentos médicos por conta própria. "As pessoas vão continuar tentando se automedicar, mas acredito que essa é uma determinação válida e bem efetiva", afirmou.

Fonte: Diário do Grande ABC
por: Evandro Enoshita

Varejo de shopping cresce 2,5% em janeiro

Varejo de shopping cresce 2,5% em janeiro
A atividade comercial em shopping centers cresceu 2,5% no mês de janeiro de 2010, na comparação com o mesmo período do ano passado, o que indica um bom movimento do varejo que atua em centros de compras.

Com esta variação, o MercadoFlux, indicador da atividade comercial em shoppings, registra o índice de 115,7 no primeiro mês de 2010. Segundo a empresa, o resultado aponta que o valor mantém o patamar de indicadores contabilizados no ano passado, porém o percentual de crescimento é inferior ao observado em anos anteriores.

Outro termômetro importante é que os shoppings de grande e médio porte apresentaram alta de 3% e 2%, enquanto os de pequeno porte tiveram queda de 3%. Em comparação a dezembro de 2009, houve retração na atividade comercial em shopping durante o primeiro mês de 2010. "Esse movimento é esperado, pois dezembro é, historicamente, um mês de grande aquecimento do mercado de shoppings devido ao Natal", explica o diretor de Geonegócios do Ibope Inteligência, Antônio Carlos Ruótolo, por meio de comunicado.

Segundo ele, entre as três capitais pesquisadas, São Paulo teve menor índice de crescimento em relação a igual período do ano anterior (0,6%), resultado das fortes chuvas que atingiram a cidade. Rio de Janeiro e Belo Horizonte apresentaram alta de 4,2% e 3,5%, respectivamente, conforme a apuração da entidade.

Fonte: DCI
por: Camila Abud

Rizzo comemora crescimento do franchising

Rizzo comemora crescimento do franchising
No ano passado foram abertas 14.365 franquias no País, com geração de 144 mil empregos

Com faturamento que já representa 8,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, o mercado de franquias teve grande desempenho no ano passado. Foram 14.365 negócios do gênero abertos em 2009, responsáveis por gerar, somente nessas novas lojas, 144 mil empregos, segundo levantamento realizado pela Rizzo Franchise. Há, também, ampla expectativa para 2010, levando em conta que muitas unidades negociadas ano passado devem ser inauguradas até a metade deste ano, além do que ainda deve surgir.

A atuação do setor no mercado nacional fez com que o Brasil esteja, hoje, posicionado como o terceiro país em número de franquias, com 149 mil unidades franqueadas. Juntas, elas somaram a arrecadação de R$ 240 bilhões em 2009. "O franchising no Brasil tem apresentado taxas constantes de crescimento e mesmo com a crise de 2009 superou todas as expectativas", avalia Marcus Rizzo, autor da pesquisa. Ele revela que conforme ranking da International Franchise Assocation (IFA), o Brasil é considerado o país mais promissor para a abertura de franquias, o que pode ser explicado pelo fato de o País ser grande e haver necessidades regionais para o consumo, o que é facilitado com a modalidade.

Para o pesquisador, as lojas franqueadas oferecem segurança ao empresário, pois a estrutura e o treinamento são obtidos de um empreendimento com desempenho bem-sucedido. De acordo com ele, de cada R$ 1,00 gasto no comércio, R$ 0,24 passam pelos caixas de franquias. "Quase todos os tipos de negócio são ofertados como franquia, e elas ocupam 45% da área bruta dos shoppings e respondem por quase 65% do faturamento desta indústria no País", destaca.

Exemplo de expansão no mercado de franquias, o Grupo Ornatus, detentor das lojas de bijuterias Morana, Baloné e do restaurante Jin Jin Wok, comemora o sucesso atingido no ano que passou. A Morana, maior rede do segmento no País, surgiu na década de 1970 com apenas três lojas, e consolidou em 2009 o plano de estar presente em todos os estados brasileiros, com a inauguração das unidades no Acre e Roraima. No Rio Grande de Sul, a rede Morana conta com oito lojas, dividas entre a Região Metropolitana e Serra. Em Caxias do Sul, há também uma unidade da Baloné em um shopping da cidade.

O diretor de marketing e expansão da rede, Eduardo Morita, explica que o conhecimento das técnicas de varejo, foco principal da empresa, direcionou o grupo a se expandir por meio de franquias, indo no caminho contrário de muitas outras organizações de sucesso. "Se analisarmos o sistema econômico como um todo, um grande número de empresas trabalham a produção e consequentemente a distribuição, mas nós fizemos a expertise ao contrário, nos focamos no ponto de venda e no consumidor final", diz Morita.

A fabricação dos produtos da Ornatus é terceirizada e o planos de crescimento, sempre relacionados à abertura de mais franquias, já rendeu até mesmo convites de grandes fabricantes para auxiliar na conquista do varejo. Para esse ano, o grupo almeja um crescimento de 50%, traduzidos na abertura de novas 100 unidades de todas as marcas. Hoje, são 200 lojas das três redes, que empregam cerca de 1,5 mil pessoas.

Fonte: Jornal do Comercio
por: Mayara Bacelar

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Guia de sustentabilidade para farmácias

A Johnson & Johnson lança, em março, o primeiro volume de um guia prático que auxiliará as farmácias a se tornarem estabelecimentos mais sustentáveis. A elaboração do guia faz parte do projeto Farmácia Sustentável desenvolvido pela Johnson & Johnson Brasil, em parceria com a distribuidora Santa Cruz. Qualquer farmácia independente atendida pela distribuidora poderá adquirir seu guia de sustentabilidade.

Ao todo, 32 mil farmácias independentes receberão mensalmente um fascículo durante dez meses. O guia completo trará importantes informações como o descarte do lixo farmacêutico e dos medicamentos vencidos, como economizar energia e água, sacolas plásticas e reciclagem, entre outros assuntos.

Como não poderia deixar de ser, o guia é todo produzido em papel e papelão reciclados e não terá qualquer custo para o dono da farmácia. O programa, pioneiro no Brasil, conta com o apoio de Tylenol®, Benalet®, Resprin®, Nicorette® e Mylanta®.

Fonte: Revista Novarejo


Coop prevê alta de até 16% com a Páscoa

Coop prevê alta de até 16% com a Páscoa
As redes de supermercados já estão se preparando com encomendas de produtos para a Páscoa e esperam grandes altas nas vendas, é o caso da Cooperativa de Consumo (Coop), que prevê crescimento entre 10 e 16% no fornecimento de produtos relacionados à Páscoa em comparação ao mesmo período de 2009.

Segundo Valdomiro Sanches Bardini, gerente-geral de Operações da Coop, serão feitas 85 toneladas de ovos de chocolate e ainda há o investimento em marcas próprias, já que somente de marca Coop Plus, fabricados pela Cacau Show, estão previstas 85 mil unidades. Conforme a empresa, é esperada grande saída, já que os produtos de marca própria têm preços mais acessíveis que os similares de mesma categoria.

Ou produto próprio é o bolo pascal da fabricação da Delícias da Coop: este ano, deverão ser produzidas 22 toneladas, correspondendo a um crescimento de 20% no volume. Já as encomendas de bacalhau chegarão a 50 toneladas, volume 16% maior que o do ano passado, e mais 50 toneladas de pescados congelados virão.

Ainda foi feira uma parceria com a Rede Brasil de Supermercados (RBSM), para trazer mais opções de produtos importados, como azeite, massas de trigo grano duro, tomates e vinhos.

Hoje, a Coop conta com 30 unidades de distribuição no ABC Paulista e no interior de São Paulo, e fechou 2009 com um crescimento nominal de 13%, no conceito todas-as-lojas e faturamento bruto de R$ 1,362 bilhão. Para 2010, a previsão é crescer 17,2% e fechar o ano com fornecimento de R$ 1,603 bilhão.

Fonte: DCI
por: Camila Abud

Curso de Gestão da Rentabilidade

Curso de Gestão da Rentabilidade
O Brasil demanda profissionais comerciais capacitados, que vão além do “tomar pedidos”. As empresas buscam por consultores de negócios que saibam oferecer ao cliente atendimento de qualidade unido à uma boa negociação.

Como Gestão da Rentabilidade pode auxiliar no bom resultado para Vendas e Trade Marketing? Como fazer o melhor negócio e trazer o melhor resultado? Como usar margem de contribuição de forma a ldesenvolver a melhor proposta: Volume, Preço, Mix e Promoção?Aliás, o que é isto?

Para você que quer acelerar sua carreira e aprender os conceitos de rentabilidade em vendas, o INVENT® - Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing apresenta o Curso de Gestão da Rentabilidade. Ministrado por Luis Antônio Bertolo e Adriano Amui, o programa apresenta casos reais para aplicação prática e aborda conceitos de Finanças vitais para o processo de vendas e negociação como: mark up, margem de contribuição, juros simples e composto, entre outros.Conhecimento crítico para o sucesso do profissional de Vendas e Trade Marketing.

INFORMAÇÕES:
Data: 23 de fevereiro de 2010
Carga horária: 8 horas/aula (das 09h00 às 18h00)
Local: São Paulo Center (em frente ao Jockey Clube) / Av. Lineu de Paula Machado, 1.088 / 1.100 - Cidade Jardim - São Paulo, SP
Inclui: Networking-break • estacionamento • almoço • material de apoio • certificado • Passaporte INVENT®

Programa completo ou mais informações:
Site: www.inventrade.com.br
E-mail: atendimento@inventrade.com.br
Tel: 11 3721-3787

GS&MD – Gouvêa de Souza inaugura sua loja virtual com material completo sobre a NRF

Reflexos & Reflexões discute com riqueza de detalhes as principais inovações e tendências do varejo mundial

Os novos horizontes do Varejo Global, amplamente discutidos durante a maior convenção anual sobre o tema, a National Retail Federation (NRF), agora podem ser conferidos na publicação “Reflexos & Reflexões”, elaborada pela GS&MD – Gouvêa de Souza.

O material, de autoria dos executivos da consultoria que estiveram presentes na NRF, em Nova York, está repleto de análises e avaliações sobre o cenário atual do mercado americano, além de discutir as principais inovações do setor varejista que irão influenciar o comportamento dos consumidores em nível global nos próximos anos, sem esquecer de comparar com a realidade brasileira.

Disponível na loja virtual da GS&MD – Gouvêa de Souza, “Reflexos & Reflexões” traz artigos, textos e conteúdos imperdíveis aos profissionais que atuam ou que desejam atuar no segmento varejista. Acesse: http://lojagsmd.gsmd.com.br/publicacoes/reflexos-and-reflexoes-2010.html

Aliás, na recém-inaugurada loja virtual da GS&MD – Gouvêa de Souza, são comercializados outros produtos da consultoria, como todas as publicações, tanto impressas como digitais, como eventos nacionais. Confira: http://lojagsmd.gsmd.com.br.


“O Brasil é a bola da vez no varejo mundial”, argumentam especialistas na Associação Comercial de São Paulo

“O Brasil é a bola da vez no varejo mundial”, argumentam especialistas na Associação Comercial de São Paulo
Comissão que compareceu à NRF 2010, em Nova York , comenta sobre as tendências varejistas para o ano e as chances brasileiras de se destacar no cenário

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) reuniu, na terça-feira (09/02), especialistas em varejo e empresários do setor para repercutir as novidades apresentadas no maior evento de varejo do mundo, a NRF 2010 – também conhecida como Retail’s Big Show.

O vice-presidente da ACSP e organizador da comissão, Nelson Kheirallah, ressaltou a importância de adaptar os conteúdos apresentados no congresso para a realidade brasileira. “Felizmente, no contexto varejista, estamos em posição bem mais favorável que os americanos, saturados no mercado varejista e ainda administrando os reflexos da crise econômico-financeira”, menciona o executivo.

“O Brasil é saudado como a grande oportunidade para o varejo. É considerada a economia emergente mais importante do momento”, apontou o coordenador do Núcleo de Estudos de Varejo da ESPM, Ricardo Pastore. “O cenário norte-americano está estagnado. Lá existem mais de 100 mil shopping centers, com previsão zero de abertura de novos estabelecimentos. No Brasil, embora o número seja bem menor – 400 shoppings – somente em 2010 prevê-se abrir 40 empreendimentos, o que significa um aumento de 10% em somente um ano”, destacou.
A questão da sustentabilidade deixou de ser vista como preocupação politicamente correta para tornar-se rentável, bem como o uso de estratégias de comunicação 2.0 – ou seja, as redes sociais. Entre os especialistas, foi unânime a premissa de que essas plataformas não devem ser meros meios de propaganda, mas também meios multilaterais de relacionamento, o que agrega muito à marca.

Abordando a questão do atendimento estratégico, o sócio da empresa Ponto de Referência, Edmour Saiani, ressaltou a importância de enxergar o relacionamento com o cliente como ponto crucial para os negócios. “Dentre os motivos que impulsionam o consumidor a abandonar uma marca e migrar para outra, 30% estão relacionados a produtos e 70% a atendimento”, alertou o especialista.

Na sequência, Dr. Francisco Alvarez, professor da USP e ESPM, enfatizou o problema do excesso de produtos para satisfazer aos desejos do cliente. “Na tentativa de aumentar o mix de mercadorias, há uma saturação de produtos que mais confunde o consumidor do que o satisfaz”. Valendo-se da premissa “retail is detail” (varejo é detalhe), Dr. Alvarez mencionou outro problema dos excessos de mercadoria: “na tentativa de impressionar o cliente com sua gama extensa de produtos, o varejista acaba escondendo outras mercadorias. É sumamente importante lembrar-se da seguinte regra: se o produto não está visível, ele não está à venda”, ponderou o especialista.

Fechando o evento, o sócio-diretor da GrowBiz, Dagoberto Hajjar, abordou os aspectos tecnológicos que prometem revolucionar as práticas varejistas. Na sua apresentação, a tônica manteve-se em torno das condutas não-invasivas de obter informações estratégicas sobre o cliente e, ao mesmo tempo, encantá-lo ao invés de importuná-lo. “Na tentativa de obter os gostos e desejos dos clientes, muitos varejistas tornam-se hostis, fazendo da sua relação com o consumidor um verdadeiro ‘Big Brother’, assustando-o ao invés de criar relacionamentos”.

Quanto às tecnologias incorporadas no dia a dia das empresas, o especialista foi categórico em afirmar que “só valorizamos a tecnologia quando ela efetua alguma tarefa que não conseguimos realizar manualmente”. De acordo com o executivo, “quando a tecnologia apenas burocratiza processos, ela é inútil”, finalizou.


Carnes Wessel no Spoleto

A combinação de massas com carnes ficará ainda mais perfeita na gastronomia nacional. A excelência das carnes Wessel já está presente na maior rede de culinária italiana do país. O Spoleto fechou parceria com a Wessel e passará a oferecer a matéria-prima nos produtos Polpettone, Ravióli de picanha e no molho bolonhesa. O Polpettone, um dos pratos mais pedidos pelos clientes, ganhou nova receita. O resultado, segundo o chef da rede Gianni Carboni, é um sabor mais “caseiro”.

“Em nossa incessante busca pela melhoria da qualidade dos produtos e serviços aperfeiçoamos e incrementamos o polpettone, agregando ao produto a marca mais conceituada do mercado de carnes nobres nacionais. A mudança resultou num sabor mais “caseiro”, graças à utilização também de ervas frescas e temperos rebuscados, além de um toque de queijo parmesão”, revelou o chef italiano. O novo Polpettone já pode ser degustado nos 249 restaurantes Spoleto espalhados pelo Brasil.

Sobre o Spoleto: a rede fundada há dez anos no Rio de Janeiro, é controlada pela holding de food service Umbria, detentora também das marcas Domino’s Pizza e Koni Store. Hoje o Spoleto conta com 272 restaurantes - 249 no Brasil e 23 no exterior (21 no México e dois na Espanha). A projeção é assinar 36 novas unidades ao longo do ano de 2010.

Sobre a Wessel: à frente da empresa com 51 anos de tradição estão István e Daniel Wessel, membros de uma família que há cinco gerações dedica-se à indústria e ao comércio de carnes. Os Wessel revolucionaram o conceito de carnes no país introduzindo o processo de maturação e trazendo novos cortes para o consumidor como a Picanha, o Carpaccio e o Steak Tartare, entre tantas outras inovações no uso adequado das carnes.


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Dúvidas de leitores: Lealdade x fidelidade - parte 2

Dúvidas de leitores: Lealdade x fidelidade - parte 2
Enviada por Leticia Pohlmann

Olá Caio!

Lendo o teu blog, hoje pela manhã, percebi que essa história de fidelidade e de lealdade é coisa de LETICIA´S (Nota do Caio: se referindo a pergunta enviada sobre lealdade x fidelidade). hehehe
Também me chamo Letícia, Letícia Pohlmann - Santa Maria/RS (Gaúcha), publicitária, pós-graduanda de MKT pela FGV e atualmente coordenadora de Marketing do Monet Plaza Shopping.

Discuti muito em sala de aula sobre essa história de Fidelidade e Lealdade, pois eu precisava ouvir o que as pessoas achavam sobre o assunto. Adoro essa história. Cheguei até em pensar em escrever meu TCC sobre isso, como fez a outra Letícia, mas acabei optando por outro assunto. No meu ponto de vista, não existe consumidor Leal, para mim lealdade significa não experimentar, não inovar, não trocar certa marca por nada. E como a cada dia, novos produtos são lançados e você tem um grande leque de opções/ substituições, fica muito difícil não experimentar. No momento que existe uma troca (que pode ser só por um determinado instante) você não é mais leal. Se fosse leal a Coca Cola, não tomaria outro refrigerante na falta dela. Se você fosse leal a sua marca de milho, não compraria a latinha mais barata que estava ao lado. Na falta da marca, você não a substituiria... Acredito que os consumidores são fiéis, pois eles trocam por algum motivo a "marca", como no exemplo que você deu. Fidelidade existe, mas é só aparecer algo melhor na prateleira ou naquele determinado momento que você troca e depois volta e depois troca...
Como dizia uma professora: - " Se nem nos casamentos existe lealdade, porque as pessoas mudam suas escolhas ou experimentam coisas novas, você ainda acha que é impossível existir um consumidor LEAL"?

Minha conclusão: "Serás leal até aparecer uma novidade, mas essa te tornarás fiel ".
Se der, envia a minha opinião para a outra Letícia !

Obrigada.
Leticia Pohlmann



Olá Letícia.

Primeiramente fico grato pelo envio de seu comentário e mais do que isso, acredito que ele foi tão interessante que resolvi dividir aqui com os leitores (espero que a Letícia leia por aqui também..rs).

Exatamente como eu falei no post ao qual você se refere (para ver o post o qual estamos falando, clique aqui), hoje o conceito de fidelidade está sendo visto de uma maneira um pouco menos engessada. Realmente, quando falamos de fidelidade temos a imagem de um casamento, uma situação na qual, uma aventura, uma experimentação é vista como infidelidade e portanto, deixa de ser interessante para uma das partes.

Tal como você se refere no caso do refrigerante, eu até posso experimentar um outro refrigerante no caso de faltar o meu refrigerante preferido ou de haver apenas a marca concorrente. Entretanto, se realmente gosto daquilo que o produto ou a marca me oferece, no momento oportuno, ou dentro das possibilidades, sempre vou migrar para aquilo que eu prefiro. Isso tem dois efeitos: No caso de uma experimentação se tornar mais interessante do que a situação de sua preferência, com certeza, essa se torna um risco para a marca ou produto. Entretanto, no caso de uma experimentação de terrível resultado, a migração para a marca ou produto é ainda mais forte, assim como o efeito de valorização da marca. Normalmente quem não troca um produto ou marca, ou nunca tomou conhecimento de outro, ou já se arrependeu muito em outras experiências.

A experiência de consumo é mais importante as vezes que o conceito de preço ou oportunidade. Nas classes C,D e E, o consumo de marcas premium sempre foi forte, mesmo sendo mais caras, em virtude do resultado que essas prometem e muitas vezes cumprem.

Acredito que talvez a maior transformação que temos na consciência das empresas no conceito de fidelidade, é que não é possível buscar a fidelidade ou a lealdade de consumidores prometendo atributos ou situações as quais não se pode cumprir. O consumidor está atento e vem buscando novas experiências principalmente em função às falsas promessas. Quem aqui acha que um Big Mac ainda é big ?

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.com.br

Dúvidas de leitores: Varejo familiar

Dúvidas de leitores: Varejo familiar
Pergunta enviada por Verginio Boni, de Londrina (PR)

Boa tarde Caio

Meu nome é Verginio Boni e atualmente moro em Londrina-PR. Sou formado em Administração, trabalhei em supermercado, tanto como encarregado de loja quanto no departamento de marketing.
Este meu gosto por mercado me faz interessar ainda mais por qualquer tipo de assunto desta área.
Minha família tem um supermercado de 790m². Como já é de praxe, tal qual sempre estudamos nas faculdades, somos de uma dessas muitas empresas brasileiras de administração familiar, as quais sempre fica cabendo ao patriarca tomar as rédeas do negócio.

Fiz uma viagem a minha cidade para ver a situação do nosso mercado, até porque estou voltando para lá justamente para melhorar e desenvolver ainda mais a nossa loja.
Dentro da minha experiência, e pelo que vi por lá, encontrei dificuldade em reestruturar a loja, tanto no layout como na ambientação.
Há muitas gôndolas com prateleiras vazias, onde poderíamos aproveitar mais esses espaços entre elas, o que dá a impressão de uma loja ultrapassada para os dias modernos.

Li suas matérias sobre verticalização e padronização de layout, achei muito interessante até porque onde trabalhei os produtos eram postos como sua matéria informava.
A minha dúvida maior é: como posso melhorar o posicionamento de determinados setores do meu mercado, ou seja, reposicionar numa sequência lógica os meus setores ?

Gostaria que você pudesse me ajudar de alguma forma e se possível me indicasse alguma literatura a respeito.

Obrigado,
Verginio Boni


Olá Verginio.

Realmente, o que você fala sobre a questão das empresas de administração é verdade.
Inclusive já chegamos a falar mais sobre esse assunto neste post (clique aqui). A parte boa de sua história é a oportunidade que você está tendo de poder mudar o que acredita estar errado. Verdadeiramente ter a oportunidade de arriscar.

Queria antes de mais nada, falar para você, assim como para os outros leitores deste blog, que varejo e principalmente o sucesso de algumas ações no varejo depende exclusivamente disto: tentar, arriscar, experimentar. Tente e se não der certo, ou não atingir o resultado esperado, então faça novamente até acertar o ponto.

Muitas ações inusitadas de sucesso começam a partir de idéias que no começo não parecem ter senso nenhum.

Voltando a sua questão...

Assim como já falei em diversas outras oportunidades, não há nenhuma "receita de bolo" infalível. Cada caso, cada loja, mesmo quando pertencentes a um mesmo grupo, devem ter análises específicas. A simples variação proporcional entre lojas que deveriam ser iguais em conceito cria layouts totalmente diferentes.

No seu caso, por se tratar um primeiro passo, recomendo que você conheça nossa seção "Falando de Varejo" aqui no blog. Lá você vai encontrar o que eu chamo de layout ideal, e que pode ser aplicado na maioria das lojas, independente do segmento ou dimensões. Basicamente, você deve categorizar produtos de impulso, cognição ou destino e distribuí-los colocando produtos de impulso na frente da loja, produtos de cognição ao centro e produtos de destino ao fundo, de modo a fazer com que seu consumidor percorra e conheça toda sua loja.

Quanto à questão das gôndolas vazias, você tem duas opções. Uma das opções é realmente a de buscar aplicar algumas dicas aqui no blog, como a de verticalização ou a de produtos em primeiro plano. Essas soluções podem funcionar pelo menos de maneira sintomática. Trata a dor, mas não cura a doença.

Se o poder de compra está fraco, se as negociações não estão gerando bons resultados e uma boa exposição de mercadorias, você pode estudar a remoção de algumas gôndolas, aumentando o espaço entre corredores, e consequentemente deixando as gôndolas com aparência um pouco mais completa. Para preencher corredores, tente criar mesas de ofertas (como uma mesa grande com queijos e vinho, ou produtos de confeitaria). Elas criam um bom impacto e ao mesmo tempo, solucionam o problema de corredores muito largos.

Uma outra opção, poderia ser o caso de estudar, num momento mais propício, a adoção de algumas gôndolas baixas em substituição às gôndolas altas. Além de mais práticas, elas permitem uma melhor visualização de toda a loja, dando a impressão inclusive, de uma loja maior. Mantenha gôndolas altas ao fundo e coloque gôndolas baixas ao centro.

Quanto à literatura, acredito que a leitura de base de todo mundo que trabalha com varejo deve ser o "Merchandising no ponto-de-venda", de Regina Blessa. Com certeza, ele fala um pouco sobre tudo o que é necessário saber ou fazer. Bons livros também são o "Loja Viva" e o "Ponto de Referência", do Edmour Saiani. Todos esses livros trazem uma linguagem fácil e prazerosa de leitura.

Espero ter lhe ajudado

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.com.br