segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Walmart é a marca mais valiosa do mundo

Oito empresas brasileiras aparecem entre as 500 primeiras do ranking produzido pela Brand Finance

Pelo segundo ano consecutivo, a rede Walmart foi considerada a marca mais valiosa do mundo segundo estudo da Brand Finance, consultoria independente com sede em Londres e escritórios em mais 17 países, incluindo o Brasil. A marca da rede varejista americana foi avaliada em US$ 41, 4 bilhões, um incremento de 1,8% em comparação a 2009.

A segunda colocação do ranking das 500 marcas mais valiosas do mundo ficou com o Google. Avaliada em US$ 36,2 bilhões, a gigante da Internet ganhou três posições em relação a 2009, deixando para trás a Coca-Cola, a IBM e Microsoft, que completam o Top 5 da lista.

O banco Santander, que mais do que dobrou o valor de sua marca e subiu da 41ª posição para a 12ª, e a montadora Mitsubishi, que cresceu impressionantes 493% e saltou da 220ª para a 25ª, foram as empresas com as ascensões mais vigorosas do relatório.

Outro destaque do ranking é o aumento de empresas brasileiras: são 8 em 2010, contra 6 em 2009. O Bradesco é a mais bem posicionado. O banco subiu da 75ª colocação para a 42ª, com sua marca avaliada em 13,2 bilhões.

Também aparecem na lista o Banco Itaú (115º), o Banco do Brasil (117º lugar), a Petrobrás (147º), a Oi (196º), a Vivo (194º), a Gerdau (437 º) e a Vale (486º).

"As condições desfavoráveis das economias de países desenvolvidos afetaram o valor das marcas. No Brasil, a força do mercado e a pouca intensidade da crise fizeram com que as marcas saíssem fortalecidas", analisa Gilson Nunes, diretor da Brand Finance no Brasil. Nunes , no entanto, não acredita que os bancos brasileiros possam sustentar suas posições no ranking do ano que vem.

"São marcas muito regionais, com mais de 90% do negócio delas concentrado no Brasil", justifica.

A Brand Finance produz o relatório das 500 marcas mais valiosas do mundo com base em levantamento financeiro sobre as empresas e impressões de especialistas em avaliar a penetração das marcas.

Fonte: Meio & Mensagem
por Jonas Furtado


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