sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Best Buy usa QR Codes para apresentar mais informações sobre produtos

 A rede americana de eletrônicos Best Buy colocou QR Codes nas etiquetas dos produtos que vende em suas lojas. Os QR Codes são códigos de barra bidimensionais que, lidos por telefones celulares, permitem acesso a informações mais completas sobre os produtos. A ideia da Best Buy é aproveitar o crescimento do uso dos celulares nos mais variados aspectos da vida cotidiana e o comportamento multicanal dos consumidores para oferecer mais informações sobre seus produtos e serviços.

Fonte: Mercado & Consumo

Blockbuster investirá em comércio digital depois de perder mercado

Nova estratégia visa reverter prejuízo de 1 bilhão de reais da empresa que pediu concordata nesta quinta- feira

Depois de ver suas dívidas atingirem a marca de 1 bilhão de dólares, a rede norte-americana Blockbuster decidiu investir no comércio digital para recuperar seu caixa. "Vamos transformar nosso modelo de negócios para algo mais adequado ao que o consumidor busca", disse em comunicado Jim Keyes, presidente da empresa. "Queremos continuar a ser a única operadora que oferece diversos canais de entrega como lojas, quiosques, por e-mail e por nosso site."

A situação para a Blockbuster ficou tão grave que a empresa anunciou nesta quinta-feira (23/9) um pedido de concordata na corte de Nova York. A rede espera reduzir suas dívidas para 100 milhões de dólares ou menos com um acordo com credores. Procurada, a empresa não retornou os contatos da reportagem para mais detalhes sobre o plano de recuperação judicial.

Em comunicado, o presidente da companhia afirmou poderá fechar algumas de suas 3.000 lojas nos Estados Unidos. Por enquanto, elas continuam a funcionar normalmente.

No Brasil

Em 2007, a varejista Lojas Americanas comprou os direitos de uso da marca Blockbuster por 20 anos. Procurada, a empresa afirmou que a concordata nos Estados Unidos não afeta as operações no Brasil. "Não há qualquer vínculo entre Lojas Americanas e a Blockbuster Internacional", escreveu a empresa. Os cerca de 200 pontos da Blockbuster -- de um total de 500 -- presentes na Lojas Americanas são uma seção da Americanas Express.

A Blockbuster também oferece o serviço online de locação de filmes, mas a empresa não forneceu dados dessa operação no país.

Fonte: EXAME

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A industria e seus canais

A industria e seus canais
por Paulo Ancona Lopez

Foi-se o tempo em que o processo de fabricação e distribuição passava sempre e somente pelos tradicionais canais de distribuição que envolviam o atacado e o varejo, ambos através de ações e iniciativas de terceiros. Desta forma cada player possui um papel muito típico e uma especialização, sem que a indústria tivesse controle e participação na ponta do processo, junto ao consumidor final. Mesmo com a integração deste processo e as ações para estreitamento de parcerias e acordos, o controle e definição das ações de ponta não dependiam totalmente do fabricante, que muitas vezes via suas estratégias ruírem por conta dos interesses conflitantes dos demais membros desta cadeia.

Outros tempos vieram e com eles, além da necessidade de se tornarem mais competitivos, os fabricantes entenderam que manter o controle estratégico na ponta da cadeia seria fundamental. Para atuar desta forma, entretanto, seria necessário alterar a estrutura, a cultura e o modelo de gestão, normalmente voltados para dentro, para os processos industrias e não para o mercado final.

Enquanto este cenário se montava, o Brasil assistia ao crescimento de um modelo de distribuição que possui todas as ferramentas para assegurar canais fiéis e que atuam diretamente junto ao consumidor, com valorização da marca e garantia da qualidade de atendimento e padrão gerencial, assuntos sempre muito questionáveis quando este papel é cumprido por terceiros que além deste, possuem inúmeros outros interesses. Falamos do sistema de franchising, que já subsidiou a criação de inúmeros modelos de expansão de canais de distribuição, cada um adequado a uma realidade. De fato, já vivenciamos exemplos de indútrias de todos os segmentos e que optaram por atuar de forma mais direta junto aos consumidores, através da criação de empresas responsáveis pelos canais e com a implantação de uma nova cultura que rende a elas resultados excelentes, não só em termos de receita mas também por passarem a conhecer de forma direta, sem intermediários, os anseios e a forma como age o consumidor final, com o que se pode reorientar todas as estratégias.

Dentre os segmentos industriais que optaram por formatar seus próprios canais de distribuição, podemos citar os de materiais de construção, material de acabamento e revestimento, bebidas, alimentação, produtos de limpeza, perfumes e cosméticos, equipamentos industriais, acessórios pessoais, vestuário e produtos para o lar, entre outros.

É certo que há de se quebrar alguns paradigmas e aprender novas formas de gestão, enfrento de forma direta o consumidor, mas de fato, hoje, não existe solução mais adequada para a melhoria dos produtos, aumento de competitividade, valorização da marca e resultados maiores.


Paulo Ancona Lopez é diretor da Vecchi &Ancona, consultoria especializadas em estratégia de canais de distribuição. É também co-autor do livro “A Nova Era do Franchising”

Café com franquia: geomarketing

Café com franquia: geomarketing
A ABF-Rio (Associação Brasileira de Franchising seccional Rio de Janeiro) realiza no próximo dia 28, terça-feira, das 8h30min às 11h, o "Café com Franquia", evento com o tema "Acerte na escolha do ponto comercial". A palestra será feita pela especialista em geomarketing, Marta Aresta.

Ela vai abordar temas como a sua importância da localização do imóvel para os novos negócios. Na palestra a analista comentará sobre vários aspectos que influem na abertura de um negócio, entre eles a proximidade ao público alvo, a concorrência e até os planos de ampliações futuras, já que a escolha do ponto no início do negócio representa um grande investimento.

Marta também vai falar sobre o uso de ferramentas como o Bússola, um GIS (Geographic Information Systems) desenvolvido a partir da tecnologia MapInfo Corporation (MapEx), voltada para a geração de consultas, relatórios, mapas temáticos e outras análises geomercadológicas, via browser web. O café da manhã acontecerá na sede da ABF-Rio (Av. Treze de Maio, 23 Gr. 401 - Centro, Rio de Janeiro). Associados ABF tem entrada franca. Já não associados pagam R$ 50,00 para participar do evento. Reservas e inscrições devem ser feitas pelo telefone (21) 2292-5104.

Fonte: Divulgação

Bendita Fruta investe em São Paulo

Bendita Fruta investe em São Paulo
A Bendita Fruta, rede de frozen yogurt carioca, inaugura neste mês um quiosque no Shopping Paulista com investimento de R$ 150 mil. A empresa tem previsão de abrir sua primeira loja no interior de São Paulo em novembro, no Villagio Shopping de Sorocaba. No mesmo período vai inaugurar mais duas unidades em Brasília nos shoppings Taguatinga e Alameda.

Lançada no ano passado (2009) no Rio de Janeiro, a Bendita Fruta já conta com 12 unidades em três estados (Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia) e no Distrito Federal, e estima fechar 2010 com 16 pontos. Seu mix de produtos inclui o frozen yogurt com frutas e toppings, além do yogoshake, salada de frutas, yogobrownie, sucos e uma exclusiva linha de geléias de frutas preparadas artesanalmente.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Lojas de material de construção vivem "melhor dos mundos"

Lojas de material de construção vivem "melhor dos mundos"
Procura por imóveis usados e entrega de apartamentos novos levam a um boom nas vendas; setor é o que mais cresce no varejo

O aquecimento nas vendas de imóveis usados e a entrega das chaves de uma grande parte dos imóveis lançados em 2007 deram novo fôlego às varejistas de material de construção, que registram atualmente o maior ritmo de crescimento das vendas entre todos os segmentos do comércio.

Em julho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a receita das lojas de artigos para reforma cresceu 19,8% em relação ao mesmo mês de 2009, taxa superior à expansão de 13,5% das vendas do comércio de forma geral. No acumulado do ano, o varejo de material de construção apresenta um aumento de 20,3% nas vendas, em receita.

O setor ficou acima até mesmo das concessionárias de veículos, cujas vendas aumentaram 16,9% em julho em relação a igual período do ano passado e acumulam um crescimento no ano de 13,3%.

O varejo de material de construção passou, no período de apenas um ano, do “pior para o melhor dos mundos”, afirma Dimitrios Markakis, controlador da Construdecor, holding à qual pertence a Dicico, uma das cinco maiores redes de material de construção do País.

A varejista prevê faturar R$ 880 milhões em 2010, 25% mais que em 2009, quando as suas vendas totalizaram R$ 700 milhões. Markakis projeta atingir, até o fim de 2010, a marca de 50 lojas, com a inauguração de cinco unidades ao longo dos próximos três meses.

Durante a crise econômica, em contrapartida, as lojas de material de construção foram as que mais sofreram. O setor encerrou o ano passado com uma queda de 5,9% no volume vendido, enquanto o comércio varejista como um todo comercializou um montante 5,9% maior.

A forte elevação do custo do dinheiro foi um dos principais algozes do varejo de material de construção. As taxas de juros cobradas pelos bancos para o financiamento de capital de giro chegaram a ser superiores a 130% do CDI (Selic) durante a crise, em 2009, para as empresas de médio ou pequeno porte.

Agora, em compensação, as taxas estão mais baixas que antes da crise, chegando a 115% do CDI, e não há falta de linhas de crédito nos bancos, segundo uma fonte consultada pelo iG. A retomada do crédito fez com que a recuperação do consumo fosse vertiginosa: as vendas de material de construção pelo varejo aumentaram 17,2% no segundo trimestre de 2010, enquanto, entre abril e junho de 2009, os lojistas haviam amargado uma queda de 9,7% nos volumes comercializados.

Reforma

Os varejistas dependem essencialmente da disposição dos donos de imóveis em reformar a casa, já que as construtoras compram os insumos diretamente dos fornecedores. E a oferta de crédito é essencial, tendo em vista que grande parte das compras feitas pelos clientes é financiada em 12 vezes ou mais.

Os grandes clientes dos lojistas são os compradores de imóveis usados, que costumam investir na remodelação das residências. “Com a forte alta nos preços dos imóveis novos, que já estão custando R$ 6 mil ou R$ 7 mil o metro quadrado em São Paulo, a aquisição de imóveis usados voltou a ser atraente”, afirma Markakis, que atribui a melhora das vendas de material de construção à retomada do mercado.

Mas muitos dos imóveis novos também precisam, após a entrega das chaves, de itens de acabamento. Como um empreendimento demora, em média, três anos para ser construído, os apartamentos lançados em 2007, no início do boom do mercado imobiliário, estão sendo entregues agora, diz Markakis.

“Daqui para frente, o mercado só tende a ficar ainda melhor”, diz o empresário.
Fonte: IG Economia

Inscrições abertas para o processo seletivo da Faculdade da CDL/BH

Inscrições abertas para o processo seletivo da Faculdade da CDL/BH
A Fatec Comércio, faculdade da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), está com inscrições abertas para o processo seletivo dos cursos superiores de Tecnologia em Marketing, Logística, Gestão Financeira e Gestão de Recursos Humanos. As inscrições podem ser feitas pelo site (www.fateccomercio.edu.br) ou na Central de Atendimento da Fatec Comércio (Av. João Pinheiro, 515, bairro Funcionários). A prova será realizada no dia 23 de outubro e as aulas têm início em fevereiro de 2011.

Os cursos superiores são realizados em dois anos, porém com o dobro de conhecimento. A Fatec Comércio tem inúmeros diferenciais, como reposição de aulas através de gravação de áudio, salas climatizadas com equipamentos multimídia, biblioteca virtual e rede de internet sem fio. Os cursos englobam princípios, métodos e estratégias que capacitam o profissional para enfrentar as constantes transformações e desafios do mundo globalizado, assegurando a competitividade para seu cliente, serviço, produto ou empresa. O aluno ainda tem convivência com os maiores empresários do varejo.

Informações e inscrições no telefone (31) 3249-1660

Aquamar inaugura loja modelo no Caxias Shopping

Aquamar inaugura loja modelo no Caxias Shopping



A Aquamar, marca de moda feminina com 13 lojas, inaugura filial no Caxias Shopping até o final de setembro com novidades. Com decoração moderna e a nova coleção primavera/verão nas araras, a unidade terá look book para as clientes com dicas para ficar na moda com vários estilos. Entre os mimos, área de cafezinho e um mini lounge com TV. A loja será, ainda, a primeira da rede com um provador exclusivo para cadeirantes. A nova coleção da Aquamar tem como inspiração as praias e paisagens do Havaí, Thaiti e Caribe, com estampas de flores e folhagens em harmonia com tecidos leves de algodão. Detalhes em listras, botões, broches, rendas e bordados dividem as peças nos temas romântico, marinheiro e utilitário. Os tons de areia e off-white se misturam a cores vibrantes como rosa, amarelo, laranja, turquesa e verde na coleção. Entre os acessórios, destaque para as clogs, os tamancos e as sandálias em tons cítricos.


Serviço:
Aquamar - 1º piso do Caxias Shopping - Rodovia Washington Luiz, 2895 - Duque de Caxias - RJ.

IDV-IAV aponta otimismo do varejo no segundo semestre

IDV-IAV aponta otimismo do varejo no segundo semestre
Os 35 maiores varejistas do Brasil avaliam que em setembro crescimento será de 7,4%
O IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas), estudo realizado mensalmente pelo IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo) para prever a evolução das vendas no varejo, demonstra o otimismo do setor neste segundo semestre. O aquecimento do mercado já deve ser notado em setembro, mês que pode chegar a um crescimento de 7,4% em relação ao mesmo período de 2009, no qual os resultados de vendas já foram expressivos.

Este resultado levará o crescimento acumulado de janeiro a setembro deste ano a uma taxa de 6,7% maior em relação a 2009. O segmento de bens duráveis são os que se mostram mais otimistas em relação aos próximos meses, com uma estimativa de crescimento médio mensal entre setembro a novembro de 13%. As previsões feitas a partir dos variados segmentos de varejo englobados pelo IAV-IDV sinalizam a continuação da tendência mostrada pelo IBGE, cujo padrão de crescimento está fundamentado em setores de bens duráveis, como informática e telefonia, material de construção, móveis e eletrodomésticos.

As boas condições do mercado de trabalho com contratações recordes continuam favorecendo o crescimento da renda. Por outro lado, há incerteza em relação às taxas de juros, que pararam de cair em junho e podem voltar a subir nos próximos meses. Adicionalmente, a comparação nos próximos meses se dará com o período final de 2009, que registrou recordes de vendas em muitos segmentos.

O volume de empregos gerados é outro indicador que demonstra a expansão e os investimentos dos varejistas para atender à esperada demanda. O varejo já é o maior empregador privado do país, representando cerca de 15% do total de empregos. Somente os associados do IDV criaram 10 mil novas vagas em 2010, o que significa 5,55% da base total de empregos do setor.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Hope vai arrecadar doações para hospital

Hope vai arrecadar doações para hospital

A Hope, referência nacional em lingerie, participa de dezenas de projetos socioambientais e acaba de firmar mais uma parceria solidária, desta vez com o Hospital de Câncer de Barretos (SP).

Os clientes que visitarem as lojas da marca espalhadas por todo o País irão encontrar um cofrinho onde poderão doar qualquer quantia.

O hospital é mantido pelo SUS e atende cerca de 3 mil pessoas por dia, sendo referência no tratamento de câncer no Brasil, porém, necessita de apoio financeiro externo para dar continuidade a este trabalho. Todo o valor arrecadado será depositado na conta da instituição.

Região de Campinas atrai setor de franquias

Região de Campinas atrai setor de franquias
Com o desenvolvimento econômico das cidades do interior de São Paulo, cada vez mais há uma demanda muito grande de novos negócios na região. Por isso a prefeitura municipal de Campinas com apoio da Associação Brasileira de Franchising (ABF), Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC) e do SEBRAE São Paulo, realizará a primeira edição da Campinas Franchising Business nos dias 24, 25 e 26 de setembro no Shopping Parque Dom Pedro. A feira será uma grande oportunidade para os interessados em conhecer o setor e investir na região. O objetivo é atrair tanto pessoas que já atuam no ramo de franquias, como também novos parceiros, fornecedores e franqueadores em potencial. A região de Campinas é responsável por 4,8% das redes de franquias associadas ABF.

Serviço:

1ª Campinas Franchising Business

Data: de 24 a 26 de setembro

Local: Shopping Parque Dom Pedro

Endereço: Avenida Guilherme de Campos, 500 - Campinas – SP

Mais informações sobre inscrições pelo site http://www.abf.com.br/

Com sorteio de viagens a Disney, Extra espera crescer 20% em vendas neste Dia das Crianças

Com sorteio de viagens a Disney, Extra espera crescer 20% em vendas neste Dia das Crianças
Rede premiará com viagens a Disney e centenas de Blu Ray – filiada da Abrinq também será contemplada com caminhão de brinquedos
O Extra, em parceria com a Disney traz para o Dia das Crianças, a Campanha Sonho Encantado. A ação vai premiar os clientes da rede com viagens para a Disney World e Blu Ray Players com o lançamento da Disney, "Tinkerbell e O Resgate da Fada".

A campanha, válida entre até 27 de outubro, é realizada pelo segundo ano consecutivo e traz a possibilidade da realização do sonho de toda famílias brasileira com o sorteio de 5 viagens e direito a três acompanhantes cada. A viagem para a família contempla passagens aéreas, hospedagem, ingressos para os parques temáticos, traslados, entre outros benefícios.

A mecânica da ação preve que nas compras acima de R$ 60 nas lojas do Extra Hipermercado, Extra Supermercado, Extra Fácil, Extra.com.br e Extra Eletro cliente recebe um código para cadastrar por sms ou pelo site www.familiaextra.com.br/sonhoencantado e participa dos sorteios. Pagando com o cartão Extra, o cliente ganha quatro números a mais.

Além dos sorteios, os hipermercados da rede também contam com uma campanha especial compre e ganhe. Ao comprar R$ 50 em produtos Disney e Duracell, o cliente recebe automaticamente uma miniatura surpresa dos personagens Toy Story 3.

A ação também vai presentear mais de mil crianças atendidas pela Fundação Abrinq. O Extra vai doar uma carreta com mais de sete mil itens, desde brinquedos até produtos de higiene para uma das entidades atendidas pela Instituição, no dia 30 de setembro.

A parceria entre o Extra e a Disney nas campanhas especiais do Dia das Crianças começou em 2008 e, desde então, mostra excelentes resultados de vendas para a rede. Com preços baixos e ancorado em lançamentos, a campanha “Sonho Encantado” deve contribuir para o crescimento de 20% nas vendas em brinquedos em outubro, ante o mesmo período de 2009.

Nas lojas, os clientes vão se surpreender não só com a promoção como também lançamentos de brinquedos exclusivos. Só em importados a rede trouxe um volume 150% superior ao ano passado.

Fonte: Divulgação GPA

Curso ACSP: E-commerce para pequenas empresas

Curso ACSP: E-commerce para pequenas empresas
O comércio eletrônico cresceu 40% no primeiro semestre de 2010. O grande destaque, nesse cenário, são as pequenas e médias empresas, que, cada vez, aumentam mais a sua participação no faturamento do setor. O curso "E-commerce para Pequenas Empresas" tem 8 horas de duração e capacitará você a abrir rapidamente sua loja na internet, de forma profissional e planejada. Se você quer começar no e-commerce ou já tem uma loja virtual e quer aumentar suas vendas, esse é o curso certo.

Serviços:
Data: 30 de setembro de 2010
Horário: Credenciamento: a partir das 8h30 Curso: 9h às 18h
Local: Sede da ACSP - Rua Boa Vista, 51, 9º andar
Instrutor: Mauricio Salvador - E-commerce School
A quem se destina: Empresários, gerentes e administradores de micro e pequenas empresas e demais interessados no aprendizado do tema.

Conteúdo:

• Escolha da plataforma de comércio eletrônico.
• Registro de domínio.
• Como abrir a empresa.
• Como tirar fotos dos produtos.
• Contratação de meios de pagamentos.
• Gerenciamento de fraudes.
• Como montar uma loja virtual no Facebook.
• Como vender seus produtos no exterior.
• Web Analytics: análise de métricas na internet.
• SEO: Search Engine Optimization (como fazer sua loja aparecer no topo do Google).
• SEM: Search Engine Marketing: como comprar palavras-chave no Google.
• Marketing em comparadores de preços (BuscaPé, Jacotei, Zura, entre outros).
• Embalagem e controle de estoques.
• Logística e entrega.
• Atendimento a clientes.
• Marketing on-line (e-mail marketing, redes sociais, banners, portais, programas de affiliates etc.).
• Selos de certificação.

Investimento:
R$ 130 (associados) ou R$ 180 (não associados)

Informações:
http://www.acsp.com.br/

GS&MD apresenta estudo sobre os níveis de confiança do consumidor nas grandes redes de varejo

GS&MD apresenta estudo sobre os níveis de confiança do consumidor nas grandes redes de varejo
A “Trust Research- como construir a confiança dos consumidores nas marcas de varejo” contou com mais de 6000 avaliações nas regiões em que foi realizada

Como o consumidor enxerga o varejo? Ele realmente estabelece vínculos de confiança com a marca na hora das compras? Para responder esta e outras questões a fim de “desvendar” como pensa e age o novo consumidor, e ainda ajudar grandes redes varejistas a traçarem estratégias de negócios, a GS&MD - Gouvêa de Souza, empresa de consultoria e serviços voltados a Varejo, Marketing e Distribuição, apresenta mais uma edição do “Trust Research”, estudo que visa entender qual o nível de confiança do consumidor pelas marcas de varejo.

A Trust Research 2010 é uma reedição nacional da pesquisa realizada pela primeira vez em 2009, em parceria com 11 países que compõem a Ebeltoft, aliança de especialidades em varejo que atua nos seguintes países: Brasil, Canadá, EUA, Franças, Itália, Alemanha, Espanha, Reino Unido, Dinamarca, Noruega e Suécia. O objetivo da pesquisa foi identificar os componentes de confiança, as maneiras e meios para ganhar a confiança do consumidor, a preferência entre lojas do mesmo setor, a freqüência de visitas aos pontos de venda, se também realiza compras pelo site da loja, os atributos de imagem, o envolvimento das marcas com o conceito de sustentabilidade, entre outros.
Metodologia do estudo

Neste ano de 2010 foi realizado um ajuste metodológico em relação a edição anterior, com a inclusão de novas marcas na avaliação e também novas questões ligadas ao tema sustentabilidade e à confiança do consumidor com as pessoas com quem se relaciona.

Com uma amostragem de 1000 entrevistas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre, sendo os dados da pesquisa coletados por meio de entrevistas online no mês de abril de 2010. Os resultados foram analisados de forma ponderada, considerando o potencial de consumo de cada região. Ao todo foram 35 marcas pesquisadas, de acordo com a atuação em cada praça, nos segmentos de Drogaria e Farmácia, Hipermercados, Móveis e Eletrônicos, Livrarias, Material de Construção, Material Esportivo e Vestuário e Calçados. Cada internauta escolheu até 6 marcas com as quais já teve alguma relação de compra, o que totalizou uma média de 6486 avaliações.

A amostra utilizada na pesquisa contou com 24% dos entrevistados na faixa dos 25 aos 29 anos, seguido de 19%, com 30 a 34 anos. Há uma predominância de consumidores das classes C2, D e E (43,4%), classe B (27,1%) e C1 (24,5%), sendo 54% do público feminino e 46% do masculino.

A metodologia utiliza um índice de confiança baseado na divisão de porcentagem de pessoas que “concordam totalmente” para cada marca, com os que “concordam totalmente” para o total do varejo (somando todas as marcas), que tem média geral de 100 pontos. A metodologia utiliza um índice de confiança baseado na concordância máxima do consumidor avaliando diversos atributos de uma mesma marca, sobre a concordância total do varejo, que representa a soma de todas as marcas.

De acordo com Luiz Goes, sócio-sênior da GS&MD – Gouvêa de Souza e diretor do núcleo de pesquisas “A pesquisa traz informações importantíssimas para as marcas que pretendem, de forma clara, transmitir confiança aos seus clientes, comparando-se com seus concorrentes e ainda com outros setores de atuação”.

Entre os principais componentes de confiança, nove questões-chaves foram apresentadas aos entrevistados: confiança na marca, força da marca, competência e organização, desapontamento com a marca, cumprimento de promessas, importância do cliente para a loja, profissionalismo, honestidade e, finalmente, qual a falta que a marca faria caso desaparecesse do mercado.

“A confiança é o resultado tanto da experiência objetiva como também da apreciação emocional por parte do consumidor, e reflete o comportamento futuro mais previsível”, explica Goes.

Entre as marcas pesquisadas em cada segmento estão:

- Drogaria e Farmácia: Drogaria São Paulo, Drogasil, Farmais, Onofre, Pacheco e Pague Menos;

- Hipermercados: BIG, Bom Preço, Bourbon, Carrefour, Extra e Walmart;

- Móveis e eletrônicos: Casas Bahia, Colombo, Fast Shop, Insinuante, Magazine Luiza, Ponto Frio e Ricardo Eletro;

- Livraria: Fnac, Livraria Cultura e Saraiva;

- Material de construção: C&C, Dicico, Leroy Merlin e Telhanorte;

- Material esportivo: Centauro e Decathlon;

- Vestuário e calçados: C&A, Esplanada, Leader, Marisa, Renner, Riachuelo e Zara.

Destaques

Como citado acima, a média total do varejo configura 100 pontos no índice de confiança em todos os segmentos citados acima, porém o único deles que superou esta pontuação foi o de livraria, com 112 pontos. O destaque ficou a cargo da “confiança na marca”, com a Livraria Cultura, apontada como a marca mais mencionada neste quesito, com 144 pontos dentre todas as marcas pesquisadas. Outro item que superou a média foi quanto à falta que a marca faria caso desaparecesse do mercado, com índice de 138 pontos. Confiança (137), qualificação de profissionais (137) e preferência pelas marcas apontadas (130) também impulsionaram positivamente os números para cima.

Em contrapartida, “materiais de construção” foi o segmento que registrou pontuação abaixo da média varejista, com 72 pontos, o que não quer dizer, necessariamente, que tenha registrado baixos índices. O atributo que remete à importância dada ao cliente atingiu 100 pontos, seguido da qualificação dos profissionais e força da marca (93), e logo depois pela percepção de uma marca honesta, competente e com funcionários atenciosos (91). A Leroy Merlin foi apontada pelos entrevistados como uma marca que se esforça para fazer o melhor para o cliente, e que inspira confiança, com 82 pontos.

No segmento de hipermercados, a média da categoria considerando o Index foi de 81 pontos ante os 100 pontos do varejo em geral. A rede de hipermercados Bourbon superou o índice da categoria com 100 pontos pela preferência e confiança do consumidor no quesito “gostar de comprar nas lojas da marca”. O Hiper Bom Preço, considerado pelos entrevistados como uma marca bem forte, atingiu 112 pontos. Em geral, todas as marcas do segmento de hipermercados superaram a média da categoria, como é o caso de “sentir falta se a marca desaparecesse” (102), “honestidade no que tange preços e valorização do dinheiro (100) e “confiança na marca” (96).

Móveis e eletroeletrônicos, cuja média transita a 85 pontos, supera a média da categoria e a do varejo em muitos quesitos, como quando falamos em preço justo (106), importância dada ao cliente (112) e esforço em fazer o melhor para o cliente (107). Para a maioria dos entrevistados, a Fast Shop é a que possui os funcionários mais atenciosos (112). Entre as marcas que fariam falta caso deixassem de existir está a Ricardo Eletro (113), e a mais forte, Casas Bahia (103).

Com uma média muito próxima da de móveis e eletroeletrônicos, Drogaria e Farmácias registrou 86 pontos na pesquisa Trust Research. Mas também destacou-se em honestidade de preços (106), como foi o caso da Pague Menos; confiança de marca e que raramente o decepciona (108), Drogasil, e uma marca em que pode confiar plenamente, Drogaria São Paulo.

Vestuário e calçados superou sua média de 81 pontos em todos os quesitos apontados na pesquisa, com destaque para a falta que a marca faria caso deixasse de existir (102), o gosto de comprar nas lojas da marca e a prática de preços justos (100). Itens como força da marca, competência, esforço para atender melhor o cliente e confiança, registraram índices abaixo da média do varejo, porém acima da média da categoria, oscilando entre 94 e 96 pontos. As lojas C&A e Zara destacaram-se em força da marca e confiança, respectivamente.

E para fechar a pesquisa Trust Research, o segmento de materiais esportivos foi o que mais se aproximou da média do varejo, com 98 pontos. Bayard foi apontada como a marca que desperta mais confiança nos consumidores, com 124 pontos, e a Decathlon, como a que mais se importa com seus clientes, com 120 pontos - e a que possui funcionários mais atenciosos (119). Já a Centauro foi mencionada como a marca que mais se esforça para fazer o melhor para o cliente, com 120 pontos.

Um ponto comum em todos os segmentos estudados foi quanto à credibilidade das propagandas realizadas. Ainda há certa resistência a respeito da veracidade de seus conteúdos. Móveis e eletrônicos lideram o ranking do da desconfiança, seguidos pelo setor de Hipermercados e materiais de construção. Na outra ponta, livrarias e materiais esportivos parece que conquistaram de vez a confiança do consumidor, muito embora seja importante considerar que são lojas visitas com freqüência menor do que outras de super e hipermercado ou farmácias, por exemplo..

Muitos são os fatores que determinam a confiança do consumidor, mas é possível afirmar que o que leva o consumidor a ser fiel a uma determinada marca está baseado no binômio: imagem da marca (importância e dedicação ao cliente) e confiança na marca (satisfação e melhor custo x benefício). Estes dois aspectos devem ser perseguidos pelos varejistas e adaptados à sua realidade de negócio, se pretendem fazer com que os consumidores cada vez mais confiem em suas marcas.

O consumidor não constrói confiança de forma direta, mas sim por meio de uma série de atributos que, combinados, despertam este sentimento. Não é possível balizar-se em um pequeno conjunto de fatores, mesmo que os consumidores nos digam que estamos muito bem em algum deles em relação a outras marcas. O descuido com aquilo que se imagina esteja bem pode ser desastroso para uma marca de varejo.


Fonte: Divulgação

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Até onde vai a paciência do consumidor?

Até onde vai a paciência do consumidor?
Saiba quais são os principais problemas apontados pelos consumidores online que justificam muitas vezes a desistência de uma compra na rede

O que é, o que é? Demora para processar, irrita o consumidor e frustra qualquer possibilidade de venda? Quem respondeu “uma página de comércio eletrônico lenta e complicada” acertou em cheio.

Sabe bem o empresário de hoje que administrar um site de vendas na internet não é lá tarefa das mais fáceis, uma vez que isso demanda mais responsabilidade e comprometimento do que muitos supõem por aí. Não se trata apenas de deter um domínio, dispor de um layout ‘bonitinho’ e aguardar pela visita de potenciais consumidores. Não, não mesmo.
Trabalhar com e-commerce requer tato, jogo de cintura e muita consciência sobre os recursos a serem adotados em um site do gênero, já que a ideia é senão dispor aos consumidores um espaço de fácil assimilação e navegação. Pegar a contramão, com uma página carregada e morosa é pedir para sair. De cena, definitivamente.

De acordo com um levantamento realizado pela Compuware, empresa especializada na análise de sites de varejo, a lentidão no acesso consta como um dos fatores negativos mais apontados pelos consumidores online. Isso, acoplado ao aspecto da complicação (“Onde raios está o botão ‘comprar’?), é o fim da linha para qualquer possibilidade de negócio na página.

A Compuware também aponta que 78% dos usuários que já tiveram problemas com um determinado site de vendas dificilmente voltam a ele com a mesma finalidade. Em termos mais técnicos, a pesquisa mostra que o aforismo ‘a primeira impressão é a que fica’ funciona para valer no universo do e-commerce. Bom para o concorrente que procura facilitar um pouco mais a vida do consumidor.

Como evitar, então, essa situação? Como não apenas manter o cliente em sua página, mas fazê-lo efetuar uma compra ali? A dica da Compuware é estabelecer um planejamento estratégico desde o princípio do projeto, que priorize as necessidades do consumidor e ao mesmo tempo leve em consideração as soluções de TI mais adequadas para o seu propósito.

“Os consumidores esperam que as lojas virtuais apresentem um bom desempenho para eles, independentemente do quanto outros possíveis consumidores estejam visitando a página naquele momento em que ele se encontra lá. Fica bastante claro que quando encontram problemas, automaticamente a paciência e a fidelidade diminuem”, explica o country manager da Compuware, Arnaldo Murassaki.

Particularidade - Um aspecto que deve sempre ser considerado em um projeto de e-commerce é a individualidade da empresa em questão: suas necessidades específicas, seus recursos cabíveis... enfim, tudo aquilo que a diferencie das demais e a distancie do senso comum.

Tanto que, como coloca Flávio Simeliovich, gerente de projetos da Locaweb, nem mesmo existe uma ferramenta padrão que garanta o pleno funcionamento dos sites: “Existe, sim, algumas linguagens de programação em comum, como a PHP, mas cada e-commerce apresenta suas particularidades e é preciso customizar as aplicações de acordo com o porte do negócio”, explica.

Porte do negócio? Mas como se determina isso, afinal? Na opinião do gerente de marketing do Sindicato dos Lojistas do Comércio de São Paulo (Sindilojas-SP), Eduardo Sylvestre, o primeiro passo para isso é dimensionar o volume de acessos, também chamados de pageviews, em momentos de pico.

“Com base em algumas pesquisas encomendadas pelo Sindilojas-SP, pequenos e-commerces costumam registrar uma média de 1,5 mil acessos por mês, ao que os de maior porte registram, no decorrer do mesmo período, cerca de 1 milhão de acessos. No e-commerce, o número de acessos é o que, afinal, determina o porte do negócio”, aponta Sylvestre.

Testes de performance

Uma forma interessante de garantir o desempenho de uma página de comércio eletrônico é aplicar testes de performance periódicos. Por meio deles, a empresa pode não apenas avaliar o seu próprio desempenho na rede, mas também antecipar e diagnosticar eventuais problemas em sua loja.

Augusto Emiliano Cordeiro, gerente da Tapeçaria Triunfo, confirma a importância dos testes de performance para uma loja ativa na internet. “Colocamos o nosso site no ar em meados de 2008 e já tivemos lá os nossos probleminhas devido à falta de atenção sobre os nossos próprios recursos. Na época, entramos nessa sem a mínima noção de administração sobre um site de vendas. Aprendemos na raça e hoje sabemos bem o quão importante é testar todos os recursos que inserimos ali. No ano passado, investimos em uma área de testes online, na qual fazemos todas as avaliações necessárias antes de colocarmos qualquer nova campanha no ar”, conta o gerente.

Banco de dados

De volta a Simeliovich, da Locaweb, o que também pode fazer toda a diferença no desempenho de um e-commerce é o seu banco de dados. O especialista diz que é justamente a partir dele que as pesquisas e demais transações são efetuadas. Ele explica também que, dentre as opções de aplicativos mais adotados no varejo virtual, destacam-se o MySQL, predominante entre os pequenos comércios da internet, e o Oracle, entre os de grande porte. A quem interessar possa, fica aí a sugestão.

E-commerce Brasil 2010

Recentemente, a primeira edição do E-commerce Brasil 2010 reuniu, aproximadamente, 800 profissionais do comércio eletrônico em São Paulo. Na ocasião, foram tratados temas como novidades no varejo online, relacionamento com o consumidor, redes sociais e e-commerce, políticas de segurança, dentre outros assuntos. Segundo a organização do evento, a intenção é providenciar uma edição do E-commerce Brasil a cada ano, com o objetivo de reunir profissionais e especialistas do comércio eletrônico para o debate sobre as tendências do setor. Ao que tudo indica, em 2011 tem mais.

Fonte: Revista Lojas & Lojistas (Sindilojas-SP)

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Pontofrio.com.br lança novidade no mercado de e-books

Pontofrio.com.br lança novidade no mercado de e-books
Rede de e-commerce disponibiliza essa semana mais de 80 títulos para downloads;

Pioneiro em vários lançamentos tecnológicos no país, o portal de compras Pontofrio.com.br disponibiliza mais uma novidade para os consumidores: os e-books. A rede já inicia na categoria com o lançamento exclusivo da editora Nova Fronteira, 1822, de Laurentino Gomes, mesmo autor do best-seller "1808". Só nesta semana, o e-commerce oferecerá mais de 80 outras opções diferentes de títulos de e-books.

O que ainda é inovação no Brasil, começa a se tornar tendência em outros países. Nos EUA, a venda de e-books de 13 editoras que reportam seus resultados à Associação Americana de Editoras cresceu cerca de 252% no primeiro trimestre de 2010 e ficou em US$ 91 milhões. O potencial segundo Claudio Campos, gestor da área de distribuição digital do site, é que já no próximo ano a participação dos e-books possa ser equivalente aos resultados apresentados pelos EUA em 2009.





O Pontofrio.com.br traz alguns títulos sem o chamado DRM, que significa em português, sem restrições de uso. Com isso, o cliente consegue compartilhar o conteúdo do e-book para outros canais de comunicação como celular, Ipad, computadores e E-readers. “O fato do e-book não ter restrição possibilita mais liberdade e flexibilidade ao leitor. A compra no site será semelhante a um download de jogos. O cliente escolhe o título, efetua a compra e recebe automaticamente um link para baixar o download. O formato principal será o epub, compatível com os principais canais de uso”, afirma Campos.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Alshop prevê 130 mil trabalhadores temporários no varejo para o fim do ano

Alshop prevê 130 mil trabalhadores temporários no varejo para o fim do ano
Com o otimismo nas vendas esperadas para o Natal, setor varejista prepara incremento no número de funcionários para atender a maior demanda de clientes

Com cenário positivo e a indústria de shoppings crescendo a passos largos, a partir da chegada de novos empreendimentos por todo o Brasil, o setor varejista espera incrementar suas lojas com a contratação de aproximadamente 130 mil trabalhadores temporários que irão atuar nos períodos que antecedem à data natalina de 2010.

Este é o número constatado segundo pesquisa realizada pela Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping) junto a dezenas de marcas do setor de todo o País, um crescimento de 10% sobre o mesmo período do ano anterior, diante do efetivo de 119 mil profissionais contratados pelo setor no ano passado. Conforme comportamentos anteriores, cerca de 75 mil destas vagas serão preenchidas por pessoas com idade entre 18 e 40 anos.

Quanto melhor a formação do candidato, mais rápida deverá ser a sua seleção, e sua remuneração deverá oscilar entre R$ 700 e R$ 2 mil, conforme a função e o volume de vendas da loja. Normalmente 25% dos temporários são efetivados para ocupar novos postos em novas lojas prestes a serem inauguradas, ou mesmo em substituição a funcionários que apresentam desempenhos insatisfatórios.

Dentre as funções mais procuradas estão: balconistas, caixas, empacotadores, fiscais de lojas, repositores, estoquistas, além dos Papais Noeis, atrações especiais dos centros de compra durante esta época.

“O Natal é a data mais esperada do comércio varejista, e 2010 tem tudo para apresentar o melhor Natal dos últimos anos, pois nossa economia e a indústria de shoppings estão à todo vapor. Já para quem está em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho, os trabalhos temporários podem ser o início de uma grande carreira no varejo, e para se destacarem nos pontos de venda os candidatos devem se empenhar ao máximo em prol da loja, com espírito de colaboração e coletividade, além de possuir boa apresentação e disponibilidade de horários”, relata o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun.

Cresce venda de aparelho celular no Extra

Cresce venda de aparelho celular no Extra
Rede promove Extra Tech até 26 de setembro
O Extra registra alta de 20% na venda de aparelhos celulares no primeiro semestre em 2010 em comparação com o mesmo período do ano anterior. O índice é superior ao verificado pela Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios (Pnad), de alta de 8,7% em 2009 ante 2008. No ano passado, 94 milhões de brasileiros possuíam aparelho celular em 2009.

Segundo a gerente comercial do Extra, Alessandra Shima, esse crescimento de venda nos hipermercados é resultado da aposta que o Extra fez na categoria. “Telefonia sempre foi um dos principais destaques nas vendas da rede. Atualizamos constantemente nossa equipe de vendas sobre as novas tecnologias para passar aos clientes um atendimento personalizado e completo. Além disso, aumentamos o mix de produtos para mais de 60 diferentes itens, contamos ainda com produtos exclusivos, muitas ofertas e condições de pagamento diferenciadas”, afirma a executiva.

Entre os dias 18 e 26 de setembro, pelo 4° ano, o Extra promove o Extra Tech, evento na categoria de eletroeletrônicos que envolve as seções de informática, som e imagem, eletro portáteis, linha branca e telefonia.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Vendas no varejo brasileiro crescem em linha com o esperado

Vendas no varejo brasileiro crescem em linha com o esperado
As vendas no varejo brasileiro cresceram 0,4% em julho ante junho e 10,9% em relação a igual mês do ano passado, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira. O acumulado é de 2010 é de 11,4%.

Analistas ouvidos pela Reuters previam alta mês a mês de 0,45% --com previsões entre queda de 0,5% e alta de 1,2%--, e elevação anual de 10,7% --com estimativas de 9,6% a 12%.

Fonte: UOL/ Reuters

Varejo disputa R$ 9 bilhões dos aposentados

Varejo disputa R$ 9 bilhões dos aposentados
A competição entre as redes varejistas vai aumentar este semestre, com a expectativa do varejo de receber a injeção de R$ 9 bilhões referentes à primeira parcela do 13º salário de aposentados e pensionistas. O Natal tende a ser o mais aquecido da história, tanto que a expectativa é que o índice de inadimplência cresça por conta da briga das lojas pelo bolso do consumidor.

Para seduzir o cliente, as lojas chegam a oferecer parcelamento de produtos de linha branca, por exemplo, em mais de 30 prestações - fato inédito no varejo. A ideia dos varejistas é estimular o impulso de compra por meio de todos os canais de venda que possam haver no mercado.

O grupo atacadista e varejista Assaí é um exemplo. Para atrair o cliente, o Assaí oferece 5% de desconto em marcas próprias, nas compras realizadas no cartão do grupo, e pagamento em até 40 dias, sem juros. A rede, comprada há três anos pelo Grupo Pão de Açúcar (GPA), diz ter triplicado seu tamanho: hoje conta com 46 unidades em operação, e tem por objetivo até o fim do ano somar 20 novos pontos-de-venda .

"Hoje o consumidor final e o revendedor [padarias e mercearias], além do transformador [restaurantes e bares], têm juntos um tíquete médio de mais de R$ 100. Se falarmos em revendedor e transformador apenas, o tíquete médio é superior R$ 500", enfatizou o diretor de negócio e 'atacarejo' [vendas por atacado e a varejo] do Grupo, Maurício Cerruti.

O setor de eletrônicos é uma das áreas com maior disputa pelo cliente, tanto que o novo conglomerado -resultante da união de Casas Bahia, Ponto Frio e Extra Eletro, considerado pelo mercado a Nova Casas Bahia, que prevê a partir de 2012 uma expansão mais agressiva, mas estima para este ano já movimentar cerca de R$ 18 bilhões- tem feito os concorrentes reagir. É o caso do Carrefour, que anunciou semana passada o parcelamento de mais de 30 vezes na venda de vários produtos de seu portfólio.

Comércio eletrônico

A fomentação do varejo acontece por todos os canais de compras na mesma proporção das facilidades de crédito. Um exemplo disso é que ontem teve início a Detonaweb, promoção conjunta que reúne as maiores marcas do comércio eletrônico (e-commerce) brasileiro. Com ela, os consumidores poderão, segundo a empresa, encontrar até o dia 17 variados tipos de produtos em condições especiais, como descontos de até 50% no preço, frete grátis e possibilidade de parcelamento em até 12 vezes.

"Isto dará às pessoas a chance de comparar com mais facilidade, e consequentemente criará uma concorrência entre os participantes que levará ao aumento de benefícios ao comprador", explicou o coordenador do Comitê de Varejo Online da Camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico) entidade que organiza a promoção, Sergio Herz. Participam da promoção neste ano são as redes Americanas, Carrefour, Colombo, Comprafacil, Extra, Magazine Luiza, Marisa e Walmart, entre outras.

Inadimplência

Segundo especialista em desenvolvimento pessoal e financeiro do MoneyFit, Antônio De Julio, a inadimplência dos brasileiros deve aumentar nos próximos meses devido à grande procura por crédito, principalmente se as pessoas não conseguirem "avaliar" o que é necessário comprar ou não, além daquilo que já compraram a longo prazo e dos juros que já estão pagando. "É preciso fazer um pit-stop nos gastos antes que seja tarde demais", alertou.

Segundo ele, as dívidas que os brasileiros contraíram são dívidas de prazos longos, como, por exemplo, a venda recorde de automóveis, incentivado pelos descontos que o governo concedeu para combater efeitos da crise econômica mundial. Outros itens que poderão influir na geração de inadimplência no futuro são os descontos concedidos para a "linha branca" de eletrodomésticos, e também para móveis. "As pessoas compraram esses bens por impulso, sem calcular os valores dos juros e incentivados pelo 'massacre' das campanhas das montadoras e lojas nos principais meios de comunicação."

Como os juros desses financiamentos aumentam as parcelas, "vai ficar mais difícil honrar as contas atuais, sem falar nos reajustes rotineiros de água, luz, serviço de saúde, entre outros" alerta De Julio.

O presidente do Instituto Provar, Claudio Felisoni, diz que as pessoas vão ver o 13° como oportunidade de gastar mais em em viagens e festas. A classe emergente não vê esse dinheiro como uma oportunidade de quitar as contas. "As promoções vão fazer as pessoas gastar o 13° antes de recebê-lo", explicou. Ele acredita que os pilares do varejo para os próximos anos serão os supermercados no segmento de alimentação, os shoppings que firmam seu posicionamento em lugares em que ainda não estavam presentes e a venda de eletroeletrônicos, com o crescimento da nova Globex.

"O supermercado dentro do varejo de alimentos é algo que deve crescer cada vez mais daqui para a frente, pois a classe emergente vai mais vezes ao supermercado comprar produtos que antes não comprava. O segmento de eletroeletrônicos fica mais consolidado com as últimas movimentações, mas daqui em diante também deve ter novos desafios", afirmou o coordenador do núcleo de varejo da ESPM, Ricardo Pastore.

Já Cláudio Felisoni vê o setor de material de construção como parte de um dos segmentos que devem obter destaque nos próximos meses. "Deve crescer a longo prazo, porém primeiro deve lidar com a informalidade para conquistar mais espaço no mercado varejista", explicou.

A competição entre as redes varejistas vai aumentar este mês, com a expectativa do varejo de receber a injeção de R$ 9 bilhões referentes à primeira parcela do 13º salário de aposentados e pensionistas.

Fonte: DCI

Shopping no Paraná deverá ser entregue em 2012

Shopping no Paraná deverá ser entregue em 2012
Com investimento que totalizará R$ 212,1 milhões líquidos, a Sonae Sierra Brasil e o Grupo Marco Zero, administrado pela Raul Fulgêncio Negócios Imobiliários, deram início às obras do Boulevard Londrina Shopping, no Paraná, cuja inauguração está prevista para 2012. O empreendimento está sendo construído em uma área de 80 mil m², localizada na região leste de Londrina.

"Queremos cada vez mais consolidar a nossa marca com investimentos em novos, modernos e diferenciados shoppings. O Boulevard Londrina Shopping é o primeiro empreendimento da Sierra Brasil no Estado do Paraná, onde vemos um grande potencial mercado", explica o CEO da empresa, José Baeta Tomás.

O novo shopping será desenvolvido em dois pisos, abrigando 197 lojas-satélites, 8 lojas-âncoras, 3 semiâncoras, 23 lojas de fast-food, 2 restaurantes, um hipermercado Walmart, 7 salas da rede Cinemark, além da área de lazer Magic Games, totalizando 236 operações.

De acordo com o diretor de Operações da Sonae Sierra Brasil, Cesar Garbin, a Etna, loja especializada em móveis e artigos para casa, será uma das lojas-âncoras. "A marca conta com 10 unidades no Brasil, e agora terá sua primeira unidade em Londrina, que é a segunda no Paraná", disse.

A construção do novo shopping será inserida no Complexo Marco Zero, que terá investimentos da ordem de R$ 800 milhões. O Complexo terá um teatro com duas salas com capacidade para 1,2 mil pessoas. "A instalação do Complexo Marco Zero permitirá a Londrina ter um bairro de excelência, ganhando destaque nacionalmente", afirmou por nota o gestor do Grupo Marco Zero, Raul Fulgêncio.

Com investimento que totalizará R$ 212,1 milhões, a Sonae Sierra Brasil e o Grupo Marco Zero deram início às obras do Boulevard Londrina Shopping, a ser inaugurado em 2012.

Fonte: DCI

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Detonaweb: Começam hoje descontos de até 70% em lojas na internet

Detonaweb: Começam hoje descontos de até 70% em lojas na internet
Promoções vão até sexta-feira (17); organizadores esperam aumento de 50% nas vendas

As principais redes varejistas com operações de comércio eletrônico começaram nesta segunda-feira (13) uma série de promoções conjuntas, com descontos de até 70% nos produtos, frete grátis e parcelamentos em até 12 vezes. Batizada de Detonaweb, a nona edição reúne sites como Americanas, Carrefour, Comprafacil, Extra, Magazine Luiza, Marisa, Ponto Frio, Submarino e Walmart. As promoções, que seguem até sexta-feira, dia 17, podem ser acessadas pelo site da campanha, por meio do endereço eletrônico (www.detonaweb.com.br).

Segundo o diretor executivo da camara-e.net, Gerson Rolim, a expectativa é de um aumento em até 50% nas vendas quando comparado ao evento do ano passado. Em 2009, o site da campanha recebeu mais de 690 mil acessos de internautas nos cinco dias de ofertas.

Reunindo de forma inédita 20 varejistas online temos a possibilidade de proporcionar ofertas para todas as categorias. Com este tipo de iniciativa, temos condições de oferecer produtos para consumidores que, até então, não pensavam em adquiri-los por meio da Internet.

Este ano, as ofertas estão reunidas no portal da promoção, ao contrário de outros anos, quando as varejistas ofereciam diretamente em seus sites. Segundo o representante do comitê de varejo online da camara-e.net, Jonas Ferreira, os preços não combinados entre as redes varejistas, garantem "tranparecem e competitividade".

- Neste formato, proporcionamos uma maior concorrência entre os participantes, com atualizações ao longo do dia das ofertas.

Segundo Rolim, a expectativa para este ano é de um crescimento de 35% do número de pessoas que vão às compras na internet, o que representaria uma base de 23 milhões de consumidores.

- O aumento do número de pessoas com acesso à internet e o aumento da frequência das compras levaram o setor a crescer 40% em média nos últimos anos.

Fonte: R7

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Sacolas retornáveis muito bacanas

Ola a todos

As sacolas retornáveis vieram definitivamente para ficar.
Olhem quantas idéias bacanas estão sendo desenvolvidas por algumas empresas lá fora.

Muito bom !



Samsung

Erotic Shopping

Shumensko (simulando uma caixa de cerveja - demais !)

Volkswagen

Meralco: Unplug to

Greenpeace

Campanha sobre autismo

Stop´n grow: roendo unhas

Panadol

Daihatsu

Cruz Vermelha: Precisa-se de doadores

Gaia: Contra tortura de animais

ReVital

Yulia Tymoshenko

YKM: Corda de pular

Fitness

Fitness

Soco inglês (brigando pelo desconto?): Clothes & Closets

Blush Lingerie: Raio-x

A sacola mágica: Alça invísivel

Wheaties

Alinna

Book

Karl Lagerfeld

Tom fo Finland


Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO

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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

D'pil chega à loja de número 200

Rede bate meta de franquias previstas para 2010 e pensa em voos maiores
Antes mesmo de o ano terminar a rede de fotodepilação e fototerapia D'PIL conseguiu bater sua meta e inaugurou sua loja de número 200. Com outros 150 contratos assinados a rede estima a possibilidade de chegar em dezembro com 300 unidades em funcionamento no Brasil.

A franquia de depilação possui lojas no Espírito Santo, Rio de Janeiro, Resende, Niterói, São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Goiás, Alagoas, Bahia, Paraná e se prepara para abrir sua nova unidade em Mato Grosso do Sul, Pará e Santa Catarina. As unidades estão presentes não apenas nas capitais brasileiras, mas também em cidades do interior do país.

A D'pil também investe sua marca na América Latina. De acordo com o Departamento de expansão da rede países como Paraguai, Uruguai, Argentina e Colômbia devem receber unidades da franquia ainda neste ano.

Com ambientação clean e sofisticada, as unidades D'pil contam com tecnologia de ultima geração em suas diversas unidades por todo o Brasil. Além disso, todas as unidades nacionais da rede oferecem tratamento pelo mesmo valor de R$ 55,00 por sessão e área trabalhada, considerado acessível ao público que busca esse tipo de tratamento

A D'pil também se mostra atraente aos empreendedores por ser uma empresa com características que possibilitam ao franqueado ter uma segunda ocupação, necessitar de pouco espaço para ser instalada e não precisar de muitos funcionários.

É possível abrir uma loja em uma área pequena de 35 m² (com recepção, sala de comportamento e banheiro), precisando adaptar apenas a parede e o chão, além de serem necessárias apenas duas pessoas para cuidar da loja: um gerente (podendo ser o franqueado) e uma técnica de depilação. O investimento inicial para abrir uma franquia é de 75 mil reais envolvendo equipamento, mobiliário (sala de depilação e recepção), treinamento inicial, cremes hidratante, material de divulgação e ambientação. O tempo previsto de retorno é de 10 meses.

"É um ramo promissor com gigantesco potencial de crescimento. Os empreendedores podem ser homens e mulheres com interesse na área de estética, sem a necessidade de dedicação exclusiva ao negócio. A renovação da franquia ocorre a cada 60 meses de forma automática e sem custo", comenta o diretor da rede D'pil, Danny Kabiljo.

Bridgestone aposta no varejo e investe US$15 mi no País

Bridgestone aposta no varejo e investe US$15 mi no País
Com a meta de triplicar o número de lojas até 2014 e alcançar mais de 400 unidades no Brasil, por meio de um aporte estimado em US$ 15 milhões, a multinacional Bridgestone Bandag Tire Solutions (BBTS) enfoca suas ações no varejo de produtos para veículos. Segundo o gerente de Marketing da BBTS, Ricardo Drygalla, o mercado de reposição representa para a empresa no Brasil 40% das vendas. Atualmente a empresa possui três canais varejistas: franquias para linhas de caminhões, ônibus e veículos leves; recapadoras responsáveis por fazer a recapagem dos pneus usados, e a rede oficial de revendedores que atendem a área de pneus para passeio e caminhonetes.

A empresa conta que atualmente são produzidos 6 mil pneus de caminhão e ônibus por dia para atender a demanda dos canais de vendas da rede. "Nosso plano é baseado em demandas em função das coberturas que já temos. Para crescer de forma orgânica e estratégica, vamos acompanhar o plano de desenvolvimento de rodovias que o governo apresenta no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), pois queremos estar presentes nos principais trechos rodoviários do País", disse, ao DCI, o gerente de Marketing da BBTS.

Por meio de recursos próprios, este ano serão inauguradas 38 lojas especializadas em serviços para caminhões e ônibus denominadas BTS (Bandag Truck Service). No total, a a marca terminará o ano com 141 franquias BBTS. Segundo o gerente de Marketing da empresa, isso deve atender a demanda do segmento que aumentou com a entrada de motoristas autônomos graças à fomentação das classes emergentes. "Esperamos crescimento de 30% do número de clientes assistidos por softwares e abertura das novas franquias", explicou o porta-voz.

Patrocinadora exclusiva de pneus da Fórmula Truck, a Bridgestone tem na rede credenciada tíquete médio de R$ 500, e ainda oferece serviços de recapagem de pneus usados, além de troca de freios, suspensão, lubrificação, sistemas elétricos, conveniência, acessórios, recapagem e soluções de gerenciamento de frotas por meio de software. Nem todas as unidades oferecem todos os serviços, isso depende da necessidade das regiões onde estão localizadas. Todos os serviços têm três meses de garantia, e os pneus novos, 5 anos, garante Drygalla.

De acordo com a empresa, o formato de lojas no Brasil deu tão certo que a marca começa a transferir o know-how a países como México, Argentina e Chile.

Recapadoras

Além das lojas BTS, a companhia planeja abrir 8 recapadoras no Brasil em 2010. Diferentes das BTSs, onde o frotista encontra um leque de serviços, as recapadoras objetivam a reparação e recuperação dos pneus. Com os novos estabelecimentos, a BBTS pretende encerrar o ano com 118 recapadoras. "Já temos a maior rede de recapagem do País. A meta é integrarmos todos os estabelecimentos que compõem o conceito BBTS", comenta o executivo.

Pneus de passeio

Outro braço da marca é a Rede Oficial de Revendedores Bridgestone, que deve inaugurar 33 lojas até o final do ano; de janeiro a junho passados foram abertas 27 lojas especializadas em veículos de passeio e caminhonetes, em território nacional.

A Rede soma 500 centros automotivos no mercado interno.

"Nosso objetivo com o crescimento da rede é atender à demanda de regiões de grande potencial comercial e reforçar a presença da marca Bridgestone em pontos estratégicos", afirmou diretor de Vendas e Marketing da Bridgestone do Brasil, Marco Antônio Carneiro.

A Rede Oficial de Revendedores Bridgestone vem apresentando crescimento nos últimos anos. Do fim de 2007 até este momento foram abertas 113 lojas: além das 27 deste semestre, foram abertas 35 em 2008 e 51 no ano passado. Os locais oferecem montagem, balanceamento, alinhamento, revisões, freios, suspensão e troca de óleo.

Setor

Gigante em um mercado de reforma de pneus que movimenta mais de 7 milhões de unidades por ano no Brasil, a Bridgestone produz pneus para todos os segmentos nas fábricas de Santo André (SP) e de Camaçari (BA), que somam capacidade de produção de 40 mil pneus por dia. "O principal mercado são os EUA, seguidos do Brasil, que detém 12% desse bolo [da empresa]", ressaltou recentemente o presidente da empresa no Brasil e na América Latina, Humberto Gómes.

Com um aporte de US$ 15 milhões, a empresa pneumática multinacional Bridgestone Bandag Tire Solutions (BBTS) foca no varejo e quer triplicar o número de lojas até 2014, ao alcançar 400 unidades no Brasil.

Fonte: DCI

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Vendendo bem no Dia das Crianças

Ola a todos

A pouco mais de um mês para o dia das crianças, uma data de boas vendas para alguns setores da indústria e serviços, principalmente o pessoal de brinquedos e moda infantil, resolvi postar sobre algumas dicas para bons resultados.

• Se por um lado que vai utilizar o produto será uma criança , ou seja, o consumidor, por outro lado, quem compra, o shopper é o adulto, normalmente com algum grau de parentesco.

• Quanto mais forte o grau de parentesco, maior o peso emocional na decisão do presente. Dessa forma, imagens que mostre o ato de presentear, banners com crianças felizes e similares, podem facilitar a indução da compra, principalmente para aqueles que não têm idéia do que comprar como presente.

• A venda assistida nesse momento é muito importante, não buscando vender apenas o que é mais caro, e sim, o produto mais adequado em relação à idade e expectativas da criança. Lembre-se: Uma boa venda gera uma boa experiência de compra, nesse caso, a felicidade da criança. Boas experiências, criam clientes cativos à sua loja.

• A exposição nas vitrinas de itens que estejam na moda ou que sejam hits do momento no imaginário das crianças, como produtos com licenciamento de personagens e heróis da televisão devem ser bem explorados. Pilhas de produtos, banners coloridos com os personagens e até mesmo a utilização de fantasias por funcionários da loja ou contratados auxiliam a vender o sonho e facilitam a compra desses produtos.

• Não se esqueça também de nas primeiras pilhas de produtos da loja, expor chamativos cartazes de preço, de preferência, também ofertando produtos com valores mais em conta, de marcas ou modelos menos procurados.

• Para produtos de conceito novo, ou que pouco se sabe sobre sua utilização, como um novo robô ou algo do gênero, a sugestão é dispor uma peça para exposição e até mesmo para utilização por partes dos clientes.

• Livrarias com espaços adequados para crianças podem dispor de atividades ou de eventos para chamar a atenção, como show de marionetes ou contadores de historias.

• Oferecer brindes na entrada da loja, como balas, pirulitos e bexigas pode ser uma boa alternativa para se atrair mais público a um baixo investimento. Contratar um carrinho de pipoca ou algodão doce também, principalmente para o ultimo final de semana antes da data.

• Papel picado na loja, confete, e até mesmo uma trilha sonora especialmente dedicada ao publico infantil completam a festa.

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
http://www.falandodevarejo.com.br/

O varejo está preparado para o mercado de idosos?

Ola a todos.

Na semana passada, fui entrevistado sobre a relação entre o varejo e os idosos. Muitas das perguntas me fizeram pensar sobre diversas questões que envolvem o atendimento deste tipo de cliente.

É nítido que existe ainda muito preconceito, ou melhor, pré-conceitos sobre esse tipo de cliente. Muitos vendedores e até mesmo gerentes sabem pouco sobre as necessidades e interesses deste cliente, e por conseqüência, pouco sabem sobre como atendê-los de maneira adequada.

Em primeiro lugar, muitos reclamam do excesso de perguntas e dúvidas desses consumidores. Esquecem de que muitos ainda não se encontram totalmente familiarizados com conceitos tecnológicos como Bluetooth, Touchscreen, LED, entre outros. Comprar algo que não se compreende é sempre uma tarefa difícil. A diferença está, sobretudo, em saber explicar corretamente, e principalmente utilizando os termos adequados.

Como a grande maioria das redes de lojas e magazines contrata equipes jovens e com pouca experiência como atendentes, por vezes a explicação de um termo técnico pode vir carregada de outros termos técnicos que ao invés de facilitar, dificultam ainda mais a vida deste tipo de shopper, quando não carregada de gírias, ainda mais incompreensíveis.

Além da questão do atendimento, existem outras questões, de impacto principalmente visual, que acabam afastando e inibindo a compra, como por exemplo, as etiquetas. Focando principalmente na questão custo, muitos pontos-de-venda, exibem precificadores e etiquetas com informações pequenas demais, quando não expostas em vitrinas de maneira distante aos olhos do consumidor, dificultando seu entendimento. Para muitos, ainda fica a sensação de quanto menor a letra utilizada, com certeza, maior o preço.

Temos também a questão das indústrias, que carregam em suas embalagens informações importantes, porém extremamente pequenas devido à sua pouca relevância comercial.

Pisos antiderrapantes, iluminação melhor adequada (ambientes melhores iluminados), corredores mais largos, utilização de cores mais amenas, locais de descanso em grandes ambientes de venda são boas alternativas para quem deseja criar um ponto-de-venda acolhedor e interessante à este tipo de público.

Com o perdão do trocadilho, esse novo mercado deve ser cada vez mais levado à sério, assim como suas demandas.

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
http://www.falandodevarejo.com.br/

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

MonaVie planeja expansão pelo País para crescer

MonaVie planeja expansão pelo País para crescer
Seguindo no crescimento do segmento de vendas diretas, a empresa MonaVie, especializada na venda de bebidas premium, cresceu 70% no primeiro semestre e espera aumentar o número de distribuidores até o final deste ano.

"Os distribuidores da região ganham em agilidade, aumento de qualificações e também aumento dos cheques, por terem o produto em mãos mais rapidamente", afirmou o diretor-geral da MonaVie Brasil, Maurício Patrocínio.

De acordo com ele, a expectativa é abrir mais 70 distribuidores este ano, chegando a 100 no início de 2011. "Até 2012 queremos abrir cerca de 8 filiais no País, com um investimento próximo a R$ 2 milhões", completou Patrocínio.

Segundo ele, a estratégia prevê facilitar a comercialização de seus produtos (pelo sistema de venda direta) com os distribuidores. Ao invés de um grande polo na capital paulista, agora a empresa pretende incluir pequenos centros de distribuição dos produtos da MonaVie por todo o Brasil.

Até 2012 a empresa inaugurará filiais em Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Goiânia, Curitiba, Porto Alegre e Cuiabá, avalia a inserção em Santa Catarina e prevê duas filiais em São Paulo.

100 lojas levam multa na Lei das Vitrines

100 lojas levam multa na Lei das Vitrines
Fiscais da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras de São Paulo multaram cem lojas no último mês, por descumprir a Lei das Vitrines, ou "lei antitrombada", em vigor desde 4 de agosto no varejo paulistano. A lei obriga os lojistas a colocar tarjas sinalizadoras nas vitrines e em estruturas transparentes semelhantes de lojas de rua e de shopping, supermercados, e bancos, entre outros estabelecimentos da capital. A pena para quem desobedece a regra é de R$ 500, valor que pode ser dobrado em caso de reincidência, sendo o montante reajustado anualmente pelo IPCA.
Fonte: DCI
 

Operadora do KFC e Bob's vende R$ 365 milhões

Operadora do KFC e Bob's vende R$ 365 milhões
Uma das dez maiores do negócio de food service de toda América Latina, a Brazil Fast Food Corporation (BFFC), dona da marca Bob's e operadora no Brasil das marcas KFC, Doggis e Pizza Hut da Grande São Paulo, anunciou esta semana ter fechado o primeiro semestre de 2010 com resultados positivos.

A venda total do sistema registrada nos seis primeiros meses deste ano foi de R$ 365 milhões, crescimento 15,9% acima do do período de janeiro a junho de 2009. O lucro líquido chegou a R$ 2,1 milhões, valor 44,9% maior se comparado ao do mesmo período do ano passado. No segundo trimestre, na comparação com o registrado no mesmo período de 2009, o aumento foi de 15,1%, com vendas totais de R$ 173,4 milhões.

De acordo com o CEO da empresa, Ricardo Bomeny, que também preside a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o crescimento positivo da holding revela a estrutura sólida da empresa. "Estamos muito satisfeitos com os nossos números, pois não registramos nenhum percentual negativo. Continuamos honrando nosso compromisso com os acionistas, de gerar sempre bons resultados, além de manter em plena expansão as nossas marcas", explicou.

Operada no País pela BFFC, a rede Doggis pertence ao grupo chileno GED, que atua no segmento de food service, atualmente administra 151 lojas e ocupa a liderança do setor de alimentação no Chile. O Grupo GED é o máster franqueado da marca Bob's no Chile, com quatro pontos-de-venda naquele país.

Fonte: DCI

O IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas) antecipou tendência da economia para o 2º trimestre

O IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas) antecipou tendência da economia para o 2º trimestre
O IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas), sondagem realizada mensalmente pelo IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo) confirmou a tendência de desaceleração da economia no segundo trimestre de 2010.

A divulgação do desempenho do PIB no segundo trimestre pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na manhã de 3 de setembro, mostra que a economia brasileira avançou 1,2% sobre o trimestre anterior, e 8,8% sobre o mesmo trimestre de 2009, números inferiores aos apresentados nos primeiros três meses de 2010, quando o crescimento foi de 2,7% e 9,0%, respectivamente.

Em relação à atividade de Comércio, o crescimento no segundo trimestre foi de 11,8% sobre o ano anterior. Se comparado ao desempenho do primeiro trimestre, houve desaceleração, já que nos primeiros meses deste ano observou-se crescimento de 15,2% em relação a 2009.

Nos primeiros três meses de 2010, o IAV-IDV registrou taxa média de crescimento de 9,3% sobre o mesmo período do ano anterior, desacelerando para uma taxa média de 5,1% no segundo trimestre. De acordo com os varejistas consultados para o IAV-IDV, a tendência para o terceiro trimestre deve ser de aceleramento, pois a expectativa apontada pelos últimos resultados indica crescimento de 6,3. Nos últimos seis trimestres, apenas em uma ocasião os dados apresentados pelo IBGE não acompanharam a tendência do IAV-IDV.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Grupo de brasileiros firma acordo de compra do Burger King por US$ 4 bi

O Burger King anunciou nesta quinta-feira um acordo com o fundo 3G Capital para venda de todas suas ações ordinárias por US$ 24, cada, ou um montante de US$ 4 bilhões, informou em comunicado oficial a rede de fast-food. A aquisição inclui o refinanciamento das dívidas da empresa. A transação deverá ser concluída no quarto trimestre deste ano.

O fundo multi-bilionário tem sede em Nova York e foi fundado pelos brasileiros Marcel Telles, Jorge Paulo Lemann e Carlos Alberto Sicupira -- acionistas da ABInBev, maior cervejaria do mundo e que controla a AmBev.

Em comunicado, o Burger King informou que o termo do acordo foi aprovado por unanimidade pelo Conselho de Administração da rede, e detalha que todas as ações ordinárias serão vendidas. O ágio obtido com a operação, de acordo com a companhia, será de 46% sobre o preço dos papeis -- antes afetados por rumores de mercado.

O acordo prevê que a 3G Capital compre, por meio de oferta pública, a totalidade das ações em circulação (listadas em Bolsa) da companhia.

Cerca de 31% das ações em circulação pertencem aos associados da TPG Capital LP, Goldman Sachs Capital Partners e Bain Capital Investors. O acordo celebrado informa que esse percentual será ofertado integralmente na venda.

Para a aquisição, a 3G Capital obteve financiamento direcionado à compra da totalidade das ações em circulação e para o refinanciamento das dívidas existentes.

Segundo o site institucional da 3G Capital, o fundo "tem foco em investimentos em ações de companhias bem geridas, fundamentalmente sólidas que estão sendo negociados com um desconto substancial de seu mercado", e de capital aberto.

No comunicado, Alex Behring, sócio da 3G Capital, justifica a aquisição por ser "o Burger King um ícone das marcas mundiais e com rede franqueada sólida, além de grande oferta de produtos [o que] tornar este [acordo] um ajuste perfeito para 3G Capital -- que tem um forte histórico de investimentos de longo prazo em relação às marcas globais de consumo e varejo".

Dificuldades

O Burger King negocia suas ações na Nyse (Bolsa de Nova York) desde 2006.

Em agosto, o Burger King projetou fraca demanda para o atual ano fiscal em meio à dificuldade de recuperação econômica e disse não estar certo sobre quanto os custos de matérias primas, como os da carne, impactariam a empresa.

A companhia afirmou que a alta taxa de desemprego nos EUA e os programas de austeridade na Europa afetariam as vendas nos restaurantes em operação há mais de um ano.

O Burger King, que concorre com o McDonald's, afirmou esperar que os preços de commodities nos EUA sejam fracos no ano fiscal de 2011, embora os custos de carne e trigo não estejam precisos.

A cadeia de fast-food opera hoje 12.150 restaurantes em 50 estados e em 75 países. De acordo com o Burger King, aproximadamente 90% de suas unidades são operadas por franqueados independentes.

Fonte: Folha.com

Starbucks traz nova marca de olho na classe C

Com a recente aquisição das ações da empresa Cafés Sereia do Brasil Participações S.A., o braço brasileiro da norte-americana Starbucks quer ampliar a sua presença no mercado interno, com a chegada da marca Seattle's Best Coffee possivelmente no começo de 2011, para atingir o público C e D. Estas ações foram adotadas logo depois do anúncio de mudança no quadro societário da Starbucks no País, que agora pertence apenas ao norte-americano Howard Schultz.

Com a entrada de uma nova marca no segmento, o que deve acirrar ainda mais a concorrência, cafeterias brasileiras já passaram a se movimentar para não perder espaço e continuar competitivas. Tanto que Fran's Café, Rei do Mate, Casa do Pão de Queijo e Octavio Café, entre outras, anunciam iniciativas de expansão para acompanhar o mercado, que tende a crescer.

De acordo com Ricardo Carvalheira, diretor da rede Starbucks Brasil, há forte otimismo com o crescimento dos negócios da rede no País. "Com 23 lojas, estamos empolgados quanto às oportunidades que este novo momento proporciona para a companhia", afirmou ele.

Para o professor de Comércio Varejista da Fundação Santo André, Henrique Palma, que é especializado em alimentação, o plano de expansão do grupo pode estar na mudança do público atingido pela marca. "Acredito que a Starbucks vai mudar o paladar do café no Brasil. A abertura de lojas com a bandeira Seattle's Best Coffee, de perfil mais popular e de sucesso nos Estados Unidos, era algo especulado nos bastidores, e o palpite ficou ainda mais forte depois da aquisição de todas as ações do grupo pelo empresário americano", disse.

Segundo ele, a intenção ao abrir uma marca secundária é atingir os consumidores das classes C e D, cuja maioria não frequenta as cafeterias da Starbucks no País. "Acredito que os norte-americanos pretendam ainda alterar seu sistema de distribuição no Brasil, hoje restrito às lojas próprias. Com o objetivo de ampliar rapidamente as vendas da Seattle's Best Coffee, o produto deverá ser oferecido em supermercados, lojas de conveniência e livrarias, por exemplo", continuou o professor.

A rede Starbucks entrou no Brasil há cerca de quatro anos com o objetivo de expandir o costume norte-americano de consumir diferentes tipos de café, mas a crise financeira mundial pode ter influenciado uma movimentação mais lenta. "2009 foi um ano difícil para a rede em todo o mundo, por isso acredito que eles pisaram nos freios. Mas agora a tendência é continuar crescendo, principalmente em mercados novos, como Brasil e América do Sul", afirmou o professor de Comércio.

Para Palma, a mudança no quadro societário da Starbucks ainda irá revelar novas tendências no mercado. "Para não ficar de fora, cada uma das cafeterias tradicionais terá de investir amplamente em personalidade: café com personalidade", disse Henrique Palma.

"Apostar em internet sem fio e em café da manhã personalizado será a saída para continuar no mercado. O brasileiro acaba de descobrir o hábito de tomar café fora de casa, então este é um mercado com potencial para crescer muito", declarou o professor.

Concorrência

No Fran's Café, o investimento de R$ 8 milhões na abertura de 20 novas lojas até 2012 já está adiantado, com a inauguração de uma nova loja no Shopping Aricanduva, na zona leste de São Paulo. O objetivo é atuar em diferentes regiões e aumentar o público que consome café. "Estamos apostando na ampliação dos negócios não só em São Paulo, aproveitando o bom momento da economia e a receptividade do mercado ao modelo que oferecemos", afirmou Henrique Ribeiro, sócio da rede de franquias Fran's Café.

Com relação ao diferencial da marca, Ribeiro diz que a aposta do Fran's Café está nas novas receitas: cafés Moccha, Ciocolatta e Fran's Cappuccino Trufado. A rede conta com conexão wi-fi, revistaria e espaços para eventos. O cardápio padronizado traz opções do café da manhã ao jantar, que, na opinião do executivo, garantem a fidelidade da clientela.

Franquias

Com o objetivo de atingir uma parcela maior de consumidores, a rede Octavio Café, com uma unidade que se destaca na Avenida Faria Lima, na capital paulista, também anunciou recentemente sua entrada no ramo de franquias, dentro e fora do Brasil.

Mario Chierighini Filho, diretor superintendente do Octavio Café, afirma que os estudos de expansão nesse novo conceito estão em andamento. "Estamos com estrutura pronta para abrir nos dois formatos [loja própria e franquias], mas talvez as próximas unidades inauguradas sejam lojas próprias, até para termos o tempo necessário para formatar as franquias como se deve, com excelência e qualidade de produtos e de serviço."

O diferencial da marca, segundo o executivo, segue na linha de enfocar a experiência do cliente em degustações de café. "O Octavio Café é um lugar onde as pessoas podem provar, degustar e apreciar, sentindo todas as qualidades e diferenças de cada blend de café", disse. Com o projeto de expansão, que pode dar-se através de franquias, tendas em shoppings ou lojas próprias, o objetivo, para o executivo, é o mesmo: ampliar o público e levar a novos polos a experiência da degustação de café.

Doçarias

Na área de doçarias, há um ano e meio a rede Kopenhagen apostou no nascimento de uma empresa secundária para atender a demanda da classe C e D: a Brasil Cacau, com objetivo de abrir mais 100 lojas até o final de 2010. "A abertura das novas unidades comprova crescimento da Brasil Cacau, que fechou 2009 com 45 lojas", afirma Renata Vicchi, vice-presidente do Grupo CRM.

O aumento da renda do público C e D chamou a atenção da rede de cafeterias norte-americanas Starbucks, que quer ampliar a sua presença no mercado nacional e estuda trazer para o País, a partir do ano que vem, a marca Seattle's Best Coffee, já popularizada nos Estados Unidos. A ação envolve uma das etapas de reestruturação na rede no Brasil, depois do anúncio de mudança do quadro societário da Starbucks, que ficou com o americano Howard Schultz como único acionista.

A entrada de uma nova marca deve acirrar a concorrência entre Fran's Café, Rei do Mate, Casa do Pão de Queijo e Octavio Café, empresas que anunciam expansão para acompanhar o mercado, e adoção de estratégias como wi-fi nas lojas e espaço para eventos.

Para Ricardo Carvalheira, diretor da rede Starbucks Brasil, há otimismo no País: "Estamos empolgados quanto às oportunidades que este novo momento proporciona para a companhia."

Fonte: DCI