terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Um Feliz 2011 para todos !

Um Feliz 2011 para todos !
Ola a todos

2010 foi um excelente ano.
Estamos fechando este ano com um crescimento até o momento estimado na casa dos 10%.
O comércio eletronico aguarda numeros oficiais de uma expectativa de mais de 40% de crescimento.

Crescimento do poder aquisitivo da classe C, numero recorde de empregos (o que estabelece o "emprego pleno", conforme artigo que publiquei na semana passada), são alguns dos fatores que contribuiram e ainda vão continuar contribuindo para o crescimento do varejo no próximo ano.

Existe uma grande expectativa de que o ano apesar de favorável, seja um pouco mais severo em relação ao juros e ao crescimento livre e desenfreado da economia, temendo um risco de alta na inflação. Pessoalmente, não acredito que o impacto das medidas que possam acontecer evitem que no minimo, seja repetido o sucesso desse ano.

Quanto ao blog, eu gostaria de agradecer aos leitores, pelos cerca de 400.000 leitores que passaram por aqui ao longo desses mais de 30 meses. Pelos quase 10.000 seguidores que temos no Twitter, Facebook e Orkut, entre outras comunidades.

O blog entra em recesso hoje e volta às suas atividades no dia 04 de Janeiro, próxima terça-feira.

Até lá, um grande abraço e boas vendas a todos !
Obs: E caprichem nos saldões ! Uma ótima oportunidade de grandes negócios após o Natal.


Atenciosamente,
Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
http://www.falandodevarejo.com.br/

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Emprego pleno: como isso afeta o varejo?

Emprego pleno: como isso afeta o varejo?
Ola a todos
O post dessa semana trata de uma questão que vem atormentando muitos varejistas: A falta de mão de obra, principalmente qualificada.

Na semana passada foi divulgado que o índice de desemprego no Brasil atingiu uma marca menor do que 6%, o que significa para especialistas sobre o assunto que o país acaba de atingir o nível de “Emprego Pleno”, ou seja, estamos passando por um apagão de mão-de-obra, pois o desemprego de 6% é considerado por especialistas como uma faixa de transição, pessoas que estão migrando de um emprego para o outro.

Se é fato que nunca foi tão necessário o treinamento de funcionários visando um bom atendimento e uma boa condução dos processos e operações da loja, também nunca foi tão difícil segurar ou reter funcionários, principalmente os novos, que pouco vínculo emocional possuem com a empresa.

Nós profissionais e empresários do varejo sabemos o quanto árduo é o trabalho do varejista. Não temos feriados, finais de semana, por vezes até nos falta tempo durante a semana! Temos às vezes mais contato com os profissionais da loja ou até mesmo da loja ao lado do que com as pessoas de nossa própria família.

O mundo do varejo acaba se tornando nossa segunda casa, nossa segunda família.

Dessa forma, são poucas as pessoas que possuem hoje disposição e até mesmo interesse em buscar emprego nesse campo. Muitas vezes o interesse barra na questão de trabalhar nos finais de semana, e nos feriados, muitas vezes, essenciais para o bom faturamento.

O mercado farto geram situações desconfortáveis, alinhados ainda mais ao perfil das novas gerações, com profissionais muitas vezes pouco comprometidos com a empresa em si. Não é raro perder bons e bens treinados funcionários para outras lojas muitas vezes com bons anos de casa, por salários pouco acima do que é pago. Profissionais tem trocado de empresas por conta de R$100, 200 reais a mais no salário, sem levar em consideração fatores como carreira, ambiente de trabalho e investimento no profissional.

Na verdade, esse post não se trata de um desabafo, até porque hoje me encontro do outro lado do muro, como um prestador de serviços ao varejo. O fato é que esse não é hoje um mal apenas do varejo em si, mas do mercado de trabalho como um todo.

Quanto mais ao nível de base, mais fácil está a troca de emprego, tamanha a oferta de novos postos de serviço, com uma tendência favorável ao crescimento nos próximos anos.

De outro lado, muitos empregadores, no caso varejistas, ainda se valem de práticas de seleção e salários tal como na época onde faltavam empregos no mercado, acreditando que podem trazer bons profissionais pagando pouco.

Vale entender que o mercado está mudando como um todo, e que ainda é possível encontrar bons profissionais a disposição no mercado, que existem ainda muitos profissionais que vislumbram criar suas empresas muitas vezes pela falta de oportunidades de carreira que lhe são oferecidas, que existem profissionais que não pedem muito, pedem somente o que é justo dada sua qualidade de serviços, que existem profissionais com o nome “sujo” na praça em órgãos como SPC, mas que desejam trabalhar intensamente a fim de quitar suas dívidas e honrar novamente seu nome.

Ambiente de trabalho favorável, procedimentos e diretrizes corretas, salários justos e um pouco mais de “empatia”, começam e devem ser trabalhados como atributos e valores das empresas.

Empresas sempre sonham, ao lado de serem lucrativas, serem reconhecidas como uma das “melhores empresas para se trabalhar”.

A pergunta é: O que sua empresa tem feito para ser reconhecida?

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
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Twitter: @falandodevarejo

Yogolove avança no mercado

A Yogolove comemora os ótimos resultados em 2010 e afirma o seu espaço no mercado de iogurterias. A rede, que contava com apenas duas lojas em 2009, este ano inaugurou mais 11 unidades, incluindo a primeira do setor na Região dos Lagos, em Búzios (RJ). Com faturamento de R$6,5 milhões, a empresa registrou crescimento de 400% em relação ao ano passado. Para 2011, as negociações já estão em andamento e a expectativa é abrir mais 15 lojas. Segundo o diretor da Yogolove, Paulo Colacino, a empresa espera alta de 120% na receita para o ano que vem.

Cursos da CDL/BH para o mês de janeiro de 2011

Cursos da CDL/BH para o mês de janeiro de 2011
A Fatec Comércio, faculdade da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), está com inscrições abertas para os cursos do mês de janeiro. São eles:
· Emissão de notas fiscais eletrônicas

· Administração de Micro e Pequenas Empresas

· Access 2007 avançado

· Construindo planilhas inteligentes e sofisticadas através do Excel

· Assistente administrativo

· Técnicas para conduzir uma reunião breve e produtiva

· Gestor comercial: o sucesso das vendas externas

· Administração e controle do departamento financeiro

· Microsoft Visio 2007

· Departamento pessoal para iniciantes

· Vitrina - O cartão de visita da loja

· Relacionamento interpessoal e administração de conflitos

· Técnicas de vendas

· Formação de gerentes

· Estratégias de negociação em vendas

· Gestão de estoque e logística de materiais

· Contabilidade para não contadores


As inscrições podem ser feitas pelo telefone (31) 3249-1660 ou pessoalmente à Avenida João Pinheiro, 515, no bairro Funcionários. Outras informações no site http://www.cdlbh.com.br/.

Fonte: Divulgação

Natal 2010: Troca de mercadorias sem defeito não é obrigatória

Salvo se o lojista afixar informativo na peça ou no estabelecimento

A troca de produtos sem defeito não é obrigatória. Portanto, a lei só obriga aos lojistas a realizarem trocas de produtos defeituosos, ou seja, o lojista não tem obrigatoriedade de trocar mercadorias em virtude de arrependimento do consumidor quanto à cor, tamanho ou modelo. De acordo com a pesquisa realizada pela Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) junto a 400 consumidores no período de 24 de novembro a 10 de dezembro, 55,22% dos entrevistados afirmaram que iriam efetuar as compras de Natal no mês de dezembro e 13,93% comprariam os presentes na semana do Natal, o que pode facilitar o erro na escolha dos produtos.

Segundo a gerente jurídica da CDL/BH, Patrícia Loyola, a troca, neste caso, é uma liberalidade do lojista. “Na maioria das vezes, a troca é aconselhada por uma questão de fidelização e cortesia para o cliente”, explicou. “O momento de troca pode significar também novas vendas”, acrescentou.

Entretanto, se houver qualquer defeito no produto ou falha na informação prestada no momento da compra, a solução do problema é obrigatória. Quando a troca exigida pelo consumidor for motivada pelo defeito do produto, o lojista tem um prazo máximo de 30 dias para saná-lo. Segundo o artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor, se o prazo não for cumprido, o consumidor poderá escolher, alternativamente: a substituição do produto por outro da mesma espécie, a restituição da quantia paga, monetariamente atualizada, ou, o abatimento proporcional do preço.

A pesquisa realizada pela CDL/BH apontou, ainda, que 34,42% dos consumidores irão comprar roupas para presentear. É importante observar se a loja disponibiliza a troca de mercadorias. “Caso o lojista afixe em seu estabelecimento um cartaz informando um prazo determinado para a troca da mercadoria, ou informá-lo na etiqueta do produto, a troca deverá ser efetuada, em obediência ao estipulado pelo lojista e informado ao consumidor”, explica a gerente jurídica da CDL/BH.


Fonte: Divulgação

Classes C e D lideram compras pela internet

Classes C e D lideram compras pela internet
Com os comércios e shoppings lotados na época do Natal, realizar compras on-line é uma alternativa cômoda e ágil para quem não tem tempo a perder. A praticidade, segurança e agilidade das lojas virtuais ganham a confiança e conquistam os consumidores que preferem otimizar o tempo e ter a facilidade de receber os produtos em casa.

A melhor data do ano para o varejo é também, a melhor época para o comércio eletrônico. De acordo com estudo da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), o Natal de 2010 será o melhor dos últimos dez anos, principalmente por conta do aquecimento econômico e da ascensão das classes C e D.

Pesquisa realizada pela plataforma digital MoIP, empresa de pagamentos on-line, para detalhar os hábitos de consumo do brasileiro na internet, indicam forte presença de consumidores das classes C e D nas compras on-line. Segundo o levantamento, realizado entre setembro de 2009 e julho de 2010, 52% dos e-consumidores são da classe C e 29% da classe D. Ou seja, 81% pertencem às faixas menores de renda. O grupo desses novos consumidores é formado por pessoas de variadas faixas etárias, com destaque para os adultos que nasceram antes da internet e que optaram por adquirir o hábito de comprar via web, além dos jovens da geração digital, que não têm outra alternativa a não ser aderir à prática.

Com o mercado em plena expansão, a Direct Express, empresa privada do segmento, termina o ano com alta de 50% em relação a 2009, totalizando quase 10 milhões de entregas e faturamento previsto em R$ 130 milhões.

Para conseguir prestar o melhor serviço e garantir todas as entregas de Natal, a empresa investiu na abertura de centros operacionais em 2010, como os de Campinas (SP), Jacarepaguá (RJ) e na ampliação de outros como os da Zona Norte (SP), Brasília e Salvador. São 13 centros operacionais próprios que chegam a atender até 80% de toda a demanda e mais 70 terceirizados.

Fonte: Diario do Grande ABC

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Nike Store inaugura loja em São Paulo

Nike Store inaugura loja em São Paulo
O Grupo SBF, controlador da Centauro, maior rede de artigos esportivos da América Latina, abriu nesta semana mais uma Nike Store, no Shopping Eldorado, em São Paulo. O ponto de venda oferece produtos masculinos e femininos em categorias como running, sportswear e futebol. Com 180m², a Nike Store oferece roupas, acessórios e calçados de alta performance para a prática de esportes e para uso do dia-a-dia, incluindo modelos exclusivos. Com a nova loja, a cidade de São Paulo passa a contar com três unidades da rede. As outras duas estão nos shoppings Anália Franco e Villa-Lobos.
Fonte: Mercado & Consumo

Alshop conquista benefício ao varejo

Alshop conquista benefício ao varejo
O presidente da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), Nabil Sahyoun, e representantes de outras três entidades ligadas ao setor varejista, conquistaram na tarde desta segunda-feira (20/12), junto ao governo do Estado de São Paulo, a possibilidade de parcelamento em duas vezes, por parte do varejo paulista, do recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), referente às vendas do mês de dezembro de 2010.

O benefício, dado após intensas negociações entre as entidades envolvidas, poderá ser usufruído pelo varejo paulista, mediante pagamento de duas parcelas: a primeira, com data de vencimento para o próximo dia 20 de janeiro de 2011; e a segunda, com prazo estendido até 22 de fevereiro de 2011. Antes do decreto, o recolhimento do ICMS era feito uma única vez, do dia 3 ao dia 20 de janeiro.

A Alshop alerta o varejo sobre a busca por mais informações, a fim de que todos estejam cientes sobre as formas corretas de utilização desta vantagem. “É extremamente necessário um conhecimento amplo sobre as regras a serem seguidas, mas este benefício chega em boa hora ao setor, pois os varejistas atualmente vivem um dos melhores momentos dos últimos cinco anos, com vendas expressivas, fluxo de público atingindo altos índices, e lucratividade ascendente, o que torna esta possibilidade de parcelamento do recolhimento do ICMS ainda mais vantajosa à todos. E esta iniciativa mostra o apoio ao pedido das entidades para a flexibilização dos prazos de pagamentos", ressalta Sahyoun.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Japonesa Uniqlo planeja ter loja no Brasil

Na tentativa de se tornar a líder mundial do varejo de roupas, a japonesa Fast Retailing Co. planeja abrir lojas Uniqlo nos mercado de rápido crescimento da Índia e do Brasil, além de expandir vastamente a presença na China, onde quer que o número de lojas supere o do Japão até 2020.

Os chamados varejistas de moda rápida, tais como a Inditex S.A., da Espanha, que é a maior varejista de roupas do mundo e opera a rede Zara, e a sueca Hennes & Mauritz AB, estão rapidamente expandindo seus impérios pelo mundo, à medida que os consumidores abandonam as roupas mais caras em favor das opções mais acessíveis. A Fast Retailing, líder em vendas do varejo de roupas na Ásia, disse que pretende ultrapassar a Zara e a H&;M dentro de uma década, com a aceleração da abertura de lojas — particularmente na Ásia.

Tadashi Yanai, fundador e
diretor-presidente da Fast Retailing
O foco de moda da Fast Retailing, entretanto, é diferente de seus concorrentes: ela vende por preços acessíveis produtos casuais, como jaquetas de lã, calças jeans e a linha roupas térmicas Heat Tech. "Nós não fazemos roupas que você vai jogar fora depois de uma estação", disse Naoki Otoma, diretor operacional da Naoki Otoma.

No seu mercado doméstico, de onde a Fast Retailing tira a maior parte de sua receita, a companhia chamou a atenção por quebrar várias das convenções dos negócios japoneses. A empresa já disse que o inglês tem que ser falado em todos os encontros de negócios em que houver estrangeiros presentes, que até 2012 toda a correspondência via e-mail terá que ser em inglês e o número de empregados estrangeiros vai superar o de japoneses em 2015.

A varejista está rapidamente se tornando um modelo para o resto das corporações japonesas, que enfrentam o obstáculo duplo do encolhimento da demanda doméstica e da escassez de líderes japoneses com conhecimento e habilidade linguística necessários para liderar um movimento maior em direção ao mercado global.

"Nossa vantagem é que somos uma marca japonesa, conhecida pela boa qualidade e pelo design, e estamos mais próximos dos mercados asiáticos", disse Otoma ao Wall Street Journal. "Na China, nós vamos crescer organicamente, sem alianças ou colaborações. Não existe uma empresa chinesa que possa fazer o trabalho melhor do que nós (...) Nós não vamos nos esforçar para elevar muito o número de nossas lojas no Japão, daqui para frente."

A previsão é de que a Uniqlo tenha 844 lojas no Japão e 76 na China até o fim de agosto do ano que vem. Até 2020, a Uniqlo planeja ter 1.000 lojas na China, somente por meio do crescimento orgânico. A Zara tinha 60 lojas na China, em 31 de outubro.

Otoma, de 50 anos, também disse que a Uniqlo pretender entrar nos mercados brasileiro e indiano dentro de cinco anos. Embora um varejista estrangeiro só possa entrar na Índia como acionista minoritário com um sócio local, esta restrição deve provavelmente mudar em breve. "De acordo com nossas pesquisas, essas regulamentações devem ser dissolvidas dentro de um ano", disse Otoma.

No Brasil, o desafio é fazer a coleção certa chegar ao mercado na estação adequada. Otoma disse que, como as estações são o oposto da maioria dos outros mercados da Uniqlo, que ficam no Hemisfério Norte, a logística acaba sendo um desafio, já que a coleção da última temporada chegaria no país com uma estação de atraso. Eles querem resolver a charada antes de entrar no mercado.

No crucial mercado americano, a Uniqlo está reconstruindo a marca, depois de alguns erros. Ela saiu dos shopping centers de subúrbio e agora tem apenas uma loja, no bairro do SoHo, em Manhattan. A empresa planeja abrir um site de vendas em breve, para atingir mais americanos, e inaugurar uma loja principal na Quinta Avenida, em Nova York, no ano que vem.

A empresa não esconde que está rastreando o mercado para fazer aquisições nos EUA, depois de uma oferta malsucedida pela Barneys New York, em 2007.

"Nós recebemos muitas propostas", diz Otoma. "Não existem muitas boas opções no mercado no mundo. E para as empresas que estão se saindo bem, o valor pedido para comprá-las é enorme. Nós temos que avançar rapidamente com o comércio eletrônico. Nossa prioridade tem sido reforçar a marca e o reconhecimento da marca nos EUA."

Embora a Fast esteja expressando abertamento seus planos de dominação global, o último ano foi agitado, depois de um período de boa rentabilidade.

As vendas no Japão em novembro, pelo critério de mesmas lojas, despencaram 15% em relação ao ano anterior, a quarta baixa mensal consecutiva. O número de clientes caiu 7% e as vendas por cliente despencaram 8,1%.

Em outubro, a Fast previu que o lucro líquido no ano todo — até outubro de 2011 — cairia pela primeira vez em quatro anos, em 17%, para 51 bilhões de ienes (US$ 608,1 milhões). A empresa projetou que as vendas líquidas subiriam 5%, para 856 bilhões de ienes, entretanto. A ação apresenta uma desvalorização de 27% no ano, até o momento.

Tadashi Yanai, fundador e diretor-presidente da Fast Retailing, atribui o fraco resultado à escassez de itens básicos importantes, ao marketing fraco das linhas de verão e primavera e a falhas no planejamento de produção e produtos.

"Acho que o forte desempenho no primeiro semestre nos levou a ser menos cuidadosos no segundo", disse ele em uma apresentação este ano.

Fonte: The Wall Street Journal

Compras por impulso: oportunidades para marcas e varejo

Compras por impulso: oportunidades para marcas e varejo
por Chan Wook Min*

Em 1998, pesquisa realizada pelo POPAI Brasil revelou que cerca de 85% dos produtos comprados dentro de super e hipermercados eram decididos no ponto de venda. Em 2004, essa decisão passou para 81%. Embora esse índice tenha diminuído, é assustador pensar que todo carrinho ou cesto de compras que passa pela checkout teve mais que metade da compra decidida no ponto de venda. Neste contexto, o varejo e as marcas têm uma grande oportunidade para alavancar as vendas.

As compras por impulso ocorrem em função da lembrança da necessidade de um produto ou da necessidade gerada dentro do ponto de venda. Tanto na primeira quanto na segunda situação, a compra acontece em função da lembrança. Como diria uma das máximas do marketing, "quem não é visto, não é lembrado".

Para fazer com que um produto ou serviço possa fazer parte desses itens, entra em cena a boa exposição. Quando se fala em exposição de produtos, ou merchandising, não estamos falando sobre excesso de exposição. O primeiro passo para estar na lista de compras é estar em locais estratégicos, como pontas de gôndola, ilhas promocionais, cross merchandising, check stands ou em destaque nas próprias gôndolas.

Esses pontos extras de exposição aumentam o dinamismo da loja. O shopper, durante sua caminhada pelos corredores do ponto de venda, ambiente que ele já conhece, tende a deslocar o olhar para as áreas com novas decorações ou novos ambientes de exposição. Para o varejo, isso significa que é extremamente vantajoso investir em novas e corretas formas de exposição de produtos.

Já para a indústria, é fundamental apostar em materiais de marketing para ponto de venda, como displays, testeiras, réguas de gôndolas, stoppers, woblers etc. Eles amplificam todo o potencial para seduzir o shopper, apostando em cores e imagens, informações sobre a marca ou para o produto e outros elementos que prendem a atenção.

A carga de comunicação precisa ser balanceada conforme a proposta da loja, para não descaracterizar ou poluir o ambiente. Por isso, todo o material de comunicação precisa ser revisto, analisado ou substituído freqüentemente, para que o ponto de venda não se torne um ambiente estático e sem novidades. Ainda é preciso levar em consideração a durabilidade do material para qual foi projetado para não gerar desperdícios e otimizar os investimentos.

Paralelamente, há os produtos que estão planejados na lista de compras e cuja marca é decidida no ponto de venda. Esse índice era de 21% em 1998 e passou para 16% em 2004. Além da leve queda, que pode ser atribuída a um comportamento mais objetivo de compra, outro aspecto importante é a diminuição de tempo de permanência dos shoppers dentro do estabelecimento, que era de 1h e foi para 40 minutos em supermercados.

Essa atitude, que reduz cada vez mais o tempo possível de lembrança ao consumidor, aumenta a necessidade de se incrementar todo o trabalho de merchandising no ponto de venda. Um bom planejamento de comunicação, dentro de um ambiente comercial, destaca e decora o ambiente de compra. Isso estimula o desempenho das compras por impulso.

Hoje, já existem diversas tecnologias que possibilitam criar materiais de marketing no ponto de venda de grande impacto visual. Seja por meio de impressões de alta qualidade, luzes, formas, movimentos e até telas de digital signage, o importante é compor um cenário atrativo e sempre dinâmico, a fim de captar a atenção de um shopper exigente. As marcas e lojas que conseguirem sucesso nesse constante desafio sairão na frente na preferência do consumidor.


*Chan Wook Min é presidente do POPAI Brasil - The Global Association for Marketing at Retail

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Corinthians lança rede de farmácias, a FarmaTimão

Mais uma vez inovando com suas estratégias de marketing, o Corinthians anunciou, nesta quinta-feira, mais uma novidade para seus torcedores. A criação da FarmaTimão, rede de farmácias própria da equipe do Parque São Jorge.

A primeira loja da rede corintiana de farmácias será inaugurada nesta quinta-feira, às 18 horas (horário de Brasília), na sede social do clube, que terá entrada exclusiva para candidatos.

A intenção da diretoria de marketing do clube é ter até 15 lojas espalhadas pela cidade de São Paulo até o final de 2011. A rede de farmácias do Corinthians tem como parceira a PoupaFarma.

A PoupaFarma, que não atua na capital paulista, promete manter uma faixa de preços baixa na farmácia corintiana. "A FarmaTimão seguirá a mesma política da PoupaFarma, de preços baixos, tendo como destaque os medicamentos da Neo Química, patrocinadora do time", disse a diretora de marketing da PoupaFarma, Fabiana Geraigire.

Pelo lado do Corinthians, o objetivo é trazer os torcedores para ainda mais perto do clube. "Criar projetos que aproximem, cada vez mais, o torcedor do clube é o nosso maior objetivo. O slogan será: ‘FarmaTimão - Torcendo com saúde' e isto não é por acaso, o torcedor corintiano terá descontos e preços baixos, além disso estaremos colocando o torcedor cada vez mais próximo do nosso maior patrocinador" comentou Luís Paulo Rosemberg, vice-presidente de marketing do Corinthians.

Fonte: Gazeta Esportiva

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Umen inaugura loja em Teresina

Umen inaugura loja em Teresina
A Rede de lojas masculina Umen acaba de inaugurar mais uma de suas lojas, em seu projeto de expansão, pelo Brasil. Desta vez a rede esta com endereço em Teresina.A marca leva o conceito de Moda Masculina, num mix de produtos variados, já com a completa coleção Verão 2010, que é composta por 250 peças de roupas, sendo 30% em jeanswear, 40% camisaria e 30% malharia, além do lançamento da linha de acessórios, que inclui eyewear, bolsas, calçados casuais e underwear, o que somam mais 100 produtos para compor seu mix .
A modelagen vem mais ajustada e o jeans skinny com bastante peso na coleção. Entre os diversos tecidos usados, estão os jeans resinados, com elastano e os sobretintos, estes são os mais presentes nas calças e bermudas.

A camisaria vem muito forte com a estrutura slim e com a gola menor, desenvolvida em tricoline 100% algodão e fios tintos com elastano e poliamida oferecendo um caimento perfeito.

Os pequenos detalhes também fizeram a diferença na coleção. Placas e botões de metal, mix de padronagens, formando composès únicos, viés nos acabamentos, vistas e colarinhos menores trazendo delicadeza e um ar de novo nas peças, forros personalizados e mix de rebites.

Na malharia as estampas exclusivas, na sua maioria, são localizadas e possuem grafismos com um ar orgânico, algumas delas estampadas do avesso, além da presença dos geométricos. Na cartela de cores os tons chamados sorvetes, que são cores delicadas porém, com luz, como o rosa, o verde menta, coral, magenta, beterraba, lilás, azul céu, amarelo cera, turquesa. Feita em 100% algodão em fio 40 penteado. O must da coleção de malharia fica por conta das golas V, tendência do Verão 2010 que permanece nesta nova estação.

Para esta coleção, Paulo Zulu estrela o catálogo, vestindo peças que relatam os conceitos e as inspirações da marca para esta estação. Peças versáteis, conforto e principalmente estilo, resultando um belíssimo ensaio com as principais tendências do Verão 2011.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Comunicação no pdv: Qual o tom de voz de sua loja?

Olá a todos !

Já reparou como sua marca se expressa? Como você acha que sua loja se comunica com seus consumidores?

Já reparou como as campanhas de varejo e marcas populares são sempre gritadas? Ao mesmo tempo, também já reparou como as campanhas e marcar de luxo sempre possuem uma locução mais tranqüila e suave?

Isso se deve principalmente ao que eu chamo de “sensação de oportunidade única”. As frases nas campanhas e na comunicação são rápidas, altas, sempre com gente gritando de maneira apressada e frenética. Dá a verdadeira impressão de que quanto mais rápido e alto, melhor a e mais imperdível a promoção. Termos como “compre já”, “somente hoje”, “corra pra cá” e por aí vai, são utilizados com freqüência e com uma locução firme e rápida de modo a frisar o momento. Marcas sofisticadas, ao contrário das marcas populares, utilizam-se de um tom muito mais suave e calmo, principalmente quando utiliza locução sendo muitas vezes seguido por uma trilha sonora calma ao fundo.

E quando falamos em “tom”, não estamos falando apenas na questão das campanhas e sua veiculação no rádio ou televisão, por exemplo. Até mesmo na precificação e sinalização das lojas é possível observar qual o tom que está sendo empregado: Lojas mais populares abusam de coloridos e chamativos splashes de preço, como se pudessem verdadeiramente gritar através de textos, preços e palavras.

Em marcas mais sofisticadas, notamos pouca comunicação neste sentido, em alguns casos, até mesmo buscando intencionalmente não ofertar de maneira destacada suas ofertas.
Importante é entender que o tom utilizado na comunicação é um dos componentes que formam a imagem da marca. O ideal é buscar um tom que seja ajustado aos atributos e percepções que a marca deseja repassar aos seus consumidores.

E para sua loja? Qual o tom?

Um grande abraço e boas vendas!

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Extra supermercado termina o ano com 89 lojas

Extra supermercado termina o ano com 89 lojas
Ultima virada acontece dia 15/12 em São Paulo e Rio de Janeiro para conversão de lojas Comprebem e Sendas nos dois Estados

 O projeto de conversão das lojas Comprebem e Sendas em Extra Supermercado, iniciado em agosto, termina o ano de 2010 com a virada de mais 17 lojas no dia 15/12. As primeiras lojas viradas cresceram mais de 30% em relação ao faturamento das mesmas unidades nas antigas bandeiras. Nesse próximo lote de viradas, a rede investe R$ 14 milhões na inauguração de dezessete novas lojas, sendo cinco originárias da rede CompreBem, em São Paulo, e doze Sendas, no Rio de Janeiro.

Com essas aberturas, já são 89 lojas da rede presentes nos Estados de S. Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Ceará. O plano prevê a finalização do projeto até o final de 2011, o que deve posicionar a rede de supermercados como a maior do País, com mais de 170 pontos de venda. O formato de supermercados começou 2009 com apenas 13 unidades.

O Extra Supermercado se caracteriza como uma loja de bairro completa com destaque para as seções de perecíveis e alimentos. Com a expansão da rede, a empresa aumenta a escala dos seus negócios e capitaliza sinergias e ganhos operacionais especialmente nas áreas de comunicação, marketing, logística e administração. Esses ganhos são repassados aos consumidores em formato de melhores preços, reforçando a política de competividade da bandeira.

Com a força promocional da marca Extra, a rede conta com as mesmas ofertas disponíveis em eventos como, por exemplo, a Quarta Extra, de vendas de frutas, verduras e legumes e que também conta com promoções em todas as seções da loja. Outras ações, como o aniversário da bandeira, comemorado em novembro, também fazem parte do calendário de descontos no formato supermercado.

A expansão do formato Extra Supermercado está alinhada a estratégia da rede para atender aos clientes em seus diferentes momentos de compra, transferindo os benefícios de preços, produtos e serviços em todos os canais. Uma pesquisa do Latin Panel indica que 52% dos lares brasileiros vão em três ou mais canais - padarias, auto-serviço, atacarejo, farmácia etc - todos os meses. O Extra mantém operações em super, hiper, lojas de proximidade (Extra Fácil), drogarias, postos e também na internet, com www.extra.com.br.

A proposta do Extra é reunir várias soluções de compra sob uma mesma marca, ou num único ambiente de compra, facilitando a vida do consumidor com produtos de qualidade, preços competitivos e facilidades de pagamentos. “Com o aumento da renda e do emprego, o consumidor ampliou seu poder aquisitivo e está mais exigente tanto no que diz respeito a qualidade, como também facilidade, sortimento e serviços”, declara José Roberto Tambasco, Vice Presidente Executivo do Grupo Pão de Açúcar.

Cada loja oferece, em cerca de 1.500 m², um sortimento com 20 mil itens, especialmente para compras diárias, como padaria, frutas, verduras e legumes, congelados e açougue. Com uma loja mais completa, o quadro de colaboradores foi ampliado em 30%, entre funcionários diretos e indiretos, garantindo melhor atendimento. Segundo Tambasco, as melhorias e novidades são altamente percebidas e ainda mais valorizada pelos clientes em razão da associação à marca Extra. “ Identificamos que, em alguns casos, como nas classes mais populares, a marca Extra é altamente reconhecida pelos seus diferenciais e chega a ser citada como um aspiracional de consumo", destaca Tambasco.

Com foco no público direcionado às compras de reposição e de oportunidade, o Extra Supermercado oferece serviços como:

Cartão Presente – Diferencial da rede Extra, o cartão presente facilita e dá comodidade ao consumidor. Ele pode ser “abastecido” com qualquer valor e trocado por produtos nas lojas – válido para todas as seções, de alimentos a eletrônicos. Em formato recarregável, permite ao usuário definir como, quando e quanto quer gastar, podendo utilizá-lo como forma de pagamento ou de uma só vez. A tecnologia, desenvolvida pelo próprio Grupo Pão de Açúcar, permite que a recarga seja feita diretamente no caixa das lojas, de maneira simples e rápida.

Recarga de celular – Graças ao sistema de correspondente bancário, ainda no caixa, enquanto realizam os pagamentos das compras ou de suas contas, os clientes dispõem da facilidade de recarregar os créditos de seu celular.

Cartão Extra – O Cartão Extra é uma excelente oportunidade de fazer os pagamentos de suas compras com vantagens exclusivas. Com uma renda familiar mínima de R$150,00 é possível fazer um cartão de crédito na hora, sem anuidade e com até 40 dias sem juros para pagar. Além disso, há promoções de parcelamento sem juros em diversas seções da loja.

Espaço Café (*) – O cliente poderá se deliciar com as opções de salgados e doces confeccionados na loja, além de sucos e refrigerantes. O espaço conta com mesas e cadeiras para proporcionar ainda mais conforto aos clientes na hora de uma refeição rápida e gostosa no intervalo das compras.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Lojas Koerich prevê comércio aquecido neste Natal

As vendas no comércio nas últimas duas datas temáticas, Dia dos Pais e Dia das Crianças, foram positivas, reaqueceram as vendas, principalmente das compras a prazo, e agora há otimismo para a mais esperada data do ano: o Natal. A Lojas Koerich, com 81 lojas em Santa Catarina, prevê um crescimento de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior. A empresa aposta no preço competitivo, facilidades no pagamento e sua grande campanha de Natal para atrair o consumidor.

Dentre os produtos que devem ter maior procura estão os condicionadores de ar; ventiladores; umidificadores; eletroeletrônicos; linha de informática como notebooks, netbooks, máquinas digitais, filmadoras e celulares. Além disso, televisores e DVDs devem ter uma procura, mas não tão forte, tendo em vista as vendas durante a Copa do Mundo. “Os móveis e linha branca também são nossas apostas, temos um grande estoque, antecipamos nossas compras com fornecedores para podermos oferecer aos nossos clientes variedade de produtos e condições de pagamento”, afirma Adílson Toll, gerente de Marketing da Lojas Koerich.

As vendas pela internet também devem aquecer o mercado neste Natal. Segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, câmara-e.net, a expectativa é de um crescimento de 40% e que os consumidores movimentem R$ 3,3 bilhões no último trimestre, levando o faturamento do varejo virtual a ultrapassar os R$ 15 bilhões em 2010.

“Desde que lançamos nosso sistema para vendas online, em setembro de 2009, através do nosso site www.koerich.com.br, percebemos uma forte tendência dos consumidores na busca por móveis, celulares, câmeras digitais, eletroportáteis e produtos de áudio e vídeo. No segmento online nossa expectativa é crescer 40% neste período”, completa Adílson. “Temos como diferencial o frete gratuito e garantido dentro da região de atuação, fator que também atrai o consumidor”.


Fonte: Folhablu

Varejo online deve vender 40% a mais no Natal

Varejo online deve vender 40% a mais no Natal
Empresas projetam encerrar o ano com um faturamento recorde de R$ 15 bilhões
O comércio online brasileiro deve faturar R$ 2,2 bilhões com o Natal de 2010. O dado faz parte de estimativa divulgada pelo E-Bit e representa um acréscimo de 40% em relação às vendas efetivadas em 2009. Caso a previsão se confirme, o setor pode fechar o ano com um faturamento de R$ 15 bilhões, valor recorde. No ano passado, durante o período entre 15 de novembro e 24 de dezembro, o e-commerce foi responsável pela movimentação de R$ 1,6 bilhão. A arrecadação anual ficou em aproximadamente R$ 10 bilhões.

O levantamento da empresa que monitora o comércio eletrônico no Brasil também detalhou as preferências do consumidor virtual. Entre o público masculino, os aparelhos eletrônicos são os campeões de vendas. Os cosméticos configuram-se no alvo favorito das mulheres. O tíquete médio do segmento deve girar em torno de R$ 370,00. “Este foi um ano favorável à economia brasileira e, consequentemente, ao e-commerce”, constata Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos do E-Bit.

O aumento progressivo da arrecadação do e-commerce está diretamente relacionado com a ascensão econômica da classe C. “Trata-se de uma classe social com uma base populacional muito grande e que está chegando à internet para fazer sua primeira compra. Além disso, a entrada das grandes redes no comércio eletrônico contribui para que o consumidor opte por esse meio”, relata Umberti. Até o final de dezembro, calcula-se que 23 milhões de pessoas terão realizado ao menos uma compra na internet durante o ano.

Premiada pelo E-Bit nos últimos três anos com a Medalha Diamante no segmento eletroeletrônicos, a Colombo planeja um incremento de 50% nas vendas natalinas realizadas por televendas e pelo site. Para suportar uma carga de 900 pedidos diários e evitar atrasos nas entregas, a empresa promoveu alterações em sua logística. Cerca de 180 funcionários dedicam-se exclusivamente às demandas online. Atualmente, os meios virtuais representam 15% do total comercializado pela companhia.

Hoje, ao fazer alguma aquisição na web, a preocupação número um do comprador refere-se ao prazo de entrega do produto. Para evitar qualquer tipo de contratempo, recomenda-se que o internauta acompanhe o desenrolar da transação. Outra medida necessária no espaço online é a busca de informações sobre a loja escolhida. Nesse sentido, sites especializados e ferramentas como o Facebook e o Twitter podem exercer uma função importante. “As redes sociais tornaram-se aliadas na hora da compra. A troca de informações através delas tem ajudado o consumidor a se decidir por uma ou outra empresa”, constata Paulo Kendzerski, diretor de marketing da WBI Brasil.

Além dos cuidados com dados cadastrais e senhas, Kendzerski sugere que o internauta desconfie de produtos com valores muito abaixo do mercado. “Não existe oferta ou promoção milagrosa”, assegura.

Fonte: Jornal do Comercio

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Subway deve chegar a 550 restaurantes abertos este ano.

Rede já é a número um do mundo em unidades e planeja ser a maior do país até 2014

A Subway - maior rede de fast-food do mundo em número de unidades, com mais de 33 mil em 93 países e terceira maior rede do país – comemora os resultados positivos que obteve no Brasil em 2010.

Com um crescimento vertiginoso, a rede de fast–food inaugurava cerca de 10 lojas por ano quando retomou a operação no país no ano 2000. A partir de 2007 este montante ultrapassou as 100 aberturas anuais. Desde então a Subway não parou mais de crescer e segue conquistando cada vez mais adeptos da culinária rápida, prática e saudável que oferece. Em 2009 a rede contava com 365 lojas, hoje possui 516 restaurantes abertos, um crescimento que não se compara ao de nenhuma outra rede do segmento de alimentação no país.

Com média de 15 inaugurações por mês, o Brasil deve ganhar em 2010 185 novas unidades para fechar o ano com 550 lojas distribuídas pelo país. A expectativa para 2011 é de que a rede alcance a marca de 700 unidades e siga em expansão para até 2015 se tornar a maior rede de fast food do Brasil.

A Gerente de Operações da rede no país, Roberta Damasceno, explica alguns fatores que permitiram a rápida expansão da rede. “O fast-food saudável é o grande diferencial da Subway e atualmente é notável a mudança de hábitos alimentares dos brasileiros. É nisso que a Subway tem apostado em todos esses anos. Além disso, nossas franquias têm operação simplificada e baixo custo se comparada a outras redes de alimentação, ressalta Damasceno.

Até o momento a rede inaugurou 151 novos pontos de venda, sendo 21 no Rio de Janeiro, 47 em São Paulo, 1 em Manaus, 6 na Bahia, 2 no Ceará, 10 no Distrito Federal, 2 no Espírito Santo, 15 em Goiás, 1 no Maranhão, 15 em Minas Gerais, 1 no Mato Grosso do Sul, 1 no Mato Grosso, 2 Paraíba, 2 Piauí , 2 Pernambuco, 7 no Paraná, 7 no Rio Grande do Sul, 1 em Rondônia, 1 no Rio Grande do Norte, 5 em Santa Catarina,1 no Tocantins e 1 em Alagoas. E segue com as aberturas em dezembro nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e Porto Alegre.

Polo USA inaugura loja em Camboriu

Polo USA inaugura loja em Camboriu
Projeto arrojado faz parte dos novos rumos da empresa

Acontecerá na primeira quinzena de dezembro, a inauguração da loja flag ship da Polo USA fora da cidade sede, São Paulo, no Shopping Camburiu, em Balneário/SC. A escolha da cidade faz parte da estratégia de crescimento da marca, voltada a expandir em municípios turísticos, com visibilidade para diversos públicos e com grande concentração de formadores de opinião, principalmente em temporadas de verão.

Por ser a primeira loja flag ship da marca fora de São Paulo, a idéia principal é a linguagem interativa na escolha tanto do projeto arquitetônico, assinado por José Henrique da Studio Zeh, como no mix de produtos distribuídos estrategicamente na loja, o que facilita a interação do público com todos os produtos.

O investimento do projeto girou em torno de R$350 mil e tem como objetivo gerar um canal de atuação, principalmente um proposto sistema de franchising, em shoppings de franco crescimento como o Camburiu.

“A marca já está negociando mais duas novas lojas junto dos empreendedores do shopping Camburiú, em shoppings do grupo em outras cidades que serão divulgados no primeiro semestre de 2011, onde pretendemos consolidar a Polo USA”, finaliza o diretor da marca Renato Pinilha.

Luiza terá sua "Super Casas Bahia" e prevê giro de R$ 5,3 bi

Luiza terá sua "Super Casas Bahia" e prevê giro de R$ 5,3 bi
Tudo o que era temporário das Super Casas Bahia, a megaloja sazonal de fim de ano em São Paulo e no Rio de Janeiro, torna-se fixo com a inauguração da megaloja do Magazine Luiza na Marginal do Tietê, em São Paulo. Lá a empresa fixa sua presença no mercado paulistano, ao montar um espaço que se assemelha em quase tudo à superloja de uma das suas principais concorrentes. O local possui um Espaço Beleza, para que clientes e funcionários possam cuidar da aparência; Espaço Brinque, voltado para a diversão das crianças que visitam a loja, e Espaço Sabor, onde quem pensa em trocar utensílios da cozinha poderá experimentá-los antes de levar para casa. Outra atração importada da concorrência é o show da Turma da Mônica, que mudou do Anhembi, lugar do Super Casas, para a Marginal do Tietê.

A estratégia da empresa deve-se à guerra setorial, já que a área de eletroeletrônicos tem sido a menina-dos-olhos do varejo, tanto que resultou na maior movimentação do setor até hoje, com a união de forças do Grupo Pão de Açúcar com Casas Bahia e Ponto Frio, além da fusão da Ricardo Eletro com a Insinuante, para criar a segunda maior do ramo, a Máquina de Vendas.

Apesar de ter perdido a aquisição nesses dois grandes negócios, a rede paulista Magazine Luiza mantém planos de não perder mercado; ao contrário, a empresa informou que prevê fechar o ano com faturamento de R$ 5,3 bilhões. O valor representa quase oito vezes o valor registrado em 2002, de R$ 700 milhões. Sendo que apenas a parte de eletrônicos representa 50% das vendas da rede. O comércio eletrônico (e-commerce) já perfaz 15% das vendas e a empresa tem meta de triplicar esse número até 2015, ao faturar cerca de R$ 15 bilhões por ano.

Integração

Na briga por consumidores, a marca, que veio de Franca, interior de São Paulo, afirma que no primeiro semestre de 2011 o processo de integração entre a rede as Lojas Maia estará pronta e assim a varejista vai estar pronta para a abertura de capital. " Estamos cada vez mais perto do IPO (abrir o capital). É mais provável que isso ocorra mais em 2011 do que em 2012. O projeto servirá de suporte para os próximos cinco anos de expansão da empresa, quando a rede deverá alcançar mil lojas em todo o Brasil", explicou o superintendente da rede varejista, Marcelo Silva.

Há seis anos a rede varejista vem sendo auditada para se preparar para uma abertura de capital, segundo afirmou Luiza Trajano recente para imprensa. Para alcançar a liderança a magazine não descarta ir às compras no próximo ano. "A aquisição de redes é uma questão de oportunidade. Hoje, por exemplo, não estamos presentes em regiões como norte e centro-oeste no País e são lugares a que desejamos chegar com o nosso estilo de atendimento para contribuir cada vez mais para o crescimento do País", explicou Silva.

Pontos estratégicos

Nestes oito anos, o número de lojas da varejista passou de 127 para 611. Hoje a rede está presente em 16 Estados. Neste mês, inaugurou quatro pontos de venda na Grande São Paulo: Raposo Shopping, Shopping Largo 13, Piraporinha e Ermelino Matarazzo, chegando a 63 lojas na região. A empresa entrou no mercado da Grande São Paulo há dois anos, quando estourava a crise global. "Nosso foco prioritário é São Paulo, por isso, temos um cuidado muito grande no planejamento e na análise de cada ponto de venda, sempre pensando na melhor logística e no acesso para os clientes", explicou Luiza.

A previsão da empresa é fechar o ano com faturamento de R$ 860 milhões em 2010, só na Grande SP - e R$ 1,25 bilhões em 2011. A rede tem 17 mil funcionários, 20 milhões de clientes e 3,4 milhões de cartões Magazine Luiza. A empresa possui ainda 17 mil funcionários, 20 milhões de clientes e 3,4 milhões de cartões Magazine Luiza. Sobre a atuação na cidade, o superintendente afirmou que o faturamento obtido na capital paulista em dois anos foi o mesmo que o grupo demorou 46 anos para somar nos outros locais.

Escritório

O Magazine Luiza também abre em São Paulo, na zona Norte, Marginal do Tietê, um escritório comercial com 300 funcionários, embora a sede social continue em Franca, que manterá 750 funcionários. "Abrimos o escritório aqui, pois tudo acontece em São Paulo, mas não quisemos desabastecer Franca", disse Luiza Helena Trajano. Ela prevê abrir 600 postos de trabalho em Franca, em 2011. A empresa diz que quer reforçar a presença na capital para, entre outros motivos, aumentar o suporte às vendas online, que representam hoje 15% do faturamento total da rede. "O consumidor que compra na loja física e pela internet ele gasta 50% a mais do que se ele comprasse em apenas um dos canais de venda", afirmou o diretor de Marketing e vendas, Frederico Trajano.
A rede Magazine Luiza decidiu ocupar um vazio deixado no mercado: tudo o que era temporário na Super Casas Bahia, a megaloja sazonal de fim de ano em São Paulo e no Rio de Janeiro, vai se fixar num megaespaço inaugurado hoje na Marginal do Tietê, em São Paulo. Lá a Luiza praticamente reproduz o megaevento que lembra em quase tudo a superloja da Bahia, uma das suas principais concorrentes, e que fora criado pela família Klein, hoje um braço do Pão de Açúcar com a Globex.

A nova superloja da Luiza possui desde Espaço de Beleza, para que clientes e funcionários possam cuidar da aparência, e um Espaço Brinque, voltado para a diversão das crianças, ao Espaço Sabor, onde quem quer trocar utensílios da cozinha poderá experimentá-los antes de levar para casa.

Outra atração que remete à concorrente é o show da Turma da Mônica, que mudou do Anhembi, onde acontecia a Super CasasBahia, para a Marginal do Tietê.

A estratégia da Luiza é conquistar mais mercado na guerra setorial do varejo de eletroeletrônicos, que tem sido a menina-dos-olhos dos lojistas. Tanto que esse ramo provocou a maior movimentação do varejo até hoje, com a união de forças do Grupo Pão de Açúcar com Casas Bahia e Ponto Frio, além da fusão da Ricardo Eletro com a Insinuante, para criar a segunda maior do ramo, a Máquina de Vendas. E Magazine Luiza, que ficou de fora dessas duas fusões, vai mitigar espaço e prevê receita de R$ 5,3 bilhões este ano.

Fonte: DCI

Mercado da Carne Swift inaugura loja em Maringá

Mercado da Carne Swift inaugura loja em Maringá
A Maringá foi escolhida para receber a primeira loja da rede Mercado da Carne Swift. A nova unidade, com área superior a quinhentos metros quadrados de área, será inaugurada amanhã em prédio localizado ao lado do Frigorífico JBS Friboi, na PR-323, saída para Paiçandu.

O Mercado da Carne inaugura também uma nova fase de expansão da JBS no segmento do comércio varejista. "O varejo é essencial para o nosso negócio. Ter contato direto com o cliente, saber o que ele quer e como reage nos ajudará a ser mais eficientes em todas as nossas frentes de negócio" afirma Vicente Zuffo, diretor Comercial da empresa.

A JBS decidiu apostar no varejo, em 2009, depois de comprar a Bertin e as lojas próprias da marca. O ingresso na atividade, no entanto, foi acompanhada de um amplo projeto de remodelação das filiais, desenvolvido por uma das principais empresas de varejo dos Estados Unidos, a FRCH.

"Percebemos que a forma como a loja é organizada e a percepção dos clientes faz toda a diferença. A loja de Maringá ficou ótima", destaca Juvenil Costa, diretor de Varejo.

"Dividimos as mudanças em etapas e, primeiro, alteramos a comunicação visual e a organização dos produtos. Queremos que os clientes logo percebam a variedade e a qualidade na primeira visita" afirma Sérgio Barbi, diretor da FRCH no Brasil.

A empresa se prepara para expandir o novo formato de loja, mas não declara os planos para 2011. "Queremos ser melhores e o varejo tem um grande potencial", afirma Costa.

Fonte: Odiario.com

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Presença das empresas nas redes sociais - Infografico HSM

Muito interessante este infográfico criado pela HSM
Abaixo o link para quem quiser também conferir no site.

Link


E-consumidor gasta em média R$ 118 por mês

E-consumidor gasta em média R$ 118 por mês
O desenvolvimento do setor de compras online e das lojas virtuais no Brasil é incontestável. Mas pouco se sabe, ainda, sobre o perfil dos clientes. O IBOPE Mídia, por meio de uma pesquisa exclusiva com internautas, o TG.net, traçou um perfil do consumidor de e-commerce brasileiro. O estudo analisou dados demográficos e comportamentais dos consumidores, suas preferências, opiniões e atitudes e o que pretendem comprar.

Segundo a pesquisa, o consumidor eletrônico ainda está situado, predominantemente, na classe AB, tem grau mais alto de escolaridade, compra produtos de uso pessoal e gasta, em média, R$ 118 por mês. A classe AB é responsável por 61% do total do e-commerce, a classe C, responde por 35% dos consumidores virtuais e a classe DE representa 4%.

A parcela compreendida entre os 25 e 44 anos de idade é a maioria entre os consumidores das lojas virtuais, sendo 48% da população que realiza compras pela internet. O estudo mostra, também, que 15% dos consumidores têm entre 15 e 19 anos e 17% entre 20 e 24 anos.

Outros 13% têm de 45 a 54 anos e apenas 6% têm entre 55 e 64 anos. A idade média do consumidor das lojas virtuais é de 33 anos. Os homens estão mais habituados a comprar pela internet: 54% ante 46% das mulheres.

A parcela de solteiros também é mais representativa (49% na comparação com os casados – 41%). O estudo revelou, ainda, que 36% estão matriculados em instituições de ensino e até 32% falam uma segunda língua. As cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo respondem por 37% do total dos compradores.

Preferências

Cerca de 80% dos internautas usam a internet para comparar preços, 25% buscam um carro novo e 18% realizam compras profissionais. Cerca de 43% dos internautas costumam recorrer à internet antes de realizar compras e, se o produto tiver valor superior a R$ 1.500, é na web que buscarão mais informações.

Mais de 66% dos consumidores online realizaram de uma a cinco compras nos últimos seis meses e 30% gastaram, pelo menos, R$ 224. Entre os produtos preferidos por esses consumidores estão: livros (30%), telefones e acessórios para celulares (20%), eletrodomésticos (18%) e produtos de tecnologia pessoal (17%), como câmeras digitais, leitores de MP3. Nos próximos seis meses, 25% pretendem comprar câmera digital, 17% telefone celular 3G, 17% telefone celular com câmera e 15% iPhone.

Fonte: Decision Report

Restrição ao crédito reduz a perspectiva do varejo em 2011

Restrição ao crédito reduz a perspectiva do varejo em 2011
Com as restrições ao crédito anunciadas pelo governo, o segmento de eletroeletrônicos e as concessionárias de veículos são os que devem sentir o maior impacto do anúncio do Banco Central (BC), que calcula que R$ 61 bilhões em crédito deixarão de circular com o aumento do compulsório. Quem chama a atenção de forma positiva é o setor de vestuário e o de alimentação fora do lar, que não devem sentir o arrocho do crédito, segundo dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio).

De acordo com a entidade, a previsão é de um crescimento que não passará de 6% para o comércio em geral. Em um cenário mais otimista, a entidade acredita que este número pode alcançar no máximo mais dois pontos percentuais contra o crescimento deste ano, que varia entre 10% a 12% devido a incentivos governamentais como a redução do IPI e a ampliação do número de parcelas com compra sem entrada.

Para driblar o clima de crescimento menor, algumas redes, por outro lado, têm encontrado saída. É o caso da Marisa, que atua no vestuário. Visando ao momento do mercado, a rede de lojas da marca amplia agora o prazo de pagamento das compras de Natal para as clientes que fizerem o pagamento com os cartões Marisa e Marisa Itaucard.

A venda é dividida em até 10 vezes, sem juros, e a primeira parcela é paga até 100 dias depois. A promoção é válida em todas as lojas Marisa, exceto a loja virtual. A rede Riachuelo segue a mesma linha estratégica para aumentar as vendas, e joga a primeira parcela para 40 dias depois da compra - em cinco vezes sem juros. Quem mantém a linha para pagamento, porém de maneira personalizada, é a rede Lojas Renner, que não estica o tempo para pagamento, mas em contrapartida o cliente parcela em até oito vezes com juros.

Ajustes fiscais

Apesar das ações do segmento de roupas e acessórios, para a Fecomércio-SP, o varejo paulista deverá crescer em torno de 4% em 2011. O resultado será um reflexo do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que, segundo a entidade, chegará a 4,5%, em decorrência da base de comparação mais forte deste ano. Irão contribuir para esse resultado a provável alta dos juros ao longo de 2011 e a possibilidade de crescimento mais modesto de emprego, renda e crédito. "O primeiro semestre de 2011 deve ser ainda de aumento mais forte baseado no efeito carry over [crescimento acumulado no passado], com desaquecimento gradual a partir da segunda metade do ano", afirmou a entidade, em comunicado.

Segundo o diretor executivo da Fecomércio, Antônio Carlos Borges, o governo federal não deve aumentar a taxa básica pelo menos no primeiro trimestre de 2011 visto que o capital de giro do varejo já foi retirado para conter os gastos. Quem discorda desta análise, em termos, é o economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV) André Braz, que acredita que inflação em alta pode levar BC a aumentar taxa da Selic. Segundo o especialista, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) "facilmente ultrapassará o nível de 6%" este ano, prevê Braz. "Eu acho que quanto antes o BC fizer um ajuste, melhor será, até porque uma mudança nos juros agora só terá efeito sobre a economia daqui a alguns meses. Melhor tomar logo um posicionamento para colher os frutos lá na frente", defendeu.

Crescimento

O primeiro semestre de 2011 ainda vai registrar crescimento mais forte baseado no efeito carry over, com desaquecimento gradual a partir da segunda metade do ano. Esse resultado ocorrerá devido a pressões sobre os preços que devem impulsionar os juros em 2011, além da possibilidade de queda nos preços das commodities. Este ano o crédito já começou a ser dilatado o prazo médio de financiamento foi dilatado de 390 para 460 dias, com inadimplência estável.

A entidade afirma ainda que tudo vai depender de como o governo irá se organizar e que é contra qualquer tipo de taxas tanto para o comércio quanto para a indústria, como o retorno da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).

"Na minha avaliação, esse projeto de lei é inconstitucional, desnecessário, ineficaz, e ainda aumenta a carga tributária, portanto não há razão nenhuma no mundo para se dar apoio a algo desse tipo", disse o ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel, referindo-se à proposta de retorno da CPMF na forma de Contribuição Social para a Saúde (CSS).

O setor de bens duráveis é o que mais deverá sofrer com a alteração do crédito em 2011. O de vestuário e o de alimentos deverão manter ritmo. Previsão é varejo crescer de 6% a 8%.


Fonte: DCI

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Elektra investe R$ 150 milhões no Nordeste

Por quase três anos, a rede Elektra, do empresário Ricardo Salinas, parecia estar adormecida no mercado brasileiro. Maior varejista de móveis e eletrodomésticos no México, a empresa desembarcou no país no início de 2008 e hoje tem meros 28 pontos de venda. Mas Salinas quer provar que tem fôlego para enfrentar os megacompetidores locais: vai injetar R$ 150 milhões em 2011 para abrir 80 lojas no Nordeste, onde está a rede Elektra.

Fonte: Valor

Cartão próprio é a nova aposta das franquias

Cartão próprio é a nova aposta das franquias
As redes de franquias seguem a onda de redes varejistas com a adoção de cartões de crédito próprios, com benefícios e engrossam as vendas no mercado brasileiro. Segundo o consultor de negócios da Associação Brasileira de Franchising (ABF), Walter Batista, outra novidade do setor é a entrada do private label para grandes franquias, algo recente no segmento. Segundo analistas, bancos como o HSBC, por meio da Losango, e o Banco do Brasil já apostam no cartão próprio como forma de fidelização de clientes. Quem deve entrar e ser um dos pioneiros no segmento é o Peixe Urbano, que afirmou que o modelo está em negociação, porém não informou o banco.
Segundo presidente da ABF, Ricardo Bomeny, os resultados positivos das franquias se deram graças ao crescimento do consumo da classe emergente e às parcerias com o governo federal.

O segmento, que esperava crescer 13% no início de 2010, deverá fechar o ano com um faturamento 19% superior ao apurado no ano passado, totalizando R$ 75 bilhões. "É um mercado consumidor novo, que tem trazido taxas de crescimento agressivas em vendas e também em unidades", comemorou o presidente da ABF, ao divulgar os números durante a 10ª Convenção ABF de Franchising, na Praia do Forte, na Bahia.

O presidente também anunciou os números do setor em 2010 e a expectativa de crescimento para 2011, que deve chegar a 15% de aumento em faturamento, a 8% em novas redes (chegando a 1920 marcas) e a 12% em número de unidades (totalizando quase 100 mil pontos-de-venda). "Vamos aproveitar a oportunidade para nortear o futuro do franchising e discutir os rumos desse crescimento para a próxima década", finalizou Ricardo Bomeny. Depois da abertura foi chamado ao palco o convidado para a primeira plenária do dia, o empresário João Dória Júnior, que compartilhou com os participantes a sua longa experiência no ramo empresarial, incluindo o setor de franchising. "Eu acredito muito no regime de franquia, é um excelente negócio para quem quer empreender, e com o fortalecimento da economia brasileira está cada vez melhor", afirmou o empresário.

Bancarização

Segundo informações do HSBC, em parceria com a Losango ele oferece a franquias benefícios como o cartão próprio (private label) para os clientes das holdings. Além disso, o banco disponibiliza um crédito de R$ 200 mil para quem deseja abrir sua franquia, ampliar ou remodelar o negócio que possui. Outra vantagem é o Giro Fácil Franquias, um crédito que adapta o seu fluxo de caixa para a reposição de estoques, pagamento de 13º salário dos seus funcionários e 24 meses para pagar. Antecipação de recebíveis como vendas a prazo no talão de cheque, cartões ou ticket.

O HSBC está há mais de 20 anos no mercado mundial de franquias e atua em mais de 80 países, o que permite que o franqueador tenha interesse ou já tenha feito a internacionalização.

A Caixa Econômica Federal não confirmou se já trabalha com o benefício, porém já volta seus olhos para o modelo de negócios e oferece benefícios como recursos para capital de giro, antecipação de receitas, financiamentos para investimentos, convênios e seguros. O programa chamado Caixa Franquias foi desenvolvido em parceria com a ABF e o Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio (MDIC), com o objetivo de apresentar soluções que atendam às necessidades do setor.

O programa possui mais de 50 clientes, dentre os mais de 300 franqueadores que atuam no Brasil. Entre 2008 e 2009 o crescimento da participação da Caixa no mercado de franquias foi de 356%. Foram liberados R$ 262,5 milhões no ano anterior, contra R$ 57,5 milhões em 2008 e a projeção para este ano é a marca de R$ 300 milhões.

Projeções

Durante as palestras, John Danner, professor de vários cursos de MBA na Haas School of Business da Universidade da Califórnia em Berkeley, incluindo empreendedorismo, abordou o tema inovação do franchising.

"É uma coisa contextual, pode ser novo aqui, mas não é em outro lugar. A questão é se ela faz sentido para melhorar o negócio", enfatizou o palestrante, que também abordou temas como a capacidade do franchising nos Estados Unidos. De acordo com ele, o setor é responsável por 10% da economia americana. Em sua opinião, o Brasil caminha a passos largos e é muito bem estruturado para obter bons resultados

Dados de mercado

De acordo com a ABF, no Brasil existem 68 redes nacionais que operam em todos os cinco continentes com mais de 700 unidades no exterior.

"Esse dado, se comparado com o ano de 2000, quando eram 15 franquias, resulta em um crescimento de mais de 300% em apenas 10 anos aproximadamente", comemorou o diretor executivo da ABF, Ricardo Camargo.

Dentre as principais razões que impulsionam os empresários a iniciar o processo de internacionalização, 100% dos entrevistados concordam que é o fato de poder explorar globalmente seus serviços e produtos, seguido pela chance de explorar um mercado ainda não atendido (90%), o forte crescimento sobre as peculiaridades do país no qual desejam atuar (70%) e porque já estudaram meticulosamente sua inserção no mercado (65%). Atualmente no Brasil operam 1.643 redes de franquia, 90% das quais são nacionais.

Em 2009 cerca de 264 novas redes surgiram no mercado, um aumento de 19,1%, totalizando 1.643 marcas com 80 mil lojas franqueadas.

Fonte: Portal do Franchising

Magic Feet apresenta novo site

Loja de calçados infantil inova design e interatividade de home page

Magic Feet acaba de lançar sua nova home page. Além de novo design e interatividade, o portal também apresenta os lançamento e promoções da loja. O internauta poderá conhecer todo o conteúdo de forma interativa, como se estivesse explorando e conhecendo os produtos disponíveis, e ainda conferir as novidades e dicas do mundo esportivo nos sites de relacionamentos.

O layout foi elaborado e desenvolvido pelo próprio departamento do grupo Afeet, que teve como inspiração os sites das principais marcas estrangeiras. O intuito é deixar a home page convidativa as informações e exposições dos produtos.

A Magic Feet é uma rede calçadista especializada em produtos infantis como tênis, sandálias, botas e acessórios, chegou ao Brasil em 2008 e fechou seu primeiro ano com seis lojas. A rede investe em sua expansão através do sistema de franchising, tendo atualmente 23 pontos de vendas.

Confira mais no endereço http://www.magicfeet.com.br/


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

INVENT® e Syngenta são premiados na Mostra ABMR&A 2009/2010

INVENT® e Syngenta são premiados na Mostra ABMR&A 2009/2010
O INVENT® - Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing e a Syngenta foram premiados na XVI Mostra ABMR&A 2009/2010 na nova categoria: Mídia alternativa que premia projetos não tradicionais, em evento realizado em 30 de novembro de 2010.

O projeto “Girassol - Cultivando a Sustentabilidade” contemplou o desenvolvimento do plano de comunicação, marketing e argumentação de vendas com o objetivo de incrementar as ações e plantio desta cultura, integrando: agricultores, distribuidores e indústria. O desafio é contribuir para uma nova fase da cultura de Girassol como uma fonte alternativa de receitas para a agricultura brasileira.

Para apresentar o projeto aos diversos públicos foi desenvolvido um Kit Box totalmente customizado com caderno especial da cultura, pen drive Girassol feito de material 100% reciclável e simulador financeiro para apoio à tomada de decisão do Agricultor.

“Girassol – Cultivando a Sustentabilidade: a perfeita combinação entre a argumentação de vendas e um projeto de marketing vencedor foram a chave para este prêmio”. (Adriano Maluf Amui – INVENT®)

“O desafio do projeto foi tornar a oferta Syngenta para a cultura Girassol uma coisa simples, efetiva e muito baseada na sustentabilidade (tripé econômico, social e financeiro)”. (Renato Seraphim – Syngenta)

Fonte: Divulgação

Pernambucanas lança moda da novela “Ti-ti-ti”, da Rede Globo

Pernambucanas lança moda da novela “Ti-ti-ti”, da Rede Globo
A Pernambucanas, rede de comércio varejista com 102 anos de atuação no setor, em parceria com a Globo Marcas, apresenta, a partir de dezembro, duas linhas de produtos inspirados na moda da novela “Ti-ti-ti”, da Rede Globo.

O estilo das personagens Jaqueline e Mabi será retratado em blusas, saias e acessórios, com itens disponíveis em todas as lojas da rede na coleção “Ti-ti-ti exclusiva para a Pernambucanas".

O glamour da personagem Jaqueline inspira a linha festa da coleção “Ti-ti-ti exclusiva para a Pernambucanas” através de tops em malhas leves e soltas, com recortes e detalhes em paetês. Aliás, o brilho é o grande destaque da coleção, com peças inteiras em paetês que formam estampas de rostos ou animais, body em malha lurex e malha com efeito de brilho.

A coleção traz, ainda, tecidos acetinados em shorts e bermudas, com cintos também em lurex. Os macacões tomara que caia, transpassados e com bastante fluidez, deixam evidente o estilo mulher poderosa da personagem.

Para a coleção jovem, inspirada na personagem Mabi, a linha apresenta listras como grande destaque. As estampas de bichos ou bonecas divertidas em camisetas traduzem o seu estilo menina moderna. Minissaias e vestidos com babados em camadas aproximam as consumidoras brasileiras do jeito despojado e globalizado da simpática filha do estilista Jaques Leclair.

Na opinião da Pernambucanas, parcerias como esta contribuem para reforçar ao consumidor seu papel no varejo como marca geradora de tendências e alinhada com a moda brasileira. “Assinar uma coleção inspirada em personagens de uma novela como ‘Ti-ti-ti’, que incentiva mudanças no comportamento do brasileiro e estimula a criatividade na hora de se vestir é algo extremamente válido para a Pernambucanas, pois nos consagra como parte neste processo importante e evolutivo em que se encontra o varejo nacional”, afirma a diretoria de marketing da empresa.

Esta não é a primeira vez que a Pernambucanas realiza uma parceria bem-sucedida com a Globo Marcas. Há dois anos a empresa também lançou a linha inspirada em personagens da novela “Malhação”.

Interatividade e moda – o site da Pernambucanas também terá muitas atrações relacionadas à coleção “Ti-ti-ti exclusiva para a Pernambucanas”. De 1º a 13 de dezembro, o concurso cultural no site da Pernambucanas premiará cinco pessoas que montarem looks com as peças da linha e abusarem da criatividade para compor uma frase que explique sua ideia.

Os vencedores ganharão um cartão presente no valor de R$ 500,00 para trocar por roupas e acessórios da coleção em qualquer loja Pernambucanas e também levam pra casa um kit com produtos “Ti-ti-ti”. Cada kit contém dois perfumes, três batons, 12 esmaltes, uma caixa de aviamentos e quatro pares de sapato, para estimular a mudança geral no visual das consumidoras.

Além disso, durante os meses de dezembro de 2010 e janeiro de 2011, o hotsite da coleção divulgará tendências em moda e ideias de looks com os produtos da linha Ti-ti-ti. A Pernambucanas também agitará as redes sociais postando em suas páginas dicas sobre como melhorar o visual e arrasar nas próximas estações.

A coleção estará disponível nas 272 lojas da rede a partir do dia 1º de dezembro.

Fonte: Aquidauana News

Bangu Shopping inaugura expansão com 25 novas operações

O Bangu Shopping presenteia seus clientes neste Natal com a expansão do mall, inaugurada no dia 3/12. Com 25 novas operações - sendo nove na área de alimentação - como Montana Grill, Batata Inglesa, Patroni Pizza, Burger King, Subway, Habbib´s, Divino Fogão, entre outras -, o shopping diversifica ainda mais o seu mix de lojas, com marcas como Mercatto, Aquamar, Hering Store, Arezzo, Monte Carlo, Jamf, Ferni, Lilica & Tigor, Gol Happy, Eletronic Store, Casamais, além das âncoras Riachuelo e Marisa.
A ampliação do empreendimento demandou um investimento de R$ 37 milhões. "O Bangu Shopping recebe hoje cerca de 1,5 milhão de pessoas por mês e a tendência é que aumente em 15% as vendas anuais", afirma a superintendente do Bangu Shopping, Valéria Lage.

O projeto de ampliação mantém o estilo europeu de construção, respeitando a estrutura da antiga Fábrica de Tecidos Bangu, fundada ali em 1889.

 
O Bangu Shopping, administrado pelo grupo Aliansce, foi inaugurado em 2007 onde funcionava a antiga Fábrica de Tecidos Bangu. É referência na Zona Oeste como pólo gastronômico, com quatro restaurantes ao ar livre; de compras, com as atuais 200 lojas; e de entretenimento, com a programação do cinema Cinesystem (inclusive 3D) e da atração infantil Magic Games. Conta com mega lojas da Casa & Vídeo, Centauro, Di Santinni, Ricardo Eletro, Ponto Frio e Ri Happy. E as âncoras Casas Bahia, C&A, Leader, Lojas Americanas, Kalunga e Leroy Merlin. O Shopping também conta com a Universidade Unisuam e a primeira unidade do Rio Poupa Tempo Bangu, que reúne cerca de 440 tipos de serviços com conforto e praticidade para a população.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Segundo Serasa, vendas aquecidas devem garantir bom Natal ao varejo

Segundo Serasa, vendas aquecidas devem garantir bom Natal ao varejo
Tendo em vista o desempenho da atividade do comércio em novembro, a Serasa Experian estima que o Natal deste ano deve ser um dos melhores da década em termos de vendas do varejo.

No mês passado, o indicador de atividade do comércio avançou 1,9% em relação a outubro. O resultado foi puxado pela alta de 2,7% no movimento das lojas de tecidos, vestuário, calçados e acessórios e também pela elevação de 2,4% nas vendas das lojas de material de construção.

Na comparação com novembro do ano passado, houve crescimento de 11,2% no movimento varejista, influenciado pelos segmentos de material de construção (+19%) e móveis, eletroeletrônicos e informática (+12,2%).

De janeiro a novembro, a atividade do comércio acumulou expansão de 10% frente ao mesmo período de 2009.

Fonte: Valor

Covabra investe em shopping centers

Covabra investe em shopping centers
A rede de supermercados Covabra escolheu os shopping centers como nova arma para crescer. Assim, ela segue os passos da rede de supermercados Zaffari, do Rio Grande do Sul, que possui seis shoppings no Estado e um em São Paulo, e que deve inaugurar mais um em 2011, o Bourbon Shopping Wallig, no sul.

A Covabra atua no interior de São Paulo com 11 lojas nas cidades de Campinas, Capivari, Itatiba, Leme, Limeira, Pirassununga e Rio Claro e planeja ter um shopping em Campinas (SP), no Bairro de Campo Grande. A obra virá por intermédio de sua imobiliária própria, que irá construir um shopping e terá como âncora o supermercado da rede. O valor do investimento não está definido e sua construção deve durar dois anos. A primeira fase será entregue com pouco mais de 18 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL). Quando todo o empreendimento estiver finalizado, ela subirá para 30 mil m² de ABL e 200 lojas.

Fonte: DCI (via Mercado & Consumo)

Renner planeja abrir operação internacional

Renner planeja abrir operação internacional
Ao mesmo tempo em que acelera o ritmo de expansão no país, com previsão de chegar a 250 a 300 lojas até 2015, a Lojas Renner prepara-se para se transformar na primeira multinacional brasileira no varejo de vestuário. Segundo o diretor-presidente da companhia, José Galló, ainda é preciso ganhar mais alguma "musculatura" no mercado interno, mas o primeiro passo no exterior poderá ser dado num prazo de "três a quatro anos". Sem especificar países, nem se o avanço será via aquisições ou abertura de lojas próprias, ele revelou que a caminhada começará pela América Latina, depois que a rede chegar a pelo menos 200 unidades no mercado brasileiro.

A Renner vai encerrar este ano com 134 lojas, ante 120 em 2009. Das 14 projetadas para o exercício, faltam apenas as de São Gonçalo (RJ), Santa Maria (RS), Salvador (BA) e Franca (SP). Em 2011 serão inauguradas mais 30 unidades, que, junto com as ampliações dos centros de distribuição, vão exigir investimentos superiores aos R$ 140 milhões previstos para 2010. A expansão planejada para os próximos anos poderá ainda incluir o retorno das linhas de bazar, cama, mesa e banho, abandonadas em 2003, quando a Renner ampliou o portfólio de vestuário.

Fonte: Valor Economico (via Mercado & Consumo)

D’pil chega à Europa e Estados Unidos

D’pil chega à Europa e Estados Unidos
A rede D’pil, especializada em fotodepilação está entrando nos mercados europeu e norte americano. A rede que já tem 260 em funcionamento no Brasil se prepara para abrir em 2011 sua primeira unidade em Madri, na Espanha. O centro de depilação também se prepara para inaugurar suas primeiras unidade na Flórida, Califórnia, Nova Iorque e São Francisco, nos Estados Unidos.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Motivação dos funcionários é primordial ao ponto de venda

Motivação dos funcionários é primordial ao ponto de venda
Lojistas satisfeitos com suas atividades no varejo conseguem oferecer melhores resultados às suas empresas. Quem ganha com isso? Consumidores e varejistas
Se um vendedor representa a imagem de sua loja perante seus clientes, o varejo necessita constantemente criar mecanismos que tornem estes profissionais ainda mais estimulados, para realmente “vestirem a camisa” da empresa onde trabalham. E o resultado deste tipo de ação é a menor rotatividade de funcionários destes estabelecimentos, além de consumidores felizes e satisfeitos, pois recebem um bom atendimento no ato da compra, tornando sua visita ao local ainda mais frequente.

Durante apresentação realizada em evento promovido pela Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), o consultor e especialista em motivação, planejamento, marketing e vendas, Luiz Marins, mostrou que uma pesquisa feita com 34 mil pessoas, e divulgada em outubro deste ano, mostrou que 45,8% delas consideram o atendimento excelente como fator primordial para serem conquistadas como clientes; 37,2% valorizam quem cumpre o que promete, e apenas 2,8% consideram o preço baixo como fator decisivo.

Uma equipe treinada e comprometida com a filosofia de trabalho proposta pela empresa também é primordial para atender as expectativas de seu público-alvo, mas é preciso que se procurem estes profissionais nos lugares certos, podendo ser até mesmo em universidades, pois são locais onde existem inúmeros bons talentos e que esperam ansiosamente por uma oportunidade no mercado de trabalho para desenvolverem suas aptidões.

“Mas vale ressaltar que, por melhor que seja um profissional, uma boa índole conta pontos em qualquer processo seletivo por uma vaga no varejo, pois o setor precisa de pessoas parceiras, com feeling para bons negócios, indo de encontro às necessidades do consumidor, e não apenas para estar ali em busca do salário no fim do mês. Qualidade é melhor que quantidade, e só assim uma loja não correrá o risco de cair na armadilha da desunião de uma equipe, o que certamente reflete no clima do ambiente de trabalho em uma loja e, consequentemente, nas vendas”, comenta o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun.

Por fim, em caso de problemas na condução das atividades por parte dos funcionários, é função do gerente ou proprietário do estabelecimento orientá-los de maneira adequada, mostrando o caminho correto a ser seguido, para que os erros não se transformem em uma verdadeira “bola de neve”, e acabe comprometendo a produtividade de todos os envolvidos.

Sobre classes sociais

Sobre classes sociais
Olá à todos!
Sempre escutamos falar que determinada marca ou lojista está buscando se focar em consumidores de classe B ou C. Será que esta é a abordagem correta que deve ser feita?
Nesse post, gostaria de discutir um pouco o papel da definição das classes sociais dentro do contexto do perfil de consumo do brasileiro.

Apesar do CCEB (Critério de Classificação Econômica Brasil, que define os públicos A, B, C...) buscar uma diferenciação em relação aos bens de consumo, muita gente ainda imagina que essa segmentação se dá única e exclusivamente através da renda. Desse modo, imagina-se que a classe A possui mais bens e riquezas do que a classe C, por exemplo. Entretanto, existem algumas curiosidades a respeito do consumo brasileiro. A primeira delas está na questão do foco das marcas e produtos em relação à classe social.

Na teoria, os melhores produtos seriam destinados às classes maiores, ao passo de que os produtos mais simples, de menores valores ou atributos, seriam voltados às classes menores, como C, D e E, correto? Errado. No Brasil, um dos grandes fenômenos que existem é o de consumidores de classe C, que buscam marcas e produtos voltados para classes mais altas, assim como o fato de que consumidores de classes mais altas se sentem confortáveis em adquirir produtos mais simples, por vezes mais baratos.

Quer um exemplo? Provavelmente você conhece alguém que ganha menos que você, e provavelmente possui um celular, televisor, e por vezes até um carro melhor ou mais caro do que o seu. Trata-se de um gênio da economia ou um comprador impulsivo?

Outro exemplo: Vamos por exemplo pegar duas famílias de classe C. Uma família tradicional, do tipo mãe, pai, dois filhos, avó e cachorro, morando em uma casa de periferia alugada e uma outra família, formada por um jovem casal de recém formados que acabam de adquirir seu primeiro imóvel.

Tomando como exemplo essas duas distintas famílias, apesar de compartilharem da mesma renda e talvez até possuírem bens similares, os desejos e anseios de consumo dessas famílias podem ser comparados? Têm varejista e até mesmo profissional de marketing que ainda não se orientaram corretamente sobre para quem realmente está vendendo, o que pode significar em um erro terrível de estratégia.

E você?
Qual seu target?

Um grande abraço e boas vendas!

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
http://www.falandodevarejo.com.br/

Premiação encerra edição 2010 do VarejoMAIS, no noroeste do Paraná

Premiação encerra edição 2010 do VarejoMAIS, no noroeste do Paraná
A edição 2010 do Projeto VarejoMAIS - Mais Vendas, Mais Competitividade, no noroeste do Paraná, foi encerrada com uma festa empresarial na última terça-feira, dia 30, em Maringá. Seis empresas das cidades de Maringá, Campo Mourão e Nova Londrina destacaram-se no Projeto, uma parceria do Sebrae/PR e Sistema Fecomércio/PR, e foram premiadas com o troféu “O Melhor do VarejoMAIS 2010”. Na ocasião, estavam presentes empresários e lideranças políticas e do comércio varejista.
De acordo com o consultor do Sebrae/PR e gestor do Projeto, Marcelo Wolff, esta é a quinta edição do VarejoMAIS e há muitos motivos para celebrar. Ele cita que 950 micro e pequenas empresas foram atendidas em mais de 13 cidades da região noroeste, ao longo dos últimos cinco anos. Ao todo, as entidades realizaram mais de 7.800 horas de consultorias prestadas às empresas, e cerca de 6 mil pessoas foram capacitadas em palestras e treinamentos. Em todo o Paraná, neste ano, o VarejoMAIS beneficiou 1.385 empresas em cerca de 60 municípios.

“Mais importante do que os números, são os resultados atingidos pelas empresas porque, atualmente, a concorrência está cada vez mais acirrada e não basta competência, é preciso ter diferencial. E no Projeto, os empresários conquistam melhorias em planejamento, arranjo interno da loja, visual e layout mais atrativos, gestão financeira, atendimento aos clientes e estabelecimento de metas para curto prazo. Destaque também para a mudança no comportamento e atitude dos empresários na gestão dos negócios, ajudando a tornar as empresas mais competitivas”, declara Marcelo Wolff.

Para homenagear os empresários que mais se destacaram durante o ano, e estimular outras empresas a potencializarem seus resultados, o “Prêmio O Melhor do VarejoMAIS” é entregue em duas categorias: Loja Referência e Loja Revelação. Além de um troféu que simboliza o Deus Mercúrio - o protetor do comércio -, os primeiros colocados receberam um selo que indica a sua classificação no Projeto, e que poderão utilizar em materiais gráficos e visuais, durante o período de um ano. Segundo o consultor do Sebrae/PR, a avaliação e seleção dos vencedores parte do diagnóstico final, realizado após a execução de todas as atividades do Projeto. “O patamar de gestão alcançado pelas empresas participantes, na edição 2010, foi excelente”, acrescentou Marcelo Wolff.

Empresas premiadas

Dentre as empresas vencedoras na categoria Loja Revelação estão a Pet & Flora, de Maringá, a Espartilho Lingerie, de Campo Mourão, e a Loja Moreira, de Nova Londrina. A satisfação com os resultados obtidos e com a primeira colocação é perceptível nas palavras dos próprios empresários premiados. A empresária da Pet & Flora, Zuleide Gonçalves Francisco, destacou ter sido muito válido participar do Projeto porque iniciou o negócio há um ano e meio e precisava ter noções de gestão e funcionamento. “Pudemos aprender vários procedimentos que nos ajudaram a melhorar o controle financeiro, a organização da empresa e o atendimento aos clientes”, afirmou a empresária de Maringá.

Também animada, a proprietária da loja Espartilho Lingerie, Dayane Amanda Bueno, participou do Projeto porque queria fazer mudanças na empresa. “As orientações sobre vitrine e controle financeiro foram excelentes. Tirei minhas dúvidas sobre administração”, afirmou a empresária. Com o mesmo objetivo de melhorar a empresa, o proprietário da Loja Moreira, Cláudio Marcelino Dias, se inscreveu no Projeto e comemora os resultados. “Passamos a cadastrar os clientes, melhoramos a aparência da loja e começamos a utilizar computador”, destacou o empresário de Nova Londrina.

Já na categoria Loja Referência, as empresas vencedoras foram a Soar Ar Condicionado, de Maringá, Eletroluz Materiais Elétricos, de Campo Mourão, e a Casa do Acessório, de Nova Londrina. Esta é a primeira vez que a sócia-proprietária da Soar Ar Condicionado, Eliane Ribeiro de Oliveira, participa do Projeto. Feliz com o Prêmio, disse que ano que vem pretende realizar o VarejoMAIS Segunda Fase. “Na capacitação, percebi que podíamos melhorar alguns detalhes que acrescentariam em diferencial, como o planejamento estratégico”, completou a empresária de Maringá.

A gerente-administrativa da Eletroluz Materiais Elétricos, Viviane Schulz Marroni, sempre participa de capacitações, mas disse que o VarejoMAIS surpreendeu por acrescentar orientações importantes. “Aprendemos a controlar o número de orçamentos e de clientes que entram na loja. Também achei interessante a ferramenta de cliente oculto, que ajuda a perceber as falhas da empresa”, frisou Viviane Schulz Marroni, de Campo Mourão.

Já o proprietário da Casa do Acessório, Marcelo Junior Ferreira Viana, considera que o VarejoMAIS chegou na hora certa, resultando em mudanças positivas na empresa. “Outras pessoas me indicaram o Projeto e resolvi participar. Faz dois anos que tenho o próprio negócio e foi bem proveitoso. Receber o consultor na empresa foi o grande diferencial”, declarou o empresário de Nova Londrina.

Balanço

De acordo com o coordenador estadual do Setor de Comércio, Bens e Serviços do Sebrae/PR, Osmar Dalquano Junior, mais do que premiar, o evento propõe a entrega de um ano de empenho e dedicação de todas as empresas participantes, que buscaram soluções para seus negócios. “O Projeto VarejoMAIS é o que atende o maior número de empresas no comércio varejista e o sucesso da iniciativa está em oferecer soluções simples, mas que garantem bons resultados”, enfatizou Osmar Dalquano Junior.

Além do formato tradicional, o VarejoMAIS conta com uma versão customizada para empresas do setor, localizadas em pequenas cidades, o VarejoMAIS em Ação, e outra para atender empresários interessados em aprofundar conhecimentos, o VarejoMAIS – Segunda Fase. “Desde o lançamento, em 2005, a solução beneficiou mais de 7 mil empresas no Paraná. É um programa completo que tem feito a diferença junto as empresas do setor”, contabilizou Osmar Daquano Junior.

Além de prestigiar os empresários, o assessor técnico do Sistema Fecomércio/PR, Paikan Salomon de Mello e Silva, afirmou que o evento também reconhece as entidades parceiras que depositaram ao longo do ano muita dedicação ao Projeto. “Penso que boa parte dos participantes deste ano vai continuar a capacitação no VarejoMAIS Segunda Fase e, por meio deles, vamos conquistar mais participantes como já vem ocorrendo nos últimos cinco anos”, acrescentou Paikan Salomon de Mello e Silva.

O presidente da Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas do Estado do Paraná (Fampepar) e conselheiro do Sebrae/PR, Ercílio Santinoni, também esteve presente na cerimônia e disse que, com o aumento da competitividade e do número de nascimento de empresas, se faz necessária a busca contínua por capacitação. “E não adianta treinar só os funcionários, os empresários também precisam adquirir mais técnicas e conhecimentos porque, assim, conseguem crescer e gerar mais empregos, renda e desenvolvimento local”, reforçou Ercílio Santinoni.

O comércio varejista, segundo o consultor do Sebrae/PR Marcelo Wolff, é um setor significativo porque comporta o maior volume de empresas do mercado. Por esse motivo, o Sebrae/PR e o Sistema Fecomércio/PR têm oferecido atendimento especializado para levar subsídios que tornem os empreendimentos mais competitivos para enfrentar tanto a vizinhança quanto a nova concorrência estabelecida no e-commerce (comércio realizado por meio da internet), que estão espalhados pelo mundo.

Para alcançar resultados positivos, consultores do Sebrae/PR, Sistema Fecomércio/PR e especialistas em varejo acompanham as empresas em cada uma das fases do Programa. Na etapa inicial do Projeto é realizado um Diagnóstico Operacional da Loja. Essa análise avalia pontos como atendimento, estrutura física e gestão empresarial. O próximo passo é promover uma capacitação gerencial e funcional na qual são abordados temas como vendas, finanças, promoções, recursos humanos, atendimento, comunicação visual de loja e marketing.

Consultorias especializadas sanam as dúvidas dos participantes e ajudam na melhoria da gestão da carteira de clientes, na definição de novos produtos, nos serviços e processos, no aprimoramento administrativo, no desenvolvimento de equipes e no relacionamento com os clientes.

Fonte: Paranashop