Empresária quebra paradigmas e comercializa lingerie pela web

Internet alterou comportamentos e hábitos de consumo e abriu oportunidades para sites como o Provare, especializado em moda íntima

A internet revolucionou não apenas a forma de as pessoas se comunicarem, mas principalmente de consumir. Estima-se que, só no Brasil, o mercado para o e-commerce some mais de 40 milhões de consumidores on-line. De olho nesta oportunidade de negócio e em um nicho ainda pouco atendido, a empresária Juliana Borsatto desenvolveu um portal de moda íntima ousada, sofisticada e elegante, o Provare (www.provarelingerie.com.br).


Para a empresária, um dos fatores que influenciaram na escolha do produto é o fato de as mulheres estarem mais independentes e preocupadas com saúde, vida profissional e pessoal, contexto que torna a lingerie um artifício para elevar a autoestima e apimentar o relacionamento com tom provocativo.

Entretanto, as opções ainda são limitadas na web. Ela própria não encontrava produtos dentro de suas expectativas. “As peças que eu via ou eram básicas ou ousadas demais, a ponto de comprometer o conforto e a elegância, ou tinham um preço proibitivo”, afirma. “Embora a compra virtual de vestuário não seja comum entre os brasileiros, acredito que as facilidades da web e o aprimoramento dos certificados de segurança on-line vão mudar esta cultura.”

A Provare oferece mais de mil itens de oito marcas reconhecidas no mercado, como as nacionais Un.i, Sloggi, De Chelles, 24/7 Intimates, Kandy Privé, Lutecia e Not Naïve, além da norte-americana Baci, esta disponível no varejo on-line brasileiro com exclusividade na Provare.

Pesquisa e investimento

Entre a idealização e o site pronto foram necessários 18 meses, período em que Juliana se dividiu entre as profissões de enfermeira e empresária. O investimento até o momento foi de R$ 100 mil, valor que ainda deve ser ampliado para acompanhar as tendências e inovações do segmento, além de obter a confiança e a satisfação dos clientes, com o aprimoramento constante do sistema.

A opção por comercializar lingerie foi embasada pelo conhecimento sobre o setor adquirido na própria internet, em revistas e jornais e no contato com profissionais do segmento. “Estava à procura de um segmento onde investir e li sobre uma marca de lingerie norte-americana que em breve chegaria ao Brasil. Mas a marca já tinha um representante exclusivo no País, o que me levou a trabalhar com multimarcas e, em virtude do crescimento da internet, optar pelo e-commerce em vez da loja física.”

Para os empresários que querem aproveitar essa oportunidade, Juliana aconselha pesquisar muito sobre o produto, o público-alvo, concorrentes e diferenciais para se destacar no mercado, além de ter uma reserva financeira para trabalhar com tranquilidade. Outro fator essencial, na opinião dela, é a dedicação: “Para dar mais atenção ao empreendimento, não tive saída: optei pela profissão de empresária”.

Postagens mais visitadas deste blog

Downloads: Baixe modelos de etiquetas gratuitamente !

Download para varejistas: Novo modelo de Splash (cartaz de preço)

Vitrine ou vitrina?