sábado, 31 de janeiro de 2015

Liquida Ponto Mix terá uma semana de ofertas nos Shoppings da BRMALLS com até 70% de desconto

Entre 26 de janeiro e 1º de fevereiro, a 20ª edição da campanha promocional da maior rede de shoppings do país acontecerá em dez shoppings do Estado do Rio de Janeiro


A partir desta segunda-feira, dia 26, os shoppings Center Shopping, Ilha Plaza, NorteShopping, Plaza Macaé, Plaza Niterói, Recreio Shopping, Shopping Tijuca,TopShopping, Via Brasil e West Shopping, administrados pela BRMALLS no Rio de Janeiro, estarão em mais uma temporada da campanhaLiquida Ponto Mix. Pela primeira vez, a ação terá duração de uma semana, para que os clientes possam encontrar grandes ofertas em diversos segmentos com o máximo de comodidade. A ação vai até domingo, dia 1º de fevereiro.

Os descontos chegam a 70% em itens como roupas femininas, masculinas e infantis, calçados, acessórios, produtos para casa, brinquedos e itens de perfumaria. Em todo Brasil, a campanha reunirá 36 shoppings conforme seus próprios cronogramas. As lojas participantes do Liquida Ponto Mix estarão identificadas com adesivos da campanha em suas vitrines, além de decoração especial para atrair o consumidor. Os shoppings preparam ainda horários especiais de funcionamento estendido na sexta-feira e no sábado da campanha até 23h.

Os moradores de Jacarepaguá e região encontrarão ofertas no Center Shopping. A Hering tem bermuda masculina de R$99,99 por 49,99, e as camisas básicas da marca baixaram de R$39,99 para R$19,99. Na Leader, vestido feminino curto que antes custava R$79,99 agora sai por R$49,99, e bolsa feminina que saía por 79,99 agora custa R$49,99. A Contém 1Greduziu o preço dos batons de R$38,00 para R$19,99, exclusivamente para a Liquida Ponto Mix.

No Ilha Plaza, os clientes encontram diversas opções com descontos. Entre essas estão: short jeans feminino, de R$99,99 por R$59,99, na Hering; bermuda cargo masculina, de R$99,99 por R$59,99, na Opção; sandália rasteira dourada, de R$119,00 por R$59,00, na Andarella. Além dessas lojas, marcas como Afghan, Mercatto, Leader, Aviator, entre outras, estarão com vários produtos remarcados.

Entre as opções de compra, os clientes poderão encontrar no NorteShopping, scarpin de R$79 por R$29,99, na Leader; no Boliche Social Club a locação da pista para até seis pessoas custará metade do preço de R$75 por R$37,50; na joalheria Daniele Dessin o par de brincos folheados a ouro de R$69 por R$29; na Pontapé a sapatilha vazada custa de R$89,80 por R$69,80; na Bibi Calçados sapatos bonecos tem 50% de desconto de R$119,90 por R$59,90. A Cris Roberto tem sandália verniz com salto de R$119 por R$49. A Karamello tem vestido de franja de R$169,90 por R$59,90; vestido longo estampa viajante de R$299,90 por R$149,90. A Redley tem camisa polo de R$169 por R$69 e bermuda surf de R$189 por R$79

As ofertas no Plaza Shopping incluem short de linho na loja My Place, que custava R$ 159,90 e agora é encontrada por R$ 80,00. Outro destaque é a blusa de algodão na Sacada, de R$ 288,00 por R$ 79,00. Na Levis, a calça jeans masculina caiu de R$189,90 para R$139,90. Já na Limits, as t-shirts baixaram de R$89,00 para R$44,50, e a Cantão tem short jeans de R$239,00 por R$139,00. Na Dumond, a sandália de salto Felino que custava R$349,90 agora é encontrada por R$169,90.

Já no Recreio Shopping, shorts jeans na Mercatto custarão R$39,99; a lojaV8 tem calça jeans de R$259,90 por R$99,90; bolsa na ViraVolta de R$469,80 por R$299,90; a carteira feminina na Antonella custa de R$129,90 por R$79,90; na Arezzo poderá ser encontrada sandália de R$239,90 por 119,95; na Ortobom o cliente acha box master spring de R$2.200 por R$1.099; na Quem Disse, Berenice? Há esmaltes por R$9,90 e lápis de olho por R$21,90; a Loft tem cases para Iphone de R$99 por R$29,99 e Colcci oferece jeans de R$336 por R$235.

Os moradores da Tijuca e arredores encontrarão ofertas em conta no Shopping Tijuca. A loja Afghan baixou o preço do vestido azul de R$289 para R$144,50. Já na Cia do Terno, a camisa de algodão que antes custava R$69, agora está por R$19,90. A Via Mia reduziu o preço de todos os mocassins, que estão com 60% de desconto. O jogo de lençol 4 peças em fio egípcio na MMartan, baixou de R$419,20 para R$299,40, e na Enjoy, a regata alça triângulo cujo valor era R$159,90, agora está por R$69,90.

Os moradores de Irajá vão encontrar mega descontos nas lojas do Shopping Via Brasil. Na loja Bel Air, o sofá Leblon retrátil reclinável de R$1.990,00 está R$1.360,00 e a mesa de jantar com seis cadeiras de R$2.490,00 agora está R$1.786,00. Já na Artex o jogo de lençol percal de 180 fios de R$99,90 está R$89,90 e na Casa & Vídeo, o purificador de água da Lorenzetti de R$119,90 está R$89,99 e a cafeteira da Phillips Senseo de R$299,90 por R$179,90.

Na Zona Oeste, os clientes encontram descontos nas lojas de todos os segmentos do West Shopping. Na Ferni a sapatilha dourada de R$139,90 agora está R$69,90 e a sandália de R$209,90 está R$99,90. Na Polo Casual a camisa polo náutica de R$272,90 está R$136,40. Já na Banco de Areia o biquini estampado que estava R$89,00 agora está R$29,00. NaNobel a box com a trilogia dos "50 tons de cinza" de R$111,70 está R$89,70 e na Maromba Sport o tênis Adidas Goodyear de R$199,90 agora está R$99,90.​

SOBRE A BRMALLS

A BRMALLS é a maior empresa integrada de shopping centers do Brasil, com participação em 48 shoppings, que totalizam 1.687,3 mil m² de Área Bruta Locável (ABL) e 986,3 mil m² de ABL próprio. A BRMALLS é a única empresa nacional de shopping centers com presença em todas as cinco regiões do Brasil, atendendo aos consumidores de todas as diferentes classes sociais no país.

Shoppings do grupo Partage promovem a liquidação Mega Saldão

Os seis shoppings centers do grupo Partage, Boulevard Shopping São Gonçalo, Partage Shopping Mossoró, Partage Norte Shopping Natal, Partage Shopping Campina Grande, Metropolitan Shopping Betim e Partage Shopping Parauapebas, iniciam a tradicional liquidação Mega Saldão com ofertas especiais e descontos de até 70%.

Em todos os empreendimentos, a grande queima de estoque acontece nos dias 31 de janeiro e 1° de fevereiro (sábado e domingo), exceto o Metropolitan Shopping Betim e o Partage Shopping Parauapebas que começam a partir do dia 30 e vai até o dia 1° de fevereiro (sexta, sábado e domingo).

Os consumidores poderão aproveitar para comprar peças de vestuário, acessórios, eletrônicos e outros artigos com preços irresistíveis.

“A liquidação Mega Saldão é uma boa oportunidade para o cliente adquirir produtos a um preço mais acessível. Acreditamos que será um bom momento para o lojista incrementar as vendas e o fluxo logo no início do ano”, afirma a diretora de Marketing da Partage, Roberta Veloso.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Multicanal, Omnichannel, Figital, para onde caminha o varejo?

Perfeita fusão de experiências criada pela C&A, no Brasil: Cabides informam produtos mais curtidos ou acessados. 

Todo o ano um novo termo parece guiar o caminho do varejo. Acredito que não somente para mim, mas para muita gente, muitos desses termos parecem mais uma questão para que consultores e empresas tenham uma matéria ou produto quente para a venda, do que uma evolução propriamente dita.

Eu particularmente não consigo enxergar a evolução do varejo em etapas. Acredito que entre empresas que buscam a vanguarda e a excelência em seus negócios, e empresas de postura passiva e que só mudam seus hábitos ou quando todos já mudaram, ou pior ainda, quando já não há mais oportunidade para uma guinada nos negócios, vivemos uma grande nuvem, uma grande neblina...gente despontando como farol, e guiando uma série de outras empresas, e gente tropeçando em seus próprios passos, sem saber para onde rumar.

E não falo somente em tecnologias ou processos, mas também em temas como liderança, capitalismo
consciente, entre outros.

Porém, quando analisamos a questão da tecnologia, é fato que a cada novo ano, as tecnologias parecem evoluir com maior velocidade, aonde a inovação ou a novidade vem em períodos cada vez mais curtos. Para as pessoas à frente de áreas como TI, é cada vez mais difícil apostar em uma nova tecnologia, ora pelos custos mais altos de se apostar em algo novo, ora pelo receio de que o novo dure muito pouco e seja rapidamente substituído.

Pense em produtos como GPS’s, Netbooks, câmeras digitais pessoais ou até mesmo tablets, que vem apresentando uma queda cada vez maior nas vendas no exterior. Cada vez mais fundidos com outros objetos ou soluções, ou substituídos por outras tecnologias , quem apostou na compra de um aparelho como esses, mesmo como consumidor, hoje vê os atuais smartphones como uma ferramenta que lhe atende completamente na necessidade desses aparelhos. Algumas dessas soluções chegam ao início da queda em sua curva de consumo em um período cada vez menor, entre 2 e 3 anos.

Nessa semana, durante a conferência em Davos, o presidente da Google causou um verdadeiro alvoroço a comentar que não acreditava na continuidade da Internet. Para ele, a Internet como conhecemos hoje, estaria fadada a não existir mais. A internet se tornaria algo tão simples, disponível e necessário quanto o próprio ar, no meio de tudo o que fazemos, pensamos e criamos. Num mundo onde estamos discutindo o papel da “Internet das Coisas”, ou IoT (Internet of Things), esse seria o ápice até agora imaginado. Seria?

Quando vemos o que aconteceu com o varejo nos últimos 10, 20 anos, não tem como determinar de fato onde iremos chegar.

Se uma marca precisava apenas de ponto físico para vender, a entrada da Internet, bem como outras questões, iniciou um processo de abertura de canais, onde o varejo necessitava estar “onde o cliente estivesse”, mas pensando sempre em cada canal como uma nova unidade, um novo negócio. Nessa época, era comum termos um gerente que cuidava, por exemplo, somente de um e-commerce, por vezes trabalhando de forma tão independente à uma rede de lojas, que possuía até mesmo estoque próprio.

Com o avanço da estratégica multicanal, e a maturação do consumidor em outros canais, veio a necessidade de se começar a pensar de forma cada vez mais estratégica, buscando unificar a experiência e o delivery ao consumidor. Perguntas começaram a ronda a mente do consumidor: Se posso ter esse preço no e-commerce, porque não posso no varejo físico, na loja da mesma marca? Se posso receber mais rápido quando compro na loja, porque não posso comprar e receber no mesmo tempo na loja online? Eu posso comprar online e pegar na loja? Posso comprar na loja e mandar pegar em outra loja?

Estava aí criado o cenário do tal do omnichannel. Os canais estavam se fundindo de tal forma, jamais vista antes, que necessitava de estratégias e táticas inéditas e diferenciadas para cativar o consumidor e manter as empresas em vanguarda.

Avançando novamente, posso dizer que nada mudou tão drasticamente diante desse cenário. Se hoje estamos assistindo um novo interesse nas lojas físicas, que voltaram a ser o foco das atenções, o mesmo se dá por conta destas terem um papel muito mais fácil na entrega de experiências e por consequência valia (awareness) da marca, do que os canais digitais. Mas uma vez que estamos mais conectados do que nunca, os canais se complementam também como nunca.

E para as novas gerações de consumidores que estão surgindo e que não acompanharam todos esses processos, ou eram muito novos para entenderem o que se passava nesses últimos anos, não há mais sentido existir um termo como esse da estratégia, o omnichannel. O termo que enterrou o omnichannel chama-se Phygital, a união perfeita do physical (físico, de varejo físico) com o digital. Em português ao pé da letra, poderíamos chamar de Fígital, como alguns já vem fazendo.
Não há mais sentido em entender de forma separada os universos e expressões da marca nos diferentes meios. Se algum dia surgir algo que não seja digital ou físico, seja neural, etéreo ou de qualquer outro meio, já deverá se entregar a estratégia de uma maneira única, e não isolada.

O consumidor é um só, e enxerga a marca da mesma maneira.

Minha dica para quem está começando hoje: O melhor cenário é começar simples, com mix diferenciado e buscando entrar no que ainda podemos chamar de canais aos poucos, buscando atender às expectativas de relacionamento dos seus consumidores com sua marca gradualmente. Uma mal impressão ou atendimento em um novo canal, apostando em uma nova rede social, por exemplo, pode ruir sua marca por completo, independente do nível de satisfação que você tenha nos demais canais.

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
Editor
@falandodevarejo

Brick is the new black - O renascimento da loja física

Um dos temas principais da NRF deste ano, uma feira que apresenta todo ano em Nova York (EUA), as principais tendências do mercado mundial de varejo, afirmou que o varejo físico volta a ser foco dos consumidores, principalmente como instrumento de valia da marca e possibilidade de maiores compras.

Segundo os números que foram divulgados, mais de 95% das compras realizadas online acontecem em lojas que também possuem lojas físicas.

Ainda de acordo com uma das pesquisas divulgadas, 75% das pessoas preferem comprar em lojas físicas, e acabam comprando até seis vezes mais do que se comparados os tickets médios das lojas online. Talvez motivados por ofertas e produtos oferecidos para compra de impulso, bem como sofrem influência sobre marcas através dos vendedores, que têm seu papel mais relevante do que nunca, porém voltados a serem consultores de chão de loja, e não somente batedores de metas de vendas.

Porém, se existe uma nova oportunidade e o consumidor está retornando ao varejo físico, isso não significa que não haja lições que devem ser entendidas e corrigidas, para que o consumidor não se atente à algum outro canal de compras no futuro.

Se qualquer site hoje obtém facilmente e de maneira praticamente em realtime informações como quantas pessoas acessaram o site, quais páginas visitadas, quais produtos mais buscados, entre outros, no varejo físico a maioria das informações não apresentam o presente, mas somente o passado dos resultados, e são geridas e trabalhadas em tempos tão longos que uma promoção criada para a loja física só consiga avaliar o resultado de vendas ao final do dia, e tenha que esperar uma possível reunião semanal da empresa, para a demonstração e discussão dos resultados para a tomada de decisão. Tanto tempo, que o consumidor talvez até tenha esquecido que fez a compra. No caso do online, uma promoção que durante o dia talvez não esteja apresentando os resultados esperados, pode ser trabalhada de maneira imediata, para que possa entregar os resultados esperados no período da tarde.

O varejo nunca precisou de tecnologia para sobreviver. Prova disso são as milhares de lojas e pequenos estabelecimentos comerciais espalhados fora dos grandes centros que trabalham apenas como um balcão e uma máquina para registro das vendas. Talvez existam algumas até com caixa registradora ainda. Pode parecer até vintage, mas é old schooll mesmo.

Entretanto, não é possível uma marca crescer e expandir seus resultados sem tecnologia. Não há como obter a mesma velocidade de análise, comparação e ação apresentada pelos canais digitais. Sem análise, o que temos somente é a venda do final do dia registrada. Passado, sem possibilidade de ação, rezando para que dias melhores virão, se as vendas estiverem abaixo do esperado.

Cabe aos varejistas que até hoje foram passivos em novas soluções, tomarem novas atitudes, respirarem novos ares, pois o futuro já não só é presente, como é quase passado.

Para quem deseja crescer, a mudança é já!

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
Editor
Falando de Varejo

Censo da Abrasce aponta expansão do setor fora das capitais

De acordo com pesquisa, 41% dos shoppings estão concentrados em cidades com menos de 500 mil habitantes

A indústria de shopping centers continua crescendo no Brasil. É o que mostra o Censo Abrasce 2014-2015. Considerado a maior radiografia do setor, o levantamento realizado pela Associação Brasileira de Shopping Centers, em parceria com a GEU (Grupo de Estudos Urbanos), traz importantes informações sobre o cenário de malls no Brasil, englobando aspectos como faturamento, frequência, localização e estrutura. Para esta edição, foram convidados os 520 empreendimentos em operação no Brasil.

Entre os dados da pesquisa, destacam-se as vendas realizadas por região. Do total registrado em 2014, R$ 142,27 bilhões - um crescimento de 10,1% com relação a 2013 - os shoppings no Sudeste contribuem com o maior faturamento do setor: R$ 80,579 bilhões. O segundo melhor desempenho foi o da região Nordeste, com R$ 24,152 bilhões, seguido pela região Sul (R$ 17, 907 bilhões), Centro-Oeste (R$ 13,042 bilhões) e Norte (R$ 6,596 bilhões). Destaque para a região Norte, que apresentou maior crescimento em termos de faturamento: uma alta de 28,2% com relação a 2013, seguida pelas regiões Nordeste e Centro-Oeste. Ainda, o Nordeste consolidou seu potencial este ano, superando a região Sul em ABL e faturamento e trazendo, mais uma vez, lançamentos com maior volume de ABL.

A pesquisa permite constatar uma mudança nos investimentos no que diz respeito à localização dos shoppings. Pela primeira vez na história da indústria, o percentual de centros de compras fora das capitais é maior do que em capitais. O Censo Abrasce 2014-2015 mostra que, no fim de 2014, 49% dos shopping centers estavam localizados em capitais brasileiras e 51% em outras cidades. Dos 25 shoppings inaugurados em 2014, apenas 6 (25%) foram em capitais.

Além disso, 41% do total dos centros de compras estão concentrados em cidades com menos de 500 mil habitantes, o que aponta para uma tendência cada vez maior de interiorização desses empreendimentos. Em 2015, com 26 inaugurações previstas até o fim do ano, 281 shopping centers estarão instalados em cidades que não são capitais, ante 267 empreendimentos em capitais. Atualmente, 520 shoppings estão em operação em todo o Brasil.

Outro destaque fica por conta do número de empregos diretos gerados, que totalizou cerca de 112 mil novos postos de trabalho no setor durante o ano de 2014. Atualmente, estima-se que haja aproximadamente 979 mil empregos diretos nos shoppings brasileiros, o que corresponde a um aumento de 12,9 % com relação a 2013. O número de frequentadores também saltou de 415 milhões de visitas por mês para 431 milhões em 2014, o que representa uma alta de 3,7% com relação ao ano anterior.

O perfil de shoppings no Brasil

Shopping centers em operação ao final de 2014: 520;

Número de cidades com shoppings no Brasil, ao final de 2014: 188;

Total de ABL (Área Bruta Locável) no Brasil: 13.846.896 m² (aumento de 7% em relação ao ano anterior);

Faturamento total do Brasil em 2014: R$ 142,27 bilhões, o que representa um crescimento de 10,1% em relação a 2013;

O Sudeste é a região do Brasil que, disparado, obteve o maior faturamento do setor: R$ 80,579 bilhões. O segundo melhor desempenho foi da região Nordeste, com R$ 24,152 bilhões, seguido pela região Sul (R$ 17,907 bilhões), Centro-Oeste (R$ 13,042 bilhões) e Norte (R$ 6,596 bilhões);

88% dos shopping centers brasileiros são empreendimentos do tipo tradicional e 12% especializados (outlet, lifestyle e temáticos). Destes, 13% são outlets.

49% dos shopping centers estão localizados em capitais brasileiras e 51% em outras cidades;

Os shoppings brasileiros receberam cerca de 431 milhões de visitas por mês em 2014, o que representa um aumento de 3,7% em relação ao ano de 2013;

Existem 95.242 lojas nos 520 shopping centers brasileiros;

Existem 823.224 vagas de estacionamento em shoppings em todo o território nacional;

2.488 salas de cinema nos centros de compra de todo o Brasil;

Estima-se que haja 978.962 empregos diretos nos shoppings brasileiros (aumento de12,9%);

Sobre a Abrasce

A Associação Brasileira de Shopping Centers - Abrasce - é a entidade que representa o setor no Brasil. Fundada em 1976, foi criada com o objetivo de fortalecer e colaborar com o desenvolvimento da indústria no País. Entre os associados da ABRASCE estão os principais empreendedores, administradores, fornecedores de produtos, prestadores de serviços e lojistas da indústria. Com 38 anos de existência no mercado, a entidade atua para ser a referência para o desenvolvimento e fortalecimento da indústria de Shopping Centers no Brasil. Seus principais objetivos são: defender os interesses do setor, assegurando a sustentabilidade do negócio; identificar e certificar o shopping center de acordo com os padrões internacionais; difundir informações, conhecimentos, melhores práticas e premiar a excelência na gestão, consolidando o setor como um agente de desenvolvimento econômico-social; certificar profissionais para assegurar mão de obra qualificada para o setor; promover a integração dos associados tornando a experiência associativa enriquecedora e gerar uma rede de relacionamentos para o desenvolvimento de novos negócios.

Shopping centers faturam R$ 142,27 bilhões em 2014

Setor apresentou alta de 10,1% nas vendas do ano passado, em comparação a 2013

Com 25 novos empreendimentos em operação e média de 431 milhões de visitas mensais, o mercado de shopping centers brasileiro registrou, em 2014, alta de 10,1% nas vendas em relação ao ano anterior, atingindo total de R$ 142,27 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers – Abrasce. A expectativa do setor para 2015 é de 8,5% de crescimento.

“Tivemos um 2014 com menos dias úteis, incertezas na política e muitos desafios na economia. Apesar disso, o aumento das vendas no setor em 2014 se manteve acima do desempenho do varejo em geral e do PIB brasileiro. Outros setores da economia, como linha branca, supermercados e automóveis também apresentaram desempenho abaixo do registrado pela indústria de shopping centers. Ainda, nos últimos anos, o número de malls apontou crescimento 61,45%, saltando de 322 empreendimentos para 520. Esses e outros fatores demonstram a resiliência e força da indústria de malls no Brasil”, avalia Glauco Humai, presidente da Abrasce.

A categoria de satélites cresceu 8,22%. Além dos citados, os segmentos de telefonia (21,55%); perfumaria (18,19%) e jóias (13,69%) também tiveram desempenho favorável ao longo de 2014, todos acima de 13%.

O Natal foi a data comemorativa que, como de praxe, mais contribuiu para o crescimento do setor. No mês e no período das festas, os campeões de vendas foram: telefonia (26,83%); artigos diversos (15,71%); lazer e entretenimento (17,06%); conveniência e serviços (16,45%). Em média, as vendas no mês de dezembro cresceram 8,5% em relação ao mesmo período de 2013, performance maior que a do comércio em geral, que apresentou crescimento de 1,2% se comparado ao ano passado.

Cenário

A indústria de shopping centers recebeu 25 novos centros de compras em 2014. O número de lojas cresceu 10,4%, totalizando 9.242 estabelecimentos comerciais em malls. “Esses dados, somados às expansões pelas quais muitos shoppings estão passando, confirmam a continuidade do cenário favorável para o setor, com a redução das taxas de vacância, novos projetos em andamento e uma oferta diferenciada e mais completa de serviços e produtos aos frequentadores”, reforça Humai.

A região Sudeste foi a que ganhou a maior quantidade de novos empreendimentos – ao todo foram 12 – seguida pelas regiões Nordeste, Norte, Sul e Centro Oeste. Dos 25 shoppings inaugurados, apenas seis ocorreram nas capitais. Pela primeira vez na história da indústria, o percentual de shoppings inaugurados fora das capitais é maior que o de shoppings nas capitais. Apesar de perfis variados, 41% dos malls estão concentrados em municípios que possuem até 500 mil habitantes, o que confirma a tendência de interiorização do setor.

Para 2015, a Abrasce acredita na manutenção do ritmo de expansões e inaugurações no setor, que prevê a chegada de mais de 26 shoppings até o fim do ano, 16 deles em cidades que não são capitais. A estimativa de investimento total nesses projetos, incluindo novos shoppings e expansões é de cerca R$ 16 bilhões, sendo que 48% estarão concentrados na região Sudeste. O Nordeste ocupa o segundo lugar, com 24% desses investimentos, seguido pelas regiões Norte (16%), Sul (7%) e Centro-Oeste (5%).

Neste ano, 12 cidades receberão seu primeiro shopping, de forma que, até o fim de 2015, 58% dos empreendimentos estarão concentrados fora das capitais. Dos atuais 520 shoppings, 18% contam com projetos de expansão. “O setor de shopping centers continua em crescimento e os lançamentos previstos para este ano demonstram a confiança do empreendedor. Acreditamos que 2015 será um ano desafiador para a indústria, com juros mais altos e problemas estruturais em relação à falta de energia e água. No entanto, poderemos demonstrar toda a força do setor”, conclui o presidente da Associação.

2015 terá mais food trucks, paleterias mexicanas e mercado gourmet

Negócios da moda, food trucks, paleterias mexicanas e venda de produtos gourmet seguem entre as principais tendências para o setor de franquias em 2015, segundo especialistas ouvidos pelo UOL. A maioria desses formatos despontou para o público em 2014 e deve se manter em alta neste ano, de acordo com eles.

Os food trucks ganharam espaço depois da regulamentação da venda de comida de rua em São Paulo, em 2014. Na onda da capital paulista, outras capitais, como Salvador, começaram a discutir leis semelhantes, o que deve fazer com que o modelo se espalhe pelo país, segundo Ricardo Camargo, diretor-executivo da ABF (Associação Brasileira de Franchising).

"Já existem franquias atuando nesse formato de negócio, que acaba sendo uma alternativa à escassez de pontos comerciais e ao alto custo imobiliário nas grandes cidades", afirma.
Outro negócio que ganhou força por meio das franquias foi a venda das paletas mexicanas (picolés artesanais). Por ser um produto novo, a procura foi grande e vários pontos de venda foram inaugurados, segundo Camargo. "Essa é uma tendência que deve continuar no primeiro semestre. Depois, o ritmo [de abertura de lojas] deve cair e o mercado se estabilizar", diz.

Especialista diz que onda de picolé mexicano tende a passar logo

Embora as expectativas da ABF sejam positivas, para Marcus Rizzo, diretor da consultoria Rizzo Franchise, as paleterias, como ficaram conhecidas as franquias de picolé artesanal, podem ser negócios da moda. Ele acredita que essas redes devem perder força ainda no primeiro semestre.
"São negócios em que o cliente gasta de R$ 10 a R$ 15 e é preciso vender muito para se manter no mercado. Com o baixo desempenho da economia esperado para 2015, as vendas devem cair e algumas unidades podem fechar", declara.

Segundo o consultor, os food trucks também devem perder força, mas só a partir de 2016. Para ele, o risco está no fato de a maioria das empresas não ter experiência como franqueadora desse modelo. "Esses negócios foram montados em 2014 para aproveitar a onda. Ninguém tem experiência em operar food trucks", afirma.

Franquias gourmet e especializadas continuam em alta

Franquias que vendem itens de linha gourmet ou especializadas em um único produto ou serviço também devem continuar em alta em 2015, segundo Adir Ribeiro, sócio-fundador da consultoria Praxis Business.

"O cliente está mais exigente, e essas linhas de produtos e serviços oferecem, em geral, melhor qualidade, o que faz com que caiam no gosto do público", diz.
Porém, o próprio especialista afirma que o espaço no mercado para negócios como esses é menor.

"São modelos que buscam nichos de mercado, são mais restritos, e, por isso, não conseguem se expandir em larga escala", diz. "Além disso, são produtos e serviços mais caros, o que pode inibir alguns consumidores."

Fonte: BOL

Vendas em shopping crescem acima do comércio varejista de rua

A despeito do cenário instável, o setor faturou 10,1% mais em 2014, enquanto a atividade varejista subiu 8,9%

A despeito do cenário de incerteza que permeou 2014, a indústria de shopping center teve desempenho acima do registrado pelo varejo tradicional e do que se espera para o Produto Interno Bruto (PIB). O setor cresceu 10,1% em termos nominais na comparação com 2013, atingindo R$ 142,27 bilhões. O varejo tradicional, por sua vez, teve crescimento de 8,9%, nos 12 meses encerrados em novembro.

“O ano passado foi muito complexo, permeado de eventos que frustraram as expectativas: menos dias úteis, instabilidade na área econômica e política, pressão inflacionária — todos fatores desafiadores. Apesar disso, o setor mostrou sua resiliência, mantendo o ritmo de expansão de anos anteriores”, disse ontem o presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Glauco Humai, durante divulgação de dados.

Ainda assim, ele reconheceu que o setor não é uma “ilha” e sofre os mesmo efeitos que o varejo tradicional está sujeito. “Acredito que o descolamento do desempenho entre o varejo de shopping e o tradicional é o modelo de negócio: os shoppings oferecem num único local lojas, serviços, alimentação e entretenimento e um setor compensa o outro. Pode ser que em determinado período as vendas de sapato não sejam tão boas, por exemplo, mas a de alimentação compensa e assim com todos os segmentos do mix”, avaliou.

Esses são os motivos também, segundo a superintendente da associação, Adriana Colloca, para a projeção de expansão de 8,5% nas vendas neste ano, a despeito do cenário de retração. “Teremos a partir de agora a maturação dos empreendimentos abertos em 2013, quando o setor alcançou o recorde de 38 inaugurações, o que trará no mínimo um crescimento orgânico para o setor”, afirmou.
A indústria de shopping terminou 2014 com 520 empreendimentos, sendo 24 inaugurações, totalizando 13,8 milhões de metros quadrados de Área Bruta locável (ABL) e vacância média de 2,8% — a menor na história do setor.

Dos 24 centros de compras inaugurados no ano passado, apenas seis ocorreram nas capitais, confirmando a tendência de interiorização do setor. Pela primeira vez na história da indústria, o percentual de shoppings inaugurados fora das capitais é maior que o de shoppings nas capitais. Pela primeira vez também, a concentração de shoppings nas capitais (49%) é menor do que em outras cidades (51%).

Para 2015, a Abrasce acredita na manutenção do ritmo de expansões e inaugurações no setor, que prevê a abertura de mais 26 shoppings até o fim do ano, 16 deles em cidades que não são capitais. A estimativa de investimento total nesses projetos, incluindo novos shoppings e expansões, é de R$ 16 bilhões, sendo que 48% estarão concentrados na região Sudeste. O Nordeste ocupa o segundo lugar, com 24% dos investimentos, seguido pelas regiões Norte (16%), Sul (7%) e Centro-Oeste (5%).
Neste ano, 12 cidades receberão seu primeiro shopping, de forma que, até o fim de 2015, 58% dos empreendimentos estarão concentrados fora das capitais. “Sabemos que este será um ano de reestruturação macroeconômica. Mas os lançamentos previstos para este ano demonstram a confiança do empreendedor no setor.”

Falta de água e energia não preocupam

Nem mesmo a possibilidade de racionamento de água e energia nos próximos meses são motivos de grandes preocupações para a Abrasce. O presidente da associação, inclusive, descartou o risco de grandes impactos nos custos operacionais e no horário de funcionamento dos shoppings.
Segundo Hama, desde o apagão de 2001 — quando foi imposto o racionamento de energia em todo o país — os empreendedores adotaram medidas para reduzir o consumo de água e energia e assim, o impactos nos custos.

“Os empreendedores investiram em tecnologia para minimizar custos e riscos, adotando recursos de captação de água de chuva e tratamento de esgoto para reúso, por exemplo”, explicou Hama. No caso da energia elétrica, o executivo afirmou que é comum a utilização de geradores próprios e captação de energia solar.


Fonte: Brasil Economico

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Unicasa abre seleção de trainees para o programa 2015


A Unicasa Móveis, uma das maiores fábricas de móveis planejados no Brasil, inicia o processo seletivo para seu Programa de Trainees 2015. A companhia, detentora das marcas Dell Anno, Favorita, New e Casa Brasileira, busca jovens talentos para atuar na área comercial da empresa.

As inscrições poderão ser feitas no período de 1º de fevereiro a 10 de março pelo site www.traineeunicasa.com.br. Os candidatos devem ter graduação entre 2009 e 2015 e disponibilidade para viajar e residir em qualquer região do Brasil. O salário inicial é de R$ 3 mil. Os trainees da Unicasa possuem plano de carreira e benefícios como plano de saúde, programa de auxílio educação, ajuda para despesas (alimentação, hospedagem, locomoção), moradia e transporte.

O Programa de Trainees da Unicasa acontece em Bento Gonçalves, sede da empresa. Os candidatos passam por uma triagem de currículos seguida de uma avaliação on-line, dinâmica de grupo e entrevistas individuais finais. Uma vez encerradas as inscrições, a Unicasa mantém aberto o cadastro de currículos via site – os novos cvs inseridos após o período de inscrições entram em um banco de dados.

Serviço
Programa Trainee Unicasa 2015
Inscrições de 1º de fevereiro a 10 de março pelo site www.traineeunicasa.com.br
Qualquer curso superior, com graduação entre 2009 e 2015

St Marche inaugura primeira unidade em Alphaville em fevereiro

A 18ª loja é a maior da rede de supermercados, com 1.490 m² de área de venda, e a primeira com peixaria; inauguração será em 4 de fevereiro

O Grupo St Marche, que conta com 19 lojas próprias incluindo o Empório Santa Maria, anuncia para 4 de fevereiro a inauguração de mais uma unidade, a primeira em Alphaville. O novo supermercado St Marche Alphaville está localizado na principal via do bairro, Alameda Rio Negro, 1.406, em frente ao condomínio Alphaville 1.


Com 1.490 m² de área de venda, a loja de Alphaville é a maior da rede e a primeira com peixaria, que revezará cerca de 100 tipos de peixes e frutos do mar e opções de pescados recheadas e temperadas, prontas para assar ou grelhar. Além disso, a unidade também terá uma rotisserie, que servirá pratos prontos como carnes assadas, arrozes e farofas, sendo necessário apenas aquecer.

Entre os destaques da loja estão a padaria, com pães feitos na hora e na frente do cliente; o hortifruti, com artigos frescos e criteriosamente selecionados; uma grande variedade de queijos e frios de diferentes origens; o açougue com carnes de primeira e cortes especiais; a adega com vinhos de importação própria e exclusiva; uma linha de cervejas diferenciadas e uma mercearia completa para abastecimento.

A rede conta também com a linha Receita St Marche, uma das marcas próprias do Grupo. Preparados pelos chefs do St Marche sob a supervisão do chef executivo José Barattino, os produtos Receita St Marche são preparados de maneira artesanal e com ingredientes frescos. São diversas opções de aperitivos, massas, molhos, sorvetes, tortas, quiches, sopas, saladas, sanduíches, sucos, entre outros.

Assim como as outras unidades do Grupo St Marche, a loja de Alphaville também terá produtos da linha Essencial St Marche, que contempla os produtos de marca própria distribuída nas lojas do St Marche. São receitas exclusivas elaboradas por um time especializado, proporcionando opções diferentes e especiais para os clientes St Marche. Atualmente, a linha Essencial St Marche conta com mais de 40 produtos, entre eles o Azeite Extra Virgem, o Creme de Amendoim Integral, o Mel Silvestre, Torradas, entre outros.

Outro diferencial das lojas do Grupo são os itens de importação exclusiva. O St Marche tem uma equipe especializada em identificar novidades no mercado que são trazidas com exclusividade para o Brasil, por preços mais baixos e competitivos. Um forte exemplo é a variedade de vinhos disponíveis na adega do supermercado, vindos de diversos países como Portugal, Itália e França, vendidos por preço de importadora.

A arquitetura da loja segue a linha das outras unidades, sendo o piso um conjunto de concreto e madeira para destacar as áreas mais nobres. O projeto de iluminação prevê destaque para os diferentes tipos de produtos, enquanto a comunicação visual é clean, elegante e divertida - que proporciona um ambiente convidativo e acolhedor.

Na parede da nova loja, o consumidor encontrará o Manifesto St Marche, que resume a definição do Grupo do ato de ‘fazer supermercado na época atual’ - conceito que compreende a curadoria dos produtos oferecidos e a priorizar a proximidade com o cliente.

Serviço:
Inauguração St Marche Alphaville
Quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015, às 12h
Alameda Rio Negro, 1.406 - Alphaville Industrial
Em frente ao Condomínio Alphaville 1

Acisa se posiciona contra veto da correção de 6,5% do IR


Na última reunião da ACISA – Associação Comercial e Industrial de Santo André, ocorrida em 21 de janeiro, todos os diretores mostraram-se indignados com o veto da presidente Dilma Rousseff à correção de 6,5% na tabela do Imposto de Renda Pessoa Física. Isso porque a defasagem na tabela acumulada desde 1996 já chega a 64,28%, segundo estudo do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional).

De acordo com presidente da entidade, Evenson Robles Dotto, a decisão presidencial de corrigir a tabela em apenas 4,5% novamente prejudica todo o povo brasileiro. “Esta defasagem está tirando dinheiro da população que deixa de comprar e gerar empregos em todos os setores da economia”, declara Dotto.

Considerada uma das associações mais antigas e tradicionais do estado, a ACISA possui hoje cerca de 4 mil associados e completará no próximo mês de fevereiro 77 anos de fundação. A atual diretoria, que trabalha de forma voluntária, tem buscado constantemente oferecer os mais variados serviços para atender sempre com qualidade e eficiência às necessidades de toda classe empresarial.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Grupo Ornatus inaugura quiosques de alimentação

Grupo Ornatus inaugura quiosques de alimentação
Jin Jin Sushi e My Sandwich iniciam as primeiras operações; modelo de negócio é ideal para quem dispõe de até R$ 200 mil para investir

As redes de franquias de alimentação do Grupo Ornatus Jin Jin Sushi e My Sandwich inauguram seus primeiros quiosques, localizados no Hipermercado Extra do Itaim Bibi, em São Paulo.

A grande vantagem desse tipo de operação é a possibilidade de abrir uma unidade com cerca de R$ 120 mil, o que significa um custo de 70% mais baixo quando comparado ao modelo tradicional de loja de praça de alimentação. Outro benefício do quiosque é a facilidade de explorar outros nichos, como hospitais, centros comerciais, supermercados e universidades com circulação acima de 3 mil pessoas.

Eduardo Morita, diretor de Desenvolvimento e Negócios do Grupo Ornatus, explica que os quiosques oferecem praticidade para o consumidor. “Identificamos um nicho de mercado explorado apenas por cafeterias, mas que comporta sanduíches e comida japonesa. Além de proporcionar comodidade para o consumidor, as redes oferecem opções saudáveis e de fácil consumo.”

Grupo Ornatus

O Grupo Ornatus é detentor das marcas de franquia Morana e Balonè, de acessórios femininos, e Jin Jin Wok, Jin Jin Sushi, Little Tokyo e MySandwich, de alimentação. Possui mais de 300 lojas distribuídas pelo País e algumas fora do Brasil – nos Estados Unidos e em Portugal. Com a marca Balonè, também participa do projeto Love Brands.

UBS - Escola de Negócios promove curso "Consolidação do Varejo: Fusões e Aquisições"

As aulas terão início no próximo dia 28 e são destinadas aos profissionais de varejo


Quando se discute tendências em varejo, Fusões & Aquisições, ou M&A (do inglês, Mergers & Aquisitions) é a mais enigmática, embora de extrema importância. Conforme a Thomson Reuters, todas as transações de fusões ou aquisições completas em 2014 chegam a quase US$ 2,5 trilhões. O setor de Varejo & Consumo (sem incluir Mídia & Telecom) representa aproximadamente 10% do total. Já no Brasil, foram mais de US$ 44 bilhões em transações completadas. Portanto, as Fusões & Aquisições são mais do que uma tendência, são realidade. Uma realidade mal compreendida, no entanto.

E em que consistem estas operações? Por que fazer? Como fazer? Quais as vantagens e os desafios? O curso “Consolidação do Varejo: Fusões e Aquisições”, promovido pela UBS - Escola de Negócios, em parceria com o Instituto Brasileiro de Executivos do Varejo e do Mercado de Consumo (IBEVAR) explora justamente esta tendência do varejo global e local. As aulas são destinadas aos profissionais de varejo, com perfil executivo e gerencial, interessados em entender as dinâmicas do setor e seus movimentos de consolidação.

Em três aulas, que serão ministradas nos dias 28 de janeiro e em 04 e 11 de fevereiro, serão abordados os seguintes conteúdos: Entendendo as movimentações de consolidação do varejo; O que está por trás de uma fusão ou aquisição?; Por que acontecem e como são estruturadas?; e A importância dos fundos de private equity. O programa também inclui estudos de casos e estudos práticos.

As inscrições podem ser realizadas no site http://ubs.edu.br/consolidacao-do-varejo.

SERVIÇO
“Consolidação do Varejo: Fusões e Aquisições”
Quartas-feiras: 28/01, 04/02 e 11/02, das 18h40 às 22h40
Carga horária total: 12 horas
Endereço: Alameda Santos, 1893, 10º e 11º andares, Cerqueira César (próximo ao metrô Consolação), São Paulo-SP
Investimento: R$ 690,00
Outras informações: (11) 3016-5557

ABF confirma projeção e franchising cresce 7,7% em 2014

Entidade anuncia dados oficiais do desempenho do setor no 4º tri e do ano consolidado. Faturamento atingiu R$ 127 bilhões

A ABF - Associação Brasileira de Franchising anuncia hoje os dados oficiais do desempenho do setor em 2014. Confirmando a projeção feita pela entidade nas pesquisas trimestrais, o franchising cresceu 7,7% em faturamento no ano passado, totalizando R$127 bilhões.

Em relação ao número de marcas, o balanço de 2014 indica a existência de 2.942 redes operando no sistema de franquias no Brasil, o que representa um crescimento de 8,8% frente às 2.703 marcas do final de 2013. No fim do ano passado, 125.378 unidades franqueadas estavam em operação no Brasil, 9,6% a mais do que no ano anterior.

“Como entidade representativa do franchising brasileiro, a ABF é responsável por divulgar os dados oficiais do setor que são referência para o mercado e órgãos governamentais em todos os países onde o sistema de franquias opera”, observa a presidente da ABF Cristina Franco, acrescentando que para garantir a credibilidade do levantamento, todos os dados são auditados por empresa independente e cruzados com os levantados por outras entidades de setores correlatos ao franchising.

Os resultados da Pesquisa Trimestral de Desempenho do Franchising revelaram um bom crescimento do setor entre outubro e dezembro, diante da desaceleração da economia observada em 2014. A receita do sistema de franquias no 4º tri aumentou 12,8% em relação ao trimestre anterior, subindo de R$ 32.281 para R$ 36.397 bilhões. Quando comparado ao mesmo período de 2013, o crescimento no último trimestre do ano passado foi de 4,9%.

Os números comprovam que o desempenho do setor é positivo para o atual momento econômico do país. Observando-se os dados oficiais apurados por organizações representativas de outros setores da economia, o desempenho do franchising em 2014 foi acima da média.

De acordo com projeções da CNC – Confederação Nacional do Comércio, o varejo deve crescer 2,6% em 2014 e 3% este ano. Para a Abrasce – Associação Brasileira de Shopping Centers, a previsão é de que as vendas do setor no ano passado aumentem 8,3%. Já os dados da CNI – Confederação Nacional da Indústria indicam que em 2014 haverá retração do setor industrial de 1,5%, com crescimento de 1% em 2015.

“As franquias são exemplo da vocação empreendedora brasileira e sua expansão para todo o território nacional confirma que as redes estão investindo cada vez mais para levar marcas, produtos e serviços para todo o público consumidor, ao mesmo tempo em que geram emprego e distribuem renda”, ressalta Cristina.

Ainda segundo a presidente, o franchising não está isolado das demais indústrias que compõem o varejo como um todo, mas apresentou desempenho superior se comparado ao registrado no setor industrial.

“Isso mostra que a cadeia do varejo está mais preparada para as oscilações do mercado. Por esse motivo, o franchising demora a sentir os efeitos da retração econômica e também é o primeiro a sair da crise, no momento de retomada”, completa a presidente da ABF.

Perspectivas para 2015

Com base nos estudos trimestrais da entidade e em dados macroeconômicos, a ABF estima que o crescimento do faturamento do setor em 2015 ficará entre 7,5% e 9,0%. Já o número de marcas deve aumentar 8% e o de novas unidades, crescer entre 9% e 10%.

“Nosso objetivo é continuar municiando o mercado com dados fidedignos para que todos os seus atores tenham subsídios para a tomada de decisão ao longo dos próximos 12 meses”, afirma Cristina Franco e conclui: “Os números da indústria do franchising confirmam que somos um setor amadurecido que está fazendo a sua parte nos esforços da sociedade para o desenvolvimento da Nação”.

Sobre a ABF

A ABF – Associação Brasileira de Franchising é uma entidade sem fins lucrativos, criada há 28 anos para divulgar, defender e promover o desenvolvimento técnico e institucional do modelo de negócio batizado como Franchising/Franquia.

Sendo assim, a instituição reúne todas as partes envolvidas na franquia – franqueadores, franqueados, consultores e prestadores de serviços – para garantir e disseminar a prática do bom franchising no Brasil. Entre as funções desempenhadas pela entidade, estão orientar o investidor como pesquisar corretamente uma franquia, indicar literaturas especializadas e fornecer dados sobre as empresas franqueadoras no Brasil e no exterior.

Para as empresas interessadas em expandir seus negócios por meio do sistema de franquia, a ABF indica quais ações são necessárias para formatar o negócio, assim como relaciona profissionais de consultoria em Franchising para auxiliarem o processo.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Mercado farmacêutico cresce 45% em quatro anos

Apesar da economia estagnada, o faturamento do setor aumentou 11,4% em 2014


O faturamento do mercado farmacêutico pelo canal farmácia no Brasil saltou de R$ 28,7 bilhões em 2010 para R$ 41,8 bilhões em 2014, o que representa um aumento de 45,6% no período. Somente no ano passado, as farmacêuticas registraram crescimento de 11,4% sobre os R$ 37,5 bilhões faturados em 2013, segundo dados da IMS Health.

O número de doses comercializadas também cresceu. Foram 124,6 bilhões em 2014 ante 114,9 bilhões no ano anterior; aumento de 8,4%. Em 2010, as farmacêuticas vendiam 79,3 bilhões de doses no país, o que configura um incremento de 57,1% nos últimos quatro anos.

A divisão do mercado sofreu algumas alterações. Os medicamentos de referência, que representavam 44% das vendas em 2010, passaram a responder por 39% em 2014. Já os medicamentos similares ganharam mercado, passando de 42% para 48%. Os genéricos se mantiveram estáveis com 13%.


“Para o crescimento ser ainda maior, dependemos de alguns pontos que precisam ser resolvidos pelo país. O primeiro deles é o fato de não haver uma resposta organizada e realista para a questão do acesso. Cerca de 74% dos medicamentos brasileiros são comprados e pagos pelo bolso das pessoas, sem apoio do governo. Isso significa que a medicação mais complexa e mais cara acaba não chegando à maioria da população”, comenta Antônio Britto, presidente-executivo da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa).

O segundo ponto é a questão tributária. “O Brasil é campeão mundial em imposto sobre medicamentos. Temos uma situação injusta porque mesmo olhando os tributos dentro do país, o medicamento paga mais do que outros produtos, como, por exemplo, biquíni e ursinho de pelúcia; e isso prejudica o acesso da população aos tratamentos que precisa”, conclui.

Rapsodia tem liquidação com descontos de até 70% em seu Summer Sale

Conhecida por sua pegada boho chic e peças super estilosas, a marca Argentina Rapsodia inicia sua liquidação de Verão 2015 em todas as lojas da marca. As peças ganham descontos de até 70%, incluindo as badaladas batas e vestidos, sempre super desejados.

A camisa block mix de R$ 229,00 foi para R$ 89,00, o Casaco Fezy, de R$689,00 para R$219,00 e o Vestido Brikcha, de R$589,00 para R$189,00. Abaixo nas imagens, mais exemplos de peças que entraram em liquidação.

O pagamento pode ser feito em dinheiro ou cartões de débito ou crédito (Visa, Mastercard, Amex e Diners), em até 6x sem juros.

Lojas Rapsodia em São Paulo

Shopping Higienópolis
Av. Higienópolis, 618
Tel: (11) 3823-2375

Shopping Market Place
Av. Doutor Chucri Zaidan, 902
Tel: (11) 5181-0934

JK Iguatemi
Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2014
Tel: (11) 3152-6238

Descontos da LiquidaInsana chegam a shoppings da Sonae Sierra Brasil

Descontos da LiquidaInsana chegam a shoppings da Sonae Sierra Brasil
Produtos contam com descontos de até 70% em 11 shoppings. Personagem Dona Insana dará dicas para aproveitar as ofertas


Início de ano é sinônimo de grandes oportunidades nos shoppings da Sonae Sierra Brasil. Onze empreendimentos da empresa promovem a 2ª edição da LiquidaInsana, que oferece milhares de produtos com descontos de até 70%. São itens de tecnologia, vestuário, calçados, brinquedos, eletroeletrônicos, acessórios, artigos para o lar, entre outros, que prometem atrair a atenção dos consumidores e movimentar os corredores dos shoppings.

No Boulevard Londrina Shopping, em Londrina, os clientes poderão aproveitar os descontos exclusivos de 29/1 a 1º de fevereiro. Nos demais shoppings, a Liquidação terá duração de uma semana, de 2 a 8 de fevereiro.

Para Laureane Cavalcanti, gerente corporativa de Marketing da Sonae Sierra Brasil, a LiquidaInsana é uma excelente oportunidade para quem ainda procura seus objetos de desejo, deixados de lado no final de ano, em favor dos presentes de Natal. “Sabemos que esperar pelos preços mais atrativos do início de ano é uma estratégia de muitos consumidores, por isso nossa campanha tem por objetivo reforçar as boas oportunidades e incentivar os lojistas a oferecerem descontos vantajosos, para também renovarem seus estoques”, diz a executiva.

A LiquidaInsana aborda com humor a possibilidade de aproveitar as promoções de início de ano e, nessa edição, ganha uma personagem: a Dona Insana, que vai protagonizar a campanha encenando situações divertidas de busca por descontos. Para a divulgação da iniciativa foi desenvolvido um filme publicitário e seis versões pocket para serem divulgadas nas redes sociais. Além disso, atrizes representando Dona Insana estarão circulando nos shoppings, interagindo com os visitantes e dando dicas de como aproveitar as ofertas.

Participam da promoção 11 shoppings administrados pela empresa: Plaza Sul, Campo Limpo e Penha, de São Paulo (SP); Metrópole, de São Bernardo do Campo (SP); Parque D. Pedro Shopping, de Campinas (SP); Tivoli Shopping, de Santa Bárbara d’Oeste (SP); Franca Shopping, de Franca (SP); Manauara Shopping, de Manaus (AM); Uberlândia Shopping, de Uberlândia (MG); Boulevard Londrina Shopping, de Londrina (PR), e Passeio das Águas Shopping, de Goiânia, Goiás.

LiquidaInsana
Data: Boulevard Londrina Shopping: de 29/1 a 1/2 / Demais shoppings: de 2 a 8 de fevereiro
Horário de funcionamento das lojas: segunda a sábado, das 10h às 22h; domingo, das 14h às 20h

Novidades no mix movimentam o shopping center 3

Um dos mais movimentados endereços de São Paulo, na Avenida Paulista e com circulação média diária de 50 mil pessoas, o Shopping Center 3 acaba de concluir reformas de modernização e de ampliar o seu mix. Entre os principais destaques está a chegada da inédita Print Me, a primeira empresa de impressão 3D com tecnologia brasileira, que cria miniaturas de pessoas e animais de estimação.

Localizada no Piso Augusta, a Print Me já atrai o público, oferecendo o escaneamento instantâneo, feito com 50 câmeras fotográficas posicionadas em 360º, que capturam em apenas um segundo a imagem, estática ou em movimento (O preço das miniaturas em 3D variam de R$ 99 a R$ 899).

Outra novidade é a Vivara, a maior rede de joalherias do Brasil, que levou para o Center 3 a linha Life. O público feminino ganhou mais opções de serviços com a chegada do Estúdio da Sobrancelha, Nails Beauty e Espaço Laser. CVC, Los Paleteros, Mr. Beer e Cellaria Vintage também já marcam presença no Shopping.

Shopping Center 3
Avenida Paulista, 2064
tel: (11) 3285-2458
www.shoppingcenter3.com.br

Pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas tem ligeiro recuo em 2014

Pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas tem ligeiro recuo em 2014
A pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas atingiu 95,6% em 2014. Isto significa que durante o ano passado, a cada 1.000 pagamentos realizados, 956 foram quitados à vista ou com atraso máximo de sete dias. Este nível de pontualidade ficou ligeiramente abaixo do verificado no ano de 2013.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o ano de 2014 marcou o início de um período conjuntural adverso para as micro e pequenas empresas, caracterizado por taxas de juros em elevação e pela estagnação da economia, dificultado a geração de caixa e encarecendo o seu custo financeiro. Tais fatores afetaram a capacidade das empresas em aprimorar seus pagamentos em dia, interrompendo uma trajetória de melhora que vinha se fazendo presente durante os dois anos anteriores (2012 e 2013).

Sinal verde nas lojas Carrefour

Sinal verde nas lojas Carrefour
Ação trará descontos de até 50% para todos os setores das lojas

Neste sábado (24), tem Sinal Verde nos hipermercados Carrefour, com descontos de até 50% em diversos setores da loja. Para os pais que desejam antecipar a compra de artigos escolares, toda a linha para escrita, cadernos e porta materiais escolares serão comercializados com 20% desconto. No departamento de Eletro, os destaques são os produtos da marca LG – televisores, microondas e celulares – com 10% de desconto. Também só amanhã, na compra de um iogurte de qualquer marca, a segunda unidade sai pela metade do preço. A ação promocional prevê ainda ofertas especiais para clientes Cartão Carrefour.

Para comunicar os clientes sobre a ação, a rede fará anúncios em jornais de grande circulação, rádios, e televisão aberta. Os filmes publicitários com as principais ofertas programadas para amanhã serão veiculados hoje (23), nos intervalos das novelas das 18h, 19h e 21h, na TV Globo.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

A nova revolução será em 3D: Menos bits, mais átomos

Eu confesso que não encarava com seriedade, talvez pela falta de conhecimento do assunto, a revolução que a impressão 3D está causando no mundo, e como essa poderia afetar o mundo do varejo num futuro muito próximo.

A oportunidade de conhecer durante uma das visitas técnicas uma das lojas da Makerbot em Nova York, aguçou minha curiosidade pelo assunto, que até então eu encarava como um brinquedo ou produto capaz de fazer outros produtos, talvez muito mais interessante para geeks, artistas e designers do que para o público em geral.

A discussão sobre o tema no EUA pode ser vista no excelente documentário produzido pela Netflix chamado “Print the Legend”, que apresenta as principais empresas do segmento e seus posicionamentos de mercado, através de uma breve história desse mercado. O breve documentário, que começa em uma disputa entre grandes empresas e pequenos e sonhadores desenvolvedores (yet-to-be competitors), com seu posicionamento e sonhos, cobre no pequeno espaço de tempo, as profundas transformações que essas empresas estão também passando internamente.

Voltando a discussão do tema, se pensarmos em objetos comuns, e na replicação desses em impressoras 3D mais simples, voltadas ao consumidor normal (pois também existe a verdadeira produção industrial, voltada a segmentos como a indústria aérea e automobilística), a maioria dos produtos impressos finais hoje é confeccionada em plástico ou resina (como gnomos, peças de xadrez, e outros pequenos objetos) e sua velocidade de produção atual deixa a desejar se comparado à produção em escala de qualquer produto plástico, por exemplo, injetado.

Para efeito de comparação, um globo terrestre com cerca de 50cm de diâmetro leva cerca de 50 horas para ser produzido, algo que talvez desanime os mais ansiosos em criar uma coleção própria de peças de montar (como Lego) em casa para brincar.

Liberator: Arma produzida 100% em impressão 3D
Porém se pensarmos nas possibilidades de produção de objetos customizados ou 100% anatomicamente modelados ou adaptados ao seu comprador, é de fato uma ideia interessante, como para a produção de próteses, moveis e até mesmo roupas e acessórios. Imagine de fato criar um par de óculos que se encaixe 100% em seu rosto. Um bom exemplo disso é o trabalho que o pessoal da Normal tem desenvolvido produzindo headphones moldados ao recorte da orelha do usuário, com encaixe e isolamento sonoro perfeitos.

Assim como a solução atual já é de grande valia para a produção mocapes de produtos, como por exemplo, maquetes e estudos de arquitetura, que saem da realidade de projetos renderizados no computador para o trabalho impecável e de melhor custo de uma impressão 3D (e possivelmente com velocidade de produção até melhor nesse caso específico).

Maquete produzida em impressão 3D
É fato que a impressão 3D vem crescendo e se desenvolvendo numa velocidade espantosa. A partir de cerca de US$ 1.000,00, qualquer pessoa pode produzir praticamente tudo o que possa imaginar, o que inclusive vem criando discussões sérias sobre o tema, principalmente sobre dois aspectos, do da produção de peças com copyright e o da produção de armas, inclusive, armas que hoje são produzidas 100% em material plástico e capazes de disparar munição tradicional, o que seria um risco para a segurança de qualquer cidadão, e uma oportunidade na mão de terroristas e pessoas mal intencionadas, uma vez que se trata de um material de fácil desmonte e dificilmente identificadas.

Voltando ao tema do copyright, penso como empresas como a Lego, Melissa, Hasbro, KidRobot, entre outras poderão no futuro se defender da ameaça de produção caseira? No caso da Lego, sua maior virtude, a simplicidade de se construir praticamente tudo através de peças de plástico, poderá também ser uma de suas maiores fraquezas no futuro?

É sempre um risco um palpite como esse, mas em termos de comparação eu acredito que estamos nesse momento estamos vivendo algo parecido com o que foi a Internet para os consumidores em meados da década de 90, ainda que de contato possível na época para alguns poucos curiosos, restrito a grandes empresas e experts da área, e que vislumbravam, mas de fato não tinham a mínima ideia do que ainda viria pela frente ou de como de fato a Internet faria parte de nosso cotidiano de maneira tão sinérgica à maioria de nossas atividades.

Do mesmo modo, podemos dizer que estamos no início de algo revolucionário, e que com certeza irá ainda passar por sérias transformações, mas que veio para ficar e fazer parte do nosso cotidiano nos próximos anos, de maneira cada vez mais acessível.

Será que teremos algum player como a Amazon ou a Apple entrando nesse mercado?

Eu imagino a seguinte situação, e a partir disso, começo a pensar sobre como o varejo poderá ser afetado. Imagine você em sua sala de estar assistindo um programa de compras na televisão, ou talvez navegando em algum e-commerce, e ao gostar de um produto, com um simples toque (se isso ainda for necessário no futuro – talvez só a força do pensamento já seja suficiente), você compra o produto.

Ao invés de ele precisar ser produzido, embalado, despachado e entregue, ele somente seria produzido, renderizado, ou impresso em sua casa. É possível que talvez a briga seria quem teria a melhor relação de custo x benefício de equipamento, ou talvez a melhor qualidade de acabamento ou velocidade de produção. Quem talvez teria o melhor custo x benefício de matéria prima utilizada (algo que já se discute quando falamos de impressão de papel até hoje...)

Para que então serviria a loja física? Seria apenas uma questão de experiência de compra? Será que serviriam apenas como showroom de experiências e talvez de cadastro de seus consumidores, lendo e gravando todas suas características físicas?

O futuro e a revolução estão aí. Já impressos na história.

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
Editor
+Falando de Varejo

Redes de franquias investem em funcionários por meio de treinamento


Produtividade é assunto pautado com frequência por empresários. O tema é fundamental para o crescimento de empresas do país e para geração de futuros empregos. Em relação às horas trabalhadas, o brasileiro vence o americano, francês e o alemão. Entretanto, produz apenas um quarto do que é produzido por eles. Esseéo resultado de uma pesquisa realizada pelo Órgão Internacional do Trabalho (OIT).

Para produzir mais é preciso aproveitar bem as horas disponíveis, fazer o dia render, e produzir mais no mesmo tempo e ter conhecimento total do serviço. Além de procurar por profissionais que se encaixam nesse conceito, empresas procuram também investir em treinamentos para desenvolver essa e outras habilidades nos funcionários. O método vem sendo aplicado nas redes de franquias para fortalecer o vínculo entre os funcionários e a rede e estimular os colaboradores com novos conhecimentos.

A Acquazero, rede de franquias especializada em estética automotiva biodegradável, oferece o sistema para todos os funcionários. “O treinamento é passado para toda equipe da franquia Acquazero, inclusive para o franqueado”, falou o diretor da empresa Marcos Mendes.

Treinamento que oferece benefícios não só aos donos das novas unidades, mas também, para a rede como um todo. “O bom desenvolvimento de cada unidade, começa com um bom treinamento. Isso se reflete em qualidade de serviços, clientes satisfeitos, e fortalecimento de nossa marca”, falou Marcos.

Especialistas garantem que uma equipe bem treinada é o alicerce da unidade e um fator determinante para o desenvolvimento de cada uma delas. “O bom desenvolvimento de uma franquia depende de um marketing bem feito para atrair os clientes, um bom atendimento e relacionamento com o cliente, uma boa abordagem de venda com propriedade e um bom serviço executado. Somente uma equipe bem treinada conseguirá realizar esses quesitos e por consequência atingir bons resultados”, relatou o diretor.

Os treinamentos da rede vivem em constante atualização, já que ele é baseado no retorno dos clientes finais. “Nosso intuito é executar um serviço com rapidez, facilidade, agilidade e o mais importante com qualidade”, concluiu Marcos.

Para Samadhi Müller, diretor da rede de franquias Loja das Torcidas, um bom treinamento necessita de competência do mediador, material didático bem elaborado e treinamento prático. Segundo ele, quesitos que sua franqueadora segue a risca.

Samadhi diz que um ótimo atendimento é o requisito principal para a fidelização dos clientesnas unidades da franquia. Mas como saber atender com tamanha maestria? Com o terceiro item citado logo acima, o treinamento prático! “Nós levamos esse princípio muito a sério. Além do conhecimento teórico, oferecemos também a prática, inauguramos recentemente uma unidade modelo em São José do Rio Preto para ensinar na prática o que explicamos na teoria. Vemos mais resultados”, falou.

De acordo com o empresário, o método adquirido pela Loja das Torcidas, consiste em capacitar os franqueados na sede da própria empresa. Cada franqueado recebe separadamente todo o aprendizado e posteriormente este conteúdo é passadopara a equipe. “Explicamos passo a passo para o franqueado o que acontece dentro da franqueadora, em nosso treinamento contamos com nossa equipe de assessoria de imprensa, publicidade e toda a equipe interna abordando o mercado, como fazer pedidos, como escolher seus funcionários, entre outros itens importantes”, explica.

O treinamento foi preparado por meio de consultorias especializadas e é elogiado pelos franqueados que participam. “Recebemos feedback positivo, nosso treinamento tem sido elogiado por todos”, disse Müller.

Treinamento presencial e também online! Quem não tem loja fixa se adapta a essa realidade de forma virtual. É o que faz a empresa de tecnologia Gigatron Franchising. Todo franqueado recebe o treinamento 100% online por meio de um canal no youtube e um ambiente EAD.

O treinamento feito à distância exige muita dedicação, já que depois dele, cada funcionário passa por um prova de homologação. A metodologia é própria e foi desenvolvida por uma expertise. “Até o momento o retorno tem sido positivo. Fazemos um questionário de avaliação constante para saber o grau de satisfação do nosso cliente”, disse Marcelo Salomão.

Segundo o diretor, a geração de conhecimento tem interferência direta na qualidade do atendimento. Quesito passa a ser unanimidade entre as três empresas. Outra medida adotada por todos, é a questão da reciclagem! A Gigatron também oferece a medida mensalmente.

Hoje a Gigatron possui três modelos de franquias, cada uma com o seu treinamento e todo o material foi desenvolvido dentro da empresa e aos olhos cuidadosos de Marcelo, que faz questão que seus franqueados tenham total respaldo dentro da franqueadora. “Estamos sempre criando novos produtos e modelos de franquias, com isso estamos desenvolvendo constantemente novos treinamentos”, disse. Para comprovar essa realidade da franqueadora, em breve a Gigatron Franchising saltará de três para seis modelos de microfranquias, abrindo assim um leque maior para o investidor interessado na área.

Especialista quando o assunto é padronização e treinamento, André Machado, diretor da Compra Store, empresa de padronização de franquias, muitas vezes auxilia franqueadoras nesses treinamentos. De acordo com ele, a especialização é importante principalmente para tirar todas as dúvidas existentes perante o serviço oferecido pela empresa. “Sei que não é fácil em apenas uma semana sanar todas as dúvidas existentes. Mas é de extrema importância que o pós-treinamento seja acompanhando de perto pelo suporte da franqueadora. Ou seja, quando o franqueado volta para a sua cidade, volta com muitas dúvidas. É nesse momento que a empresa deve acompanhar de perto este novo franqueado”, completou André.

Segundo ele, a ação engloba diversos aspectos. Uma delas, no qual considera ideal para o fortalecimento e promoção da rede durante a especializaçãoé a utilização de uniformes, brindes, sorteio de produtos e o incentivo da franqueadora sobre a padronização na rede.

O especialista lista os principais erros cometidos. “Vejo muito por ai falta de preparo dos apresentadores como nervosismo, erros de português e slides cansativos. Outros erros frequentes são: sinal de internet lenta, as salas muitas vezes pequenas e sem nenhum conforto e também a falta de detalhamento de pauta. A dica é realizar o oposto de tudo isso!”, concluiu André.

Empresários da capital mineira se unem contra as medidas econômicas do governo federal

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), representante do comércio varejista da capital mineira, atenta às medidas de ajuste fiscal anunciadas pela equipe econômica do governo federal se reuniu ontem em Brasília com a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) onde foram discutidas as providências que serão tomadas pelo empresariado nacional.

Para o presidente da CDL/BH, Bruno Falci, as medidas anunciadas pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, aliviam as contas do governo, mas afetam diretamente o setor produtivo, sobrecarregando e onerando empresas e consumidores, ao passo que os esforços deveriam ser concentrados na redução dos custos e no aumento da eficiência da máquina pública. “O governo está tomando as medidas certas, mas transferindo a conta para os empresários, consumidores e cidadãos”, disse. “Como manteve o cofre escancarado durante muito tempo, a nova equipe econômica quer botar as finanças em ordem à custa dos brasileiros. O governo precisa dar o exemplo e fazer cortes públicos”, completou.

Diante da atual situação econômica que afeta todo o setor produtivo do país, a CNDL se reúne no próximo dia 29, quinta-feira, com o ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, onde serão debatidos os impactos das medidas no dia a dia do empresariado. Participam da audiência entidades de classe de diversos setores produtivos do Brasil.

Impacto – Dentre as medidas anunciadas, as que impactam diretamente nas contas das empresas são: alterações das regras para benefícios sociais e previdenciários, aumento do IOF para operações de crédito, fim das desonerações do IPI, aumento dos juros do BNDES para o setor produtivo, aumento da taxa de importação, aumento dos tributos federais sobre os combustíveis, veto da presidente da República ao reajuste da tabela do imposto de renda em 6,5%.

“Todas essas medidas têm impacto direto na vida das empresas, do empresário e dos consumidores”, afirmou Falci. “Convivemos durante todo o ano de 2014 com inflação em alta e juros em patamares elevados. E a consequência foi um ano ruim para o setor varejista”, acrescentou.

Shopping Tamboré inaugura Cold Stone Creamery

Marca premium de sorvete ganha mais um espaço em São Paulo

O Shopping Tamboré traz neste mês mais novidades para os seus clientes. O empreendimento inaugura nesta sexta feira (23) a segunda unidade da Cold Stone Creamery em São Paulo (a primeira dentro de um centro de compras). A sorveteria de 76 m² chega ao empreendimento para completar o mix gastronômico. A marca americana que tem 27 anos de mercado é conhecida mundialmente por seus produtos exclusivos e saborosos e possui mais de 1400 lojas espalhadas por 24 países.

Localizada no corredor Life Style, a loja oferece diversos sabores de sorvetes e são servidos em três tamanhos: Like it, Love it e Gotta have it. Entre os mix-ins estão chocolates, frutas, brownie, biscoitos, coberturas e diversas outras guloseimas que atendem aos paladares mais exigentes.

As combinações entre sorvete e mix-ins são as mais variadas. Todas são testadas, aprovadas e sugeridas pelo Mestre Sorveteiro Cold Stone. Quem quiser algo único e inédito pode deixar a criação por conta dos atendentes da loja: basta dizer um pouco do que gosta (e não gosta) que a equipe Cold Stone Creamery está preparada para surpreender o cliente com malabarismos e brincadeiras enquanto servem.

Os sorvetes da marca receberam a classificação Super Premium pela instituição Food and Drug Administration, que é responsável pelo controle de alimentos dos Estados Unidos.

Serviço:

Shopping Tamboré
Inauguração: 23/01
Piso: Térreo
Endereço: Av. Piracema, 669 – Tamboré / Barueri – SP
www.shoppingtambore.com.br

Primeiro e-commerce oficial de produtos Disney, Marvel e Lucasfilm irá atender varejo brasileiro

Iniciativa é pioneira e oferece mais de 2 mil produtos oficiais dessas franquias de sucesso

A Brasil/CT, empresa líder em operações de desintermediação no mercado de comércio eletrônico, inaugura em 19 de janeiro de 2015 o distribuidor online "produtosDisney.com" (www.produtosdisney.com) dedicado exclusivamente à venda de produtos licenciados Disney a todas as pequenas e médias empresas (PMEs) de varejo brasileiras. A iniciativa, única no setor, conta com o licenciamento da The Walt Disney Company Brasil, e terá um amplo portfólio de produtos dos personagens Disney, Disney•Pixar, Marvel, Lucasfilm, além da participação de empresas licenciadas locais. Os varejistas passarão a ter maior flexibilização de pedidos mínimos, listas de compras sugeridas de acordo com as tendências de mercado e seu tipo de negócio e ainda conteúdos e informações sobre as franquias e personagens da companhia. O acesso é restrito às empresas.

"O varejo brasileiro é extremamente segmentado, o que dificulta a distribuição dos nossos produtos licenciados em determinados nichos de mercado e municípios. O lançamento deste canal de vendas online traz uma solução de acesso e logística e nos dará a oportunidade de levar a magia dos produtos com os personagens favoritos de Disney, Disney•Pixar, Marvel e Lucasfilm a todas as famílias brasileiras", ressalta Miguel Vives, Country Manager da The Walt Disney Company Brasil.

O distribuidor B2B disponibilizará produtos em vários segmentos como brinquedos, papelaria, material escolar, bebês, vestuário, decoração, cama, mesa e banho, entre outros.

A Brasil/CT será a empresa responsável por toda a operação deste "marketplace" online e garantirá a distribuição em todo o país. "Temos o entendimento de que o tamanho do desejo que os produtos Disney, Disney•Pixar, Marvel e Lucasfilm exercem sobre os consumidores, é bem maior do que percentual de oferta de produtos disponível atualmente no varejo. Essa proposta, sendo um marketplace especializado, irá ajudar no equilíbrio do mercado, viabilizando mais produtos do guarda-chuva da empresa em todo o Brasil", afirma Marcos Wettreich, CEO da Brasil/CT.

Taeq lança portal sobre alimentação saudável


Taeq acaba de lançar o portal “Conquiste sua Vida”, com conteúdo exclusivo para que o internauta consiga, por meio de informações sobre alimentação saudável, ter disposição para alcançar todos seus objetivos. Para isso, a marca oferecerá matérias e curiosidades sobre os benéficos de diversos tipos de alimentos, dicas de exercícios físicos e mais de 250 receitas, dentre outros conteúdos. O endereço do novo portal é o www.conquistesuavida.com.br.

Criada em 2006, Taeq é a marca exclusiva do GPA em alimentação saudável. Com um portfólio de 600 itens dedicado a essa categoria, a marca conquistou a credibilidade dos clientes e de diversos profissionais da saúde graças a um trabalho sólido de identificação de fornecedores, rigorosa seleção de ingredientes e um controle de qualidade modelo no varejo para levar à mesa dos consumidores alimentos para uma vida mais saudável e gostosa. Em 2013, a marca foi relançada, com nova logomarca, produtos e embalagens. A mudança de posicionamento vem incentivando as pessoas a buscar na alimentação saudável o ponto de partida para que cada um conquiste seus objetivos de vida.

O portal “Conquiste sua Vida” permitirá ainda ao internauta comprar seus produtos Taeq favoritos por meio de links direcionados ao Pão de Açúcar Delivery (www.paodeacucar.com.br). Para os que possuem restrição alimentar, Taeq teve a preocupação ainda de elaborar conteúdos exclusivos voltados para intolerantes a lactose ou glúten, inclusive indicando produtos da linha que podem ser ingeridos por essas pessoas.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Lista: 10 novidades sobre tecnologias da NRF que você precisa saber...

Expo Hall da NRF: Mais de 600 expositores em 18.000 m²
Um dos pontos mais importantes sobre tendências do evento, a EXPO HALL apresenta em mais de 18.000 metros quadrados, cerca de 600 expositores trazendo o que há de mais novo e conceitual em termos de novas tecnologias para os pontos-de-venda.

O Falando de Varejo traz para você um resumão de tudo o que aconteceu para que você possa ficar por dentro.

Esqueça o termo omnichannel. Não se deve mais pensar em estruturas de varejo multicanais, ou que possam fundir os mesmos. O canal já é um só e a experiência em qualquer meio seja ele mobile, online ou offline deve ser a mesma e uma deve ser complementar a outra.

O que acontece agora é que a loja física voltou a ser a bola da vez, porém tem que aproveitar, mas para ter sucesso, a loja precisa obter a eficiência de processos, experiências e inteligência do varejo online.

O beacon é a principal ferramenta hoje para criar uma experiência omnichannel junto ao consumidor. É o elo entre o móvel, o online e o offline.


Vale sempre lembrar: RFID (ainda) é parte da solução para quem quer realizar uma experiência baseada nos produtos. Ainda não é inevitável, mas vai ser.

As soluções, em sua grande maioria, mesmo nos EUA, estão em fase de pilotagem. Mas sempre tem mais oportunidades quem sai na frente.

O que foi legal ver por lá:

1.) Big Data


A SAP apresentou o projeto que realizou junto com a NBA abrindo mais de 68 anos (!) de estatísticas para todas as pessoas através de seu site, o que mostra o poder da Big Data.

Além de ser possível criar uma série de análises e praticamente virar um especialista no assunto, comparando e analisando jogadores, jogadas e resultados, de outra maneira, a NBA vem entendendo e em contra parte engajando seus torcedores, entendo times e jogadores favoritos, idade, gêneros e preferências de seus torcedores, entre outras análises possíveis.



2.) Beacons


A Shelfbucks realizou um excelente trabalho com beacons junto á GameStop loja de videogames com mais de 6.000 lojas no mundo. O trabalho realizado em 36 lojas, possibilita aos consumidores a obtenção de diversas informações como o review, fotos e vídeos dos jogos em exposição, bem como pretende num futuro próximo, entregar cupons e promoções personalizadas, baseadas nas preferências dos usuários.

Shelfbucks
A Razorfish também apresentou um trabalho bacana, na qual beacons acionavam o aplicativo através de aproximação, mostrando informações e sugerindo a interatividade junto ao usuário.

Razorfish

A Zebra Technologies apresentou uma solução que integra todas as informações e faz rodar com facilidade beacons, reviews, entre outros. Através de aplicativos conectados à redes sociais, ou que providenciem as informações dos usuários, e que são reconhecidos ao entrar na loja através dos beacons, são apresentados não somente produtos e reviews, mas reviews realizados por pessoas similares ao consumidor. Ao colocar um produto sugerido sobre uma superfície de leitura, através de RFID, uma série de sugestões, incluindo-se receitas e melhores acompanhamentos, são apresentados ao consumidor.

Zebra Technologies

3.) RFID

Passam-se os anos, e o RFID continua firme e forte. Não dá para se trabalhar com a leitura de produtos de uma maneira inteligente que não seja através das etiquetas de RFID. Ainda não é inevitável, mas parece ser num futuro próximo.

Um exemplo da SAP, já apresentado no ano passado, e apresentado com melhorias nesse ano, mostra uma gôndola que uma vez que você escolhe um produto em um aplicativo, a gôndola aponta o produto para você, e uma vez que você o pega, através do RFID, ele aciona informações como preços e acompanhamentos, similar à Zebra.

Escolha o vinho, a gôndola lhe indica qual o produto e apresenta as informações sobre o mesmo...

3.) A força dos reviews

Se o vendedor era a grande fonte de informação no passado, hoje nada mais é tão forte ou soa tão idôneo para quem compra quanto os reviews e sugestões de outros usuários. Todas as informações que são apresentadas ao consumidor, de uma maneira ou outra, buscam mostrar algo nesse sentido.


4.) Etiquetas eletrônicas

Mais do que apenas apresentar preços de uma maneira mais interessante ou permitir uma atualização mais rápida, diversas empresas mostraram que a opção por esse tipo de sistema pode trazer grandes benefícios aos varejistas.

Samsung (entre outras) apresentou diversas opções de etiquetas entre elas, as que utilizam três cores para exibição de preços e produtos, em alta resolução, através de tecnologias do tipo E-Ink (a mesma utilizada pelo Kindle da Amazon). 

Samsung
A SES apresentou um sistema que utiliza as etiquetas eletrônicas, que uma vez conectadas também com sistemas de merchandising, conseguiam através de leitores a atualização em real-time dos planogramas, permitindo rapidez de leitura e atualização constante de informações.

SES - Produtos, etiquetas, leitores e sistemas de planogramas. Todos conectados.

5.) IoT - Internet das coisas

A Tata apresentou um inteligente sistema que analisava através dos preços, preços dos concorrentes e estoques qual seria o melhor preço para um determinado produto. Por exemplo: Se os estoques estão baixos, o preço sobe, se ficam altos, ou a concorrência apresenta melhores preços, o preço automaticamente é reduzido. Se conectado com o sistema de vendas e etiquetas eletrônicas, o sistema promete até mesmo a atualização automática dos valores.

Tata - Análise automática do "melhor valor"

6.) Rebecca Minkoff - a estrela da feira

Conforme colocamos em nosso artigo sobre a loja, uma das grandes estrelas do estande da Paypal era uma réplica da experiência de compra criada para loja Rebecca Minkoff, com os provadores especiais, e os espelhos para escolha dos lookbooks.



7.) Kinect - mais que videogame

O poderoso leitor de movimentos da Microsoft foi a grande estrela deles. No exemplo, com uma câmera colocada sobre a gôndola, o equipamento não somente apresentava o trailer do produto ao pegarmos na gôndola (inclusive entendendo produtos em alturas diferentes), como fazia a leitura de tráfego e tempo do local, criando um heatmap.

Ao pegar um produto, o trailer aparece na tela, e...

...ao mesmo tempo, é criado um heatmap da loja.
8.) Painéis de mídia + inteligentes



Se em outros anos já haviam sido apresentados os painéis de vending machines com mídias que possibilitavam a apresentação de produtos e promoções, a novidade é esse painel, que não somente faz o mesmo, como a atualização do mesmo não precisa ser local. Através da internet, uma empresa pode trocar a promoção ou propaganda, bem como gerenciar todos os dispositivos. Esse painel foi uma das novidades apresentadas no estande da Intel.

9.) UGG

Através de RFID, a solução da DemandWare para a UGG, conhecida marca de botas, possibilitava uma vez que o consumidor provava uma das botas e pisasse no chão, sensores eram ativados e informações sobre o produto eram apresentadas em uma tela. A leitura no estande, era realizada em um tapete, mas era possível aplicar os sensores em qualquer superfície, de qualquer tamanho.

DemandWare e UGG

10.) NRF iLab

O iLab foi um dos espaços mais curiosos da feira, apresentando inusitadas soluções e empresas. Da inovadora Makerbot e suas impressoras e canetas 3D, passando pelo pessoal que fabrica os headphones personalizados da Normal, à empresas de soluções inusitadas como a barra de proteína de grilos (isso mesmo, insetos!).

NRF iLAB - um espaço de inovações

Uma barrinha feita com proteínas de grilos....isso mesmo.

Não ficou muito bom, mas valeu a experiência de escrever/moldar algo em 3D.....

Pequena câmera criada pelo pessoal da Polaroid, que permite inclusive filmar.

Relógios ou pulseira que medem o quanto você corre ou dorme? E que tal um garfo que mede como você come?

Pagar mico faz parte, mas foi uma experiência gratificante....um equipamento que transformava um Galaxy Note 4 em um óculos de realidade virtual. A diferença: Não se tratava de computação gráfica, mas de imersão em um vídeo real...incrível e já à venda nos EUA por US$ 199,00.

E aí, o que acharam?

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
Editor