quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Top Center recebe seis novas lojas

Dentre as novidades, Poke Poke passa de quiosque para unidade satélite. A marca segue tendência que está ganhando os brasileiros, um formato havaiano, que chegou do Honolulu

Especializada em culinária havaiana, Poke Poke é uma das novidades do Top Center (Foto: Divulgação)
O Top Center começa o segundo bimestre com seis novas unidades para incrementar o mix de opções aos clientes. Alimentação, moda e beleza farão parte das novas operações que integram as 68 lojas do Shopping, que está localizado na avenida mais popular de São Paulo, a Avenida Paulista.

Um das operações que chega com novidades, de quiosque para uma unidade satélite, é o Poke Poke. A marca segue a tendência que está ganhando os brasileiros, um formato havaiano, que chegou do Honolulu. Peixe cru cortado em cubos, temperado e servido numa tigela, parecido com sashimi e o ceviche. Com cardápio variado, a operação cresceu e obteve sucesso com os clientes do Top Center. Há diferentes tamanhos de "bowls" entre 200 ml, 400 ml, 500 ml e 600 ml.

Ainda no segmento de alimentação, o Top Center conta com o Mei Mei. Deliciosa opção de culinária asiática, buffet ou à la carte, que fica no piso Bela Vista, na praça de Alimentação do Shopping.

No Piso Paulista chega o Estúdio Face, operação de tratamentos faciais - primeira loja do Brasil – com serviços como, toxina botulínica, preenchimento e peeling; o Quiosque Vision Beauty, com diversos produtos para o cabelo, inclusive experimentação - Modelador de Cachos, Escova Alisadora, Reparador de Pontas e Escova Secadora; e o Eu Bella, bijuterias a R$ 19,90.

O Top Center fica na Avenida Paulista, 854 – Bela Vista. Mais informações no (11) 3141 1016.

Sobre o Top Center

O Top Center possui um centro de compras com uma área de 6.538 m² de ABL (Área Bruta Locável), 67 lojas variadas, praça de alimentação com 438 lugares e uma academia, a Runner. Situado entre as estações de metrô Trianon–Masp e Brigadeiro, o shopping atrai cerca de três milhões de visitantes ao ano.

D&D Shopping inaugura 6 novas lojas

iGUi Piscinas, Archluce Iluminação, WG Design, Mosarte, 1st-Floor e Nagairô Sushi completam o mix de lojas do Shopping

O D&D Shopping está com novidades! Seis marcas acabam de chegar no mais completo Shopping de decoração e design do Brasil. As marcas iGUi Piscinas, Archluce Iluminação e WG Design já abriram suas portas, na sequência será a vez da Mosarte, 1st-Floor e Nagairô Sushi. A inauguração dessas lojas compõe os 24 mil m² do D&D Shopping, que conta com 95 lojas de decoração e arquitetura, sendo mais de 20 no setor de alimentação.

Líder mundial no segmento de piscinas, a iGUi Piscinas possui mais de 800 unidades e 45 fábricas franqueadas no Brasil. No D&D Shopping, a marca abriu um quiosque/showroom, localizado no piso superior, que conta com piscina de demonstração com 2,5m x 1,5 m x 0,84m. O ambiente foi projetado pela designer de interiores Jóia Bergamo, parceira da marca.


Outra marca que acaba de chegar ao D&D Shopping é a Archluce Iluminação. Localizada no piso térreo, a primeira loja da marca oferece soluções em projetos de iluminação, automação e produtos. Possui ainda venda exclusiva das peças desenvolvidas pela designer Cristiana Bertolucci.

Com mais de duas décadas no mercado, a WG Design desenvolve mobiliário sob medida com a criatividade e o olhar apurado na seleção dos materiais, resultando em peças exclusivas para todos os ambientes. A loja está localizada no piso superior.

Em breve será a vez da Mosarte e da 1st-Floor, ambas especializadas em revestimentos cerâmicos, abrirem suas unidades no Shopping. A primeira atua no mercado de revestimentos especiais desde 1995 e é referência em mosaicos e porcelanatos de alto padrão. Já a 1st-Floor é especializada em revestimentos diferenciados, altamente tecnológicos e precursores de tendências mundiais.

Ampliando o mix de lojas de alimentação, o restaurante Nagairô Sushi também abrirá, em breve, uma filial no D&D Shopping. Inaugurada em 2014 em Alphaville, a rede dá início a expansão de filiais. No Shopping, o projeto do restaurante está sendo executado pelos arquitetos Bruna Ximenes e André Leite, do Ximenes Leite Arquitetura.

Acompanhe as novidades acessando a página: www.ded.com.br

D&D Shopping

O D&D Shopping, centro referência em decoração e design, é responsável por trazer ao Brasil um conceito revolucionário de empreendimento, um shopping all in one, especializado em móveis e objetos de decoração,onde reúne as mais importantes marcas do segmento, tornando-se referência em sofisticação e bom gosto para profissionais e empresários do ramo. São mais de 90 lojas conceituadas e diversificadas, distribuídas por 24 mil m² de área total com completa infraestrutura. O D&D foi inaugurado em 1995, dentro do World Trade Center São Paulo – WTC-SP, um complexo empresarial composto por cinco unidades de negócios que se integram: WTC Tower, Sheraton São Paulo WTC Hotel, WTC Events Center, WTC Business Club e pelo D&D Shopping. O complexo é pioneiro na região da Av. Berrini, um dos principais centros de business em São Paulo. Mais informações em: http://dedshopping.com.br

Empresário investe no lúdico para criar rede de franquias

Em cinco anos, a rede de quiosques Crazy4Mugs, projeta um volume de 250 unidades

Uma almofada de visco elástico, de 20cm x 40cm, com a mensagem de Paz, Amor, Alegria escrita em japonês. Parece simples, mas foi exatamente com esse produto, divertido, colorido e diferente de tudo o que tinha no mercado nacional, que o empresário paulista Mahmoud El Orra deu início à Zona Criativa, especializada em presentes bem-humorados e com traços de design único. O primeiro cliente foi a rede de varejo Papel Magia, no final de 2009. “Liguei para a compradora para apresentar o produto, ela mandou eu despachar uma amostra, mas não deu muita atenção”, lembra. “Enviei e dias depois recebi uma ligação dizendo que eles não só gostaram, como queriam fechar o primeiro pedido e se transformar no distribuir exclusivo dos itens, nossa principal vitrine”.


Diferentemente da concorrência, a Zona Criativa apostou na verticalização, com criação, desenvolvimento e produção dentro de casa, o que lhe garantiu uma qualidade aprimorada a um custo muito competitivo. “Ainda hoje o preço das nossas almofadas são imbatíveis”, declara El Orra. A necessidade de aumentar o mix de produtos levou o empresário, junto com a esposa Susan El Orra, a viajar para vários países em busca de ideias e fornecedores de copos, canecas, porta-retratos, luminárias, entre outros itens, tudo, é claro, com cor, humor, mensagem diferenciada e qualidade acima do mercado.

Em 2013, já com a marca consolidada, a estratégia foi expandir por meio de licenças da Marvel, Clássicos da Disney, Cartoon Network (Hora da Aventura e as Garotas Super Poderosas), entre outras. Hoje, são 10 licenças, que respondem pode 40% do portfólio. “O licenciamento nos permitiu fugir da sazonalidade das datas comemorativas e atingir o público apaixonado por jogos e personagens”, lembra. “São 2.500 itens, cerca de 500 lançamentos por ano, além de vendermos para mais de 5.000 pontos de venda no país”.

Como bom descendente de libanês, El Orra não estava contente, queria mais. Tanto pesquisou que trouxe para o Brasil a primeira almofada divertida com a tecnologia da “Nasa” e, mais adiante, lançou no país o cobertor com mangas , que se tornou um dos carros-chefes da Zona Criativa que patenteou o produto por aqui. Mesmo com boa penetração no mercado, o empresário queria criar um canal B2C, uma forma de falar diretamente com o consumidor final. A ideia era abrir lojas próprias e, em um futuro próximo, expandir via franquias.

O desafio, contudo, era grande, afinal sustentar uma loja de varejo com uma única marca é difícil, já que o custo é alto e a conta nem sempre fecha. “Eu tinha muita experiência na indústria, mas praticamente zero de varejo”, ressalta. “Mas, ao mesmo tempo, queria estar mais perto do consumidor, a fim de que ele nos ajudasse a criar novos produtos.” Em 2012 abriu a primeira loja e, na sequência, outras três unidades, a maioria em shopping center, além do e-commerce. Os resultados não decepcionaram, mas, também, não foram suficientes para iniciar o processo de franchising.

Crazy4Mugs

Desistir? Jamais. Esse é um verbo que o engenheiro têxtil de formação não sabe conjugar. A saída, aliás, estava dentro da própria loja. Dos mais de dois mil produtos da Zona Criativa, mais de 600 são copos e canecas. Versões únicas, divertidas, temáticas, que primam pela embalagem com cara de presente, pela qualidade e que agradam os chamados B2F (em uma tradução livre B2Fãs), consumidores que procuram produtos não pelo preço, mas para montar coleções, são apaixonados pelos produtos.

“Ninguém no Brasil tem uma linha tão completa e diferente como a gente”, reforça El Orra. “Daí surgiu a ideia, no início de 2016, de criar a Crazy4Mugs, rede de quiosques de presentes especializada em copos e canecas, além do famoso cobertor com mangas.

São mais de 600 skus, que primam pela diversidade e qualidade das linhas, acabamento diferenciado, estampas únicas, formatos que variam do clássico aos de empunhadura que permitem o encaixe perfeito dos dedos, por exemplo. Os copos são um capítulo à parte. Além de coloridos, nos mais diversos temas, apresentam versões para os mais variados fins, inclusive para o preparo de misturas para práticas esportivas. Sem contar os personagens, de princesas a super heróis, passando por histórias em quadrinho, réplica de matérias de jornal e até clássicos do futebol. Tudo é muito lúdico, com estampas exclusivas que se reproduzem nas embalagens que, também, funcionam como presente. O cobertor com manga, um sucesso de vendas, explora as licenças dos personagens dos heróis da Marvel e outros temas. “Eu costumo dizer que é o universo dos sonhos. Se não dá para viver na Disney, por que não trazer um pouco daquela atmosfera para nossos quiosques?”, questiona. Foi o que ele fez.

A primeira unidade foi aberta no dia 11 de novembro deste ano, no Internacional Shopping Guarulhos. A ideia é somar quatro pontos próprios até fevereiro de 2017 e aí, então, começar a franquear.

Serão três modelos de quiosques - 2mx3m, 2mx4m e 3mx3m – com preços entre R$ 88 mil e R$ 100 mil. A meta é fechar 2018 com 75 unidades. Em cinco anos, a rede projeta um volume de 250 pontos. “A opção pelo quiosque está diretamente ligada ao momento econômico do país, que pede investimentos mais enxutos, com retorno mais rápido, maior giro e rentabilidade”, afirma o empresário.

Um empresário inquieto

Adaptar o negócio à realidade do mercado foi uma lição que El Orra aprendeu muito cedo, ainda garoto, quando ao lado dos irmãos, trocava as férias no clube pela rotina da fábrica do pai. “Enquanto os amigos iam brincar, a gente pegava o ônibus no Parque Dom Pedro e ia até a Penha, onde ficava a sede”, diz. “Eu tinha apenas 10 anos”. Entre máquinas e mantas para rechear edredons e almofadas, o menino, nascido na Mooca e torcedor do Palmeiras, aprendeu as vantagens e as desvantagens de tocar o próprio negócio. Estudou no Líbano e no Estados Unidos, casou-se nos EUA, e voltou ao Brasil em meados de 1994. Com a morte do pai, em 2004, ajudou os irmãos a tocarem os negócios da família, embora paralelamente começasse a construir a sua própria estrada.

Atuou na Câmara de Comércio Brasil-Mauritânia, onde conheceu muita gente e se deu conta de que cargos políticos não eram para ele. Ao contrário, o sucesso vem quando se faz o que gosta. Em 2007, começou a fabricar fibras para enchimento de almofadas, travesseiros. O primeiro cliente foi a Etna. A Pillowtex é hoje a única fábrica na América Latina, a produzir travesseiros, almofadas e enchimentos usando as quatro técnicas existentes no segmento - látex, micropérolas, visco elástico e fibra de poliéster, por meio da marca Master Comfort.

Visitando clientes nas grandes feiras de presentes, El Orra enxergou a oportunidade de fabricar almofadas de visco divertidas, o que deu origem à Zona Criativa e, mais recentemente, ao novo negócio – a Crazy4Mugs.

“Se você me perguntar se irei parar por aqui, com certeza direi que não”, afirma. “O empreendedor é um ser inquieto, que está sempre atento e sai na frente que não tem medo de ousar e errar. Eu, não tenho”.

Ficha Técnica:

Tipo de Negócio: Presentes

Ano da Fundação: Novembro de 2016 - Crazy4Mugs

Início da Franquia: 2016

Investimento mínimo inicial (com taxa de franquia): R$ 88 mil

Taxa de Franquia: R$ 20 mil

Capital de giro: R$ 30 mil

Royalties: 15% sobre compras

Taxa de publicidade: 3% sobre compras

Área mínima de uma unidade: 6 m² - quiosque

Número de funcionários por unidade: 2 a 3

Faturamento médio mensal: R$ 40 mil

Lucro líquido: 15%

Número de unidades: 1 unidade própria e 2 franquias (em implantação)

Prazo de retorno do investimento: 24 a 30 meses

Prazo de contrato: 5 anos

Contatos para franquia: expansão@crazy4mugs.com.br

Consumidor está mais confiante em comprar pela Internet, aponta ABComm/TrustedCompany

Índice que mede a satisfação do e-consumidor aumentou em 8%

Os consumidores brasileiros estão mais confiantes em comprar pela Internet. Segundo o Índice de Confiança do E-Consumidor, medido pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) em parceria com a plataforma de avaliações de e-commerce Trusted Company, o ano de 2016 fechou com aumento de 8% em relação ao ano anterior.

No primeiro semestre de 2016, o índice de confiança registrou média de 4,48 pontos, com base em mais de 45 mil avaliações. Já no final do ano, foi registrado um aumento de 72% no volume de avaliações dos e-consumidores sobre mais de 550 lojas virtuais de todo o País, indicando a média de 4,54 pontos. O indicador mostra a satisfação e a confiança dos consumidores com o nível de serviço, atendimento e experiência de compra oferecido pelas lojas virtuais, podendo variar entre 1 e 5 pontos.


O crescimento de 8% de um ano para o outro, caracteriza a mudança do nível ‘bom a muito bom’ para ‘muito bom a excelente’. “Queremos tornar o mercado online cada vez mais confiável e transparente. Através do marketing de recomendação, oferecemos aos consumidores online informações importantes para serem consultadas durante sua trajetória de compra; podendo até influenciar sua decisão de compra”, comenta Barbara Bayer, gerente de Marketing da TrustedCompany. “De fato, 56% dos brasileiros afirmam já serem influenciados por avaliações, comentários e feedbacks durante sua jornada de compra online. (PwC – Total Retail Survey 2016)”, complementa.

Para Mauricio Salvador, presidente da ABComm, o aumento no índice mostra que o consumidor brasileiro está mais maduro e aprendeu a escolher melhor as lojas virtuais que trabalham corretamente. “As lojas virtuais mantiveram a excelência em seus serviços mesmo em datas sazonais como Black Friday e Natal”, diz Salvador.

Sobre o Índice de Confiança do e-Consumidor

Por meio de uma parceria realizada pela ABComm com a TrustedCompany, o indicador é calculado com base nas avaliações de clientes reais das lojas virtuais. O Índice de Confiança do E-Consumidor demonstra a variação na credibilidade do consumidor mês a mês. O índice visa à reforçar valores comuns, como credibilidade, confiança e transparência. Ambas promovem o desenvolvimento do mercado de e-commerce, defendendo os interesses da economia digital e fomentando as melhores práticas.

Sobre a ABComm

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) surgiu para fomentar o setor de e-commerce com informações relevantes, além de contribuir com seu crescimento no país. A Associação reúne representantes de lojas virtuais e prestadores de serviços nas áreas de tecnologia da informação, mídia e meios de pagamento, atuando frente às instituições governamentais, em prol da evolução do setor. A entidade sem fins lucrativos é presidida por Mauricio Salvador e conta com diretorias específicas criadas para fomentar todo o setor, entre elas: Novos Negócios; Relações Governamentais; Mídias Digitais; Relações Internacionais; Meios de Pagamento; Capacitação; Desenvolvimento Tecnológico; Empreendedorismo e Startups; Jurídica; Métricas e Inteligência de Mercado; Crimes Eletrônicos; e Marketing. Para mais informações, acesse: www.abcomm.org

Shopping centers ignoram Carnaval e perdem oportunidade de aumentar vendas

Pesquisa Orange Paper, do GS Group, mostra que de 192 centros de compras no País, somente 42 utilizaram o Carnaval para atrair clientes; a maioria optou por campanhas de relacionamento.

Somente um em cada três shopping centers brasileiros está fazendo ação de Carnaval para atrair clientes enquanto a maioria deixou passar em branco uma data nacional importante, entre as duas mais aguardadas pelo varejo - Natal e Dia das Mães. De acordo com a pesquisa Orange Paper, realizada pela Célula de Inteligência de Mercado do GS Group, de 22% dos centros de compras que criaram ações para o Carnaval praticamente todos (91%) oferecem aos seus clientes atividades focadas no entretenimento e no relacionamento, sem precisar consumir para participar. A pesquisa Orange Paper avaliou 192 shoppings em todo o Brasil.


Os dados colhidos pelo Orange Paper apontam que o Carnaval não é uma data estratégica para os shopping centers brasileiros, já que a maior parte está deixando de fazer qualquer tipo de ação. Para o Diretor de Inteligência do GS Group, Fernando Gibotti, os shoppings estão equivocados, pois as análises de tendência indicam que o segmento caminha para se transformar em centros de entretenimento e compras. “O Carnaval é a principal data do calendário, cujo o entretenimento está na sua essência. Ao decidir não investir no Carnaval, o shopping mostra que está desalinhado com seu próprio futuro”, afirma o executivo.

Sem campanhas de Carnaval, os shopping centers deverão ficar 60 dias sem eventos nacionais como atrativos para chamar o consumidor às compras. A próxima data relevante será o Dia das Mães; a Páscoa só tem apelo para algumas lojas. “O varejo deve aproveitar todas as oportunidades para aumentar vendas, mas os shopping centers estão ignorando o potencial do Carnaval”, diz Gibotti.

Para o diretor do GS Group, as equipes de marketing dos centros de compras podem ser mais criativas para atrair o público com o objetivo de aumentar vendas. Nos últimos dois anos, por exemplo, cresceram ações nas áreas de estacionamentos dos shoppings, como festivais encabeçados por food trucks. “Por que não fazer algo similar, com blocos de carnaval no estacionamento, uma área limpa e segura para o consumidor se divertir?”, questiona Gibotti.

Público-alvo
Uma parcela significativa de ações para o Carnaval está focando nas crianças. Segundo o Orange Paper, 24% dos shoppings que realizam ações de Carnaval criaram programações para o público infantil. Gibotti afirma que este pode ser outro erro cometido pelos centros de compras, já que a data é propícia para o consumo de outra faixa de público. “O Carnaval atrai compradores de artigos ligados à beleza e à aparência e nesta época do ano quem mais busca esses itens são jovens solteiros, que necessitam comprar roupa, perfume e outros artigos para a festa de Carnaval”, finaliza.

Sobre o GS Group, especializado na Ciência do Consumo
Empresa de tecnologias e metodologias que permitem o entendimento do shopper e do consumo para a elaboração de estratégias de aumento de lucratividade para o varejo e a indústria.

Garçom também é vendedor

  Apresentação do programete: Leandro Branquinho Palestrante de Vendas
Dia em que foi ao ar 22-02-17
Veiculado em:
-Rádio Educativa 105,9FM – Três Corações – MG
-ACETC – Portal da Associação Comercial e Empresarial Três Corações - MG
-ACAITP - Portal da Associação Comercial de Três Pontas – MG
-ACELEM – Portal da Associação Comercial de Luis Eduardo Magalhães - BA
-Rádio Cidade – Campos Gerais – MG
-Rádio 98 FM – Ribas do Rio Pardo – MS
-Rádio 95 FM – Currais Novos - RN
-Rádio 730 - Momento Sindilojas - Goiás – GO
-Falando de Varejo

http://radiovendas.com.br
http://leandrobranquinho.com.br

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Nem só de folia vive o Carnaval!

Ah, o Carvanal!

Tempo de folia, de festejar, ou ainda para muitos, o verdadeiro início do ano.

Muita gente ainda acredita que o país só funciona depois do Carnaval, e que o tempo que passamos do Réveillon até aqui, foi somente “um esquenta”, como dizem os apaixonados por uma boa festa.

Mas se é um período de folia ou descanso para alguns, é o clímax de um trabalho de um ano todo, pela maneira como é encarado pela indústria do samba, que começa a pensar e trabalhar no próximo carnaval assim que acaba a festa do ano anterior, já pensando em garantir as melhores notas e a alegria da galera para a próxima festa. Um trabalho que mobiliza milhares de pessoas e que concorre em um mercado tão competitivo quanto qualquer outro: Há uma competição de mercado cada vez mais acirrada, uma busca pela inovação contínua em busca de um diferencial de mercado, e também pela perfeição e qualidade, onde o verdadeiro ISO é ter uma bateria “nota 10”, assim como a busca frenética pelos melhores talentos do mercado, como um bom puxador ou uma majestosa madrinha.

Para alguns, é também um período de oportunidades.

Músicos, não importa mais se estamos falando apenas de samba, ou de qualquer outro ritmo hoje popular, como o funk ou o sertanejo, disputam literalmente “no gogó” quem terá a “música do Carnaval”, e com isso, garantir mais agendas, shows e faturamento. Se bandas e cantores conhecidos têm a questão como um ponto de “sobrevivência” dentro de um mercado cada vez mais complexo, há sempre os sonhos dos novatos que vêm a data como o trampolim ideal para um salto na carreira.

Há também aqueles que aproveitam as grandes aglomerações formadas pela data, como os blocos de rua ou os trios elétricos, para conquistarem um rendimento extra para o orçamento familiar. Carregando isopores com cervejas, águas, sanduíches e todo o tipo de combustível para deixar os foliões cheios de energia e alegria, os ambulantes por vezes são pessoas que já possuem atividades similares em locais como praias ou cidades turísticas mais populares, como também são pessoas que possuem outras atividades, mas que com a folga proporcionada pelo período, aceitam sacrificar o lazer e descanso recebidos pela oportunidade de um incremento na renda, por vezes até maior do que o próprio salário.

Em um país com uma taxa de desemprego alta como nos dias de hoje, essa “oportunidade” pode ser o principal rendimento do mês, talvez o único.

Mas nem só de rua vive o Carnaval. Com cidades turísticas lotadas, e com um verão que está trazendo temperaturas altas acima da média, é certo que o movimento em locais de compras, como os shoppings centers, tende a crescer. Para muitos, um refúgio ou uma folga sob o ar-condicionado.

É o momento para lojistas inclusive conquistarem novos consumidores. Com a invasão de clientes oriundos de outras localidades, há a oportunidade não somente de vender para um novo cliente, como também entender se você está caindo na preferência de um público de um local o qual você ainda não atende. Quem sabe uma demanda para uma expansão ou uma franquia de seu negócio?

E não podemos esquecer daqueles onde o trabalho é exigido em maior intensidade em datas como essas. Médicos, bombeiros, policiais, e até mesmo as equipes de limpeza precisam garantir a saúde e segurança dos turistas e foliões, bem como deixar tudo em ordem durante e principalmente após as festas.

Carnaval é uma grande data para o país, mas nem somente de folia vive o Carvanal. Parabéns a todos aqueles que trabalham intensamente nessa data.



Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo | @falandodevarejo

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Patroni investe em seu modelo compacto de negócios e projeta um incremento de 25% no faturamento

Marca pretende chegar a 30 lojas no formato Expresso até o final do ano

Com planos de expansão ousados para este ano, uma das maiores redes de pizzas, carnes e massas do país planeja dar andamento a sua forte atuação no mercado de alimentação por meio de seu modelo de negócios enxuto, o Expresso, bem diferente das opções tradicionais já oferecidas. O negócio foi desenvolvido para ser implantado em locais que possuem alta movimentação de pessoas como estações de metrô e estádios de futebol, oferecendo as famosas pizzas da marca servidas em pedaços, além de lanches, salgados, sorvetes, café, sucos e refrigerantes. A marca começou o ano com três inaugurações neste formato, duas na capital paulista (Freguesia do Ó e Itaim Bibi) e uma no Estado do Rio de Janeiro (Jacarepaguá).


Além das três unidades, a rede possui mais quatro operações em processo de implantação do modelo Expresso nos estados de São Paulo (na capital e cidades Américo Brasiliense e Atibaia) e também no Pará (Belém). "Nosso modelo enxuto ganha destaque pelo fato do mercado estar em recesso, onde o investidor tem menos capital. É uma opção acessível para quem deseja ter seu próprio negócio em um setor que se manteve estável. Além disso, neste formato compacto oferecemos produtos de fácil consumo e produção, favorecendo a compra por impulso”, completa Admilson Souza, diretor de expansão da marca.

Com um investimento de R$ 150 mil, a rede prevê chegar a 30 novos pontos até o final do ano com o modelo compacto. “Estamos expandindo para todo território nacional, em cidades com 50 mil habitantes. Estas unidades irão impactar diretamente no faturamento anual da rede, chegando a um incremento de 25%”, diz.

Para quem deseja ter um negócio próprio no formato Expresso pode escolher entre as três opções oferecidas: loja de rua compacta (100m²), quiosque (20 a 30m²) ou até mesmo montar sua operação em containers. O faturamento médio mensal é de R$ 70 mil a R$ 100 mil reais. Atualmente, a marca conta com 210 unidades em operação e implantação e um faturamento de R$ 360 milhões.

Ficha de franquia:

Nome: Patroni

Segmento de Atuação: Alimentação – pizzas, carnes e massas

Ano de Fundação: 1984

Início no Franchising: 2003

Investimento inicial: Expresso R$ 150 mil a R$ 200 mil

Capital de giro: Expresso de R$ 5 mil a R$ 10 mil (já incluso no valor de investimento total)

Taxa de franquia: Expresso R$ 45 mil

Taxa de royalties: Expresso 5%

Taxa de publicidade: 1%

Faturamento médio mensal da unidade: Expresso R$ 70 mil a 100 mil

Lucro médio mensal: Expresso de 15% a 18%

Prazo de retorno: Expresso 18 a 24 meses

Número de funcionários: Expresso 08 funcionários

Área da unidade: Expresso Loja de rua 100m² Quiosque 20 a 30m², e Containers

Prazo de contrato: 5 anos

Telefone: (11) 5182-3000

E-mail: expansao@patronipizza.com.br

Sobre a Patroni

A Patroni, rede de franquias especializada no segmento de alimentação, foi fundada há mais de três décadas pelo paulistano Rubens Augusto Junior, e atualmente é a maior rede de pizzarias do Brasil com 210 lojas. A marca é pioneira nas tradicionais pizzas artesanais de forno a lenha dentro de shopping centers, conta também com carnes e massas, além da linha exclusiva de parmegianas. Com perfil inovador, a Patroni aposta em parcerias co-branding para oferecer ao consumidor uma experiência de consumo exclusiva. A marca oferece três modelos de negócios para quem deseja investir na Patroni: Classic, Premium e Expresso, que variam de RS 150 mil a 450 mil. www.patronipizza.com.br

VF Corporation inicia operação própria da Timberland no Brasil

A Timberland, maior marca de lifestyle outdoor do mundo, ganha operação própria no Brasil a partir de 2017. A marca, comprada em 2011 pela VF Corporation, era distribuída até então pelo grupo Alpargatas.

A nova operação, dentro do portfólio de marcas da VF do Brasil, marca um novo momento da Timberland no país. A marca, que é possui atualmente 13 lojas em cidades como São Paulo, Campinas, Florianópolis, Belo Horizonte e Fortaleza, passa a apostar em um posicionamento muito mais voltado para o mercado de lifestyle, ainda mais conectada com consumidores que valorizam o estilo de vida outdoor, ou seja, curtem o ambiente urbano e privilegiam atividades ao ar livre.


Esse novo momento traz um grande incremento no mix de produtos (calçados, roupas e acessórios), além de investimentos em marketing, eventos e ações com formadores de opinião que trazem perspectivas de grande crescimento da empresa no Brasil em 2017.

Um dos pilares dessa renovação de posicionamento é a Yellow Boot, a famosa bota amarela criada em 1973 como um calçado impermeável para aventureiros que se transformou em um ícone fashion nos pés de celebridades como Cara Delevingne, Gwen Stefani, Rihanna, Beyonce, Jay Z e Kayne West.

A Timberland também é conhecida por ter a sustentabilidade social e ambiental em seu DNA, já que busca ser sustentável desde seus processos de produção até a escolha de seus fornecedores. Em 2014, 79% dos calçados fabricados pela marca tiveram materiais reciclados em sua composição e desde 2009 a marca transformou mais de 185 milhões de garrafas PET em produtos.

Em 2016, a Timberland anunciou um projeto de aumentar seu impacto social em cidades norte-americanas que possuem lojas da marca, começando pela Filadélfia. A ideia é medir o espaço físico ocupado pela marca na cidade e restaurar um espaço equivalente de área verde nessas cidades, uma a cada ano, até 2020.

A marca realiza dois eventos globais que estimulam a responsabilidade social de seus colaboradores e das comunidades nas quais atua. Todos os funcionários da empresa dedicam 40 horas anuais para ações como o “Serv-a-palooza” no qual trabalham em prol de comunidades carentes, e o “Earth Day”, dia em que a empresa realiza ações em prol da natureza abertas a todo o público. Em 2014, a marca atingiu um milhão de horas de serviço comunitário global. Destacam-se também grandes projetos realizados pelo mundo como o “Plant my Pledge”, que promoveu o plantio de duas milhões de árvores para evitar o aumento da desertificação da regiao de Horqin, na China, e um projeto no Haiti que ajudou mais de três mil pequenos produtores a criarem fazendas sustentáveis e que se transformou em um famoso documentário (http://www.kombitfilm.com/).


Sobre a VF Corporation

Criada em 1899, A VF Corporation (NYSE: VFC) é líder global em design, produção, marketing e distribuição de marcas de vestuário, calçados e acessórios com um portfólio diversificado que incluí mais de 30 marcas como The North Face®, Vans®, Timberland®, Wrangler®, Lee® and Nautica®. Em 2015, o grupo, que emprega 64 mil colaboradores, registrou faturamento de US$ 12,4 bilhões.
Mais informações podem ser obtidas no site www.vfc.com.

Conheça os desafios do varejo móvel e saiba como superá-los

Por Hilmar Becker*

No mercado de varejo, o sucesso depende cada vez mais da capacidade de fornecer uma excelente experiência ao cliente móvel. Um estudo recente constatou que os clientes móveis esperam muito das lojas online. E o Nebraska Furniture Mart é um ótimo exemplo de como fazer isso corretamente.

Mas isso não é tão fácil como parece ser. Pequenas latências podem parecer longas esperas para clientes impacientes. Aplicativo difícil de usar? Esqueça. Alguns dos desafios envolvendo lojas e seus aplicativos podem ser superados.


A começar, quando os clientes fazem o download, mas não o usam. Pode parecer óbvio, mas o aplicativo deve fornecer valor ao usuário. Uma loja é diferente da outra e, portanto, os benefícios do aplicativo devem ser diferentes. Em uma mercearia, fornecer cupons vai deixar muitos clientes felizes. Mas se você vende bens de luxo, é melhor oferecer um clube online exclusivo.

Quando você tem um aplicativo que fornece valor à sua base de clientes, crie uma interface do usuário que simplifique e facilite o uso. Depois, faça um teste, mas teste de verdade. Reúna algumas pessoas do seu público-alvo e deixe-as usar o aplicativo. As monitore e as entreviste para saber o que elas pensam sobre o app. Se elas não quiserem mais usá-lo, seu trabalho ainda não acabou.

É importante que o seu teste simule o ambiente de produção da maneira mais fiel possível. Não adianta testar um aplicativo de loja de madrugada, quando não há tráfego de rede pesado. Teste quando a loja estiver cheia, para que você tenha uma ideia precisa do desempenho em condições reais. Além disso, isole as várias funções do aplicativo quando você testar. Coloque as capacidades de localização (wayfinding) em seus ritmos de forma independente, e depois faça o mesmo com os cupons, se você estiver usando esse recurso.

Outro ponto de atenção, é a lentidão. Desenvolver um aplicativo que os usuários gostem não tem valor algum se o app opera lentamente. Embora os desenvolvedores saibam projetar um aplicativo compatível com as capacidades da maioria dos dispositivos, eles às vezes não levam em conta a importância da rede. Mas a largura de banda é o fator mais importante quando se trata de desempenho.

No início, quando muitas redes sem fio foram instaladas, o único aplicativo que precisavam manipular era a digitalização de códigos de barras, que usa pouca largura de banda. Consequentemente, as redes foram desenvolvidas para fornecer cobertura, mas não capacidade. As coisas são bem diferentes hoje: funcionários administrativos estão usando aplicativos de lojas em seus tablets; as empresas estão enviando aos clientes anúncios e promoções em formatos de mídia; a função baseada na localização está presente em todos os aplicativos. Hoje, você precisa tanto de cobertura quanto de capacidade.

Para fornecer capacidade suficiente, sua rede deve adotar o padrão Wi-Fi 802.11ac. E você deve ter pontos de acesso com densidade suficiente para fornecer a amplitude de que você precisa. Você pode obter ferramentas de coleta de dados, para ajudar no layout da rede, ou trabalhar com um parceiro.

Se sua empresa está crescendo, mas o seu app não pode se adaptar? Como Yogi Berra disse uma vez: “É difícil fazer previsões, principalmente sobre o futuro.” Mesmo assim, você pode estar mais ou menos preparado para o que pode acontecer. A única e maior variável que os varejistas enfrentam é a capacidade. Pequenas lojas que recebem 100 compradores por dia muitas vezes constroem uma infraestrutura para esse nível de volume. Mas quando ficar famosa esta loja deverá receber 1.000 clientes por dia durante as férias com uma infraestrutura que não poderá acompanhar o fluxo.

Então, invista em tecnologia baseada em padrões, aberta e expansível, e você estará mais preparado para responder a mudanças extremas. Além disso, quando você opta por padrões abertos, não fica amarrado a apenas um único sistema fechado. À medida que surgem novas tecnologias, você poderá integrá-las. É por isso que já está disponível no mercado uma plataforma com APIs abertas e publicadas.

Não deixe que a falta de qualificação atrase você. Muitos varejistas se concentram na tecnologia e esquecem que a qualificação das pessoas também é extremamente importante. A falta dela muitas vezes causa um atraso maior do que a lacuna tecnológica. Sim, é difícil contratar e manter as pessoas com habilidades adequadas. E então, algumas soluções para isso seriam, primeiro, procure um parceiro que tenha a experiência de que você precisa, com especialistas treinados e com expertise em vários setores, incluindo varejo. Eles podem ajudá-lo a mudar para uma infraestrutura sem fio aberta e expansível. Segundo, busque por soluções que trazem muitas informações sobre os seus pares, além de dados técnicos valiosos. Faça uma pesquisa e aprenda com pessoas que estão seguindo o mesmo caminho que você. Tem alguma dúvida? Pergunte à comunidade ARUBA!

(*) Hilmar Becker é country manager da Aruba no Brasil.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Liderança: como desenvolvê-la ouvindo seu colaborador



Veja neste vídeo de Edson Moura, como ouvir seu colaborador pode ajudá-lo a desenvolver liderança, descobrir pontos de melhoria em seu negócio e motivar sua equipe!



Inscreva-se no canal: http://goo.gl/Qhc5nR
Acesse meu Site: edsonmoura.com 
Curta minha fan page: https://goo.gl/0j7Xgb

Edson Moura Tem mais de uma década de experiência no varejo nacional e carreira desenvolvida em grandes empresas do país. Foi vendedor, gerente e supervisor de loja. Hoje atua como palestrante ajudando as empresas a terem mais vendas e lucros. Isso com uma equipe comprometida, motivada e acima de tudo, feliz. Também possui formação Practitioner em PNL e nível Master em Coaching. É Coordenador e coautor do livro LIBERTE SEU PODER e coautor do livro PRÁTICAS DE LIDERANÇA.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

O BE-A-BÁ para franquias startups e marcas emergentes

Por Grupo Bittencourt*

Muitos empreendedores ao desenvolverem suas ideias, começam a chamar a atenção de pessoas interessadas em investir em suas marcas e por isso, procuram o sistema de franquias para potencializar crescimento, ganhar escala e relevância.


Porém para ingressar no sistema, mais importante do que sonhar com a sua marca em cada esquina da sua cidade, estado, ou país, é importante saber exatamente no que consiste o sistema de franquias, no entendimento do seu modelo, e nos investimentos que serão necessários para formatar o negócio e entrar no “jogo” de maneira responsável.

Responsabilidade é um termo que deve ser amplamente explorado, pois o franqueador deve saber que estará lidando com pessoas, das mais diversas origens e mais diversas expectativas.

Porém, ainda sim, o sistema oferece oportunidades que podem ser aproveitadas.

Quando se tem a missão de crescer com um orçamento limitado, os franqueadores emergentes devem lidar também com o novo momento econômico mundial, as novas tendências de consumo e os desafios do mercado em constante transformação. Ou seja, devem matar vários leões por dia.

E por isso, a máxima de que “o seu sucesso não é baseado na sua capacidade de mudar, mas na sua capacidade de mudar mais rápido que seus concorrentes, clientes e negócios”, torna-se ainda mais relevante quando se está à frente de um conceito e modelo de negócio emergente.

Nesse contexto, cultivar a criatividade, potencializar talentos e gerenciar custos deve ser o mantra. E as unidades e seus franqueados devem ser parte importante desse processo. São eles que podem ter as informações chave para criar os diferenciais e colocar a marca em um patamar superior.

Passo a passo para ser mais do que uma Startup com budget limitado

- O primeiro passo é ter a consciência de que será necessário investimento na estruturação da franqueadora, da base que irá suportar as unidades que virão.

- Saiba estabelecer royalties que permitam que as unidades tenham lucro

- Tenha consciência de que manter um sistema sustentável requer investimento de tempo, energia e dinheiro.

- Forneça suporte operacional, treinamento, marketing, conhecimento, sistema e todos os outros aspectos que vão permitir que as unidades consigam dar os primeiros passos e se sustentarem ao longo do tempo. Isso se torna ainda mais necessário e crítico com os primeiros franqueados que apostaram na sua marca.

- Considere ter unidades próprias que possam evidenciar o sucesso da marca e do conceito;

- Foco no crescimento sustentável: refine o modelo por meio de manuais operacionais, materiais de treinamento, sistemas, e principalmente entenda que o crescimento está intimamente ligado aos resultados das unidades.

- Minimize os custos e aumente a eficiência por meio da terceirização e estabelecimento de parcerias, por exemplo;

- Sempre faça mais com menos, estabeleça conselhos de franqueados, use as mídias digitais, enfatize sua proposta de valor e os benefícios de ser uma marca emergente.

Esses são apenas alguns dos passos e das dicas que podem ser seguidas para migrar de maneira mais fácil de um modelo de startup para uma rede de sucesso, os desafios são grandes, e o principal no estágio inicial é a sobrevivência. Para isso, saiba que você deve crescer na velocidade e na medida que a sua estrutura suporta. Esteja preparado e abra seu caminho no mercado, seja resiliente, se mantenha no comando e saiba que essa transição não acontecerá de um dia para o outro.

Rede Confiança Supermercados realiza “Quinzena Vida Saudável”

Como parte de seu calendário anual, a rede Confiança Supermercados realizou entre 30/01 a 12/02, a “Quinzena Vida Saudável”. Durante este período foram realizadas algumas ações com foco na qualidade de vida. Os clientes tiveram acesso ao um tablóide especial com ofertas exclusivas de produtos para uma alimentação mais leve e equilibrada. Também foi disponibilizada uma área exclusiva para produtos saudáveis no Confiança Delivery, além da realização de workshops culinários nas praças de Bauru, Marília e Jaú.


Teder Berbel, gestor de compras da rede, destaca que este setor vem colecionando bons números e seu crescimento aumenta a cada ano. “A indústria tem lançado novos produtos constantemente e, com o ganho de escala nas produções, ao longo do tempo os preços devem ficar mais atraentes. Estamos conhecendo produtos mais saudáveis e com sabores agradáveis, isso tem despertado uma nova categoria de consumidores que, com um objetivo de levar uma vida mais saudável, ainda podem se alimentar de uma forma prazerosa”, afirma.

Outro destaque da quinzena foi o trabalho de comunicação integrado da rede, que utilizou seus veículos próprios de comunicação para realizar a divulgação. Além do tablóide, o site e as mídias sociais estiveram repletas de informações sobre a ação. Além disso, foi realizada parceria com influenciadora digital, que realizou uma sequencia de vídeos nos corredores das lojas dando dicas de produtos e sua melhor utilização.

Eder Vieira, gerente de marketing, considera que as ações de marketing realizadas pela rede Confiança Supermercados conseguiram atingir seu objetivo. “Fizemos um plano baseado em nossas plataformas de comunicação e alinhamos cada estratégia particularmente. Por isso, tivemos conteúdos inéditos no site institucional, nas mídias sociais, no delivery e tablóide. Até o nosso SAC foi envolvido nas ações. Realmente, foi uma ação muito bem coordenada”, finaliza Vieira.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Shopping D promove megaliquidação, com descontos de até 70% aos consumidores

Com o mote “Semana D”, o empreendimento recebe o público com ofertas em todas as categorias de produtos e serviços, até 19/02; e a cada 150 em compras, os clientes recebem prêmio

Referência em compras e lazer na zona norte da capital, o Shopping D iniciou a “Semana D” com inúmeras oportunidades de compras ao público. Durante a ação, os clientes podem encontrar opções com descontos de até 70%, entre as lojas de departamento, moda feminina, masculina ou infantil, itens de perfumaria, calçados e acessórios, produtos para a casa, entre outros disponíveis nas mais de 200 lojas que integram o centro de compras.


Além das ofertas, os clientes podem, ainda, levar um brinde para casa na hora. Para isso, a cada 150 em compras, basta se dirigirem ao Balcão da Campanha e registrar as notas fiscais de compras, podendo escolher receber uma lata de cookies de chocolates, da casa Suiça, ou um nécessaire exclusivo. A promoção é limitada a dois brindes, por CPF e válida até o dia 19/02. Localizado no piso 1, próximo da loja da Claro, o Balcão funciona até sábado, 10 às 22 horas e, no domingo, do meio-dia às 21 horas.

O Shopping D está na Avenida Cruzeiro do Sul, 1.100, próximo das estações Armênia e Tietê-Portuguesa do metrô. Mais informações pelo telefone (11) 4506-6000 ou no site www.shoppingd.com.br. Acompanhe as novidades do empreendimento também pelas redes sociais: https://www.facebook.com/shoppingd; https://www.instagram.com/shopping_d/.

SERVIÇO:
CAMPANHA “SEMANA D” – SHOPPING D
Data: De 14/02 a 19/02
Horário: Sex. e sáb., das 10h às 22h. Dom., das 12h às 22h, sendo que as lojas funcionam das 14h às 20h.
Tel: (11) 4506-6000
End: Av. Cruzeiro do Sul, 1.100 – Canindé – São Paulo – SP
Site: www.shoppingd.com.br

Confiança dos Consumidores demonstra pessimismo com o atual cenário econômico, mostram SPC Brasil e CNDL

Corrupção e incompetência dos governos são as principais razões para o pessimismo com a economia. Alto custo de vida é o que mais pesa na vida de 59% dos brasileiros. Perspectivas sobre a vida financeira puxam as expectativas para os próximos 6 meses para cima

Não há otimismo que resista à sequência de más notícias que assolam o país há pelo menos dois anos. A desaceleração da economia brasileira e o receio de piora na situação ainda afetam a confiança dos brasileiros. Os dados do novo Indicador de Confiança do Consumidor (ICC), medido pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), registraram 41,9 pontos em janeiro de 2017. O resultado, abaixo do nível neutro de 50 pontos, reflete principalmente a má avaliação que os consumidores fazem do momento atual da economia.

Para especialistas do SPC Brasil e da CNDL, a medição da confiança permite antecipar a propensão para o consumo, investimento e, consequentemente, os rumos da economia. “Em tempos de retração do consumo e incertezas sobre o futuro, os dados podem ser especialmente interessantes para o varejo nacional. Além de mensurar a avaliação que os consumidores fazem do passado e do futuro, tanto da economia como de sua própria vida financeira, a sondagem buscará estabelecer as razões conjunturais que os levaram a se posicionar entre o pessimismo e o otimismo”, explica o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

O Indicador de Confiança do Consumidor tem uma escala que varia de zero a 100 pontos. Quando abaixo de 50 pontos, mostra que o pessimismo predomina entre os consumidores; quando acima dos 50, mostra predomínio do otimismo. O Indicador é medido em quatro dimensões: tanto para a economia quanto para a própria vida financeira, o consumidor avalia o momento atual e diz o que espera para os próximos seis meses.


Para 48% dos consumidores que avaliam a economia como ruim, a corrupção é a principal causa

O Subindicador de Percepção do Cenário Atual mede a percepção do consumidor sobre a economia e a sua vida financeira no momento da pesquisa. Em janeiro, registrou 29,6 pontos - abaixo do nível neutro, o dado mostra que os consumidores avaliam muito mal o momento presente.

“É preciso destacar, porém, que há grande diferença entre avaliação que os consumidores fazem da economia e da própria vida financeira”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. Na avaliação do desempenho da economia, o indicador atingiu 18,1 pontos; já na avaliação da vida financeira, atingiu mais do que o dobro (41,0 pontos). “Em suma, o momento atual é ruim para a economia e isso afeta a vida financeira dos consumidores. Porém, a percepção de deterioração da economia é mais acentuada do que na vida pessoal”, avalia.

Em termos percentuais, 83% enxergam que as condições econômicas são ruins, ante apenas 1% que consideram ser boas. Para 15%, o quadro econômico atual é regular. Entre os que fazem uma avaliação negativa do estado da economia brasileira, quase metade (48%) identifica a corrupção como a principal causa da má situação. Há também 41% que apontam os sintomas da crise: 25% dizem que o desemprego está alto e 16% dizem que os preços em geral subiram.

Quanto à própria vida financeira no momento atual, 39% dos entrevistados fazem uma avaliação negativa. Os que a consideram regular constituem maioria, alcançando quase metade da amostra (46%), enquanto 14% a consideram boa. Entre os que avaliam mal a vida financeira, 35% apontam o desemprego como a causa principal. Em seguida, 32% dizem estar com dificuldades para pagar as contas e com o orçamento apertado; 14% apontam a queda da renda familiar, que levou à redução do consumo, e 11% dizem estar atrasando o pagamento de dívidas.

Perspectivas sobre a vida financeira puxam as expectativas para cima

A percepção dos consumidores sobre como serão os próximos seis meses para a economia e para sua vida financeira também foi analisada e ficaram em patamar acima das condições atuais. Em janeiro, o Subindicador de Expectativas registrou 54,2 pontos, acima do nível neutro e puxado pelas perspectivas que os consumidores têm sobre a própria vida financeira. Nesse quesito, o dado alcançou 63,2 pontos. Já no quesito da economia, os consumidores mostraram-se mais cautelosos e as expectativas marcaram 45,1 pontos. Segundo a economista-chefe, o resultado mostra que, apesar de estarem diante de uma situação claramente ruim, os consumidores demonstram certo otimismo quando se trata do futuro, na comparação com o presente, e de maior otimismo quando se trata da condição pessoal, na comparação com a economia.

Em termos percentuais, a maioria relativa (38%) diz não estar nem pessimista nem otimista com o futuro da economia. Já os pessimistas somam 36% e os otimistas, 22%. Para justificar o pessimismo com os próximos seis meses da economia, mais uma vez a questão da desconfiança com a representação política aparece: 54% desses entrevistados citam a corrupção, a incompetência dos governantes e a falta de punição dos políticos como a principal razão de seu desalento. Para 16%, o aumento do desemprego é o que explica seu pessimismo e para 10%, a percepção de que a inflação continuará subindo.

Já entre os otimistas com a economia, metade (50%) não sabe dizer as razões de seu otimismo: apenas diz acreditar que coisas boas irão acontecer. Em seguida, 20% acreditam que o pior momento da crise passou e 9% concordam com as medidas econômicas que estão sendo adotadas. Há ainda 9% que citam a percepção de que os preços pararam de aumentar.

Já quando se trata das expectativas com a vida financeira, 59% diz estar otimista. Um quarto (25,5%) diz não estar nem otimista nem pessimista e 14% têm expectativas ruins ou muito ruins.


Alto custo de vida é o que mais pesa na vida de 59% dos brasileiros

O Indicador de Confiança do Consumidor também investigou os reflexos da Conjuntura Econômica na vida dos brasileiros. Os dados mostram que o que mais pesa na vida dos brasileiros é o custo de vida, citado por 59%. Comumente ouvida, a expressão “custo de vida” traduz a dificuldade de se manter o padrão de consumo. O desemprego aparece em seguida, com 19% das menções, seguido pelo endividamento, mencionado por 10%.

Se o custo de vida incomoda, é nos supermercados que os consumidores mais percebem o aumento dos preços: 62% têm essa percepção na comparação com dezembro. Há também 55% que sentiram aumento nas contas de energia elétrica. Nas tarifas de telefone, preço de roupas e de itens de bares e restaurante, essa percepção foi menos acentuada.

Metodologia

Foram entrevistados 801 consumidores, a respeito de quatro questões principais: 1) a avaliação dos consumidores sobre o momento atual da economia; 2) a avaliação sobre a própria vida financeira; 3) a percepção sobre o futuro da economia e 4) a percepção sobre o futuro da própria vida financeira. O Indicador e suas aberturas mostram que há confiança quando os pontos estiverem acima do nível neutro de 50 pontos. Quando o indicador vier abaixo de 50, indica falta de confiança.

Baixe a análise do Indicador de Confiança do Consumidor no link:
https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos

Como realizar uma venda perfeita?

por Carlos Cruz*

Todas as profissões possuem rotinas de trabalho, seguidas dia após dia e que fazem os profissionais agirem de maneira automática. Com o vendedor isso não é diferente, principalmente por conta das metas a serem alcançadas.


É comum o profissional desta área ficar preso aos números, pensando no que vai fazer para alavancar suas vendas, quais estratégias utilizará para atender mais clientes e vender o máximo que puder. Essa não é uma atitude ruim, porém, pode ser posta em prática de uma maneira não eficiente.

O processo de negociação é, acima de tudo, um passo a passo para um relacionamento repleto de benefícios e duradouro. O profissional não deve se deixar “enrijecer” pela rotina, muito menos se tornar frio e automático. É necessário investir no trato social, na comunicação com o cliente, para se conquistar a venda perfeita, continuar humano, com capacidade de perceber as necessidades do outro e com o conhecimento para atendê-las.

O vendedor que atende o máximo de clientes em um único dia, que conclui vendas em cinco minutos, fazendo com que o comprador saia rapidamente, obtém bons números. Isso é ótimo, mas não basta. É preciso também obter um resultado melhor para o futuro, ou seja, um cliente fidelizado.

Para evitar esse tipo de situação e ajudar na construção de um relacionamento com o cliente, trago quatro dicas essenciais:

1 – Comunicação - O profissional deve ser articulado, se expressar bem, de maneira clara e objetiva. É ainda mais importante saber escutar, captar o que ele precisa e, muitas vezes, servir de divã e utilizar da empatia. O cliente quer mais do que gastar dinheiro e comprar uma “coisa”, ele quer adquirir uma solução para o seu problema ou necessidade e um vendedor que não sabe se comunicar corretamente, não consegue perceber esse detalhe. Outra ação efetiva é saber todas as características, benefícios, custos e detalhes do produto/serviço que está oferecendo, afinal, o comprador não leva algo que o próprio vendedor desconhece.

2 – Aproximação – Deve ser feita com simpatia, prontidão e deixando o cliente à vontade. O vendedor não pode ser frio, a venda é um processo de relacionamento, o comprador não é apenas um número. É necessário investir na qualidade do atendimento, para cativar uma clientela de qualidade, que sempre volta e traz novas necessidades e novos compradores consigo.

3 – Ação – O vendedor quando entra em ação deve ser persistente, porém, não insistente. É importante assumir a negociação, controlar completamente o processo e direcionar a conversa com o cliente. O profissional não deve desistir na primeira negativa, 80% das vendas acontecem entre o quinto e décimo segundo contato. No entanto, é importante saber a hora de recuar, a estratégia pode ajudar a garantir oportunidades futuras.

4 – Conquista – Fidelizar o cliente é sempre o momento mais delicado. Quando o comprador fica satisfeito com o atendimento, é criada uma imagem positiva do processo de compra e da empresa. É necessário oferecer no pós-venda o mesmo atendimento e assistência que foi dispensando durante a venda, para conquistar a constância e lealdade do comprador.

* Carlos Cruz é diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas) www.ibvendas.com.br

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Luzia Costa abre primeira unidade da Sóbrancelhas fora do Brasil

Na Argentina, empreendedora prevê repetir o sucesso que alcançou no Brasil e chegar a 30 unidades nos próximos 18 meses

Luzia Costa, a empreendedora à frente da Sóbrancelhas, rede especializada no embelezamento do olhar e da face, acabou de dar um passo importante na expansão da marca. Em janeiro, inaugurou a primeira unidade internacional da rede, em Buenos Aires, na Argentina. “Acredito que o sucesso será similar ao que tivemos no Brasil. Nosso plano é abrir 30 unidades na Argentina em 18 meses”, diz Luzia. No Brasil, já são 200 pontos. “A expansão prevista da operação argentina deverá incrementar nosso faturamento anual em 17%”, prevê a empreendedora.


Um desafio comum a empreendedores que, como Luzia, buscam crescer na América Latina é adaptar negócios desenvolvidos na cultura brasileira a uma realidade bem diferente, de país para país, na América de idioma espanhol. Uma das primeiras medidas de Luzia, nesse sentido, foi traduzir o nome da empresa sem deixar de lado o sentido. Na Argentina, Sóbrancelhas virou Sólocejas. Outras medidas levaram meses de preparação – como a escolha criteriosa dos fornecedores locais que prestarão serviços para a operação no país.

Luzia tinha o desejo de internacionalizar a marca já há algum tempo. Em seu histórico, sempre foi inquieta. Já comandou um restaurante em uma rodoviária, fabricou pirulitos e tomates secos a fez massagens na mesa da cozinha de sua casa. Foi trabalhando dessa forma, como autônoma e incansável sonhadora, que ela pavimentou o caminho até o sucesso com a fundação das Sóbrancelhas, há quase quatro anos. “Quando tenho uma ideia e confio nela, não canso até coloca-la em prática”, diz. “No Brasil, ainda há muito espaço para a Sóbrancelhas, mas decidi tocar esse desafio em paralelo. A Argentina não possui serviços tão especializados em estética facial como os nossos, além de ser o maior parceiro econômico do Brasil dentro da América Latina. É um mercado com grande potencial para as inovações que vamos oferecer.”

Para estruturar a Sólocejas, Luzia, além de todas as demais decisões de investimento, precisou de alguém que topasse coordenar o projeto – e assumir o papel de máster franqueada da rede fora do Brasil. Encontrou esse perfil duplo na brasileira Ludmila Gomes, de 31 anos, psicóloga que tinha o sonho de investir no setor de estética. “Eu procurava uma marca diferente e com potencial de crescimento. O Brasil é o terceiro país do mundo em consumo de produtos e serviços de estética”, diz Ludmila. Após muitas pesquisas, ela descobriu a Sóbrancelhas e, em conversas com Luzia, acabou convidada para uma oportunidade maior do que imaginava: ser a máster franqueada das operações na Argentina. “O que me atraiu foi o desafio de levar um negócio em que acredito para outro mercado. Além disso, o franchising dá oportunidade de empreender com mais segurança, pelo acesso a uma estrutura já testada, formada e repleta de processos definidos”, diz Ludmila.

Ludmila, que dividirá seu tempo entre o Brasil e a Argentina, já tem nos planos a abertura de ao menos uma outra unidade própria na capital portenha. Depois disso, será a responsável por coordenar a expansão nas demais unidades. Os serviços custarão de 100 a 950 pesos argentinos (aproximadamente, de 20 a 190 reais). Já o investimento em uma franquia da Sólocejas é de aproximadamente 760.000 pesos argentinos (cerca de 162.000 reais), com retorno previsto do investimento em 18 meses. Este é o início de uma estratégia maior, que não deve parar por aí. “A decisão é mais ampla, e envolve expandir nosso mercado, diversificar as fontes de crescimento e ganhar competitividade internacional”, diz Luzia. Nos planos da empreendedora, está chegar a países como Bolívia, Colômbia e Chile ainda este ano.

Sólocejas

Dot Baires Shopping
Endereço: Vedia 3600, Ciudad Autónoma de Buenos Aires
Preço dos serviços: de 100 a 950 pesos argentinos
Investimento para o franqueado: aproximadamente 760.000 pesos argentinos
Prazo estimado de retorno: 18 meses

Mundo Verde começa o ano com mais 9 novas lojas no Rio e SP

Novas lojas fazem parte da estratégia de ampliar a participação da marca na região sudeste, o que deve se intensificar em 2017

O Mundo Verde, maior rede de lojas especializadas em produtos naturais e orgânicos e para o bem-estar da América Latina, expande sua presença na região Sudeste e inicia 2017 com mais 9 novas lojas nos estados do Rio de Janeiro (3) e São Paulo (6).


Na capital paulista, as novas unidades estão localizadas nos bairros de Pinheiros e Vila Romana, Tietê Plaza Shopping, Carrefour Limão, e no Aeroporto Internacional de Guarulhos, além de ter chegado também à cidade de Americana, no interior.

Já no Rio de Janeiro, a capital carioca ganhou duas novas lojas: no Recreio Shopping e na Avenida Marechal Floriano-Centro. Além disso, o Mundo Verde abriu também mais uma unidade em Nova Iguaçu.

Daniela Heldt, diretora de Operações do Mundo Verde, afirma que as novas lojas fazem parte da estratégia do Mundo Verde em ampliar a participação na Região Sudeste, o que deve se intensificar em 2017.

“Estamos com grandes planos de expansão para o ano de 2017. Fizemos um mapeamento em todo o país para entender a demanda do mercado e estamos planejando a abertura de lojas onde nossos clientes querem que estejamos”, explica.

Atualmente o Mundo Verde conta com mais de 390 unidades pelo Brasil. Somente em 2016 foram inauguradas mais de 50 novas lojas e a projeção para 2017 é inaugurar outras 62 unidades.

Nas prateleiras de todas as unidades, os consumidores encontrarão uma grande variedade de produtos que inclui alimentos naturais, funcionais, orgânicos, diet, light, sem glúten, sem lactose, além de diversos tipos de chás, suplementos para atletas e fitoterápicos.

Endereços

SÃO PAULO

Mundo Verde Clínicas
Endereço: Rua Teodoro Sampaio, 538, Pinheiros, São Paulo-SP.
Telefone: (11) 3062-7996

Mundo Verde Tietê Plaza Shopping
Endereço: Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, 1.465, São Paulo-SP
Telefone: (11) 3641-8273

Mundo Verde Carrefour Limão
Endereço: Avenida Professor Celestino Bourroul, 151, Box 15L, São Paulo – SP.
Telefone: (11) 3858-1185

Mundo Verde Vila Romana
Endereço: Rua Tito, 678, loja 4-b, Vila Romana – São Paulo/SP.

Mundo Verde Aeroporto Guarulhos
Endereço: Rod. Hélio Smidt, s/nº - Cumbica – Terminal 2, Guarulhos-SP

Mundo Verde Americana Shopping
Endereço: Avenida Brasil, 1955 - Jardim São Paulo, Americana – SP.
Telefone: (19) 3199-0359

RIO DE JANEIRO

Mundo Verde Recreio Shopping
Endereço: Avenida da Américas, 19.019, loja 110 E, Rio de Janeiro-RJ.

Mundo Verde Marechal Floriano - Centro
Endereço: Av. Marechal Floriano, 169 – Centro, Rio de Janeiro-RJ
Telefone: (21) 2283-1004

Mundo Verde Nova Iguaçu
Endereço: Rua Getúlio Vargas, 20 – Centro, Nova Iguaçu-RJ
Telefone: (21) 2695-2462

Sobre a rede Mundo Verde

O Mundo Verde, maior rede de lojas especializadas em produtos naturais e orgânicos da América Latina, é referência em qualidade de vida e alimentação saudável. Hoje possui mais de 390 lojas no Brasil. A rede oferece ainda o serviço gratuito Olá Nutri, para esclarecimentos de dúvidas, dicas e orientações por meio do telefone 0800-022 25 28 e no twitter @mundoverde. www.mundoverde.com.br

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Campanha da Pague Menos promove saúde e sonhos dos clientes

Vídeo produzido pela empresa leva o público a refletir sobre os cuidados com a própria saúde e a realização de seus planos

As Farmácias Pague Menos começam o ano apostando no universo digital e acabam de lançar duas ações publicitárias, que apresentam de forma interativa e delicada a missão da rede de levar saúde a todo o país.


A ação Pague Menos cuidando de você, de veiculação nacional e criada pela agência Advance Comunicação, conta com a parceria de blogueiras e influenciadoras digitais e reforça a relação de cuidado e atenção que a rede mantém com seus clientes.

Em um vídeo de abordagem emocionante e que já alcançou mais de 15 milhões de pessoas no Youtube e no Facebook, a Pague Menos pergunta para pessoas que cuidam da saúde de seus familiares: E você, o que faz para cuidar da sua saúde?

A produção mostra três entrevistas com familiares acompanhados de crianças de cinco a seis anos e pede detalhes sobre os cuidados que tomam com a saúde da família e daqueles que amam. Em um segundo momento, quando questionadas pelas crianças sobre a saúde delas próprias, as mulheres deparam-se com uma reflexão sobre a falta de tempo e as tarefas do dia a dia, que as fazem não se lembrar do cuidado com elas próprias, esquecendo-se que sua presença é o amor essencial de que a família precisa.

“Queremos mostrar que a Pague Menos está perto de cada uma dessas pessoas que cuidam com carinho da saúde de suas famílias. Nosso sonho é cuidar da saúde de cada brasileiro como eles cuidam daqueles que amam”, explica Aline Loureiro, diretora de marketing da rede.

Além de um forte investimento em mídia online, as Farmácias Pague Menos também provocaram blogueiras e influenciadoras digitais que reproduziram a pergunta a seus familiares que cuidaram tão bem delas na infância, o que potencializou a repercussão do vídeo nas redes.

E-commerce da Reebok chega ao Brasil

Na nova loja online o consumidor encontrará todos os produtos de Performance e Classic disponíveis no país

A Reebok lança seu primeiro e-commerce no Brasil, nesta quarta-feira, 15 de fevereiro. A nova plataforma online, que é de propriedade da Reebok Global e foi desenvolvida pela própria marca, faz parte da sua estratégia de expansão no país.




O mix de produtos conta com cerca de mil opções entre calçados, vestuário e acessórios, distribuídos entre feminino, masculino e infantil – para modalidades esportivas (linhas de performance) ou os clássicos (Reebok Classic).

Um dos destaques desta novidade é o CrossFit Nano 7, bastante aguardado pelos praticantes do esporte e que também tem seu primeiro dia de venda no país nesta quarta-feira. Por outro lado temos os clássicos da Reebok Classic, que buscam sempre aliar conforto e estilo.

O e-commerce fará entregas para todo o país. “O lançamento desta plataforma digital faz parte da estratégia de ampliação da distribuição da marca no país, para que mais consumidores tenham acesso aos nossos produtos”, explica Jaume Casas Alvarez, diretor de marketing da Reebok para o Brasil. Recentemente a marca inaugurou sua primeira loja própria no Shopping Eldorado, em São Paulo.

Saldão da Partage promove ações on e offline

Os shoppings do Grupo Partage realizaram, nos meses de janeiro e fevereiro, a tradicional liquidação Mega Saldão. Neste ano, os empreendimentos utilizaram diferentes estratégias para chamar a atenção do público. Em sintonia com as mídias digitais, as promoções do Partage Shopping Mossoró foram transmitidas em tempo real nas redes sociais. Liz Moura (@liz_moura) e Sarah Loiola (@maninaachados), digital influencers locais, mobilizaram todos os clientes através da hashtag #AchadosMegaSaldão, que divulgava os melhores preços de diversos produtos. Houve uma adesão de 60% das lojas e um crescimento de 11% em fluxo. “A estratégia do Partage Mossoró em fortalecer o relacionamento com o consumidor através das novas mídias mostra que a ação realizada no Mega Saldão é importante para a evolução econômica e cultural dos shoppings, tendo em vista que o empreendimento conquistou acesso de 3.714 seguidores em tempo real durante a liquidação”, conta Roberta Veloso, diretora de Marketing do Grupo Partage.



Na mesma semana, o Partage Shopping São Gonçalo promoveu uma ação com manequins vivos na região. Assinada pela Agência Buzzina, as peças utilizadas faziam parte da liquidação e os participantes deveriam realizar a troca em menos de dez segundos, em uma vitrine itinerante que circulou pelas ruas de São Gonçalo e Niterói. Para conquistar a atenção do público, os modelos dançavam, interagiam e seguraram placas com os preços das roupas expostas e nomes das operações.

Sobre a Partage:

O Grupo Partage está presente em 4 das 5 regiões do Brasil, atualmente possui sete shoppings em operação e três em fase de implantação. Em 2016, atingiu mais de 290.000 m² de ABL, com mais de 1.015 lojas, 35 âncoras, 28 megalojas, 38 salas de cinema, cerca de 9.000 vagas de estacionamento e gera cerca de 30 mil empregos diretos e indiretos.

A empresa foi criada em 1997, com sede na cidade de São Paulo. Na divisão Shopping Centers seu portfólio reúne dez unidades, sendo sete em operação e três em processo de construção.

O primeiro empreendimento do grupo foi o Partage Shopping São Gonçalo, no Estado do Rio de Janeiro. Também estão em operação atualmente o Partage Shopping Mossoró (Rio Grande do Norte); o Partage Norte Shopping Natal (Rio Grande do Norte); o Partage Shopping Campina Grande (Paraíba); o Partage Shopping Betim (Minas Gerais), o Partage Shopping Parauapebas (Pará) e o Partage Shopping Rio Grande (Rio Grande do Sul).

Três novos shoppings estão em fase de planejamento e construção: o Partage Shopping Divinópolis (Minas Gerais), o Partage Shopping Rio Sierra (Paraíba) e o Partage Shopping Fortaleza (Ceará).

O que esperar do varejo brasileiro em 2017

Marcos Gouvêa de Souza, fundador da GS&MD, não hesita em cravar: “o varejo viveu em 2016 seu pior momento no século”.

O balanço do ano ainda não foi fechado, mas a consultoria, uma das mais tradicionais para o setor no Brasil, espera um recuo de 6% nas vendas, isso quando já considerada a inflação.

Os últimos dados divulgados pelo IBGE na Pesquisa Mensal do Comércio indicam uma queda de 6,4% nas receitas das lojas e supermercados até novembro.


O desempenho ruim é consequência de uma série de fatores: a alta inflação, que corroeu o poder de compra e a confiança dos consumidores nos primeiros meses do ano, o desemprego e o crédito mais caro e escasso.

Para 2017, o cenário previsto ainda é de dificuldades, segundo Gouvêa.

Ele avalia que a menor pressão inflacionária vai gerar um aumento gradual do poder aquisitivo das famílias, o que deve beneficiar principalmente o nicho de alimentos, mas que a lenta reação do mercado de trabalho será um entrave.

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) caiu de 10,71% em janeiro do ano passado para 5,35% neste ano. Por outro lado, conforme estimativa da OIT (Organização Internacional do Trabalho), o país terá 13,8 milhões de desempregados até 2018.

Diante dessas perspectivas, o foco das varejistas que quiserem sobreviver a este ano precisa ser um só: reforçar o caixa, diz Ana Paula Tozzi, presidente da AGR Consultores.

“Em 2016 as empresas aprenderam a cortar despesas e fechar lojas não rentáveis. Agora, elas têm que pensar menos no valor da ação e mais nas reservas”, afirma.

“Quando a economia começar a melhorar, é preciso ter capital de giro, aumentar estoques, ter cobertura. Não se consegue velocidade de reação sem caixa”, completa.

Abaixo, veja o que mais esperar do setor e como as companhias pretendem conquistar o cliente em 2017, segundo os especialistas:

1. Atacarejos e lojas de conveniência continuarão em alta

Os atacarejos e os clubes de compra (como o Sam’s Club), que oferecem preços mais baixos com pouco conforto na hora da compra, seguirão ganhando espaço. Ao mesmo tempo, as lojas de conveniência, de estilo completamente oposto, também continuarão em expansão.

“Estamos vivendo uma polarização de mercado”, diz Marcos Gouvêa de Souza.

2. As empresas vão se esforçar ainda mais para vender um “propósito”

Uma das tendências mais fortes que Gouvêa de Souza diz ter observado durante a Retail’s BIG Show deste ano, maior feira de varejo do mundo, que ocorreu nos Estados Unidos em janeiro, foi a busca das marcas por um propósito.

“Numa sociedade em que há tanto de tudo, em que há superoferta, os consumidores precisam de uma razão maior para comprar produtos ou criar ligação com as marcas”, diz.

3. As pessoas estarão cada vez mais no centro da estratégia

“Os consumidores serão tratados como pessoas e não como números, e as companhias vão selecionar melhor seus funcionários, escolher aqueles que tenham paixão pela marca, que sejam consistentes com sua proposta”, avalia Gouvêa.

4. O atendimento ficará mais personalizado e a customização em massa vai aumentar

Entender e monitorar o comportamento dos consumidores é outra prática que ganhará força. “Há uma busca para sair do processo de comoditização e o uso da informação para fazer produtos e ofertas de forma individualizada cresce”, afirma o consultor.

Com a tecnologia, hoje é possível “customizar em larga escala”, diz.

5. As lojas deixarão de ser apenas pontos de venda

De acordo com Marcos Gouvêa, não basta mais para as varejistas ter prateleiras cheias de produtos.

“As lojas deixam de ser ponto de venda para ser ponto de serviço, de educação, de experiência. Para concorrer com a internet ou com os formatos focados em preço, como os clubes de vendas, elas têm que se transformar num espaço onde o consumidor tenha prazer em ir, possa trocar informação, fazer cursos”, conclui.

6. As barreiras entre lojas físicas e online vão desaparecer e a oferta de meios de pagamento mobile crescerá

Ana Paula Tozzi, da AGR, avalia que as empresas precisarão fundir as experiências de compra física e online para conquistar o cliente.

“A loja terá de ser uma coisa maior, com soluções integradas de parceiros e opção de pagamento mobile”.

7. Os pontos de venda vão encolher

“Com a tecnologia, as lojas podem operar com custos menores sem tirar a conveniência do consumidor. Se a empresa tem uma experiência digital dentro do ponto de venda e faz uma boa curadoria, não precisa ter todos os produtos expostos. Isso diminui o investimento em capital de giro. Além disso, seu caixa pode ser um iPad”, comenta Ana Paula.

8. A logística vai mudar

“Assim como o Uber hoje entrega comida, vamos ver isso no varejo. Se uma pessoa vai viajar, por que ela não pode levar consigo uma mercadoria para uma empresa? As plataformas de logísticas podem ser compartilhadas”, afirma Ana Paula.

Ela também acredita que o consumidor brasileiro vai se acostumar a pagar mais para receber produtos comprados em casa no mesmo dia da compra.

Fonte: Exame

Locaweb anuncia rebranding e nova estruturação dividida em unidades de negócio

A mudança inclui além da nova marca e quatro unidades de negócios, a criação da quinta unidade até o final de 2017

A Locaweb, líder em serviços de internet no Brasil, anuncia o rebranding da marca, com mudanças na linguagem verbal e visual, além da criação das quatro unidades de negócio: corporativa, e-commerce, marketing cloud e serviços de internet.


Desde a sua fundação, em 1998, sempre foi referência em hospedagem de sites no Brasil. Mas a partir de 2012, quando começou a adquirir outras empresas de tecnologia, deu início a vários estudos com o objetivo de deixar mais claro para o mercado o novo portfólio, o que resultou no trabalho de plataforma de marcas.

Com a nova composição, a empresa passa a ter quatro unidades de negócio: Locaweb Serviços de Internet, que abrange o varejo, Locaweb Corp, responsável pelos projetos corporativos e customizados, All iN Marketing Cloud, especializada em marketing de relacionamento digital e Tray, plataforma completa de e-commerce.

“A partir dessa estrutura conseguimos melhorar ainda mais a integração entre os produtos de todas as unidades, o que irá facilitar o dia a dia dos nossos clientes que utilizam mais de um serviço. Além disso, ter uma gestão especializada em cada frente favorece o desenvolvimento contínuo de tudo que é fornecido”, afirma Fernando Cirne, diretor de marketing da Locaweb e responsável geral pela unidade de Serviços de Internet.

Após a reestruturação, a modernização da marca se fez necessária para traduzir o novo momento. Hoje, a companhia conta com um portfólio de 25 serviços, que atende desde o empreendedor iniciante até projetos totalmente customizados de grandes corporações.

Os estágios para a reformulação incluíram a contratação da TobBrands, consultoria responsável pela organização da plataforma de marcas, e a Interbrand, agência responsável pela entrega da nova identidade visual e verbal.

“A nova marca traduz o amadurecimento e a evolução contínua desta empresa, robusta, tecnológica e cada vez mais inovadora. Uma identidade construída para pessoas que tem no DNA a paixão por desenvolver”, conta Sergio Cury, diretor criativo da Interbrand.

Eduardo Muniz, sócio consultor da TopBrands, completa: “A trajetória de sucesso da empresa é inspiradora para qualquer empreendedor. Pesquisando seus diferentes stakeholders, ficou claro para nós a enorme força da marca e da cultura. Todo o redesenho feito será muito importante no entendimento de todos em relação às novidades da Locaweb”.

A partir deste mês, o layout, site, e-mails, uniforme e papelaria serão atualizados. A nova URA terá narração adaptada para um novo tom de voz, mais amigável. Ao longo desse ano e em 2018, serão aplicadas mudanças já previstas aos serviços, além do aprimoramento nos sistemas.

A Locaweb ainda prevê para o final do ano o lançamento da quinta unidade de negócio, a Locaweb Pro, que terá como foco os profissionais de internet, desenvolvedores e agências digitais.

Sobre a Locaweb

Com 19 anos de experiência, a Locaweb possui cerca de mil funcionários, 270 mil clientes e 15 mil desenvolvedores parceiros. De acordo com o relatório Hostmapper, a empresa é líder isolada no mercado de domínios .com.br e possui capacidade para mais de 25 mil servidores. Oferece um amplo portfólio de serviços de internet, por meio de suas quatro unidades de negócio: a All iN, especializada em marketing de relacionamento digital, a Locaweb Corp, que entrega desde simples projetos a escopos totalmente customizados, a Locaweb Serviços de Internet, que abrange os produtos voltados para o varejo e a Tray, voltada para e-commerce. Para mais informações, acesse: www.locaweb.com.br.

Grand Plaza Shopping sedia “Projeto Costurando o Futuro”

De 20/02 a 20/03, público poderá conferir uma mostra, que valoriza a arte do artesanato local, por meio da capacitação e de ações mais sustentáveis

Com foco no desenvolvimento social e na geração de oportunidades de trabalho, o Grand Plaza Shopping traz ao público o projeto “Costurando o Futuro”, em parceria com a Fundação Volkswagen. A iniciativa destaca a Mostra de Artesanato, totalmente ambientada com os itens produzidos pelas comunidades do entorno e que são apoiadas pela Fundação Volkswagen. Com isso, além de fortalecer os valores e a produção regional, o Grand Plaza objetiva, ainda, ampliar a visibilidade dessa ação social e da produção desses artesãos.

Com cerca de 78 m² metros quadrados, a Mostra apresenta centenas de produtos, desde nécessaire, modelos de bolsas, aventais, lixeiras para carros, entre outros para casa, além de adereços diversos e outros itens de uso pessoal, que podem ser adquiridos pelos visitantes. A verba obtida durante o evento será revertida para o projeto e as comunidades assistidas. A atração ocorrerá de 20 de fevereiro a 20 de março, próximo a cúpula 2, recebendo a todos diariamente, das 10 às 22 horas, de segunda-feira a sábado e, nos domingos e feriados, das 14 às 20 horas.


Apoiados pela Fundação Volkswagen e a Associação Aliança Empreendedora, os artesãos recebem matérias-primas, obtidas a partir da reciclagem de diversos itens e materiais utilizados na indústria automotiva. O projeto, que existe desde 2009, propicia capacitação e geração de renda aos participantes, bem como para as comunidades onde estão inseridos e, sobretudo, dissemina práticas mais sustentáveis, minimizando o impacto no meio-ambiente. Ao todo, cerca de 376 pessoas já foram atendidas pelo projeto sendo que, desde 2016, por meio do trabalho em Rede, 60 pessoas compõem esta iniciativa.

O Grand Plaza Shopping está localizado na Avenida Industrial, 600, em Santo André (SP). Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4437-5000 ou no site www.grandplazashopping.com.br. Acompanhe as novidades no empreendimento também pelas redes sociais: https://www.facebook.com/GrandPlazaShop; https://www.instagram.com/grandplazashopping/.

SERVIÇO:

“Projeto Costurando o Futuro”
Grand Plaza Shopping e Fundação Volkswagen
Entrada Gratuita
Data: 20/02 a 20/03
Horário: das 10h às 22h, de seg. a sáb. e, dom. e fer., das 14h às 20h.
Local: Loja 200, próximo a cúpula 2.
Tel.: (11) 4437-5000
End: Av. Industrial, 600, em Santo André (SP).
Site: www.grandplazashopping.com.br

Sobre o Grand Plaza Shopping

Administrado pela Cyrela Commercial Properties S.A. (CCP), o Grand Plaza Shopping é o maior centro de compras da região do ABC. Inaugurado em 1997, reúne as principais marcas de varejo brasileiro, com aproximadamente 340 lojas, área de lazer de 7 mil m² e Boulevard Gastronômico com cinco restaurantes. A ABL (área bruta locável) de 72 mil m² o coloca entre os 20 maiores shoppings do país, com fluxo mensal de público de 1,5 milhão de pessoas. Está localizado na Avenida Industrial, 600. Bairro Jardim, Santo André, SP. Telefone 11-4437-5000.www.grandplazashopping.com.br.

O líder e a inteligibilidade

Prof. Dr. Ricardo Pimentel*

Você já reparou a quantidade de artigos, palestras, trabalhos de conclusão de cursos de graduação, dissertações e teses, que iniciam abordando o tema das “mudanças tecnológicas”? E também já reparou como de certa forma todos falam a mesma coisa? E como esse discurso sobre a mudança não muda já há algum tempo?


A cada dia novas tecnologias digitais invadem as dimensões da nossa vida pessoal e especialmente profissional, mudando tudo à nossa volta. Inovação é a palavra de ordem. A única coisa que não muda é o fato de que tudo muda o tempo todo. Mas, e o que não muda? Será que somos capazes de ver e compreender? Ou o que não muda já está de tal forma incorporado que não percebemos mais suas manifestações? Perguntas e mais perguntas que parecem impossíveis de responder. Mas podemos pensar um pouco sobre isso.

Um dos elementos que está fortemente presente nas transformações que as tecnologias digitais vêm produzindo é a ideia de compartilhamento. Compartilhar fotos, textos, informações, mas também compartilhar o carro, o quarto da sua casa que não é usado, espaços de trabalho, objetos que você não usa mais, bicicletas. O movimento é tão forte que se fala em economia compartilhada, e se prevê uma movimentação de recursos da ordem de U$ 335 bilhões em 2025.

Mas de fato o compartilhamento é um fenômeno tão antigo quanto os seres humanos como seres sociais, a começar pela linguagem. E esse compartilhamento sempre requereu algo que também não mudou: a necessidade de aprender. Somos seres que precisam aprender. E, no entanto, nunca vimos tanta inovação baseada no compartilhamento e na aprendizagem.

Mas antes que você pense que não dou o devido valor às mudanças, afirmo que aprender hoje não é mais o mesmo fenômeno de tempos passados. As tecnologias e o compartilhamento, para ficarmos só nesses dois fatores, faz com que a aprendizagem passe a ser coletiva. A aprendizagem individual continua sendo importante, mas o que conta agora é a aprendizagem de grupo.

A nossa vida é uma rede de atividades que são organizadas coletivamente e nos ligam a outras pessoas por meio de objetos, artefatos e tecnologias, que nesse contexto são mais do que isso, e que podemos chamar de arranjos sociomateriais. Pense no que está fazendo agora. Lendo esse texto? Obrigado pela preferência, mas por mais que você esteja atento ao texto, você está também participando de inúmeras outras atividades que o liga a inúmeras outras pessoas.

Levemos a conversa para o mundo do trabalho. Para que possamos atuar em equipe é necessário, dentre outros fatores, que as atividades que fazemos tenham um sentido, um propósito e uma identidade. Saber o que fazer, como fazer e porque fazer, mas não de forma isolada, e sim de forma interconectada e compartilhada. Baseado nas ideias de Ted Schatzki, um filósofo da Universidade de Kentucky, considero que quando um grupo consegue estabelecer coletivamente o sentido das suas atividades e a identidade do próprio grupo, construiu o que chamamos de inteligibilidade das práticas do grupo

Mas que diferença isso faz? Quando um grupo consegue construir esse sentido e essa identidade produz um conhecimento que é coletivo, e não resultado do processo cognitivo individual. Por isso essa construção só faz sentido para aquele grupo e para aquelas atividades. Além disso essa inteligibilidade não pode ser confundida com racionalidade; ela se refere aquilo que é significativo para as pessoas fazerem, e não necessariamente o que é racional.

A isso chamamos aprendizagem do grupo: a construção coletiva de sentido e identidade, que permite ao grupo enriquecer sua experiência coletiva no sentido de aumentar sua capacidade em lidar com os problemas existentes, reformulá-los, bem como identificar novos. Esse último aspecto é fundamental quando se pensa a questão da inovação, pois encontrar novas soluções requer também a habilidade de identificar novos problemas.

Isso significa que os grupos não precisam de líderes? Ao contrário, nunca a liderança foi tão importante. Um líder necessita compreender como o grupo constrói a inteligibilidade, e identificar seus principais elementos. Saber quem é quem, as competências e habilidades de cada colaborador, como designar atividades e tarefas continua sendo importante, mas não é mais suficiente: é preciso saber criar as condições para que a aprendizagem do grupo aconteça.

Isso impacta diretamente na formação e qualificação dos líderes. O conhecimento técnico e instrumental também continua sendo importante, mas é preciso desenvolver a capacidade reflexiva, multidisciplinar, com visão ampla de uma situação e as relações com o mundo. Também ganha importância a capacidade de compreender as relações no “microcosmo” da equipe, os detalhes, as relações “próximas” que podem estar no mesmo espaço/tempo, ou podem ocorrer à distância.

A formação continuada passa ainda por bons cursos de graduação e de especialização, mas também por cursos que ampliem essa capacidade reflexiva, como mestrados e doutorados. E você, conhece realmente o grupo ou os grupos em que atua? Está se qualificando para isso?

*Ricardo Pimentel é professor pesquisador do Programa de Mestrado Profissional em Governança e Sustentabilidade do ISAE – Escola de Negócios, de Curitiba (PR).