sexta-feira, 10 de maio de 2019

Wiboo promove ganha-ganha entre usuários e marcas através de gamificação e blockchain

Plataforma digital traz novidade para o mercado do varejo e bonifica usuários com token Wibx por engajamento digital com suas marcas favoritas

Ganhar sem sair de casa e apenas com um smartphone é mais fácil do que se imagina. Esta é a principal funcionalidade oferecida pelo Ecossistema Wiboo, que lança a partir de maio uma plataforma digital onde as marcas bonificam o usuário através de um token chamado Wibx. Funciona da seguinte maneira: o usuário baixa o aplicativo e faz o seu cadastro. Em seguida, tem a possibilidade de compartilhar/ curtir/ recomendar as campanhas das suas marcas preferidas nos seus perfis das redes sociais Facebook, Twitter e Whatsapp e, assim, ganhar moedas Wibx por isso. Com a sua carteira de tokens cada vez mais cheia, pode trocar por produtos e serviços, ou até mesmo por dinheiro em casas de exchange.


O Ecossistema Wiboo dá a oportunidade de qualquer pessoa se tornar um microinfluenciador digital sem gastar nada para isso. Já as marcas saem ganhando através do chamado marketing de recomendação; ou seja, usam a rede social de pessoas comuns para gerar ainda mais visibilidade. E o que é melhor: podem investir muito pouco e conquistar um engajamento nunca antes alcançado com outras ações de marketing. "Uma loja de bairro, por exemplo, pode investir apenas R$ 200,00 mensais em Wibx para bonificar seus clientes e atingir muito mais pessoas que vão compartilhar uma campanha dela nas redes sociais do que se estivesse investindo em ações de marketing tradicional. Usar o Ecossistema Wiboo comprova que o conceito de ganha-ganha está mais presente do que nunca nas relações humanas atuais, o que impacta neste novo varejo", afirma Vagner Sobrinho, sócio da Wiboo.

Pedro Alexandre, sócio-fundador da empresa, defende que o Ecossistema Wiboo representa a economia circular e colaborativa, deixando para trás os desatualizados programas de fidelidade. “Monetizamos o processo e valorizamos as pessoas que passam o dia compartilhando nas redes sociais. O que era feito de forma gratuita passa a ter um valor real. Comparado aos programas de fidelidade convencionais, o eixo de mudança está na forma de acúmulo: não é preciso ‘gastar para ganhar’; a nova métrica é ‘compartilhar para ganhar’”,explica.

A startup também fechou uma parceria exclusiva com a Mercado Bitcoin, maior corretora de moedas digitais da América Latina que possui uma carteira de mais de um milhão de clientes. A partir do dia 30 de março, teve início o período de integrações técnicas e, após este ciclo inicial de fomento, os usuários poderão comprar, vender e trocar seus tokens através da plataforma online de forma segura e prática.

Ecossistema Wiboo aposta em duas blockchains sincronizadas e possui um núcleo de pesquisa e desenvolvimento avançado, o STAMPS - executado pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)

A principal inovação tecnológica do Ecosssistema Wiboo está na utilização de duas Blockchains sincronizadas. “Nossa moeda pode rodar em exchanges e carteiras de criptomoedas, além de ser auditável por qualquer usuário da plataforma”, aponta Vagner Sobrinho, acrescentando que um sistema proprietário batizado de BCH - Blockchain Handler foi criado para permitir esse sincronismo entre Blockchains. O resultado: o modelo, conhecido como Sidechain, garante não somente os pagamentos digitais, bem como a velocidade de transações em PDVs dos clientes, através, por exemplo, de dispositivos de NFC (Near Field Communication). No Ecossistema Wiboo, as ações dentro da plataforma têm a capacidade de pelo menos quatro mil transações por segundo.

A empresa também sai na frente quando o assunto é tecnologia de ponta: a Wiboo possui um núcleo de pesquisa e desenvolvimento avançado, o STAMPS (Soluções Tecnológicas Aplicáveis a Mídias e Produtos Sociais), executado pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica). O Projeto STAMPS representa uma cooperação para investigação de linhas de pesquisa envolvendo tecnologias de inteligência artificial, blockchain, segurança, teoria de jogos, computação quântica, detecção de fraudes, internet das coisas (IoT – internet of things) e aprendizado de máquina (Machine Learning – ML). O objetivo é o de aumentar a eficiência de negócios seguindo a Metodologia do ITA para gerar um intercâmbio de melhores práticas entre o mercado e a academia.

Formada por um time de peso e conselheiros como Guga Stocco da Gr1d, João Carlos Mendonça da Felsberg Advogados, Felipe Miranda e Caio Mesquita da Empiricus e Acta Holding, Felipe Prata da Nest Investimentos, entre outros. A startup tem ainda uma preocupação social: todas as ações realizadas dentro da plataforma também se convertem ao projeto Wiboo Social, que será destinado a causas de inclusão sociodigital da população brasileira.

ECOSSISTEMA WIBOO:
https://wiboo.io/
https://www.wibx.io/
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