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Demanda da Pegaki no interior paulista salta de 2 mil entregasem Fevereiro para mais de 165 mil em Maio


Demanda da Pegaki no interior paulista salta de 2 mil entregas em fevereiro para 165 mil somente em maio em pleno cenário de crise

Boom de vendas via marketplace aqueceu a demanda de cerca de 50 pontos da região que ainda estão funcionando por serem essenciais e que chegam a ganhar até R$ 1,5 mil por mês, com casos de remuneração de até R$ 10 mil

São Paulo, junho de 2020 - No contexto de isolamento social, está crescendo o número de vendas online de pequenos empreendedores que buscam marketplaces para comercializar seus produtos no interior paulista. É nesse cenário que se destaca a startup de logística Pegaki: a empresa oferece o serviço de coleta, que ajuda microempreendedores a terem mais opções ao despacharem seus produtos. Na prática, o empreendedor leva seu produto a um ponto credenciado para que uma transportadora entregue ao consumidor final.

Para se ter uma ideia do crescimento, a Pegaki registrou em todo o interior paulista 2101 pacotes entregues em fevereiro, 15.185 em março, mais de 30 mil pacotes em abril e em maio mais que quintuplicou as entregas: foram  165 mil pedidos em um único mês. A expectativa é que, só em junho, sejam realizadas mais de 200 mil entregas.

A Pegaki atua em mais de 50 cidades da região e todas cresceram, mas o boom expressivo foi registrado em especialmente em Ribeirão Preto e outras três cidades (Franca, Ibitinga e Bauru). Além dessas cidades, a Pegaki busca parceiros em Marília, Araçatuba, Presidente Prudente, Birigui, Garça, entre outras, que além de ganho financeiro, recebem divulgação e novos clientes. A loja precisa dispor de um espaço ocioso mínimo de 2m² para receber as mercadorias e estar aberta durante o horário comercial. O cadastro de interessados é feito pelo site www.pegaki.com.br .

Alguns números evidenciam os benefícios desses pontos de coleta. Com o isolamento social, apenas os comércios de funções essenciais puderam ficar abertos, reduzindo o número da rede para 50 na região. Com isso, o boom do volume de entregas ficou concentrado nesses locais e, como eles são remunerados por cada produto entregue, o retorno médio é de até R$ 1,5 mil por mês, mas há casos de retorno de até R$ 10 mil. Tudo isso apenas utilizando um espaço antes ocioso. Nada mal para um momento de crise.

De acordo com O CEO da Pegaki, João Cristofolini, a empresa nasceu para reduzir o insucesso de entregas para os grandes e médios e promover acesso a sistemas de excelência de entregas para os pequenos. “Em um momento tão delicado como o que estamos passando, ficamos felizes em conseguir participar da solução do problema e beneficiar todas as pontas envolvidas na cadeia: o empreendedor que precisa vender, o cliente que quer receber sua compra com segurança, e o comércio, que precisa de capital, ainda mais agora”, finaliza.


Sobre a Pegaki

A rede de pontos de retirada da Pegaki disponibiliza a solução para o problema das entregas não realizadas, sem investimento em infraestruturas caras, como lojas próprias ou lockers. O negócio funciona da seguinte forma: o consumidor compra online em e-commerces e retira seu produto no ponto Pegaki mais conveniente, que são estabelecimentos parceiros que funcionam como pontos de retirada. Dessa forma, a Pegaki traz benefícios para todos as partes envolvidas – os consumidores, os e-commerces, as transportadoras e os estabelecimentos que operam como pontos de retirada.

A Pegaki foi fundada por João Cristofolini (CEO), Ismael Costa (CTO) e Daniel Frantz (COO). Os três executivos possuem vasta experiência no mercado corporativo e de startups. João destaca-se pela construção de uma rede de franquias com mais de 30 unidades pelo Brasil, pela autoria de 6 livros de negócios, além da fundação do ResumoCast, podcast de negócios mais acessado do iTunes no Brasil.

Já Ismael Costa também é CTO e Co-fundador da ConnectMoves e profissional com experiência de dez anos em desenvolvimento de softwares e aplicativos. Por fim, Daniel Frantz foi COO e Sócio da Amplio/Metta Trading por 7 anos e é fundador da Solesto, e-commerce com faturamento de mais de R$ 3,5 milhões por ano.

O perfil dos empreendedores e o potencial disruptivo do negócio da Pegaki vem despertando interesse dos investidores. A empresa foi acelerada pela Cotidiano Aceleradora, em uma primeira rodada de investimento de R$100 mil. Em 2017, a Pegaki recebeu um segundo aporte, de R$360 mil, via EqSeed, plataforma que conecta startups a investidores. O valor foi levantado em apenas 9 dias. Já em 2018, a empresa captou R$ 1,2 milhão pela mesma plataforma. Mais informações: http://pegaki.com.br/

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