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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Blockchain: a tecnologia que vai revolucionar as transações na era da transformação digital

Avanços e oportunidades da tecnologia serão discutidos durante o Congresso Future Payment, que será realizado durante a Cards 2018, promovida pela Informa

Considerada uma das tecnologias “top 10” na área de segurança corporativa, armazenamento de dados e compartilhamento de arquivos, a tecnologia blockchain é apontada como uma das principais tendências para os próximos anos. O Fórum Econômico Mundial divulgou que, em 2025, 10% do PIB serão armazenados em tecnologias relacionadas com blockchain. O tema, que vem ganhando relevância na sociedade e foi inspiração para o nome de um bloco carnavalesco em São Paulo, o Chain, será um dos destaques do Congresso Future Payment, que será realizado nos dias 15 e 16 de maio, dentro da programação da feira Cards Future Payment, no Transamérica Expo Center.


Este ano o Congresso terá duas trilhas: Tecnologia e Inovação/Regulamentação e Relações com o Mercado. A primeira delas contará no primeiro dia do evento, às 15h20, com o painel “O que o sistema financeiro e o mercado de pagamentos podem esperar com a revolução blockchain?”. Na trilha sobre o mercado, haverá um debate, no mesmo dia e horário, sobre “Criptomoedas, reflexos, oportunidades e ameaças para a economia global”.

Muitos especialistas acreditam que a tecnologia, que cresceu em popularidade por ser a base para a criptografia e segurança da plataforma de bitcoin, revolucione a armazenagem de dados digitais em vários segmentos. Aliado ao uso de Big Data, o blockchain pode ser a alternativa para reunir dados que se encontram desconectados, de forma a ampliar a eficiência e assegurar mais transparência em cada etapa da transação financeira e do processo produtivo.

O blockchain é uma espécie de bloco de dados que contém uma assinatura digital, chamada de “hash”, que funciona como uma impressão biométrica. O que torna a tecnologia diferente é que cada bloco contém um “hash” criptográfico da anterior, formando uma cadeia, que será transformada em um nó compacto. Assim, qualquer adulteração é facilmente detectada e controlada.

Maria Juliana, diretora da Cards Future Payment, explica que uma das principais vantagens do blockchain é a possibilidade de proporcionar transações cada vez mais seguras, além de reduzir custos e processos operacionais. “Com a tecnologia, cada registro é individualmente criptografado e exige uma chave de acesso personalizada, o que ajuda a reduzir a exposição de um grande número de registros”, ressalta.

Segundo dados da consultoria IDC, os gastos mundiais em soluções de blockchain chegarão a US$ 2,1 bilhões em 2018, o dobro de investimento registrado no ano passado. A previsão é que os investimentos cresçam em ritmo acelerado até 2021, com taxa de crescimento anual composta de 81,2%, chegando a US$ 9,2 bilhões em 2021.

Serviço

Cards Future Payment 2018
Quando: 15 e 16 de maio de 2018, das 9h às 19h
Onde: Transamérica Expo Center - Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387
Informações: Clique aqui

Sobre a Informa Exhibitions

A Informa Exhibitions acredita que eventos são plataformas de conhecimento e de relacionamento, que auxiliam a impulsionar a economia brasileira. A empresa é filial do Informa Group, maior organizador de eventos, conferências e treinamentos do mundo, com capital aberto e papéis negociados na bolsa de Londres. Dentre os eventos realizados pela Informa Exhibitions no Brasil estão: Agrishow, Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, ForMóbile, Futurecom, ABF Franchising Expo, SerigrafiaSign e Feimec, num total de 24 feiras setoriais. A Informa Exhibitions possui escritórios em São Paulo (sede) e Curitiba, com cerca de 200 profissionais. Nos últimos quatro anos, a empresa investiu cerca de R$ 400 milhões no Brasil em aquisições de eventos e marcas, o que levou a decisão estratégica de alterar o nome da empresa no Brasil de BTS Informa para Informa Exhibitions. Para mais informações, acesse: www.informaexhibitions.com.br.

Como está mudando o consumidor de e-commerce no Brasil e no mundo

A Nuvem Shop, plataforma de e-commerce com mais de 18 mil lojas online ativas, responsáveis por mais de $120M USD em vendas por ano, fez um estudo baseado no comportamento de mais de 1 milhão de consumidores. Estes clientes das lojas da plataforma realizaram mais de 120 milhões de visitas nestes e-commerces, e o resultado desta análise diz bastante sobre os caminhos do mercado.

Tendências

Nos últimos anos, tem-se observado um crescimento significativo da utilização de dispositivos móveis, como reflexo do aumento da demanda por praticidade, mobilidade e agilidade nas atividades do dia-a-dia.

Segundo recente pesquisa do Google, considerando pessoas com capacidade de compra, acima de 16 anos, Coreia e China apresentam os números mais altos no cenário de 2017, com as impressionantes marcas de 92% e 83% dos habitantes, respectivamente, fazendo uso de dispositivos móveis. No mesmo relatório, Brasil e Argentina, países de grande expressão no Mercosul e territórios de forte atuação da Nuvem Shop, apresentaram notável evolução nos índices, fechando o ano passado com um crescimento acima de 150%, em relação ao ano de 2013.


Essa tendência afeta diretamente os e-commerces, que precisam adaptar-se aos novos hábitos de consumo. Na Nuvem Shop, por exemplo, não há mais lojas que realizam vendas exclusivamente via desktop. Já o oposto tem acontecido: 14% das lojas da plataforma concretizam mais de 80% das suas vendas através de um dispositivo móvel.

Vistas e vendas por dispositivo móvel

Em um comparativo da evolução das visitas, em relação às vendas via dispositivos móveis, feito entre as lojas hospedadas na plataforma, observa-se que em 2015, 50% das visitas eram provenientes de mobile e 50% chegavam via desktop. Em 2016, os dispositivos móveis ultrapassaram os acessos por desktop, chegando a 58%, frente a 42% do dispositivo fixo. Em 2017, os números deram um salto ainda mais significativo, onde as visitas recebidas de smartphones e tablets chegaram a 69%, deixando o desktop completamente para trás, com apenas 31% dos acessos.

A mudança no comportamento dos usuários em relação ao dispositivo preferido de acesso às lojas online refletiram-se diretamente nas vendas, passando de apenas 30% das vendas efetivadas via mobile em 2016, para 45% em 2017: um salto de 50% em apenas um ano. Por conta de questões ligadas a confiabilidade e navegabilidade, o desktop ainda permanece com maior taxa de conversão de vendas, cerca de 55%, mas a tendência dentro dos próximos um ou dois anos, é que ocorra a mesma virada observada nos percentuais de visitação, com os dispositivos móveis assumindo a liderança na preferência dos consumidores para compra.

Os consumidores estão comprando por dispositivos móveis?

Um outro forte sinal da tendência mobile que o mercado vem experimentando é a aproximação dos valores de ticket médio das compras via dispositivos móveis, em relação ao desktop. Em 2017, o ticket médio de compras feitas por smartphones e tablets foi de R$ 200,19, enquanto a média de valores das compras feitas no desktop chegaram a R$ 258,77.

Uma das razões para o ticket médio ser menor via dispositivos móveis, logicamente, é a questão da confiança do consumidor em fazer compras de maior porte através esse tipo de dispositivo. Um consumidor com hábitos mais conservadores ainda tende a querer ver fotos e conferir detalhes do pedido em uma tela maior, antes de concretizar as transações. Porém, com as mudanças observadas no perfil do cliente online e a tendência à fabricação de dispositivos móveis cada vez mais sofisticados e repletos de novos recursos, esta realidade está prestes a se transformar.

Soma-se a isso o fato de que o cliente ainda está começando a experimentar e se sentir à vontade com esse tipo de transação. Nas primeiras experiências, o consumidor compra volumes menores, o que somado ao baixo valor de risco de investimento adotado por ele, resulta em um ticket médio inferior ao alcançado no desktop. A reversão desse quadro seguirá com o aumento da confiança em suas experiências positivas em transações online.

“As compras em mobile costumam ter menos quantidade de produtos e por isso a diferença em ticket médio. Mais um motivo para seguirmos trabalhando para oferecer uma experiência de compra ainda mais positiva nestes aparelhos.”, relata Santiago Sosa, CEO da Nuvem Shop.

Canais utilizados para atendimento

Um outro ponto que chama atenção, a partir dessa nova tendência móvel e digital do e-commerce, é a diversificação dos canais de atendimento e os percentuais significativos do uso de e-mail e das redes sociais para esse fim, ambos com 84,8% de utilização, segundo dados das lojas hospedadas na plataforma Nuvem Shop. Com uma característica ainda mais mobile, o terceiro canal mais utilizado pelas lojas para contato é o Whats App, com 83% de preferência, quase ultrapassando as duas primeiras opções. Em seguida, o telefone ainda é um forte aliado no atendimento das empresas, com 62,1%, seguido do chat, e do skype, com 39,4% e 4,2% respectivamente.

Telefone - 62,1%
E-mail - 84,8%
Chat na loja - 39,4%
Redes Sociais - 84,8%
Skype - 4,2%
Whatsapp - 83%

Observa-se a rapidez dessa evolução de acessos via dispositivos móveis, atestando a importância de layouts responsivos, de alinhamento com novas formas de atendimento, e até práticas de publicidade que respeitem esse novo meio de navegar. A importância de ter uma loja responsiva, pois mesmo quando não se trata de fechar a venda pelo celular, normalmente é neste dispositivo que a visita inicial é feita e a decisão de compra é tomada.

Redes Sociais

A posição de destaque das redes sociais como canal de atendimento preferido pelos consumidores não é obra do acaso. Diante de tantas alterações relativamente recentes nos hábitos de consumo, certamente, uma das que mais se mostram evidentes e bem sucedidas é a utilização destes meios, não só como canais de divulgação, e de atendimento, mas também para efetivação de vendas.

“Com a mudança de desktop pro mobile, as redes sociais ganham mais relevância. Uma vez que os consumidores navegam muito por elas através de seus dispositivos móveis, rapidamente se tornaram uma fonte de contato e de venda para lojistas.”, continua Sosa. Dentro das redes sociais que mais levam vendas para as lojas, o Instagram representava 17% no quarto trimestre de 2016. No mesmo período de 2017, subiu para 36%.

Entre as redes sociais, os meios mais direcionados para a exposição de imagens, como Pinterest e Instagram, ganharam bastante espaço na estratégias de exposição das marcas e vendas de produtos.

“Com a falta de tempo e a disseminação da internet rápida, é cada vez maior o número de pessoas que prefere fazer compras por dispositivos móveis, que são acessíveis de qualquer lugar. Aí entra o papel fundamental das redes sociais, principalmente o Instagram. Ele serve como ponte entre empresa e cliente, para apresentar os produtos, mostrar as combinações possíveis e despertar desejo”, afirma Bruna Ohana, Analista de Marketing da loja Stravaganza, especializada em moda feminina.

Diante disso, plataformas de e-commerce, lojistas e demais serviços online devem ficar atentos às tendências e fazer rápidas adaptações para possibilitar, cada vez mais, a conversão de acessos em vendas.

Datas comemorativas

A nova dinâmica do mercado e a ascensão do e-commerce nos últimos anos trouxe um outro aspecto interessante, relativo ao comportamento de compra do consumidor em datas comemorativas.

Datas expressivas do comércio varejista, como dias das Crianças ou Natal, perderam posição no ranking de vendas para a tão esperada Black Friday, enquanto que o dia das mães foi parar em último lugar, considerando as vendas de clientes da Nuvem Shop.

De fato, a Black Friday tem se tornado um fenômeno, dentro e fora da internet nos últimos anos, ao anunciar promoções impactantes e fazer divulgações massivas em todo tipo de mídia. O consumo no BF 2017 esteve acima de todas as principais datas comemorativas. As vendas desse verdadeiro fenômeno ficaram 100% acima de outras datas famosas, como dia dos pais, dia das mães, e dia dos namorados, e 75% acima do Natal e do dia das crianças.

Seguindo uma tendência forte do e-commerce, no que se diz respeito à venda de produtos (desconsiderando os serviços), o segmento de moda representou 60% das vendas da Black Friday 2017, mais que os 55% de 2016.

Ainda seguindo a tendência ao crescimento das compras via mobile, em 2017, as vendas via smartphones e tablet chegaram aos 44%, superando com folga os 33% de 2016.

A BF é uma data nova, com pouco mais de 5 anos, e já ganha espaço com os consumidores, se tornando a mais importante do e-commerce. Diante desse cenário, é preciso estar atento e ser ágil na percepção da necessidade e implementação das mudanças, quando menos se espera, os ventos sopram e a próxima onda de inovação no comportamento do consumidor chegar, ditar novas tendências. É preciso surfar as novas ondas, para não ficar pra trás.

Este artigo foi escrito com base nos estudos realizados pela plataforma Nuvem Shop, que deram origem a um material completo sobre os resultados e tendências do e-commerce. Baixe o estudo completo aqui.

Linx encerra o ano com crescimento de dois dígitos em um ambiente de negócios mais positivo

Receita líquida aumentou 19,3% no 4T17 em relação ao mesmo período de 2016

A Linx, empresa líder em software de gestão para o varejo fechou o quarto trimestre de 2017 com receita operacional bruta de R$ 182,1 milhões. Apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período, a receita operacional líquida da companhia foi de R$ 157,4 milhões, atingindo um crescimento de 19,3% comparado ao quarto trimestre do ano passado.


A receita operacional bruta é fruto da combinação da receita recorrente e de serviços. No 4T17, a receita recorrente atingiu R$ 147,6 milhões, com crescimento de 16,8% sobre o 4T16, e equivalente a 81% da receita bruta. O EBITDA ajustado atingiu R$ 39,3 milhões no 4T17, um aumento de 16,9% em comparação aos R$ 33,6 milhões do 4T16. Em comparação ao 3T17, o EBITDA ajustado foi 7,6% maior. A margem EBITDA ajustada do 4T17 foi de 25,0%. O lucro líquido ajustado no trimestre foi de R$ 158,95 milhões no 4T17.

“Neste trimestre percebemos um ambiente de negócios mais positivo nas diferentes verticais do varejo que atuamos, contribuindo para manter o crescimento da Companhia, apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período. O cross-sell ainda segue como principal driver de crescimento orgânico, com destaque para as ofertas de meios de pagamento e NFC-e que aumentaram sua penetração na base de clientes”, destaca Pedro Moreira, CFO e Diretor de Relações com Investidores da Linx.

Resultados 2017

A receita operacional bruta da Linx chegou a R$ 656,1 milhões no ano passado, o que correspondeu a um aumento de 15,5% em relação a 2016. A receita operacional líquida do período foi de R$ 571,6 milhões, um aumento de 15,6% na comparação com 2016. Já o EBITDA ajustado no ano foi de R$ 143,5 milhões, o que correspondeu a uma alta de 13,4% sobre 2016.

Entre os segmentos do varejo que continuam apresentando oportunidades crescentes de expansão do negócio, estão os de Food Service, Farmácias e Postos de Combustíveis. Já o tradicional segmento de Moda e o de Concessionárias vêm apresentando um crescimento mais conservador.
Adicionalmente, contribuíram para esse crescimento, as diversas novas iniciativas que a Linx tem desenvolvido relacionadas à recém-criada área de Novos Mercados e ao Omnichannel. São exemplos disso a operação de Inteligência do Varejo, que está em fase piloto em duas relevantes indústrias multinacionais de bens de consumo e a solução de OMS (Order Management System), que já está em operação em dois importantes varejistas nacionais.

Aquisição da Percycle

No último dia 21 de dezembro, a Linx anunciou a aquisição da Percycle, que opera a plataforma líder em mídia online nativa, unindo lojistas, marcas e consumidores. Ela permite que a indústria anuncie dentro dos principais sites de e-commerce, em diferentes formatos e segmentações, além de possibilitar a maximização do ROI (retorno sobre o investimento) gerado em campanha.

O faturamento bruto da Percycle nos últimos 12 meses foi de R$ 8,0 milhões. Pela Percycle a Linx pagará R$ 13,0 milhões à vista e, adicionalmente, sujeito ao atingimento de metas financeiras e operacionais para os anos de 2018 a 2020, poderá pagar o valor de até R$ 9,7 milhões.

Esta aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da Companhia, expandindo nosso portfólio de soluções que aumentem a rentabilidade dos clientes e melhorem a experiência de compra dos consumidores, além de abrir o mercado de publicidade e reforçar nossa oferta para o e-commerce e a indústria.

Sobre a Linx

A Linx é especialista em software de gestão (ERP e POS) e soluções cross-sell para o setor varejista no Brasil e em mais 7 países da América Latina. Líder brasileira*, a Companhia atingiu a posição oferecendo tecnologia inovadora e escalável e profundo conhecimento da cadeia de valor em cada segmento no qual está presente. A Linx consolida-se no mercado e tem sua expansão sustentada por uma cultura que acolhe novos conhecimentos, identidades, experiências e valores, são 3 mil colaboradores, distribuídos na matriz em São Paulo e 13 filiais, além de unidades de relacionamento espalhadas pela América Latina, atendendo uma base ampla e diversificada e mais de 45 mil varejistas. Com ações negociadas em bolsa desde fevereiro de 2013, para atender de forma integral às necessidades atuais do mercado varejista, a companhia oferece também soluções em nuvem, conectividade, além de outros serviços.

Aplicativo Sine Fácil ultrapassa a marca de um milhão de downloads

Desde o lançamento, foram realizadas mais de 38 milhões de pesquisas por vagas na plataforma digital

O Sine Fácil, aplicativo do Ministério do Trabalho para busca e encaminhamento de emprego, ultrapassou a marca de um milhão de downloads. Desde o lançamento, em 23 de maio de 2017, já foram realizadas mais de 38 milhões de pesquisas por vagas na plataforma digital e 308 mil trabalhadores foram encaminhados a processos seletivos em todo o país por meio da ferramenta.

O aplicativo é gratuito e pode ser utilizado em smartphones com sistemas Android e iOS. Basta o trabalhador entrar na loja virtual do seu telefone e baixar a ferramenta. A partir daí, ele poderá pesquisar vagas em todo o país, se candidatar aos postos e marcar entrevistas de emprego.

O ministro do Trabalho substituto, Helton Yomura, salienta que essa é mais uma das ações do governo federal em prol do emprego formal no Brasil. “A ferramenta faz parte de um pacote de serviços digitais que auxiliam o trabalhador, como a Escola do Trabalhador, o Seguro Desemprego Web e a Carteira de Trabalho Digital”, enfatiza.

Yomura acrescenta ainda que a pasta criou o aplicativo após identificar que havia vagas disponíveis no mercado, mas as informações não chegavam ao conhecimento de quem estava em busca de uma colocação.

O estado onde ocorreram mais encaminhamentos para entrevistas por meio do Sine Fácil foi São Paulo, com 112.558 vagas, seguido de Paraná, com 38.842. A Bahia ficou com o terceiro lugar no ranking, com 27.402 encaminhamentos (veja gráfico abaixo).

Sobre o Sine Fácil – A ferramenta foi desenvolvida pela Dataprev. É possível acessá-la por meio das lojas de aplicativos dos sistemas operacionais. Por meio dela, o trabalhador tem acesso a serviços como busca de vagas, encaminhamento para processos seletivos sem ter que comparecer a uma agência do Sine. Além disso, o trabalhador recebe notificações quanto a Seguro-Desemprego, informações sobre o Abono Salarial e a vínculos empregatícios.



segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Semana do Carnaval impulsiona fluxo de clientes no Salvador Norte Shopping


O Salvador Norte Shopping celebra o aumento de visitantes durante o Carnaval quando comparado aos dias da folia em 2017. O centro de compras registrou crescimento de aproximadamente 20% no fluxo de clientes, atraídos por iniciativas como a loja do Expresso Salvador que reuniu ações do lojista Salão Rene e da parceria com o Instituto Embelleze, além de liquidação, bloquinho infantil e a atração inédita Circo de Bolinhas. Outros fatores que impulsionaram o desenvolvimento foram a chegada de turistas na capital baiana - o aeroporto está a apenas 5 minutos do shopping - crescimento imobiliário do entorno e a retomada da confiança do consumidor. Estes fatores também explicam as conquistas do empreendimento em 2017, cujo crescimento no volume de vendas vem ultrapassando de forma expressiva as previsões econômicas relativas ao varejo tendo como base o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Mais Shopping recebe nova unidade da Miniso

Marca de design japonês inaugura sua primeira loja em Santo Amaro com ampla variedade de produtos

O Mais Shopping – empreendimento localizado na Zona Sul de São Paulo – recebe a mais nova unidade da Miniso da cidade. A marca de design japonês já está em operação no local, oferecendo produtos de marca própria a preços acessíveis. Esta é a 14ª unidade na Grande São Paulo.

A loja conta com 272 metros quadrados. Com uma variedade de itens, os clientes podem encontrar nas lojas da Miniso oito diferentes categorias: dia a dia, bem-estar, esporte e fitness, papelaria, acessórios, vestuário, produtos sazonais e bolsas, e o grande diferencial está no valor acessível dos produtos, em sua maioria, R$ 9,99, além da alta qualidade e do design diferenciado.


“A Miniso chega para agregar ao nosso mix de lojas, que cada vez mais conta com importantes operações, com o objetivo de atender às necessidades do nosso público, sempre interessado em descobrir novas opções para suas compras”, comenta Bruno Ramos, Superintendente do Mais Shopping.

“Esta região tem um alto fluxo de pessoas todos os dias, com um comércio popular já conhecido em São Paulo. Vamos levar mais uma opção de compras aos consumidores”, diz Frank Wei, presidente da Miniso no Brasil.

A loja da Miniso do Mais Shopping fica localizada no piso térreo do empreendimento, próxima ao acesso da Rua Amador Bueno. Atualmente, mais de 1.300.000 de pessoas circulam pelo Mais Shopping, mensalmente.

Sobre o Mais Shopping

O Mais Shopping localiza-se no maior polo comercial da cidade de São Paulo e está interligado ao metrô Largo Treze, ao terminal de ônibus Santo Amaro e próximo à estação Santo Amaro da linha 9-Esmeralda da CPTM. O estacionamento, dividido em dois andares, possui 770 vagas cobertas.

O empreendimento possui 200 operações e uma praça de alimentação com 25 marcas e cerca de 900 lugares. O Mais Shopping é uma excelente alternativa para famílias, estudantes e trabalhadores, que compõem um fluxo diário de 1,3 milhão de pessoas por dia na região.

O Mais Shopping e a Cinépolis, maior rede de cinemas da América Latina, oferecem aos clientes mais de 1,1 mil lugares em oito salas de cinema de última geração no formato stadium.

Sobre a Miniso

A Miniso é uma marca de design japonês que oferece milhares de produtos de alta qualidade a preços acessíveis. Possui utensílios, cosméticos, eletrônicos, brinquedos, acessórios, bolsas, papelaria e uma variedade de outros itens, todos de marca própria, que facilitam o dia a dia das pessoas. Inovar está no DNA da empresa, que todo mês lança mais de 70 produtos de diferentes segmentos em seu portfólio.

Fundada em Tóquio, em 2013, por Miyake Junya, designer principal da Miniso, e Ye Guofu, jovem empresário, a marca vem se expandindo globalmente desde sua criação. Em apenas três anos, abriu mais de duas mil lojas em todo o mundo. Atualmente, conta com parceiros estratégicos em mais de 50 países e regiões, incluindo Japão, EUA, Canadá, Rússia, Cingapura, Dubai, Coreia, Malásia, Hong Kong (China) e Macau (China). Em média, a empresa abre de 80 a 100 lojas por mês no mundo, e o Brasil é o primeiro país da América do Sul a ter lojas da Miniso. www.loveminiso.com.br

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Liquida Porto Alegre 2018, realizado pela CDL POA, tem recorde na adesão de lojistas

Em sua 22ª edição, a campanha se realiza de 16 a 26 de fevereiro e deve movimentar cerca de R$ 1,2 bilhão na economia da Capital e da Região Metropolitana

Mais tradicional campanha de promoções do comércio local, o Liquida Porto Alegre chega a sua 22ª edição com recorde de adesões e com possibilidade de superação de resultados. Uma realização da Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL POA), a ação tem a adesão de mais de 3,3 mil lojas engajadas. Os megadescontos programados terão duração de 10 dias, a partir de 16 de fevereiro, e a expectativa de vendas previstas para o período devem chegar a aproximadamente R$ 1,2 bilhão. O anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira (15), durante coletiva de imprensa na sede da Entidade.


Na avaliação do presidente da CDL Porto Alegre, Alcides Debus, a projeção para 2018 é de um incremento entre 3% e 4% nas vendas em comparação com o ano passado, quando o montante final chegou a R$ 1,1 bilhão. “Percebemos um aumento da confiança dos consumidores em nossa economia, e isto deve ser revertido em uma maior procura por produtos. Também teremos mais unidades envolvidas na campanha e ofertas que devem superar os 70%”, destaca Debus, ao salientar a grande variedade de empresas participantes: imobiliárias, pet shops, empresas de turismo, academias, cursos de idioma, postos de gasolina, loja de alimentos naturais, estéticas, estúdio fotográfico e até motéis e funerárias.

Além disso, enquete realizada pela CDL POA com uma amostragem de 300 consumidores da Capital e da Região Metropolitana aponta que quase a metade dos consultados (45%) pretende dispender um valor maior do que o gasto durante a campanha de 2017. Os principais desejos de compras são eletrodomésticos (45%), eletrônicos/celular (12%) e móveis (10%).

Lançamento oficial

O Bloco do Liquida, que reúne colaboradores, dirigentes da entidade e representantes de lojas participantes, juntamente com a bateria e passistas da Escola de Samba Imperatriz Dona Leopoldina, trará toda a alegria do Carnaval para a abertura oficial da campanha. Diversas marcas participantes desta edição já confirmaram a participação de seus blocos, como Magazine Luiza, Rabusch, Lebes, CR Die Mentz, Sicredi, Gang e Caverna do Dino. O grupo sairá da sede da Entidade nesta sexta-feira (16), às 11h, e fará a descida pela Rua dos Andradas até a Esquina Democrática.

AS NOVIDADES DESTA EDIÇÃO

Casa do Liquida

Pela primeira vez, a CDL POA contará com uma grande estrutura em pleno coração da cidade para promoção e divulgação da campanha. A Casa do Liquida contará com uma estrutura de 60 metros quadrados que funcionará como uma central de relacionamento na Praça XV.

Ali, os lojistas poderão aderir à ação e comprar material de Pontos de Venda. Os consumidores, por sua vez, terão a possibilidade de consultar a certidão de débitos em seu nome, por meio do CPF, em um totem disponibilizado pela CDL POA. Além disso, poderão utilizar a rede gratuita de wi-fi e painel para fotos e postagens nas redes sociais. O espaço fica disponível até o dia 26, em horário comercial, sem fechar ao meio-dia, de segunda a sábado.

Desfile de moda com lojistas participantes


No dia 20 de fevereiro, às 11h, será realizado um desfile com lojas participantes da campanha. Em um passarela de 13 metros, montada junto à Casa do Liquida, modelos da MA3 Talents School apresentarão looks elaborados com peças em promoção durante o período do Liquida Porto Alegre. O evento, organizado pela jornalista e diretora-executiva do Grupo Nós Somos Moda e da Revista Style &Trends, Victoria Thomaz, já tem a participação confirmada das lojas Lebes, Rabusch, Gang, Caverna do Dino, Ishtar, Aduana e Confraria Masculina.

Mais informações podem ser obtidas no site: www.cdlpoa.com.br/liquida/

Varejo apresenta crescimento de 1,3% em janeiro

Medido pelo Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), o crescimento reflete o desempenho do comércio varejista em relação a janeiro de 2017

Seguindo a tendência registrada desde o terceiro trimestre do ano passado, o varejo brasileiro continua se recuperando. Em janeiro, o desempenho do mercado teve alta de 1,3%, na comparação com o mesmo período de 2017, descontando a inflação que incide sobre a cesta de setores do varejo ampliado. Em termos nominais, que reflete o que o varejista de fato observa na receita das suas vendas, o indicador reforça a retomada: alta de 2,6% em janeiro na comparação com o ano anterior. É o que aponta o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) divulgado nesta sexta-feira (16).

Vale destacar ainda que o desempenho total do mês foi prejudicado pelo calendário, principalmente pelo feriado de confraternização universal caindo em uma segunda-feira, enquanto que em 2017 o dia 1º de janeiro foi no domingo – tradicionalmente o dia da semana de menor movimento do varejo.

Ajustados aos impactos de calendário, o índice deflacionado apontaria alta de 1,9%, leve aceleração em relação ao observado no mês de dezembro (1,7%). Pelo ICVA nominal, com os ajustes de calendário, o indicador apontaria alta de 3,2% em comparação com o mesmo período de 2017. "Se observarmos o desempenho do varejo nos últimos meses, notamos de fato uma trajetória de recuperação do ritmo de crescimento", afirma Gabriel Mariotto, diretor de Inteligência da Cielo.




Inflação no período

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apurado em janeiro pelo IBGE apontou alta de 2,86% no acumulado dos últimos 12 meses, enquanto dezembro registrou 2,95%. Essa desaceleração, assim como aconteceu nos últimos três meses, foi puxada principalmente pelos preços dos itens do setor de Habitação – que não impactam diretamente o comércio varejista.

Ponderando o IPCA pelos setores e pesos do ICVA, a inflação no varejo ampliado em janeiro ficou em 1,3%, registrando aceleração em relação a dezembro (0,9%). No caso da inflação do varejo, o item que mais contribuiu para a aceleração foi novamente combustíveis para veículos.

Setores

Os resultados foram puxados pelo crescimento na comparação ano contra ano dos macros setores de Bens Não Duráveis e Serviços, enquanto o de Bens duráveis e semiduráveis ficou praticamente estável. Os setores de destaque foram os de Supermercados e Hipermercados, Turismo e Transporte e o de Drogarias e Farmácias. No mesmo período de análise, a retração de maior relevância ficou por conta dos Postos de Gasolina, seguindo os resultados registrados nos últimos meses.

Na passagem entre dezembro de 2017 e janeiro 2018, as maiores acelerações foram em Supermercados e Hipermercados e Vestuário e Artigos Esportivos. Já as maiores desacelerações ficaram nos setores de Recreação e Lazer e Móveis, Eletroeletrônicos e Lojas de Departamento.

Regiões

Já em relação às regiões, nesta mesma base de comparação (dezembro de 2017 e janeiro de 2018), os destaques foram para Norte, Nordeste e Centro-Oeste que aceleraram no varejo.

Pelo ICVA deflacionado sem ajustes de calendário, comparando com o mesmo período do ano anterior, o varejo ampliado no Norte registrou alta de 5,7%. Já ambas as regiões Sul e Nordeste registraram alta de 2,6%, enquanto que Sudeste e Centro-Oeste registraram alta de 0,7 % e 0,6%, respectivamente.

Já pelo ICVA nominal – que não considera o desconto da inflação – o destaque também foi a região Norte, que registrou alta de 5,7%. As regiões Sul e Nordeste, registraram altas de 4,0% e 3,7%, respectivamente. Por fim, a região Sudeste apresentou alta de 2,0% e a região Centro-Oeste registrou 1,8%.

SOBRE O ICVA

O Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) acompanha mensalmente a evolução do varejo brasileiro de acordo com a sua receita de vendas, com base em um grupo de mais de 20 setores mapeados pela Cielo, de pequenos lojistas a grandes varejistas. O peso de cada setor dentro do resultado geral do indicador é definido pelo seu desempenho no mês.

O ICVA foi desenvolvido pela área de Inteligência da Cielo com base nas vendas realizadas nos mais de 1,5 milhão de pontos de vendas ativos credenciados à companhia. A proposta do Índice é oferecer mensalmente uma fotografia do desempenho do comércio varejista do país a partir de informações reais.

Como é calculado

A gerência de Inteligência da Cielo desenvolveu modelos matemáticos e estatísticos que foram aplicados à base da companhia com o objetivo de isolar os efeitos do comportamento competitivo do mercado de credenciamento, como a variação de market share, bem como isolar os efeitos da substituição de cheque e dinheiro no consumo – dessa forma, o indicador não reflete somente a atividade do comércio pelo movimento com cartões, mas, sim, a real dinâmica de consumo no ponto de venda.

Esse índice não é de forma alguma a prévia dos resultados da Cielo, que é impactado por uma série de outras alavancas, tanto de receitas quanto de custos e despesas.

Sobre a Cielo

Somos mais que uma máquina, somos uma empresa de tecnologia e serviços para o varejo. Lideramos o segmento de pagamentos eletrônicos na América Latina e nos tornamos uma das dez maiores corporações brasileiras em valor de mercado. Em 2017, capturamos em nossas plataformas mais de 7,3 bilhões de transações e R$ 613,8 bilhões em volume financeiro. A nossa crença é mover o mercado, e a ponta de pagamento é a porta de entrada para diversos serviços inteligentes e conectados entre si: oferecemos um portfólio de soluções para atender às necessidades dos nossos mais de 1,4 milhão de clientes ativos, desde os empreendedores individuais até os grandes varejistas espalhados por todo o país. Além de uma estrutura que mantém os negócios em movimento, com tecnologia de ponta, logística eficiente e os mais rígidos padrões de segurança, provocamos o mercado a evoluir. Inquietos, somos máquina, internet, celular e o que mais vier. Acreditamos que nenhum negócio nasceu para ficar parado e a nossa vocação é despertar essa mesma inquietude em cada um dos nossos clientes.

Jin Jin lança a campanha Ano Novo Chinês

Os pratos levam os nomes de duas importantes cidades chinesas

Para comemorar a chegada do Ano Novo Chinês e trazer mais da cultura asiática para os clientes, a tradicional rede de culinária asiática Jin Jin vem com uma novidade. A partir de hoje (16/02), quando começa o novo ano, a rede lança a campanha “Ano Novo Chinês”, com dois novos pratos, que levam os nomes de duas importantes cidades chinesas: Xangai Chicken e Hong Kong Beef.

O Ano Novo Chinês é adotado por diversas nações do oriente que seguem um calendário tradicional distinto do ocidental, sendo representado por um dos 12 animais do zodíaco. De acordo com a tradição oriental, este é o ano do Cão de Terra que segundo o horóscopo chinês é um ótimo momento para mudar o estilo de vida. Por isso, os clientes terão a oportunidade de adotar um hábito alimentar mais saudável e experimentar os novos pratos nutritivos, com alimentos selecionados e frescos.

A campanha Ano Novo Chinês será realizada até o dia 18 de março. As lojas participantes podem ser conferidas no site: www.promocao.jinjin.com.br – Há 25 anos no mercado, a Jin Jin conta com 77 lojas em operação predominantemente em shopping centers, em formato buffet na praça de alimentação e possui, ainda, o modelo Jin Jin Sushi, também em shoppings, hipermercados, galerias e aeroportos.

Sobre a Jin Jin

A Jin Jin é a maior rede de culinária asiática em shoppings do Brasil. Pertencente à Holding Halipar, a rede fortaleceu em 2016 as operações internas das lojas e conseguiu encerrar o ano com crescimento de 10% no número de unidades. Este índice conquistado deve-se à capacitação de franqueados, em diversas áreas de treinamento, com foco em estimulá-los a abrir mais lojas da marca ou das demais bandeiras do Grupo. Para 2018, a franqueadora visa à expansão no Nordeste e no estado do Rio de Janeiro por meio de seus dois modelos de negócio: a Jin Jin formato Praça de Alimentação e o quiosque Jin Jin Sushi.

Grupo Carrefour Brasil debate inovação no varejo

Fórum reúne grandes nomes do mercado digital brasileiro que apresentam boas práticas e discutem soluções para os principais desafios do setor

Entre os dias 19 e 20, o Grupo Carrefour Brasil promove, em São Paulo (SP), o seu primeiro ‘Fórum de Inovação’, que reúne os maiores especialistas, líderes e empresas de tecnologia no Brasil. Durante dois dias, serão apresentadas e discutidas boas práticas e soluções digitais para as principais demandas do varejo. O evento vai de encontro com a estratégia global da companhia presente no ‘Carrefour 2022’, plano anunciado em janeiro que elegeu a transformação digital como um de seus principais pilares para os próximos cinco anos.


A programação do evento inclui palestras de 10 especialistas em inovação, transformação digital e empreendedorismo, dentre eles Guga Stocco, reconhecido especialista em plataformas digitais e criador do Banco Original, Tallis Gomes, fundador do aplicativo Easy Taxi e CEO e fundador do aplicativo Singu, e Gustavo Caetano, fundador e CEO da Samba Tech, além de Eco Moliterno, Chief Creative Officer da América Latina para a Accenture Interactive, Mariano Gomide, fundador e co-CEO da VTEX, Sílvio Meira, cientista, professor e empreendedor em engenharia de software e inovação, Romeo Busarello, diretor de Marketing da Tecnisa, e Michel Sciama, head de produtos de performance do Google.

O evento reunirá ainda os maiores parceiros em tecnologia do Grupo Carrefour, que apresentam as tendências, serviços e novas soluções digitais para o varejo. Estarão presentes: Accenture, Cisco, Dielbold Nixdorf, Dimension Data, Intel e Oracle, além de Mastercard, Unilever e IBM, esta que levará Luis Liguori, diretor de tecnologia e inovação da empresa no Brasil. Ainda participam Regina Nori, especialista em projetos de planejamento estratégico de TI, e Rafael Barini, e-bussiness e especialista em operações de comércio eletrônico e varejo, que discutem a tecnologia blockchain.

“Cada vez mais o Grupo Carrefour direciona os seus esforços e investimentos para inovar e conduzir a transformação digital da sua operação, a fim de melhorar continuamente a experiência do consumidor e atender as suas necessidades em todos os nossos formatos e canais”, destaca Paula Cardoso, diretora executiva de Clientes, Serviços e Transformação Digital da companhia no Brasil. “Iniciativas como o Fórum de Inovação representam um importante passo para o movimento que a companhia lidera globalmente, estratégia e missão que estão profundamente ligadas à digitalização dos nossos serviços a partir das tendências, demandas e ferramentas ainda mais necessárias no universo omnicanal”, reforça Paula.

Sobre o Grupo Carrefour Brasil

Há mais de 40 anos no país, o Grupo Carrefour Brasil é reconhecidamente pioneiro no mercado varejista. A partir de uma plataforma omnicanal e multiformato, está presente em todos os estados, além do Distrito Federal, o que permite atender às diferentes necessidades dos seus milhões clientes espalhados pelas cinco regiões do país. Atualmente, conta com os formatos Carrefour (hipermercado), Carrefour Bairro (supermercado), Carrefour Express (varejo de proximidade), Carrefour.com (e-commerce), Atacadão (atacado e atacado de autosserviço) e Supeco (atacado de autosserviço de proximidade), além de oferecer serviços diversos para a conveniência dos clientes, como postos de combustíveis, drogarias e serviços financeiros. Segunda maior operação dentre todos os países nos quais o Grupo Carrefour atua, a empresa registra a cada mês cerca de 26 milhões de compras em seus mais de 590 pontos de vendas. Com faturamento de R$ 49,1 bilhões em 2016 e uma equipe de mais de 80 mil colaboradores no Brasil, a companhia é a maior distribuidora de alimentos do país, o maior varejista de capital aberto e umas das 15 maiores empresas listadas na bolsa brasileira. No mundo, o Grupo Carrefour está presente em mais de 30 países, sendo 10 com operações próprias, e emprega mais de 384 mil colaboradores. Com mais de 12 mil lojas espalhadas pela Europa, Ásia e América Latina, está presente na vida de 105 milhões de clientes. Atualmente, mais de 13 milhões de compras são realizadas a cada dia em seus diversos formatos distribuídos pelo mundo. Em 2016, o volume de negócios da companhia totalizou € 103,7 bilhões. www.grupocarrefourbrasil.com.br

Empregos formais nos supermercados de São Paulo fecham 2017 com o maior número já observado para o setor

Levantamento mostra que 2017 foi melhor que os dois anos anteriores e projeção para 2018 é de cerca de 25% a mais de empregos criados

Apesar do Brasil ter fechado 2017 com a maior taxa de desemprego da sua história, o setor supermercadista foi na contramão do país e encerrou o último ano com o maior número de empregos formais já observado. A Associação Paulista de Supermercados (APAS) analisou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, e constatou que os supermercados do estado de São Paulo fecharam 2017 com 530.233 colaboradores contratados.

Ao avaliar apenas o ano de 2017, o resultado também é animador e mostra o crescimento nos empregos formais. Ao todo, os supermercados paulistas fecharam o ano passado com saldo positivo de 8.592 vagas, um número cerca de duas vezes maior que os 3.992 empregos criados em 2016. Para o economista da APAS, Thiago Berka, o número é para se comemorar, mas ainda está abaixo da média de 2010 a 2014.


“Estes números passam confiança ao setor para seguir investindo e gerar cada vez mais empregos. A média de 2010 até 2014 foi de 18.915 postos líquidos positivos de trabalho, isso demonstra que há uma grande lacuna de avanço e crescimento para o setor buscar novos profissionais”, explicou Berka, que ainda completou: “Na atividade econômica do setor de supermercados, uma grande parcela da população tem seu primeiro emprego ou suas primeiras experiências de trabalho”.

Para 2018, a expectativa da APAS é que o setor encerre o ano com cerca de 12 mil empregos formais criados, ou seja, número pouco mais de 25% maior que o do ano passado. “Com a queda da inflação, da taxa básica de juros e a consequente retomada da economia esperado para 2018, o setor supermercadista dá sinais de que pode recuperar suas vendas em faturamento e volume. Isso resulta diretamente no crescimento do emprego, já que a demanda tende a ser maior”, analisou o economista da entidade.

Emprego nos diferentes formatos de loja

Em relação aos formatos de loja, os supermercados e hipermercados foram os grandes contratantes no setor, com 5.289, empregos formais, ou 62% do total de 2017, melhor resultado desde 2015. Já os minimercados e mercearias tiveram um mês de dezembro com demissões e fecharam o ano com contratação de apenas 292 vagas, o pior resultado desde 2010. Os atacados e atacarejos encerraram 2017 com criação de 2.292 vagas, resultado praticamente igual ao de 2016, porém, abaixo da média histórica. Por último, surpreenderam o comércio hortifrutigranjeiro com 713 vagas criadas, resultado melhor que o dos minimercados e mercearias e também melhor desempenho desde 2013.

O setor de minimercados e mercearias, que corresponde a 55% do total de lojas do varejo alimentar paulista, demonstrou um desempenho abaixo do esperado para as contratações em 2017. O economista da APAS elenca três motivos como os principais para este desempenho:

“O primeiro ponto foi a maior deflação histórica dos alimentos, que acelerou no segundo semestre e chegou ao menor valor da história do Plano Real, que, para o pequeno varejista, pressiona suas margens já apertadas. Outro ponto foi a intensificação das promoções de final de ano pelas médias e grandes redes, que tornou a competição ainda mais acirrada. E a possível antecipação da demissão dos funcionários temporários, de janeiro para dezembro, em virtude do desempenho abaixo do esperado para o Natal”, explicou Berka.

Principais empregadores do estado

No fechamento do ano, Guarulhos e São Paulo lideraram a criação no setor varejista alimentar, com 25% do total dos 8.592 postos. A região de Campinas, Jundiaí e Piracicaba responderam, juntos, por mais de 15% do estado. Os restantes das dez maiores gerações de emprego líquidas também são do interior, demonstrando como há espaço de crescimento de emprego e lojas.

Nota Metodológica

A Pesquisa de Emprego dos Supermercados apura mensalmente o comportamento do emprego no setor supermercadista através de dados do CAGED (Cadastro Geral De Empregados E Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego. São coletados dados sobre a Admissão, Demissão, Saldo Mensal e Saldo Total de funcionários ligados a atividade supermercadista, e os indicadores apontam a evolução e o comportamento do setor ao longo do tempo.

Sobre a APAS – A Associação Paulista de Supermercados representa o setor supermercadista no Estado de São Paulo e busca integrar toda a cadeia de abastecimento. A entidade tem 1.503 associados, que somam mais de 3.160 lojas.

Croasonho realiza ação especial de inauguração em Aracaju

Rede irá presentear os 50 primeiros clientes da nova unidade

Para comemorar a abertura da segunda unidade em Aracaju, a Croasonho, única rede de franquias especializada em croissants recheados do país, vai presentar os 50 primeiros clientes que visitarem a nova loja nesta sexta-feira (16) com seis meses de croasonhos grátis. Serão distribuídos, ainda, 250 vouchers para os demais clientes, como vale-café e milk-shake, além de descontos especiais. A nova operação está localizada no Shopping RioMar. A marca oferece um cardápio variado de croasonhos doces e salgados, sobremesas e milk-shakes. Com mais de 70 lojas em 16 estados, a rede prevê a abertura de 25 unidades e faturamento de R$ 130 milhões em 2018.




A Croasonho, que nasceu no Rio Grande do Sul, tem como foco de expansão as regiões Nordeste e Sudeste. Desde junho de 2017, a rede integra a Halipar (Holding de Alimentação e Participações), o terceiro maior grupo do mercado nacional de franchising no ramo de alimentação, em número de unidades. No final do ano passado, a Croasonho ganhou uma fábrica em Indaiatuba (SP), sede da Halipar. O novo espaço possui 500 m² e capacidade para produzir mais 5 milhões de croissants por ano, dobrando a produção atual. A meta é abrir 60 lojas nos próximos cinco anos. Os 20 funcionários que atuam em Indaiatuba foram treinados na fábrica de Caxias do Sul, que permanecerá em operação.

Sobre a Croasonho

Fundada em 1997 com o nascimento da receita do Croasonho, a marca potencializou-se no mercado gastronômico destacando-se por Croasonhos artesanais com massa crocante e recheios surpreendentes. Vislumbrando difundir e expandir o negócio, em 2009 foi criado o sistema de franchising, que remodelou a empresa e a fez expandir rapidamente entre as principais cidades do Brasil. Com seu modelo de negócio inovador, a rede soma milhares de #croalovers apaixonados pela marca.

Sobre a Halipar

A Halipar abriga mais de 400 unidades franqueadas distribuídas em 25 estados. Com a união de marcas voltadas a diferentes públicos e gostos, a holding é terceiro maior grupo do mercado nacional de franchising no ramo de alimentação em número de unidades. A expectativa do grupo é fechar 2018 com faturamento de R$ 720 milhões.

Serviço
Croasonho - Shopping RioMar
Endereço: R. Delmiro Gouvêia, 400 - Coroa do Meio, Aracaju – SE
Horário de funcionamento: segunda a sábado das 10h às 22h e domingos das 12h às 22h.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Estudo da ABComm aponta que tendência das lojas virtuais é por transportadoras privadas

A terceira Pesquisa Logística no E-commerce Brasileiro, feita pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, revela números sobre armazenagem, transporte e manuseio

A logística entre as lojas virtuais continua sendo o fator chave de sucesso dentro do setor brasileiro. Afinal, alguns elementos fazem com que os custos finais sejam menores para cada corporação. A terceira edição da pesquisa Logística no E-commerce Brasileiro, realizada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), com apoio da Brazil Panels e ComSchool, resultou em 544 questionários válidos no campo on-line entre os dias 22 e 29 de setembro de 2017, levando em conta que atualmente no país há 22 mil lojas ativas na web. A amostra é composta por empresas de varejo de bens de consumo e os resultados ponderados de acordo com o porte de cada uma delas.


O primeiro ponto a ser questionado foi a estrutura da operação de armazenagem: 86,1% responderam que têm local próprio, enquanto 5,7% acusam fazer uso de empresa terceirizada e 8,2% alternam entre as duas opções. Em seguida, foram levadas em conta as condições do estoque, se essa reserva é compartilhada com fornecedores no modelo de consignação ou dropshipping. Dos entrevistados, 74,6% não utilizam essa modalidade, enquanto 16,8% têm parte armazenamento com esse modelo e apenas 8,6% têm todo o seu catálogo compartilhado. Por fim, para o envio dos pedidos, apesar de 80,9% dos empreendedores ainda utilizarem os Correios, esse número equivalia em 93% em 2013. Em contrapartida, a transportadora privada apresentou um crescimento considerável: 35% em 2013, 42,7% em 2015 e 52,8% em 2017. A pesquisa da ABComm sobre logística no e-commerce brasileiro pode ser baixada na íntegra em: http://socia.is/log18

Sobre a ABComm:

Fundada em 2012, a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) surgiu para fomentar o setor de e-commerce com informações relevantes, além de contribuir com seu crescimento no país. A associação reúne representantes de lojas virtuais e prestadores de serviços nas áreas de tecnologia da informação, mídia e meios de pagamento, atuando frente às instituições governamentais, em prol da evolução do setor. A entidade sem fins lucrativos é presidida por Mauricio Salvador e conta com diretorias específicas criadas para fomentar todo o setor, entre elas: Novos Negócios; Relações Governamentais; Mídias Digitais; Relações Internacionais; Meios de Pagamento; Capacitação; Desenvolvimento Tecnológico; Empreendedorismo e Startups; Jurídica; Métricas e Inteligência de Mercado; Crimes Eletrônicos; e Marketing. Para mais informações, acesse: www.abcomm.org

Contatos através do SAC se transformam em ações de marketing de relacionamento

É fato que os canais online facilitaram muito a vida dos consumidores que precisam entrar em contato com as empresas, seja para solucionar algum problema, emitir reclamação ou até mesmo elogiar seus produtos ou serviços. Porém, mesmo com tanta tecnologia, a aproximação mais pessoal com os clientes ainda é a maneira mais valorizada pelo público. “A pessoa do outro lado da tela ou do telefone precisa sentir que realmente aquele atendimento está sendo feito especialmente para ela, sem respostas prontas ou automáticas. É preciso solucionar o seu problema da forma mais humanizada possível”, comenta o diretor da Paviloche Sorvetes, Douglas Pavinato. A partir desse pensamento, a empresa de Santa Catarina recentemente transformou dois contatos do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) em ações de marketing de relacionamento.

Cadê a tatuagem?

No início do ano, Alana Pagnoncelli Guenze comprou o picolé Algodão Doce para seu filho, porém o produto estava sem a tatuagem. Como o menino queria muito o brinde, ela, então, comprou mais um picolé, mas a unidade também estava sem o item. A mãe entrou em contato com o SAC da Paviloche e informou sobre o fato. “Detectamos a falha operacional, mas não poderíamos simplesmente pedir desculpa, afinal estamos falando do desejo de uma criança. Por isso, fizemos uma carta personalizada utilizando como persona o sorvete falante que, de forma carinhosa e divertida, se desculpou pelo ocorrido e enviou diversas tatuagens para o nosso Mini Pavilover”, afirmou Pavinato.



Fã do sorvete Marta Rocha

Helena Freitas é uma cliente Paviloche apaixonada pelo sabor Marta Rocha. Como ela mora no Rio de Janeiro e os produtos da marca catarinense são comercializados apenas em Santa Catarina e no Paraná, ela só pode saborear a sua sobremesa preferida quando vem para o Sul. Certo dia, ela mandou um vídeo para a página da Paviloche no Facebook comemorando que estava em SC e encontrou o picolé Marta Rocha. “Durante minha estadia em SC fiz propaganda de vcs, agora aqui no RJ, todos clamam por Marta Rocha”, destacou. Aí então começou a aproximação através do chat. Helena falou sobre o desejo de encontrar os produtos Paviloche no RJ e também solicitou que algumas unidades fossem enviadas para ela. Como, por questões de logística, não seria possível, a empresa teve outra ideia: convidar a cliente para conhecer de perto o processo de produção do seu sorvete preferido. No dia 5 de fevereiro, ela veio para SC e passou a manhã na fábrica, localizada em Joinville (SC). Durante o passeio, Helena conheceu todos os processos de fabricação e pode degustar o Marta Rocha direto da máquina, além de levar alguns brindes para casa. A ação foi documentada por Helena em sua página pessoal no Facebook.




Áurea Alimentos comemora crescimento e projeta 2018 no mercado nacional

Com uma linha variada de produtos e constante investimentos, a Áurea Alimentos, de Braço do Norte (SC), comemora o balanço de 2017 com números expressivos, após períodos de grandes desafios enfrentados pela economia nacional e pelo setor alimentício.

Para 2018 a marca, que contempla 80% de atendimento ao segmento de Food Service e 20% direcionado ao consumir final, projeta avanços ainda maiores, com o lançamento de novas linhas de produtos e a ampliação de mercado dos produtos atuais.



No ano de 2017, a Áurea Alimentos conquistou um acréscimo de volume em torno de 11%, em relação a 2016. Uma ótima notícia se comparado aos anos de 2014 e 2015, quando não foram registrados aumentos, num cenário estimulado pela crise que também afetou o setor alimentício.

A Áurea obteve crescimento mais significativo nas linhas que estão recebendo investimento específico. No comparativo com 2016, houve um aumento de 23% em volume de vendas nos doces de leite. Já na linha Festa, foram registrados mais de 10% de aumento.

Para o diretor comercial da Áurea Alimentos, Marcel Felipe, o crescimento do setor em 2017 é a preparação para um grande avanço este ano.

“No ano passado a economia ensaiou uma recuperação e isso, somado aos investimentos feitos pela Áurea, trouxeram bons resultados para o saldo positivo no ano. Esse cenário aponta para a necessidade de investimentos ainda maiores em 2018 e para termos segurança de que o mercado está pronto para absorver as grandes novidades que planejamos para este ano”.

Investimentos intensificados

Norteada por este aumento expressivo e pela sinalização de aquecimento no setor alimentício, a Áurea Alimentos projeta investimentos ainda maiores para 2018.

A linha Festa, por exemplo, está sendo totalmente reformulada, com expectativa de acréscimo superior a 35% em 2018. A reformulação da linha Festa compreende desde a embalagem até aprimoramento da formulação, que são o brigadeiro, o beijinho e o cajuzinho.

A empresa também vem investindo fortemente no seu parque fabril para o aprimoramento dos processos e, consequentemente, o aumento da capacidade produtiva. Nesta unidade foi investido R$ 5 milhões.

Para isso, foi construída uma nova unidade produtiva que focará na produção de vários itens a base de leite, como doces de leite e os preparados, como a linha Festa. A previsão para a unidade começar a rodar efetivamente na sua capacidade é para o mês de março.

Já no final do ano passado, foram iniciados os projetos para a implantação de uma quarta unidade, que complementará o complexo produtivo da Áurea com foco na produção de misturas em pó, como a linha de refrescos. A previsão de investimento na nova unidade será de cerca de R$ 2 milhões.

Consolidação no mercado

Para a gerente Schirlei Osmarini, 2017 também foi marcado como um ano de forte investimento na área de comunicação, que segue como estratégia da empresa para reforçar a consolidação no mercado nacional.

“Para ampliação da visibilidade da marca, por exemplo, foram realizadas campanhas de comunicação direcionadas para o crescimento das linhas produzidas na nova unidade, como sobremesas lácteas e doces de leite. Em março deste ano, a Áurea Alimentos entra com uma estratégia diferenciada para ativação da Linha Festa, que contará também com novas e atrativas embalagens”, adianta.

A gerente de marketing ressalta que um dos grandes desafios para a marca ainda é a ampliação de venda de todo seu mix. “Temos um portfólio com mais de 130 produtos, mas ainda existe uma dependência grande do faturamento, 70% dele, concentrado em dez itens chaves. Talvez este seja o grande desafio não só da Áurea, mas da grande maioria das indústrias no Brasil”, menciona.

Já no primeiro trimestre de 2018 a Áurea Alimentos fará o lançamento oficial de novas linhas de produtos, ampliando ainda mais seu mix e a inserção no mercado nacional.

 
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