Atrás apenas da categoria de moda e acessórios, o segmento de medicamentos faturou R$ 8,24 bilhões em 2014

O varejo farmacêutico apresentou crescimento de 10,42% no primeiro trimestre deste ano. O segmento faturou R$ 8,24 bilhões, entre lojas físicas e online. A Drogaria Nova Esperança é um exemplo de empresa que obteve bons resultados após adotar as vendas pelo e-commerce.

O fundador e diretor da Drogaria Nova Esperança, Marcos Antônio Dávida, diz que apesar do cenário desfavorável da economia do País, acredita em um crescimento de 22%, ou até mais. "Só no primeiro trimestre deste ano, o faturamento de vendas pela internet aumentou 9%".

Desde 2007, quando o e-commerce da drogaria foi fundado houve um crescimento de 937% no faturamento da loja virtual. “No momento que optamos por desenvolver o e-commerce, era uma grande novidade no mercado e fomos uma das primeiras Drogarias independente a lançar um canal de vendas online no mercado farmacêutico.

De acordo com dados divulgados pela consultoria E-bit, em volume de pedidos, os itens da categoria de cosméticos e perfumaria, cuidados pessoais e saúde representaram 15% do total em 2014. O segmento está atrás só da categoria moda e acessórios.

Ainda segundo Dávida, o ano de 2015 será, sim, promissor, principalmente para as empresas que possuem o canal de vendas on-line. Hoje, a rede de remédios atende todo o território nacional e possui apenas uma loja física na capital paulista, em Pirituba.

Sobre o estoque na Drogaria Nova Esperança, Dávida explica que a empresa mantém, em média, 60 dias de reposição. Ressalta que optou por trabalhar dessa maneira, pois mantêm atualizado todos os dados de estoque e facilita a manutenção do mesmo.
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