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Comerciantes cobram mais segurança na região central de BH

O Conselho Regional CDL Hipercentro reuniu na manhã desta terça-feira, dia 12 de outubro, na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) com a Polícia Militar de Minas Gerais, a Polícia Civil de Minas Gerais e a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) para debater a segurança na região central de Belo Horizonte. O aumento da população em situação de rua, o retorno dos camelôs às ruas da capital mineira e o impacto das manifestações populares no comércio foram os temas discutidos durante a reunião.



Para o presidente da CDL/BH, Bruno Falci, o aumento da população em situação de rua requer o monitoramento das políticas públicas de segurança do município, pois entre esta população existem criminosos infiltrados. O deputado estadual, Paulo Lamac (PT), afirmou que é grande a incidência de dependentes químicos entre esses moradores. “E a utilização de drogas é um problema que está diretamente relacionado com o mundo do crime e, consequentemente, com os índices de criminalidade na cidade”, explicou. De acordo com a Cel. Cláudia Romualdo, comandante do policiamento da capital, a Prefeitura realizará um levantamento desta população na capital. “Estes dados facilitará o conhecimento sobre qual a melhor forma de lidarmos com este fenômeno social”, explicou.

Camelôs - Outro tema discutido foi o retorno dos camelôs às ruas do hipercentro da capital mineira. O presidente da CDL/BH, Bruno Falci, destacou a importância de a Prefeitura intensificar a coibição desta prática. “Não podemos deixar que a realidade que Belo Horizonte viveu antes da implementação do Código de Posturas, em 2003, volte à tona”, afimou.

Manifestações - As recentes manifestações realizadas na região central de Belo Horizonte também foram abordadas durante a reunião. De acordo com a comandante do policiamento da capital, com as manifestações de junho, os movimentos populares ganharam força. “Regularmente, a Praça Sete é palco de diversos protestos populares, movimentos que impactam toda a mobilidade da cidade”, afimou. “O objetivo da Polícia Militar é fazer com que essas manifestações, constitucionais, ocorram da forma mais pacífica possível, coibindo as práticas de vandalismo”, completou.

De acordo com a Cel. Cláudia Romualdo, são muitas as questões que assolam o hipercentro da capital mineira. “Porém, estes problemas não são exclusivos das polícias mineiras. A segurança pública é um problema de toda a sociedade”, afimou. “E apenas desempenhando um trabalho em conjunto conseguiremos encontrar um caminho para os solucionarmos”, completou.

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