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Indústria nacional quer recuperar mercado de brinquedos

A Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq) conversa com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para voltar a frear a concorrência dos produtos importados da China.

Os importadores, segundo o presidente da entidade, Synésio Batista da Costa, têm vantagens como um câmbio com defasagem de no mínimo 45%; isenção de cobrança de tributos trabalhistas, que não são pagos na China; 15% de vantagem, em média, para desembarque nos portos de Vitória (ES), Manaus (AM) e portos secos; taxas de juros mais convidativas; e subfaturamento. Por isso, a Abrinq está propondo ao governo a adoção de medidas como impedir que brinquedos chineses cheguem com certificado do Inmetro (testes deverão ser feitos no Brasil); redução de alíquotas para fabricação de brinquedos; importações desembarcadas exclusivamente pelo porto de Santos (SP) e tributadas na liberação, e impedimento para importação por tradings. A meta é ganhar quanto for possível de participação de mercado dos chineses, recuperando parte do que os brinquedos fabricados naquele país tiraram dos fabricantes nacionais nos últimos anos.

Fonte: Mercado & Consumo

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