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Mercado de colchões desafia crise econômica e apresenta crescimento


Com aumento de 40%, marca do segmento tem o maior faturamento em 15 anos e bate recorde de vendas

De acordo com uma pesquisa realizada na segunda quinzena de agosto pela ABICOL (Associação Brasileira da Indústria de Colchões), se em abril quase 72% das empresas de colchões acreditavam em demissões em massa, em agosto 46% possuem a expectativa de aumentar o quadro de funcionários, se comparado ao mesmo período no ano passado.

"A quarentena proporcionou às pessoas uma maior atenção aos itens de casa, e tornou o conforto e a saúde prioridade ainda maiores em seus lares", é o que afirma Mauricio Aballo, CEO da Euro Colchões, uma das maiores marcas de colchões do Brasil. A afirmação foi após um aumento exponencial no faturamento no mês de agosto , que totalizou em um faturamento aproximado de R$20,5 milhões em toda companhia, uma média de 40% a mais do que ela fatura no mesmo período. Foi o maior faturamento da marca por um mês desde a sua fundação, no ano de 2005. Além disso, apresentou 13% de contratações de de maio a agosto.

"As pessoas olharam para dentro de suas casas e notaram o quão importante é um ambiente aconchegante e saudável. Vivemos em uma época na qual passamos muito tempo no colchão, seja para dormir ou apenas para descansar e assistir a um bom filme. A qualidade desse produto reflete também na qualidade das nossas vidas. Nossos colchões trazem aquilo que há de mais novo no mercado, como o Euro Probiotics, sistema que impede a proliferação de bactérias e ácaros por toda a vida útil do colchão sem componente químico. Acreditamos que se deve a isso o nosso crescimento. O consumidor tem uma necessidade e nós temos a solução", informa Mauricio.

Segundo a pesquisa da ABICOL, 60% dos entrevistados acreditam que a mudança de hábito do consumidor irá estimular novas formas de vender colchão, sendo que desses, 40% acreditam que o mercado vai melhorar gradativamente, enquanto 35% acreditam que a mudança só será realmente benéfica a partir de 2021.

"O mercado brasileiro de colchões mudou. O consumidor, que já apresentava um foco maior na qualidade se tornará ainda mais criterioso. Sabemos disso, e por isso que trabalhamos com produtos de altíssima tecnologia e qualidade. Nossos colchões possuem molas individuais e ensacadas, que permitem que a pessoa ao lado se mexa sem a outra sentir o movimento no colchão. Trabalhamos com diferentes tecidos, desde o algodão ao poliéster. Temos até uma linha de colchões que utiliza como matéria prima garrafas pet recicladas retiradas das costas, a EcoMind", relembra Mauricio. "Mais do que colchões oferecemos bem-estar, e queremos atender todas as demandas de nossos clientes", finaliza.

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