quarta-feira, 29 de abril de 2009

Livro Sugerido: Vamos às compras ! (edição revisada) - Paco Underhill

Vamos às compras ! A ciência do consumo (edição revisada)
Paco Underhill

Ola a todos

Recentemente foi lançada a nova edição do "Vamos às compras !", de Paco Underhill, um dos livros que eu acredito que devem fazer parte de uma biblioteca básica para quem trabalha ou se interessa por varejo. Abaixo a descrição. Adquira o livro pelo link abaixo (Submarino) e parte da venda é revertida ao blog.
Descrição:
Com nova edição, revista e atualizada, o livro Vamos às compras, lançado no Brasil pela editora Campus-Elsevier e sucesso no mundo inteiro, traz um estudo de anos sobre o comportamento do consumidor no momento em que ele entra numa loja. O guru revolucionário do varejo, Paco Underhill, mostra novas pesquisas mercadológicas e observações que abrangem o mercado emergente como as últimas tendências online, além de um guia detalhado das lojas, shoppings e ambientes de varejo mais inovadores do planeta.

A ciência das compras é uma disciplina híbrida - parte ciência física, parte ciência social e apenas parcialmente ciência de um modo geral, uma vez que também é uma arte. Mas é, também, um campo objetivo, preocupado em fornecer informações que possam melhorar a vantagem competitiva de um comerciante ou de uma empresa e diminuir os custos de uma decisão errada.

O autor lembra que os fatos básicos da anatomia humana permanecem mais ou menos os mesmos, mas as lojas em si, os gostos e o comportamento dos shoppers continuam a evoluir. "O que torna a ciência das compras interessante é que as coisas mudam e ainda nos surpreendemos. À medida que evoluímos como espécie, as mudanças se evidenciam tanto no que diz respeito ao modo como fazemos compras quanto em relação ao que compramos. Isso posto, existem constantes que se relacionam ao que somos biologicamente, e dedicamos grande parte deste livro a essas constantes", afirma Paco.

A lista de particularidades estudadas pelo autor cresceu a cada novo projeto. Na última contagem, ele e sua equipe mediram cerca de mil diferentes aspectos relativos à interação shopper/loja. A partir do resultado desses estudos, foi possível conhecer uma boa quantidade de fatos a respeito do comportamento de seres humanos em uma loja. Entre outras coisas, pode-se, por exemplo, dizer quantos homens comprarão jeans que experimentam no provador em comparação ao número de mulheres que fizeram o mesmo (65% contra 25%) ou quantas pessoas que entram em uma loja de computadores pela manhã de sábado irão de fato fazer uma compra. (em torno de 4%).

Trata-se de um relato sobre a evolução da cultura do consumo, sobre a guerra que envolve comerciantes, profissionais de marketing e clientes cada vez mais informados. Uma verdadeira cartilha sobre a ciência de fazer compras.


Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO

Notícias: Vendas dos supermercados acumulam alta de 2,12% no trimestre

Notícias: Vendas dos supermercados acumulam alta de 2,12% no trimestre
Divulgado pela Abras

As vendas reais do setor supermercadista em março de 2009 caíram 4,22%, em relação ao mesmo mês de 2008, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado mensalmente pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em comparação a fevereiro de 2009, houve alta de 6,45%. No acumulado do primeiro trimestre, em comparação ao mesmo período do ano passado, a alta é de 2,12%. Esses índices já foram deflacionados pelo IPCA do IBGE.

Em valores nominais, o Índice de Vendas da Abras apresentou leve crescimento de 1,15% em relação ao mesmo mês de 2008 e alta de 6,67% sobre o mês anterior. Já o acumulado do trimestre ficou em 8,01%.


"A queda do faturamento em março, em relação ao mesmo mês do ano anterior, se deve principalmente à diferença de calendário, já que a Páscoa, em 2008, caiu em março. Trata-se de um efeito sazonal, que acabou por reduzir também o acumulado do trimestre. No entanto, em abril, a tendência é que o faturamento apresente uma alta mais acentuada", avalia o presidente da Abras, Sussumu Honda.


AbrasMercado

Em março, o AbrasMercado, analisada pela Gfk e que acompanha as oscilações de preços em todo o país, apresentou queda de 0,84%, em relação ao mês anterior. Já na comparação com março de 2008, o AbrasMercado apresentou alta de 10,80%, passando de R$ 232,62 para R$ 257,75.

Os produtos com as maiores altas foram: açúcar, com 3,72%; tomate, com 2,13%; e extrato de tomate, com 2,02%. Já os produtos com as maiores quedas foram: feijão, com 9,43%; massa sêmola espaguete, com 3,67%; e carne traseiro, com 3,43%.


O Sul do Brasil foi a região que teve a maior mudança nos valores de sua cesta. Em março, esse valor diminuiu 1,11%, em relação ao mês anterior. No Nordeste e Norte, as variações também foram maiores do que a média nacional: -0,95% e -0,92%, respectivamente. Enquanto as cestas do Sudeste (-0,62%) e Centro Oeste (-0,61%) apresentaram as menores quedas.

Criado há mais de cinco anos pela GfK em conjunto com a Abras, o AbrasMercado avalia o custo de 35 categorias de produtos que compõem a cesta em 320 supermercados espalhados pelo país. Adequações em quantidades e marcas possibilitam avaliar a cesta de cada região.


Notícias: Faturamento dos supermercados atinge R$ 158,5 bilhões em 2008

Notícias: Faturamento dos supermercados atinge R$ 158,5 bilhões em 2008
Dilvulgado pela Abras.

O 32º Ranking Abras 2009, divulgado nessa quarta-feira, 29 de abril, pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), aponta que o faturamento do setor supermercadista brasileiro em 2008 alcançou R$ 158,5 bilhões - um aumento real de 10,5% e nominal de 16,3% em relação a 2007. Em 2008, o número de lojas chegou a 75.725 pontos (aumento de 1,5% em relação a 2007), com 876.916 funcionários (crescimento de 1%) e área de vendas de 18,8 milhões de m². O lucro líquido médio, em 2008, ficou em 2,12% sobre o faturamento - o maior da série histórica que começou em 1999.

No ano passado, a concentração de mercado no setor supermercadista se manteve estável. As três maiores redes supermercadistas do Brasil representam 38% do faturamento do setor - queda de um ponto percentual em relação a 2007. As cinco maiores empresas mantiveram uma participação de mercado de 41%. Já as dez maiores têm 46% de mercado, queda de um ponto percentual em relação ao ano anterior.

De acordo com o Ranking Abras 2009, a previsão de investimentos do setor em 2009 (R$ 3,877 bilhões) será 4,4% maior do que o volume investido em 2008, que foi de R$ 3,714 bilhões. No ano passado, a maior parte do investimento foi empregada em Novas Lojas (53%) e Reformas (20,6%).

Sobre meio de pagamentos, os cartões continuam ganhando participação e já representam 52,8% do faturamento, assim divididos: cartões de crédito de terceiros (21%), cartões de crédito próprios (14,3%) e crtão de débito (17,5%). Dinheiro ainda representa 32,6% dos pagamentos. Sobre abertura das lojas aos domingos, 82% das lojas mantém essa prática.

Como ganhar dinheiro e vender mais com o Twitter

Ola a todos

Você já ouviu falar do twitter? Para quem ainda não sabe, o twitter é uma das redes sociais que mais cresce no mundo, e provavelmente uma das que criarão um forte impacto na maneira de nos comunicarmos nos próximos tempos (tempos, pois na velocidade que o mundo da informação tem girado, já é dificil determinar se para tempos seria mais apropriado anos, meses, ou até mesmo semanas...)

Para aqueles que não conhecem, o twitter é uma ferramenta gratuita (sim, grátis !!!), que funciona similar à um microblog. No twitter são permitidos apenas 140 caracteres por postagem. O que poderia parecer como uma limitação, na verdade deu asas à imaginação, criando uma nova maneira de se comunicar. Há pessoas que utilizam a ferramenta para literalmente narrar cada passo dado. (Estou lendo/ Estou vendo tv/ Volto daqui a pouco/ Vou tomar banho, e por aí vai...)
Até aí você deve estar se perguntando: Mas o que que o twitter tem a ver com o varejo, e como posso utilizar este para vender mais? Uma das grandes sacadas do twitter, é que ao passo que voce adiciona amigos, voce passa a acompanhar suas postagens automaticamente, algo como um Big Brother escrito.

Então, ao passo que lhe adiciono, passo a acompanhar ininterruptamente todas suas postagens, de forma voluntária (é o leitor que decide se vai segui-lo ou não), e muito mais interessante do que um spam, ou e-mail não desejado.
Iniciado pelas revistas e canais de informação, que viram no twitter uma excelente oportunidade de divulgar as informações como pequenos “drops” ao leitores, alguns varejistas conseguiram visualizar excelentes novas oportunidades de mercado.

Empresas como Tecnisa, Dell, Submarino, entre outras têm descoberto o impacto que o twitter pode causar nos próximos anos, utilizando de grandes e inteligentes estratégias.

Na verdade, o twitter permite criar e divulgar excelentes campanhas, à custo zero.
Algumas estratégias que vem dando certo:

· Divulgação e inscrição para eventos ou lançamentos: “Clique aqui e saiba mais sobre a estréia de hoje nos cinemas: Wolverine” (chamativo e com apenas 73 caracteres)

· Convites para se cadastrar à empresas ou à newsletters: “Preencha hoje nosso cadastro e concorra à uma viagem ao Nordeste” (promoção com 64 caracteres)

· Divulgação de empregos e ofertas de trabalhos: “Vaga gerente de marketing em São Paulo” (ocupou somente 38 caracteres !!)

· Propaganda sazonal: “Tem duvida para presente de dia das mães? Acesse nosso site e veja excelentes promoções” (olha só: uma promoção em 87 caracteres !)

· Promoções instantâneas: "Na próxima hora, quem ligar para xxxx-xxxx, ganha um super desconto na compra do produto taltaltal...." (outra promoção, agora em 102 caracteres !)

· Promoção direta: "Computador XPTO HD 500GB 4Gb Ram Placa de video 512Mb, por apenas R$ 1500,00. Clique aqui" (com informações técnicas e apenas 89 caracteres !)

É interessante avaliar, que ao contrário de outras mídias de internet, a praticidade do twitter é incrível. Como até o momento, só é possível postar através de texto, e da mesma maneira que todo mundo, não são necessários custos para a confecção e implantação de banners ou imagens específicas, otimizando o tempo e o custo das operações de divulgação e marketing.

Deixando um pouco o lado promocional de lado, estar no twitter também pode ser uma excelente ferramenta para avaliar o feedback de seus consumidores, além de poder medir também o quanto seus consumidores adoram sua marca, uma vez que o processo de associação é voluntário da parte de seu consumidor.

Do mesmo modo, “seguir” seu consumidor no twitter pode ser uma excelente maneira de demonstrar a importância que você dá à ele. Ou seja, além do âmbito promocional, o twitter pode ser uma excelente estratégia de fidelização e comunicação com seus clientes, e novamente, vou grifar: ética e gratuitamente.

Ainda não é possível prever se o twitter será realmente um avanço ou somente uma febre como o Second Life (alguem se lembra disso?), onde várias empresas abriram até mesmo lojas virtuais – até a Globo chegou a entrar nessa onda !

Entrentanto, se é gratuito e pode render tão bons frutos, por que não tentar?
Eu já estou lá: www.twitter.com/falandodevarejo

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
http://www.falandodevarejo.blogspot.com/

Encontros RDI – Little

Encontros RDI – Little
Ola a todos

Tive a oportunidade de participar ontem (28/04) de uma reunião da séria “Encontros” da RDI, sigla para Retail Design Institute, onde os convidados foram os executivos da LITTLE, Bruce Barteldt e Brian Dyches, escritório norte-americano que trouxe interessantes e inovadores conceitos sobre o varejo.

Uma das maiores tendências apresentadas vem de encontro à um dos tópicos que vem sempre sendo defendidos aqui no blog: o trabalho de estratégia de marca para buscar valia para o varejo.

A grande maioria dos varejos, principalmente brasileiros, carece de identidade. São estabelecimentos que apenas vendem. Segundo a Little, a primeira fase de um trabalho consiste na elaboração da identidade do varejista, o que nao se expressa somente através da identidade visual da marca, que pode até auxiliar no modo de atrair e reter clientes, mas principalmente na identidade da marca do ponto de vista estratégico, ou seja, sua posição perante o mercado: a definição de quem voce é, o que voce oferece e para quem voce pretende vender.

Apenas vender um produto mais barato não significa mais que o consumidor irá comprar em sua loja. O varejo deve buscar tornar-se um parceiro do consumidor, buscando não oferecer produtos, e sim soluções ao seu consumidor. Aos olhos do consumidor, as soluções sobressaem a questão de preço. Quando encontro uma solução, ou seja, é criada a valia, o valor passa a ser um fator secundário de importância.

Como sempre venho colocando aqui no blog, e que foi dito também durante a apresentação: posicionamento de mercado e estratégia de marca, não são mais tendências, e sim necessidades de mercado. Aquele que acredita que possa vender para todos, na verdade, acaba não vendendo para ninguém. De acordo com o pessoal da Little, a promessa, a imagem que o produto passa (a imagem da marca), é hoje muito mais importante que o próprio produto. E o valor da marca somente é conseguido através de estratégia e posicionamento.

E esse não é um trabalho simples, ou de rápida resolução. O posicionamento da empresa é uma questão tão séria e importante que chega a levar cerca de oito meses até sua definição. Para a tomada de decisão é necessária a aprovação de todos os envolvidos, além de todos os dados necessários para a segurança da tomada de decisão. Somente a partir dessa definição é que são iniciados os trabalhos de desenho e formatação de propostas e layouts. A grande maioria dos varejistas deseja “visualizar” rapidamente os resultados, através de desenhos e propostas. Isso é um erro, segundo os profissionais da Little – Antes de definir a estratégia da marca, nada deve ser feito em termos de propostas ou design.

Além disso, não existe trabalho bem executado se o próprio empresário ou varejista não estiver preparado para a mudança. Achou isso estranho? Acredite, muitos empresários hoje contratam empresas exigindo enormes mudanças, sem estarem preparados para isso. O simples “buscar” algo diferente, causa arrepios à alguns varejistas, principalmente aquele de administrações familiares e tradicionais.

Um outro ponto interessante da apresentação foi sobre uma nova tendência de mercado, as “POP-UP stores”, pontos de venda criados pela indústria para vender seus produtos de forma sazonal. São lojas criadas apenas por um determinado tempo, apenas para divulgação de um produto, ou ainda para aproveitar um período ou data interessante para a marca ou produto. Um exemplo é a recente abertura de uma loja da Kibon, na Rua Oscar Freire, apenas para a divulgação do sorvete MagnuM (voce pode ver o post o qual comentamos sobre o assunto clicando aqui).

O varejo precisa hoje de fluidez e dinamismo. Quem não busca se atualizar, acaba engolido pelo mercado.

Para saber mais sobre o RDI, acesse o site http://www.retaildesigninstitute.org/
(site em inglês – informações sobre o Brasil na seção “Chapter” – Sao Paulo)

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.blogspot.com

terça-feira, 28 de abril de 2009

Blitz: Polishop



Mais um exemplo de boa aplicação de vitrina para o BLITZ !
Há algum tempo eu venho observando o novo desenho das lojas Polishop (sim, aquela mesmo dos comerciais de horários pagos, que vendem de tudo um pouco)

De simples espaços com produtos amontoados, o novo desenho cria valia de produto e de marca (tradicionalmente, os produtos, devido à fantásticos diferenciais - segundo o fabricante, costuma a custar muito mais do que o valor médio encontrado no mercado em produtos similares)

Mas veja essa vitrine: Ao mesmo tempo que possui uma enorme escala em relação ao consumidor, facilita a visualização com grandes painéis e mensagens sazonais (no caso, dia das mães), e abaixo, apenas algumas sugestões de produtos para presente.

Nada de poluição visual: Nem um monte de produtos, nem somente informação. Um casamento perfeito. Parabens !

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
http://www.falandodevarejo.blogspot.com/

Blitz: Vitrina Livraria Cultura



Ola a todos

Mais uma foto para a série BLITZ !
Dessa vez a imagem é da Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo (SP).

Eu sempre falo que criatividade é a arte de resolver os problemas através da simplicidade de soluções. Usando apenas adesivo sobre a vitrine, veja essa idéia de divulgação de um novo livro, intitulado "A menina que brincava com fogo".
Por que não uma vitrina "pegando fogo" ? Excelente idéia !

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
http://www.falandodevarejo.blogspot.com/

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Notícias: Wal-Mart na onda verde

Publicado por Época Negócios
por Elisa Campos


“Aqui preservar é um bom negócio”. Com esse lema, o Wal-Mart, terceira maior rede de supermercados do país em faturamento, começa a reformular seu modelo de varejo. A empresa tem como meta transformar, até 2012, todas suas unidades no Brasil em lojas ecoeficientes. Nesta terça-feira (28/04), a rede abre seu primeiro estabelecimento do tipo em São Paulo. O supermercado deve consumir 25% menos energia elétrica e 40% menos água.

“A partir de agora, todos os nossos hipermercados das bandeiras Wal-Mart (Sudeste), Big (Sul) e Hiper Bompreço (Nordeste) serão construídos para serem ecoeficientes”, afirma Marcelo Vienna, vice-presidente comercial do Wal-Mart Brasil.

Com R$ 1,6 bilhão para investir em 2009 no país, a multinacional americana pretende abrir neste ano de 80 a 90 unidades em todo Brasil. O investimento é o maior da historia da rede em terras tupiniquins, 33% superior ao de 2008, de R$ 1,2 bilhão.

Construída ao custo de R$ 71 milhões, a primeira loja ecoeficiente de São Paulo e a segunda do país – a primeira foi inaugurada no Rio de Janeiro em dezembro do ano passado - conta com 63 iniciativas sustentáveis.

“O gasto com a unidade foi cerca de 1,5% maior do que seria em uma loja comum. No entanto, pretendemos recuperar o investimento em oito ou dez anos, com as economias do recursos naturais”, explica Elisabete Freitas, diretora de construções do Wal-Mart.

Por dentro da unidade

Para economizar eletricidade, o estabelecimento conta com lâmpadas fluorescentes mais econômicas (com 300 dessas lâmpadas, é possível abastecer 35 casas com quatro pessoas por um dia), ar-condicionado inteligente e clarabóias que aproveitam a luz natural para iluminar os ambientes.

A loja também conta com medidas para reduzir o consumo de água. A água da chuva é armazenada e tratada para ser utilizada na irrigação dos jardins do supermercado, as descargas nos sanitários são a vácuo, utilizando apenas 1,5 litro de água por uso (normalmente, são gastos de 6 a 12 litros) e os mictórios são a seco.

A seleção dos materiais de construção também foi cuidadosa. Os vidros da loja têm uma película que reflete o calor do sol, permitindo menor uso do ar-condicionado. O chão não possui revestimento sobre o concreto e a calçada foi feita com pneus recicláveis.

Na ânsia verde, o Wal-Mart tomou algumas iniciativas criativas. Nos estacionamentos, há vagas destinadas exclusivamente a proprietários de carros flex e para aqueles que vierem ao supermercado com veículos com mais de três pessoas (carona solidária).

Na loja, o consumidor também poderá depositar seu lixo doméstico na estação de reciclagem, que terá contêineres para descarte de metal, vidro, papel, plástico, pilhas e baterias. Em reforma As unidades do Wal-Mart já em funcionamento passarão por reforma para que também passem a se enquadrar no modelo ecoeficiente. A exigência não é somente para os supermercados brasileiros.

“Existe uma meta global para que em 2012 haja economia de energia de 20% a 30% nas unidades novas e de 20% nas já existentes em todas as unidades do Wal-Mart no mundo”, conta Elisabete.

No Brasil, a próxima loja ecoeficiente a ser aberta, provavelmente em julho, fica em Macaé, no estado Rio de Janeiro. Com 345 unidades espalhadas pelo país, o caminho ‘verde’ do Wal-Mart está apenas começando.

Notícias: Marisa tem prejuízo de R$ 9,771 milhões no 1º tri

Notícias: Marisa tem prejuízo de R$ 9,771 milhões no 1º tri
Publicado por InvestNews

A Marisa, a maior rede de lojas especializada em moda feminina e íntima do Brasil, informou hoje que registrou um prejuízo de R$ 9,771 milhões no primeiro trimestre de 2009, ante uma perda de R$ 8,447 milhões no mesmo período de 2008. De acordo com o comunicado da empresa, esse resultado é devido principalmente a redução das vendas que não foram acompanhadas pelas despesas por se tratarem, na sua grande maioria, de dispêndios fixos e gastos com os pagamentos de imposto de renda e contribuição social correntes que no período foi R$ 18,2 milhões maior. A receita líquida de mercadorias e serviços somou R$ 253,129 milhões entre janeiro e março, o que representa uma queda de 0,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) foi de R$ 10,8 milhões no primeiro trimestre deste ano, ante um resultado negativo em R$ 5 milhões no mesmo período de 2008. O número total de lojas aumentou 8% no período em análise, passando de 200 unidades para 216 unidades.

Entrevista: Kelly Gomes - Marketing de Baixo Custo

Ola a todos

Há alguns dias, tive a oportunidade de participar de uma interessante palestra sobre "Marketing de baixo custo", realizada na sede da ABTD (Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento), em parceria com a Fênix Editora. O Falando de Varejo convidou a palestrante do evento e especialista no assunto, Kelly Gomes, para falar sobre o tema:

Falando de Varejo (FV): Por onde um varejista, utilizando ferramentas de marketing de baixo custo deve começar?

Kelly Gomes: Deve começar fazendo um bom plano de marketing para o produto que se tem em mente, no qual o objetivo de marketing esteja muito claro. Quando se tem isso definido, a escolha das ferramentas de comunicação para a realização de um marketing de baixo custo, fica mais fácil.

FV: Apesar de falarmos de baixo custo, existe marketing "gratuito" ?

Kelly Gomes: Existem ferramentas de comunicação gratuitas ( na internet ), que fazem parte do plano de marketing. Fazer marketing sempre custa alguma coisa independente se é dinheiro ou tempo.
Por exemplo, blog é uma das ferramentas de comunicaçäo gratuitas disponível na web, para quem quiser usar. Mas e o tempo para atualizar? Quanto isso vale?

FV: Pensando grande, mas pretendendo gastar pouco, existe alguma maneira de se incluir radio, tabloide, revistas, jornais e outras midias em uma campanha de baixo custo? Por que possuir uma assessoria de imprensa ou de comunicação é tão importante ? Existe alguma maneira de baratear este custo, muitas vezes, fora das possibilidades das empresas?

Kelly Gomes: Em se tratando de mídias tradicionais, para uma campanha de baixo custo, só vejo uma saída: permuta ou parceria.
Quanto a Assessoria de imprensa, é extremamente importante uma empresa ter uma. Já ouviu falar que a galinha que canta é a dona dos ovos? Então, como é que você vai contar para o "mundo interessado" o que sua empresa está fazendo de novo ou de bom se não tiver uma assessoria de imprensa? A assessoria de imprensa não só fortalece a imagem da empresa como ajuda a alavancar vendas.
Para uma empresa que não tem condições de pagar sozinha uma asessoria de imprensa tradicional, pode procurar fazer parte de uma assessoria de imprensa "caldeirão", na qual ela divide o mesmo jornalista com outras empresas, diluindo, assim, o custo.

FV: E-mail marketing (mala direta através de e-mail) funciona? Como usar corretamente essa ferramenta?

Kelly Gomes: Funciona desde que o mailing seja "opt-in". E para usar corretamente, tem de ter claro quem é o seu público e onde ele está. Não adianta você querer atingir o mercado masculino, entre trinta e quarenta anos e o seu mailing conter, também, o público feminino, adolecentes ou terceira idade. É desperdício de tempo e dinheiro.

FV: Se a criatividade é um dos itens mais importantes na hora de planejar com baixo custo, quais casos voce poderia nos colocar como exemplos interessantes?
Kelly Gomes: O do David Portes ("Banca do David"), o camelô que também virou palestrante. Com uma banquinha de doces ele realizou ações de marketing de empresa grande. Mas uma ação que eu gosto muito é a do sino. Para poder chamar a atenção para sua banca de doces em meio a concorrência que proliferada a sua volta, no centro do Rio de Janeiro, ele comprou um sino. A ação funcionava assim: quando ele avistava um "prospect", pegava o sino e gritava "quando o sino badala você ganha uma bala, quando o sino faz blim blom, você ganha um bombom". Com essa distribuição gratuita de balas e bombons, ele ganhou muitos clientes fiéis.

FV: É fato que hoje a Internet é um meio rápido, prático e barato de divulgação de informações, e por consequência, um excelente veículo para as empresas. Como utilizar as ferramentas que existem à disposição, como marketing viral, redes sociais, blogs, etc?

Kelly Gomes: De novo, volto a falar, tudo depende do seu objetivo de marketing. O que você vai fazer e como vai usar cada ferramenta, depende muito do que você quer. Cada caso é um caso.

FV: Gerar conteúdo tem ajudado muitas empresas a se destacar na Internet, sobretudo através da publicação de blogs ou artigos. Como gerar conteúdo interessante ao consumidor quando a empresa não possui nenhuma informação a ser gerada?

Kelly Gomes: Criando assuntos. Um tipo de marketing que gera muito asunto para uma empresa é o marketing social.

FV: Para quem montou o site da empresa, e até o momento, nao viu nenhum resultado neste, quais seus conselhos ?

Kelly Gomes: Depende do tipo de resultado que ela quer. Se for geração de tráfego eu diria para dinamizar o site. Conteúdo é o que gera tráfego. Ninguém volta para ver a mesma coisa.

FV: Por último, agradecendo à entrevista, deixasse o telefone de contato para quem desejar entrar em contato.

Kelly Gomes: Para contatos e informações sobre palestras de "marketing de baixo custo", entrar em contato com Rose Faria, pelo telefone 2129.8426.
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Kelly Gomes - É expert em Comunicação e Marketing de Baixo Custo e tem experiência nacional e internacional em ambas as áreas. Com MBA em Comunicação Executiva com ênfase em Marketing pela ESPM, trabalhou para a HSM desenvolvendo trabalhos de Comunicação Integrada para grandes nomes do management mundial como: Peter Drucker, Tom Peters, Philip Kotler, C.K. Prahalad, Alvin Toffler, Anita Rodick, William Ury, entre outros.
Suas experiências profissionais internacionais abrangem desde Argentina, Canadá, Suécia, África do Sul e Moçambique.

Notícias: Uso de cartões eletrônicos aumenta em média 17% ao ano, informa BC

Notícias: Uso de cartões eletrônicos aumenta em média 17% ao ano, informa BC
Publicada por O GLOBO
por Patrícia Duarte

O Banco Central (BC) divulgou há pouco uma nova versão do Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil, que mostra que a população continua utilizando cada vez menos os cheques para fazer seus pagamentos, e aumentando o uso dos cartões de pagamento. Nos últimos quatro anos, a taxa média de crescimento anual de utilização dos instrumentos de pagamento eletrônicos foi de 17%, ao passo que a do cheque apresentou redução média de 9,3% ao ano.

Em 2008, em comparação com 2007, a quantidade de cheques emitidos caiu 5,2%, o que fez com que a participação desse instrumento na quantidade total dos pagamentos de varejo sem o uso do dinheiro fosse reduzida de 19% para 16%.

Os cartões de pagamento se destacaram pelo aumento da sua participação relativa no total de pagamentos de varejo sem o uso do dinheiro, de 50,3% em 2007 para 53,8% em 2008. O canal de atendimento com maior utilização continua sendo as redes de terminais de auto-atendimento (ATM), por meio das quais foram realizadas 32% das transações bancárias em 2008. Em relação a 2007, as transações utilizando correspondentes bancários aumentaram 6%.

Notícias: Vila Olímpia vira sonho de consumo dos shoppings

Publicado por Portal Exame



A condenação a 94,5 anos de prisão por importação fraudulenta de produtos está longe de ser o único problema para Eliana Tranchesi, a dona da Daslu.

Considerada um dos maiores templos do luxo no país, a Daslu terá de enfrentar a partir dos próximos meses uma concorrência feroz pelos consumidores endinheirados. Até 2010, a inauguração de dois shopping centers e a ampliação de um terceiro empreendimento devem transformar a região da Vila Olímpia, onde está a Daslu, em uma espécie de "Boca do Luxo" da cidade de São Paulo.

Os três shoppings contarão com 504 novas lojas na região - ou cerca da metade do total de lojas que serão abertas em shoppings na capital paulista até o final do próximo ano. A Vila Olímpia, na zona sul da cidade, se tornou conhecida na última década por abrigar algumas das mais sofisticadas casas noturnas paulistanas. Além disso, a abertura de dezenas de edifícios comerciais permitiu que grandes empresas transferissem suas sedes e escritórios para o bairro. Além da gigantesca loja da Daslu e do shopping Cidade Jardim, já em funcionamento, a Vila Olímpia em breve ganhará outros dois empreendimentos: o shopping Vila Olímpia, com inauguração prevista para novembro de 2009, e o JK Iguatemi, prometido para outubro de 2010.

Já o shopping Cidade Jardim planeja abrir um novo piso com mais 60 lojas daqui a cinco meses. Apesar de cada um desses empreendimentos ter características distintas, é bastante provável que os shoppings acabem por disputar os mesmos consumidores.

Segundo Luiz Fernando Veiga, diretor-executivo da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), em geral mais de 50% das pessoas que fazem compras em um shopping são moradoras ou freqüentadoras assíduas da região.

Notícias: Empresas e consumidores lutam por padronização de tamanhos

Notícias: Empresas e consumidores lutam por padronização de tamanhos
Publicado por Último Segundo
Por Agência Estado

Antiga reivindicação de consumidores e das empresas de vestuário, está avançando neste ano a padronização dos tamanhos de roupas e sapatos. Muitas vezes é necessário percorrer várias lojas para encontrar a peça no tamanho certo, pois o tamanho P de uma marca pode ser maior que o de outra ou a calça 34 é menor na grife famosa. "Aos poucos estamos colocando no mercado peças com tamanhos padronizados. As meias já estão nesse processo e em julho devem começar a entrar no mercado o vestuário infantil; em setembro, o masculino e antes de dezembro, o feminino", diz Roberto Chadad, presidente da Associação Brasileira do Vestuário
(Abravest).

Segundo Chadad, o processo demora alguns anos, mas no máximo em três anos a maioria das peças deve estar dentro da norma. "Infelizmente ainda vamos conviver um tempo com a pirataria, a baixa qualidade de produtos irregulares que chegam ao País, pois a medida ainda não é obrigatória.

As empresas que confeccionarem roupas dentro do padrão de tamanho trarão o selo da Abravest." A estilista Ana Elisa Pagani da Silva Coelho, de 27 anos, por exemplo, tem dificuldade para encontrar calças jeans de seu número. "É difícil encontrar uma calça que fique bem no corpo. A maioria fica larga demais e, mesmo as marcas que eu já usei, costumam ter variação de tamanho", explica ela, que veste 34. "Quando encontro uma calça que me sirva, muitas vezes a barra fica comprida demais e tenho de mandar ajustar. Já no caso de camisas, é impossível encontrar no meu padrão, então, opto por peças de malha e regatas meio largas." Chadad diz que é "importante que o consumidor sempre compre peças dentro do padrão para incentivar os fabricantes. A principal vantagem é que durante compras pela internet, por exemplo, o consumidor vai ter segurança de que está encomendando uma peça que obedece às especificações do mercado e não levar um modelo M menor ou maior que o padrão".

A intenção de padronizar os tamanhos das roupas é benéfica para os consumidores, na opinião de Marcos Pó, assessor técnico do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). "Vai ajudar que vai comprar presente para alguém e quem compra pela internet, pois facilita a vida do consumidor na hora de escolher, e as pessoas não vão precisar ficar provando as roupas nas lojas. É preciso lembrar que as lojas só são obrigadas a trocar as roupas se elas tiverem defeito e não apenas quando o consumidor não gostou ou quando ela não serve, embora muitas adotem a prática por liberalidade".

Segundo Maria Adelina Pereira, gestora do Comitê de Vestuário da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), ainda não há uma previsão para a entrada em vigor do padrão. "A norma é voluntária e existe dificuldade para conferir as medidas do corpo na roupa e a fiscalização verifica a indicação de tamanho, mas não tem como conferir se um determinado tamanho veste diferentes corpos", afirma Maria Adelina.

Notícias: Consumo dos brasileiros não deve diminuir neste ano

Notícias: Consumo dos brasileiros não deve diminuir neste ano
Publicado no Diario do Grande ABC

Crise, desemprego, falta de investimento privado, excesso de endividamento, aumento da inadimplência. Esse cenário não será suficiente para derrubar o consumo dos brasileiros ao longo deste ano. É o que constata o instituto de pesquisas Target Marketing, segundo dados do IPC-Target do Brasil em Foco 2009.

De acordo com o estudo da Target, o consumo dos brasileiros chegará a R$ 1,863 trilhão neste ano. O aumento de 1,6% será pequeno em relação a 2008, mas não deixa de ser uma boa notícia diante de um cenário econômico tão incomum como o que se viu nos últimos seis meses.

As despesas das famílias, aponta a pesquisa, crescerá mais do que o PIB (Produto Interno Bruto), que, segundo o BC (Banco Central), tem previsão de aumento de 1,2% neste ano.

De acordo com Marcos Pazzini, diretor da Target, nos últimos anos o consumo vinha caminhando para um crescimento mais acentuado da classe B.

"Em 2009, a classe B2, apesar de concentrar a maior parcela do potencial de consumo brasileiro, perdeu participação no total nacional e a classe C foi a que teve o crescimento mais significativo", explica Pazzini.

As classes D e E também vão aumentar sua participação no bolo do consumo.

Ainda segundo Pazzini, a classe A1 foi quem perdeu o maior potencial de consumo - 4,1% em 2009 ante 4,6% em 2008.

Como o consumo na área rural (não só espaço agricultável, mas sem infraestrutura de água, esgoto e energia elétrica) deve se manter estável neste ano, o crescimento se concentrará nas cidades.

RENDA MAIOR - Entre os fatores que vão contribuir para o consumo, cita Fábio Romão, economista da LCA Consultores, estão o aumento da renda e o crescimento vegetativo da população. A menor pressão inflacionária também ajuda a compor o cenário mostrado pela Target, porque corrói menos os ganhos dos brasileiros.

Outro fator que vai influenciar, afirma Fábio Romão, é a antecipação do aumento do salário mínimo em um mês em relação ao ano passado.

A estimativa da LCA é que, ainda que a macroeconomia abale o ritmo de crescimento das vendas do comércio e de geração de empregos que se via até o terceiro trimestre de 2008, é pouco provável que daqui até o fim do ano ocorra algo que mude a previsão de expansão do consumo.

sábado, 25 de abril de 2009

Dúvida de leitores: Mercado de telefonia

Dúvida de leitores: Mercado de telefonia
Pergunta enviada por Sanny Ribeiro

Olá Caio, Tudo bem?

Estava pesquisando na Internet alguma novidade na área de merchandising e acabei me deparando com o seu blog, que por sinal muito legal, parabéns! Eu trabalho no ramo de merchandising na área de telefonia. Já procurei artigos ou livros que pudessem relatar epísódios ou dicas, diferencianções etc...
Contudo na sua grande maioria o assunto está sempre focado na áreas alimentícia, farma, confecção... ou seja, menos telefonia. Dentre os livros que você sugere eu tenho o de Regina Blessa que concordo com você é excelente.

Bem, diante de sua experiência profissional, gostaria de saber se vc conhece ou já escreveu, leu... algum artigo, livro, blog... que fale um pouco do merchandising na área de telefonia.

Agradeço desde já sua atenção

Um abraço
Sanny

Pois é Sanny.

Até onde eu acredito nao há nada muito específico sobre o assunto, nem aqui, nem lá fora.Talvez seja pois o mercado possui, apesar de alguns players diversificados, poucas bandeiras, o que acarreta num oligopolio do setor.

O grande problema é que o know-how dessas empresas acaba ficando dentro destas mesmo, confinado em manuais de implantação e merchandising.

Ao meu ver, existe aí uma grande oportunidade para voce. Pesquise e desenvolva.

Eu acredito que qualquer mercado possa ser analisado nao pelo produto em si, mas pela cabeça de seu consumidor. Talvez a resposta esteja nao em livros de merchandising, mas em livros comportamento do consumidor, segundo o mix e tipo de produto que voce trabalha.

Busque saber como esse consumidor se comporta, o que ele procura e precisa, e voce conseguirá criar um exposição de produtos agradável e vencedora.

Espero ter lhe ajudado.

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.blogspot.com

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Notícias: Vendas de materiais de construção sobem antes mesmo do IPI

Notícias: Vendas de materiais de construção sobem antes mesmo do IPI
Publicada por Valor Online
Por Rafael Rosas

As vendas internas de materiais de construção voltaram a subir em março, depois de dois meses de queda. O Índice de Vendas calculado pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), que considera o faturamento nominal do setor, subiu 16,9% em relação a fevereiro.

O resultado de março ainda não foi influenciado pela desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), anunciada no dia 30 do mês passado. A sondagem realizada pela Abramat com as empresas associadas à instituição mostra que 74% das indústrias têm boas expectativas para o programa de incentivo ao setor.

"Nenhum entrevistado se mostrou pessimista em relação a ações do governo. Os empresários acreditam que poderão atender tranquilamente à demanda aquecida, uma vez que o nível de utilização da capacidade instalada se mantém em 80% há dois meses", disse, em nota, o presidente da Abramat, Melvyn Fox.

De acordo com a enquete, 48% dos associados estão otimistas quanto aos resultados do faturamento em maio. Nos últimos 12 meses, o Índice de Vendas também aponta crescimento de 6% nas vendas. No mesmo período, o número de funcionários contratados pela indústria cresceu 1,7%.

Apesar da melhora dos números na margem, o setor ainda não recuperou os níveis do ano passado. Entre janeiro e março houve queda de 16% no faturamento na comparação com o primeiro trimestre de 2008. Em março houve recuo de 11% em relação a igual mês do ano passado.

A Abramat mantém a projeção de 5% de crescimento para o setor este ano. Para Fox, a expectativa é de que as medidas de desoneração contribuam para o aumento das vendas.

"Mas, para isso, a Abramat continuará em negociação com o governo para ampliar o prazo da desoneração do IPI (que vale até 16 de julho), bem como a lista de materiais beneficiadas com alíquota zero", acrescentou, em nota, Fox.

Notícias: Caixa amplia prazo de pagamento da primeira parcela de financiamento a eletrodomésticos

Publicada por O Globo

A Caixa Econômica Federal ampliou de 30 para 90 dias o prazo de pagamento da primeira parcela do Crediário Caixa Fácil, voltado para a compra de bens de consumo.

O movimento ocorre no mesmo dia em que o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, disse o governo conclui em até um mês projeto de troca de geladeiras e menos de uma semana depois da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de quatro produtos da linha branca: geladeira, fogão, máquina de lavar e tanquinho.

Segundo a Caixa, a medida busca incentivar a demanda por bens de consumo, expandir o volume de concessão de crédito e antecipar a aquisição de eletrodomésticos pelo varejo, beneficiando, principalmente, a população de menor renda.

O crédito para bens de consumo foi lançado em novembro de 2008 e já financiou a compra de 13 mil itens, com um volume de empréstimos superior a R$ 12 milhões. O crediário tem foco no financiamento de eletrodomésticos, eletrônico, móveis, TV e vídeo e material de construção.

O produto significou a entrada da Caixa no financiamento direto das vendas de varejo, com presença dentro de lojas parceiras e concessão do crédito no ato da compra.

"Nós inicialmente desenvolvemos o produto de crediário para atender as pequenas empresas do setor de varejo que não tinham parcerias com os grandes bancos, mas o sucesso foi tamanho que todo o setor demonstrou interesse", disse, em nota, o vice-presidente de Pessoa Física da Caixa, Fábio Lenza.

O produto está disponível atualmente em lojas de varejos das Redes Baú Crediário (Grande São Paulo), América Móveis (SC) e Tradição Móveis (PE). O banco estuda parcerias com 90 novas redes de varejo que, juntas, tornarão disponível o crédito em mais de duas mil lojas espalhadas em todo o país.

O valor máximo do financiamento é de R$ 10 mil, com prazo de pagamento em até 24 meses. As taxas são prefixadas de acordo com o mercado de cada varejista.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Havaianas, o chinelo que virou artigo de moda

Ola a todos

Vasculhando um pouco a Internet, encontrei esse excelente artigo publicado no Mundo do Marketing.
As Havaianas são um raro case de marketing no mundo. Ao contrário da maioria das marcas, que ao longo de sua popularidade perdem valia, as Sandálias Havaianas conseguiram um reverter completamente uma situação de commodities, para um artigo de moda e estilo.
Seja para a industria, seja para o varejo, aprender a se reinventar é sempre interessante, principalmente se a vida útil do produto depende disso.
Boa leitura...


Artigo publicado no Mundo do Marketing
Por Bruno Mello

Havaianas é um dos casos de sucesso mais comentados no mundo dos negócios. Fala-se da propaganda com celebridades, da mudança de posicionamento da marca e do aumento do portfólio. Mas se o chinelo de borracha é hoje o mais celebrado no mundo, deve isso a uma mudança profunda no Mix de Marketing da marca que superou a sua categoria e virou artigo de moda.

“As legítimas” começaram a ser fabricadas em 1962 pela Alpargatas. “Foi uma marca lançada para a classe média que, com o passar do tempo, todo mundo passou a usar e o resultado é que ela acabou se popularizando demais”, conta Rui Porto (foto), Diretor de Mídia e Comunicação das Havaianas em entrevista ao Mundo do Marketing.


Este era o problema. A massificação do produto, por incrível que possa parecer, levou a rentabilidade aos menores níveis nos anos 1980 e o enquadrou na categoria de commodity. Com a fabricação de um único modelo, a operação corria riscos e não seria apenas mudanças na comunicação que alteraria este cenário. A estratégia da Alpargatas para Havaianas foi provocar uma mudança drástica no mix de marketing. “Mexemos em todos os compostos de marketing”, afirma Porto.

O marco Top

De acordo com o novo posicionamento posto em prática em 1994, o primeiro passo foi criar outros modelos do chinelo. A estréia foi com a linha Havianas Top que, com novas cores e formatos diferenciados, criaram uma segmentação do produto. Em seguida, a distribuição também passou a ser focada em nichos de mercado. Cada ponto de venda recebia um modelo diferente, de acordo com seu target.

Outra mudança foi na exposição do produto no ponto de venda. Ao invés das grandes cestas com os pares misturados, criou-se um display para valorizar o produto e facilitar escolha e, claro, impulsionar as vendas. “Sabíamos que a questão do PDV era muito importante”, informa Rui Porto. “Era querer demais que o consumidor mergulhasse dentro de uma cesta para achar o produto”, ressalta.

Agora sim, com o produto certo para as pessoas certas, muda-se a comunicação. Deixa-se de falar sobre o produto (as tiras não soltam e não tem cheiro), para destacar o usuário e suas atitudes. Entre as estratégias está o patrocínio de eventos de moda e o trabalho de assessoria de imprensa e RP junto aos formadores de opinião e a imprensa. Nos anúncios para TV, jornais e revistas, as campanhas mostravam o espírito de boas coisas brasileiras com artistas famosos colocando o pé à mostra com suas Havaianas Top. Com cenas irreverentes, os comerciais fizeram com que a marca fosse querida pelas pessoas.
Marca global

O resultado, em 12 anos, é que Havaianas virou artigo de moda e a marca se colocou do lado de grandes empresas internacionais como Channel, que, aliás, vende pares de sua marca junto com a de Havaianas numa ação de co-brand. Só em 2006, 160 milhões de pares foram vendidos, dos quais 10% foram para mais de 80 países espalhados pelo mundo. E se antes era apenas um modelo que ia no pé de todo mundo, hoje são 80, dos quais metade são destinados ao exterior.

O que mantém a áurea de um simples chinelo vivo é o fato de ter se transformado em marca. “Havaianas está ligado ao estilo da moda e como hoje ela é uma marca, como Channel, estará sempre na moda”, informa Rui Porto, que vê seu produto vendido desde a farmácia da esquina até às lojas mais requintadas de Paris e Nova York.

“Muita gente quer uma fórmula mágica do sucesso, mas não existe. Não foi do dia para a noite que tudo aconteceu. Começou em 94 e demorou três anos para decolar - foi um processo”, elucida o diretor. “E isso só foi possível graças ao comprometimento com a mudança, com investimento em pesquisa sobre o consumidor e comunicação”, garante Rui Porto.

Notícias: Leroy Merlin inaugura loja em Porto Alegre

Notícias: Leroy Merlin inaugura loja em Porto Alegre
A rede Leroy Merlin inaugura às 9h a primeira loja em Porto Alegre. Filial de rede francesa terá 160 funcionários e venderá 65 mil itens.
Com 8,5 mil m2, a 17ª unidade do grupo no Brasil oferece 65 mil itens. Desse total, 6 mil são produzidos por fornecedores do Estado, informa o diretor da loja, Ricardo Oliveira Morgado, que considera esse um dos destaques do ponto-de-venda.A filial é aberta no momento em que o setor contabiliza vendas em alta com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em alguns materiais de construção.– Toda redução de impostos ajuda porque quem compra azulejo, por exemplo, comprará outros produtos – afirma Morgado.O atendimento na unidade, um investimento de R$ 25 milhões, será feito por 160 funcionários. No Brasil desde 1998, a rede tem lojas em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Goiás e Minas Gerais, além do Distrito Federal.

Notícias: Grupo Wal-Mart anuncia construção de oito novas lojas em Sergipe

Notícias: Grupo Wal-Mart anuncia construção de oito novas lojas em Sergipe
Publicado por Plenário

Na manhã desta quinta-feira, 23, o governador Marcelo Déda recebeu a visita de integrantes da diretoria Executiva do grupo Wal-Mart, controladora da rede Bompreço. Eles detalharam o plano de investimentos da rede no Nordeste e, especificamente, a construção de oito novas lojas na capital e interior de Sergipe.

“Além das seis lojas que mantemos que geram hoje cerca de 1000 empregos diretos, nosso plano de expansão para Sergipe prevê, a partir de julho, a inauguração de oito novas lojas entre capital e interior, onde estimamos a geração de aproximadamente 500 empregos diretos”, afirmou o diretor de Operações para Sergipe e Bahia, Walter Maciel.

As novas lojas serão inauguradas em Aracaju, São Cristóvão, Nossa Senhora do Socorro, Própria e Lagarto. Na capital, as unidades estarão situadas nos bairros Cidade Nova, Ponto Novo, São Conrado e no conjunto Bugio. “Isto será fruto de um investimento de aproximadamente R$ 40 milhões. O grupo Wal-Mart tem consolidado seus investimentos no Nordeste por acreditar no potencial da região. Das 90 lojas que temos em todo o país, 30 estão no nordeste”, enfatizou.

Qualificação de Fornecedores

Durante o encontro, o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Jorge Santana, apresentou aos diretores do Wal-Mart uma iniciativa da Sedetec em parceria com o Instituto Euvaldo Lodi, que prevê o desenvolvimento do Programa de Qualificação de Fornecedores.

“O objetivo é preparar as micro e pequenas empresas sergipanas para que possam oferecer seus produtos aos grandes compradores, dentre eles, o Wal-Mart, que convidamos para ser uma de nossas empresas-âncora”, detalhou o secretário, ao complementar informando que o convite foi imediatamente aceito pelos diretores.

Programas Sociais

A exemplo de iniciativas já executadas em outros estados, o grupo Wal-Mart também participará de projetos sociais em parceria com o Governo do Estado. “Além do investimento em novas unidades, nós também estamos desenvolvendo iniciativas de cunho social que já estão sendo tratadas com a primeira-dama do Estado, Eliane Aquino, a exemplo da criação de dois condomínios digitais que irão formar jovens para o mercado de trabalho”, destacou Walter Maciel.

Segundo ele, parte dos jovens capacitados através da iniciativa serão absorvidos pela própria rede Wal-Mart e os demais terão condições de buscar uma inserção qualificada no mercado de trabalho. “Essa é uma iniciativa que já desenvolvemos com sucesso em Salvador (BA), e que estenderemos para Sergipe onde acreditamos que também teremos sucesso”, completou o diretor.

Segundo o governador Marcelo Déda, a iniciativa do grupo Wal-Mart é mais um elemento que consolida a política estratégica desenvolvida pelo Governo do Estado para atração de investimentos que promovam a geração de emprego e renda. “A exemplo do que constatamos recentemente com o anúncio da duplicação de uma das unidades do grupo Azaléia, acreditamos que o momento de crise deve ser utilizado para busca de novas oportunidades apostando na capacidade de trabalho dos sergipanos”, sentenciou o governador.

Participaram da reunião o diretor de Operações para Sergipe, Antônio Saback, e o membro da diretoria Executiva do grupo Wal-Mart, Pedro Paulo Pannunzio.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Evento: Economistas debatem na ACSP o estado da crise mundial

Evento: Economistas debatem na ACSP o estado da crise mundial
A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) reúne especialistas do mercado financeiro, na quarta-feira (06/05), das 8h30 às 12h, na Rua Boa Vista, nº. 51 - 12º Andar (Centro-SP), no Seminário “Perspectivas da Economia”, cujo objetivo central é analisar o futuro da crise. O agravamento do ciclo financeiro, que põe à prova a blindagem do mercado interno e expõe um cenário de incertezas nas Bolsas de Valores do Mundo, será debatido no evento.
Confira a programação:

08h30 - Welcome Coffee e Credenciamento
09h00 - Alencar Burti (Presidente da ACSP, FACESP E CACB) Abertura
09h10 - Luis Carlos Mendonça de Barros - A crise internacional e os impactos na economia brasileira
10h00 - Gustavo Loyola - Medidas anticíclicas adotadas pelo Brasil e seus efeitos na economia nacional
10h45 - Coffee Break
11h00 - Marcel Solimeo O impacto da crise no comércio e varejo
11h30 - Sessão de Perguntas
12h00 - Encerramento

O seminário é gratuito e os cadastros para executivos devem ser feitos por meio do e-mail eventos@acsp.com.br ou pelo telefone (11) 3244-3386 com Caroline.

Sobre a Associação Comercial de São Paulo:
A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em seus mais de 100 anos de história, atua diretamente na defesa da livre iniciativa e, ao longo de sua trajetória, tem estado sempre ao lado do pequeno, médio e grande empresário.
No ambiente de negócios, a ACSP administra o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), que dispõe do mais moderno e completo banco de dados de informações comerciais, com dados de pessoas e empresas e cobertura nacional. Um fator importante é que o SCPC se utiliza somente de fontes de dados seguras e oficiais. Oferece soluções inteligentes para a tomada de decisão na gestão de negócios, especialmente no ciclo do crédito, com informações para as etapas de prospecção de clientes, concessão de crédito, gestão da carteira e cobrança.

Dúvida de leitores: De pai para filho

Dúvida de leitores: De pai para filho
Pergunta enviada por Murilo Camargo, de Uberlândia (MG)

Olá Caio tudo bom?

Sou Murilo Camargo e estou em Uberlândia - MG.
Bom, encontrei seu blog nas minhas vasculhadas pelo google e não pude deixar de enviar um email a você pedindo sua sugestão e apoio. Eu trabalho em uma empresa de Telecom regional , exerço a função de analista de suporte, mas últimamente ando um pouco frustrado com a profissão e com o que ando ganhando.
Meu pai é um comerciante das antigas, já com seus quase 60 anos e 30 anos de varejo, tem um mercado à mais de 20 anos no mesmo local, bairro de classe média/baixa, e ele já está cansado, estagnado, trabalhando do mesmo jeito que começou.
nvestiu muito pouco, e só ficou a observar os grandes (Bretas, Smart) instalarem ao seu redor. Hoje o seu ganha pão ainda é o mercado porém com aquela mesma cara de sempre, e sem "forças" para bater de frente com os concorrentes grandes.
Ultimamente ando pensando seriamente em trabalhar com ele, até ele me passar o bastão definivitivamente. Temos uma relação boa, ele tem dificuldades em deixar o mercado de lado, pois foram tantos anos de dedicação que creio que seja mais fácil ele deixar eu tocar, ja trabalhei com ele muitos anos, uns 4 ou 5, mas sempre na entrega ou reposição de mercadorias e até mesmo no caixa, o que já me deu uma noção boa do negocio, porém hoje as coisas são diferentes.
O negocio está cada vez mais competitivo e apertado financeiramente, a maioria dos clientes do mercado são fiados.
Quando eu trabalhei lá resolvi informatizar, implantando um cartao nosso, para organizar a casa, porém já desandou novamente, muitos ja compram sem o cartão, e aquela velha história do dono ficar na frente do caixa, isso pra mim nunca funcionou, hoje ajudo ele somente na parte de tecnologia, a qual domino.
Bom, gostaria de mudar isso, pegar o negocio pra mim, conseguir um bom financiamento e mudar a cara do negocio, mas fico com medo de tudo, medo de nao dar certo, medo de entrar e injetar a grana e me dar mal, vários receios que você já deve saber.

Gostaria de sua sugestão e opinião e desde já agradeço.
Murilo Camargo


Olá Murilo.

Muito interessante a sua historia Murilo. A sua estória é similar a de milhares de outros varejistas em atividade. Lá no começo das atividades do blog, escrevi algo a respeito no artigo "Como as novas gerações impactam no modelo de negócio" (voce pode conferir clicando aqui)

Assim como sua historia, suas dúvidas são comuns à maioria dos "filhos" que estão assumindo o novo negócio.
Não existe maneira melhor para se preparar do que se informar. Somente a informação lhe mostrará se voce está indo para o caminho correto, ou lhe dará segurança em arriscar em algo mais inusitado.
Lhe aconselho, em uma primeira etapa, buscar uma formação ou pós-graduação relativa à administração, principalmente se houver a oportunidade de cursar algo focado em varejo. Essa formação lhe daria uma visão mais ampla do negócio, das compras às entregas, passando pela administração e atendimento de vendas, ou seja, tudo o que um empreendedor precisaria saber para tocar seu negócio com segurança.
Caso nao haja a oportunidade de cursar um curso de especialização ou pós-graduação, eu sempre recomendo isso (e acredite, nao ganho nada por isso), à novos empreendedores procurarem um curso do SEBRAE chamado EMPRETEC. Este curso é voltado principalmente ao empreendedorismo e lhe dará boa parte das respostas que voce vem procurando.
Obviamente que o dinamismo do varejo nao lhe permite apenas uma resposta ou uma solução. Constantemente voce precisará se manter informado para saber quais os proximos passos e oportunidades. Somente com a informação virá o crescimento tão almejado por voce.

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.blogspot.com

Duvida de leitores: Nosso Lar

Duvida de leitores: Nosso Lar
Pergunta enviada por Flávio de Castro.

Bom dia Caio,

Tenho acompanhado o seu Blog, e gostaria que de sua opnião sobre o assunto abaixo:
Estamos fazendo uma reforma em nossa loja, em uma área de 200m² estaremos expondo luminárias, ferragens, jardinagem, utilidades do lar, produtos de limpeza e etc, no fundo a parte de contrução propriamente dita e acabamento. Estamos pensando em ainda no fundo da loja criar um mezanino para exposição de moveis.
Ao lado teremos 100m² que gostariamos de fazer uma exposição de pisos e louças.
Bem, gostaria que avaliasse se estamos indo no caminho certo e se poderia nos enviar uma idéia de layout para exposição de pisos e louças.

Agradeço atencipadamente sua atenção.

Atenciosamente,

Flávio de Castro
Nosso Lar - Material de Construção



Olá Flávio.

Primeiramente, conforme dito em outros posts, o intuito do blog é sempre o de ajudar a responder às dúvidas, entretanto, não há como lhe fornecer um projeto ou desenho de layout por meio deste, gratuitamente. Caso deseje, está a disposição meu contato para trabalharmos em algum projeto.
Pelo que entendi, dentro da sua área de loja, em 200m², voce pretende trabalhar essas novas categorias, e nos outros 100m² voce pretende trabalhar a questão dos pisos e louças.
Lhe aconselho a ler uma das duvidas sobre o tema já respondidas, bem com o artigo na seção de layouts que trata exatamente da montagem de lojas de materiais para construção.
De uma maneira geral, lhe aconselho a considerar a colocar os produtos de 1.a fase de obras no fundo da loja, e os acabamentos ao centro. Luminárias e utilidades, por exemplo, devem estar expostos na primeira parte da loja, apresentando esses produtos aos seus clientes.

Quanto ao mezanino, lhe aconselho que seja pensada exaustivamente essa idéia. Trabalhar em uma loja de apenas um pavimento é uma solução muito melhor. Em todo caso, caso seja necessário, lhe aconselho levar para o mezanino setores como banheiras ou esquadrias (portas e janelas). Móveis são produtos dificeis de se vender dentro do varejo de construção, mesmo se voce estiver falando sobre moveis de banheiro, como gabinetes e armários. Acredito que seja mais interessantes que estes produtos sejam colocados no térreo, proximos às louças e cerâmicas.

Espero ter lhe ajudado

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
http://www.falandodevarejo.blogspot.com/

Duvida de leitores: Montando uma loja de artigos esportivos

Duvida de leitores: Montando uma loja de artigos esportivos
Pergunta enviada por Kicinely Castro

Ola Caio

Sou Kicileny e atuo como gerente de markerting de uma loja de material esportivo, o setor é novo para mim surgem várias duvidas. Poderia me ajudar em como formatar o layout da loja? o que sugeres?

Abs

Kicileny Castro - Marketing
Hipersport



Ola Kicinely,

Algumas boas referencias voce pode encontrar visitando algumas lojas aqui no Sudeste como Centauro e Decathlon, na minha opinião, duas das melhores redes com atividades no país. Essas lojas trazem como diferencial nao apenas "vender" os produtos, mas sim criar um conceito totalmente diferente de "experiência" ao usuário. Em alguns casos, como na Decathlon, é possível até mesmo testar em situações próximas da realidade desde calçados e bolas, até mesmo barracas e aparelhos de musculação. O importante para uma loja como esta é buscar sempre a sazonalidade, expondo, de acordo com o mix de produtos que voce oferece, situações interessantes, como camisas dos times em final de campeonatos, biquinas e sungas no verão, cachecóis e blusões no inverno e por aí vai.

Para formatar uma loja é necessário saber com quais produtos voce trabalha. A principio, em nossa seçao "Layout", existem alguns exemplos genéricos, principalmente quando falamos de produtos de destino e de impulso. Procure avaliar como os produtos que você comercializa em qual tipo de categoria se encaixam, se em impulso, destino, complementares, etc. Isso lhe daria uma boa idéia de onde começar.

Espero ter lhe ajudado.


Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.blogspot.com

Dúvida de leitores: Mercado de construção

Dúvida de leitores: Mercado de construção
Pergunta enviada por Pedro Freitas.

Boa tarde Caio!

Andei lendo umas dicas suas, e achei muito boas. Aproveito para lhe fazer tambem uma pergunta:
Estou pensando em montar uma loja de materiais de construcão, e gostaria de sua opiniao, se este é um bom negocio. A principio quero montar uma loja nao muito grande, pois ja aprendi que nao devemos colocar todos os ovos em uma unica cesta.
Um outro ramo que acho interessante é trabalhar com variedades. Em fim quero montar algo que nao seja perecivel.

Desde ja agradeco sua ajuda.
Abraço,
Pedro Freitas


Olá Pedro.

Já respondi algumas perguntas com assunto bem parecido com o de sua solicitação.
A principio vale as mesmas dicas: Antes de entrar no sonho do "negócio próprio", é necessário antes de tudo, muita informação. Acredito que o Sebrae é um excelente ponto de partida para lhe ajudar, tanto a se preparar, quanto à responder à algumas de suas perguntas.
Na verdade, como sempre digo, nao existe apenas a oportunidade economica ou de situação para abrir um negócio. É necessário ver se a região que voce pretende atender é uma boa para seu negócio, analisando questões como concorrência, crescimento regional, etc.

Falando do mercado de construção em geral, mesmo com a crise, o mercado promete para este ano um crescimento de cerca de 5% em relação ao ano anterior, um excelente indice em se tratando de uma época de crise. Além disso, programas governamentais e novos financiamentos de instituições bancárias, prometem que o setor será com certeza a vedete deste ano do governo, prometendo alavancar empregos e progresso. Sendo assim, em termos de mercado, o mesmo parece propício, mas este nao deve ser o unico fator a se levar em consideração na hora de montar seu negocio.

Espero ter lhe ajudado.

Um grande abraço

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.blogspot.com

Duvida de leitores: Comportamento do consumidor no ponto-de-venda.

Duvida de leitores: Comportamento do consumidor no ponto-de-venda.
Pergunta enviada por D.Castanhari

Caio, boa noite, tudo bem?

Inicialmente quero parabenizá-lo pelo blog e dizer que já está listado entre meus favoritos.
Gostaria de solicitar a você a gentileza de uma informação: como consigo obter dados sobre os impactos que o merchandising gera no consumidor no PDV?
Exemplos: quantas mensagens o consumidor recebe antes de se decidir pela compra, a velocidade que os olhos percorre nas prateleiras, quantos % vende-se mais expondo o produto no ponto-focal, qual o % de efetividade de um display, quanto se perde em não abastecendo as gôndolas...coisas assim.

Agradeço à colaboração.
D. Castanhari


Olá Castanhari

Agradeço aos elogios ao blog e por sua preferência.
Existem alguns dados como este em associações como Latin Panel e Popai, duas das mais indicadas.
Entretanto essas informações são cada vez mais segmentadas, possuindo pesquisas e dados correlatos à cada segmento de varejo.

Assim sendo, normalmente os dados levantados nas pesquisas feitas por entidades como estas sobre o varejo de supermercado, tem dados totalmente distintos quando relativos ao varejo de construção, ou ao varejo farmacêutico.

Para obter esses dados, provavelmente voce terá de se associar à essas entidades, e provavelmente terá de adquirir os mesmos. Desde que a informação que voce precisa seja específica de apenas um segmento de varejo, lhe aconselho como segunda alternativa buscar entidades como Anamaco, Abras, Apas, etc.

Espero ter lhe ajudado

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.blogspot.com

Duvida de leitores: Renovação de estabelecimento material de contrução

Duvida de leitores: Renovação de estabelecimento material de contrução
Pergunta enviada por Elisa Ferreira de Oliveira, de Governador Valadares (MG)

Bom dia caio

É a primeira vez que entro no seu site e gostei muito.
Bom.. minha familia tem uma loja de material de contrução, ferramentas e ferragens com cerca de 25 anos de vida, contudo meu pai ja esta desgastado com tanto trabalho e não tem pique para uma renovação de mercadorias. Quanto ao layout, estou la todos os dias fazendo limpeza e tentando organizar as mercadorias, mas quero fazer uma mudança nas prateleiras (de modelo antigo) e aproveitar mais o espaço e também acrescentar mercadorias mais atuais, ou seja, reestruturar mesmo, gostaria de uma sugestão ou opinião sobre essas mudanças.
Já procurei o SEBRAE, mas não fazem este tipo de consultoria. Sou de Governador Valadares (MG), formada em psicologia e estava trabalhando há 2 anos em um supermercado daqui o qual saí justamente para alavancar a loja.

Me ajude. Não sei por onde começar. A loja chama-se DISTRIBUIDORA PROGRESSO, pois antes era uma distribuidora de cimento, cal... só para vc ter noção esta sem placa a quase um ANO !!!!

Obrigada.
Elisa Ferreira de Oliveira



Ola Elisa.

Muitas coisas para serem comentadas, com certeza. Então vamos por partes:

1.) É interessante sempre mudar e buscar se inovar no mercado, mas o mais importante é saber o porquê de mudar. Busque se informar quais produtos estão sendo procurados na região e que poderiam ser encontrados em sua loja. Isso daria uma boa pista de quais produtos buscar inserir dentro do mix.

2.) Equipamentos e ambiente de loja são importantes, mas nada supera a organização. Mais do que um pouco de cada coisa, busque tornar sua loja especialista em algum produtos, sejam materiais básicos, ou até mesmo acabamentos, mas sua loja deve buscar sempre se tornar referencial em alguma categoria de produto. Esse é um dos passos para o sucesso.

3.) Estranho o fato de o Sebrae nao possuir esse tipo de consultoria, o que pode ser apenas em sua região, pois já vi este tipo de programa em várias localidades ao longo do país. Entretanto, uma vez que a consultoria do mesmo não é possível, lhe aconselho a buscar um escritório de arquitetura ou um consultor especializado da região para lhe atender no que voce precisa.

4.) Quanto ao nome da loja, realmente seria necessário considerar um novo nome. Desde que a atividade de distribuição hoje não seja seu forte, o mesmo está destoando da função. Como conselho, caso o nome seja forte na região, por que voces não mudam para algo como Progresso Materiais para Construção ? O nome progresso ainda está lá, mas com outra leitura, mais em sintonia com a atual atividade.

5.) Placas ou fachadas são importantes instrumentos de captação de clientes, além de servirem para facilitar sua localização e força no mercado. Corrijam este problema imediatamente.


Espero ter lhe ajudado.

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.blogspot.com

DIA DAS MÃES PROMETE AQUECER O VAREJO

DIA DAS MÃES PROMETE AQUECER O VAREJO
Shoppings administrados pelo Grupo Aliansce se unem para a data e sorteiam dez carros

O varejo se prepara para a segunda maior data do setor. Para isso, cinco shoppings administrados pelo Grupo Aliansce decidiram se unir para fazer uma campanha única para o Dia das Mães. "A idéia é ganhar força em uma das principais datas do varejo", explica Eduardo Borges, diretor regional da Aliansce. "O molde de campanha conjunta deu certo nas liquidações anteriores e decidimos ampliar para algumas das principais datas do setor.", completa. A expectativa é de aumento de 12% no movimento e 15% nas vendas no Bangu Shopping, Carioca Shopping, Caxias Shopping, Shopping Grande Rio e Via Parque Shopping.

Intitulada "Amor em dobro", a campanha, que se estende até o dia 14 de junho, recebeu investimentos de R$ 2,1 milhões. Ao todo, serão sorteados 10 Peugeot 207. Para participar é só juntar R$ 120 em notas fiscais de compras e trocar pelo cupom. Quem comprar com os cartões Visa ou Visa Eletron ganha o dobro de cupons.
Os lojistas estão otimistas e preparam ofertas especiais para a data. Para a mamãe vaidosa, que sempre quer ficar mais bonita, o salão de beleza Walter Coiffer, do Bangu Shopping, oferece corte de cabelo e tratamento capilar por R$ 50 aos domingos, segundas, terças e quartas-feiras. Para completar o visual, o kit com duas sombras, um aplicador de sombra e uma caixinha de R$ 32, está saindo por R$ 25, na Contém 1g, do Bangu Shopping.

Para as mães que gostam de perfume, a Mahogany do Shopping Grande Rio oferece opções de kits econômicos como o kit Black Rose, que vem com sabonete líquido e hidratante, por R$ 55, e o kit Pitanga, com shampoo, condicionador e sabonete líquido de pitanga, por R$ 29. Já as lojas O Boticário dos shoppings Grande Rio e Via Parque estão oferecendo o kit Acordes Harmonia (com colônia, sabonete, emulsão perfumada e nécessaire), por R$ 120,00 e o kit SPA (sabonete, creme para mãos e uma toalhinha), por R$ 47,90.

Na Afghan do Carioca Shopping, o tema da campanha do Dia das Mães será "Espelhe-se" e incluirá um kit especial composto por uma nécessaire, uma blusa decorada com rosas góticas e um aromatizador de ambiente com o cheirinho da loja, por R$ 79. Segundo Verônica Petrópolis, gerente de marketing da Afghan, uma das peças mais procuradas no dia das mães deve ser a camisa de tricoline. -São coringas que podem ser utilizadas para trabalhar ou sair. Valem para todas as ocasiões-diz.

A City Shoes do Via Parque Shopping está com promoções para as mães que adoram sapatos. A sandália Damasco, de R$149,90 está saindo por R$ 74,95. O sapato Lírio, que custava R$ 119,80, sai por R$ 59,90. E, para combinar, o cinto Raio (nas cores polvilho, caramelo e champanhe) sai por R$ 29,50. No Caxias Shopping, na Cintura Fina, os clientes que fizerem compras acima de R$ 100 ganham uma camiseta de malha com um coração em patchwork. Já a Femme Sensuele Lingerie, dará de brinde um kit de três calcinhas de fibra de bambu, na compra de uma camilsola de chiffon, que sai por R$ 59,90.

Para melhor atender aos clientes, os shoppings funcionarão em horário especial: nos dias 08 e 09 (sexta e sábado) das 10h as 23h, e no dia 10 (no Dia das Mães) as lojas funcionarão de meio-dia as xx h.

O regulamento completo da promoção e mais informações podem ser encontrados no site
www.amoremdobro.com.br.

Serviço:
* Bangu Shopping - Rua Fonseca, 240 - Bangu. Tel.: 3423-9234.
* Carioca Shopping - Av. Vicente de Carvalho, 909 - Vila da Penha. Tel.: 3688-2001.
* Caxias Shopping - Rodovia Washington Luiz, 2895, Duque de Caxias. Tel: 2784-2000.
* Shopping Grande Rio - Rodovia Presidente Dutra, 4.200 - São João de Meriti. Tel.: 2662-7222.
* Via Parque Shopping - Av. Ayrton Senna, 3.000 - Barra da Tijuca. Tel.: 2421-9222.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Evento: Encontros RDI - Bruce Barteldt e Brian Dyches - Little



Ola a todos
Compareça ao evento da RDI, iniciando a série ENCONTROS.
Informações abaixo:

Como evento inaugural da série ENCONTROS, trazemos os executivos da LITTLE, que além de ser um dos maiores escritórios do mundo em nosso segmento, tem uma forte ligação com o Retail Design Institute.

Venha saber como, em sua opinião, a nossa associação tem colaborado para a projeção e o fortalecimento do nosso mercado profissional nos Estados Unidos e no mundo, além de conhecer alguns de seus projetos premiados e entender como se cria e desenvolve um escritorio com faturamento anual acima de US$ 30 mil.

ENCONTROS RDI

Palestra Bruce Barteldt e Brian Dyches

Café da manhã seguido de palestra por BRUCE BARTELDT e BRIAN DYCHES.
Das 08h30 às 10h00, dia 28 de Abril, Hotel Regent Park - Rua Oscar Freire, 533

Valor das inscrições, café incluso: R$ 25,00 para associados
R$ 50,00 para não associados, R$ 150,00 para construtoras.

Faça já sua inscrição pelo tel: 11 3884 8855 (c/Tiago), ou pelo e-mail: tiago@retaildesigninstitute.com.br

Vagas limitadas.

Semana agitada e feriado prolongado.

Semana agitada e feriado prolongado.
Ola a todos.

Depois de uma semana mais movimentada do que eu esperava somada à um feriado prolongado, para minha surpresa, me deparei com um numero enorme de e-mails a serem respondidos, principalmente com dúvidas de leitores. Boa parte desses já está respondida, e prometo publicar TODOS até amanhã à tarde. As respostas que não forem publicadas, ao menos serão enviadas. Então, se voce é um dos leitores que estavam esperando alguma resposta, amanhã estará no ar. Para essa semana, estou buscando alguns videos interessantes para figurar em nossa seção "Vídeos" aqui do blog, como parte de nossa biblioteca de conteúdo. Se tiverem alguma sugestão, me enviem.

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.blogspot.com

Notebook com preço errado vira caso de polícia no interior de São Paulo

Notebook com preço errado vira caso de polícia no interior de São Paulo
Publicado por O Globo

Vários consumidores registraram boletim de ocorrência contra a rede atacadista Makro, em Ribeirão Preto, a 330 quilômetros da capital paulista, nesta terça-feira. Eles alegam que a loja se recusou a vender um notebook pelo preço anunciado no jornal de ofertas da rede. O jornal de publicidade da rede Makro anunciava o preço de R$ 899 e muitos consumidores acordaram cedo no feriado para garantir um lugar na fila.
O metalúrgico Maicom Mortol saiu de Porto Ferreira, a 90 quilômetros de Ribeirão Preto e foi um dos primeiros a chegar.
- Conversei com a gerente, ela disse que a ordem era para não entregar nenhuma peça, que foi um erro deles e que não era o valor correto - afirmou.
A operadora de caixa Silmara Aparecida Lunardelo recebeu o jornal em casa e queria comprar o computador para o marido.
- Eles poderiam ter mandado outro jornal com o preço correto - diz.
Nenhum computador foi vendido pelo preço anunciado. Em nota, a assessoria de imprensa da rede Makro informou que houve erro no valor do notebook publicado no encarte especial de Dia das Mães - o preço correto do produto é de R$ 1.899. A assessoria afirma que já tomou todas as medidas legais junto aos órgãos de defesa do consumidor e utilizou alguns dos principais veículos de comunicação do país, além de seus canais internos, para informar o valor correto aos consumidores.
O diretor da Associação de Defesa do Consumidor (Adecon), Luiz Alberto Mattos, afirma que nesses casos o consumidor deve mesmo registrar um boletim de ocorrência de preservação de direitos.
- A publicidade enganosa é um crime que pode dar de 3 meses a um ano de prisão, além de multa. A partir do momento que a empresa não fez a errata como está determinado na lei, ela tem que cumprir a oferta - afirmou.
De acordo com Mattos, o erro da publicação não é justificativa para a loja deixar de entregar o produto.
- A errata tem que ser feita da mesma forma como ela fez a publicidade - afirmou.

Notícias: Lula manda BB e CEF ajudar varejistas

Notícias: Lula manda BB e CEF ajudar varejistas
Publicado no Blog do Noblat
Por Kennedy Alencar

Por ordem direta do presidente Lula, os dois principais bancos federais, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, abrirão novas linhas de crédito para as financeiras de grandes lojas de varejo.
Segundo apurou a Folha, Lula tomou a decisão após uma série de conversas de representantes do setor com ele e a equipe econômica. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi o principal interlocutor. Lula quer estimular a venda de eletrodomésticos para tentar obter um resultado positivo do PIB já em 2009, embora analistas do mercado estejam prevendo recuo de 0,49% no ano.
O BB e a Caixa foram orientados a conversar com grandes redes de varejo, como Casas Bahia, Magazine Luiza e Extra, a fim de mapear a demanda desses grupos para suas financeiras. Segundo dados do governo, o grosso do crédito aos consumidores de bens duráveis (como fogões e geladeiras) é fornecido por essas redes. O cliente chega à loja e faz ali mesmo o seu crediário.
As grandes redes se queixaram da dificuldade de crédito e das altas taxas de juros. Bancos privados estão mais seletivos por causa da crise. A orientação de Lula é fornecer crédito a menores taxas e irrigar a economia com mais recursos.
Segundo as grandes redes varejistas, houve elevação da inadimplência, mas num patamar razoável, que seria atenuada com alta nas vendas.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Blitz: Ragazzo



Ola a todos

Mais uma imagem para o BLITZ !
O balão inflável, quando usado com criatividade, cria um interessante impacto no consumidor e se torna uma excelente ferramenta de marketing.
Situado na mais importante avenida da cidade de São Caetano do Sul, em São Paulo, essa unidade do Ragazzo (empresa do mesmo grupo do Habib´s - daí o preço competitivo) mostra um enorme calzone (tipo de pastel assado, de origem italiana), com o convidativo preço estampado.

Excelente idéia, excelente impacto !

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.blogspot.com

Feira Fotografar 2009 / 6o. Congreso Paulista da Foto



Ola a todos.

Gostaria de aproveitar o agradecimento feito no post abaixo ao pessoal da FHOX, e também agradecer pelo convite para participar do Consulting Team da Feira Fotografar (www.fotografar.com.br), e também como palestrante no 6.0 Congresso Paulista da Foto, onde pude expor as novas tendências de layout para o varejo fotográfico.

Em breve devo postar mais matérias sobre o evento.
Sem dúvida, uma excelente experiência.

Um grande abraço à todos.

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
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Revista Fhox (Março/Abril 2009)

Ola a todos.

Gostaria de agradecer à publicação da matéria "Vendendo mais com a ajuda dos terminais", que saiu na última edição, de Março/Abril, bem como a nota sobre minha visita à redação.

Para quem não conhece, a Revista Fhox é especializada sobre as inovações e tendencias do mundo do varejo e industria fotográfica.

Para quem desejar conhecer mais sobre a revista, basta entrar no site: www.fhox.com.br

Abaixo as matérias:




Um grande abraço e boas vendas
Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO