sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Municípios brasileiros se rendem à indústria de shoppings

Municípios brasileiros se rendem à indústria de shoppings
Carentes de centros de compras, algumas cidades preparam-se para receber empreendimentos de grande porte, movimentando o varejo regional

A indústria de shoppings espera receber, até o fim de 2012, cerca de cem novos centros de compras, segundo expectativa da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping). E muitas regiões que não eram atendidas por este mercado passarão a contar com seus empreendimentos, ostentando o título de pioneiros nestes locais, e tornando-se bases de avanço ainda maior do varejo destas cidades.

O Shopping Cidade Paranavaí, previsto para chegar ao município paranaense de mesmo nome até o segundo semestre de 2012; Via Verde Shopping, o primeiro centro de compras do estado do Acre, com expectativa de inauguração para agosto de 2011; North Shopping Barretos, no interior paulista, previsto para abrir suas portas no próximo mês; Shopping Pelotas (RS); Shopping Pátio Marabá e Unique Shopping Parauapebas, estes dois no estado do Pará, são alguns dos empreendimentos responsáveis por impulsionar ainda mais o varejo local.

Compõem ainda este quadro centros de compras já abertos ao público, mas que mantém sua hegemonia no mercado de shoppings regional, como o Cariri Shopping, de Juazeiro do Norte (CE); Taubaté Shopping, no interior paulista; Porto Velho Shopping, na capital de Rondônia; entre vários outros.

“Não é surpresa esta penetração por parte da indústria de shoppings, pois há tempos o crescimento deste mercado é altamente perceptível, chegando a atingir um percentual superior ao avanço do PIB nacional. Soma-se a isso a necessidade das grandes marcas varejistas em instalarem-se em centros antes nunca trabalhados comercialmente, o que favorece o investimento por parte dos empreendedores de shoppings na construção destes estabelecimentos. A tendência é deste panorama crescer ainda mais, movimentando a economia local, e transformando-se em um verdadeiro ponto de lazer e compras para os moradores destas localidades”, comenta o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun.

"Nova classe média" ganha seu primeiro Shopping Center

Mais Shopping Largo 13 inaugura hoje; totalmente comercializado e com expectativa de receber mais de 50 mil pessoas por dia, empreendimento marca a chegada de um modelo pioneiro à capital paulista

A partir da sexta-feira, 29 de outubro, o enorme contingente populacional que circula nas imediações do Largo Treze de Maio, no bairro de Santo Amaro, ganha, finalmente, um shopping center para chamar de seu. Em sua maioria, usuários da mega oferta de transportes públicos da região, entre metrô, trem metropolitano e terminal de ônibus, boa parte desta população está inserida na nova classe média brasileira, um dos maiores fenômenos da economia e responsável pelo crescimento das vendas no varejo nos últimos anos.

No entanto, independente dos avanços registrados em sua capacidade de consumo e de seus anseios por mais conforto e qualidade, a nova classe média – estimada em metade da população brasileira, pouco representa na frequência dos mais de 400 shopping centers tradicionais do país. Segundo a Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), 79% dos freqüentadores de shoppings no Brasil ainda pertencem às classes A/B.

É exatamente neste nicho ascendente que a REP Centros Comerciais decidiu apostar. A empresa desenvolveu um conceito pioneiro batizado de “Mais Shopping”, na medida para contemplar a nova classe média em seus hábitos e perfil de consumo. Entre os principais diferenciais do novo modelo de shopping center, destaca-se a criação de um inédito conceito de mix, que reúne grandes marcas do setor e pequenos varejistas, em um mesmo ambiente dotado de todo o conforto e agilidade.

Primeiro de uma série e orçado em R$ 240 milhões, o Mais Shopping Largo 13 já é uma realidade e grande sucesso de inovação entre os lançamentos da indústria nacional de shopping centers. Totalmente comercializado, o novo shopping nasce interligado à estação Largo Treze do Metrô, com mais de 400 operações, combinadas entre lojas modulares, convencionais, âncoras, oito salas de cinema em formato stadium e dois pisos de estacionamento cobertos, entre outras estruturas.

“O mercado absorveu rapidamente o enorme potencial do negócio, com seus atributos de público-alvo, mix inédito e a localização imbatível, que concentra nas imediações população flutuante de cerca de 1,3 milhão de pessoas por dia, além da mega oferta de transportes públicos”, explica Marcos Romiti, responsável pelo planejamento e desenvolvimento do produto.

Variedade, conforto e preço baixo contemplam consumidor

A partir da próxima sexta-feira, 29 de outubro, o consumidor poderá circular entre as áreas convencionais reservadas para as grandes marcas ou nos espaços que constituem outro grande diferencial do Mais Shopping: as lojas modulares - criadas para atrair pequenos varejistas ou lojistas de rua que expandem seus negócios, pela primeira vez, para dentro de um shopping center. Em condições jamais ofertadas no setor, as lojas modulares foram entregues montadas e prontas para operar.

No contraponto e com a força de suas marcas, Magazine Luiza, Lojas Americanas, Marisa, McDonald's, Drogaria São Paulo, Hering, a rede mexicana de cinemas Cinépolis, entre muitas outras grandes e tradicionais do varejo (*ver lista abaixo), chegam ao Mais Shopping Largo 13, para garantir o equilíbrio do mix proposto pelos empreendedores e a diversidade prometida aos consumidores. “Trata-se de uma operação completa, pronta para oferecer variedade, conforto e preços baixos o ano inteiro”, afirma Romiti.

Graças a estas vantagens, além de atender o público do entorno - local onde não existe um shopping center, a expectativa dos empreendedores é receber, também, consumidores de outras regiões, principalmente em datas comemorativas e nas grandes estações do varejo. Em épocas normais, a projeção é que o Mais Shopping receba cerca de 1,5 milhão de pessoas por mês.

Conveniência e lazer revitalizam o pólo

Na esteira de levar perspectivas de valorização à região onde se instala, o Mais Shopping Largo 13 traz, ainda, atrações e comodidades até então inexistentes no Largo Treze de Maio, o maior pólo comercial da capital. Entre as novidades, a rede mexicana de cinemas Cinépolis, maior operadora da América Latina e quarta maior do mundo, inaugura em novembro um complexo com oito modernas salas de cinema em formato stadium, totalizando de 1.100 lugares.

No mesmo piso dos cinemas, a Praça de Alimentação, dotada de 1.200 lugares e 25 operações com opções para todos os paladares e bolsos, atenderá também a uma forte demanda da área imediata, que concentra mais de 20 mil empregos e cerca de 15 mil estudantes. Neste segmento, os clientes contarão, ainda, com quiosques e lojas de alimentação, distribuídos em vários espaços do centro de compras.

Público é recebido com promoções, vale-brindes e festividades

Enquanto uma mega e colorida campanha publicitária já convoca o consumidor potencial para a inauguração, perseguindo-o em seus circuitos diários do Metrô, nos trens metropolitanos e nas linhas de ônibus da região; os lojistas já aderiram a uma série de promoções - incluindo ações de “compre e ganhe”, descontos, distribuição de brindes e vale-compras, que começam a valer partir do dia 29 de outubro e por 11 dias corridos.

Mais de 50 mil jornais contendo os vale-brindes da temporada serão distribuídos no Largo Treze de Maio, por promotoras encarregadas de fazer o convite à visitação. Para facilitar o trajeto, um serviço de van leva e trás ficará à disposição dos interessados. Nas três entradas do shopping, a ordem é festejar, com malabaristas, pernas de pau, palhaços, distribuição de balões e banda de música itinerante.

SAIBA MAIS:

Sobre as marcas presentes

Junto às operações dos pequenos varejistas nos mais variados segmentos, o consumidor do Mais Shopping Largo 13 conta com a Cinépolis, Magazine Luiza, Lojas Americanas, Marisa, McDonald's, Drogaria São Paulo, Hering, Casa do Pão de Queijo O Boticário, TNG, CVC, L'acqua di Fiori, Água de Cheiro, World Tennis, American Shoes, Bauducco, Oi Celular, Vivo, Star Point, Óticas Carol, Burger King, Giraffas, Subway, Bob`s, Mister Sheik, Divino Fogão, Roasted Potato, Bon Grillê, Chopp Brahma, Patroni Pizza e Spoleto, entre outras.

Sobre a localização imbatível

Situado à Rua Amador Bueno 219, entre o maior Poupa Tempo da cidade, terminal de ônibus e a estação de metrô Largo Treze, o Mais Shopping fica ao lado do novo campus da Uninove e próximo às futuras instalações do Sesc Santo Amaro. O acesso é fácil tanto para motoristas como para quanto pedestres.

Os números da região impressionam e destacam a presença de perfil eclético; a facilidade de acesso a pé, graças à topografia plana; além de mega oferta de transporte público. A população flutuante é de 1,3 milhão de pessoas/dia; 12 mil pessoas são atendidas por dia no Poupa Tempo; 120 mil pessoas passam pela estação Largo Treze, da linha lilás do Metrô; uma média de 564 carros trafegam por hora no local. Estima-se a passagem de pelo menos 35 mil pedestres por dia nas calçadas do novo shopping. A área imediata registra, ainda, a presença de mais de 20 mil empregos diretos e cerca de 15 mil estudantes.

Mais Shopping Largo 13
-Investimento: R$ 240 milhões
-52 mil m2 de área construída
-16 mil m2 ABL/ mais de 400 lojas
-Praça de Alimentação com 25 operações e 1.200 lugares
-Oito salas de cinema em formato stadium, com 1.100 lugares
-Dois pisos de lojas e dois de estacionamento
-Interligação com o Metrô Largo Treze e com o terminal de ônibus Santo Amaro
-Em frente ao maior Poupatempo de São Paulo
-Ao lado da Uninove, Sesc e Senai

Endereço: R. Amador Bueno, 219


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

O PDV no Marketing Mix e a evolução do varejo brasileiro

O PDV no Marketing Mix e a evolução do varejo brasileiro
Por Leonardo Lanzetta*
Entre os dias 20 e 21 de outubro, o POPAI Brasil e a ABA realizaram mais uma edição do evento PDV no Marketing Mix. Reconhecido como um dos principais eventos com foco em ponto de venda do ano, tanto por sua amplitude quanto pela conciliação de todas as interfaces do segmento de varejo, a edição 2010 trouxe palestras nacionais e internacionais e uma feira de projetos com o tema "PDV: Cooperação Crescente para Conquistar o Shopper". Mais do que atual, o tema foi explorado e discutido em todas as suas formas, sob a ótica do varejo, do anunciante e das agências, em benefício do desenvolvimento e da evolução do ponto de venda no Brasil.

Esse ano, a primeira novidade do evento foi o aumento perceptível da qualidade das peças inscritas ao prêmio POPAI Brasil e expostas na feira. Para os visitantes que tiveram a oportunidade de avaliar os projetos, ficou claro que os criativos brasileiros estão ainda mais flexíveis e ousados, produzindo peças diferenciadas, utilizando melhor os diferentes materiais e literalmente "saindo da caixa" ao apresentar e produzir soluções que, até então, só eram encontradas em feiras internacionais como estações multiplas e túneis de comunicação.

Esse tipo de projeto, que muitas vezes aproveita a infraestrutura da loja ou destaca áreas comuns, é em muito viabilizado pela parceria crescente entre indústria e varejo, que representa um grande ganho para toda a cadeia. Como resultado, as agências conseguem criar melhor e também se aproximam mais da indústria, tendo mais informação e mais liberdade para produzir projetos inovadores.

No congresso, a palavra de ordem foi a colaboração. Em todas as apresentações, tanto as nacionais e também as internacionais, foi destacada a importância do entendimento do perfil do novo consumidor como base para atender as suas necessidades no ponto de venda. Para isso, a opção clara è trabalhar junto e entender que ele não é um consumidor, mas um indivíduo que se comporta inteiramente diferente em cada ocasião de consumo.

Por isso, as soluções para atendê-lo precisam ser concebidas de forma colaborativa, integrando todos os players do processo com a consciência da colaboração do varejo para o mundo. Isso porque o consumidor percebe a marca que, além de se comunicar com ele, preocupa-se com questões maiores como responsabilidade social, econômica e ambiental.

Por meio dos cases apresentados, percebemos que o novo consumidor não quer mais só ouvir. Hoje, ele quer conversar, interagir e, acima de tudo, dividir valores. Para isso, é fundamental unir esforços, tendo em vista que a confiança do consumidor é o objetivo, por ser a base de todo relacionamento.

A integração do real com o virtual foi outro ponto bastante comentado pelos palestrantes. Esse movimento caminha para o fim das paredes no ponto de venda, que se confirma como uma tendência cada vez mais forte. A palestra trazida pela Target, a terceira maior varejista dos Estados Unidos, por exemplo, demonstrou que a rede busca não só atender, mas transcender a expectativa de seus consumidores, a começar pelo próprio slogan da rede, que norteia todas as suas ações: "Expect More, Pay Less".

O fechamento do evento aconteceu com a apresentação da nova medida da pesquisa "O Comportamento do Consumidor em Super e Hipermercados", realizado pelo Ibope para o POPAI Brasil. Alguns dados, como o aumento da presença masculina nos pontos de venda e a infidelidade crescente ao varejo, mudarão nossa visão e nossa forma de receber e fidelizar esse consumidor.

Em linhas gerais, o PDV no Marketing Mix 2010 foi um evento muito rico em conteúdo, com abrangência plural e relevante. Tivemos um grande salto de qualidade nas produções brasileiras para ponto de venda e, sobretudo, no ponto de vista do conhecimento. A maior lição absorvida pelos participantes será a da união em prol da construção de relacionamentos: tanto entre indústria, varejo e agências, como entre estes e os consumidores.

*Leonardo Lanzetta é sócio e diretor-executivo da DIA Comunicação e Diretor de Imagem Corporativa do POPAI Brasil

Nicoboco apresenta coleção verão 2011

Tecidos exclusivos, estampas à mão e misturas de materiais, artes, cores e detalhes estão presentes na linha Masculina, Feminina e Acessórios
A Nicoboco, empresa genuinamente brasileira voltada para o segmento de surf, street e sport wear, apresenta a mais nova coleção da marca: Verão 2010/11. De acordo com o diretor de desenvolvimento da Nicoboco, Sergio Ruksenas, a novidade está nos tecidos exclusivos e diferenciados.

"A Moda Masculina foi criada com uma grande variedade têxtil onde se destacam o reciclável, raports, mesclas e strechs", revela Ruksenas.

Influenciada por um estilo casual, o diretor de desenvolvimento afirma que o resgate e o reinvento de técnicas e estilos já existentes com grande força de listras criativas, tipografia, desenho à mão, é o que dá a cara à nova coleção. "Outro diferencial poderá ser encontrado nas peças desenvolvidas com o trabalho de estamparia em cilindro criadas especialmente para dar exclusividade ao consumidor", ressalta.

A nova moda usa uma gama completa de cores que vão desde as básicas as mais vibrantes, abrangendo todos os gostos e estilos. A modelagem foi dividida em casual e slim. As casuais para quem gosta de uma modelagem mais tradicional, para o dia a dia. E, a slim que se ajusta ao corpo inspirada no estilo retrô.

Segundo Sergio Ruksenas a peça-chave que vai invadir as praias brasileiras é o boardshorts tecnologic com elastano. "É uma peça desenvolvida com a mais alta tecnologia para propiciar conforto e um melhor desempenho na prática do esporte", conta.

Feminino - Inspirada na década de 60 e 70, a Coleção Verão 2011 Feminino da Nicoboco está recheada de peças que resgatam a atitude e a liberdade do surf do passado mesclada a ousadia do esporte nos dias atuais.

Seguindo a tendência tie-dye, a marca aposta na técnica simples de tingir tecidos para criar modelos específicos. Com estampas artesanais, pintadas à mão, cada peça ganha identidade e personalidade única.

Com cores asorvetadas e leves, a nova coleção aposta no exclusivo tecido à base de fio tinto. Peças como pólos, regatas e vestidos aparecem constituídos com ½ malha e piquet. Já a linha básica vem com ½ malha em fio 40, tendenciosamente utilizado para proporcionar mais conforto e leveza.

Assim constitui-se a Coleção Verão 2011 Feminino da Nicoboco, um estilo marcante fundamentado no tema retrô clube society.

Acessórios - Os acessórios Nicoboco foram elaborados através das principais características das coleções masculinas e femininas. A linha do tempo, o retrô, que é tendência para o verão, nos proporciona a junção do que é antigo com o contemporâneo. E, isso resulta em inovações e modernidade ao mercado do surf.

Os produtos, como boné, carteira, meia, cinto e moda praia vêm à tona com misturas de materiais, artes, cores e detalhes. Recorte a laser, aplicações de chapinhas embutidas em carteiras masculinas, couro envelhecido com metal, bordados 3D, mistura de sarja com couro e verniz são algumas das técnicas aplicadas na nova linha.

Dentre as cores, os tons verde, lilás, coral, rosa, azul e amarelo completam a coleção dando um toque de suavidade.

Para mais informações sobre a marca, acesse http://www.nicoboco.com.br/

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Shopping Grande Rio contrata temporários para vendas de fim de ano

Shopping Grande Rio contrata temporários para vendas de fim de ano
Este ano o Shopping Grande Rio abrirá 670 vagas temporárias, sendo a maioria delas destinadas às áreas de vestuário feminino, infantil e eletroeletrônico. A loja de vestuário masculino South é um exemplo: serão contratados 30 funcionários entre caixas, vendedores e estoquistas para suprir a demanda que aumenta muito no fim de ano. Para se inscrever, é preciso ter idade acima de 18 anos, morar próximo ao local e ter disponibilidade de horário. Não precisa ter experiência, mas sai na frente quem tiver. O salários dos vendedores são comissionados e os demais ganharão um salário mínimo (R$ 510). Os interessados devem ir ao local com currículo com foto.
Na loja Hering, além de vagas para vendedores e estoquistas, (são 13 no total) há ainda a opção de assistente de loja, que ajuda na arrumação e nas vendas. Já no Ponto Frio são 15 vagas para vendedores e caixas e a experiência anterior é necessária. Algumas lojas pretendem aproveitar esses funcionários posteriormente de acordo com seu desempenho.

Segundo o superintendente do Shopping Grande Rio, Luis Antonio Marques, o aumento de 11% no número de vagas deve-se ao crescimento de vendas durante todo o ano de 2010. "No ano passado, as pessoas ainda estavam um pouco receosas quanto à crise econômica, uma preocupação que não existe este ano. Por isso a alta nas vendas e, consequentemente, na oferta de empregos", conclui o superintendente.

Serviço:
Shopping Grande Rio
Rodovia Presidente Dutra, 4.200 - RJ
Telefone: (21)2662-7222

Livro Sugerido: O que as mulheres querem? - Paco Underhill

"O que as mulheres querem?" é o novo livro do autor do bestseller "Vamos às compras!"

O ator e diretor Mel Gibson bem que tentou se infiltrar no universo feminino para descobrir “Do que as mulheres gostam”, um de seus filmes de maior sucesso; mas é Paco Underhill, especialista em pesquisa de mercado, que através de suas pesquisas e estudos, traz à tona no livro O que as mulheres querem?, lançado no Brasil pela Campus-Elsevier, pelo cenário mundial com observações perspicazes e aplicações práticas para ajudar todos a se adaptarem às novas realidades.

À medida que muitas mulheres se tornam ricas, poderosas e independentes, as escolhas e preferências delas transformam o ambiente comercial de diversas maneiras importantes, do carro à comida; de como compramos e suprimos nossas casas a como jogamos, brincamos e utilizamos a internet. Em resumo, como gastamos nosso dinheiro. A predominância social e profissional das mulheres em todo mundo é um evolução que rapidamente se espalha. Elas controlam hoje não apenas uma porcentagem dos rendimentos ativos no mundo, isto é, que trazem para casa através de seus próprios empregos, mas também uma grande parte do rendimento passivo - dinheiro em família ou dinheiro herdado.

O autor examina como as mulheres passaram de donas de casa a proprietárias de imóveis. Como a academia de ginástica doméstica e o escritório em casa estão ligados ao movimento da saúde da mulher e aos negócios com sede nos lares. Saiba porque a geladeira venceu o fogão como eletrodoméstico fundamental; como cada grande cadeia de hotéis do mundo redesenhou seus quartos e serviços para a hóspede executiva; porque alguns shoppings centers, atraentes para as mulheres, estão obtendo êxito, enquanto outros fracassam; o que as mulheres buscam on-line e porque alguns sites de varejo, como Amazon, por exemplo, atraem-nas enquanto outros as afastam.

O livro trata das as características femininas que devem ser levadas em conta na hora de montar um plano de marketing ou dirigir um negócio. Para Paco, se um homem de negócios ainda não registrou e assimilou exercício de poder e influência por parte das mulheres, ele está com grandes falhas de comunicação. “Se sua loja, restaurante, banco, recepção de hotel, shopping Center ou outro espaço público ou local de conveniência ainda não reconheceu o fator feminino, se não é convidativo para a mulher entrar e se sentir bem, à vontade e segura, então é bastante ruim. Assim, você também arrisca perder para sempre uma eficiente maioria de consumidoras que ficarão mais do que felizes de contar a todos os seus amigos e conhecidos, sobre o lugar ou serviço novo e agradável que elas conheceram. Segundo minha experiência, as mulheres são muito boas na comunicação boca a boca” informa.

Info:
Título: O QUE AS MULHERES QUEREM?
Autor: Paco Underhill
Editora Campus-Elsevier
Categoria: Profissional Negócios / Marketing/Vendas
Formato: 16x23 cm
Páginas: 240
Preço: R$ 59,90

Perfumaria é o setor que mais cresceu no varejo

Perfumaria é o setor que mais cresceu no varejo
O setor de perfumaria e cosméticos foi o que mais cresceu no varejo nacional. Dados divulgados nesta segunda pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que este segmento registrou crescimento de 2,6%, garantindo destaque ente os dez principais itens do varejo. Além disso, o estudo mostra que as vendas do varejo como um todo aumentaram em 10,4%, resultado que é recorde entre os meses de agosto, desde quando a pesquisa foi iniciada.
Para Filipe Sabará, diretor de negócios da Beraca, uma das líderes globais em insumos da biodiversidade brasileira para a indústria de cosméticos, os dados refletem o ótimo momento dos mercados nacional e internacional. A unidade de beleza é a que registra maior salto no faturamento da empresa, que só entre o primeiro trimestre deste ano e o de 2009 cresceu 76%. Ainda em 2010, a companhia pretende alavancar o crescimento médio de 14% ao ano e o faturamento de R$ 100 milhões.

Fonte: Alshop

Dois terços da classe C não leem rótulos

Consumidor mostra-se disposto a levar uma vida saudável, mas não se informa corretamente

Pesquisa da Apas foi feita em 8,2 mil lares: 44% das classes A e B não leem rótulos e são 30% nas faixas D e EAs letrinhas são miúdas mesmo. Muitas vezes estão espremidas na tampa, no fundo da embalagem, ou em um cantinho do rótulo. Mas não é tão difícil assim ler o rótulo de produtos alimentícios e de bebidas. Mesmo assim, menos da metade dos consumidores tem o hábito de ler as informações sobre ingredientes e propriedades nutricionais desses itens.

Uma pesquisa encomendada pela Associação Paulista de Supermercados (Apas) à Kantar Worldpanel, em 8,2 mil lares pesquisados no primeiro semestre deste ano, mostra que 44% das pessoas das classes A e B disseram que têm o costume de ler rótulos. Entre os da classe C, a fatia é de 38%. No conjunto dos consumidores das faixas D e E, o número cai para 30%.

"A falta do hábito de ler rótulos é uma contradição em um mercado no qual o consumidor estaria cada vez mais preocupado em escolher alimentos mais saudáveis", diz João Carlos Galassi, presidente da Apas. O consumidor que não lê rótulos está mais propenso a cometer erros na hora de escolher entre o que é saudável e o que não é. A prateleira de sucos prontos para beber é um bom exemplo. Quem presta atenção já reparou que a maior parte dos produtos leva a palavra néctar e não suco na embalagem. A diferença está na formulação.

Conforme o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para ser suco pronto o produto precisa ser "bebida não fermentada, não concentrada e não diluída, destinada ao consumo, obtida da fruta madura e sã, ou parte do vegetal de origem, por processamento tecnológico adequado, submetida a tratamento que assegure a sua apresentação e conservação até o momento do consumo." Com exceção de alguns sucos adoçados e que levam uma percentagem baixa de água, se a bebida não obedecer a essa regra (decreto nº 6871/09), ela não pode ser chamada de suco. Ela será néctar ou refresco de frutas.

O néctar, de acordo com instrução normativa IN 12/03 e a portaria 544/98 do Ministério, leva água, açúcar ou adoçantes e deve ter uma percentagem de polpa de fruta. Os sucos de abacaxi, por exemplo, têm 40% de fruta. Os de laranja e de uva, 30%. Os de pêssego têm 40% e os de maracujá, 10% . Esses percentuais podem até ser maiores, a critério de cada fabricante. Mas a maioria, segundo o Ministério, fica nos parâmetros estipulados.

O refresco tem percentuais ainda menores e mais água e açúcar. Os de abacaxi, uva e laranja têm 30%. Os de maracujá, só 6% e os de pêssego nem precisam conter a fruta, segundo a mesma norma. No Brasil, estima-se que 90% do mercado de bebidas prontas de fruta seja formado por néctares e refrescos. Essa característica chega a afastar algumas empresa a entrar nesse segmento.

A PepsiCo, por exemplo, é dona de uma das marcas de sucos mais vendidas dos Estados Unidos e Europa, a Tropicana. Segundo fontes do mercado, a empresa não lança a marca aqui por conta do domínio dos néctares.

Como os néctares de frutas leva água e açúcar, custam mais barato do que os sucos. Uma vez que poucos consumidores sabem a diferença entre néctar e suco, isso inviabilizaria a investida da multinacional americana. Afinal, o consumidor não entenderia a razão de o produto custar mais caro.

Outros alimentos considerados saudáveis também estariam em perigo se houvesse mais consumidores lendo rótulos. As barrinhas de cereais são um exemplo. Ao contrário do que acontece com os sucos, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não existem regras que definam quais ingredientes e em que quantidades as barrinhas precisam ter.

A maior parte delas é feita com xarope de glicose e flocos de arroz - muito mais arroz do que outros cereais, como cevada e aveia. É fácil saber quais os ingredientes em maior quantidade nas barras (e em outros produtos e geral). Conforme a Anvisa, na relação de ingredientes de cada gênero alimentício ou bebida, os em maior quantidade devem vir em primeiro lugar na lista. A ordem obedece à quantidade.

Ainda com relação às barrinhas, o xarope de glicose, assim como o sódio, tem sido considerado um dos grandes vilões da saúde por especialistas da Europa e Estados Unidos. A tese é polêmica. Alguns cientistas culpam o xarope de glicose de provocar ganho rápido de peso em seus consumidores. Outros estudos isentam o ingrediente.

A soja também é um ingrediente polêmico. Muitos a consideram saudável. Vários estudos dizem que ela é rica em proteínas, tem isoflavonas e ácidos graxos insaturados que têm ação na prevenção de doenças crônico-degenerativas, como arteriosclerose, artrose e osteoporose. Mas há pesquisas que também dizem que a soja pode não ser tão boa assim. Alguns estudos alegam que o grão contém altas quantidades de toxinas que não podem ser completamente destruídas nem por um longo cozimento - a não ser que a soja seja consumida em forma de queijo tofu. Essas toxinas seriam os fitatos (que bloqueiam a absorção de minerais pelo corpo) e inibidores de enzimas (que atrapalham a digestão de proteínas).

"Mas para cada um estudo dizendo que a soja é maléfica, há 30 ou 40 dizendo que ela é boa", diz Torkel Rhenman, diretor mundial da Solae. A Solae é uma joint venture entre a Bunge e a Du Pont e é líder mundial na produção de ingredientes à base de soja para indústria alimentícia. Sob a forma de lecitina de soja, o grão é usado em diversos produtos como chocolates, margarinas, achocolatados, bebidas instantâneas e gomas de mascar. Já a proteína texturizada de soja é usada pela indústria de alimentos em diversos alimentos como salsichas, hambúrgueres e almôndegas. Sua principal função, segundo a Solae, é substituir parcial ou totalmente as proteínas animais nos mais variados alimentos processados.

O Brasil é um dos maiores consumidores mundiais de bebidas à base de soja. Em 2009, este mercado movimentou cerca de US$ 5,5 bilhões no mundo, segundo a Euromonitor. O Brasil ficou com US$ 600 milhões desse total, ou seja 10,9% do mercado global.

Fonte: Valor Econômico

 

"Extra supermercado" abre mais 16 lojas

Inaugurações acontecem em S. Paulo e Rio de Janeiro para conversão de lojas Comprebem e Sendas nos dois Estados

O Grupo Pão de Açúcar avança em seu projeto de expansão da bandeira Extra Supermercado. A rede investe R$ 14 milhões na inauguração de dezesseis novas lojas no dia 27 de outubro, sendo onze originárias da rede CompreBem, em São Paulo, e cinco Sendas, no Rio de Janeiro. Com essas aberturas, já são 55 lojas da rede presentes nos Estados de S. Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Ceará. O plano de conversão prevê a finalização das conversões até o final de 2011, o que deve posicionar a rede de supermercados como a maior do País, com mais de 170 pontos de venda. As primeiras lojas viradas em agosto desse ano já demonstram o sucesso de vendas, com elevação de até dois dígitos frente ao faturamento das mesmas unidades nas antigas bandeiras.

O Extra Supermercado se caracteriza como uma loja de bairro completa com destaque para as seções de perecíveis e alimentos. Com a expansão da rede, a empresa aumenta a escala dos seus negócios e capitaliza sinergias e ganhos operacionais especialmente nas áreas de comunicação, marketing, logística e administração. Esses ganhos são repassados aos consumidores em formato de melhores preços, reforçando a política de competividade da bandeira.

Com a força promocional da marca Extra, a rede conta com as mesmas ofertas disponíveis em eventos como, por exemplo, a Quarta Extra, de vendas de frutas, verduras e legumes e que também conta com promoções em todas as seções da loja. Outras ações, como o aniversário da bandeira, comemorado em novembro, também fazem parte do calendário de descontos no formato supermercado.

Junto com as inaugurações, o Extra inicia a Campanha de aniversário da rede intitulada A Melhor Festa do Brasil . Válida entre os dias 27 de outubro a 30 de novembro, a ação reuniu e intensificou em um único mês, cinco grandes promoções, com ofertas em alimentos e não alimentos. O consumidor que for a loja vai encontrar um festival de diferentes ações promocionais: Grandes Descontos, indica produtos com preços especiais que são bem mais baratos; Embalagem Econômica, que garante que o consumidor leva mais produtos e pagando menos; Compre Ganhe, que premia os clientes com outro produto ou brinde; Extra Oferta, preços baixos e muito especiais; e Extra Vantagem, quanto mais de um produto o consumidor leva, menos ele paga. Além desse pacote promocional, um mês do Natal, nos Hiper e nos Super, na compra de R$ 40 determinados produtos de cada marca participante da campanha, o cliente ganha um panetone de fabricação própria. No Extra Fácil, a cada R$ 40,00 em produtos Qualitá e Taeq, o cliente ganha um panetone Qualitá.

A expansão do formato Extra Supermercado está alinhada a estratégia da rede para atender aos clientes em seus diferentes momentos de compra, transferindo os benefícios de preços, produtos e serviços em todos os canais. Uma pesquisa do Latin Panel indica que 52% dos lares brasileiros vão em três ou mais canais - padarias, auto-serviço, atacarejo, farmácia etc - todos os meses. O Extra mantém operações em super, hiper, lojas de proximidade (Extra Fácil), drogarias, postos e também na internet, com www.extra.com.br.

A proposta do Extra é reunir várias soluções de compra sob uma mesma marca, ou num único ambiente de compra, facilitando a vida do consumidor com produtos de qualidade, preços competitivos e facilidades de pagamentos. “Com o aumento da renda e do emprego, o consumidor ampliou seu poder aquisitivo e está mais exigente tanto no que diz respeito a qualidade, como também facilidade, sortimento e serviços”, declara José Roberto Tambasco, Vice Presidente Executivo do Grupo Pão de Açúcar.

Cada loja oferece, em cerca de 1.500 m², um sortimento com 20 mil itens, especialmente para compras diárias, como padaria, frutas, verduras e legumes, congelados e açougue. Com uma loja mais completa, o quadro de colaboradores foi ampliado em 30%, entre funcionários diretos e indiretos, garantindo melhor atendimento. Segundo Tambasco, as melhorias e novidades são altamente percebidas e ainda mais valorizada pelos clientes em razão da associação à marca Extra. “ Identificamos que, em alguns casos, como nas classes mais populares, a marca Extra é altamente reconhecida pelos seus diferenciais e chega a ser citada como um aspiracional de consumo", destaca Tambasco.

 

Rio Franchising Business 2010 atrai empresários do Sudeste interessados em franquias

Rio Franchising Business 2010 atrai empresários do Sudeste interessados em franquias
Redes como MegaMatte e D'pil já planejam negócios para 2011.
Empresários e empreendedores vão se encontrar na próxima semana no Rio de Janeiro durante a Rio Franchising Business 2010. A feira de negócios realizada pela ABF-Rio coloca a cidade como referência no segmento de franchising. Considerada uma das 10 maiores do mundo, investidores visam ampliar o volume de negociações em decorrência da participação no evento. Redes como MegaMatte e D'pil já planejam negócios para 2011 a partir de contatos feitos com candidatos a franqueadores durante a feira.

O evento acontece no Riocentro, de 4 a 6 de novembro, e ocupará uma área de 6.500m2, são 160 marcas expositoras e a expectativa é receber 18 mil visitantes. Com mais de R$ 30 milhões em negócios gerados em 2009, a 4ª edição a feira tem a expectativa de movimentar R$ 40 milhões em volume de negócios em 2010.

"A ABF-Rio está completando 20 anos de existência. Estamos fortes, capitalizados e representativa quando o assunto é franchising. Grandes eventos internacionais estão para acontecer no Rio de Janeiro, o que torna a cidade uma grande vitrine para bons negócios. Além de novos expositores teremos palestras e painéis gratuitos para os participantes. A Rio Franchising Business configura-se como uma feira de pequenos custos e grandes negócios. Abre portas para as principais redes do país e exterior, empreendedores, investidores, novos entrantes, antigos parceiros e empresas que pretendem adotar o franchising como forma de expansão. Esperamos receber missões vindas do Espírito Santo, Minas Gerais, bem como grupos do Nordeste e região Centro-Oeste do Brasil", destaca o presidente da ABF-Rio, Alain Guetta.

Veterana no evento, a rede de lanchonetes MegaMatte participa da feira desde 2008 e estará mais uma vez presente nesta edição. Segundo a diretora executiva da rede, Fátima Rocha, a empresa vai além de apresentar sua marca aos interessados em franquia. "Com base nesta experiência anterior, neste ano aumentamos a nossa equipe de atendimento, para que todos os candidatos possam tirar suas dúvidas e conhecer melhor a MegaMatte", destaca Fátima Rocha.

Fátima também prevê bons negócios já que a feira é o primeiro passo para o candidato demonstrar interesse em obter um franquia MegaMatte. "Investimos R$ 30 mil neste evento. Não participamos com o intuito apenas de vender franquias, mas, de fazer contatos interessantes e agendar reuniões mais aprofundadas sobre o investimento. Nossa intenção é fazer, no mínimo, 200 atendimentos. Temos grande interesse na capital do Rio mesmo, Região dos Lagos, Região Serrana, Baixada Fluminense", pontua.

Este ano a feira conta com novos expositores como a franquia D'PIL, rede especializada em fotodepilação inteligente e fototerapia. Com um ano de existência no mercado a marca consolidou-se com a primeira no segmento com mais de 200 unidades espalhadas por quase todos os estados brasileiros. "Entramos no mercado com uma proposta inovadora e com um plano de expansão agressivo. Os excelentes índices desse primeiro ano devem-se à confiança que os clientes depositaram no nosso sistema e ao grande esforço dos franqueados", conta o diretor geral, Danny Kabiljo.

O evento também está no foco de visitantes que desejam realizar negócios na área. É o caso do advogado diretor da Cobrart - Gestão de Ativos, Luiz Felizardo Barroso, associado da ABF-Rio, que volta à feira como visitante graças aos bons contatos que fez em edições anteriores. "A experiência foi extremamente satisfatória em termos de marketing profissional e na conquista de novos clientes. Pretendo disseminar novos conhecimentos, fazer contatos e conhecer empresas novas que estão no mercado. Sou consultor em franchising, em especial para o que diz respeito à legalização do negócio. Tenho certeza que as palestras serão bastante proveitosas", analisa.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Especialistas discutem o setor de moda no franchising

Especialistas discutem o setor de moda no franchising
A Associação Brasileira de Franchising (ABF) mais uma vez realiza o encontro de profissionais do setor de moda, no próximo dia 28 de outubro, com o objetivo de discutir sobre a gestão de empresas atuantes da área, com temas relevantes do dia a dia. Representantes da Chilli Beans, Havaianas, Hering, Puket, Via Uno e Morumbi Shopping estarão presentes para compartilhar suas experiências. É uma excelente oportunidade para conhecer tendências, estilos e inovações de um setor que está sempre em constante evolução. Confira a programação completa no site www.abf.com.br.

Serviço:
2º Simpósio de Moda da ABF
Data: 28 de outubro, das 8h30h às 13h30
Endereço: Av. das Nações Unidas, 10.989, conj. 112 – Vila Olímpia

Mr. Mix realiza evento para apresentar modelo de negócios para futuros franqueados

O objetivo é expandir a rede que atualmente já soma 22 unidades
No dia 28 de outubro, próxima quinta-feira, às 9h, a Mr. Mix, maior rede especializada em milk shakes do mercado, vai promover um evento para apresentar seus produtos e modelo de negócios para potenciais investidores. Batizado de Mr. Mix Day, o encontro acontecerá na capital paulista, na Franchising Store, loja especializada em venda de franquias.

Na ocasião os participantes terão a oportunidade de degustar os produtos vendidos nas lojas da Mr. Mix e conhecer detalhes do negócio, além do plano de expansão da rede. Com 22 lojas em operação, e oito em processo de abertura, a Mr. Mix pretende encerrar o ano de 2011 com 50 operações, ampliando a presença em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Quem comparecer ao evento e formalizar o contrato de franquia até o final de novembro contará com algumas condições especiais.

Para participar do Mr. Mix Day os interessados podem fazer a inscrição por meio do telefone (11) 3467-3939 ou enviando seus dados para o e-mail mrmix@franchisestores.com.br

Alshop dá dicas para quem quer garantir a vaga após trabalho temporário

Alshop dá dicas para quem quer garantir a vaga após trabalho temporário
Com cenário positivo e a indústria de shoppings crescendo a passos largos, a partir da chegada de novos empreendimentos por todo o Brasil, o setor varejista espera incrementar suas lojas com a contratação de aproximadamente 130 mil trabalhadores temporários que irão atuar nos períodos que antecedem à data natalina de 2010.
Este é o número constatado segundo pesquisa realizada pela Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping) junto a dezenas de marcas do setor de todo o País, um crescimento de 10% sobre o mesmo período do ano anterior, diante do efetivo de 119 mil profissionais contratados pelo setor no ano passado. Conforme comportamentos anteriores, cerca de 75 mil destas vagas serão preenchidas por pessoas com idade entre 18 e 40 anos.

Mas o candidato que deseja garantir a sua permanência no ponto de venda deve ficar atento à algumas regras básicas de conduta, pois a avaliação é constante por parte de seus superiores no período anterior à contratação definitiva. “Primeiramente, avalie seu próprio perfil e tente descobrir qual é seu público-alvo. Se você se identifica com a sofisticação apresentada por algumas lojas, não descuide do visual, e não se esqueça de que estar bem vestido, é diferente de ter que se arrumar para uma festa. Lembre-se que suas roupas funcionam como a embalagem de um produto”, destaca a gerente de Recursos Humanos da Alshop, Solange Teixeira.

Na contramão do luxo, se o seu segmento de atuação é o público mais jovem, o cenário muda, e nestes casos vale o uso de piercings, tatuagens, cabelos extravagantes e uma moda mais despojada, sem deixar de lado o cuidado na abordagem de seus clientes, clareza nas informações e uma boa iniciativa, pois a cortesia e educação são sempre bem vindas, até mesmo na informalidade, e isso diferenciará você dos outros candidatos à vaga.

Para projetar seriedade e responsabilidade, convém as mulheres não exagerarem na maquiagem, no perfume e nem na altura do salto. “Opte por uma roupa de bom caimento, uma saia, calça, camisa ou blazer, e esteja elegante, deixando as roupas mais chamativas para ir à um programa de fim de semana. No quesito comunicação, é salutar evitar gírias, e prestar atenção no tom de voz usado, pois algumas pessoas, quando ficam nervosas ou ansiosas, falam depressa ou alto demais”, aponta Solange.

Existem muitas outras dicas e pontos a serem discutidos e analisados, mas ao contrário do que a maioria pensa, conseguir emprego não é difícil, mas permanecer ele, sabendo que há uma data certa para você sair, torna a situação um pouco mais delicada. “Seja sociável, interessado, acessível, comprometido, flexível, tenha jogo de cintura frente aos imprevistos, enfim, invista nestas características para que você tenha o retorno que deseja: a efetivação da vaga”, conclui a executiva da Alshop.

Fonte: Divulgação Alshop

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Vendas do varejo crescem 7,9% em setembro

Vendas do varejo crescem 7,9% em setembro
De acordo com o IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas), último trimestre será de otimismo para o comércio brasileiro
O mês de setembro fechou com aumento de 7,9% nas vendas, em comparação ao mesmo período de 2009, segundo a pesquisa realizada pelo IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas) com os 35 maiores varejistas do país, associados ao Instituto. Esta taxa supera ligeiramente a última previsão, no qual foi projetado um crescimento de 7,4%.

O IAV-IDV aponta para um último trimestre otimista. Em outubro, a expectativa é que se atinja uma taxa de crescimento de 7,7% em relação a igual mês do ano anterior. Em novembro, este número sobre para 7,9%, e volta aos 7,7% para o último mês de 2010. De acordo com o Índice, a média de vendas do comércio neste ano será de 7,1%, a maior da série histórica, pois as taxas registradas em 2008 e 2009 foram 3,9% e 3,6% respectivamente.

Os setores do varejo ligados a bens duráveis, como material de construção, móveis, eletrodomésticos e informática, despontam com as maiores taxas de crescimento, sempre superiores a 10%. Setores de bens semi-duráveis, como vestuário e livraria, apresentam vendas dentro da média, enquanto os setores de bens não-duráveis (alimentação fora do lar, super e hipermercados e farmácias) apresentam as menores taxas, inferiores à média do varejo.

Os resultados explicam-se em função da conjuntura econômica atual, que encontra-se bastante favorável e sem perspectiva de súbitas alterações no curto prazo. Em agosto, a taxa de juros ao consumidor final foi de 39,9%, a menor média mensal registrada pelo Banco Central, e a taxa de desemprego medida pelo IBGE foi de 6,7%. Além dessas razões, a confiança do consumidor também apresentou índice recorde, a maior já verificada pela Fundação Getúlio Vargas desde setembro de 2005.

As condições dos determinantes de consumo explicam o crescimento generalizado ocorrido nos segmentos do varejo. O destaque dos setores de bens duráveis demonstra uma alteração no padrão de crescimento verificado no ano passado, quando setores de bens não-duráveis comandaram a expansão das vendas, impulsionadas pela expansão do mercado de trabalho, mesmo com a desconfiança do consumidor e dos juros em alta. Com a melhora das condições de crédito e com o consumidor mais confiante, o setor de bens duráveis (mais dependentes de financiamento) acabou beneficiando-se, na comparação com um ano fraco de vendas.

Curso de Marketing Promocional e Merchandising

Curso de Marketing Promocional e Merchandising
O curso abrange os conceitos e as tendências do marketing promocional aplicado ao varejo, bem como aplicações práticas e estudo de casos.
Público Alvo

Estudantes e profissionais de comunicação e marketing, administração, profissionais do varejo e empresas que desejem atuar de forma mais estratégica e eficaz na comunicação no ponto-de-venda.

Conteúdo Programático

Mercado e Conceitos
• Mix de marketing X Mix de comunicação;
• Comunicação above the line X below the line;
• Marketing, publicidade e propaganda;
• Marketing promocional e digital – um casamento efetivo;
• Promoção institucional X Promoção de vendas;
• Merchandising editorial;
• Trade marketing: relação entre indústria e varejo.

Promoção
• Promoção institucional: Valorizando a imagem da empresa;
• Visão estratégica de promoção de vendas;
• Itens e ações promocionais;
• Legislação de promoção com premiação.

Merchandising no Ponto-de-Venda
• Evolução do varejo e do PDV;
• Comportamento do consumidor: necessidades e tomada de decisão;
• Ambiente promocional e compra por impulso;
• Branding e comunicação no PDV;
• Atmosfera de vendas e visual merchandising;
• Layout de loja e gerenciamento de espaço;
• Impacto dos materiais de exibi técnica;
• A importância do atendimento no PDV;
• Tendências para o PDV.

O Profissional de Comunicação no Varejo
• No media: noções de viral, guerrilha e infotenimento;
• O mercado de promoção e merchandising no varejo;
• Relacionamento entre agência e cliente;
• Oportunidades de atuação profissional.

Programação

08:00h - Credenciamento;
08:30h - Início do Curso;
12:30h - Intervalo (almoço);
14:00h - Retorno das atividades;
18:00h - Encerramento e Entrega de Certificados.

Facilitador

Wagner Bastos / @WBastos
Publicitário com MBA em Marketing. Atua com Marketing Promocional e Merchandising há mais de quinze anos, prestando consultoria a agências e empresas na área de marketing, merchandising, promoções e varejo. Professor de Marketing do Centro de Linguagem e Comunicação da PUC – Campinas.


Local

Espaço Maestro
Rua Maestro Cardim, 1.170 – Paraíso - São Paulo – SP.
(Próximo ao metrê Paraíso, atrás do shopping Pátio Paulista)

Investimento

Estudantes (graduação e pós-graduação) R$150,00
Pagamento em duas vezes, 50% na reserva de vaga (R$75,00) e 50% no dia do curso (R$75,00);
10% de desconto para pagamento integral antecipado- R$135,00

Profissionais R$300,00
Pagamento em duas vezes, 50% na reserva de vaga (R$150,00) e 50% no dia do curso (R$150,00).
10% de desconto para pagamento integral antecipado - R$270,00
Desconto especial de 20% para grupos de no mínimo 5 integrantes e ex-participantes Integra.
Os valores para estudantes passarão para R$ 120,00 e profissionais R$240,00.
* Consulte-nos para saber sobre outros descontos para grupos.

Obs.: No valor stá incluso coffee, material de apoio e certificado.
Inscrições e informações: http://www.integracursos.com.br/

Blitz: De volta !

Ola a todos !

Já fazia algum tempo que não postava nada na coluna Blitz.
Seguem algumas fotos:

Toda vez que menciono alguma questão envolvendo a exposição de embalagem no ponto-de-venda, sempre me vem à mente as embalagens do whisky White Horse, que cria um desenho unico, utilizando todas as faces da embalagem.

Interessante vitrine criada na loja HP do Shopping Vila Olimpia (SP). O chão espelhado (perceba a linha tenue que divide os suportes) cria uma profundidade que destaca ainda mais os elementos luminosos que servem de suporte para as peças. Sensacional !

Casas Bahia com novo conceito? Adorei essa nova Casas Bahia, no Shopping ABC (SP), com desenho mais limpo e organizado, longe do amontoado de produtos do desenho antigo.

No Rio, tive a oportunidade de conhecer a famosa Banca do David, que em minha opinião, se um dia já foi algo revolucionário, já está na hora de se recriar novamente. No varejo, nada é definitivo.

Ainda no Rio, encontrei unidades do Bob´s e até do Spoleto (rede de fast-food de culinaria italiana), com opçoes de café da manhã. Novos formatos e oportunidades de negócio tomando carona no modelo adotado pelo McDonald´s.

 É isso aí pessoal ! Em breve, trago mais novidades !


Um grande abraço e boas vendas,

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.com.br
@falandodevarejo



sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Fnac abre maior Apple Shop da América Latina

Fnac abre maior Apple Shop da América Latina
A Fnac inaugura hoje no MorumbiShopping, em São Paulo, uma Apple Shop de 200 metros quadrados, o maior espaço do gênero dedicado a produtos Apple na América Latina. As Apple Shops são ambientes totalmente focados no conceito Apple, criando uma experiência de compra diferenciada, com a oferta de toda a linha de produtos da marca, acessórios e produtos de terceiros para uso doméstico ou profissional. O local conta com consultores treinados pela Apple e consultores de vendas Fnac, disponíveis para dar explicações sobre a tecnologia Mac. Além disso, as Apple Shops oferecem regularmente demonstrações das soluções Apple e de seus produtos, além de eventos e workshops.

Fonte: Mercado & Consumo

Walmart reforça planos e volta olhos para a classe C do Brasil

Walmart reforça planos e volta olhos para a classe C do Brasil
De olho no crescimento das classes C e D brasileiras, o Walmart irá investir para ampliar a rede nordestina TodoDia, que possui 112 lojas pelo País. A ideia é ampliar a atuação nos mercados emergentes, tanto que para isso terão US$ 14 bilhões de investimentos em 2011, ante os US$ 12,2 bilhões previstos para este ano, principalmente em unidades no Brasil, México e China. Em 2012, a companhia prevê um volume ainda maior: de US$ 13,5 bilhões a US$ 14,5 bilhões. O Walmart prevê até dobrar seus aportes no mercado americano (entre US$ 7,5 bilhões e US$ 8 bilhões), em relação aos investimentos previstos entre US$ 3,5 bilhões e US$ 4 bilhões para o ano fiscal de 2010.
Uma das principais características do TodoDia é ter em seu quadro de funcionários pessoas do bairro, o que garante também o atendimento mais personalizado da rede aos clientes. A bandeira aposta em conceitos como açougue, padaria e farmácia próprias, de olho na tendência do mercado, em que o novo consumidor quer ir para um hipermercado e conseguir fazer tudo o que precisa no local sem precisar ir para outro local.

Fonte: DCI

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Extra traz para consumidores móveis com certificação ambiental

Extra traz para consumidores móveis com certificação ambiental
Produtos com o Selo Biomóvel garatem o cuidado com o meio ambiente em todas as fases de vida do móvel

Alinhado a política de responsabilidade socioambiental e apoio aos fornecedores que preservam e respeitam o meio ambiente, o Extra começa a disponibilizar, em suas 105 lojas do formato Hipermercado, móveis de jardim com o selo Biomóvel. A certificação comprova que os produtos seguem rigorosos princípios de sustentabilidade desde a pré-produção até a fase de destino final.

No Extra, os móveis vendidos com o selo são da linha Garopaba do fornecedor Espaço Casa e Jardim. Por enquanto, a rede oferece duas mesas e dois tipos de cadeiras com a certificação. Para Hugo Bethlem, Vice Presidente Executivo do Grupo Pão de Açúcar, a idéia é ampliar o mix de produtos com essa preocupação ambiental nas lojas do Extra. “É fundamental que os setores se unam e possam replicar as boas práticas. A parceria reforça a preocupação das empresas em informar ao consumidor a importância de adotar hábitos sustentáveis no dia-a-dia e criar soluções que facilitem seu engajamento”, afirma.

O Selo Biomóvel promove a melhoria qualitativa dos produtos no setor de móveis e decoração, com base na redução da utilização de recursos não-renováveis e das emissões por unidade de produto. Até o projeto do móvel em si, a sua criação, visa eliminar peças desnecessárias, consumir pouca energia em sua fabricação, nas embalagens e peças de marketing para sua divulgação, utilizando, dentro do possível, materiais reciclados. Mais informações sobre o selo no site http://www.biomovel.org.br/?t=selo

Plastrom Sensormatic apresenta diretor de soluções e satisfação do cliente

Plastrom Sensormatic apresenta diretor de soluções e satisfação do cliente
Carlos Eduardo Santos será responsável por oferecer consultoria e indicar soluções que resultem em maior satisfação do cliente
Para buscar novas oportunidades de negócios e, ao mesmo tempo, fortalecer e estreitar o relacionamento com seus clientes, a Plastrom Sensormatic, empresa especializada em soluções de prevenção de perdas, acaba de contratar Carlos Eduardo Santos como diretor de soluções e satisfação do cliente.

Santos é formado em Direito e Administração de Empresas e possui MBA em Gesão de Riscos e Segurança Empresarial pela FECAP-SP. Além disso, é membro do Provar - Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (FIA) - e executivo do varejo atuante nas áreas de Auditoria, Controles Internos, Gerenciamento de Riscos e Prevenção de Perdas. Além dessas funções, leciona Prevenção de Perdas, Gerenciamento de Riscos e Direito em cursos Pós-Graduação e MBA na FIA/PROVAR e FAPI/FESP. O diretor também é autor do livro “Manual de Prevenção de Perdas e Gestão de Riscos” e administrador do Portal Prevenir Perdas (www.prevenirperdas.com.br).

Com mais de vinte anos de experiência junto ao varejo, o novo diretor terá como responsabilidade ajudar a Plastrom Sensormatic a enxergar novas oportunidades junto a clientes já conquistados e a prospects, e estar à disposição de todos para oferecer consultoria e indicar soluções que resultem em uma maior satisfação do cliente. Em paralelo, o executivo trabalhará alinhado com a Tyco Electronics, sócia internacional da empresa, ampliando e readequando a linha de produtos oferecidos.

"Nossa estratégia é importar produtos e tecnologia que sejam facilmente ajustáveis às necessidades das empresas presentes no Brasil. Com isso, buscamos atingir a meta de ampliar a participação da empresa no mercado, mantendo a liderança já conquistada, além de fidelizar os clientes, atendendo às suas demandas", resume o diretor.

Riachuelo dispara e prevê vender R$ 3 bilhões este ano

Com a meta de a1cançar o primeiro lugar no pódium no Brasil na categoria como rede nacional do varejo de vestuário e acessórios, a Riachuelo tem apresentado forte desempenho e pode obter faturamento de R$ 3 bilhões, segundo analistas do mercado. No ano passado a empresa teve receita estimada em R$ 1,9 bilhão e ficou atrás da Lojas Renner, que faturou em torno de R$ 3,024 bi.

Entre as estratégias para ganhar mercado e superar a concorrência, a meta é investir R$ 1,7 bilhão até 2013 para dobrar a área de vendas, de 240 mil metros quadrados para 480 mil metros² no período, ampliando a rede das atuais 114 para 190 lojas, nos próximos três anos. Até o final do ano serão inaugurados mais 10 pontos de venda.

De acordo com o presidente do Grupo Guararapes - controladora da Riachuelo - Flávio Rocha, a expansão deve abrir 8 mil postos de trabalho, aumentando para 22 mil o contingente de colaboradores. Além da Riachuelo, o Grupo é dono da confecção leva seu nome, além de um shopping center, o Midway Mall, em Natal (RN), e uma financeira que tem o mesmo nome do mall.

Outra vertente que o grupo deve passar a atuar para tentar alcançar a liderança é aumentar a fidelização dos clientes por meio do cartão próprio (private label) da loja, que até o ano passado envolvia 15,7 milhões de cartões, mas deve fechar 2010 com aumento de 11,45%.

A novidade mais recente é que a partir do próximo ano a rede varejista, por meio da financeira Midway, doGrupo, irá se 'bandeirar' com as marcas Visa ou Mastercard. Cerca de 1,5 milhão de cartões até o final de 2011 terão uma das bandeiras, o que representa 8,5 % do total que a empresa possui.

Segundo Flávio Rocha ainda não há previsão de data para que todos os cartões sejam convertidos. "Faremos essa primeira experiência para saber como nossos clientes vão receber a novidade", explicou o presidente do Grupo Guararapes. Hoje, o tiquete médio da rede é R$ 120, o que é um aumento de 21% em relação a 2008, e o que mostra que a Riachuelo, assim como muitas redes varejistas, se recuperaram da crise internacional que aplacou o País e vê boas vendas este ano.

Datas sazonais

Segundo Rocha, o Natal é um exemplo que deve ter um lucro acima de dois dígitos e para isso deve contar com reforço de mão de obra temporário de 12 mil colaboradores para a data sazonal de 2010, que deve ter um aumento de 50% em relação ao ano passado.

A expectativa deve seguir as datas sazonais anteriores que para a marca foram recordes de vendas. No segundo trimestre deste a marca alcançou um lucro líquido de R$ 58,2 milhões, uma alta anual de 36,8%.

Ou seja, o grupo Guararapes viu as vendas do período impulsionadas por datas festivas como o Dia das Mães e o Dia dos Namorados. Conforme a empresa, a concentração dessas duas importantes datas fez do segundo trimestre deste ano um período sazonalmente importante para o segmento de vestuário.

Especialistas no setor, lembram que o segmento de vestuário ficou em segundo lugar no primeiro semestre de vendas, no comércio varejista de São Paulo - com 11,7 e deve manter o ritmo de crescimento e até mesmo aumentar por conta da fomentação do crédito.

Moda para a nova classe

Com um poder de compra maior a nova classe emergente a Riachuelo teve a ideia de trazer o nome de um estilista da classe de luxo, Oskar Metsavaht, dono da grife carioca Osklen, um dos nomes mais procurados do mundo fashion no País, para desenhar as roupas para a rede com o intuito de dar a classe uma uma nova maneira de cobrir o corpo. Serão ao todo 120 mil peças para a coleção verão que estarão disponíveis em todas as lojas da rede à partir do 15 de novembro com preços a partir de R$ 29,90 e vão até R$ 200.

"Temos o objetivo de buscar uma sinergia entre a classe emergente e as mais altas", explicou o presidente da companhia. Ele enfatizou a opinião da importância da disponibilidade de crédito para o que ele auto-titulou de "milionários sem dinheiro": pessoas que gastam hoje toda a renda disponível para alcançar o objetivo de se ter o que todas as pessoas da classe B já possuem como roupas de grifes, carro, casa própria e acesso ao crédito maior.

As peças vão carregar o espírito "cool" da marca e serão inspiradas no Rio de Janeiro, que serviu de cenário para a campanha desta coleção. O valor da campanha não divulgado pela empresa por questões estratégicas.


Fonte: DCI

MMartan deve atingir 140 lojas em 2011

MMartan deve atingir 140 lojas em 2011
Josué Gomes da Silva, da Coteminas e da Abit, diz que alta do algodão é "até boa"

A MMartan deve chegar ao próximo ano com 140 lojas inauguradas. A informação é de Josué Gomes da Silva, presidente da Coteminas, que comprou o controle da varejista especializada em cama, mesa e banho em abril de 2009, por R$ 55 milhões. No primeiro semestre deste ano, a rede de lojas contava com 112 lojas. No primeiro semestre do ano passado, eram 82 pontos de venda..

Fonte: Valor Economico

Cencosud quer abrir 30 lojas Bretas em três anos

Cencosud quer abrir 30 lojas Bretas em três anos
O grupo chileno Cencosud planeja abrir nos próximos três anos 30 lojas da rede mineira Bretas, cuja aquisição foi anunciada no final de semana passado. Com a compra, por cerca de US$ 800 milhões, a empresa duplicou sua presença no mercado brasileiro, onde já estava presente com as bandeiras GBarbosa, Família e Perini. A Bretas possui atualmente 62 lojas.
UOL Economia

C&A inaugura loja flagship em SP

C&A inaugura loja flagship em SP
A C&A, uma das principais varejistas de moda do país, abre hoje uma unidade flagship no Shopping Iguatemi, em São Paulo, apresentando um novo conceito de loja. O ponto de venda combina atributos como elegância, ousadia, brilho, calor, energia, sensualidade e tecnologia. Uma das inovações na arquitetura é um painel indoor de LED.

A loja tem espaços exclusivos para a venda de produtos assinados por designers, com destaque para uma área permanente do São Paulo Fashion Week (SPFW) que trará novidades em moda e design.

O atendimento contará com consultores de moda; os uniformes dos funcionários são assinados pelo estilista Reinaldo Lourenço; e a exposição das coleções tem como base o estilo de vida das mulheres. Já o espaço dedicado a lingerie é totalmente reservado e conta com um minibar que confere um clima ainda mais intimista. Há ainda ambientes especializados nas áreas de acessórios e jeans. Para o público infantil, há uma área nova, a C&A Kids. O espaço de moda infantil conta com ambientes especiais dedicados às coleções Barbie e Hot Wheels.

Fonte: Mercado & Consumo

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Mercado eleva previsões de inflação, mas mantém a de Selic

Mercado eleva previsões de inflação, mas mantém a de Selic
Previsão é que a taxa de juros básicos encerre 2010 em 10,75%

O mercado elevou sua previsão de inflação neste e no próximo ano, mas manteve as estimativas para o juro básico e o crescimento do país, mostrou o relatório Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira. O prognóstico para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) deste ano subiu para 5,20%, ante 5,15% na semana anterior. O de 2011 alcançou 4,99%, frente a 4,98% no relatório passado.

Já a previsão para o dólar apresentou queda, passando de R$ 1,75 na semana passada para R$ 1,70 nesta semana. O mercado estima que a Selic encerre 2010 no patamar atual de 10,75% ao ano e termine 2011 em 11,75%. Para o crescimento da economia brasileira, as estimativas foram mantidas em 7,55% neste ano e 4,50% no próximo.

O Copom (Comitê de Política Monetária) inicia nesta terça-feira (19/10) a reunião de dois dias para determinar a nova taxa básica de juros do país.

Fonte: Folha Online

Vendas do varejo brasileiro sobem 10,4% em agosto

Vendas do varejo brasileiro sobem 10,4% em agosto
GS&MD - Gouvêa de Souza analisa que o crescimento foi generalizado: todos os setores do varejo e Estados do país fecharam o mês em alta.

Números divulgados pelo IBGE mostram que as vendas do varejo brasileiro tiveram em agosto um crescimento de 10,4% em relação ao mesmo período do ano passado, fazendo com que o acumulado de 2010 ficasse em 11,3% na comparação com os primeiros oito meses de 2009. “A continuidade da expansão do varejo reflete a contínua melhoria das condições macroeconômicas do país, com maior volume de crédito; aumento da renda da população; e alta confiança do consumidor”, afirma Luiz Goes, sócio-sênior e diretor da GS&MD - Gouvêa de Souza.

No varejo ampliado, que inclui Veículos e motos, partes e peças; e Material de construção, o desempenho foi ainda mais forte, com expansão de 14% em agosto e 12,2% no acumulado de 2010. Isso porque as vendas desses setores tiveram expansão de, respectivamente, 19,3% e 19,9% no mês.

O desempenho do varejo brasileiro ficou acima do desempenho das principais economias do mundo. Nos Estados Unidos, as vendas do varejo cresceram 5% na comparação com agosto de 2009, enquanto nos países da Zona do Euro houve alta de 0,6% em relação ao ano passado. Nos primeiros oito meses do ano, as vendas do varejo americano acumularam alta de 6%, enquanto na Zona do Euro o avanço foi de 0,7%.

O grande destaque em agosto foi para o fato do crescimento ter sido generalizado: todos os segmentos apresentaram expansão acima de 6,8% nas vendas e todos os Estados brasileiros fecharam o mês em alta. Esse também foi o sétimo mês do ano em que as vendas tiveram crescimento de dois dígitos. “Abril foi o mês menos forte de 2010, com alta de 9,2%, o que mostra um cenário extremamente positivo”, diz Goes.

As vendas de praticamente todos os segmentos do varejo tiveram em agosto uma expansão mais acentuada que em julho na comparação com os respectivos meses de 2009. As exceções ficaram para Hiper, Supermercados, alimentos, bebidas e fumo (desaceleração de 11% para 7,2%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (de 12,2% para 11,7%). A aceleração das vendas foi ainda mais forte nos bens duráveis. Móveis e Eletrodomésticos, por exemplo, cresceram 16,7% em agosto, contra 12,2% em julho; Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (categoria que inclui computadores e celulares) saltaram 24,7% no mês, contra 19% em julho, mesmo sem incentivos fiscais oferecidos pelo governo.

Deve-se ressaltar ainda que os segmentos de Combustíveis e lubrificantes (8,8%); e Livros, jornais, revistas e papelarias (13,7%) tiveram em agosto o melhor desempenho do ano.

A empresa mantém para 2010 a projeção de um cenário muito positivo para o varejo brasileiro, com crescimento das vendas entre 10% e 11%. “Caso se confirme, esse será o melhor desempenho do varejo nos últimos dez anos”, afirma.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Lojas devem contratar cerca de 5 mil temporários para vendas do fim de ano

Lojas devem contratar cerca de 5 mil temporários para vendas do fim de ano
As festas de fim de ano costumam aquecer as vendas no comércio com a busca dos consumidores por produtos e presentes. E o aumento da procura pode ser uma oportunidade para quem está em busca de emprego. De acordo com o Sindicato do Comércio Varejista (Sindivarejista-DF), cerca de 5 mil pessoas devem ser recrutadas, por meio de contrato temporáro, nas 18 mil lojas do Distrito Federal, para reforçar o quadro de funcinários das empresas. O número se assemelha ao de 2009.

Cristina Ferreira Reis, 21 anos, atualmente é subgerente da loja Zinzane, no Brasília Shopping, onde ingressou em 2009 como vendedora temporária. "Eu fiquei uns três meses e fui efetivada", conta. A subgerente, que era empregada doméstica desde os 14 anos anos, explica que o funcionário deve se esforçar para conseguir o cargo. "Quando eu entrei, era época de Natal. Tem que chegar mais cedo e sair mais tarde. Correr atrás mesmo. Além disso, a pessoa deve ter o perfil adequado. Muitas vezes o cliente chega gritando e você tem de ser educada", diz. Segundo Cristina, a loja já iniciou as contratações temporárias para o próximo Natal. "Uma pessoa foi contratada. Até o fim do ano, a equipe deve ter mais oito ou nove funcionários".

Cerca de 20% dos funcionários temporários devem ser efetivados no início de 2011, de acordo com o presidente do Sindivarejista-DF, Antônio Augusto de Moraes. "Temos uma boa perspectiva para este fim de ano. O funcionário que apresentar o melhor desempenho, pontualidade e bom atendimento tem grandes chances de permanecer na empresa. Ele tem que lembrar que está sendo observado", explica. Antônio esclarece que a remuneração deste tipo de contrato não é diferenciada - segue o padrão da loja. O salário varia entre R$ 600 e R$ 1,2 mil e o empregado recebe, obrigatoriamente, vale transporte. "Alguns lugares oferecem, também, ticket alimentação" completa.

Ainda segundo Moraes, em média, cada loja reforça seu efetivo entre 10% e 20%. Os funcionários ficam no estabelecimento de 30 a 90 dias. "O lucro também oscila de empresa para empresa. Em algumas, chega a dobrar", explica. O Sindivarejista-DF calcula aumento nas vendas na ordem de 5,5% frente ao ano passado.

Muitos jovens aproveitam o período para um ganho extra. O sindicato calcula que a idade média dos temporários varie entre 19 e 25 anos. No entanto, é preciso ficar atento para não se decepcionar com a experiência. Marilene Freitas de Almeida, 21 anos, trabalhou em uma loja de roupas no fim de 2008 e não deseja voltar à função. Ela, que atualmente é auxiliar financeira, conta que ganhou cerca de R$ 1,5 mil em dois meses de trabalho. "Eu procurei um emprego temporário para juntar dinheiro suficiente para ficar um tempo sem trabalhar, mas o valor foi suficiente para apenas 15 dias", conta Marilene. "As pessoas se iludem, mas a quantia ganha é proporcional ao quanto se trabalha", alerta.

Capacitação

O Sindivarejista-DF, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), ofereceu, desde o dia 1º de outubro, cursos de curta duração para a preparação de profissionais que desejam seguir o ramo de comércio. Cerca de 2 mil pessoas já fizeram o cadastro. "Nós promovemos esses cursos todos os anos. O objetivo é a preparação dos candidatos, para que sejam chamados para período de fim de ano", diz o presidente do sindicato.

Os cursos têm carga horária de 20h e duração de uma semana. As aulas são ministradas por professores do Senac. A inscrição pode ser feita no site www.sindivarejista.com.br. O aluno deverá pagar uma taxa de R$ 25 para os materiais de apoio. Segundo Moraes, os dados dos alunos podem ser encaminhados às empresas para uma possível seleção. "O candidato melhor preparado tem maior chance de ser selecionado", afirma.

Fonte: Correio Braziliense

Dia da Criança indica Natal forte

Dia da Criança indica Natal forte
Vendas crescem 12% no País em relação à mesma data de 2009 e superam as taxas atingidas no Dia das Mães, dos Namorados e dos Pais

O bom desempenho de vendas alcançado no Dia da Criança, que superou as expectativas dos empresários e atingiu a maior taxa de crescimento entre as datas comemorativas do ano, deve garantir alta de dois dígitos no Natal de 2010. Duas pesquisas divulgadas ontem indicam que o comércio varejista faturou entre 11% e 12% mais na semana do Dia da Criança deste ano na comparação com o mesmo período de 2009.

Pesquisa nacional da Serasa Experian revela que o faturamento do comércio entre os dias 5 e 11 deste mês aumentou 12% em relação à semana que antecedeu a data em 2009. Esse resultado superou a previsão inicial dos empresários do varejo que esperavam uma alta de 10,3% na comparação anual.

Levantamento feito pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que se refere às vendas só da capital paulista, confirma os resultados nacionais da Serasa Experian. De 1º a 12 de outubro, a média de consultas para vendas com cheque à vista ou pré-datado e para o crediário aumentou 11,1% em relação aos mesmos dias de 2009. Essa taxa de crescimento foi a maior registrada neste ano entre as datas comemorativas. No Dia das Mães o aumento foi de 10,3%, no Dia dos Namorados, de 6,7% e de 10,7% no Dia dos Pais.

"O resultado do Dia da Criança provavelmente vai garantir crescimento de vendas de dois dígitos neste Natal sobre o do ano anterior, de 10% ou mais. O comércio está embalado", afirma o economista da ACSP, Emílio Alfieri. A previsão inicial da entidade era de um acréscimo de 7% a 8% para o Natal de 2010.

Brinquedos. O Grupo Pão de Açúcar, por exemplo, ampliou em 25% as vendas de brinquedos no Dia da Criança deste ano comparado com a mesma data de 2009. "Vamos ter um Natal muito bom, com grandes presentes e ceia farta", prevê o vice-presidente de Relações Corporativas, Hugo Bethlem.

Ontem, o grupo divulgou o desempenho do terceiro trimestre e registrou crescimento real de vendas brutas de 7,6% na comparação com igual período de 2009, levando em conta as mesmas lojas que estavam em funcionamento no ano passado. Para o quarto trimestre, no qual o Natal responde pela metade das vendas do período, a companhia projeta crescimento de 14% a 15% no faturamento bruto de todas as lojas em relação ao último trimestre de 2009.

"O movimento do Dia da Criança sinaliza que o Natal vai ser bom", afirma Miguel Giorgi Jr., lojista da rua 25 de março, dono da rede A Gaivota. Segundo ele, o maior reduto de comércio popular do País recebeu na última segunda-feira entre 700 mil e 800 mil pessoas, movimento semelhante à véspera do Natal. A expectativa dos lojistas era ampliar entre 7% e 10% as vendas e, provavelmente, essa marca foi superada, diz o comerciante.

A Alshop, associação que reúne os lojistas de shopping, registrou crescimento de 20% a 22% no fluxo de pessoas nos dias que antecederam o Dia da Criança, informa o diretor da Alshop, Luís Ildefonso da Silva, que projeta alta de 16,5% nas vendas.

Dia da Criança

25% foi o aumento das vendas de brinquedos no Grupo Pão de Açúcar neste Dia da Criança, ante 2009
800 mil pessoas circularam na região da 25 de Março na segunda-feira

Fonte: Estadão


quarta-feira, 13 de outubro de 2010

POPAI Brasil e ABA promovem PDV no Marketing Mix nos dias 20 e 21 de outubro

POPAI Brasil e ABA promovem PDV no Marketing Mix nos dias 20 e 21 de outubro
Durante o evento, estarão expostos as peças candidatas ao Prêmio POPAI Brasil
O POPAI Brasil, associação dedicada ao desenvolvimento e valorização do marketing no ponto de venda, em parceria com a ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) promove nos próximos dias 20 e 21 de outubro a feira e congresso PDV no Marketing Mix. A edição 2010 traz o tema "PDV: Alianças Para Operar o Mundo Sem Fronteiras" e será realizado no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.
O principal objetivo da feira será discutir como a aliança entre o mundo real e o virtual multiplica as fronteiras do ponto de venda, de pequeno, médio ou grande porte. O evento discutirá o novo papel do varejo, que tem como desafio a expansão das marcas, a ampliação do relacionamento com os consumidores e ativação de novas vendas.

O congresso do PDV no Marketing Mix abordará o processo de decisão de compra atual e as oportunidades para investimentos no varejo, com foco em novidades e tecnologia. A palestra central do congresso será ministrada por David Plante, diretor da Target, considerada o terceiro maior varejo dos Estados Unidos.

Plante contará o case da rede, com mais de 1.700 lojas no país, que teve de se adaptar à nova realidade econômica dos norte-americanos. Diante da recessão e da cautela dos shoppers, a rede precisou rever os serviços e diferenciais que apresentava aos clientes, para retê-los e fidelizá-los. O palestrante é gerente de Marketing e Competitividade em Lojas da Target, especialista em marketing e trade marketing e tem mais de 20 anos de experiência no segmento.

O evento trará ainda palestras sobre antropologia do consumo, ciência que analisa o comportamento do consumidor com relação à compra e a nova medida da pesquisa "O Comportamento do Consumidor em Super e Hipermercados", realizada pelo POPAI Brasil. Entre outras novidades, a pesquisa apontou a diminuição do tempo de permanência do shopper no ponto de venda e o aumento da freqüência de visitas ao canal.

O congresso também debaterá o papel dos pequenos e médios varejos para o consumidor e como classificá-los e qualificá-los como pontos de comunicação, onde o consumidor pode buscar informações sobre os produtos que pretende comprar. "O ponto de venda precisa estar preparado para um consumidor com maior poder de consumo. Esse movimento trará ganhos para toda a cadeia de consumo, incluindo a economia brasileira", afirma Chan Wook Min, presidente do POPAI Brasil.

A feira terá uma área específica para a exposição dos projetos de ponto de venda concorrentes ao prêmio POPAI Brasil 2010. As peças serão avaliadas em 29 categorias, considerando briefing; criatividade; design; praticidade e funcionalidade de uso; e eficácia na exposição da marca, produto ou serviço. A escolha é realizada por um painel de 21 jurados, composto por fornecedores, representantes de agências de publicidade, anunciantes e varejistas.

Para este ano, são esperados cerca de 400 congressistas e mais de 3.000 visitantes, durante os dois dias do evento. Inscrições e mais informações podem ser obtidas pelo site: http://www.aba.com.br

Sobre o POPAI Brasil:

O POPAI Brasil (The Global Association For Marketng at Retail) é a principal associação internacional dedicada exclusivamente ao desenvolvimento e valorização da comunicação e do marketing no Ponto de Venda. Presente no País desde 1997, trata-se de uma entidade sem fins lucrativos que reúne todos os players da cadeia, incluindo a indústria de bens e consumo, o varejo, agências de comunicação e fornecedores de materiais para o ponto de venda. Fundada nos Estados Unidos em 1936, está presente em mais de 27 países.

A entidade é responsável pelo Prêmio POPAI Brasil, principal premiação do marketing no ponto de venda. Criado em 1999, o objetivo é reconhecer e homenagear os melhores trabalhos de marketing no ponto de venda, ressaltando os displays, campanhas promocionais e demais peças de comunicação direcionadas aos pontos de venda. O POPAI Brasil também elabora as principais pesquisas e análises de mercado sobre o comportamento do shopper no ponto de venda.

‘Google’ de preços do varejo será lançado amanhã em São Paulo

‘Google’ de preços do varejo será lançado amanhã em São Paulo
Com o nome de PesquiseJá, ele foi criado para monitorar, em tempo real, os preços de produtos alimentícios e de higiene em supermercados e outros estabelecimentos. A ideia é oferecer um serviço de comparação para o próprio varejo, além de indústria, atacado e setor transformador, como hotéis, restaurantes e bares. “Hoje no mercado, ninguém disponibiliza esse tipo de informação. As empresas têm de ligar para os fornecedores. Nosso cliente se cadastra e recebe uma identificação e senha para acessar as informações pelo site (www.pesquiseja.com.br)”, explica Fernando Menezes, sócio-proprietário da empresa.
O site de pesquisa oferecerá até 16 informações sobre os produtos, como preço, participação na gôndola, promoção e posicionamento de cestas de produtos. O cliente pode escolher no cadastro se quer acessar dados de cestas com 30 a 150 itens e também preços de marcas líderes, intermediárias ou de menor valor.

Menezes não divulgou o preço mensal pelo serviço, mas afirmou que o gasto retorna em economia. “Um restaurante por quilo pode economizar até R$ 1 mil por mês em compras de alimentos básicos, como arroz, feijão e legumes, sem gastar tempo pesquisando preços”, explica.

A empresa já tem uma equipe de 56 pesquisadores que colhem as informações todos os dias em 84 estabelecimentos da capital e Grande São Paulo. "Nosso plano de expansão para o ano que vem é cobrir estabelecimentos em Curitiba, Recife, Natal, Salvador, Fortaleza, Rio de Janeiro e Porto Alegre”, diz Menezes. Além disso, a partir de janeiro, o PesquiseJá irá oferecer o serviço via celular para maior comodidade dos clientes.

Fonte: Diário do Comércio - SP

Mercado de flores ganha espaço na internet

Mercado de flores ganha espaço na internet
À medida em que o comércio eletrônico cresce média de 30% ao ano, segmentos que ainda têm pequena participação nesse setor bilionário conquistam espaço com o avanço do número de e-consumidores no País. Nesse cenário, as floriculturas virtuais, que detêm quase 2% do faturamento de R$ 10,6 bilhões no ano passado, estão crescendo em ritmo acelerado.

Somente no primeiro semestre, o e-commerce movimentou a cifra de R$ 7,8 bilhões, crescendo à taxa de 40%, acima do esperado para o período. A são-caetanense Giuliana Flores aproveita esse momento para investir e abocanhar fatia maior deste bolo.

O plano é abrir um centro de distribuição no Rio de Janeiro até o fim do ano. A localidade é a segunda maior em vendas para a floricultura, que faz entregas em mais de 1.000 cidades. "Teremos condições de atender os clientes no mesmo dia em que fazem os pedidos", diz o diretor da loja, Clóvis Souza.

Também estão no radar Distrito Federal, Minas Gerais e Paraná. Mensalmente, o site recebe 17 mil pedidos, volume 60% maior quando comparado à média registrada no ano passado. A estratégia para seguir neste caminho é aprimorar a infraestrutura do e-commerce colocando no ar vídeos explicativos sobre os produtos para atender principalmente o público masculino.

A empresa calcula ter participação de 60% no mercado de flores on-line brasileiro. Além da Giuliana Flores, a NovaFlor (que atende as classes mais populares) e a Cestas Michelli (produz kits de café da manhã) complementam o negócio comandado por Souza. Uma curiosidade é que, dos 97 funcionários que trabalham nas operações de e-commerce, pelo menos 15 são da família.

Em funcionamento há dez anos, metade do tempo da loja física, o site Giuliana Flores viu o faturamento crescer 52% no primeiro semestre, enquanto a operação co-irmã NovaFlor saltou 130% no período.

ESTRATÉGIA

Para o gerente de marketing Juliano Souza, o que leva os consumidores de outros Estados a fazerem pedidos na floricultura virtual são as marcas agregadas aos produtos. A Giuliana é focada na classe A/B com kits com itens das marcas Salton, Amor aos Pedaços, Cadiveu e Kopenhagen. A NovaFlor, por sua vez, é direcionada à nova classe média, com complementos da Natura, Brasil Cacau e Bubbaloo.

Oitenta por cento das vendas são realizadas no cartão de crédito e para atrair o público que ainda não debutou no mercado das flores on-line, as compras podem ser parceladas em até seis vezes. O tíquete médio da Giuliana é de R$ 95, da Cestas Michelli, R$ 125, e da NovaFlor, R$ 82.


Lojas virtuais superam vendas de shoppings da Grande S.Paulo

O faturamento do comércio eletrônico brasileiro no primeiro semestre deste ano, de R$ 7,8 bilhões, superou a cifra movimentada pelos shopping centers da Grande São Paulo, estimado em R$ 7,2 bilhões. Em relação ao mesmo período do ano passado, o e-commerce cresceu taxa de 41,2%.

Apenas na região metropolitana de São Paulo, de acordo com levantamento da e-bit em parceria com a Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), as lojas virtuais registraram vendas de R$ 1,25 bilhão entre janeiro e julho. O valor corresponde a alta de 29,3% ante igual período de 2009. Em julho, o segmento correspondeu a 2,3% do total das vendas.

Projeções apontam que o setor deverá crescer 30% nos próximos dois anos. Se isso acontecer, o setor vai superar o faturamento das lojas de departamentos e de móveis e decoração.O comércio eletrônico deixará de ser, no futuro, a nona força do varejo paulista para ficar em sétimo lugar

Fonte: Diario do Grande ABC

Dia da Criança fica abaixo da previsão de lojas

Dia da Criança fica abaixo da previsão de lojas
Após o Dia da Criança, os shoppings fecham com expectativa menor do que o esperado pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop). A entidade previa um crescimento de 16,25% em relação ao ano passado. No entanto, o índice ficou abaixo da previsão em São Paulo. Mesmo assim, os porta-vozes dos empreendimentos afirmam que foi um dos melhores Dia da Criança que o mercado varejista teve.

Um exemplo foram as vendas do Shopping Interlagos que cresceram cerca de 10%. O fluxo de público também foi 8% maior se comparado a igual período do ano passado.

Segundo a superintendente do Shopping Interlagos, Carla Bordon Gomes, na relação de artigos mais vendidos os brinquedos, sobretudo os eletrônicos, se destacaram na data sazonal. "Quem também esteve bem posicionado nas vendas desta vez e conquistaram os consumidores foram os celulares, seguidos por roupas infantis", afirmou o porta-voz.

O Central Plaza localizado entre a região do Grande ABC e a capital paulista foi o que chegou mais perto e obteve um aumento de vendas de 13% comparado ao mesmo período do ano passado.

Inicialmente a expectativa era de apenas 10%.

O superintendente do shopping Fábio de Sousa Médici afirmou que está não foi a única surpresa. "O fluxo de público também aumentou 10% em comparação ao mesmo período de 2009", ressaltou o porta-voz do empreendimento.

Segundo ele, os produtos mais procurados para a data foram brinquedos e vestuário infantil. O Central Plaza Shopping recebeu, durante os dias 9,10 e 11 de outubro, 180 mil pessoas, 25% mais que num sábado, domingo e segunda-feira normais. O corre-corre de compras para o Dia da Criança foi bastante intenso este ano no Shopping Butantã que foi outro empreendimento varejista que se aproximou da análise feita pela Alshop.

Segundo o superintendente do local Julio Cesar Alloe, o Shopping Butantã registrou 15% de aumento de público e as vendas cresceram 12%, se comparadas a igual período do ano passado. Os presentes mais procurados foram brinquedos, vestuário e calçados infantis.

Entre as redes de brinquedos, a PBKids, que possui 51 lojas prevê um crescimento de 15% de vendas no Dia da Criança vendas e elevação de 8% no valor do ticket médio, que deve chegar ao patamar de R$ 130,00. Segundo o diretor comercial da rede, Celso Pilnik, todas as lojas estão com estoque 20% maior que no ano passado. "Todas as lojas estão com estoque 20% maior que no ano passado", explicou o porta-voz que até o fechamento da edição não tinha uma prévia sobre as vendas realizadas na data sazonal.

Já a Ri Happy Brinquedos mostra-se mais conservadora com o evento e calcula um crescimento de 10% em relação ao ano passado.

As duas lojas de brinquedos foram procuradas pela reportagem do DCI, porém não foram encontradas para informar se as expectativas tinham se confirmado na data sazonal.

De maneira geral, as lojas tiveram aumento do fluxo de público na data comemorada ontem.

Mercado

No fechamento prévio sobre o Dia da Criança as outras entidades relacionadas ao setor também se mostram mais otimistas que do que os varejistas.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio) aposta que a data deve ter movimentado cerca de R$ 1 bilhão. A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) é que este ano o varejo registre um aumento de 8,5% nas vendas comparado ao mesmo período de 2009.

Para o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, o crescimento deverá ser o maior dos últimos anos. "Posso afirmar com certeza que vai ser o melhor [Dia da Criança] dos últimos cinco anos", disse ele. O motivo do crescimento, para o executivo, é a confiança do consumidor, ocasionado pelo emprego, renda e crédito em alta.

O presidente da CNDL estimou que o ticket médio, ou seja, um valor médio para os presentes do Dia da Criança, deve permanecer estável frente ao ano de 2009, quando foi de R$ 50.

Até o momento de fechamento desta edição ambas não tinham terminado um número final.

Campinas

O comércio da cidade do interior paulista estima previamente um crescimento de 11% nas vendas em relação a mesma data em 2009 para a data sazonal. Esse aumento significa um faturamento em torno de R$ 84 milhões este ano contra R$ 76 milhões no ano passado. O índice de 11% é maior que os 8% de 2009 sobre 2008. Já na região metropolitana de Campinas (RMC), a expectativa de faturamento é de R$ 204,9 milhões, cerca de 10,5% acima dos R$ 185,4 milhões de 2009.

Na avaliação do economista da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC) Laerte Martins, o aumento do percentual de vendas é esperado face à recuperação da economia da crise. "O emprego melhorou, a massa salarial cresceu mais de 9%, aumentando a liquidez, o que representa mais recursos à disposição dos consumidores", explica.

Os fabricantes de brinquedos nacionais informam que devem movimentar cerca de R$ 3 bilhões, o que representa 11,1% acima dos R$ 2,7 bilhões do ano passado. A pesquisa sobre o preço médio de presentes ficou em R$ 95,00 este ano, cerca de 11,8% acima do presente médio de 2009, que foi de R$ 85, variando de acordo com a classe salarial. O presente eletrônico fica como um dos itens mais preferidos pelo público infantil masculino .
As vendas do Dia da Criança nos shoppings centers cresceram, mas ficaram abaixo da estimativa inicial de aumento de 16,25%.
Fonte: DCI