quarta-feira, 31 de março de 2010

Complexidade do sistema tributário estrangula empreendedores

Complexidade do sistema tributário estrangula empreendedores
Márcio da Costa, vice-presidente da Fecomercio, defende a reestruturação do sistema tributário para incentivar as micro e pequenas empresas

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) promoveu, nesta manhã (31/3), debate sobre o Simples Nacional e as necessidades de mudanças no sistema tributário brasileiro. O encontro, organizado pelo vice-presidente da Fecomercio e presidente do Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte (Codecon), Márcio da Costa, contou com a presença representantes de outras organizações e integrantes do governo que, apesar de defenderem o Simples, endossaram a necessidade de reestruturar o modelo tributário do País.

Para Costa, reduzir a carga tributária de todos os setores e a burocracia do sistema são pontos essenciais para o crescimento econômico, sobretudo para a operação de micro e pequenas empresas, “células fundamentais do empreendedorismo no Brasil”. “A geração de empregos, renda e riquezas para a população geral está ligada à atividade do empreendedor e às empresas de pequeno porte, mas a complexidade do sistema tributário estrangula essas iniciativas”, declarou.

Nessa mesma linha, Marcos Leite, coordenador do comitê temático da Desoneração e Desburocratização do Fórum Permanente da Micro e Pequena Empresa da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), salientou que os fiscais do governo deveriam agir como orientadores, auxiliando os microempresários e empreendedores em vez de puni-los. “Não entendo, por exemplo, por que não é possível parcelar as cobranças relacionas ao Simples”, reclama.

Leite também critica o Simples por não abranger certos tributos como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a contribuição para Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS). De acordo com ele, uma postura que retarda o desenvolvimento econômico e, no mínimo, não estimula a geração de novos empregos.

“O Simples é uma brincadeira de faz de conta e não atende a realidade do empreendedor brasileiro”, acusou José Chapina, presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo (Sescon-SP). Segundo ele, a “última coisa que se pode dizer do Simples, é que ele é simples”. “As intenções (do programa) são as melhores possíveis, o plano ideológico é um dos melhores do mundo, mas, na prática, há um desvirtuamento que cria esse monstro conhecido como Simples Nacional”, completa.

Outra proposta amplamente defendida foi a adoção de uma alíquota única para a cobrança do Simples. Edson Lupatini Junior, secretário de Comércio e Serviço do Ministério do Desenvolvimento, explicou que o contribuinte não quer permanecer na ilegalidade, mas a burocracia do sistema o empurra para este caminho.

Já o secretário executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago, afirmou que a legislação é complexa, mas explicou que esse problema está ligado às diferenciações que necessitam ser feitas entre os vários grupos de atividade que aderem ao Simples. “Eu gostaria de uma alíquota única mas, quando criamos o programa, cada setor apresentou suas próprias reivindicações e os empresários acabaram se posicionando contra esta medida”, relembrou.

Alfredo Portinari, representante dos estados na secretaria executiva do Comitê Gestor do Simples Nacional, realça outro ponto sensível para o governo. Segundo ele, a desoneração fiscal de certas áreas aumenta a arrecadação, mas deixa o Estado sem força para pressionar as empresas a realizar outras mudanças que também precisam ser implementadas. “Mesmo assim, a redução de tributos é algo que precisa ser feito”, observou.

Promovisão cria para Internacional Shopping Guarulhos

Durante esta semana, acontece o “Menu da Páscoa Divertida” no Internacional Shopping Guarulhos, com o mote “Tire seus coelhinhos da toca para brincar e cozinhar na nossa Páscoa”, criado pela Promovisão.

Para produzir o conceito a agência uniu a alegria e diversão da data comemorativa aos atrativos trazidos pelo shopping. A ideia geral da campanha é transportar as crianças para o universo lúdico e de fantasia que a Páscoa desperta, utilizando para isso elementos como um jardim de flores, coelhos, pirulitos gigantes e uma lousa que simula um painel de restaurante com pratos do dia, já que uma das principais atividades é a produção de doces pelos pequenos.
O evento é destinado a crianças de 4 a 12 anos, que participarão de uma minicozinha para produzir pirulitos de chocolate. Além dessa atração as crianças poderão participar de oficinas de pintura e maquiagem.


terça-feira, 30 de março de 2010

Varejo deve encarar mais movimentos de fusão

Varejo deve encarar mais movimentos de fusão
A rede Magazine Luiza deve reagir às últimas fusões ocorridas no seu segmento: segundo fontes de mercado, procura um parceiro, como, por exemplo, a centenária Pernambucanas, ou até mesmo a Lojas Colombo. As empresas negam, mas tudo indica que a disputa no varejo de eletroeletrônicos será ainda mais acirrada com a nova onda de fusões que se desenha no mercado.

Enquanto a rede da empresária Luiza Trajano estaria à procura de viabilizar o negócio, o concorrente Ricardo Eletro deu a cartada mais rápida e fechou parceria com a baiana Insinuante. A fusão criou a Máquina de Vendas, rede que nasce com 528 lojas e faturamento estimado em R$ 5 bilhões este ano. Na dança das cadeiras, a rede fica com o segundo lugar entre as líderes do segmento, pois passou, ao menos temporariamente, o Magazine Luiza, com 456 unidades e faturamento de cerca de R$ 3,8 bilhões.

De acordo com o presidente da Ricardo Eletro, Ricardo Nunes, um dos focos da nova empresa é chegar ao mercado paulista, sem descartar nova associação, até mesmo com a rede de Luiza Trajano. "Queremos entrar em São Paulo no próximo ano, e para isso teremos algumas estratégias", afirmou o empresário. "Temos planos de crescer seja com quem for, seja com o Magazine ou outra empresa que queira juntar-se a nós", reforçou ele.

Deixado para trás pela segunda vez, o Magazine precisará ser ágil para não perder mercado, uma vez que viu, pela terceira vez, a concorrência tomar-lhe a frente; por duas vezes o Grupo Pão de Açúcar (Companhia Brasileira de Distribuição -CBD) se antecipou: ao comprar o Ponto Frio, em junho passado, e ao associar-se à Casas Bahia, em dezembro.

Para o professor, Nuno Fouto, do Programa de Administração do Varejo (Provar), o mercado se torna cada vez mais concentrado em grandes players, e ele acredita que a possibilidade de união do Magazine Luiza com a Pernambucanas é uma boa alternativa para dar novo fôlego à rede, na disputa pelo consumidor final. "Buscar a Pernambucanas é viável e interessante porque daria mais capilaridade à rede", explica.

Fouto acredita que outra alternativa para Luiza Trajano é associar-se ao novo grupo e fornecer a estrutura de que eles precisam para entrar no mercado paulista. "Para o projeto deles de entrar em São Paulo, é preciso se associar ou comprar alguém. Então é interessante uma união com o Magazine Luiza também", afirma o professor, que completa: "Uma coisa é certa: agora o Magazine Luiza precisa se movimentar".

Outro que vê o momento como fundamental para uma movimentação da rede paulista é o consultor Lucas Copelli, sócio diretor da Vallua Consultoria e Gestão. "Eles precisam se unir com a Pernambucanas ou com a Lojas Colombo; mas acho que é interessante também associar-se com esse novo player da Ricardo com a Insinuante", diz.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Pernambucanas afirma que não há possibilidade de fusão com a rede de Luiza Trajano; já o Magazine Luiza não descarta parcerias, e disse, por meio de nota enviada ao DCI ontem, que "uniões e fusões no segmento de eletro são esperadas" e que "continua com seu plano de expansão e também encontra-se aberto para analisar propostas de aquisição de redes, mas não existe nenhuma negociação".

Opções

Para o Professor Ricardo Pastore, coordenador do Núcleo de Varejo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), o Magazine Luiza é mesmo a rede que está em uma posição mais "incômoda" e precisa buscar uma alternativa mais rápida e inteligente: "Tanto o Magazine quanto Insinuante, Ricardo Eletro e Casas Bahia usam a mesma estratégia de comunicação, o mesmo apelo de preço e tem o mesmo público-alvo; o varejo brasileiro precisa investir mais em conhecimento, e, quem sabe, buscar um novo modelo de negócio", diz.

Além de buscar modelos, uma opção seria mesmo buscar parcerias com outras empresas ou diversificar, com vistas a atingir um público diferente, como fez, por exemplo, a gaúcha Lojas Colombo, considerada a quarta maior, para entrar na capital paulista, onde abre apenas lojas premium para o público das classes A e B.

Marcelo Cherto, presidente da consultoria GrowBiz, afirma que as classes que mais crescem são mesmo a C e a D, e que as redes devem continuar a apostar neste público. Para ele, ainda há redes locais -como Lojas Colombo e Salfer, que atuam principalmente no sul do País, e Lojas Maia e Yamada, no norte e nordeste- que poderiam ser compradas, assim como a própria Pernambucanas. Uma terceira opção, enquanto isso, é uma parceria com um investidor estrangeiro. "Há gente de fora olhando as redes brasileiras. As vendas do varejo dos Estados Unidos caíram 6,6%, queda brutal, enquanto no Brasil cresceram 5,9% -só em São Paulo, 7%, por exemplo", destaca. Para ambos, a fusão foi uma forma de Ricardo Eletro e Insinuante defenderem as regiões em que operam e que começavam a ser mais invadidas pelos concorrentes.

Capilaridade

A Máquina de Vendas anunciou para os próximos quatro anos meta de dobrar a participação de mercado e chegar a mil lojas, ao fazer frente ao Pão de Açúcar. A rede estima que seu faturamento ultrapasse os R$ 10 bilhões por ano. A rede ganhará capilaridade, com lojas em mais de 200 cidades e 16 estados. De acordo com Nunes, o controle acionário da empresa será de 50% para Ricardo e Rodrigo Nunes, donos da Ricardo Eletro, e 50% para Luiz Carlos Batista, da Insinuante.

O Magazine Luiza prepara novos movimentos na busca por parcerias para fazer frente às concorrentes nas vendas de eletroeletrônicos: no alvo da rede comandada pela empresária Luiza Trajano estão a centenária Pernambucanas, que nos últimos anos perdeu parte de sua visibilidade no mercado, e a Lojas Colombo, gigante no sul do País.

Depois de ver o Grupo Pão de Açúcar e a Ricardo Eletro partirem para cima de outros participantes do mercado, há chances de uma jogada maior do Magazine Luiza, até mesmo com redes internacionais, afirmam especialistas do mercado varejista.

Procuradas, as empresas negaram que tenham negociações em andamento, porém, em comunicado, o Magazine Luiza não descarta associar-se a outra rede. Enquanto isso, a Ricardo Eletro se antecipou aos concorrentes e fechou parceria com a baiana Insinuante. A fusão das varejistas criou a Máquina de Vendas, que nasce com 528 lojas e faturamento estimado em R$ 5 bilhões este ano. Na dança das cadeiras, a rede passou, pelo menos temporariamente, o Magazine Luiza, que tem 456 unidades e faturamento de cerca de R$ 3,8 bilhões, e fica com o segundo lugar. Para o presidente do Ricardo Eletro, Ricardo Nunes, um dos focos da nova empresa é chegar ao mercado paulista, sem descartar nova associação, até com a rede de Luiza Trajano. "Queremos entrar em São Paulo, e para isso já temos algumas estratégias", afirmou.

Fonte: DCI

Nota do Caio: Era mais do que notório que não passaríamos 2010 sem que alguma dessas bandeiras (Insinuante, Ricardo Eletro e Magazine Luiza) sofresse alguma brusca alteração.

A verdade é que a indústria está sofrendo cada vez mais com esse tipo de fusão, que pressiona os preços cobrados no mercado e por outro lado, dificultam ainda mais a vida dos pequenos e médios varejistas, que se vêem cada vez mais com menor poder de fogo.

A indústrias inteligentes já buscam formas de unir e melhor atingir as bandeiras de menor porte. A verdade é uma só: Ninguém quer se tornar refém das grandes bandeiras, embora precise destas ainda pelo grande volume de vendas.

E você ? O que pensa sobre o assunto ?

Um grande abraço e boas vendas
Caio Camargo
Falando de Varejo



Village opta por loja própria e projeta crescimento de 15%

Village opta por loja própria e projeta crescimento de 15%
Para elevar em 15% o faturamento com a venda de produtos para a Páscoa, data que corresponde a 40% de suas vendas anuais, a Cepam, empresa dona da Village, vai disponibilizar mais de 500 itens sazonais para compor a mesa dos clientes no Domingo de Páscoa, em sua loja sazonal. A ideia é dar um salto nas vendas de ovos e colombas, mas também oferecer produtos como vinho, azeites e outros itens para garantir a festa. A loja, que ficará aberta apenas até a Páscoa é uma forma de reforçar as vendas que já acontecem na padaria acoplada ao complexo fabril da companhia, conta o diretor comercial da empresa Reinaldo Bertagnon.

No ano, a empresa pretende crescer 10% em faturamento e acredita também na parceria com uma construtora, que fez um prédio em frente à loja da Cepam e que deve atrair novos clientes para o estabelecimento até a metade de 2010. "Cedemos um terreno, mas vamos ficar com um espaço para ter mais estacionamento [para a loja]. O negócio é fruto de uma oportunidade que surgiu e, eles construíram uma escada que sai em frente à nossa padaria", comenta o diretor.

De acordo com executivo, a rede está disposta a investir para ampliar a sua participação de mercado, mas preferiu não divulgar valores. "Podemos até comprar alguém, mas vender está fora dos planos", afirma. "Uma coisa é certa: queremos crescer e vamos investir", explica Reinaldo Bertagnon.

Segundo Bertagnon, neste ano, foram processados 2,5 milhões de toneladas de chocolate, para produzir bombons e ovos, para Páscoa, o que corresponde a aproximadamente 10 milhões de unidades dos ovos, entre marca própria e Village. "Acreditamos muito na linha de produtos licenciados com motivos infantis".

Para vender mais na segunda melhor época de negócios, a empresa pretende melhorar a exposição dos produtos nos pontos de vendas e oferecer produtos de qualidade com preços baixos na lojas própria, na Vila Prudente, zona leste de São Paulo. "Um exemplo do nosso esforço para crescer é o mini campo de futebol cheio de ovos de Páscoa que fizemos no Extra Anhanguera", diz.

Fonte: DCI


segunda-feira, 29 de março de 2010

União Insinuante e Ricardo Eletro cria 2ª maior rede de varejo do país

União Insinuante e Ricardo Eletro cria 2ª maior rede de varejo do país
A Máquina de Vendas, que é o nome da nova holding resultante da fusão entre as redes varejistas Insinuante e Ricardo Eletro, nasce com faturamento de R$ 5 bilhões e 528 lojas, com presença em 200 cidades e 16 estados, o que a coloca em segundo lugar no setor de varejo, ultrapassando Magazine Luiza e ficando atrás apenas do Pão de Açúcar-Casas Bahia.

A nova empresa pretende dobrar de tamanho nos próximos quatro anos e vai focar na expansão dos mercados de São Paulo e Rio de Janeiro.

"A meta do grupo é dobrar de tamanho nos próximos quatro anos, atingindo um faturamento de R$ 10 bilhões " , afirmou a companhia em nota. Deste modo, se a meta for cumprida, a empresa passará a ter mil lojas, enquanto o quadro de funcionários sairá de 15 mil para 30 mil pessoas.

Somente neste ano, a holding projeta inauguração de 50 lojas. Segundo informou a assessoria, a marca Insinuante será a bandeira predominante nas regiões Nordeste e no Norte e a Ricardo Eletro será predominante no Centro-Oeste e Sudeste.

O controle da holding será compartilhado, com cada uma das partes com 50% de participação, sendo que o presidente da Ricardo Eletro, Ricardo Nunes, irá presidir a companhia, enquanto Luiz Carlos Batista, da Insinuante, ficará à frente do conselho executivo da Máquina de Vendas.

Fonte: Valor

sábado, 27 de março de 2010

Mesmo sem o IPI, venda de bens duráveis se manterá alta

Mesmo sem o IPI, venda de bens duráveis se manterá alta
As expectativas de varejistas como o Grupo Pão de Açúcar, a Cybelar e a rede de concessionárias Brasilwagen, além de pesquisas de intenção de compra dos consumidores nos próximos meses, mostram que bens duráveis, como automóveis e eletrodomésticos, devem continuar a ter grande saída apesar do fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que impulsionou as vendas em alguns setores no ano passado.

Redes de eletrodomésticos e eletrônicos, como a Cybelar, sediada no interior paulista, esperam vender cerca de 10% a mais que no ano passado, contando com o Dia das Mães e com a Copa do Mundo, o que também ajudará a fazer com que o varejo não sinta falta do benefício. Em algumas categorias as vendas podem chegar a 25% de crescimento. "As vendas de linha branca e móveis ainda estão aquecidas por causa do IPI e com a proximidade de datas como o Dia das Mães e a Copa o consumidor vai aproveitar o ritmo para comprar", afirma Ubirajara Pasquoto, presidente da rede.

Para Hugo Bethlem, vice-presidente do Grupo Pão de Açúcar, vários fatores irão contribuir para um bom ano para a companhia e alteraram a agenda do varejo: "Este ano já teve várias diferenças positivas. O carnaval foi cedo, com muito calor, o que foi excepcional; a Páscoa é cedo, que será muito boa, como os resultados até agora indicam, sendo que no setor de não-alimentos, há Dia das Mães e Copa", comentou ele. Com um bom primeiro semestre, a rede também seguirá o ritmo na segunda metade do ano: "No segundo semestre temos os aniversários das bandeiras [da rede] e as eleições, o que é positivo e gera um ciclo virtuoso até chegar o Natal", diz.

Veículos

As concessionárias aproveitam o benefício para baixar estoques, mas o setor acredita que as vendas continuarão boas mesmo depois de março, quando a redução do IPI no segmento acabar. Na Brasilwagen, que tem seis concessionárias da Volkswagen em São Paulo, a meta é de uma alta de pelo menos 10% nas vendas este ano, e a rede acredita ser possível repassar descontos ao consumidor até depois de março.

Para Luciano Almeida, gerente de Vendas da rede, é esperada uma pequena baixa em abril, mas nada que prejudique suas metas. "Em abril a fábrica já deve começar uma estratégia mais agressiva e aumentar o bônus às concessionárias, o que conseguimos reverter em descontos", afirmou.

Sérgio Reze, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) reforça: "Entendemos que não há mais necessidade do IPI. O benefício já levou a uma redução de 5,5% no preço de um veículo, mas hoje é de 1,5%, não é tão significativa. As montadoras ainda estão fazendo promoções sucessivas desde o começo do ano, a concorrência será forte", disse, durante divulgação dos dados do setor.

Confiança

Pesquisas que mostram a confiança e a intenção de compra dos consumidores reforçam que o consumo deve continuar em alta. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), que registrou alta de 0,6% em março frente a fevereiro, por exemplo, indica que o consumidor está com boa perspectiva de realizar compras a prazo e com o orçamento equilibrado.

Segundo o economista da FGV Aloísio Campelo, a intenção de comprar de bens duráveis nos próximos meses atingiu em março o melhor nível obtido em cinco meses. Para o especialista, é "curioso" o avanço do interesse dos consumidores em março, visto que a redução do IPI não estará mais vigente no futuro.

Nas famílias com ganhos mensais até R$ 2.100 o indicador de confiança subiu 1,7% em março. E a avaliação do consumidor sobre o mercado de trabalho também mostrou em março o melhor desempenho da série histórica do ICC, iniciada em setembro de 2005.

Pesquisa do Ibope Inteligência -feita com o Pyxis 2010, ferramenta lançada ontem no mercado e que mede a demanda por diferentes bens de consumo em todo o Brasil- mostra que a categoria de eletrodomésticos correspondeu a um consumo domiciliar de R$ 94,3 bilhões em 2009, valor que só fica atrás do gasto com a alimentação, que é de R$ 226,7 bilhões.

No setor de vestuário, também aquecido, o consumo foi de R$ 81,4 bilhões; material de construção obteve R$ 63,9 bilhões, e higiene, R$ 37,0 bilhões.

O fim da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em nada deverá impactar as vendas de bens duráveis, que continuarão aquecidas, segundo projeções de varejistas - como Grupo Pão de Açúcar, Cybelar e Brasilwagen - e pesquisas de intenção de compra dos consumidores. No grupo de eletrodomésticos e eletrônicos Cybelar, a meta é vender 10% a mais que em 2009, segundo Ubirajara Pasquotto, presidente da rede, atento ao Índice de Confiança do Consumidor da FGV, que aponta em março a maior alta dos últimos cinco meses de apuração.

Para Luciano Almeida, gerente de Vendas da rede Brasilwagen, com o fim do IPI é esperada, sim, uma pequena baixa das negociações em abril, mas, segundo ele, nada que prejudique o desempenho de metas do ano. "Em abril a fábrica já deve começar uma estratégia mais agressiva e aumentar o bônus às concessionárias, o que conseguimos reverter em descontos", afirmou.

Com a mesma opinião, Sérgio Reze, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), reforça o coro sobre a alta demanda que independe do final da alíquota do imposto. "Entendemos que não há mais necessidade do IPI", comentou ele.

Fonte: DCI


Comércio paulista registra aumento de 5,7% no nível de emprego formal

Comércio paulista registra aumento de 5,7% no nível de emprego formal
Copa do Mundo e eleições devem alavancar a economia interna impulsionando a criação de novos postos de trabalho ao longo de 2010, destaca Fecomercio

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), demonstrou que o nível de emprego formal no setor de varejo do Estado de São Paulo continua em trajetória ascendente. O saldo de contratações registrou incremento de três mil novas vagas no setor, um impulso de 5,7% em fevereiro de 2010 em comparação ao mesmo período do ano anterior, totalizando 876.235 trabalhadores com carteira assinada.

Segundo Flávio Leite, assessor econômico da Federação do Comercio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), o aumento no nível de emprego formal está ligado à elevação da confiança do consumidor paulista. “O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fecomercio, indica que os consumidores estão mais otimistas, o que favorece o desempenho das vendas no varejo e, consequentemente, a contratação de novos funcionários”, explica.

Segundo Leite, os dados do nível de emprego, em fevereiro, indicam que as empresas continuam otimistas quanto ao comportamento de seus negócios em 2010. Um cenário reforçado pelos indicadores socioeconômicos, como a facilidade de obter crédito, o alongamento dos prazos de financiamento e o aumento da massa salarial. “Além disso, a Copa do Mundo e as eleições devem contribuir para a criação de novas vagas de trabalho em todos os setores da economia, estimulando o mercado interno e o consumo das famílias que continuarão sendo os principais fatores de crescimento do PIB”, destaca.

A taxa de admissão no setor varejista atingiu 4,5% do saldo mensal, totalizando 39 mil contratações. Já a taxa de demissão ficou em 4,1%. Curiosamente, o segmento de Vestuário, Tecidos e Calçados foi o que mais despediu e o que mais contratou funcionários em fevereiro, demonstrando a alta rotatividade deste ramo.

Salários

O salário médio nominal do comércio varejista, em fevereiro, foi de R$ 1.366,00. As lojas de departamento pagaram os maiores salários, em média, cada funcionário ganhou R$ 2.356,00. Lojas de Eletrodomésticos e Eletroeletrônicos, Concessionárias de Veículos e Autopeças e Acessórios, pagaram R$ 1.865,00, R$ 1.735,00 e R$ 1.440,00, respectivamente. A menor média salarial foi registrada no setor de Supermercado (alimentos e bebidas), R$ 1.158,00.


quinta-feira, 25 de março de 2010

10 Tendências sobre gestão de clientes

10 Tendências sobre gestão de clientes
Por Phil Winters, consultor do Peppers & Rogers Group

O gerenciamento da experiência do cliente é um fator importante em termos de CRM, mas não é o único. As melhorias recentes na tecnologia desencadearam um crescente número de novas tendências na gestão de clientes. Aqui estão algumas das mais importantes:

1. O consumidor assume maior controle sobre seus relacionamentos com as empresas que fazem negócios com ele.

O desafio para as empresas é continuar a encantar o consumidor em cada etapa do processo de decisão de uma compra específica, mesmo quando não é possível influenciá-lo diretamente.

2. Os pontos de contato e a interação entre os clientes agora desempenham um papel muito maior no processo de compra.

É vital saber quais pontos de contato são relevantes para seus clientes. Considere o que cada ponto de contato significa e quais "momentos da verdade" terão um impacto significativo na decisão de compra. Saiba o que os clientes pensam nas fases iniciais do processo de tomada de decisão, bem como o que influencia suas decisões de compra.

3. O CRM social está se integrando à gestão total da experiência do cliente.


Não há dúvida de que o CRM social está transitando de uma atividade autônoma para uma que precisa ser integrada com as estratégias de clientes já existentes. Determinar quais atividades de CRM social fazem sentido para quais segmentos de clientes - e decidir como lidar com elas - é a chave para fazer uso das ferramentas de mídias sociais.

4. A escassez de especialistas em análise de clientes irá forçar as empresas a produzir e utilizar o conhecimento sobre eles de forma diferente.

Os dias em que uma equipe reduzida de especialistas é responsável por todo o processo de análise de clientes estão chegando ao fim. Agora, é necessário preparar o caminho para uma abordagem mais holística, que envolve mais pessoas, de vários níveis organizacionais, em um ambiente onde muitos podem criar e ganhar vantagem dos insights dos clientes, não apenas alguns escolhidos.

5. In-house, terceirizado ou plataforma de computação em nuvem? Seja em aplicativos, bancos de dados ou infra-estrutura, alternativas reais existem.

No entanto, a escolha certa não dependerá de um cálculo do custo total de propriedade por si só, mas também de uma determinação de como usar o investimento da melhor maneira. Isto irá assegurar a adoção, aceitação e aprendizagem em toda a empresa, permitindo que ela alcance seus objetivos.

6. Um maior enfoque na aceitação do cliente como ponto central por parte dos funcionários.

A execução é extremamente importante não só no marketing. Muitos executivos, juntamente com os chefes de vendas e operações, estão percebendo agora como é fundamental que todas as partes da organização entendam e proativamente utilizem os investimentos da empresa em ações focadas no cliente de maneira eficaz.

7. A captura, controle e viabilização do uso dos dados é agora mais importante do que nunca.

O desafio dos dados ainda não acabou: se alguma coisa aconteceu, ele apenas ficou mais complexo. O volume e a complexidade das diversas fontes de obtenção de dados de uma empresa ainda podem refletir na diferença entre uma iniciativa de CRM bem ou mal sucedida.

8. O foco do marketing direto vai continuar a mudar de uma simples oferta de produto para uma interação customizada com o cliente.

As organizações estão mudando rapidamente para uma mentalidade de obter sempre a melhor "ação" (para si próprios, bem como para seus clientes), exigindo um retorno muito maior sobre seus investimentos em CRM. E os clientes amam os resultados.

9. A privacidade dos dados vai deixar de ser um grande obstáculo, proporcionando um importante diferencial.

A privacidade dos dados ainda é vista por muitos no marketing direto como uma grande barreira. Mas nada poderia estar mais distante da verdade. Com uma boa política bem comunicada e transparente, as empresas estão vendo que os clientes permitem que seus dados sejam melhor utilizados, desde que isto seja feito de maneira sensata.

10. A inteligência do cliente assumirá o papel de informar e apoiar os pontos de contato em tempo real.

A Inteligência do cliente sempre foi gerada a partir dos dados históricos, coletados ao longo do tempo para criar cenários atuais e futuros. No entanto, novas fontes de dados e técnicas estão permitindo que as organizações realizem decisões em tempo real, ou seja, não há mais a necessidade de esperar o típico “seis a doze meses” para reunir dados suficientes para orientar as ações dirigidas aos clientes.

Fonte: Peppers & Rogers


Como “viver em paz” com as leis do consumidor?

Como “viver em paz” com as leis do consumidor?
ABRAREC realiza curso que visa capacitar profissionais a lidarem com conflitos que envolvam órgãos de defesa do consumidor

Cada vez mais atuante no que diz respeito às leis, o consumidor “aprendeu a comprar”. Sabe quando está sendo negligenciado e não titubeia em procurar os órgãos de defesa. No Brasil, não basta vender, tem de fidelizar o cliente, atendo-o da melhor maneira, pois, caso contrário, ele irá reivindicar seus direitos.

Com base nisso, a Associação Brasileira das Relações Empresa-Cliente (ABRAREC) realiza o curso “Como gerenciar demandas perante os órgãos de defesa do consumidor”, no próximo dia 30 de março, com o intuito de auxiliar a empresa a se prevenir contra possíveis conflitos que possam envolver os órgãos de defesa do consumidor.

O advogado Vitor Moraes de Andrade, da Franco Montoro e Peixoto Advogados Associados, ministrará a palestra, que será voltada para profissionais da área institucional, jurídica, atendimento e relacionamento com os consumidores; bem como aqueles que têm interesse em desenvolver atividades na área da proteção e defesa do consumidor.

As inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 3661-9116 ou por e-mail (eventos@abrarec.com.br).

Serviço:

“Como gerenciar as demandas perante os órgãos de defesa do consumidor”
Quando: 30 de março
Horário: 9h às 12h
Endereço: Av. das Nações Unidas, 7815 - Lounge
Informações: (11) 3661-9116 ou envie e-mail para eventos@abrarec.com.br falar com Departamento de Eventos.


Grupo Silvio Santos sairá às compras de redes menores

Grupo Silvio Santos sairá às compras de redes menores
O Grupo Silvio Santos acaba de assumir posição de comprador no mercado de varejo, ao sinalizar interesse em realizar aquisições e tornar-se uma rede de abrangência nacional no futuro e ampliar seus negócios no varejo ao investir na rede Lojas do Baú Crediário. O objetivo é comprar concorrentes de porte médio e pequeno, principalmente nas Regiões Sul e Sudeste, a partir do ano que vem, depois da consolidação da compra da rede de móveis e eletrodomésticos Dudony, com 99 lojas no Paraná e 11 no interior de São Paulo, no ano passado. A meta é também é ganhar espaço primeiro no interior de São Paulo para conquistar um dos mercados mais disputados do País.

O grupo chegou a pensar na contratação do banco de investimentos Merrill Lynch para buscar negócios maiores no mercado, como parcerias e fusões, depois de perder o Ponto Frio para o Grupo Pão de Açúcar - pelo qual chegou a fazer ofertas -, e ainda surpreender-se com a fusão com a Casas Bahia. Segundo Luiz Sebastião Sandoval, porém, presidente do Grupo Silvio Santos, voltaram atrás. "Esta segunda-feira (22) tivermos uma reunião com a presença de Silvio Santos e decidimos que vamos primeiro consolidar a compra que fizemos, um processo de rearranjo que deve acabar em setembro ou outubro, para então, no ano que vem, traçarmos um novo plano de expansão", disse ele, ao DCI.

Hoje, a rede Baú conta com 130 unidades no Paraná, onde é uma das líderes no varejo de "eletromóveis", além de prever investir R$ 30 milhões em expansão este ano. Segundo o diretor de Varejo da rede, Décio Pedro Thomé, até o fim de 2010 a rede contará com 180 lojas, sendo que abriu sua primeira unidade no Estado de São Paulo, na cidade de Jaú, no começo do ano. "Por enquanto nosso foco é o sul e o sudeste e no nosso projeto de ampliação acreditamos que há espaço para pelo menos 225 lojas nessas regiões", afirmou, no lançamento do cartão telefônico do Baú da Felicidade, mercado em que o grupo também está entrando e aliando ao seu braço varejista. A meta é vir a ser uma rede nacional: "Nossa intenção é chegar a todo o Brasil, e a área tende a ser cada vez mais importante dentro do Grupo", confirma Sandoval.

Formato

O diretor explica que hoje a marca é conhecida não só pelo carnê do Baú da Felicidade, mas como uma rede varejista que tem condições de competir no mercado com outras redes já estabelecidas. O foco são as classes C e D e a abertura de lojas de rua, mas não destacam um novo formato para entrar no mercado de shopping centers.

Hoje, contam ainda com um centro de distribuição (CD) em Maringá, no Paraná, estado onde são mais fortes, e um outro CD em São Paulo, que afirma terem capacidade para suportar sua expansão.

"Em São Paulo também vamos ganhar maior participação, queremos crescer com o nosso modelo de atendimento e ainda temos ao nosso favor a figura carismática do Silvio Santos", acredita o executivo, que está há cerca de três anos do grupo e auxiliou na reformulação da atuação da companhia no varejo.

"O Grupo existe há 50 anos e o Baú nunca tinha vendido uma geladeira, o que aconteceu só há dois anos. Em menos de um ano a rede deu um salto com a aquisição feita", completa. O presidente do conglomerado também confirma que o interesse é chegar a São Paulo primeiro pelo Paraná e pelo interior do estado.

As lojas adquiridas da Dudony foram todas convertidas para a bandeira Baú, e muitas delas tiveram de ser reabertas, já que os pontos é que foram comprados e muitas unidades estavam fechadas. Cerca de 15 unidades ainda terão de mudar-se para um ponto melhore.

No conceito mesmas-lojas, a rede vem crescendo em média 25%: em janeiro, as vendas foram 38% superiores às de janeiro do ano passado, e este ano toda a rede também deve crescer cerca de 20% e faturar R$ 500 milhões. Já o Grupo Silvio Santos, que hoje conta com 34 empresas em diversos segmentos, registrou receita de R$ 4,6 bilhões em 2009 e pretende crescer 20% este ano.

De acordo com o presidente do Grupo Silvio Santos, os setores que serão foco de investimentos e que mais têm crescido dentro da empresa são a área de cosméticos, com a Jequiti Cosméticos, cujo faturamento deve dobrar este ano, chegando a R$ 400 milhões; a área financeira, com o Banco PanAmericano, seguros e cartão de crédito, e o varejo, com a Lojas do Baú. O Grupo está também retomando os negócios em sua área imobiliária, com a Sisan Empreendimentos Imobiliários.

O Grupo Silvio Santos está na ponta de compra no setor varejista. A corporação tem interesse em aquisições de concorrentes da Lojas do Baú Crediário que sejam de pequeno e médio porte, principalmente nas Regiões Sul e Sudeste. A partir do próximo ano os negócios deverão ser fechados, depois da integração com a compra da rede de móveis e eletrodomésticos Dudony, com 99 lojas no Paraná e 11 no interior de São Paulo.

O grupo chegou a pensar em contratar bancos de investimentos para buscar negócios maiores no mercado, como parcerias e fusões, depois de perder a disputa do Ponto Frio - quando fez oferta pela aquisição - para o Pão de Açúcar. Depois, surpreendeu-se com a fusão de Pão de Açúcar e Casas Bahia. Segundo Luiz Sebastião Sandoval, presidente do grupo, a ideia é brigar por mais espaço. "Esta semana tivermos reunião com Silvio Santos e decidimos traçar novo plano de expansão", disse.

Hoje, a rede Baú conta com 130 unidades no Paraná, onde é uma das líderes no varejo de "eletromóveis". Prevê investir R$ 30 milhões em expansão este ano, com meta de chegar, segundo o diretor de Varejo da rede, Décio Pedro Thomé, a 180 lojas. "Por enquanto nosso foco é o sul e o sudeste brasileiro, e o projeto é que há espaço para pelo menos 225 lojas nessas regiões", afirmou.

Fonte: DCI

Rede de restaurantes Viena concorre ao Prêmio Alshop Lojista 2010

Rede de restaurantes Viena concorre ao Prêmio Alshop Lojista 2010
Consumidores escolhem os melhores lojistas em 36 segmentos do varejo nacional

As marcas Viena, Viena Express e V. Café, da rede de restaurantes Viena, foram indicadas nas categorias Culinária Rápida, Restaurante e Cafeteria, do Prêmio Alshop Lojista 2010. Promovido pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping há 12 anos, o prêmio destaca os principais nomes do varejo nacional escolhidos pelo voto popular. O objetivo é reconhecer as empresas varejistas que mais se destacam a cada ano em 36 segmentos.

Não é a primeira vez que a rede participa da premiação. O Viena Express já ganhou o prêmio hours concours na categoria Fast Food, por vencer três anos consecutivos – 2002, 2003 e 2004 – na categoria Culinária Rápida, pelo voto da academia.

“Além da Alshop ser uma instituição de sucesso e credibilidade, receber tantas indicações é o melhor retorno do trabalho que desenvolvemos e reflete a confiança que a marca Viena conquistou ao longo destes 35 anos”, comemora Andréa Pires, diretora de marketing e suprimentos da IMC (International Meal Company).

A votação já está disponível no endereço http://www.alshop.com.br/premio/ e vai até o dia 8 de maio, podendo qualquer pessoa indicar suas marcas preferidas entre os inscritos no Prêmio Alshop Lojista. Para a segurança do processo, o consumidor deve se cadastrar no site com CPF próprio ou de um responsável legal, e ter um e-mail válido. Só será possível fazer uma votação por dia para cada CPF cadastrado.

Sobre a International Meal Company

A IMC está presente no Brasil desde 2007 e atualmente agrega as marcas Viena, V. Café, Viena Express, Viena Snacks, Brunella, Frango Assado, além do Grupo RA Catering, que abastece companhias aéreas nos aeroportos de Congonhas (SP), Salgado Filho (RS) e Confins (MG). Suas operações já têm números expressivos. São 5 mil funcionários distribuídos em mais de 150 unidades de 18 diferentes marcas entre restaurantes, cafeterias e docerias. A companhia possui, ainda, redes no México, República Dominicana e Porto Rico.

Grupo Pão de Açúcar mantem redução do IPI para móveis até final dos estoques

Grupo Pão de Açúcar mantem redução do IPI para móveis até final dos estoques
Ponto Frio, Extra e e-commerce comemoram as vendas e facilitam pagamento

O Grupo Pão de Açúcar, uma das primeiras empresas a repassar os benefícios dos programas de redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) do governo, comemora os resultados da medida para o segmento de móveis e reforça os estoques de suas lojas Ponto Frio, Extra e dos sites Extra.com.br e Pontofrio.com.br. Nos meses de janeiro e fevereiro, por exemplo, as vendas de móveis com IPI reduzido cresceram 70% nas lojas do Grupo Pão de Açúcar. Os destaques ficaram com as cadeiras Office, guarda-roupas e Armários para cozinha.

Com os estoques já negociados com a indústria, a companhia estende o benefício do IPI para além do seu período de vigência, que acontece em 31 de março de 2010. Com isso o consumidor terá mais tempo para mobiliar a casa pagando pouco e com facilidades adicionais de pagamento. Desde novembro (início da medida), as lojas do Grupo oferecem mais de 600 itens com desconto de 25% e até 50%, nas compras efetuadas com o cartão da rede Extra e Ponto Frio, o pagamento pode ser em até 15 x vezes sem juros.

“O Dia das Mães está próximo e sabemos da importância do setor de móveis para a data. Estamos com Campanhas especiais e condições diferenciadas de crédito para garantir ao cliente a melhor opção de presente para as mães”, destaca Ramatis Rodrigues, vice presidente executivo do Grupo Pão de Açúcar.


terça-feira, 23 de março de 2010

Empresas reciclam eletrodomésticos por conta própria

Empresas reciclam eletrodomésticos por conta própria
Varejistas e fabricantes, pelo menos por enquanto, não são obrigados a reciclar eletroeletrônicos e eletrodomésticos, mas algumas empresas estão se preparando para um futuro que julgam inevitável: o envolvimento de toda a cadeia na busca da sustentabilidade. Há um mês, o Carrefour lançou o programa Descarte Certo. Por ele, a rede de supermercados se compromete a retirar eletros usados da casa do cliente e dar um fim ecologicamente correto para eles. Os produtos são coletados por uma companhia especializada em reciclagem. A empresa não é paga pelo Carrefour para prestar o serviço e sua receita sai dos produtos que são reciclados. A solicitação do serviço pode ser feita por um consumidor que tenha ou não comprado algo no Carrefour. Até o início de março o varejista, que cobra de R$ 3,90 (cartucho de tinta de impressora) a R$ 152,90 (geladeira ou freezer) por um chamado, havia registrado 550 pedidos, o que lhe gerou uma receita de R$ 7 mil. A meta do executivo é fazer com que o Descarte Certo, em um prazo de 12 a 24 meses, corresponda por 10% das vendas do varejista (considerando apenas as categorias listadas no programa), o que deve gerar entre 3 mil e 5 mil pedidos de descartes por mês.

A estratégia da Whirlpool, fabricante de produtos de linha branca das marcas Consul e Brastemp, por sua vez, foi fazer parcerias com algumas companhias distribuidoras de energia elétrica, entre elas a CPFL. Por lei, essas empresas são obrigadas a investir 0,5% da receita em ações de combate ao desperdício de energia em seus estados. A fabricante vende refrigeradores para as companhias como se fosse uma negociação tradicional com o varejo. Quando a geladeira é entregue na casa da família privilegiada pelo programa, a Whirlpool aproveita para retirar o refrigerador antigo. O produto é levado para o centro de reciclagem da fabricante, em Joinville (SC). Lá, tudo que pode reciclado é reaproveitado. Materiais como plástico, alumínio e cobre são vendidos para as indústrias correspondentes. Mil toneladas de resíduos foi o total reciclado pela Whirlpool em 2009. O número parece imponente, mas atualmente a fabricante consegue reciclar apenas 1% do total de produtos que vende.

Fonte: Brasil Econômico

Subway chega a 400 restaurantes no Brasil

A rede de fast food Subway inaugurou sua loja de número 400 no mercado brasileiro. Presente no país há oito anos, a empresa é a terceira de seu setor em número de lojas. Até o fim do ano, a rede pretende abrir mais 100 pontos de venda, chegando a 500 restaurantes no mercado brasileiro. A empresa acelerou sua expansão em 2006, quando abriu 50 lojas. Em 2007 foram 45, em 2008 foram 95 e no ano passado, 150 unidades. Para facilitar a expansão, o Brasil foi divido em territórios e conta com Agentes de Desenvolvimento, responsáveis pelas aberturas de lojas com acompanhamento do processo e prospecção de novos franqueados no país.

Fonte: Mercado & Consumo

Empresários têm a melhor expectativa de Páscoa em 4 anos

Empresários têm a melhor expectativa de Páscoa em 4 anos
Os empresários parecem estar bem mais otimistas em relação aos negócios que serão fechados na Páscoa deste ano. Pesquisa da Serasa Experian aponta a que 58% esperam aumento do faturamento na data comemorativa em comparação com a Páscoa de 2009, "período mais crítico da crise no Brasil", diz o levantamento. Trata-se do melhor resultado desde 2006, quando a análise teve início.

O estudo, divulgado nesta segunda-feira (22), mostra ainda que 32% dos empresários entrevistados acreditam que o desempenho durante a data será igual, e 10% apostam que cairá. "A expectativa empresarial sobre a Páscoa de 2010 mostrou confiança no ambiente econômico e na resposta do consumidor às promoções do varejo", afirma a entidade, em nota.

As mais otimistas são as grandes empresas do varejo: 88% delas esperam a alta. Entre as médias e pequenas empresas o percentual cai para 68% e 55%, respectivamente.

Na média, os empresários como um todo - desde os que esperam o aumento até os que aguardam a queda - apontam um crescimento de 4,5% no faturamento da Páscoa deste ano na comparação com a de 2009.

Por região, os empresários da Região Sul são os mais otimistas: 63% deles acreditam no aumento do faturamento. Na sequência aparecem as Regiões Norte e Nordeste, com 61%, e a Centro-Oeste e Sudeste, onde 55% apostam em alta.

Pagamento

Quanto à forma de pagamento, 50% dos entrevistados acreditam que os pagamentos serão feitos à vista, e 50%, a prazo. Na opinião dos executivos, o meio de pagamento mais utilizado deverá ser dinheiro (40%), seguido por cartão de crédito (23%), cheque (18%), cartão de débito (17%), cartão de loja (2%) e outros (1%).

No tocante a vendas parceladas, as opiniões ficaram entre cartão de crédito (40%), cheque pré-datado (33%), financiamento ou crediário (18%), cartão de débito parcelado (3%), cartão da própria loja parcelado (3%) e outros (3%).

O levantamento foi realizado entre os dias 22 e 26 de fevereiro deste ano, com 1.010 executivos que trabalham no setor do comércio.

Pesquisa da Serasa Experian aponta a que 58% dos empresários no País esperam aumento do faturamento nessa data comemorativa em comparação com a Páscoa de 2009.

Fonte: DCI


Retaliação anima fabricantes de óculos de sol

Retaliação anima fabricantes de óculos de sol
A indústria óptica nacional está na expectativa para investir em produção caso a taxa de importação de óculos de sol dos Estados Unidos suba de 20% para 40% nos próximos dias. A Suntech, localizada em Itupeva (SP), dona da marca Secret e da licença australiana da HB aposta na qualidade para enfrentar os competidores: "A concorrência americana é muito forte, é um mercado muito competitivo, mas após nosso investimento na certificação da ABNT, a NBR 15011, que envolveu os 200 funcionários de nossa fábrica, crescemos quase 20% no ano passado", explicou o gerente de Marketing da Suntech, Eduardo Grigoletto. "Estamos em pé de igualdade com americanos e europeus, e afastamos os falsificadores que traziam mercadorias de baixo custo do Paraguai. Hoje temos distribuidores na Flórida [EUA], Japão, Índia, Itália e Austrália, que representam 3% a 4% de nossas vendas totais de 300 mil peças/ano", explicou Eduardo Grigoletto.

A Sorel, com 250 funcionários na pequena cidade de Morungaba (SP), tem visão semelhante sobre crescimento: "Nossa expectativa é de crescer 20% este ano, como licenciamos a marca americana Playboy, nossos principais competidores são marcas italianas e francesas e os falsificados chineses", declarou a gerente de Marketing da Sorel, Daniela Motta, mas considera: "o que pode refletir é o pagamento de royalties aos americanos, também temos as licenças italianas Pierre Cardin e Benetton e marcas próprias Platini e Jean Monnier", referindo-se ao custo das licenças.

Fonte: DCI


Programa Comércio Varejista em Piracicaba (SP)

Programa Comércio Varejista em Piracicaba (SP)
Lançamento de programa Iniciativa do Sebrae Piracicaba e parceiros busca melhorar desempenho de empresas

O Sebrae realiza hoje (23) , às 19 horas, nas dependências da Associação Comercial e Industrial de Piracicaba (Acipi), o lançamento do Programa Comércio Varejista – Piracicaba - bairro Paulista. A iniciativa tem como parceiros: a Prefeitura de Piracicaba, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico – Semdec; Sindicato do Comércio Varejista de Piracicaba; Acipi e Câmara dos Dirigentes Lojistas, além do Senac e Fecomércio.

O Programa Comércio Varejista do Estado de São Paulo é oferecido gratuitamente e tem por objetivo melhorar o desempenho das empresas do setor varejista, por meio de cursos de capacitação e consultorias individuais.

No ano passado, este mesmo programa desenvolveu um trabalho no comércio como um todo e em função do sucesso alcançado e da receptividade empresarial, o Sebrae optou por realizá-lo nos centros comerciais da cidade, atendendo de maneira mais direcionada os interesses de cada região. O primeiro será o da região da Paulista.

O titular da Semdec, Pedro Cruz, destacou que as pessoas têm buscado maior comodidade para efetuar suas compras e, em conseqüência, vem ocorrendo uma descentralização do comércio, em avenidas e ruas considerados grandes corredores ou centros comerciais, espalhados por diversos bairros. Segundo ele, para garantir melhorias para esses comerciantes, iniciativas como estas são imprescindíveis.

Na oportunidade, Cruz avaliou que a boa participação em programas desta natureza se deve também a conscientização do empresariado da necessidade de ter suporte técnico, não bastando somente a vocação empresarial e a disposição econômica para abrir um estabelecimento.

O gerente do Sebrae-SP em Piracicaba, Laurival Barbosa Neto, informou que nesta região existe cerca de 200 empresas de comércio varejista. O programa atenderá aos micro e pequenos empresários instalados no quadrilátero entre as avenidas Madre Maria Teodora, Presidente Vargas, Nove de Julho e Dr. Paulo Moraes.

Os empresários participantes deverão conhecer no lançamento, o conteúdo do programa que terá em sua primeira etapa a realização de um diagnóstico feito a partir da visita de consultores aos pontos-de-venda, quando serão identificadas necessidades e dificuldades na rotina da empresa com relação ao visual Merchandising. Serão avaliados 20 itens, incluindo vitrine, comunicação visual, acesso à loja, disposição e apresentação dos produtos, provadores (em lojas de roupas), limpeza, climatização, entre outros.

SERVIÇO

Lançamento Programa Comércio Varejista – Piracicaba (bairro Paulista)

Data: 23 de março, às 19h
Local: Associação Comercial e Industrial de Piracicaba (Rua do Rosário, 700 – Centro)
Informações e inscrições: Escritório Regional do Sebrae-SP Piracicaba (19) 3434-0600.

Fonte: Gazeta de Piracicaba

segunda-feira, 22 de março de 2010

Lojas reforçam encomendas de roupas para o inverno

Lojas reforçam encomendas de roupas para o inverno
Expectativa positiva do setor é baseada em dados como situação econômica do país e renda maior. No que depender das vendas, o inverno de 2010 deve ser mais quente do que o do último ano.

Sem o fantasma da crise econômica rondando o comércio brasileiro, os lojistas aumentaram, em média, em10% as encomendas.

No Estado, uma pesquisa feita pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL-RS) apontou que mais de 75% dos lojistas estão com “ótimas expectativas de vendas”. Para Vitor Koch, presidente da entidade, o entusiasmo é embasado em dados positivos, como alta da massa salarial, previsão de boa safra de grãos, situação econômica do país e sobretaxação de alguns produtos – como os calçados vindos da China:

– Quando isso acontece, o reflexo no comércio é quase imediato.

Outro bom sinal vem da produção. Nelson Jawetz, presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário do Estado, diz que as fábricas não têm mais capacidade de atender pedidos – cerca de 70% delas estão ocupadas com vendas feitas na Feira Nacional da Indústria da Moda, realizada em janeiro. Sylvio Mandel, presidente da Associação Brasileira do Varejo Têxtil, conta que “já se ouve falar de produtos faltando”.

– Não podemos dizer que o setor têxtil saiu da crise que enfrenta há anos por conta da concorrência desleal com importados e da alta carga tributária, mas este ano parece que vai ser bem mais favorável – observa Fernando Pimentel, diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção.

Também otimista, Vilson Noer, presidente do Câmara de Dirigentes Lojistas da Capital, faz projeção de crescimento entre 8% e 9%, lembrando que o resultado está diretamente vinculado à questão climática. Picos de altos e baixos do frio são ruins para as vendas, principalmente para quem trabalha com pronta entrega, observa Carlos Graça de Araujo, presidente da Associação Profissional das Indústrias de Fiação e Tecelagem de Caxias do Sul. Araujo estima expansão de 15%, contando com um inverno rigoroso.

A torcida pelas baixas temperaturas faz sentido, já que, para as malharias gaúchas, a estação representa entre 70% e 80% das vendas no ano. No Brasil, as confecções produzem em torno de 6,5 bilhões de peças por ano, sendo que a coleção outono-inverno representa cerca de 30% a 35% desse volume. Em valores, o faturamento da estação costuma ser 30% maior do que no resto do ano, até porque são “produtos de maior valor agregado”, enfatiza Koch.

Fonte: Zero Hora


Alshop lembra o Dia Mundial da Água de olho no consumo sustentável dos shoppings

Alshop lembra o Dia Mundial da Água de olho no consumo sustentável dos shoppings
Neste 22 de março, Dia Mundial da Água, a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) ressalta a importância dos centros de compras na criação de atitudes sustentáveis para o varejo de shoppings.

Atualmente, novos projetos de empreendimentos estão incorporando formas de consumo sustentável de recursos naturais, e os que já estão em funcionamento investem em ações que visam reduzir o consumo do líquido, como programas de reuso e reaproveitamento de água; instalação de sanitários com descargas econômicas; torneiras com arejadores no bocal, este uma espécie de peça hidráulica que dá melhor vazão à água; entre outros mecanismos. E pelas tarifas cobradas pelos Estados, o consumo de água tratada e sua reutilização tornaram-se estratégicos para a competitividade do setor.

Com a escolha do Rio de Janeiro como cidade-sede dos jogos olímpicos de 2016, alguns shoppings da capital fluminense já preparam-se para atender as exigências e responsabilidades, a fim de obterem um melhor aproveitamento da água, sendo uma medida benéfica aos lojistas, pois terão uma redução do valor condominial, já que o consumo de água será menor.

“O futuro do varejo está totalmente ligado a sustentabilidade, e o uso responsável da água e de outros recursos naturais por parte de shoppings e lojistas acabam envolvendo todo o setor, sendo bom para os centros de compras que podem aproveitar a oportunidade para elaborar diversas ações de marketing sobre o tema; sem contar na economia que todos os empreendimentos terão”, comenta o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun.

Mais Cursos Interativos anuncia expansão na SBC Franchising Business

Mais Cursos Interativos anuncia expansão na SBC Franchising Business
Rede de cursos livres e profissionalizantes prevê mais 200 unidades em 2010 e tem planos para a Grande São Paulo

O sistema de franquias já demonstrou sua força e potencial como um negócio vantajoso no país. O setor não recuou diante da crise mundial e fechou o ano de 2009 com faturamento de R$ 63 bilhões, um crescimento de 14,7% em relação ao ano anterior. Segundo dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising) são mais de 1.643 marcas e a expectativa de crescimento para 2010 é de 10 a 12%.

Frente a este rentável mercado, a Mais Cursos Interativos, rede de cursos profissionalizantes e de informática, apresenta aos visitantes da 1ª São Bernardo do Campo Franchising Business seu modelo pioneiro de franquia, altamente lucrativo e com um método de ensino inovador.
Durante a feira, realizada pela ABF em 26 e 27 de março no Pavilhão Vera Cruz, os visitantes poderão informar-se sobre as características do negócio, como valor de investimento inicial e taxa de franquia e ainda terão a chance de conhecer diferenciais que agregam valor à marca e ver o funcionamento do método de ensino, por meio de uma estação de trabalho que estará no estande à disposição.
Em sete meses no sistema de franquia, a Mais Cursos Interativos já registrou um desempenho otimista, e tem, ainda, a ousada previsão de inaugurar mais de 200 unidades em 2010 e atingir a marca de 500 pontos pelo país em até três anos. Na Grande São Paulo, a rede busca parceiros em diversas localidades para concretizar os planos de expansão.

“Iniciamos o projeto de implantação de franquias no Estado. Na feira, apresentaremos aos investidores o Máster Franqueado da Grande São Paulo, bem como o projeto de franquia e os planos para a região”, diz Ana Maria Amaral, executiva da Mais.

Com retorno do investimento programado em até 15 meses, o Grupo Mais Franchising atua em um segmento pouco explorado, exige baixo investimento inicial e operacional e o faturamento médio da escola gira em torno de R$ 16 mil e R$ 20 mil por mês. Tantos atrativos chamam a atenção de empresários de todo o país. A Mais Cursos Interativos está presente em diversas cidades brasileiras e ganhará, em breve, novas escolas em São Paulo (SP), Salvador (BA) e Campos Belos (GO).

Fonte: DCI


sábado, 20 de março de 2010

E-books no Brasil em breve na Livraria Cultura

A Livraria Cultura prepara uma grande jogada: até o final de março, pretende iniciar as vendas de e-books. Seria a primeira no Brasil a entrar nesse segmento, que nos EUA já é um sucesso, principalmente graças ao Kindle, da Amazon. Sergio Herz, diretor da rede, esteve na CES, em janeiro, e ficou encantado com o que viu: eram pelo menos vinte modelos de e-readers.

Segundo ele, de início os e-books da Livraria Cultura serão compatíveis com os e-readers da Sony e da Apple (iPad, iPhone e iPod Touch), além do Nook, da rede americana Barnes & Noble (não poderão ser lidos no Kindle). Três editoras brasileiras já teriam fechado acordo com Herz: Companhia das Letras, Zahar e Saint Paul, além das americanas Penguin e HarperCollins.

Fonte: Planeta Tech

sexta-feira, 19 de março de 2010

Rua Oscar Freire passará por nova revitalização

Rua Oscar Freire passará por nova revitalização
A Rua Oscar Freire, localizada em um dos principais centros de comércio de luxo, a região dos Jardins, na capital paulista, deve receber investimentos para melhorar sua infraestrutura ainda este ano. Pelo projeto, a rua, que conta atualmente com mais de 120 lojas sofisticadas, passa agora por reformas, a exemplo do que aconteceu em 2006.

Para a diretora da consultoria de estratégia em varejo Vecchi & Ancona, Ana Vecchi, a rua é também um local de passeio, além de espaço para pop-up stores, lojas temporárias que testam tendências na região, há ainda mudanças na comunicação visual das lojas. "Quanto mais classe A, mais clean é a vitrine, por exemplo. Na 25 de Março é preciso quantidade e preço; na Oscar Freire, há poucos produtos na vitrine e o consumidor precisa entrar na loja", diz.

Atraída pelo processo de revitalização do Shopping Center Vale, em São José dos Campos, interior de São Paulo, a grife Calvin Klein inaugurou ontem sua primeira loja exclusiva na região do Vale do Paraíba, interior de São Paulo. No projeto foram investidos mais de R$ de 700 mil. Hoje a marca tem mais de 50 lojas e até o próximo semestre vai inaugurar 15 unidades no País

Fonte: DCI


Aberta a votação para o Prêmio Alshop Lojista

Aberta a votação para o Prêmio Alshop Lojista
Pelo décimo segundo ano consecutivo, a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) promoverá, na noite de 10 de junho, o Prêmio Alshop Lojista. A premiação será realizada no Clube Monte Líbano, em São Paulo, onde serão destacados os principais nomes do varejo nacional, reconhecidos pelo voto popular por suas ações e desempenhos no setor.

A votação já está disponível no endereço (www.alshop.com.br/premio), e vai até o dia 18 de maio, podendo qualquer pessoa indicar suas marcas preferidas entre os inscritos no Prêmio Alshop Lojista. Para a segurança do processo, o consumidor deve se cadastrar no site com CPF próprio ou de um responsável legal, e ter um e-mail válido. Só será possível fazer uma votação por dia para cada CPF cadastrado, e indicar uma loja de cada segmento.

Neste ano, espera-se mais de meio milhão de acessos ao painel de votação, ultrapassando assim a marca registrada pela votação de 2009. A partir disso, serão revelados ao público três finalistas de cada categoria, que serão homenageados pela entidade em um almoço para mais de 250 empresários no dia 8 de junho, na capital paulista.

O prêmio é composto por 36 categorias compostas por diversos concorrentes cada: Moda Vanguarda; Moda Feminina; Casual Feminina; Casual Masculina; Moda Jovem; Moda Infantil; Moda Íntima Feminina; Calçados Esportivos; Complementos e Acessórios; Brinquedos; Óticas; Restaurantes; Culinária Rápida; Surf Wear; Moda Feminina Premium; Jeanswear Básico; Moda Feminina Premium; Moda Masculina Clássico; Fast-Food; Cafeteria; Artigos para o Lar; Serviços; Eletrodomésticos e Eletrônicos; Mega Store Fashion; Perfumaria e Cosméticos; Lazer e Entretenimento; Joalheria e Relojoaria; Móveis e Decorações; Lojas de Departamento; Underwear; Moda Praia; Calçados Masculinos; Calçados Femininos; Jeanswear Premium; Jeanswear Feminino e Jeanswear Masculino.

Para homenagear as empresas ganhadoras do Prêmio Alshop Lojista por três edições consecutivas, a Alshop confere a estas o título de hors concours, uma forma de reconhecer publicamente, com carinho e respeito, as preferências do varejo de shopping por estas marcas. As marcas concorrentes, assim como as vencedoras, serão amplamente destacadas nos principais veículos de comunicação do País, como os jornais O Estado de São Paulo, Brasil Econômico, além da Revista Alshop Notícias e Portal Alshop, que farão uma cobertura especial da premiação.

A premiação conta com o patrocínio da Savoy Imobiliária Construtora Ltda., e organizado pela Ness Eventos.

Abertas as inscrições para as etapas regionais do AMPRO Globes Awards

Abertas as inscrições para as etapas regionais do AMPRO Globes Awards
A AMPRO – Associação de Marketing Promocional acaba de abrir as inscrições para a versão regional do AMPRO Globes Awards, um dos maiores prêmios internacionais do marketing promocional. Pela primeira vez na história do prêmio, serão realizados julgamentos em separado, que apontarão os melhores trabalhos de todas as regiões brasileiras. Os vencedores nas regionais participarão da etapa nacional, que definirá os finalistas para o Globes Awards, única premiação mundial exclusiva para o marketing promocional.

As inscrições poderão ser feitas entre 18 de Março e 10 de Maio pelo site www.ampro.com.br/globes. As agências poderão inscrever trabalhos conforme a sua localização geográfica.

Em 2010 o prêmio terá julgamentos nas seguintes regiões:

Sul: agências do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
Sudeste: para agências do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.
Centro-Oeste: agências do Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Norte e Nordeste: agências do Acre, Amazonas, Amapá, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Roraima, Rondônia, Rio Grande do Norte e Sergipe.
São Paulo Interior: agências das cidades do interior de São Paulo, exceto as localizadas na região metropolitana da capital paulista.

Junto com a informação sobre os procedimentos para inscrições, a AMPRO divulgará as datas e locais de julgamento. Paulo Pérsigo, VP de Comunicação da entidade, informa que foram necessários vários meses de estudo e também de alinhamento com os dirigentes regionais para a realização desta primeira edição do AMPRO Globes e que 2010 será o ano “beta” onde a entidade acompanhará o andamento do processo visando as próximas edições. “Trabalharemos com o regulamento do AMPRO Globes e vamos verificar as características de cada região, num processo de aprendizado e melhoria continua”, reforça Paulo.

Julio Feijó, Conselheiro e VP Regional da AMPRO, destaca o salto de qualidade da iniciativa. “Vamos oferecer um prêmio genuinamente promo para todo o mercado brasileiro, com regulamento e julgamento feito por quem é do ramo, sem a contaminação das outras disciplinas do mercado de comunicação. O objetivo é agregar as agências que fazem promoção em todo o país como forma de sinalizar ao mercado a verdadeira força que tem o nosso setor.”, diz. “A entidade tem maturidade para empreender um prêmio nacional com etapas regionais graças à força das lideranças locais. Dentro do grupo de mais de 50 colaboradores da entidade, hoje temos diretores e membros do conselho da AMPRO atuando nas principais praças além de SP, o que garante atenção e foco no que acontece em cada parte do Brasil.”, finaliza.

Esta é a primeira novidade para as regionais da AMPRO durante a gestão de Guilherme de Almeida Prado. Segundo o novo presidente, “a aproximação da entidade junto aos mercados regionais deverá ser intensificada nos próximos anos como forma de valorizar a atividade do marketing promocional em todo o país”.

Mais detalhes: www.ampro.com.br/globes


quinta-feira, 18 de março de 2010

Venda direta: Alta de mais de 18% do setor atrai mais empresas

Venda direta: Alta de mais de 18% do setor atrai mais empresas
O crescimento do setor de vendas diretas em 2009, de 18,4% sobre o ano anterior, o que representa um faturamento de R$ 21,858 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (Abevd), é um dos atrativos para indústrias e empresas de diversos segmentos passarem a atuar no mercado. De acordo com Marcelo Pinheiro, sócio da consultoria especializada em venda direta DirectBiz, o setor cresce a taxas de dois dígitos nas últimas décadas.

"Os canais tradicionais de venda também estão cada vez mais competitivos. É preciso ter uma atuação multicanal", afirma o especialista. Para ele, a entrada de indústrias como a Coca-Cola e a Nestlé na venda porta a porta é uma forma de expandir-se e se aproximar-se das classes mais baixas. "O trabalho da Nestlé tem um cunho social muito grande, buscando o segmento mais baixo da população", afirmou.

O número de pessoas que trabalham como revendedores reforça isso. Em 2009, foram 2,377 milhões de revendedores, 17,7% mais do que no ano anterior. Foi comercializado mais de 1,7 bilhão de itens, superando a performance de 2008 em 10%. O número representa uma venda de 30 produtos por domicílio brasileiro.

Fonte: DCI


quarta-feira, 17 de março de 2010

Dúvidas de leitores: fluxo de caixa

Dúvidas de leitores: fluxo de caixa
Pergunta enviada por Itamar Silva, do Amazonas.

Olá Caio,

Me chamo Itamar Silva, tenho um mercadinho no interior do amazonas, e a quase um ano acompanho seu blog diariamente, que por sinal já me ajudou muito, me tirando duvidas sobre atendimento, vendas e muitas outras coisas.Caio Em 2007 passei por uma fase muito complicada e quase acabei fechando as portas. Em 2008 comecei a fazer promoções e a divulgar mais a loja, com propaganda na radio e com uma bicicleta de som e panfletos na qual divulgo os preços e promoções da semana. Com essas inovações em 2009 vendemos quase o dobro de 2008.

Mesmo com tudo isso preciso de uma ajuda: Estamos com uma venda muito boa, mais não consigo organizar as contas e as vezes fico pendente com alguns fornecedores e tenho que passa as vezes uma semana sem poder comprar por causas dos atraso. Se possível gostaria de algumas dicas para organizar as contas.

Gosto muito do seu blog. Para o ramo de varejo considero ele o numero 1 da net.

Desde já Agradeço.
Itamar Silva



Olá Itamar.

Como me deixa contente poder receber um e-mail como o seu.
Fico grato pelos elogios e pela audiência. O blog foi feito especialmente para empresários como você.

Vamos ao que interessa:

Itamar, não tem jeito.

Existem duas coisas básicas no fluxo de caixa. Entrada e saída. Quando a saída está maior do que a entrada, não existe muita solução num primeiro momento, a não ser rever custos e processos, para verificar onde está se pecando.
Pode ser no estoque, com produtos que não giram (vendem) o tanto quanto desejado, pode ser no preço que esteja pagando por eles, reduzindo muito sua margem.

Você diz que tem uma venda boa, talvez expressiva, mas insuficiente para controlar seus custos ?

Busque simplicidade: Reduza fornecedores, diminua o estoque, concentre em vender aquilo que realmente vende.
Reveja a questão de custos fixos da empresa, como readequação de salários (inclusive o seu), ou até mesmo o corte de alguns funcionários.

Não se trata de sair cortando tudo o que parece gastar dinheiro. Trata-se de buscar uma equalização. Tente fazer mais, com menos.
Continue a investir em promoção. Talvez não o rádio ou a bicicleta (que são mais para a grande massa), mas principalmente o panfleto (que você pode concentrar melhor seu foco em uma região, como o bairro que você atua, por exemplo). Funciona muito bem.

Outra coisa que sempre atrapalha: Fique de olho nos processos. Faça como diz o ditado: UMBIGO DO PATRÃO NO BALCÃO. Isso vai ajudar a perceber o que pode estar dando errado.

Também vou deixar o espaço aberto para os leitores aqui do blog opinarem sobre o assunto.
Pessoal, qual a sugestão ?

Espero ter lhe ajudado.

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.com.br

Sebrae/PR e Fecomércio lançam VarejoMAIS 2010 em Curitiba nesta quinta-feira

Sebrae/PR e Fecomércio lançam VarejoMAIS 2010 em Curitiba nesta quinta-feira
Nesta quinta-feira, dia 18, o Sebrae/PR e o Sistema Fecomércio lançam às 19h30, em Curitiba, a edição 2010 do VarejoMAIS - Mais Vendas, Mais Competitividade. O programa tem como objetivo aumentar a competitividade no varejo e profissionalizar cada vez mais o setor. É voltado para empresários de micro e pequenas empresas e profissionais de vendas do comércio varejista que buscam excelência em seus atendimentos.

No evento, que reunirá empresários do setor, o gestor do VarejoMAIS em Curitiba e Região, o consultor Leandro Krug Libano Batista, vai proferir a palestra “Tendências do Varejo 2010”. “Vamos demonstrar o crescimento do varejo virtual, das redes de franquias e das grandes redes de varejo, além de mostrar quais são as consequências para os empresários independentes do pequeno varejo”, explica o consultor do Sebrae/PR.

Leandro Batista afirma que o mercado está em processo de profissionalização. “O varejista independente sofre uma ameaça de extinção muito em breve. A profissionalização é crucial nesse momento”, completa o consultor do Sebrae/PR ao explicar que esse será o viés de sua palestra. Depois da apresentação, o consultor vai demonstrar como pode auxiliar os varejistas independentes para que se preparem para esse novo momento do mercado.

Durante o lançamento também serão apresentados casos de sucesso de empresas que participaram do VarejoMAIS em 2009 e melhoraram o desempenho e os indicadores de performance de seus estabelecimentos comerciais. Um dos casos de sucesso, destaque em 2009, é o da Joanah Pink – Centro Integrado da Mulher. No mercado há seis anos, a empresa, com sede na Capital, participou da edição passada do VarejoMAIS e remodelou sua gestão.

Uma das proprietárias da empresa, Andreia Berté, conta que ela e a sócia, Fernanda Pauliv, se sentiram motivadas pelo programa e aderiram. “Começamos a empresa oferecendo cursos e palestras, mas com o passar do tempo passamos a oferecer outros serviços. As consultorias e as palestras do Sebrae/PR fizeram com que olhássemos a empresa num todo e voltássemos o foco para todos os setores. Além do processo de gestão administrativa, houve uma transformação visual, o que representou mais vendas e satisfação das clientes”, diz Berté.

A empresária explica que o mais importante no VarejoMAIS é o questionamento que nasce em relação ao processo empresarial. “As empresas que participam desse Programa são, na maioria das vezes, familiares e que têm as ações muito centralizadas. Com o VarejoMAIS, os diretores aprendem a ouvir críticas e a realizar as mudanças. Isso é que vai trazer a renovação para dentro do negócio”, ressalta a proprietária da Joanah Pink.

A Farmácia Faz Bem é outro caso de sucesso que irá servir de exemplo durante a palestra. “Nascemos dentro do Sebrae/PR. Logo depois da abertura da empresa, em abril de 2009, veio o VarejoMAIS e foi um casamento perfeito. Nosso faturamento está de acordo com o plano de negócios e estamos tendo crescimento de 5% ao mês, ou seja, alcançando 90% da nossa meta”, conta Maurício Choinski, proprietário da farmácia.

A Curitiba Rent a Car, locadora de veículos, é mais uma empresa que participou do VarejoMAIS e obteve sucesso. “A locadora teve um aumento de 50% na frota de veículos. É mais um exemplo de que o VarejoMAIS realmente possibilita um diagnóstico sério e implanta o processo de gestão dentro das empresas”, diz Leandro Batista, consultor do Sebrae/PR.

O Programa

O VarejoMAIS proporciona aos empresários capacitação gerencial e funcional, abordando temas como vendas, finanças, promoções, recursos humanos, atendimento, comunicação visual de loja e marketing. Os consultores do Sebrae/PR e especialistas em varejo acompanham as empresas em cada uma das fases do programa que se inicia com um diagnóstico operacional do negócio. Com uma análise é possível avaliar, nessa primeira fase, pontos como atendimento, estrutura física e gestão empresarial.

Como resultado do programa, os varejistas buscam aumentar a competitividade e os lucros das empresas, melhorando seus processos de gestão e desenvolvendo um diferencial para as mesmas. Entre os pontos abordados estão proximidade, relacionamento e atendimento ao cliente; capacitação e treinamento de pessoal; melhoria da gestão da carteira de clientes; definição de novos produtos, serviços e processos; aprimoramento administrativo e desenvolvimento de equipes de sucesso.
Mais informações sobre o lançamento da edição 2010 do VarejoMAIS e inscrições podem ser obtidas pelo 0800 570 0800 ou na Regional Centro-Sul do Sebrae/PR, que fica na Rua Caeté, 150, em Curitiba.

Fonte: Paranashop

Encontro Mineiro da Moda foi aberto hoje

Encontro Mineiro da Moda foi aberto hoje
Com o objetivo de fomentar o turismo de negócios de moda em Belo Horizonte, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), o Sebrae Minas e a empresária Sarah Vaintraub se uniram para promover o Encontro Mineiro da Moda, que foi aberto hoje e vai até o dia 19, no Museu Inimá de Paula. O evento é uma excelente alternativa para os lojistas abastecerem suas lojas com os lançamentos da coleção outono/inverno 2010.

A feira de negócios de moda e acessórios é exclusiva para lojistas e reune 20 confecções de pronta entrega. Algumas novidades apresentadas: a Cia. da Moda apresentou peças extremamente femininas com o romantismo dos detalhes em rendas, além de estampas exclusivas. A Patachou apresenta como carro-chefe uma coleção forte em alfaiataria. A Raiz da Terra mostra sua nova coleção em sportswear masculino e feminino e Cláudia Mourão as tendências que irão ganhar as ruas em bolsas e calçados.

A proposta inédita transformou o museu em um grande showroom, atraindo um maior número de compradores para Belo Horizonte. Durante o evento haverá ciclo de palestras e rodada de negócios. Além de moda, o evento unirá os setores de gastronomia e cultura da capital mineira. Alguns bares da rua da Bahia, associados da Abrasel, vão oferecer pratos temáticos, alusivos à moda, com descontos especiais. Mais informações no site www.cdlbh.com.br

Dúvidas de leitores: como fidelizar meus clientes ?

Dúvidas de leitores: como fidelizar meus clientes ?
Pergunta enviada por Elenilda Nascimento

Caio,

É com prazer e expectativas de sanar as minhas duvidas que estou lhe escrevendo,
É o seguinte: moro em uma cidade de 22.000 habitantes do tipo “todo mundo conhece todo mundo”. O pessoal tem a cultura de comprar em notinhas, mas eu não gosto.

Inclusive montei um supermercado de 2006 até julho de 2009 e vendia bastante “à vista” em um ponto locado.

Graças à Deus comprei lote em frente e conseguir construir o meu próprio ponto. entreguei o ponto para o dono no vencimento do contrato em julho de 2009 e como estava me sentindo muito cansada e estressada, resolvi descansar um pouco.
Só agora penso em retornar, entretanto, nesse intervalo de tempo, o dono do ponto aonde eu trabalhava aproveitou que eu parei uns meses e colocou um supermercado no mesmo ponto.
Conclusão: os meus clientes estão comprando no meu antigo ponto em frente ao meu novo ponto.
O que faço ? Eu quero montar o meu supermercado e reconquistar os meus clientes, e os clientes são os mesmos, não tem como apelar a outros.

1) Como atrair outros clientes para o meu supermercado ?
2) O que fazer para que eles voltem , fidelizando eles ao meu supermercado?
3) O que poderia dar de brindes aos clientes na reinauguração, já que o pessoal por aqui gosta muito de ganhar lembranças ? Como fazer a reinauguração chamando-os para retornar ao meu estabelecimento? Como devo me comportar com relação a tudo isso?
Obrigada,
Elenilda Nascimento

Olá Elenilda.

Questão realmente difícil essa...

Vamos por partes. Você comenta que em sua cidade “todos conhecem todo mundo”, correto ?
É nítido que remar contra a maré, contra a própria vontade ou hábitos de seu consumidor, como no caso a caderneta, contribui para que as pessoas prefiram o outro ponto ao seu. Um primeiro ponto, caso seu concorrente utilize desta ferramenta, é verificar realmente se a caderneta não vale a pena no seu caso.

Apesar de toda a modernidade que sempre comentamos, de auto-serviço, compras via celular, e muito mais, o pequeno e médio varejo do grande Brasil fora dos grandes centros ainda vive de atendimento de balcão e venda por caderneta.

A primeira questão pode parecer simples, mas precisa de muita autocrítica: O que seu supermercado tem de melhor ? Produtos melhores (como vegetais ou frutas mais frescas) ? Produtos que só você oferece (como produtos de padaria) ? Um ambiente de loja único ?

Se a resposta não for suficientemente clara, só lhe restará apelar para uma questão: preço.

Sempre coloco aqui que preço não deve nunca ser um diferencial, mas enquanto não se crie algo que realmente seja representativo na formação de imagem ao consumidor, preço pode ser um excelente recurso para se atrair novamente a freguesia.

Caso tenha percebido algum diferencial, explore-o junto à freguesia, coloque isso em sua comunicação.

Como forma de combate promocional, abuse de tablóides e se possível encartes em algum jornal da região. Faça barulho, principalmente se precisa trabalhar a questão do preço. Proporcione serviços que possam ajudar o consumidor, como recarregar o celular no caixa da loja ou ainda poder pagar suas contas como as de água ou de luz. Se o terreno for bom, e for possível, ceda espaço para um novo empreendimento junto ao seu, como uma banca de jornais, ou um chaveiro.

Ao longo do tempo, procure criar atratividade para seu ponto-de-venda, talvez investindo em um melhor ambiente de loja, através de por exemplo, um bom projeto de comunicação visual. As pessoas gostam de ambientes agradáveis para as tarefas do dia-a-dia. Proporcione isto.

Com um bom ambiente de loja, com certeza, você começa a atrair os clientes novamente, além de abrir possibilidades para atrair novos clientes.

Quanto à questão dos brindes, não vou discordar de que eles funcionam bem num primeiro momento, e que as pessoas adoram receber mimos das lojas. Mas mimos não garantem vendas futuras, portanto, acredito que um melhor caminho é focar-se em criar verdadeiras vantagens aos seus consumidores.

Espero ter lhe ajudado.

Um grande abraço e boas vendas

Caio Camargo
FALANDO DE VAREJO
www.falandodevarejo.com.br

ABF participa da maior feira de franquias do mundo, a Franchise Expo Paris

ABF participa da maior feira de franquias do mundo, a Franchise Expo Paris
Pelo segundo ano consecutivo a Associação Brasileira de Franchising (ABF) retorna com um grupo de empresas brasileiras a maior feira de franquias da atualidade, a Franchise Expo Paris, que será realizada de 14 a 17 de março no Paris Expo Porte de Versailles, na capital francesa.

Por meio do convênio firmado entre a ABF e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX-Brasil), que apóia a internacionalização das redes brasileiras de franquia, a entidade e mais quatro marcas nacionais - Emagrecentro, Depyl Action, Casa da Empada e Global Franchise - formarão o pavilhão brasileiro, ocupando uma área de 41m² e intitulado como Franchising Brasil.

Nesta primeira etapa, o acordo entre a ABF e a APEX-Brasil conta com um investimento de cerca R$ 1,5 milhão para a participação das redes em feiras de negócios e missões comerciais na Guatemala, Costa Rica, Panamá, Turquia, Egito, Estados Unidos, França, El Salvador, República Dominicana e Angola.

Realizada há 25 anos, a Franchise Expo Paris, tem como objetivo acelerar o desenvolvimento das redes na França e no mundo. Esse ano a feira deve receber mais de 400 marcas expositoras e por ser um evento de abrangência internacional, deve atrair além dos investidores franceses, empresários portugueses, espanhóis, norte africanos, asiáticos, da Europa Oriental e países árabes.

A feira contará mais uma vez com o Franchise Business Award, prêmio concedido para a rede internacional de maior destaque dentre aquelas levadas pelo país de honra convidado. No ano passado quem ocupou este posto foi o Brasil e a grande vencedora foi a Via Uno. Este ano o país convidado é o Marrocos.

A exposição apresenta aos seus visitantes novos negócios e as tendências do mercado de franquias, aproximando potencias investidores e fornecedores. Além da projeção para a rede, o evento possibilita um excelente networking. Segundo o diretor executivo da ABF, Ricardo Camargo, esta feira é uma referência para o setor e uma vitrine para as empresas expositoras, dado o seu caráter internacional.

O franchising no Brasil

O setor de franquias fechou o ano de 2009 com um faturamento de R$ 63 bilhões, um crescimento de 14,7% em relação ao ano anterior. O dado foi apurado pela ABF por meio de pesquisa feita com 1.643 marcas de franquia atuantes no País. Em 2009, 264 novas redes surgiram no mercado, um aumento de 19,1%, totalizando 1.643. Já o número de unidades (pontos-de-venda de serviços ou produtos), saltou de 71.954 para 79.988, um aumento de 11%.
Essa expansão resultou na abertura de 72 mil novos postos de trabalho. O setor é responsável hoje por mais de 700 mil empregos diretos. É também um dos setores que mais oferece oportunidade do primeiro emprego, além de investir no treinamento e capacitação de seus funcionários.

Em faturamento, o segmento de franquia que mais cresceu em 2009 foi o de Acessórios Pessoais e Calçados, pelo terceiro ano consecutivo registrando 41,2% de aumento em relação ao ano passado. Em segundo lugar está o setor de Vestuário com 37,5% de aumento de faturamento, seguido pelo setor de Informática e Eletrônicos, com crescimento de 28,9%, em relação a 2008.

O setor de Alimentação manteve seu ritmo de crescimento. Em 2009, o setor cresceu 21,8%. Em relação ao crescimento do número de redes, o destaque de 2009 foi o setor de Hotelaria e Turismo que cresceu 33,3%, seguido por Acessórios Pessoais e Calçados, com aumento de 30,7%, e de Veículos, com 25,9%.

O segmento de Acessórios Pessoais e Calçados também foi o que mais cresceu em número de unidades, 23,5%, seguido pelo de Alimentação com 22,3% e pelo de Móveis Decoração e Presentes, com 21,8% de crescimento.

Já as redes com maior número de unidades do País são: O Boticário (2.834), Kumon (1.599), Colchões Ortobom (1382), Wizard Idiomas (1246) e L’Acqua Di Fiori (1166).

A expansão internacional também cresceu em 2009. Atualmente 65 redes nacionais já operam no Exterior. Nos planos da ABF está continuar apoiando, juntamente com a APEX - Brasil, as redes interessadas em expandir suas atividades para outros países.

A previsão da ABF é de que em 2010 o setor cresça o faturamento em 16%. Em número de novas marcas a expectativa é de 10 a 12%, já em número de unidades essa variação pode ficar entre 8 e 10%.


ASICS com nova comunicação para o PDV

A NewStyle assina conceito criativo, produção e implantação dos materiais de ponto-de-venda desenvolvidos para o novo lançamento da ASICS®, o tênis Gel-Kayano 16. A agência é responsável pela criação das vitrines e materiais de exposição do produto, como shoepads e displays de balcão e piso.

A comunicação nos PDVs traz o conceito “Correr purifica o corpo e a mente”, com informações sobre o produto que reforçam a performance do Gel-Kayano 16, o tênis mais premiado do mundo.

O objetivo é ressaltar os diferenciais e benefícios do novo Gel-Kayano 16, além de criar identificação do consumidor com a marca.

Mais informações no www.asics.com.br

Com oferta de produtos mais refinados, rede Ofner quer alta de 18% na receita

Com oferta de produtos mais refinados, rede Ofner quer alta de 18% na receita
Para sair à frente na disputa pelas vendas de Páscoa este ano e atingir a meta de crescimento superior a 18% em faturamento, a Ofner aposta em produtos diferenciados e na fabricação do próprio chocolate, conta o diretor comercial da empresa, Lauri Roman. Segundo o executivo, o grande diferencial da rede para competir com as marcas tradicionais será o produto diferenciado em qualidade. "Estamos atentos, pois vendemos quase duas vezes mais no período."

Segundo Roman, o investimento de R$ 500 mil na aquisição de um novo conjunto de aparelhos importados da Holanda para fabricar o próprio chocolate será o grande diferencial na qualidade do produto nesta Páscoa. "Vamos fazer nosso próprio chocolate, o que dá mais qualidade ao produto final", afirma.

Sobre a procura por artigos de Páscoa nas lojas, Lauri Roman adianta que já sente um crescimento, mas espera aumento mesmo na última semana, quando são comercializados 70% do volume total dos produtos sazonais. "Nos primeiros quinze dias de março já sentimos uma diferença maior que no ano passado. Mas vamos vender mesmo nos últimos dias", afirmou o executivo da rede.

Fonte: DCI


terça-feira, 16 de março de 2010

Shoppings serão obrigados a instalarem câmeras de monitoramento em seus corredores

Shoppings serão obrigados a instalarem câmeras de monitoramento em seus corredores
Para Alshop, a medida é benéfica, pois tornará ainda mais comum o serviço de segurança de centros de compras e empreendimentos similares

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) planeja votar amanhã (17/03) um projeto que determina a instalação de câmeras de monitoramento por shoppings e empreendimentos de mesma área de atuação.

O texto, do deputado Pompêo de Mattos (PDT – RS), cita ainda a aplicação de multa equivalente a R$ 5 mil ao centro de compra que não obedecer a norma, e tal projeto foi criado pelo político devido ao número de assaltos e demais delitos que vêm ocorrendo em alguns empreendimentos pelo País. Como a medida está sendo examinada em decisão terminativa, se aprovada seguirá diretamente à sanção presidencial.

Questionados sobre a possibilidade da entrada em vigor desta nova lei, empreendedoras, superintendentes e administradoras de shoppings consideram a medida extremamente positiva, tendo em vista que a grande maioria dos centros de compras investem durante todo o ano em sistemas de segurança, e serão exigidas providências dos estabelecimentos que não se preocupam com este tipo de serviço.

“Como entidade que zela pela integridade física e comercial dos lojistas de shopping, a Alshop apoia este projeto de lei, pois tornará mais tranquila e segura a permanência de clientes e trabalhadores nestes locais. Uma melhoria que levará também muitos varejistas a investir na atuação em shoppings, o que é bom para diminuir o índice de vacância de alguns empreendimentos”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun.

“Um sistema mais rígido de câmeras de monitoramento será excelente para inibir a ação de bandidos, além de servir como garantia de provas de eventuais crimes, ajudando assim os órgãos de lei”, completa o executivo.


Vendas pela internet movimentam R$ 10,6 bi em 2009 e crescem 30%

Vendas pela internet movimentam R$ 10,6 bi em 2009 e crescem 30%
As compras feitas pela internet no ano passado totalizaram R$ 10,6 bilhões, com alta de 30% no confronto com o mesmo período em 2008, de acordo com pesquisa da e-bit, consultoria de comércio eletrônico.

Os números divulgados nesta terça-feira não consideram as vendas de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais. Cerca de 17,6 milhões de consumidores brasileiros já haviam feito pelo menos uma compra pela internet ao final de 2009, segundo o levantamento, com crescimento de 33%. O número representa 26% dos internautas no Brasil, o que mostra, segundo a consultoria, que ainda há muito espaço para crescer.

Telefônica pode ser multada em R$ 25 mi por queixas de clientes
Vinte anos depois, bloqueio de poupança do Plano Collor ainda assombra o país
Recall do Stilo foi fruto de "confusão", afirma Fiat

Entre os motivos do aumento no faturamento está a entrada das Casas Bahia, em fevereiro de 2009, no mundo virtual. Com a chegada do varejista francês Carrefour no comércio eletrônico neste mês, todas as grandes redes presentes do país agora oferecem aos clientes a possibilidade de compras pelo mundo virtual.

Livros, revistas e jornais lideram as vendas virtuais, seguidos de saúde, beleza e medicamentos.

Com a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a linha branca, os eletrodomésticos garantiram a terceira posição no ranking, logo à frente de itens de informática e eletrônicos.

No ano passado, 79% das entregas foram feitas dentro do prazo, com destaque negativo para o Nordeste (73%). O índice de atrasos foi maior na região, de acordo com a e-bit, pelo fato de a maioria dos centros de distribuição das lojas virtuais se concentrar no Sudeste.

Para 2010, a previsão é movimentar R$ 13,6 bilhões, repetindo o ritmo de expansão de 30% superior ao registrado no ano anterior. Ao final do 1º semestre, a projeção da e-bit é que 19,8 milhões de pessoas tenham adquirido pelo menos um produto pela internet e, para dezembro, a previsão é que o número chegue a 23 milhões.

Fonte: Folha Online


Supermercados preveem crescimento de 8,8% nas vendas de Páscoa

Supermercados preveem crescimento de 8,8% nas vendas de Páscoa
Divulgada todo ano pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), a Pesquisa de Páscoa da Abras mostra que o setor supermercadista brasileiro projeta um crescimento de 8,8% nas vendas de produtos ligados à Páscoa. O período é a segunda melhor data para o setor.

De acordo com a Pesquisa, 51% dos supermercadistas acreditam que as vendas de Páscoa em 2010 se situarão em um patamar superior ao de 2009. Para 37%, as vendas ficarão no mesmo patamar e apenas 12% acreditam em queda nas vendas, sempre na comparação ao ano anterior.
"Estamos otimistas. A Páscoa de 2010 tem tudo para ser ainda mais farta do que foi a de 2009. Destaque para os peixes, cujas encomendas dos supermercadistas junto aos fornecedores cresceram acima de 10%. Mesmo com uma elevação nos preços pagos aos fornecedores de 8,1%, o setor optou por absorver esse aumento, já que os preços praticados ao consumidor subiram menos: 6,6%", avalia o presidente da Abras, Sussumu Honda.

Todos os produtos pesquisados tiveram aumento de encomenda junto aos fornecedores: peixes em geral (10,7%), ovos de Páscoa (8,2%), bombons e chocolates (6,4%), bacalhau (5,8%), azeites (5,3%), vinhos importados (4,9%), vinhos nacionais (4%) e colomba pascal (2,7%).

Em relação a preços, a Pesquisa da Abras aponta que houve um aumento, em média, de 5,2% nos preços dos produtos de Páscoa, em relação ao ano passado. Já o aumento nos preços pagos pelos supermercadistas junto aos fornecedores foi de 6,8% - ambos os percentuais abaixo daqueles verificados no ano passado, que foram, respectivamente, de 6,8% e 10,6%.

O preço pago pelos supermercados pelo bacalhau subiu 11,8%, enquanto o preço praticado pelos supermercadistas aumentou 3,5%. Em vinho importado, o preço pago subiu 6,5% e o preço praticado, 9%. Em azeites, os percentuais ficaram em 1,7% (preço pago) e 5,9% (preço praticado); vinhos nacionais, em 7,2% (preço pago) e 5,3% (preço praticado); peixes em geral, em 8,1% (preço pago) e 6,6% (preço praticado); ovos de Páscoa, em 5,1% (preço pago) e 4,6% (preço praticado); colomba pascal, em 6,8% (preço pago) e 2,8% (preço praticado); e bombons e chocolates, em 9,7% (preços pagos) e 5,1% (preços praticados).